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<title>Terapia celular reduz tempo de regenera��o do f�gado</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Terapia celular reduz tempo de regenera��o do f�gado<br>
</h3>
<br>
<p style=" text-align: justify;"><br>
22 de setembro de 2013 | Autor: antonini</p>
<p style=" text-align: justify;"><img src="../img/regenera_figado.png"
align="left"></p>
</div>
Com aplica��o de c�lulas-tronco indiferenciadas retiradas do broto
hep�tico, pesquisadores da USP reduzem para menos da metade o tempo de
regenera��o do f�gado de ratos submetidos a cirurgia que removeu 70% do
�rg�o<br>
<br>
Uma terapia celular desenvolvida por pesquisadores da Universidade de
S�o Paulo (USP) reduziu para menos da metade o tempo de regenera��o do
f�gado de ratos submetidos a uma cirurgia que removeu 70% do �rg�o.<br>
<br>
O objetivo imediato � testar a efic�cia do m�todo no tratamento de
cirrose hep�tica induzida em animais. Futuramente, os cientistas
pretendem avaliar a possibilidade de adaptar o tratamento para humanos.<br>
<br>
As c�lulas-tronco usadas no estudo foram obtidas do broto hep�tico de
embri�es de ratos com 12 dias e meio de gesta��o, explicou Maria
Ang�lica Miglino, professora da Faculdade de Medicina Veterin�ria e
Zootecnia (FMVZ) da USP e coordenadora da pesquisa financiada pela
FAPESP .<br>
<br>
�Nos mam�feros, logo no in�cio da gesta��o surge uma estrutura conhecida
como intestino primitivo, a partir da qual se formam os brotos que dar�o
origem a todos os �rg�os da cavidade abdominal, como o f�gado, o
p�ncreas, a bexiga e as al�as intestinais�, disse Miglino.<br>
<br>
As c�lulas-tronco do broto hep�tico t�m tend�ncia natural para se
transformar em hepat�citos e, por conta disso, seriam teoricamente mais
seguras e eficientes para uso no tratamento regenerativo do f�gado
quando comparadas a qualquer outro tipo de c�lula-tronco.<br>
<br>
�Essas c�lulas t�m potencial para formar um f�gado. Nossos objetivos
eram descobrir quando elas s�o formadas, qual seria o melhor momento
para retir�-las do embri�o, cultiv�-las in vitro e us�-las para tratar
cirrose induzida em ratos�, contou Miglino.<br>
<br>
Durante o mestrado de Amanda Olivotti, realizado na FMVZ com orienta��o
da professora Rose Eli Grassi Rici, os pesquisadores identificaram o
momento ideal da gesta��o para obten��o das c�lulas-tronco, realizaram o
cultivo, a caracteriza��o morfol�gica e as an�lises histol�gicas.<br>
<br>
�As c�lulas mostraram grande capacidade proliferativa, mantendo-se
pluripotentes principalmente na metade do 12� dia ap�s a fecunda��o. N�o
apresentaram marcadores de transforma��o neopl�sica ou de erros
gen�ticos�, contou Olivotti.<br>
<br>
O passo seguinte, realizado j� no doutorado de Olivotti, foi induzir o
quadro de insufici�ncia hep�tica nos animais para testar o poder
regenerativo da terapia.<br>
<br>
�No primeiro grupo de roedores foi retirado 70% do f�gado. Isso causa
d�ficit metab�lico e leva a uma insufici�ncia equivalente a dos casos de
perda do �rg�o por trauma. Tamb�m simula a condi��o de crian�as que
nascem com o f�gado atrofiado�, disse Durvanei Augusto Maria,
pesquisador do Laborat�rio de Bioqu�mica e Biof�sica do Instituto
Butantan e coorientador do trabalho.<br>
<br>
Em um segundo modelo animal, a cirrose foi induzida pela administra��o
de medicamentos que causam fibrose nas c�lulas do f�gado, levando a um
quadro semelhante ao provocado pelo consumo excessivo de �lcool ou pela
inflama��o cr�nica resultante de doen�as como hepatite.<br>
<br>
<strong> Vias de administra��o</strong><br>
Os pesquisadores testaram quatro diferentes vias de administra��o da
terapia nos ratos hepatectomizados. As c�lulas-tronco foram marcadas com
uma subst�ncia fluorescente para que seu deslocamento pelo corpo pudesse
ser monitorado por meio de exames de ultrassom, raios X e tomografia de
emiss�o de p�sitrons (PET).<br>
<br>
A primeira via avaliada foi a endovenosa, na qual as c�lulas eram
introduzidas no organismo dos ratos por meio da veia peniana. Em um
segundo grupo de roedores, as c�lulas foram injetadas no perit�nio,
membrana que reveste os �rg�os da cavidade abdominal.<br>
<br>
A terceira via testada foi a endotraqueal, que consistia em passar uma
sonda no interior da traqueia e levar as c�lulas at� o pulm�o. �Alguns
pacientes com cirrose desenvolvem s�ndrome respirat�ria e essa seria uma
via alternativa para promover primeiro melhora no pulm�o e, em segunda
inst�ncia, no f�gado�, explicou Augusto Maria.<br>
<br>
Por �ltimo foi avaliada a via oroenteral, na qual uma sonda era
introduzida pela cavidade oral, passava pela faringe, es�fago, est�mago
e aplicava as c�lulas-tronco no duodeno. Por essa via, segundo Olivotti,
as c�lulas chegaram em maior n�mero ao f�gado e se mantiveram constantes
no �rg�o por mais tempo.<br>
<br>
�Obtivemos os melhores resultados pela via oroenteral por causa do ducto
hep�tico, canal que une o duodeno e o f�gado e serve normalmente para a
passagem da bile. Essa via, at� hoje, ningu�m havia testado�, disse
Miglino.<br>
<br>
Segundo Augusto Maria, a inten��o � avaliar uma quinta via de
administra��o, mais direta, por�m de maior risco: a art�ria hep�tica.
�Do ponto de vista cir�rgico, � mais f�cil passar uma sonda do que mexer
com uma art�ria. Mas pretendemos avaliar tamb�m essa via, pois a ideia �
desenvolver um modelo de tratamento que tenha reprodutibilidade em
humanos�, disse.<br>
<br>
Os animais foram acompanhados por 21 dias. Ap�s esse per�odo, as
c�lulas-tronco se mostraram vi�veis em todas as vias de administra��o,
com maior ou menor efic�cia em termos de regenera��o do f�gado.<br>
<br>
�Um f�gado leva em m�dia 25 dias em modelos experimentais para se
regenerar ap�s a hepatectomia. Com a aplica��o de uma �nica dose de
c�lulas-tronco indiferenciadas do broto hep�tico nos animais submetidos
� hepatectomia, a m�dia foi reduzida para dez dias, mostrando ser um
sistema altamente eficaz�, disse Olivotti.<br>
<br>
Embora o f�gado dos animais tenha voltado ao volume original, sua
funcionalidade ainda n�o foi avaliada pelos pesquisadores. �Essas
an�lises ser�o feitas at� o fim do doutorado, mas os resultados in vitro
indicam que o �rg�o manteve sua capacidade de metaboliza��o�, disse
Olivotti.<br>
<br>
O modelo piloto de cirrose induzida por medicamentos precisou ser
revisto, uma vez que a droga usada na primeira tentativa � a
dimetilnitrosamina (DMN) � mostrou-se agressiva demais e poucos animais
sobreviveram ao experimento.<br>
<br>
�Iniciamos um novo protocolo de indu��o com tiocetamida (TAA), que �
menos agressiva, mas o processo de desenvolvimento de cirrose leva mais
tempo para acontecer�, disse Olivotti.<br>
<br>
No momento, os pesquisadores tamb�m fazem um novo modelo de indu��o por
hepatectomia no qual 90% do f�gado � removido cirurgicamente. �Este
protocolo tem de ser mais invasivo para podermos monitorar por mais
tempo o processo de regenera��o do f�gado�, explicou.<br>
<br>
<strong> Aplica��o cl�nica</strong><br>
Embora a estrat�gia tenha se mostrado promissora, ainda h� muitos
obst�culos a serem vencidos at� que a terapia possa ser testada em
humanos. O primeiro deles � descobrir uma forma vi�vel para obter as
c�lulas do broto hep�tico.<br>
<br>
�Ainda que a lei permitisse, n�o podemos usar embri�es remanescentes de
tratamentos de reprodu��o assistida, pois nessa fase de desenvolvimento
o intestino primitivo ainda n�o est� formado�, disse Miglino.<br>
<br>
Embora seja tecnicamente poss�vel usar c�lulas de fetos que sofreram
aborto espont�neo ou provocado, haveria muitas quest�es �ticas e legais
envolvidas.<br>
<br>
�Uma possibilidade seria formar um banco de c�lulas de primatas
adaptadas a formar f�gado humano. Mas precisamos investigar ainda se o
transplante entre esp�cies diferentes seria vi�vel�, disse Miglino.<br>
<br>
Para Augusto Maria, ainda ser�o necess�rios estudos de longa dura��o com
animais para que todos os riscos dessa terapia sejam avaliados. ��
poss�vel que a aplica��o das c�lulas induza a forma��o de trombos e crie
�reas infartadas. Pode ainda formar um tumor ou induzir doen�as
autoimunes�, ponderou.<br>
<br>
Os estudos de longa dura��o, acrescentou, tamb�m s�o necess�rios para
entender se as c�lulas-tronco estimulam o tecido agredido a se regenerar
ou se s�o elas pr�prias que se proliferam dentro do �rg�o.<br>
<br>
�Uma poss�vel estrat�gia seria induzir cirrose em porcos para avaliar os
efeitos da terapia celular. O f�gado su�no � o que mais se assemelha ao
humano�, disse Augusto Maria.<br>
<br>
Os resultados preliminares est�o agora sendo enviados para publica��o. A
pesquisa est� vinculada ao Projeto Tem�tico�O enigma vitelino�, tamb�m
coordenado por Miglino.<br>
<br>
Leia o texto original <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/terapia-celular-reduz-tempo-de-regeneracao-do-figado-24112012-12.shl"
target="_blank">aqui</a><br>
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