__  __    __   __  _____      _            _          _____ _          _ _ 
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  <title>A Mesopot&acirc;mia</title>
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</b></font></center>
<br>
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A Mesopot&acirc;mia
</h2>
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</div>
<p style="text-align: justify;">Entre
o <strong>Mar Negro </strong>e
o <strong>Golfo
P&eacute;rsico </strong>correm
dois rios que
atualmente se unem perto da foz, formado o <strong>Chat-el-arab.</strong>
H&aacute; 600 anos, corriam paralelos e desembocavam separados,
banhando fasta regi&atilde;o. Os dois rios s&atilde;o o <strong>Tigre
</strong>e
o <strong>Eufrates.</strong>
A regi&atilde;o, <strong>Mesopot&acirc;mia.<span id="more-5902"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao
norte da Mesopot&acirc;mia ficava a
Ass&iacute;ria &ndash; terra montanhosa e pobre de recursos. Al
sul a
Cald&eacute;ia, de clima quente e &uacute;mido no
ver&atilde;o e frio,
no inverno. A Cald&eacute;ia era periodicamente inundada pelos rios
que
fertilizavam suas terras. As enchentes, por&eacute;m, eram menos
regulares que as do Nilo e, &agrave;s vezes, devastadoras.</p>
<p style="text-align: justify;">Quatro
mil anos antes de Cristo, na
baixa Cald&eacute;ia j&aacute; se encontrava uma
civiliza&ccedil;&atilde;o bastante avan&ccedil;ada: a dos <strong>Sum&eacute;rios</strong>.
Eram um povo de baixa estatura, de cabe&ccedil;a arredondada, olhos
rasgados e de origem ainda desconhecida. Fundaram v&aacute;rias
cidades
que tinha vida independente e, &agrave;s vezes, guerreavam-se.
Entre as
principais estavam: <strong>Ur</strong>
(onde nasceu o <strong>Patriarca
Abra&atilde;o</strong>), <strong>Nippur
</strong>e <strong>Lagash.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os
<strong>Sum&eacute;rios </strong>eram
governados pelos <strong>Patesis</strong>
e dedicavam-se &agrave;
lavoura e ao com&eacute;rcio. Foram os primeiros a aproveitar as
&aacute;guas dos rios para irriga&ccedil;&atilde;o.
Al&eacute;m disso
empregavam barras de metais preciosos, com peso determinado, como
moeda, em suas transa&ccedil;&otilde;es. Eram
polite&iacute;stas. Seus
principais deuses eram <strong>Shamash
</strong>(Deus do Sol), <strong>Enlil</strong>
(Deus da Chuva), e tinha apar&ecirc;ncia humana (antropomorfismo).
Seus
templos, chamados de <strong>Zigurats</strong>,
constru&iacute;dos em
tijolos de barro cozido, foram importantes
edifica&ccedil;&otilde;es em
suas cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Criaram
uma escrita especial, <strong>cuneiforme</strong>,
que &agrave; falta de papiro, produziam com um estilete sobre
tijolinhos de barro ainda mole. Em tais tijolos, era escrita sua
literatura, sua correspond&ecirc;ncia e, especialmente, sua
contabilidade, na qual eram feitos os controles sobre as colheitas e
sobre os impostos devidos ao Patesi.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
norte dos Sum&eacute;rios
estabeleceram-se os <strong>Ac&aacute;dios</strong>,
povo semita que
deixou os desertos da S&iacute;ria em busca dos f&eacute;rteis
solos da
Mesopot&acirc;mia. Entre as cidades fundadas pelos
Ac&aacute;dios
estavam <strong>Ac&aacute;dia,
Sipar </strong>e <strong>Babil&ocirc;nia</strong>.
A proximidade de Sum&eacute;rios e Ac&aacute;dios deu origem a
v&aacute;rias guerras. Entretanto, terminaram por unir-se em um
s&oacute; povo, especialmente ap&oacute;s os
esfor&ccedil;os de <strong>Sarg&atilde;o
I</strong>, em 2.550 a. C.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
novas invas&otilde;es
semitas surge o <strong>Primeiro
Imp&eacute;rio Babil&ocirc;nico</strong>
ou <strong>Caldeu</strong>.
Embora desaparecidos como povo, os
Sum&eacute;rios deixaram profunda influ&ecirc;ncia nos caldeus.
Estes
aproveitando-se dessa experi&ecirc;ncia herdada, passaram a
realizar
enormes obras de irriga&ccedil;&atilde;o, secagem de
p&acirc;ntanos e
desenvolvimento da agricultura. Com isso, aumentaram a riqueza do
pa&iacute;s, que se tornou o mais importante da &eacute;poca. <strong>Hamurabi
</strong>foi o soberano de maior
destaque do <strong>Primeiro
Imp&eacute;rio</strong> e
ap&oacute;s a sua morte, a Babil&ocirc;nia
sofre invas&otilde;es, especialmente dos <strong>hititas
</strong>e <strong>cassitas</strong>.
Os <strong>ass&iacute;rios</strong>,
de origem semita, eram rudes e
cru&eacute;is; at&eacute; ent&atilde;o submissos aos
caldeus,
preparam-se para a desforra. Organizam um ex&eacute;rcito
extraordinariamente bem treinado e disciplinado e passam &agrave;
conquista de toda a Mesopot&acirc;mia. Come&ccedil;a o <strong>Imp&eacute;rio
Ass&iacute;rio</strong>.
Empregam, pela primeira vez na
hist&oacute;ria, o cavalo, como arma de guerra. Assim dominam seus
inimigos pela extraordin&aacute;ria mobilidade de suas tropas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
os saques e os tributos que exigiam
dos povos dominados, os ass&iacute;rios transformaram suas cidades <strong>Assur</strong>
e <strong>N&iacute;nive</strong>,
antes pobres, em centros de luxo e
prazer. Os escravos trabalharam no seu embelezamento e
fortifica&ccedil;&atilde;o, construindo extensas e altas
muralhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
mais famosos reis ass&iacute;rios
foram os da dinastia dos <strong>Sarg&ocirc;nidas</strong>.
Entre eles
destaca-se <strong>Assurbanipal,</strong>
que fez v&aacute;rias conquistas e embelezou N&iacute;nive. A
Ass&iacute;ria, ent&atilde;o, era o maior imp&eacute;rio da
&Aacute;sia
Menor.</p>
<p style="text-align: justify;">O
dom&iacute;nio ass&iacute;rio
fazia-se a ferro e fogo. N&atilde;o satisfeitos em derrotar o
inimigo,
os prisioneiros eram decapitados e, quando escapavam &agrave;
morte,
tinham os olhos vazados, os narizes e orelhas cortados e as unhas
arrancadas. Al&eacute;m disso, as planta&ccedil;&otilde;es
eram
arrasadas, as cidades saqueadas e incendiadas, e as mulheres e as
meninas eram violentadas, e crian&ccedil;as eram mortas em rituais
de
holocausto aos deuses ass&iacute;rios. Esse regime de terror foi
mantido pelos ass&iacute;rios sobre seus inimigos durante 600 anos.
O
&oacute;dio comum aos ass&iacute;rios, por&eacute;m, uniu
os povos
dominados. Em 612 a.C., babil&ocirc;nios e <strong>Medas</strong>
(os <strong><em>m&eacute;dicos</em></strong>,
nativos do <strong>Reino da
M&eacute;dia</strong>) conseguem
vencer os
ass&iacute;rios e destruir N&iacute;nive, sua capital.
Come&ccedil;a o <strong>Segundo
Imp&eacute;rio Babil&ocirc;nico</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O
vencedor dos ass&iacute;rios foi <strong>Nabupolasar</strong>.
Seu filho <strong>Nabucodonosor</strong>,
por&eacute;m, passou
&agrave; hist&oacute;ria como o mais not&aacute;vel monarca
do Segundo
Imp&eacute;rio Caldeu. Militarmente ampliou seus
dom&iacute;nios
at&eacute; o Mediterr&acirc;neo. Tomou <strong>Tiro</strong>,
na <strong>Fen&iacute;cia</strong>,
conquistou o reino de <strong>Jud&aacute;</strong>,
dos <strong>Hebreus</strong>,
incendiando o <strong>Templo de
Jerusal&eacute;m</strong>,
edificado
pelo grande rei<strong>
Salom&atilde;o.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embelezou
Babil&ocirc;nia, construindo
magn&iacute;ficos templos, pal&aacute;cios, aquedutos, parques
e os
famosos <strong>jardins suspensos</strong>,
considerados uma das sete
maravilhas do mundo antigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
a morte de Nabucodonosor a
Babil&ocirc;nia entra em decad&ecirc;ncia. O excesso de
riquezas levou
a corte &agrave; vida dissoluta, cultivando os v&iacute;cios e
os
prazeres.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
538 a.C. a Babil&ocirc;nia cai em
poder do rei dos persas, <strong>Ciro</strong>,
que a transforma em
uma de suas prov&iacute;ncias. Era rei, <strong>Baltazar</strong>
que,
debilitado pela vida de prazeres, pouco pode fazer para deter os
invasores. Os persas foram recebidos com aplausos pelos
pr&oacute;prios
babil&ocirc;nios, cansados das orgias palacianas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hamurabi</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hamurabi
</strong>foi o
soberano de maior destaque no Primeiro Imp&eacute;rio
Babil&ocirc;nico.
Fez guerra de conquista, abriu gigantesco canal, paralelo ao Rio
Eufrates e reuniu, em c&oacute;digo de leis, toda a
legisla&ccedil;&atilde;o at&eacute; ent&atilde;o
existente em seus
dom&iacute;nios. Foi o chamado <strong>C&oacute;digo
de Hamurabi.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O
C&oacute;digo de Hamurabi</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O
mais not&aacute;vel documento
liter&aacute;rio e jur&iacute;dico deixado pelos
Mesopot&acirc;micos
foi o <strong>C&oacute;digo
de Hamurabi</strong>. Herdando um
imp&eacute;rio com popula&ccedil;&otilde;es bastante
heterog&ecirc;neas, com variedades de costumes e
tradi&ccedil;&otilde;es, o monarca caldeu sentiu a necessidade
de
recolher e codificar as leis j&aacute; existentes, mas esparsas e
desordenadas. Procurava tornar mais f&aacute;cil e racional a
aplica&ccedil;&atilde;o da justi&ccedil;a em seus vastos
dom&iacute;nios.</p>
<p style="text-align: justify;">O
c&oacute;digo consegue, ao lado de
outras medidas de car&aacute;ter administrativo, manter a unidade
do
primeiro imp&eacute;rio universal. Hamurabi consente na
sobreviv&ecirc;ncia da religi&atilde;o dos antigos
Sum&eacute;rios e
dos acadianos, embora, nos templos, acima de todos os deuses, esteja o
da Babil&ocirc;nia &ndash; <strong>Marduk</strong>.
A l&iacute;ngua
oficial &eacute; a Ac&aacute;dia, mas, nas cerim&ocirc;nias
religiosas,
usa-se a sum&eacute;ria.</p>
<p style="text-align: justify;">O
c&oacute;digo consagra a unidade da
fam&iacute;lia, &agrave; qual se d&atilde;o as
necess&aacute;rias
garantias para a sobreviv&ecirc;ncia. Estabelece r&iacute;gida
moral
baseada na <strong>&ldquo;Lei
do Tali&atilde;o&rdquo;</strong>
que
apregoa o seguinte: <strong><em>&ldquo;olho
por olho, dente por
dente&rdquo;</em></strong>
(ressuscitada pelos &aacute;rabes na <strong>Suna</strong>).
Esse princ&iacute;pio visa responsabilizar os cidad&atilde;os
em seus
atos com os semelhantes, evitando o dom&iacute;nio da
injusti&ccedil;a.
Entretanto, como a sociedade babil&ocirc;nica se baseava na
exist&ecirc;ncia de classes, n&atilde;o havia o
princ&iacute;pio de que
todos s&atilde;o iguais perante a lei. A igualdade existia, sim,
mas
entre os da mesma classe social. Assim, &ldquo;se um
patr&iacute;cio
tirar o olho de outro patr&iacute;cio, ser-lhe-&aacute; tirado
um olho
tamb&eacute;m; se um plebeu quebrar um osso de outro plebeu,
ser-lhe-&aacute; quebrado um osso tamb&eacute;m&rdquo;.
Entretanto, se
um patr&iacute;cio causasse um mal a um plebeu, bastaria
indeniz&aacute;-lo em dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O
c&oacute;digo era muito claro sobre o
com&eacute;rcio, base da economia local. Fixava pre&ccedil;os
m&aacute;ximos de mercadorias e estabelecia o <strong><em>sal&aacute;rio
m&aacute;ximo</em></strong>
(n&atilde;o o m&iacute;nimo). Estabelecia
taxas de lucros, o m&aacute;ximo variando ao redor de 30%. A falta
de
pagamento de d&iacute;vidas era punida com a
escraviza&ccedil;&atilde;o
da fam&iacute;lia, at&eacute; que o devedor saldasse o
compromisso.</p>
<p style="text-align: justify;">Praticamente
todas as profiss&otilde;es
existentes eram mencionadas no c&oacute;digo, e sua atividade
regulamentada. O c&oacute;digo criou tamb&eacute;m os primeiros
tribunais de apela&ccedil;&atilde;o onde o Rei, fazendo o papel
de
jurisconsulto, tinha de resolver as pelejas e pend&ecirc;ncias que
surgiam at&eacute; entre os <strong>pacientes</strong>
e os <strong>Sacerdotes-Botic&aacute;rios,</strong>
al&eacute;m dos problemas das outras profiss&otilde;es<strong>.
</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<span class="shutterset_singlepic594"><img
 style="border: 0px solid ; width: 658px; height: 418px;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/594.jpg" alt=""></span></p>
<p style="text-align: justify;">Isso
permitiu a
padroniza&ccedil;&atilde;o da justi&ccedil;a em toda a
extens&atilde;o
do imp&eacute;rio do grande monarca babil&ocirc;nico. Por outro
lado,
alguns princ&iacute;pios de sua legisla&ccedil;&atilde;o
iriam, mais
tarde, influenciar o direito de outros povos, como os hebreus,
atrav&eacute;s dos quais, chegariam at&eacute; n&oacute;s.</p>
<p style="text-align: justify;">As
leis de Hamurabi foram escritas e
reproduzidas numerosas vezes, para atender &agrave;
preocupa&ccedil;&atilde;o de fazer Justi&ccedil;a em toda
parte. Uma
das c&oacute;pias do C&oacute;digo de Hamurabi, gravada em um
bloco de
diorita azul, foi encontrado nas escava&ccedil;&otilde;es de <strong>Susa</strong>,
em 1902. Encimando o texto aparece o rei, sentado em seu trono, ao lado
de um s&uacute;dito. Hamurabi fez o seu c&oacute;digo em 2.050
a.C.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os
Inventores do
Hor&oacute;scopo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os
deuses Mesopot&acirc;micos eram
numerosos. Todos eram imortais e, mesmo quando puniam os homens,
faziam-no com grande generosidade. A <strong>Trindade
Suprema</strong>
era formada por <strong><em>An&uacute;</em></strong>,
rei e pai dos
deuses, que vivia no c&eacute;u; <strong><em>Enlil</em></strong>,
senhor da atmosfera e da Terra; <strong><em>&Eacute;a</em></strong>,
pai da civiliza&ccedil;&atilde;o, senhor da sabedoria e patrono
das
artes. Outros deuses: <strong><em>Sin</em></strong>,
Deus-Lua, media o
tempo e providenciava para que os rei &iacute;mpios terminassem
seus
dias com l&aacute;grimas; <strong><em>Samasse</em></strong>,
Deus-Sol,
supremo juiz, perseguidor da iniquidade, inspirador das leis
s&aacute;bias e justas; <strong><em>Ishtar</em></strong>,
planeta
V&ecirc;nus, deusa da noite, da guerra e do prazer. Outros deuses,
representando as for&ccedil;as da natureza, povoavam as cortes
celestiais. Al&eacute;m disso, cada cidade tinha seu deus. O mais
not&aacute;vel de todos foi <strong><em>Marduk</em></strong>,
deus da
Babil&ocirc;nia. Durante a supremacia babil&ocirc;nica, todos
os deuses
locais estiveram subordinados a Marduk.</p>
<p style="text-align: justify;">O
maior deus ass&iacute;rio foi <strong><em>Assur</em></strong>,
o criador da humanidade, rei dos deuses, guerreiro supremo que busca
submeter a seu jugo todos os homens.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
<strong>Sacerdotes</strong>,
classe
privilegiada, eram representantes terrenos dos deuses. Al&eacute;m
do
prest&iacute;gio que isso lhes dava, procuraram
aument&aacute;-lo ainda
mais atrav&eacute;s da inven&ccedil;&atilde;o e do
desenvolvimento da <strong>astrologia</strong>,
misto de ci&ecirc;ncia e supersti&ccedil;&atilde;o, que
pretendia
explicar as a&ccedil;&otilde;es humanas atrav&eacute;s da
influ&ecirc;ncia dos astros.</p>
<p style="text-align: justify;">Gra&ccedil;as
a seus conhecimentos dos
mist&eacute;rios dos astros, podiam prever o futuro, purificar
enfermos
e pecadores, curar v&aacute;rias doen&ccedil;as mediante
opera&ccedil;&otilde;es m&aacute;gicas, realizar
sacrif&iacute;cios e
interceder pelos semelhantes. &Agrave;s vezes, usavam entranhas de
animais para adivinhar, ou uma gota de &oacute;leo colocada sobre a
&aacute;gua. Entretanto era observando os astros que mais efeito
conseguiam. Foram os babil&ocirc;nicos que descobriram as
constela&ccedil;&otilde;es do zod&iacute;aco, do qual
deriva o moderno
calend&aacute;rio. Os hor&oacute;scopos modernos
s&atilde;o,
tamb&eacute;m, de inspira&ccedil;&atilde;o caldaica.</p>
<p style="text-align: justify;">Na
cald&eacute;ia surgiu o maior de
todos os alquimistas da antig&uuml;idade. <strong>Zoroastro</strong>,
(ou <strong>Zaratustra</strong>)
foi um dos reis da Babil&ocirc;nia
antiga e com ele a alquimia ganhou sistematiza&ccedil;&atilde;o
e ainda
a id&eacute;ia da transmuta&ccedil;&atilde;o de outros
elementos em
ouro surgiu com ele e foi difundida pelos <strong>M&eacute;dicos</strong>
(ou <strong>Medas</strong>),
estes levando os conhecimentos herdados
das escolas alqu&iacute;micas da Babil&ocirc;nia,
ap&oacute;s a
destrui&ccedil;&atilde;o da Ass&iacute;ria, para seu
territ&oacute;rio
e ensinando-os ao povo <strong>Persa</strong>
quando da fus&atilde;o
entre eles dando origem &agrave; grande na&ccedil;&atilde;o
Persa que
veremos mais adiante. <strong>Zoroastro
</strong>foi imortalizado na
m&uacute;sica cl&aacute;ssica por <strong>Richard
Strauss</strong> na
&oacute;pera <strong><em>Also
Sprach Zaratustra</em></strong>
(Assim
Falou Zaratustra).</p>
<p style="text-align: justify;">Basicamente,
as formas de tratamento
dos Sum&eacute;rios eram um misto entre <strong>religi&atilde;o</strong>
e <strong>fitoterapia</strong>,
onde o sacerdote era o terapeuta que
invocava os deuses <strong>Anu,
Enlil, &Eacute;a, Sin,</strong> <strong>Ishtar
e Marduk. </strong>Os
Sum&eacute;rios tamb&eacute;m criaram,
al&eacute;m da astrologia,</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta
mesma &eacute;poca, um grupo de
dissidentes do culto polite&iacute;sta dos Mesopot&acirc;micos
liderados por <strong>ABRA&Atilde;O,
</strong>que nasceu em <strong>Ur</strong>,
na <strong>Cald&eacute;ia</strong>,
institu&iacute;ram o culto
monote&iacute;smo &agrave; <strong>IEVE</strong>
(ou <strong>IAV&Eacute;</strong>
ou <strong>JEOV&Aacute;</strong>),
e emigram para a Palestina onde
fundam os reinos de Israel e de Jud&aacute;. Estes foram os
precursores
do Cristianismo, denominados <strong>HEBREUS</strong>
ou <strong>JUDEUS</strong>,
e a religi&atilde;o que eles fundaram denominou-se <strong>JUDA&Iacute;SMO.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A
Primeira Escrita</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nos
grandes templos, onde residiam as
maiores autoridades da Cidade-Estado, eram armazenados os produtos
provenientes do campo. Isso permitia aos administradores o perfeito
controle do uso do solo, de modo que todos pudessem dele usufruir. Os
artes&atilde;os, os comerciantes, os funcion&aacute;rios, na
verdade
n&atilde;o lavravam a terra, mas tinham direito, mesmo assim,
&agrave;
sua &ldquo;por&ccedil;&atilde;o de
gr&atilde;o&rdquo;. O templo era,
pois, o centro econ&ocirc;mico de toda a cidade. Para ele os
artes&atilde;os levavam seu produto, que seria trocado por
v&iacute;veres e mat&eacute;rias-primas; nele se encontravam
com
comerciantes provenientes de regi&otilde;es long&iacute;nquas.
A
necessidade de registrar o montante que atingiam as
transa&ccedil;&otilde;es, ou o produto com o qual se negociava,
levou
&agrave; cria&ccedil;&atilde;o de sinais convencionais, com
os quais
fosse poss&iacute;vel ter-se uma verdadeira e adequada
contabilidade.
Esses sinais, que eram escritos sobre tapuias de argila, s&atilde;o
a
base da mais importante inven&ccedil;&atilde;o humana: a
escrita. No
Egito a escrita era constitu&iacute;da de sinais, que representavam
objetos reconhec&iacute;veis. Esses sinais chamam-se <strong>hier&oacute;glifos</strong>.
Na Mesopot&acirc;mia, a necessidade de usar tijolinhos de argila
fez
com que fossem abandonados os sinais hierogl&iacute;ficos
primitivos e
se desenvolvessem outros, mais f&aacute;ceis de serem escritos, com
o
aux&iacute;lio de um estilete. Esses sinais s&atilde;o chamados
<strong>cuneiformes</strong>
por se assemelharem a pequenas cunhas. O alfabeto foi inventado
h&aacute; cerca de 3.500 anos, pelos povos sem&iacute;ticos,
que
simplificaram os hier&oacute;glifos eg&iacute;pcios. Foi
aperfei&ccedil;oado, ainda, pelos fen&iacute;cios, que o
espalharam
pelos pa&iacute;ses mediterr&acirc;neos.</p>
<p style="text-align: justify;">A
humanidade deve a
decifra&ccedil;&atilde;o da escrita cuneiforme ao
franc&ecirc;s E.
Bournonf, ao alem&atilde;o Grotefend (que descobriram o alfabeto de
uma
escrita persa &ndash; Zend &ndash; que empregava cuneiformes) e
ao
ingl&ecirc;s Rawlinson, que encontrou, em 1851, uma
inscri&ccedil;&atilde;o redigida nas l&iacute;nguas
ass&iacute;ria,
babil&ocirc;nica e Zend. Usando processo semelhante ao de
Champollion,
conseguiram o resultado almejado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As
Ci&ecirc;ncias:
Matem&aacute;tica e Astronomia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A
Mesopot&acirc;mia foi o ber&ccedil;o
de v&aacute;rias das ci&ecirc;ncias at&eacute; hoje
desenvolvidas pela
humanidade. Aquele povo praticamente partiu do zero, nada tendo para
basear-se a n&atilde;o ser seu esp&iacute;rito de
observa&ccedil;&atilde;o e sua perspic&aacute;cia.
&Eacute;
admir&aacute;vel o progresso que realizou.</p>
<p style="text-align: justify;">Das
ci&ecirc;ncias desenvolvidas na
Mesopot&acirc;mia merecem destaque: a matem&aacute;tica, a
geometria e
a astronomia.</p>
<p style="text-align: justify;">Necessitando
medir e dividir
corretamente as propriedades agr&iacute;colas, espalhadas entre o
Tigre, o Eufrates e os canais de irriga&ccedil;&atilde;o, cedo
tiveram
curiosidade de encontrar f&oacute;rmulas que lhes facilitassem o
trabalho. Os sacerdotes e os escribas, dada a sua
condi&ccedil;&atilde;o especial, eram bem dotados nessa
ci&ecirc;ncia.
Conseguiram determinar o valor de <span style="font-family: Symbol;">p</span>
(pi), ficando-o em 3 (embora com certa margem de erro); compuseram
tabelas onde se encontravam resultados de c&aacute;lculos, evitando
fazer repetidas opera&ccedil;&otilde;es; iniciaram o estudo das
progress&otilde;es aritm&eacute;ticas e geom&eacute;tricas;
calcularam
o valor da hipotenusa e souberam decompor superf&iacute;cies
complexas
em simples.</p>
<p style="text-align: justify;">Gra&ccedil;as
&agrave;
matem&aacute;tica puderam construir uma admir&aacute;vel rede
de canais
de irriga&ccedil;&atilde;o, t&atilde;o perfeita que ainda
hoje se
procura reconstru&iacute;-la em seu aspecto original, para ajudar a
expans&atilde;o da lavoura do atual Iraque.</p>
<p style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m
a astronomia foi um campo
onde fizeram um grande progresso. Dividiram o dia em doze horas duplas,
e o ano em doze meses lunares, aos quais, periodicamente, acrescentavam
mais um para acertar com o ciclo solar. Descobriram as 12
constela&ccedil;&otilde;es zodiacais. Inventaram o
rel&oacute;gio solar
e uma ampulheta para medir o tempo. Estabeleceram um engenhoso sistema
de pesos e medidas, usando estatuetas de animais como
refer&ecirc;ncia.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixaram,
tamb&eacute;m, precioso
documento onde calcularam os eclipses lunares com precis&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">No
tratamento de doen&ccedil;as fizeram
algum progresso tendo, inclusive, legislado sobre cirurgia (Hamurabi).
Todo o tratamento dispensado era feito em nome dos deuses.</p>
<p style="text-align: center;">
<span class="shutterset_singlepic595"><img
 style="border: 0px solid ; width: 608px; height: 428px;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/595.jpg" alt=""></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os
Metais e as Armas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O
uso do metal teve decisiva
influ&ecirc;ncia sobre a constru&ccedil;&atilde;o das
armas: os
primitivos punhais de l&acirc;minas de pedra foram
substitu&iacute;dos
por armas muito mais elaboradas e complexas. Com a
introdu&ccedil;&atilde;o do bronze, aumenta sua quantidade e
qualidade.
A facilidade com que o bronze pode ser fundido, permite fabricar adagas
triangulares muito mais robustas do que as primitivas. Dessas adagas,
que possu&iacute;am uma nervura central, derivou a espada.
Entretanto,
o maior progresso obtido na constru&ccedil;&atilde;o de armas
surgiu,
quando o homem come&ccedil;ou a fundir o ferro. Os
ass&iacute;rios
foram os primeiros Mesopot&acirc;micos a utilizarem o ferro em suas
armas na conquista da Babil&ocirc;nia.</p>
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img
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<p style="text-align: justify;"></p>
<div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br>
</div>
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<br>
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