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<title>Daniel Alvarenga: Boyceta passou de todos os limites</title>
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<div style="text-align: center;"><h3>Daniel Alvarenga: Boyceta passou de todos os limites</h3><br>
<div style="text-align: justify;">Publicado em 8 de dezembro de 2024</p>
<p style="text-align: justify;">Sexualidade fluida e personalidade esquizo-delirante paranóica.</p>
<p style="text-align: justify;">É graças ao capitalismo que este cidadão que se intitula <em><strong>boyceta</strong></em> (o que é isso?) pode aparecer na internet e falar as sandices que bem entender, mas se não fosse o mesmo capitalismo que ele demoniza, e também à livre iniciativa e à livre concorrência, a humanidade ainda estaria morando em cavernas e acendendo fogo esfregando gravetos.</p>
<p style="text-align: justify;">O sujeito sequer sabe o conceito de gênero e espécie. Gênero é o conjunto de espécies que compartilham características comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">No gênero <em>Homo</em> existe apenas a espécie <em>sapiens</em>. Não existe uma espécie <em>Homo niger</em> e menos ainda uma espécie <em>Homo transsexualis</em> (ou algo assim). Gênero é uma coisa, espécie é outra. Gênero na lingua portuguesa e na literatura científica é diferente de sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">No inglês o termo <strong>Gender</strong>, que se traduz por gênero é usado no lugar da palavra <strong>sex</strong> porque esta última se refere ao ato sexual e não ao sexo no sentido biológico, mas os LGBTQIAPN+ forçam a o uso errôneo da tradução do termo para confundir as pessoas e valorizar sua bandeira debiloide.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu gênero é <em>Homo</em>, minha espécie é <em>sapiens</em> e meu sexo é "masculino". Qualquer classificação diferente dessa ou é politicagem esquerdopata que visa apenas fomentar lutas fratricidas para facilitar a implantação do assassino e escravizante regime comunista ou doença mental debilitante, classificada dentro da psicopatologia que estudei quando entrei na faculdade, há mais de 40 anos atrás, nos capítulos das perversões sexuais e das esquizofrenias.</p>
<p style="text-align: justify;">É um direito inalienável de qualquer indivíduo, garantia sacramentada no art. 5º da Constituição Federal, desde que seja maior de idade e esteja em pleno exercício de seus direitos e deveres civis, bem como de suas faculdades mentais (???) fazer o que bem entender de seu corpo e de sua sexualidade, mas <strong>entre quatro paredes</strong>, longe das vistas de crianças e adolescentes, bem como também é direito dos demais cidadãos e dos contribuintes que trabalham e produzem não serem obrigados a assistir a espetáculos de horror sado-masoquistas depravados com os quais não concordam ou abominem, praticados para propagar uma ideologia com a qual cerca de 90% dos habitantes do planeta não concordam, condenam e não aceitam livremente como algo normal.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se trata de moralismo, mas de defender as ciências e a ordem natural da existência no planeta. Defender aquilo que a natureza levou bilhões de anos para criar e que um bando de doentes mentais fazem questão de renegar em nome de satisfação sexual doentia e pervertida, à luz da psicopatologia clínica<sup>1</sup>.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalizando, lembrar aos LGBTQIAPN+ que o modismo das bandeiras ideológicas passa, mas a desconfiança fica. Eles serão os maiores prejudicados com esta militância insana e amargarão o que estão fazendo, certamente ficando fora do mercado de trabalho, pois empresas sérias e sólidas fogem de gente que empunha bandeiras ideológias, não contratando-as para nada, para nenhum cargo sequer, mantendo distância de militantes de qualquer tipo. Fui empresário durante mais de duas décadas, além de ter estagiado na antiga Brahma, hoje Ambev, no setor de recrutamento de pessoal do Departamento de Recursos Humanos (DRH), e sei muito bem do que estou falando.</p>
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</div>
<hr>
<p style="text-align: justify;">Referência bibliográfica:<br>
<sup>1</sup>KOLB, L. <strong>Psquiatria Clínica.</strong> Rio de Janeiro : Interamericana, 1980, p.472-476.</p>
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