__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Triacil-glicerol ou Triglicer�deos</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Triacil-glicerol ou Triglicer�deos<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
</div>
<br>
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<div class="entry-meta"> <span class="sep">Publicado em </span><time
class="entry-date" datetime="2023-06-24T20:34:20+00:00">24 de
junho de 2023</time> </div>
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<div>
<p style="text-align: justify;">Triacil-glicerol � a forma final do
armazenamento das gorduras nos tecidos.<span id="more-31885"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os �cidos graxos de cadeias longas
(acil), como s�o chamadas bioquimicamente as gorduras, combinam-se
com glicer�is (oriundo da glicerina) atrav�s de tr�s rea�es
chamadas de esterifica�es (triacil), sendo armazenado e formando a
gordura do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span class="content">Introdu��o</span></strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>1. Lip�deos e Lipoprote�nas Plasm�ticas e Sua Determina��o</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><span class="content">1.1. Tipos,
Fun��o Biol�gica e Principais Aspectos Metab�licos:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Os principais l�pideos para o ser
humano s�o: �cidos graxos, colesterol, triglicer�deos (TG) e
fosfolip�deos (FL). Estas mol�culas constituem a por��o lip�dica das
lipoprote�nas (LP) (forma de transporte dos lip�deos na circula��o
sang��nea). A maioria dos �cidos graxos pode ser sintetizada pelo
f�gado, com exce��o do linoleico e de seu metab�lito,o �cido
araquid�nico (�cidos graxos essenciais). A outra parte das LP �
constitu�da de prote�nas especiais, denominadas apolipoprote�nas ou
apoprote�nas (apo). Estas t�m as seguintes fun�es: transpporte dos
lip�deos na corrente sang��nea; liga��o com os receptores celulares;
ativa��o de determinadas enzimas.</p>
<p style="text-align: justify;">O colesterol � importante para a
forma��o e fun��o das membranas celulares e para a s�ntese de sais
biliares, de horm�nios ester�ides e da
vitamina D. Os TG t�m papel energ�tico para utiliza��o imediata ou
ap�s armazenamento, enquanto os FL s�o importantes para manter a
integridade dos �steres de colesterol e dos TG no interior das LP.</p>
<p style="text-align: justify;">As fontes de lip�deos do organismo s�o
a s�ntese interna (end�gena) e a alimenta��o (ex�gena).</p>
<p style="text-align: justify;">Ciclo Ex�geno: Tem in�cio com a
absor��o do material lip�dico proveniente da alimenta��o e s�ntese
dos quilom�crons (Qm) pelas c�lulas intestinais. Estes entram
na circula��o linf�tica e ganham a corrente
sang��nea pelo ducto tor�cico. Nos capilares do tecido adiposo e
muscular, os Qm entram em contato com a enzima lipase-lipoprote�na
(LLP), a qual, ativada pela apo C-II, hidrolisa os TG,
retirando �cidos graxos dos Qm, os quais se tornam de menor tamanho
(remanescentes de quilom�crons: R-Qm). Estes s�o rapidamente
removidos da circula��o pelas c�lulas hep�ticas que possuem
receptores para a apolipoprote�na E (apo E) presente nos R-Qm. No
interior das c�lulas, os R-Qm s�o fragmentados e parte do material
lip�dico � aproveitado, sendo o excedente reorganizado em outro tipo
de LP, juntamente com a parte sintetizada no f�gado.</p>
<p style="text-align: justify;">Ciclo End�geno: Tem in�cio com a
s�ntese hep�tica de uma LP denominada VLDL (very low density
lipoprotein, ou LP de muito baixa densidade), a qual cont�m, como
li�deos, princialmente os TG e, como apos as B-100 e E. Na
circula��o capilar as VLDL entram em contato com a LLP, dando origem
aos R-VLDL, ou IDL (remanescentes de VLDL, ou intermediate density
lipoprotein, lipoprote�na de densidade intermedi�ria). Estes t�m
dois caminhos: continuam sob a��o da LLP e s�o absorvidos pelo
f�gado ou sofrem a��o da lipase hep�tica (LH), dando origem �s LDL
(low density lipoprotein, ou LP de baixa densidade. Tanto as
LDL como as IDL s�o retiradas da circula��o por receptores celulares
B/E, existentes principalmente no f�gado. Uma vez no interior das
c�lulas, estas LP s�o fragmentadas e liberam colesterol livre e
amino�cidos. O colesterol livre � utilizado imediatamente ou
armzenado ap�s esteriliza��o. A s�ntese intracelular de colesterol e
dos receptores B/E varia na raz�o inversa da capta��o do colesterol
plasm�tico.</p>
<p style="text-align: justify;">Parte do material liberado pela
a��o da LLP sobre os Qm e as VLDL �
utilizado na fabrica��o de outra LP: a HDL (high density liporotein
ou lipoprote�na de alta densidade), sintetizada no intestino e no
f�gado. A sua principal apo � a A-I. A HDL � respons�vel pelo
chamado transporte reverso do colesterol: retira-o das c�luls e
troca-o com outras LP (princialmente as VLDL), sob a��o da enzima
CETP (cholesterol esther transferprotein ou prote�na de
transfer�ncia do colesterol esterificado), ou leva-o diretamente
para o f�gado.</p>
<p style="text-align: justify;">A �nica maneira que o organismo disp�e
para eliminr colesterol � atrav�s da bile, como colesterol livre ou
como �cido biliar.</p>
<p style="text-align: justify;">1.2. Determina�es Laboratoriais:</p>
<p style="text-align: justify;">O perfil lip�dico � definido pelas
determina�es do colesterol total (CT), TG e HDL-C (colesterol
contido nas HDL) e c�lculo do LDL-C ( colesterol contido nas LDL),
utilizando-se a f�rmula de Fridewald (LDL-C = CT � (HDL-C + TG/5)).
Esta f�rmula n�o deve ser empregada quando os n�veis dos TG forem
iguais os superiores a 400md/dL.</p>
<p style="text-align: justify;">Para obten��o da amostra,
recomenda-se: coleta ap�s jejum de 12 a 14 h; para determina��o
isolada de CT n�o � necess�rio o jejum; manter a alimenta��o
habitual e evitar a ingest�o de bebidas alco�licas na v�spera; n�o
praticar exerc�cio f�sico imediatamente antes da coleta; pun��o
venosa 5 min ap�s sentado ou deitado, evitando estase venosa
prolongada (manter torniquete por menos de 2 min); evitar a coleta
no per�odo das 3 semanas seguintes a uma enfermidade leve ou nos 3
meses ap�s doen�a grave cl�nica (inclusive infarto agudo do
miocardio complicado), ou cir�rgica; identificar eventual uso de
medicamentos que possam alterar o perfil lip�dico. A obten��o de
valores confi�veis � fruto de bom controle de qualidade praticado
pelo laborat�rio.</p>
<p style="text-align: justify;">Admite-se em at� 5% a varia��o m�xima
aceit�vel entre v�rias determina�es do CT, sendo o ideal abaixo de
3%. para o TG, esta varia��o ode chegar a 20% e, para HDL-C
at� 10%. � recomend�vel a repeti��o da deterina��o, 8 a 15 dias
ap�s, se o primeiro resultado for anormal. Caso esta segunda
determina�ao difira em mais de 5% da primeira para o CT, de 10% para
HDL-C e de 20% ara os TG deve-se realiar uma 3� dosagem com
intervalo id�ntico. O valor a ser considerado ser� representado pela
m�dia dos dois valores mais pr�ximos.</p>
<p style="text-align: justify;">1.3. Avalia��o do Perfil Lip�dico:</p>
<p style="text-align: justify;">A presen�a de DAC torna
obrigat�ria determina�ao do perfil lipidico, independente de
idade e sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">Adultos � O consenso recomenda que os
homens com idade � 20 anos e as mulheres n fase p�s-menopausa tenham
seu perfil lip�dico determinado (CT, TG, HDL-C e LDL-C). Nas
mulheres na fase r�-menopausa recomenda-se o mesmo procedimento na
presen�a de um ou mais fatores de risco. Nos indiv�duos com perfil
lip�dico desej�vel e sem outros fatores de risco, as determina�es
laboratoriais devem ser repetidas a cada 5 anos, desde que as
condi�es clinicas e h�bitos de vida permane�am est�veis. Este
intervalo poder� ser reduzido a crit�rio m�dico.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fins de levantamento do risco
populacional, o Consenso considera suficiente a determina��o do CT.</p>
<p style="text-align: justify;">Crian�as e Adolescentes � O
rastreamento sistem�tico do perfil lip�dico na inf�ncia e
adolesc�ncia n�o � atualmente recomendado. Entretanto, este
pode ser determinado a crit�rio m�dico, entre os 2 e 19 anos de
idade, se parentes de primeiro grau apresentarem dislipidemia o
prematuramente(antes dos 55 anos de idade) DAC.</p>
<p style="text-align: justify;">1.4. Dislipidemias � Principais Tipos,
Diagn�stico e Implica�es Cl�nicas:</p>
<p style="text-align: justify;">1.4.1. Principais Tipos:</p>
<p style="text-align: justify;">A apresenta��o laboratorial das
dislipidemias se resume a 4 situa�es: 1) valores aumentados do CT
ou hipercolesterolemia isolada; 2) valores aumentados dos TG ou
hipertrigliceridemia isolada; 3) valores aumentados do CT e
dos TG ou hiperlipidemia mista; 4) valores diminu�dos do HDL-C
isoladamente ou em associa��o a altera�es do LDL-C e/ou dos TG.</p>
<p style="text-align: justify;">1.4.2. Classifica��o Fenot�pica,
Segundo a Express�o Cl�nico-Laboratorial das Dislipidemias:</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 1967, a classifica��o fenot�pica
de Fredrickson e col. (referendada pela OMS em 1970) vem sendo
utilizada e teve m�rito de introduzir uma linguagem universal.
Embora n�o leve em conta a etiologia das dislipidemias, tem
utilidade para seu diagn�stico inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">1.4.3. Classifica��o Etiol�gica das
Dislipidemias:</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a sua etiologia, as
dislipidemias podem ser prim�rias ou secund�rias. Prim�rias se
conseq�entes a uma causa heredit�ria reconhecida ou n�o, e
secund�rias se conseq�entes a doen�a de base ou ao uso de
medicamentos.</p>
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