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<title>O Medicamento que pode estar destruindo seu cérebro!</title>
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<div style="text-align: center;"><h3>O Medicamento que pode estar destruindo seu cérebro!</h3></div><br>
<div style="text-align: justify;">Publicado em 11 de fevereiro de 2025</p>
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<p style="text-align: justify;">Há muitos poréns neste vídeo.<span id="more-73314"></span></p>
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<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não existe um estudo sério que demonstre que a vitamina B12 esteja envolvida nos processos de memória. Se ela realmente fosse indispensável nesses processos, bastaria comer carne em abundância para que ninguém tivesse demência senil, o verdadeiro nome do tal “mal de Alzheimer”, o que vai contra o mantra insano dos ecovigaristas e ecochatos que pregam o veganismo (abreviatura elegante para vegetarianismo).</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não se sabe como a memória se processa. Vocês sabem como é feita a pesquisa em neurofisiologia da memória? Com ratos e camundongos, nos quais se dão choques elétricos nas patas sob certas condições, aplicam-se vírus que exprimem canais iônicos específicos no tecido cerebral, especialmente no hipocampo, para-hipocampo, amígdala nervosa e núcleos da rafe, estruturas bioquímicas chamadas de “engramas”. A “ciência” está engatinhando na pesquisa da memória e tem gente pregando a cura para os distúrbios de memorização e aprendizado. Quem iniciou os estudos modernos da memória foi Eric Kandel, que ganhou o Nobel de Fisiologia e Medicina de 2000 com suas pesquisas com a </span><i><span style="font-weight: 400;">Aplysia fasciata</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma espécie de lesma-do-mar.</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Qual a bibliografia base deste “artigo”? Quais os estudos científicos publicados em periódicos de alto impacto que validam as teses aqui apresentadas?</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Outra crença insana é a dos males da <a href="1029.html">automedicação</a>. O efeito de um fármaco (o termo correto) depende unicamente de seu mecanismo de ação e não da vontade de quem o prescreve. Médicos não têm varinha de condão e ordenam que um comprimido ou injeção façam no organismo o que eles querem. O mecanismo de ação de um fármaco é matemático: 2+2=4, mas o efeito sobre o organismo é incerto, sendo qualquer coisa entre 3 e 5, passando obrigatoriamente pelo 4.</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Outro mantra que viola a mais elementar regra da bioquímica é o do estresse oxidativo. Vocês conhecem os mecanismos de reação que convertem a <a href="#" onclick="window.open('https://antonini.com.br/wp-content/gallery/colesterol-1/587.jpg', 'Pagina', 'STATUS=NO, TOOLBAR=NO, LOCATION=NO, DIRECTORIES=NO, RESISABLE=NO, SCROLLBARS=YES, TOP=10, LEFT=10, WIDTH=651, HEIGHT=317');">androstenediona em testosterona</a> no homem? Se dá pela protonação, ou seja, um radical livre H<sup>+</sup>, que nada mais é que um hidrogênio faltando um elétron, protona a terminação hidroxila da androstenediona, formando a testosterona. Essa protonação por radical livre é essencial para a formação do hormônio masculino. Este é apenas um exemplo de como os tão demonizados radicais livres são essenciais no funcionamento do organismo e, se não fossem necessários, a natureza não os teria criado.</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pesquiso psicofarmacologia há mais de 40 anos. O primeiro trabalho que apresentei em congresso, há quase 36 anos, tinha o título de “Farmacologia e comportamento humano” e já vi todo tipo de teoria esdrúxula, fajuta e fantasiosa sobre memória, aprendizado e farmacoterapia que, na prática, não passam de sensacionalismo barato para catapultar carreiras.</span></li>
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style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="Imprimir"
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<footer> <div style="text-align: center;"><b><iframe src="rodape.html" width="999" height="25" frameborder="0"></iframe></b></div>
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