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  <title>Os Romanos</title>
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Os Romanos
</h2>
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</div>
<h4 style="text-align: justify;"><span id="more-5949"></span>Roma
&ndash; Da Funda&ccedil;&atilde;o &agrave;
Rep&uacute;blica</h4>
<p style="text-align: justify;">A
pen&iacute;nsula italiana, situada no
meio do Mediterr&acirc;neo, estava povoada, j&aacute; no
s&eacute;culo
VIII a.C., por v&aacute;rios grupos distintos. Destes,
destacavam-se os
etruscos, os italiotas, os gregos, os gauleses e outros. Os gauleses
habitavam a G&aacute;lia Cisalpina, os gregos, a Magna
Gr&eacute;cia,
os etruscos, a Etr&uacute;ria (atual Toscana), os italiotas, outras
&aacute;reas da pen&iacute;nsula.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
mais importantes de todos esses
povos foram os etruscos. De origem asi&aacute;tica, ocupando
f&eacute;rteis solos da It&aacute;lia centro-ocidental, logo
desenvolveram avan&ccedil;ada civiliza&ccedil;&atilde;o.
Durante cerca
de 5 s&eacute;culos, lavradores, comerciantes e artistas etruscos
estenderam sua influ&ecirc;ncia pelo Mediterr&acirc;neo,
mantendo
rela&ccedil;&otilde;es com os vizinhos peninsulares e
continentais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<span class="shutterset_singlepic603"><img
 style="width: 300px; height: 192px; float: left;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/603.jpg"
 alt="A loba que amamentou R&ocirc;mulo e Remo"
 title="A loba que amamentou R&ocirc;mulo e Remo"></span>No
ano de 753 a.C., segundo a tradi&ccedil;&atilde;o, foi fundada
Roma,
&agrave;s margens do rio Tibre, na regi&atilde;o do
L&aacute;cio. O
fundador da cidade teria sido R&ocirc;mulo. Este, juntamente com
seu
irm&atilde;o Remo, foi alimentado por uma loba, ap&oacute;s
terem sido
abandonados por ordem de Am&uacute;lio, rei de Alba, a Longa.
Ap&oacute;s a funda&ccedil;&atilde;o de Roma,
R&ocirc;mulo assassinou
seu irm&atilde;o, tornando-se o primeiro rei da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
o reinado de R&ocirc;mulo, como
a cidade n&atilde;o possu&iacute;sse mulheres, foi organizada
uma
grande festa, &agrave; qual compareceram os Sabinos, suas filhas e
esposas. A uma ordem de R&ocirc;mulo, seus companheiros raptam as
mulheres Sabinas, fazendo-as, da&iacute; por diante, suas esposas.
Estava resolvido o problema da sobreviv&ecirc;ncia da
popula&ccedil;&atilde;o romana.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
a morte de R&ocirc;mulo,
desaparecido numa tempestade e, desde ent&atilde;o, adorado como um
Deus (Quirino), Roma teve mais 6 reis. Seus sucessores foram: Numa
Pomp&iacute;lio (legislador e organizador de um
calend&aacute;rio);
T&uacute;lio Ost&iacute;lio (que guerreou contra Alba a Longa);
Anco
M&aacute;rcio (construtor do porto de &Oacute;stia);
Tarqu&iacute;nio
Prisco (construtor de um sistema de esgotos &ndash; cloacas
&ndash; da
cidade); S&eacute;rvio T&uacute;lio (que fortificou as muralhas
e
defesas); Tarqu&iacute;nio, o Soberbo (que concluiu o templo de
J&uacute;piter &ndash; o Capit&oacute;lio).</p>
<p style="text-align: justify;">Os
3 &uacute;ltimos reis eram de origem
etrusca. Seu governo caracterizou-se por grandes melhoramentos
p&uacute;blicos, mas os romanos n&atilde;o os aceitavam sem
suspeita.
Apesar do poder do rei ser bastante limitado pelo Senado (formado pelos
cidad&atilde;os ricos, ou patr&iacute;cios) o reinado do
&uacute;ltimo
Tarqu&iacute;nio foi muito agitado. Procurando apoio nos plebeus
(pobres, sem direitos pol&iacute;ticos), Tarqu&iacute;nio, o
Soberbo,
foi deposto em 510 a.C. pelos patr&iacute;cios, que proclamaram a
Rep&uacute;blica.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
a proclama&ccedil;&atilde;o da
Rep&uacute;blica, Roma passou a ser governada por 2
c&ocirc;nsules
eleitos anualmente pelo Senado. Durante as guerras, ou
&eacute;pocas de
crise, um deles era nomeado ditador pelo prazo de seis meses. Sua
palavra era a lei e a grande autoridade de que estava investido
facilitava a solu&ccedil;&atilde;o dos problemas da
Rep&uacute;blica.</p>
<p style="text-align: justify;">O
Senado, em &eacute;pocas normais, era
o maior poder da Rep&uacute;blica. Formado, inicialmente, por 300
cidad&atilde;os, tinha muitos privil&eacute;gios e grande
prest&iacute;gio. Al&eacute;m dos senadores e dos
c&ocirc;nsules, a
Rep&uacute;blica romana tinha os censores (que cuidavam dos bons
costumes e contavam a popula&ccedil;&atilde;o); os questores
(que
cobravam os impostos); os pretores (juizes); os edis,
respons&aacute;veis pelo bom estado dos edif&iacute;cios e
pelos jogos
anuais; os pont&iacute;fices (sacerdotes respons&aacute;veis
pelos
cultos).</p>
<p style="text-align: justify;">No
in&iacute;cio da Rep&uacute;blica a
popula&ccedil;&atilde;o romana estava dividida em
patr&iacute;cios
(privilegiados) e plebeus (destitu&iacute;dos dos direitos mais
elementares). A situa&ccedil;&atilde;o destes
&uacute;ltimos
agravava-se ap&oacute;s as guerras, de que voltavam endividados.
Eram,
muitas vezes, transformados em escravos com toda a fam&iacute;lia
por
causa da sua impossibilidade de saldar as contas. Al&eacute;m disso
suas terras eram tomadas pelos patr&iacute;cios, seus credores.</p>
<p style="text-align: justify;">Levados
ao desespero pela falta de
direitos e pelo agravamento de sua situa&ccedil;&atilde;o, os
plebeus
iniciam uma luta para obterem melhor condi&ccedil;&atilde;o
social.
Retiram-se da cidade para o Monte Aventino, resolvidos a fundar uma
nova cidade. Os patr&iacute;cios, vendo que sem os plebeus Roma
estaria
perdida, resolvem ceder. A partir de ent&atilde;o a plebe conquista
o
direito de ser defendida pelos tribunos da plebe, que tinham direito de
veto.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais
tarde os plebeus conseguem fazer
com que as leis da Rep&uacute;blica sejam escritas, para que todos
as
conhecessem. Foi a Lei das 12 T&aacute;buas &ndash; gravadas em
l&acirc;minas de bronze e afixadas no F&oacute;rum. A seguir,
n&atilde;o sem muita luta, os plebeus conseguem o direito de se
casarem
com patr&iacute;cias. Aos poucos v&atilde;o desaparecendo as
diferen&ccedil;as entre as duas classes.</p>
<p style="text-align: justify;">A
pr&oacute;xima conquista foi o
direito de acesso ao consulado e aos demais cargos da
Rep&uacute;blica.
Ao chegar o ano 300 a.C., praticamente havia em Roma uma s&oacute;
classe, pelo menos no que respeitava aos direitos civis. Entretanto, a
influ&ecirc;ncia do dinheiro dava aos ricos o verdadeiro controle
da
Rep&uacute;blica.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde
a funda&ccedil;&atilde;o Roma
n&atilde;o parou de crescer. Ainda ao tempo dos reis as cidades
vizinhas foram, pouco a pouco, submetidas ao controle romano. O
dom&iacute;nio de Roma sobre seus vizinhos e rivais n&atilde;o
se fez
sem sangue. Duras foram as lutas travadas contra os etruscos, os
Volcos, os &Eacute;quos e outros. Algumas vezes a cidade caiu e foi
cruelmente saqueada.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos
poucos, por&eacute;m, os romanos
dominam a It&aacute;lia central. Ao norte, os gauleses, que
j&aacute;
haviam devastado a cidade anteriormente, foram sempre um inimigo a ser
atacado. Ao cabo de sangrentas lutas, por meio s&eacute;culo, os
gauleses s&atilde;o detidos e confinados &agrave;s montanhas do
norte.</p>
<p style="text-align: justify;">A
expans&atilde;o da Rep&uacute;blica
n&atilde;o podia parar. Ao sul estava a Magna Gr&eacute;cia,
povoada
pelos gregos, com ricas cidade prometendo generosos tributos.
&Eacute;
iniciada a conquista. Algumas cidades submetem-se sem resist6encia.</p>
<p style="text-align: justify;">Tarento,
uma delas, pode aux&iacute;lio
a Pirro, rei do &Eacute;piro, que lan&ccedil;a elefantes no
combate aos
romanos. Ap&oacute;s sangrentas lutas, Pirro sai vencedor, mas
&agrave;
custa de quase todo seu ex&eacute;rcito. Pirro teria exclamado
&ldquo;mais outra vit&oacute;ria dessas e estou
perdido&hellip;&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
romanos voltam &agrave; carga. Pirro
&eacute; vencido e retira-se para a Gr&eacute;cia. O sul da
It&aacute;lia fica submetido &agrave; autoridade romana.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
o dom&iacute;nio da Magna
Gr&eacute;cia os romanos passam a ter um vizinho
indesej&aacute;vel:
Cartago. Essa rica cidade do norte da &Aacute;frica tinha o
dom&iacute;nio da Sic&iacute;lia. Os cartagineses, povo
navegador, em
franca expans&atilde;o pelo Mediterr&acirc;neo, passam a
incomodar os
romanos em seu projeto imperialista. O choque de Roma e Cartago era
iminente. Foi o que veio a chamar-se de Guerras P&uacute;nicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Roma
esperava apenas um pretexto para
atacar sua rival. Este chegou, quando Messina foi atacada pelo rei de
Siracusa, com o apoio de Cartago. Roma veio em socorro de Messina,
iniciando a primeira guerra p&uacute;nica que duraria 20 anos. Os
soldados cartagineses eram quase todos mercen&aacute;rios. Apesar
disso, sob o comando de Am&iacute;lcar Barca, conseguem alguns
triunfos
contra os romanos na Sic&iacute;lia.</p>
<p style="text-align: justify;">No
mar, apesar de superiores, os
cartagineses acabam por sofrer v&aacute;rias derrotas. Desanimados,
resolvem pedir paz a Roma. Enviam o pr&oacute;prio c&ocirc;nsul
romano
R&eacute;gulo, que ca&iacute;ra prisioneiro, com a
miss&atilde;o de
propor a paz. R&eacute;gulo, por&eacute;m, aconselha seus
patr&iacute;cios a continuar a guerra. Ao voltar a Cartago, como
castigo, &eacute; supliciado dentro de um barril cheio de
l&acirc;minas, posto a rolar por uma encosta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
fim da guerra, Cartago perde a
Sic&iacute;lia, a C&oacute;rsega e a Sardenha. Assim, os
romanos
dominam todo o sul da pen&iacute;nsula. A seguir, v&atilde;o
combater
mais uma vez os gauleses, no norte.</p>
<p style="text-align: justify;">Derrotados
na primeira guerra, os
cartagineses preparam-se para &agrave; desforra. Am&iacute;lcar
Barca
conquista a Espanha, onde se recupera da perda da Sic&iacute;lia. A
Espanha era rica de cereais, al&eacute;m de ferro, prata e ouro.
Ali, o
grande general reorganiza seu ex&eacute;rcito.</p>
<p style="text-align: justify;">Morto
Am&iacute;lcar, sucede-o seu
filho An&iacute;bal. Educado para ter &oacute;dio a Roma,
An&iacute;bal
jura vencer a grande inimiga de sua p&aacute;tria. Parte da Espanha
&agrave; frente de 100 mil homens e 37 elefantes. Atravessa os
Pirineus
e os Alpes, suportando o frio intenso de seus cumes nevados, e
alcan&ccedil;a a It&aacute;lia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
chegar &agrave; plan&iacute;cie do
P&oacute;, perdera metade de seu ex&eacute;rcito. Apesar disso
derrotou
por 3 vezes as for&ccedil;as romanas que foram
alcan&ccedil;&aacute;-lo. A seguir, parecia querer atacar Roma.
A
cidade de Roma. A cidade tomou-se de p&acirc;nico.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto,
o grande cartagin&ecirc;s
preferiu esperar, acampado em C&aacute;pua, refor&ccedil;os de
sua
terra. Esses refor&ccedil;os tardaram. Finalmente, as tropas
cartaginesas que lhe vinham ao encontro, sob o comando de
Asdr&uacute;bal, seu irm&atilde;o, s&atilde;o derrotados.
(Batalha de
Metauro).</p>
<p style="text-align: justify;">Os
romanos atacam e conquistam a
Espanha. A seguir, para for&ccedil;ar An&iacute;bal a deixar a
It&aacute;lia, desembarcam na &Aacute;frica. An&iacute;bal
parte em
socorro de sua terra, mas &eacute; derrotado em Zama (202 a.C.)
pelas
tropas do romano Cipi&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Severa
foi a pena imposta a Cartago
pelos romanos. Obrigada a pagar pesada
indeniza&ccedil;&atilde;o, assim
mesmo ficava proibida de fazer guerra a outros povos sem ordem do
senador romano. Enquanto isso, em Roma, o senador Cat&atilde;o
iniciava
intensa campanha contra Cartago. Todos os seus discursos eram
encerrados com a frase &ldquo;Delenda Cartago&rdquo; (Cartago
precisa
ser destru&iacute;da). Pouco a pouco os romanos v&atilde;o-se
convencendo dessa necessidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Faltava,
por&eacute;m, o pretexto para
a nova guerra. Este chegou, quando Cartago &eacute; atacada pelo
rei da
Num&iacute;dia, Massinissa. Apesar dos protestos cartagineses, o
senado
romano n&atilde;o lhes deu aten&ccedil;&atilde;o. Cartago
resolve
defender-se, atacando Massinissa. Os romanos acusam Cartago de haver
violado o tratado de paz e lhes imp&otilde;em a entrega de todos os
seus navios e o abandono da cidade. Deveriam fundar outra, no interior
da &Aacute;frica.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal
ordem era absurda e Cartago a
rejeita. Os romanos atacam a cidade, que resiste ferozmente. Apesar da
her&oacute;ica resist&ecirc;ncia cartaginesa os romanos
avan&ccedil;am
palmo a palmo. Ao fim, as for&ccedil;as de Cipi&atilde;o
Emiliano
arrasam totalmente a cidade (146 a.C.).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Uma
Origem Lend&aacute;ria</h4>
<p style="text-align: justify;">As
origens de Roma est&atilde;o
situadas no s&eacute;culo VIII a.C. Nos primeiros tempos a cidade
foi
t&atilde;o insignificante que passou despercebida. Mais tarde,
j&aacute; ent&atilde;o centro urbano de um povo em franca
expans&atilde;o, surgem lendas que procuram ligar a origem de Roma
&agrave; cidade de Alba, a Longa, ou mesmo, &agrave; distante
Tr&oacute;ia.</p>
<p style="text-align: justify;">A
lenda mais conhecida conta que os
reis de Alba, a Longa, descendiam de En&eacute;ias, o famoso
troiano,
que se refugiara na It&aacute;lia ap&oacute;s o
inc&ecirc;ndio de sua
cidade. N&uacute;mitor, rei que havia sido destronado por seu
irm&atilde;o, Am&uacute;lio, tinha uma filha &ndash;
R&eacute;ia
S&iacute;lvia. Esta, sacerdotisa do templo de Vesta, inspirou
violenta
paix&atilde;o ao deus Marte e deu &agrave; luz dois
g&ecirc;meos:
R&ocirc;mulo e Remo. Os meninos foram lan&ccedil;ados ao rio
Tibre, em
uma cesta, por Am&uacute;lio, que queria desfazer-se deles.
Descendo o
rio, a cesta foi parar aos p&eacute;s do Monte Palatino, onde uma
loba
a achou e amamentou as crian&ccedil;as. Mais tarde, um pastor as
encontrou, tomando-as sob sua prote&ccedil;&atilde;o. Sabedores
de sua
origem, os irm&atilde;os voltam a Alba, a Longa, destronam
Am&uacute;lio e rep&otilde;em seu av&ocirc; no trono. Em
753 a.C. ambos
fundam Roma, &agrave;s margens do rio Tibre.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra
lenda conta simplesmente que
En&eacute;ias, fugindo de Tr&oacute;ia ap&oacute;s seu
inc&ecirc;ndio,
estabelece-se no L&aacute;cio e funda Roma. Essa lenda &eacute;
contada
por Virg&iacute;lio.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer
que tenha sido sua verdadeira
origem, o fato &eacute; que Roma, merc&ecirc; de sua excelente
localiza&ccedil;&atilde;o (&agrave;s margens do Tibre e
sobre colinas
estrat&eacute;gicas), expandiu-se sempre. Logo se estendia sobre 7
colinas (Palatino, Capit&oacute;lio, Aventino, Quirinal, Viminal,
C&eacute;lio e Esquillino). Ainda ao tempo dos reis serviu-se de um
porto (&Oacute;stia) que lhe dava acesso ao mar, antecipando o
futuro
expansionismo que iria transformar o Mediterr&acirc;neo num
&ldquo;lago&rdquo; romano.<a class="shutterset_singlepic387"
 title="O suic&iacute;dio de Lucr&eacute;cia Borjia"
 href="http://antonini.med.br/blog/wp-content/gallery/hfar/800px-joerg_breu_the_elder_-_the_suicide_of_lucretia.jpg"><br>
</a><br>
<a
 href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/604.jpg"
 title="" class="shutterset_singlepic604"> </a><a
 href="../paginas/hfar-os_romanos-imagem-1.html"><img
 style="border: 0px solid ; float: right; width: 320px; height: 221px;"
 class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/604__320x240_604.jpg"
 alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>
De 753 a 510 a.C., Roma foi uma monarquia. Consta que teve 7 reis, os 3
&uacute;ltimos de origem etrusca. Durante a realeza a cidade era
dotada
de pr&eacute;dios modestos, sendo a vida do povo bastante simples.
Ao
lado do rei havia o Senado, dividindo a responsabilidade do governo. O
&uacute;ltimo rei foi deposto por um golpe de estado desfechado
pelos
patr&iacute;cios sob a alega&ccedil;&atilde;o de
leg&iacute;tima defesa
da honra de Lucr&eacute;cia, uma jovem patr&iacute;cia que
teria sido
violentada por um dos netos de Tarqu&iacute;nio O Soberbo, que
proclamou a Rep&uacute;blica.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As
Eficientes Legi&otilde;es Romanas</h4>
<p style="text-align: justify;"><span class="shutterset_singlepic388"><br>
<a
 href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/605.gif"
 title="" class="shutterset_singlepic605"> </a><a
 href="../paginas/hfar-os_romanos-imagem-2.html"><img
 style="border: 0px solid ; width: 189px; height: 240px; float: left;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/605__320x240_605.gif"
 alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>
</span>Na &eacute;poca nenhum
povo teve uma organiza&ccedil;&atilde;o
militar superior &agrave; dos romanos. Baseava-se ela na cega
obedi&ecirc;ncia do soldado a seus chefes, atrav&eacute;s de
uma
r&iacute;gida disciplina militar.</p>
<p style="text-align: justify;">O
chefe (dux) tinha sob suas ordens os
legados, decuri&otilde;es e centuri&otilde;es. As
legi&otilde;es eram
compostas de 5 a 6 mil homens. A infantaria ligeira (velites), a
cavalaria (equites) e a artilharia formavam corpos bem adestrados,
revelando seu excelente conhecimento b&eacute;lico nos combates. A
artilharia empregava m&aacute;quinas de ataque como catapultas e
ar&iacute;etes para for&ccedil;ar as portas das fortalezas.</p>
<p style="text-align: justify;">O
soldado covarde era morto a pauladas
por seus pr&oacute;prios companheiros. Em caso de motim, ao
inv&eacute;s de todo o grupo ser punido, escolhia-se um soldado em
cada
vez, que era executado (dizimar). A carreira militar, gra&ccedil;as
&agrave; r&eacute;gia paga e aos privil&eacute;gios que
acumulou com o
tempo, era muito atraente. Os soldados eram treinados no Campo de Marte
(&agrave;s margens do Tibre) e seus exerc&iacute;cios eram,
basicamente, corridas, assaltos, manejo de espada,
nata&ccedil;&atilde;o, marchas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">As
armas eram muito variadas.
geralmente, al&eacute;m do escudo, possu&iacute;am uma espada
curta de
dois fios e uma lan&ccedil;a (pilum), que atiravam contra o
inimigo.
Al&eacute;m do escudo, protegiam a cabe&ccedil;a com um
capacete e o
corpo com armaduras e perneiras.</p>
<p style="text-align: justify;">A
legi&atilde;o romana dividia-se em
man&iacute;pulos durante os combates. Era superior &agrave;
falange
maced&ocirc;nica, mas em luta contra a cavalaria, levava
desvantagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
legion&aacute;rios romanos eram
not&aacute;veis no cerco de fortalezas ou cidades. Formavam
cintur&otilde;es ao redor da &aacute;rea sitiada, cavavam
trincheiras e
tentavam vencer as muralhas atrav&eacute;s de torres de assalto
providas de rodas. &Agrave;s vezes cavavam t&uacute;neis e
penetravam
na cidade pelo subsolo. Outras, arrombavam as portas com poderosos
ar&iacute;etes. Quando atacavam a defesa da pra&ccedil;a de
guerra,
avan&ccedil;avam em grupo, protegidos pelos escudos ao alto das
cabe&ccedil;as, o que lhes dava o aspecto de gigantescas tartarugas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">De
Conquistados a Conquistadores</h4>
<p style="text-align: justify;">Desde
os primeiros tempos de sua
exist&ecirc;ncia, Roma esteve em guerra. Inicialmente foram lutas
em
defesa de sua sobreviv&ecirc;ncia, quando sofreu ataques de seus
vizinhos. Os gauleses foram um de seus mais s&eacute;rios inimigos.
Invadindo a It&aacute;lia, pelo norte, atacaram primeiro os
etruscos.
Em 390 a.C. derrotaram os romanos junto &agrave;s margens do rio
Allia,
afluente do Tibre. Apavorada, a popula&ccedil;&atilde;o
abandonou a
cidade, nela apenas ficando alguns bravos, sitiados no
Capit&oacute;lio
por 7 meses. Numa madrugada os defensores foram acordados pelo grasnar
dos gansos sagrados, denunciando um ataque dos gauleses, que os
sitiavam. Finalmente, depois de receberem mil libras de ouro como
indeniza&ccedil;&atilde;o, os gauleses retiraram-se e os
romanos
regressaram &agrave; sua cidade saqueada.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
esses duros dias, Roma
aperfei&ccedil;oou sua defesa. Fortificou pontos
estrat&eacute;gicos,
adestrou seus soldados e passou &agrave; ofensiva. Primeiramente
anexou
a Camp&acirc;nia, venceu os Samnitas e apossou-se da parte central
da
It&aacute;lia. A seguir atacou para o norte, expulsando os gauleses
do
Vale do P&oacute;. Depois expandiu-se para o sul, onde venceu os
gregos
da Magna Gr&eacute;cia (sul da It&aacute;lia e
Sic&iacute;lia).
J&aacute; ent&atilde;o, os romanos eram donos de toda a
It&aacute;lia.
A seguir, tiveram lugar as guerras P&uacute;nicas, ao fim das quais
Cartago foi riscada do mapa. Restavam-lhes, apenas, o resto do mundo
para conquistar. Isso, por&eacute;m, seria feito mais tarde,
meticulosamente, ao tempo do Imp&eacute;rio.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Roma
&ndash; do Apogeu &agrave;
Decad&ecirc;ncia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
ter realizado grandes
conquistas a Rep&uacute;blica romana foi agitada por violentas
lutas
internas de car&aacute;ter social. Prevaleciam as
condi&ccedil;&otilde;es injustas dos patr&iacute;cios
privilegiados e
dos plebeus quase sem nenhum direito. Numerosos foram os plebeus
arruinados pelas guerras. Suas terras tomadas pelos
patr&iacute;cios
como pagamento de d&iacute;vidas, iam-se concentrando na
m&atilde;o de
alguns privilegiados, ficando a maioria desprovida de suas propriedades.</p>
<p style="text-align: justify;">
</p>
<p style="text-align: justify;">
<span class="shutterset_singlepic606"><img
 style="float: left; width: 300px; height: 273px;"
 class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/606.jpg"
 alt="Os irm&atilde;os Graco" title="Os irm&atilde;os Graco"></span>Dois
irm&atilde;os, Caio e Tib&eacute;rio Graco, levantaram-se
contra
esse estado de coisas. Pretendiam eles redistribuir as terras
p&uacute;blicas, ent&atilde;o em poder da nobreza, para os
desocupados.
Com isso esperavam aumentar a produ&ccedil;&atilde;o
agr&iacute;cola e
acabar com o grande n&uacute;mero de pessoas sem trabalho. Estas se
acumulavam em Roma, dando lugar a desordens.</p>
<p style="text-align: justify;">Tib&eacute;rio
Graco, autor da
tentativa de reforma agr&aacute;ria, ficou marcado pelos
propriet&aacute;rios. Apesar de aprovada, sua lei n&atilde;o
conseguiu
ser aplicada corretamente por causa da sabotagem. O pr&oacute;prio
Tib&eacute;rio foi assassinado a pauladas, na companhia de 300
companheiros, pelos senadores romanos, seus inimigos. (133 a.C.).</p>
<p style="text-align: justify;">Caio
Graco, eleito tribuno pouco
depois, retomou os planos de seu infeliz irm&atilde;o. Fundou
col&ocirc;nias agr&iacute;colas, fornecendo alimentos para as
classes
pobres, lutando pela mais justa distribui&ccedil;&atilde;o das
terras
da Rep&uacute;blica. Entretanto, pouco depois, novo golpe dos
senadores
&eacute; tramado contra ele. Para n&atilde;o ser aprisionado,
pede a um
escravo que o mate; tr&ecirc;s mil de seus seguidores
s&atilde;o
brutalmente assassinados (121 a.C.).</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem-se
anos de grande
agita&ccedil;&atilde;o. Generais passam a dirigir os
acontecimentos.
Alguns defendem os plebeus, como M&aacute;rio; outros, os
patr&iacute;cios, como Sila. Ambos, al&eacute;m de rivais,
executaram
cru&eacute;is repress&otilde;es contra seus inimigos. Foram
anos de
lutas sangrentas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais
tarde o poder fica nas m&atilde;os
de Pompeu. Este alia-se a J&uacute;lio C&eacute;sar, seu sogro
e a
Crasso, romano de grande fortuna. Forma-se o Primeiro Triunvirato.
Gra&ccedil;as ao apoio de seus companheiros, J&uacute;lio
C&eacute;sar
&eacute; feito c&ocirc;nsul.</p>
<p style="text-align: justify;">Dotado
de grande capacidade de trabalho
e de brilhante intelig&ecirc;ncia, C&eacute;sar logo se
destaca.
&Eacute; designado para realizar a conquista das G&aacute;lias
(atual
Fran&ccedil;a). Crasso &eacute; enviado para conquistar o
Oriente.
Pompeu fica em Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto
C&eacute;sar consegue vencer
os gauleses gra&ccedil;as a seu brilho militar, Pompeu
come&ccedil;a a
tem&ecirc;-lo, devido ao seu crescente prest&iacute;gio em
Roma.
Apoiado pelo Senado, Pompeu ordena a C&eacute;sar que licencie suas
tropas. Desobedecendo a Pompeu, C&eacute;sar marcha com seu
ex&eacute;rcito contra Roma. Pompeu foge para o Egito, onde
&eacute;
assassinado, ao chegar, por ordem de Ptolomeu, que pretendia agradar a
C&eacute;sar.</p>
<p style="text-align: justify;">Indignado,
J&uacute;lio C&eacute;sar
vai ao Egito, destrona Ptolomeu, colocando sua irm&atilde;
Cle&oacute;patra no poder. Em seguida, d&aacute; combate ao rei
do
Ponto e aos generais de Pompeu na &Aacute;frica e na Espanha. A
todos
vence.</p>
<p style="text-align: justify;">Regressando
a Roma, C&eacute;sar
&eacute; feito ditador. Recebendo honrarias e t&iacute;tulos do
Senado,
C&eacute;sar come&ccedil;a a revelar seus dotes de grande
estadista.
D&aacute; terras &agrave; plebe, reforma o
calend&aacute;rio, obriga os
ricos propriet&aacute;rios a dar trabalho aos homens livres
desocupados
em Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">Esp&iacute;rito
nobre, perdoa seus
antigos inimigos, a muitos dando cargos em seu governo. Entretanto,
despertando desconfian&ccedil;as entre os nobres, que temiam viesse
C&eacute;sar tornar-se rei, &eacute; trai&ccedil;oeiramente
assassinado
em pleno Senado (15 de mar&ccedil;o de 44 a.C.). Entre seus
assassinos
estava seu filho adotivo, Bruthus.</p>
<p style="text-align: justify;">Morto
C&eacute;sar, o c&ocirc;nsul
Marco Ant&ocirc;nio agita a popula&ccedil;&atilde;o contra
os
assassinos que fogem.</p>
<p style="text-align: justify;">Marco
Ant&ocirc;nio, novo senhor de
Roma, passa a liderar a vida da Rep&uacute;blica. Eis
por&eacute;m que
Ot&aacute;vio um sobrinho-neto de C&eacute;sar, e seu herdeiro,
passa a
reivindicar o poder, apoiado pelo grande orador C&iacute;cero e
Ot&aacute;vio. Ap&oacute;s breve luta contra Marco
Ant&ocirc;nio, ambos
fazem com L&eacute;pido um acordo pol&iacute;tico, formando o
2.&ordm;
Triunvirato. Saindo em persegui&ccedil;&atilde;o a Bruthus e
Cassius,
os autores da conspira&ccedil;&atilde;o contra
C&eacute;sar, os
tri&uacute;nviros derrotam as tropas em fuga. Cassius e Bruthus
suicidam-se. A seguir, o Triunvirato divide o territ&oacute;rio da
Rep&uacute;blica: L&eacute;pido, a &Aacute;frica;
Ot&aacute;vio, a
It&aacute;lia e o Ocidente; Marco Ant&ocirc;nio, o Oriente.</p>
<p style="text-align: justify;">L&eacute;pido
logo &eacute; afastado.
Ot&aacute;vio procura manter a ordem em seus dom&iacute;nios.
Marco
Ant&ocirc;nio, derrotado no Oriente refugia-se no Egito, onde se
casa
com Cle&oacute;patra. Comete, entretanto, alguns atos que provocam
revolta. Entre eles estava a doa&ccedil;&atilde;o, aos filhos
de
Cle&oacute;patra, de peda&ccedil;os do territ&oacute;rio
romano.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
ordem do Senado para combater Marco
Ant&ocirc;nio, Ot&aacute;vio parte para o Egito. Vencido na
batalha
naval de &Aacute;cio (31 a.C.), Marco Ant&ocirc;nio suicida-se.</p>
<p style="text-align: justify;">
</p>
<div style="text-align: justify;" id="attachment_5957">
<span class="shutterset_singlepic607"><img
 style="float: right; width: 200px; height: 300px;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/607.jpg" alt="Cle&oacute;patra"
 title="Cle&oacute;patra"></span>Para
n&atilde;o ser levada prisioneira a Roma, Cle&oacute;patra
tamb&eacute;m se mata, deixando-se picar por uma serpente venenosa.
O
Egito &eacute; transformado em prov&iacute;ncia romana. Tal
fato marca
o fim da Rep&uacute;blica.</div>
<p style="text-align: justify;">S&oacute;
no governo, Ot&aacute;vio
absorve toda a fonte do poder. Recebe os t&iacute;tulos de
Imperador e
de Pr&iacute;ncipe do Senado. Depois o de Augusto. Embora mantendo,
na
apar&ecirc;ncia, todas as institui&ccedil;&otilde;es
republicanas,
Ot&aacute;vio transforma Roma num Imp&eacute;rio.</p>
<p style="text-align: justify;">Augusto,
como &eacute; ent&atilde;o
chamado, demonstrou dotes de excelente administrador. Dividiu o
Imp&eacute;rio Romano em prov&iacute;ncias, nomeou para cada
uma delas
eficientes governantes, aos quais fiscalizava. Qualquer
viol&ecirc;ncia
praticada contra um cidad&atilde;o das prov&iacute;ncias podia
ser
julgada pelo Imperador em Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">Regularizou-se
a cobran&ccedil;a de
impostos. O ex&eacute;rcito foi reorganizado e levado &agrave;s
fronteiras do Imp&eacute;rio. Combateu-se o crime. A
popula&ccedil;&atilde;o de Roma e das prov&iacute;ncias foi
contada
atrav&eacute;s de um recenseamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Roma
transformou-se. Majestosos
edif&iacute;cios foram levantados. O povo tinha
espet&aacute;culos
p&uacute;blicos de gladiadores, al&eacute;m de receber
v&iacute;veres
do Estado. Augusto disse: &ldquo;recebi uma cidade de tijolos e
deixo
uma cidade de m&aacute;rmore.&rdquo;</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
governar durante 44 anos,
Augusto morreu no ano 14 da Era Crist&atilde;. Seu governo foi a
fase
de ouro de Roma, comparado ao s&eacute;culo de P&eacute;ricles,
em
Atenas. Houve longo per&iacute;odo de paz. Grandes poetas
abrilhantaram
a cultura (Virg&iacute;lio &ndash; as
&ldquo;Buc&oacute;licas&rdquo;,
Hor&aacute;cio &ndash;
&ldquo;S&aacute;tiras&rdquo;, Ov&iacute;dio
&ndash; &ldquo;Metamorfoses&rdquo;). Tamb&eacute;m o
grande historiador
romano Tito L&iacute;vio foi de sua &eacute;poca.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez
o mais transcendental fato
ocorrido durante o governo de Augusto tenha sido, por&eacute;m, o
nascimento de Jesus Cristo, em Bel&eacute;m de Jud&aacute;,
ent&atilde;o uma das prov&iacute;ncias de Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
Augusto seguem-se seus
sucessores em n&uacute;mero de 10, conhecidos por 12
C&eacute;sares
(incluindo J&uacute;lio C&eacute;sar e o pr&oacute;prio
Augusto). Os 4
primeiros foram da fam&iacute;lia de C&eacute;sar:
Tib&eacute;rio,
Cal&iacute;gula, Cl&aacute;udio e Nero. Apesar de prosseguir a
prosperidade do Imp&eacute;rio, nenhum deles conseguiu ter o brilho
de
Augusto. Cal&iacute;gula, por exemplo, era louco. Sedento de sangue
mandou matar milhares de infelizes, al&eacute;m de nomear seu
cavalo,
Incitatus, senador.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo
o Imperador considerado divino,
sua palavra tinha for&ccedil;a de lei. Nero, apesar de louco, era
obedecido cegamente. Entre seus atos mais conhecidos constam: o
assass&iacute;nio de sua m&atilde;e, de seu irm&atilde;o,
da esposa e
de seus mestres, al&eacute;m de ter incendiado Roma. Acusando desse
ato
os crist&atilde;os, patrocinou a primeira
persegui&ccedil;&atilde;o da
hist&oacute;ria aos seguidores de Jesus Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros
dos 12 C&eacute;sares dignos de
realce foram os chamados Fl&aacute;vios: Vespasiano &ndash; bom
administrador; Tito &ndash; que tomou Jerusal&eacute;m;
Domiciano, que
pelo seu g&ecirc;nio cruel lembrava Nero. Durante o governo de Tito
houve uma erup&ccedil;&atilde;o do Ves&uacute;vio que
sepultou sob as
cinzas as cidades de Pomp&eacute;ia, Herculana e
Est&aacute;bias.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
os 12 C&eacute;sares, Roma
foi governada pelos Antoninos. Foi quando as fronteiras do
Imp&eacute;rio atingiram sua maior extens&atilde;o. Merecem
cita&ccedil;&atilde;o: Nerva, Trajano, Adriano, Antonino Pio,
Marco
Aur&eacute;lio e C&ocirc;modo. Durante o reinado dos Antoninos,
Roma
conheceu pontos altos e baixos. Dos bons governos de Trajano e Adriano
&agrave; persegui&ccedil;&atilde;o dos crist&atilde;os
(Marco
Aur&eacute;lio) ou &agrave; loucura (C&ocirc;modo).</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
os Antonini (plural de
Antoninvs em latim) veio a fase final de Roma, como Estado. A
decad&ecirc;ncia acelerava-se. Muito grande, o Imp&eacute;rio
era
dif&iacute;cil de administrar.</p>
<p style="text-align: justify;">Surgem
rivalidades freq&uuml;entes.
Generais disputam o trono, apoiados por suas tropas. H&aacute;
longos
per&iacute;odos de desordem, Diocleciano consegue deter
momentaneamente
o caos, restabelecendo a ordem no ex&eacute;rcito. Ordena,
tamb&eacute;m, a mais violenta persegui&ccedil;&atilde;o
aos
crist&atilde;os.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
crist&atilde;os eram perseguidos,
muitas vezes jogados &agrave;s feras nas arenas, porque sua
doutrina
entrava em conflito com a id&eacute;ia da divindade do Imperador.
Milhares de homens, mulheres e crian&ccedil;as foram sacrificados
pela
sua f&eacute;. Apesar disso, seu n&uacute;mero aumentava sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">At&eacute;
mesmo na nobreza romana e na
pr&oacute;pria fam&iacute;lia imperial, surgiram
crist&atilde;os.
Assim, em 312, o novo imperador de Roma, Constantino, resolve
tamb&eacute;m converter-se ao cristianismo. Assim fazendo, torna a
nova
religi&atilde;o oficial. Para nova sede do Imp&eacute;rio
Romano
&eacute; constru&iacute;da Constantinopla, magnificamente
situada entre
a Europa e a &Aacute;sia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
a morte de Teod&oacute;sio
(395), seus filhos resolvem dividir o Imp&eacute;rio Romano.
Arc&aacute;dio torna-se o dono do Imp&eacute;rio Romano do
Oriente, com
sede em Constantinopla. Hon&oacute;rio, do Imp&eacute;rio
Romano do
Ocidente, com sede em Roma. Para alguns, o ano de 395 marca,
tamb&eacute;m, o fim da Idade Antiga. Outros preferem considerar,
como
limite, a data da queda de Roma sob os b&aacute;rbaros de Odoacro
(476).</p>
<h4 style="text-align: justify;">A
Prosperidade Gerou a Ociosidade</h4>
<p style="text-align: justify;">A
vida humilde e simples que levavam os
romanos at&eacute; o s&eacute;culo I a.C. foi profundamente
alterada
com as conquistas. Verdadeiras multid&otilde;es de escravos
chegavam
anualmente &agrave; cidade, onde eram colocados a
servi&ccedil;o das
fam&iacute;lias patr&iacute;cias. No s&eacute;culo I os
escravos
romanos foram calculados em 1 milh&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma
fam&iacute;lia patr&iacute;cia
possu&iacute;a, &agrave;s vezes, centenas e at&eacute;
milhares de
escravos. Isso levou os costumes romanos, de in&iacute;cio severos,
ao
relaxamento. Os patr&iacute;cios viviam em festas e, sob o menor
pretexto, matavam seus escravos. &Agrave;s vezes davam
vaz&atilde;o a
seus instintos perversos, torturando pobres homens ou mulheres.
N&atilde;o eram raros os escravos marcados a ferro em brasa no
pr&oacute;prio rosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
territ&oacute;rios conquistados
pelos romanos eram administrados por pretores ou encarregados, que
procuravam cobrar impostos muitas vezes escorchantes. Gra&ccedil;as
a
isso crescia a fortuna de certas fam&iacute;lias e a prosperidade
da
Rep&uacute;blica (mais tarde Imp&eacute;rio).</p>
<p style="text-align: justify;">Grande
parte dos tributos cobrados por
Roma ia em forma de g&ecirc;neros. Assim, o trigo e outros cereais
chegavam da Sic&iacute;lia, da Espanha ou da &Aacute;frica em
grande
quantidade. Isso levou ao abandono da lavoura nas
imedia&ccedil;&otilde;es da capital e &agrave;
invas&atilde;o de Roma
pelas multid&otilde;es de ex-lavradores. A partir de
ent&atilde;o,
milhares de desempregados viviam pelas ruas, dependendo da
distribui&ccedil;&atilde;o de p&atilde;o, feita pelo
Estado, para sua
sobreviv&ecirc;ncia.</p>
<p style="text-align: justify;">Era
preciso ocupar, outra vez, as
terras improdutivas ao redor de Roma, para onde deveriam ir essas
multid&otilde;es de ex-lavradores. Essa foi uma das
raz&otilde;es da
luta dos irm&atilde;os Graco (Caio e Tib&eacute;rio) e, mais
tarde, de
M&aacute;rio e Sila, em prol de reformas sociais.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Os
Doze C&eacute;sares</h4>
<p style="text-align: justify;">1
&ndash; <strong>J&uacute;lio
C&eacute;sar</strong>
&ndash; Depois da morte de Pompeu, governa Roma
com sabedoria e discernimento. D&aacute; terra &agrave; plebe;
reforma
o Calend&aacute;rio; realiza reformas sociais. &Eacute;
assassinado por
Bruthus (seu filho adotivo) e outros senadores, no dia 15 de
mar&ccedil;o de 44 a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">Na
verdade, J&uacute;lio C&eacute;sar
jamais recebeu o t&iacute;tulo de Imperador, sendo aclamado e
entronado
em Roma antiga como Ditador Perp&eacute;tuo, em cuja
fun&ccedil;&atilde;o ele morreu. Al&eacute;m de Ditador
Perp&eacute;tuo, tamb&eacute;m foi declarado Sumo
Pont&iacute;fice de
Roma, sendo, portanto, o chefe e l&iacute;der espiritual dos
romanos.
Em outros palavras, os Doze C&eacute;sares na realidade eram apenas
Onze.</p>
<p style="text-align: justify;">2
-<strong> Augusto</strong>
&ndash;
Herdeiro de J&uacute;lio C&eacute;sar (e seu sobrinho),
Ot&aacute;vio
recebe o t&iacute;tulo de Augusto no ano 27 a.C., ap&oacute;s o
fim do
2.&ordm; Triunvirato. Governou em paz o Imp&eacute;rio (a pax
romana).
Cercou-se de artistas e fil&oacute;sofos, embelezando Roma e
aumentando
seu poder. Morre no ano 14 da Era Crist&atilde;, sendo deificado.
Em
latim, Augusto significa Divino.</p>
<p style="text-align: justify;">3
&ndash; <strong>Tib&eacute;rio</strong>
&ndash; Filho adotivo de Augusto, governa com justi&ccedil;a
nos
primeiros anos. O fim de seu reinado &eacute; sangrento, tendo
mandado
matar senadores suspeitos de conspira&ccedil;&atilde;o. Foi
assassinado
em Capri, onde vivia (37 d.C.).</p>
<p style="text-align: justify;">4
&ndash; <strong>Cal&iacute;gula</strong>
&ndash; Notabilizou-se pela loucura e desvarios de seu governo.
Obrigava o povo a ador&aacute;-lo no lugar de J&uacute;piter e
nomeou
seu cavalo &ndash; Incitatus &ndash; senador do
Imp&eacute;rio. Embora
muitos historiadores famosos atestem que a
nomea&ccedil;&atilde;o de
Incitatus fora um ato de loucura, na realidade, Cal&iacute;gula
queria
mesmo era dizer alto e em bom tom aos senadores do imp&eacute;rio
que
para ele &ndash; Cal&iacute;gula &ndash; os senadores
valiam tanto
quanto seu cavalo. Foi assassinado no ano 41, pelo prefeito da guarda
pretoriana.</p>
<p style="text-align: justify;">5
&ndash; <strong>Cl&aacute;udio</strong>
&ndash; Proclamado Imperador pelos assassinos de
Cal&iacute;gula,
governou com justi&ccedil;a. Entretanto, n&atilde;o
p&ocirc;de impedir
os crimes de suas esposas Messalina e Agripina, terminando por ser
envenenado por esta &uacute;ltima.</p>
<p style="text-align: justify;">6
&ndash; <strong>Nero</strong>
&ndash; Levado ao trono por sua m&atilde;e, Agripina, no ano
54, Nero
foi o mais louco dos imperadores de Roma. Sanguin&aacute;rio, manda
matar seu irm&atilde;o Brit&acirc;nico (filho de
Cl&aacute;udio), sua
m&atilde;e Agripina, sua esposa Ot&aacute;via, seus mestres
Burro e
S&ecirc;neca, o poeta Lucano e Pomp&eacute;ia, que matou com
violento
pontap&eacute;. Julgando-se poeta, manda incendiar Roma para
inspirar-se a compor um poema sobre o fim de Tr&oacute;ia. O fogo
alastrou-se pela cidade durante 17 dias. Para fugir &agrave;
revolta
popular, acusa os crist&atilde;os de incendi&aacute;rios e
leva-os ao
mart&iacute;rio no Coliseu, entregues &agrave;s feras, ou
transformados
em tochas humanas, para iluminar as ruas. Diante da revolta das
legi&otilde;es sublevadas pelo general Galba, suicida-se
declarando:
&ldquo;Que grande artista perde o mundo!&rdquo;</p>
<p style="text-align: justify;">7
&ndash; <strong>Galba</strong>
&ndash; 8 &ndash; <strong>Oton</strong>
e 9 &ndash; <strong>Vit&eacute;lio</strong>
&ndash; Governaram em um per&iacute;odo de grande desordem.</p>
<p style="text-align: justify;">10
&ndash; <strong>Vespasiano</strong>
&ndash; Nomeado pelas tropas do Oriente, pertencia &agrave;
fam&iacute;lia Fl&aacute;via. Durante seu governo (69-79)
procurou
recuperar tudo o que Nero havia destru&iacute;do, especialmente as
finan&ccedil;as e a disciplina militar.</p>
<p style="text-align: justify;">11
&ndash; <strong>Tito</strong>
&ndash; Filho de Vespasiano, foi um homem virtuoso que procurava
praticar o bem. Em seu governo (ano de 79d.C.) houve a
destrui&ccedil;&atilde;o das cidades de Pomp&eacute;ia e
Herculana pela
erup&ccedil;&atilde;o do vulc&atilde;o Ves&uacute;vio.
Governou de 79 a
81. Apesar de ser virtuoso mandou destruir Jerusal&eacute;m, cujo
templo foi arrasado, e fez dispersar os judeus pelo mundo (a
di&aacute;spora).</p>
<p style="text-align: justify;">12
&ndash; <strong>Domiciano</strong>
&ndash; Irm&atilde;o de Tito, reinou de 81 a 96. Era mau e
vingativo.
Lembrava um segundo Nero. Perseguiu os crist&atilde;os e mandou
matar
v&aacute;rios cidad&atilde;os que julgava inimigos seus.
Terminou
assassinado por um grupo de que fazia parte sua pr&oacute;pria
esposa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Antoninos,
Fl&aacute;vios e Outros
Imperadores</h4>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
os 12 C&eacute;sares
reinaram os Antoninos e os Fl&aacute;vios. Nessa &eacute;poca
as
fronteiras imperiais atingiram sua maior extens&atilde;o. Desses
imperadores merecem men&ccedil;&atilde;o:</p>
<p style="text-align: justify;">1
&ndash; <strong>Nerva</strong>
&ndash; Governou de 96 a 98. Era j&aacute; idoso e
notabilizou-se pelo
saber jur&iacute;dico.</p>
<p style="text-align: justify;">2
&ndash; <strong>Trajano</strong>
&ndash; Reinou de 98 a 117. Era filho adotivo de Nerva. Fez
excelente
governo, levou as fronteiras imperiais at&eacute; a
&Iacute;ndia;
construiu estradas, aquedutos, pontes e belos edif&iacute;cios.
Est&aacute; imortalizado na famosa Coluna Trajana, em Roma.
Entretanto,
mandou perseguir os crist&atilde;os, outra vez.</p>
<p style="text-align: justify;">3
&ndash; <strong>Adriano</strong>
&ndash; (117-138) &ndash; Excelente administrador. Governou
Roma em uma
&eacute;poca de paz interna.</p>
<p>
<span class="shutterset_singlepic608"><img
 style="float: left; width: 238px; height: 300px;"
 class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/608.jpg"
 alt="Antoninvs Pivs ou Antonino Pio"
 title="Antoninvs Pivs ou Antonino Pio"></span>4
&ndash; <strong>Antoninvs
Pivs ou Antonino Pio</strong>
(138-161)
&ndash; Notabilizou-se pela administra&ccedil;&atilde;o
primorosa e
s&aacute;bia legisla&ccedil;&atilde;o, sabendo, como
poucos,
administrar os problemas internos e conciliando suas
decis&otilde;es
com os ditames jur&iacute;dicos dos c&oacute;digos vigentes em
sua
&eacute;poca, sem valer-se das prerrogativas absolutistas de seu
posto
de Imperador. Antonino Pio pode ser chamado de primeiro democrata
verdadeiro de Roma antiga. Em seu governo todos os cientistas,
literatos e religiosos da &eacute;poca, inclusive os
crist&atilde;os
eram respeitados, n&atilde;o havendo registro de qualquer
persegui&ccedil;&atilde;o aos crist&atilde;os ordenada por
Antonino Pio.</p>
<p style="text-align: justify;">5
&ndash; <strong>Marco
Aur&eacute;lio</strong>
&ndash; Fil&oacute;sofo, cultor das Letras e das Artes
(161-180).
Guerreou os b&aacute;rbaros do Oriente (partas) e os germanos do
Dan&uacute;bio. Ordenou mais uma persegui&ccedil;&atilde;o
aos
crist&atilde;os.</p>
<p style="text-align: justify;">6
&ndash; <strong>C&ocirc;modo</strong>
&ndash; Filho de Marco Aur&eacute;lio (180 a 192),
celebrizou-se pela
loucura. Seu amor ao crime lembrava Nero. Acabou assassinado, em
pal&aacute;cio.</p>
<p style="text-align: justify;">Segue-se
longo per&iacute;odo de
desordens. Os imperadores de ent&atilde;o somente se mantinham no
poder
&agrave; custa das armas. O assassinato tornou-se rotina. Cada
ex&eacute;rcito pretendia fazer imperador seu comandante. 25
imperadores se sucederam no per&iacute;odo de 94 anos
(s&eacute;culo
III d.C.).</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto
o povo s&oacute; queria
&ldquo;p&atilde;o e circo&rdquo;, Roma chegou a ter 30
imperadores
diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa
fase citam-se: Caracala
(211-217); Heliog&aacute;balo (218-222); Alexandre Severo
(222-235).
Diocleciano (284-305) realizou bom governo. Restabeleceu a disciplina
militar, fez reformas pol&iacute;ticas e administrativas. Dividiu o
Imp&eacute;rio em 4 partes, dando as outras 3 a seus amigos
(Tetrarquia). Constantino (311-324), percebendo a import&acirc;ncia
do
Cristianismo, abra&ccedil;ou-o e o tornou a religi&atilde;o
oficial do
Estado. Fundou Constantinopla e a fez capital do Imp&eacute;rio.
Segue-se uma fase de divis&atilde;o do Imp&eacute;rio
at&eacute; que
chega ao poder Teod&oacute;sio (379-395). Defendeu a f&eacute;
crist&atilde; e conseguiu manter a unidade do Imp&eacute;rio.
Combateu
os godos (b&aacute;rbaros) e um levante em Tessal&ocirc;nica.
Ao
morrer, dividiu o Imp&eacute;rio, dando a cada um de seus filhos
uma
parte. O Imp&eacute;rio Romano do Ocidente coube a
Hon&oacute;rio. O
Imp&eacute;rio Romano do Oriente a Arc&aacute;dio. Tal fato,
ocorrido
em 395, &eacute; considerado por alguns historiadores como o fim da
Idade Antiga e o come&ccedil;o da Idade M&eacute;dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Direito
Romano: Raiz das Nossas Leis</h4>
<p style="text-align: justify;">A
contribui&ccedil;&atilde;o romana
mais importante para o progresso da humanidade foi, sem
d&uacute;vida,
as suas leis. Ainda hoje a maioria das na&ccedil;&otilde;es
civilizadas
tem sua legisla&ccedil;&atilde;o fundamental baseada no Direito
Romano.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa
preocupa&ccedil;&atilde;o
legalista dos romanos foi, por sua vez, o segredo que manteve unidos
povos t&atilde;o diferentes em dist&acirc;ncias t&atilde;o
grandes da
sede do Imp&eacute;rio, sob a soberania dos C&eacute;sares.</p>
<p style="text-align: justify;">As
primeiras leis escritas em Roma
foram as Leis das Doze T&aacute;buas, que refundiam o direito dos
costumes, at&eacute; ent&atilde;o transmitidos oralmente.
Gra&ccedil;as
a elas, os plebeus tiveram garantias para sua sobreviv&ecirc;ncia
social frente aos desmandos dos patr&iacute;cios.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
tempo de J&uacute;lio C&eacute;sar o
Direito foi enriquecido com s&aacute;bias leis, que regulavam desde
problemas pol&iacute;ticos, sociais e econ&ocirc;micos
at&eacute; os de
natureza familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">O
jurisconsulto Juliano publicou o
chamado Edito Perp&eacute;tuo (uma
codifica&ccedil;&atilde;o do Direito
Civil).</p>
<p style="text-align: justify;">As
leis republicanas, que davam um
poder desmesurado ao Pater familiae foram, mais tarde, abrandadas. A
mulher teve reconhecido seu papel na fam&iacute;lia e na sociedade,
na
qual desfrutava de um prest&iacute;gio relativamente grande.</p>
<p style="text-align: justify;">Merecem
destaque como legisladores
Papiniano e Ulpiano (autor de Disputationes e Institutiones).</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
o reinado de Diocleciano foram
publicados os c&oacute;digos Gregoriano e Hermogeniano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais
tarde, seguindo a linha dos
imperadores romanos do Ocidente, Justiniano, Imperador do Oriente,
daria sua contribui&ccedil;&atilde;o para o
aperfei&ccedil;oamento das
leis romanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como
j&aacute; se disse, muitas dessas
leis est&atilde;o presentes, ainda, em nossos c&oacute;digos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A
Opul&ecirc;ncia Degradou os Costumes</h4>
<p style="text-align: justify;">Durante
a Rep&uacute;blica, os costumes
romanos eram muito severos. A autoridade m&aacute;xima, na
fam&iacute;lia, cabia ao pai (Pater familiae) a quem deviam
obedi&ecirc;ncia: sua esposa, os filhos, clientes e todos os demais
dependentes. Com o tempo, por&eacute;m, a m&atilde;e conquistou
uma
posi&ccedil;&atilde;o mais elevada, quase igualando a do pai.
No
recinto do lar, a mulher dedicava-se a tarefas leves, como manejar a
roca e o fuso e a manter o fogo sagrado diante dos altares dos deuses
lares (culto dos antepassados).</p>
<p style="text-align: justify;">Os
jovens eram educados no sentido de
serem fortes para a guerra. No Campo de Marte, aprendiam a manejar a
espada, a lan&ccedil;ar discos e lan&ccedil;as, a correr, a
saltar, a
nadar e a cavalgar. Aprendiam a obedecer, para depois saberem mandar.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
o Imp&eacute;rio, as conquistas
romanas foram de tal vulto, que os povos vencidos inundaram Roma de
tributos e escravos. O ouro, a prata, o marfim, a abund&acirc;ncia
exagerada levou a fam&iacute;lia romana a perder seus antigos
costumes
moderados, substituindo-os pelo luxo e pela devassid&atilde;o. A
corrup&ccedil;&atilde;o dos costumes foi-se acelerando, a
partir do
s&eacute;culo I da Era Crist&atilde;. &ldquo;Os
aristocratas viviam com
um luxo indescrit&iacute;vel. Enquanto isso os homens livres
permaneciam na mis&eacute;ria e os escravos levavam uma vida
dur&iacute;ssima: &agrave;s vezes era mais barato adquirir
escravos
novos do que alimentar e cuidar dos que j&aacute;
tinham.&rdquo; Isso
levou Roma a degenerar. Os costumes corromperam-se por toda sorte de
v&iacute;cios e, os soldados romanos j&aacute; n&atilde;o
queriam
combater pois se haviam afeminado, em grande n&uacute;mero. Aos
profetas do apocalipse de plant&atilde;o, que pregam o fim do mundo
no
final desse mil&ecirc;nio, aqui vai uma
contradi&ccedil;&atilde;o a um
dos fatos mostrados por eles como pren&uacute;ncio do
Ju&iacute;zo
Final &ndash; o homossexualismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse
fen&ocirc;meno &eacute; t&atilde;o
antigo quanto a humanidade e basta ver pelo texto que at&eacute;
nas
legi&otilde;es romanas essa aberra&ccedil;&atilde;o
j&aacute; era
descrita entre os soldados e tamb&eacute;m na corte, at&eacute;
mesmo
entre os imperadores (veja em F&uacute;lvio Suet&ocirc;nio, a
Hist&oacute;ria dos Doze C&eacute;sares da Editora Ediouro).
Incesto,
estupro de crian&ccedil;as, pervers&otilde;es sexuais,
ent&atilde;o,
nem se fala!.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal
fato levou o Imp&eacute;rio a
contratar milhares de soldados mercen&aacute;rios, recrutados entre
os
povos vizinhos de suas fronteiras (b&aacute;rbaros). As antigas
legi&otilde;es, orgulho de Roma, estavam agora mesclados de
germanos,
que defendiam o Imp&eacute;rio a troco de dinheiro. Enquanto havia
recursos, os milhares de soldados b&aacute;rbaros recebiam seus
soldos
regularmente e continuavam a defender o Imperador. Nos
s&eacute;culos
III, IV e V, a decad&ecirc;ncia romana acentuou-se, gerando o caos
financeiro, apesar do aumento vertiginoso dos impostos.</p>
<p style="text-align: justify;">A
necessidade de pagar os
mercen&aacute;rios de suas legi&otilde;es levou o
Imp&eacute;rio a
dar-lhes terras, &agrave; falta de dinheiro. Nessas terras, dentro
de
suas fronteiras, instalaram-se milhares de fam&iacute;lias
b&aacute;rbaras, antecipando, com sua presen&ccedil;a
f&iacute;sica,
embora pacificamente, o fim das institui&ccedil;&otilde;es
romanas.
Pouco depois come&ccedil;ariam as invas&otilde;es dos
b&aacute;rbaros,
estas de car&aacute;ter n&atilde;o pac&iacute;fico. Elas
iriam selar o
destino do maior imp&eacute;rio da Hist&oacute;ria da
humanidade,
at&eacute; ent&atilde;o.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As
Artes e a Filosofia</h4>
<p style="text-align: justify;">As
artes romanas n&atilde;o podem ser
comparadas com as gregas, sem d&uacute;vida superiores. Mas
refletem,
profundamente, sua influ&ecirc;ncia. Na arquitetura, destaca-se o
uso
de colunas variantes do estilo cor&iacute;ntio, al&eacute;m de
influ&ecirc;ncias orientais (arcos, ab&oacute;badas, etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">Na
escultura merecem destaque as
est&aacute;tuas de imperadores, concebidas e executadas com
aten&ccedil;&atilde;o especial, por causa de sua natureza
divina (o
imperador era cultuado como deus). Os baixos-relevos da Coluna Trajana
e o da de Marco Aur&eacute;lio s&atilde;o dignos de
men&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">A
pintura romana &eacute; pouco
conhecida porque a maioria se perdeu. As
escava&ccedil;&otilde;es de
Pomp&eacute;ia, contudo, revelam algumas de grande beleza,
realizadas
sob a forma de afrescos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mosaicos
&ndash; Os romanos
desenvolveram a arte de fabricar mosaicos, com que eram pavimentadas
suas resid&ecirc;ncias. Alguns s&atilde;o de uma beleza
admir&aacute;vel.</p>
<p style="text-align: justify;">A
literatura foi bastante rica. A
l&iacute;ngua latina muito ajudou os escritores romanos, pela sua
riqueza e flexibilidade. Muitas obras s&atilde;o de destaque. No
s&eacute;culo III, a.C., temos uma tradu&ccedil;&atilde;o
da
Odiss&eacute;ia para o latim, obra do escravo grego
L&iacute;vio
Andr&ocirc;nico. Plauto (254-184) a.C. escreveu 140
com&eacute;dias.
Ter&ecirc;ncio (190-159 a.C.) escreveu &ldquo;O verdugo de si
mesmo&rdquo; (Carrasco de Si Mesmo) e outras pe&ccedil;as. O
tempo mais
f&eacute;rtil para as artes romanas foi o de Augusto e de seu
ministro
Mecenas, protetor dos artistas. &Eacute; dessa &eacute;poca
Virg&iacute;lio (70-20 a.C.) autor das
&ldquo;Buc&oacute;licas&rdquo;,
&ldquo;Ge&oacute;rgicas&rdquo; e da
&ldquo;Eneida&rdquo;, onde,
&agrave; maneira de Homero, narra a volta de En&eacute;ias, da
Guerra
de Tr&oacute;ia. Ov&iacute;dio (43-7 a.C.),
contempor&acirc;neo de
Virg&iacute;lio, escreveu &ldquo;A arte de Amar&rdquo; e
&ldquo;Metamorfoses&rdquo;; Hor&aacute;cio (65-8 a.C.)
escreveu odes,
s&aacute;tiras e ep&iacute;stolas; Fedro, &agrave;
semelhan&ccedil;a do
grego Esopo, escreveu v&aacute;rias f&aacute;bulas.</p>
<p style="text-align: justify;">A
orat&oacute;ria teve v&aacute;rios
vultos, em geral, de pol&iacute;ticos. Entre os maiores:
Cat&atilde;o,
Cipi&atilde;o o Africano e os irm&atilde;os Graco. O maior de
todos foi
C&iacute;cero. No Senado combateu Catilina, com suas
Catilin&aacute;rias e Marco Ant&ocirc;nio, com suas
Fil&iacute;picas.
Deixou, tamb&eacute;m, escritos como &ldquo;Da
Velhice&rdquo; e
&ldquo;A Rep&uacute;blica&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Historiadores
Roma tece alguns grandes
nomes. Entre eles devem ser citados J&uacute;lio C&eacute;sar
(A Guerra
das G&aacute;lias ou Debello Gallico, em latim), Tito
L&iacute;vio
(Hist&oacute;ria de Roma, em 142 volumes), Caius Petronius
(historiador
dos costumes e da lendas e tradi&ccedil;&otilde;es romanas e
que acabou
se suicidando devido &agrave; depress&atilde;o que a
degrada&ccedil;&atilde;o moral e
corrup&ccedil;&atilde;o dos costumes
romanos lhe inflingiu) e Fulvio Suetonio (Os Doze C&eacute;sares).</p>
<p style="text-align: justify;">Na
filosofia destaca-se S&ecirc;neca
(4-65), mestre de Nero e sua v&iacute;tima (foi por ele obrigado a
cortar suas veias, segundo a hist&oacute;ria oficial. Na verdade,
S&ecirc;neca foi mesmo &eacute; trucidado pelas m&atilde;os
pr&oacute;prias de Nero e n&atilde;o por
indu&ccedil;&atilde;o ou ordem
sua. Deixou escritos &ldquo;Da Ira&rdquo; e
&ldquo;Ep&iacute;stolas a
Luc&iacute;lio&rdquo;.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Um
Povo Pr&aacute;tico</h4>
<p style="text-align: justify;">Se
pud&eacute;ssemos resumir numa
s&oacute; frase as diferen&ccedil;as de temperamento das
culturas grega
e romana, dir&iacute;amos que, enquanto os gregos eram idealistas e
te&oacute;ricos, os romanos eram pr&aacute;ticos acima de tudo.
Os
gregos preocupavam-se com seus problemas filos&oacute;ficos,
procurando
o sentido das coisas do universo que os cercava. Sua ci&ecirc;ncia
era
especulativa. Pesquisava-se pelo amor &agrave; pesquisa. Os
romanos,
por outro lado, procuravam tirar partido imediato de seus
conhecimentos, aplicando-os em coisas pr&aacute;ticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como
exemplo disso, podemos citar os
estudos de astronomia, em Roma, que resultaram na reforma do
calend&aacute;rio, realizada por ordem de J&uacute;lio
C&eacute;sar, no
ano 47 a.C. Ou na aplica&ccedil;&atilde;o da
matem&aacute;tica,
f&iacute;sica e geometria na constru&ccedil;&atilde;o de
magistrais
obras p&uacute;blicas (aquedutos, circos, pal&aacute;cios,
etc.). Ou,
ainda, no mapeamento das terras do Imp&eacute;rio, mandado executar
do
ano 49 ao 19 a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande
parte do progresso cultural
romano deve-se &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o dos
gregos, levados
de sua terra &agrave; sede do Imp&eacute;rio, muitas vezes como
escravos. Ali trabalhavam nos mais diversos misteres, muitas vezes de
maneira an&ocirc;nima, produzindo obras
&ldquo;romanas&rdquo;. Muitas
pe&ccedil;as de escultura romana foram produzidas por gregos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dioscorydes</h4>
<p style="text-align: justify;">
<span class="shutterset_singlepic609"><img
 style="float: right; width: 168px; height: 213px;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/609.jpg" alt="Dioscorydes"
 title="Dioscorydes"></span>PEDANYUS
DIOSCORYDES, um
bot&acirc;nico grego que se interessava
muito por plantas e acompanhava as legi&otilde;es romanas durante
as
campanhas militares, no tempo dos C&eacute;sares. Fazia, naqueles
tempos, o que se pode chamar hoje de &ldquo;testes
farmacol&oacute;gicos&rdquo; com drogas vegetais e, durante a
campanha
das G&aacute;leas (G&aacute;lea Cisalpina, que atualmente
constitui-se
parte do sudeste da Fran&ccedil;a, sul da &Aacute;ustria e
norte da
It&aacute;lia), no hist&oacute;rico DEBELLO GALLICO, campanha
militar
empreendida por J&uacute;lio C&eacute;sar com o objetivo de
debelar os
gauleses e livrar Roma do perigo dos cru&eacute;is ataques e saques
destes, descobriu uma enorme variedade de plantas e testou-as em seus
companheiros de tropa. Naquela mesma &eacute;poca, durante a
campanha
militar, ele identificou a droga &Oacute;PIO, separando a
fra&ccedil;&atilde;o do l&aacute;tex da
fra&ccedil;&atilde;o ativa,
isso no ano 77a.C., sendo por isso, considerado o
respons&aacute;vel
pela identifica&ccedil;&atilde;o dos primeiros dependentes de
&Oacute;pio que a humanidade tem not&iacute;cia.</p>
<p style="text-align: center;"><span class="shutterset_singlepic389"><br>
<span class="shutterset_singlepic610">
<img style="border: 0px solid ; width: 652px; height: 422px;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/610.jpg"
 alt="Pedanyus Dioscorides" title="Pedanyus Dioscorides"></span></span></p>
<h4 style="text-align: justify;">Alguns
Aspectos Resumidos da Vida
Romana</h4>
<ul style="text-align: justify;">
  <li><strong>Os
ETRUSCOS</strong> &ndash; Dos
primitivos habitantes da
pen&iacute;nsula italiana, os etruscos foram os que
alcan&ccedil;aram
mais desenvolvida civiliza&ccedil;&atilde;o.
Origin&aacute;rios da
&Aacute;sia Menor, estabeleceram-se na It&aacute;lia central,
ao lado
dos latinos, &Uacute;mbrios e Sabinos. Na regi&atilde;o da
atual
Toscana fundaram cidades, constru&iacute;ram pontes, abriram
caminhos,
secaram p&acirc;ntanos, canalizaram rios e melhoraram o
pa&iacute;s que
habitaram. Foram muito religiosos, tributando culto aos antepassados.</li>
  <li><strong>A
FAM&Iacute;LIA</strong>
&ndash; Nas origens de Roma, a
fam&iacute;lia estava estruturada rigidamente ao redor de um chefe
&ndash; o Pater familiae &ndash; obedecido pelos filhos
&ndash; filii
&ndash; mais do que o pr&oacute;prio rei. Os representantes de
cada
fam&iacute;lia compunham o Senado, que dividia a autoridade do
poder
com o rei.</li>
  <li><strong>A
SOCIEDADE</strong> &ndash; As
classes sociais da Roma
antiga eram: a dos patr&iacute;cios &ndash; donos das terras e
grupo
dominante &ndash; os estrangeiros e os escravos. Ao redor dos
patr&iacute;cios e sob sua prote&ccedil;&atilde;o, estavam
os clientes,
que eram homens livres e formavam, juntamente com seus protetores, o
populus romano.</li>
  <li><strong>LUTAS
SOCIAIS</strong> &ndash; Durante
a
Rep&uacute;blica, Roma foi palco de violentas lutas de
car&aacute;ter
social. Os patr&iacute;cios, donos das terras e de grande
n&uacute;mero
de escravos, gozavam de privil&eacute;gios que aumentavam cada vez
mais. Os plebeus, empobrecidos pelas guerras, degradavam-se
socialmente, a ponto de terem feito, talvez, a primeira greve da
Hist&oacute;ria, retirando-se de Roma e recusando-se a voltar, a
n&atilde;o ser em troca de reformas sociais. Apesar disso e dos
rios de
sangue que correram pelos anos seguintes, os plebeus v&atilde;o
conquistando, progressivamente, mais direitos (o Tributo da plebe; a
Lei das 12 T&aacute;buas; a elei&ccedil;&atilde;o de um dos
c&ocirc;nsules; o casamento com patr&iacute;cios e outras). Ao
fim,
legalmente, desapareceram as diferen&ccedil;as entre
patr&iacute;cios e
plebeus, passando a ser, ambos, simplesmente cidad&atilde;os
romanos.</li>
  <li><strong>AS
LEGI&Otilde;ES</strong>
&ndash; Al&eacute;m do seu
papel de defender Roma e expandir suas fronteiras, as
legi&otilde;es
realizavam outros not&aacute;veis servi&ccedil;os. Entre eles
estava a
drenagem de p&acirc;ntanos e a constru&ccedil;&atilde;o de
pontes e
estradas. Al&eacute;m disso, fundavam cidades. Algumas delas:
Mog&uacute;ncia, Bonn, Col&ocirc;nia, Basil&eacute;ia e
Lion.</li>
  <li><strong>AI
DOS VENCIDOS</strong> &ndash; Os
vencidos pelas
legi&otilde;es eram transformados em escravos e seus bens
repartidos
entre os soldados.</li>
  <li><strong>OS
GRACO</strong> &ndash; Os
irm&atilde;os Tib&eacute;rio
e Caio Graco foram grandes lutadores pela causa dos plebeus. Tentaram
fazer a reforma agr&aacute;ria em Roma, despertando o
&oacute;dio dos
patr&iacute;cios, que se haviam apoderado das terras do Estado.
Foram
assassinados, junto com centenas de seus seguidores.</li>
  <li><strong>O
CALEND&Aacute;RIO</strong>
&ndash; J&uacute;lio
C&eacute;sar realizou uma reforma no Calend&aacute;rio, no ano
47 a.C.
Para isso contou com a colabora&ccedil;&atilde;o de um
astr&ocirc;nomo
grego (Sos&iacute;genes), que criou o chamado dia bissexto
(bio-sexto-calendas). Morto C&eacute;sar, Marco Ant&ocirc;nio
para
honr&aacute;-lo, mudou o nome do s&eacute;timo m&ecirc;s
(&ldquo;Quintilis&rdquo;) para &ldquo;Julius&rdquo;.
Mais tarde, o
m&ecirc;s &ldquo;Sextilis&rdquo; foi mudado para
&ldquo;Augustus&rdquo;
em homenagem a Augusto.</li>
  <li><strong>GEOGRAFIA</strong>
&ndash; Al&eacute;m de mapear todas as
terras do Imp&eacute;rio entre os anos 44 e 19 a.C., os romanos
publicaram a monumental &ldquo;Geografia&rdquo;(em 16 volumes)
de
Estrabon, baseada nos textos de Hiparco e Erat&oacute;stenes. Por
ela
ficou conhecido todo o mundo antigo. Mais tarde (44 da Era
Crist&atilde;), Pomp&ocirc;nio Mela publicou o primeiro tratado
completo de geografia: &ldquo;De situ orbis&rdquo;.</li>
  <li><strong>ALQUIMIA</strong>
&ndash; Era praticada em Roma,
principalmente por escravos gregos ou outros estrangeiros. Os maiores
alquimistas foram Asclep&iacute;ades e Cl&aacute;udio Galeno.
Este foi
c&eacute;lebre anatomista.</li>
  <li><strong>J&Uacute;LIO
CESAR</strong> &ndash;
Extraordin&aacute;rio
tribuno, escritor e historiador, o jovem patr&iacute;cio
J&uacute;lio
C&eacute;sar teve fulminante carreira pol&iacute;tica e
militar.
Juntamente com Pompeu e Crasso formou o 1.&ordm; Triunvirato.
Conquistou as G&aacute;lias, cuja hist&oacute;ria registrou em
magn&iacute;fica linguagem. Rompido O Triunvirato, C&eacute;sar
venceu
seus rivais nas batalhas de Fars&aacute;lia (Gr&eacute;cia),
Tapso
(&Aacute;frica) e Munda (Espanha). Senhor &uacute;nico do
poder,
recebeu o t&iacute;tulo de &ldquo;Pontifex
M&aacute;ximus&rdquo;.
Reduzindo as atribui&ccedil;&otilde;es do Senado, empreendeu
uma
s&eacute;rie de reformas sociais, pol&iacute;ticas e
jur&iacute;dicas.
Distribuiu terras e fundou col&ocirc;nias, para l&aacute;
canalizando
os desocupados de Roma. Modificou o Calend&aacute;rio e construiu
bel&iacute;ssimos edif&iacute;cios. Sua obra inspirou a inveja
de
muitos, sendo assassinado por conspiradores no dia 15 de
mar&ccedil;o
do ano 44 a.C.</li>
  <li><strong>MARCO
ANT&Ocirc;NIO</strong>
&ndash; Os amigos de
C&eacute;sar apressaram-se em vingar sua morte. &Agrave; frente
deles
colocou-se Marco Ant&ocirc;nio, mais tarde associado a
L&eacute;pido e
a Ot&aacute;vio (2.&ordm; Triunvirato). Enviado para o Egito,
com
finalidades punitivas, Marco Ant&ocirc;nio apaixonou-se pela rainha
Cle&oacute;patra com quem se casou. Mais tarde, perseguido pelas
tropas
de Ot&aacute;vio, Marco Ant&ocirc;nio suicidou-se.
Cle&oacute;patra o
imitou.</li>
  <li><strong>JESUS
CRISTO</strong> &ndash; Numa das
prov&iacute;ncias
romanas (a Palestina), nasceu uma crian&ccedil;a durante o reinado
do
Imperador Augusto. Essa crian&ccedil;a veio a ser, nos anos
seguintes,
o pregador de uma nova e revolucion&aacute;ria doutrina, que iria
p&ocirc;r em choque todos os costumes da &eacute;poca. Pregando
o amor,
num mundo de &oacute;dio, e a adora&ccedil;&atilde;o a um
Deus
&uacute;nico e espiritual, sua doutrina chocou-se com o culto
pag&atilde;o dos romanos a seus Imperadores. Isso gerou
v&aacute;rias
persegui&ccedil;&otilde;es aos crist&atilde;os.
At&eacute; que, sob
Constantino, o Cristianismo foi reconhecido como doutrina oficial do
Estado romano.</li>
  <li><strong>AQUEDUTOS</strong>
&ndash; Constru&iacute;dos de pedra ou
de alvenaria, levavam &aacute;gua &agrave;s cidades. Somente
para Roma
os aquedutos &ldquo;Aqua Martia&rdquo;, &ldquo;Aqua
Appia&rdquo; e
&ldquo;Aqua Claudia&rdquo; conduziam, diariamente, mais de 2
milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos de &aacute;gua.
Al&eacute;m doa
aquedutos da capital, os romanos tamb&eacute;m os
constru&iacute;ram
nas prov&iacute;ncias. (Espanha, fran&ccedil;a, etc.).</li>
  <li><strong>CIRCOS</strong>
&ndash; Eram, talvez, a divers&atilde;o
predileta do povo. Neles reuniam-se multid&otilde;es que deliravam,
vendo lutas de gladiadores, corridas, ou crist&atilde;os
lan&ccedil;ados &agrave;s feras. O chamado Circo
M&aacute;ximo era um
teatro duplo, de forma circular. Exigiu o trabalho de v&aacute;rias
gera&ccedil;&otilde;es, ficando conclu&iacute;do ao tempo
de Tito.
Abrigava quase 90 mil pessoas. No dia de sua
inaugura&ccedil;&atilde;o
foram sacrificados mais de 5 mil animais, em luta com gladiadores.
Tinha 3 pisos e media 156 metros de di&acirc;metro. A arena tinha
86
por 54 metros.</li>
  <li style="text-align: justify;"><strong>TEMPLOS</strong>
&ndash; Os
romanos constru&iacute;ram templos muito semelhantes aos dos gregos.</li>
  <li><strong>PAL&Aacute;CIOS</strong>
&ndash; Foram
constru&ccedil;&otilde;es esmeradas, onde a grandiosidade da
arquitetura era exaltada pelo m&aacute;rmore dos pisos, por paredes
e
colunas, al&eacute;m da estatu&aacute;ria e dos baixos-relevos.</li>
  <li><strong>ARCOS</strong>
&ndash; Foram constru&iacute;dos para
comemorar feitos de alguns imperadores. Os mais famosos s&atilde;o
o de
Tito (exaltando seu triunfo sobre os judeus) e o Triplo de
S&eacute;timo Severo, em Roma.</li>
  <li><strong>COLUNAS</strong>
&ndash; Monumentos de grandes
dimens&otilde;es (a de Trajano tem 42 metros de altura),
s&atilde;o
decoradas com baixos-relevos da base ao cimo.</li>
  <li><strong>CI&Ecirc;NCIA
APLICADA</strong> &ndash; Como
j&aacute;
foi dito, os romanos foram um povo pr&aacute;tico, que procurava
aplicar os conhecimentos cient&iacute;ficos em proveito de sua
vida.
Assim Pl&iacute;nio, o Velho, publicou uma
&ldquo;Hist&oacute;ria
Natural&rdquo; que cont&eacute;m ensinamentos sobre agricultura
e
pecu&aacute;ria.</li>
  <li><strong>ARQUITETURA</strong>
&ndash; O romano foi um povo
construtor de grandes obras p&uacute;blicas. Entre elas destacam-se
imensos aquedutos, alguns com centenas de metros de comprimento e
dezenas de altura. Usavam muito o arco, inven&ccedil;&atilde;o
mesopot&acirc;mica, levada para a It&aacute;lia pelos etruscos.
Al&eacute;m disso, edificaram grandes circos, teatros ao ar livre,
onde
eram exibidas corridas de carros, lutas contra feras ou combate de
gladiadores. Muitos pal&aacute;cios tamb&eacute;m foram
edificados.
Usaram colunas, a exemplo dos gregos, especialmente de estilo
cor&iacute;ntio, com algumas modifica&ccedil;&otilde;es.
Tamb&eacute;m
empregaram ab&oacute;badas em algumas obras (como no
Pante&atilde;o de
Roma), sob influ&ecirc;ncia oriental.</li>
</ul>
<h4 style="text-align: justify;">A
queda de Roma &ndash; o final da
Idade Antiga</h4>
<p style="text-align: justify;">A
outrora majestosa, poderosa e
invenc&iacute;vel Roma cai, sob o dom&iacute;nio de Odoacro,
rei dos
H&eacute;rulos, que destrona o jovem R&ocirc;mulo
Aug&uacute;stulo e,
apesar de n&atilde;o aceitar o t&iacute;tulo de Rei de Roma,
coroa-se
Rei da It&aacute;lia e estabelece a sede seu reinado e Ravena.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
as grandes invas&otilde;es, termina
o Imp&eacute;rio Romano (476) e a chamada Hist&oacute;ria
Antiga
cl&aacute;ssica. Come&ccedil;a a Idade M&eacute;dia, que se
ir&aacute;
prolongar por 10 s&eacute;culos (at&eacute; 1453 com a queda do
Imp&eacute;rio Romano do Oriente, ou Constantinopla,
tamb&eacute;m
chamada de Biz&acirc;ncio). A uni&atilde;o de povos da mais
variada
origem (germanos, eslavos, Mong&oacute;is) com os antigos romanos
ir&aacute; dar origem ao europeu moderno. por outro lado, os povos
invasores, apesar de muita destrui&ccedil;&atilde;o causada em
monumentos e tesouros dos romanos, acabaram aceitando sua cultura. As
l&iacute;nguas europ&eacute;ias modernas refletem a
influ&ecirc;ncia do
latim. A religi&atilde;o crist&atilde; &eacute; a
predominante em toda
a Europa. O Direito Romano &eacute; a base da sua
legisla&ccedil;&atilde;o ainda hoje. As fronteiras dos
pa&iacute;ses
europeus, apesar da sua constante mudan&ccedil;a, ainda guardam
muita
rela&ccedil;&atilde;o com aquelas que se estabeleceram nos
antigos
reinos b&aacute;rbaros, edificados sob a ru&iacute;na do
outrora
invenc&iacute;vel Imp&eacute;rio Romano.</p>
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