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<title>A paranoia causada pela intelig�ncia artificial segue a todo vapor�</title>
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<h3>A paranoia causada pela intelig�ncia artificial segue a todo
vapor�<br>
</h3>
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<div class="entry-meta"> <span class="sep">Publicado em </span><time
class="entry-date" datetime="2023-07-13T12:20:05+00:00">13 de
julho de 2023</time> </div>
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<p style="text-align: justify;">Nova manchete: ��TERROR� do ChatGPT:
conhe�a a mais nova e surpreendente Intelig�ncia Artificial�! A
paranoia continua�<span id="more-31920"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Estes �especialistas� ou est�o sendo
muito bem pagos para passarem vergonha escrevendo sandices desse tipo,
ou est�o em surto delirante.</p>
<p style="text-align: justify;">A intelig�ncia artificial tem quatro
�reas: c�lculo vetorial, reconhecimento de padr�es, redes neurais e
algoritmos gen�ticos, tamb�m chamados de algoritmos gulosos. Estas
intelig�ncias artificiais que est�o aparecendo e fazendo muito
jornalista pseudo-especializado passar vergonha ao exalt�-las, � uma
jun��o das quatro �reas em uma s� linguagem atrav�s de c�digos
�Pontes� ou �devices�, como se fala em ingl�s, mas o que acontece
quando se junta diferentes c�digos constru�dos para diferentes
fun�es, muitas delas antag�nicas entre si? Resposta bem simples.
Erros que podem causar cat�strofes e at� hecatombes.</p>
<p style="text-align: justify;">O que hoje est�o exaltando, badalando e
glorificando como se fosse uma novidade que revolucionar� a
humanidade, algo novo �ca�do do c�u�, j� � antigo e utilizado h� muito
tempo, sen�o vejamos: como os radares de velocidade reconhecem as
placas e calculam a velocidade dos ve�culos, multando aqueles que
est�o acima dos limites estabelecidos pelo C�digo Nacional de
�Extors�o� de Tr�nsito? Elementar, meus caros. Aplicando duas das
�reas da IA, o reconhecimento de padr�es e o c�lculo vetorial. A
primeira identifica a placa do ve�culo, que segue um padr�o
estabelecido pela lei de tr�nsito, ativando a segunda �rea da IA, o
c�lculo vetorial, para determinar a velocidade de deslocamento da
placa, e n�o do ve�culo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros usos antigos de intelig�ncia
artificial s�o os assistentes pessoais como o Google Assistente, o
Google Lens, a t�o badalada Siri, da Apple, os atendentes virtuais dos
operadores de telefonia, que nunca resolvem os problemas dos usu�rios,
apenas atrapalham e enfurecem quem precisa de solu�es diretas e
pr�ticas, e muitas outras coisa antigas que tentam noticiar como
novidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros passos daquilo que hoje
chamam intelig�ncia artificial foram dados pela IBM com seu IBM
ViaVoice, um programa desenvolvido para reconhecimento de voz,
convertendo-a em texto, l� no final dos anos 1990.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de aprendizado de m�quina, o
tal machine learning que o povo metido a �sofisticado, requintado,
aprimorado� adora falar sem ao menos entender o significado e as
origens, come�ou com o IBM ViaVoice em sua primeira vers�o, quando na
instala��o era exigido ler um dentre quatro textos pr�-definidos para
o programa �aprender� o sotaque do usu�rio e tamb�m o programa
aprendia o modo de falar do usu�rio com uso. Os textos pr�-definidos
eram, na verdade, apenas dois, um texto era um resumo de 70 linhas da
obra Dom Casmurro, de Machado de Assis e outro, da obra Os Piratas,
tamb�m com 70 linhas e caso o programa n�o conseguisse aprender o
sotaque do usu�rio, a m�quina apresentava um dos outros dois trechos
das mesmas obras, mas com 140 linhas para ser lido novamente. Isso era
o aprendizado de m�quina em seus prim�rdios. Leia mais <a href="https://pronatec.pro.br/conheca-a-mais-nova-e-surpreendente-inteligencia-artificial/"
target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></p>
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