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  <title>As Cruzadas</title>
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</b></font></center>
<br>
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As Cruzadas
</h2>
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 href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/?author=1"
 title="Posts de heinz" rel="author"><br>
</a>
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</div>
<p style="text-align: justify;">Durante
os s&eacute;culos VII, VIII e IX os &aacute;rabes eram donos da
Terra Santa, ou seja,
a Palestina, onde ficam os lugares onde nasceu, viveu e morreu Jesus
Cristo. Os &aacute;rabes, apesar de islamitas n&atilde;o
criavam embara&ccedil;os &agrave;s visitas
dos crist&atilde;os a seus lugares santos. Anualmente, milhares de
crist&atilde;os
europeus seguiam em peregrina&ccedil;&atilde;o para a Palestina
e de l&aacute; voltavam sem
serem molestados.</p>
<p style="text-align: justify;">A
partir de 1078 os turcos seldj&uacute;cidas,
convertidos ao islamismo, tornam-se donos da Terra Santa. Ao
contr&aacute;rio
dos &aacute;rabes, eram intolerantes e fan&aacute;ticos e
passam a maltratar os
peregrinos crist&atilde;os. Tal fato &eacute; narrado na Europa
por v&aacute;rios
sobreviventes que voltavam da Palestina, em especial por um frade,
Pedro, o Eremita. Ele passa a percorrer a Europa, pregando a
necessidade de libertar os lugares santos, dos turcos intolerantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6024"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O
pr&oacute;prio Papa Urbano II, ap&oacute;s o
conc&iacute;lio de Clermont, exorta os nobres e o povo
crist&atilde;o para formarem
poderoso ex&eacute;rcito de liberta&ccedil;&atilde;o da
Terra Santa. Tal obra exigia tempo e
prepara&ccedil;&atilde;o. Os mais impacientes n&atilde;o
quiseram esperar e lan&ccedil;aram-se,
juntamente com Pedro, o Eremita, em uma vanguarda totalmente
desorganizada. Seu fim foi tr&aacute;gico, tendo todos perecido em
combate e
doen&ccedil;as.</p>
<p style="text-align: justify;">A
Primeira Cruzada saiu da Europa em
1096. Era formada por 1 milh&atilde;o de pessoas, 400 mil das quais
combatentes. Partindo da Fran&ccedil;a, atravessou a Europa
Oriental chegando
a Constantinopla. A seguir sitiou a poderosa cidade de
Anti&oacute;quia, que
caiu, ap&oacute;s um cerco de 8 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
dif&iacute;cil vit&oacute;ria contra os turcos,
esgotados, famintos e sedentos, reduzidos a pouco mais de 40 mil
soldados, os crist&atilde;os avistam Jerusal&eacute;m. Caem de
joelhos. Muitos choram
de contentamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas
a tomada de Jerusal&eacute;m foi dura. Sem
&aacute;gua, sem v&iacute;veres e reduzidos em
n&uacute;mero, os crist&atilde;os combatem rua a
rua, casa a casa. O sangue chega a atingir o tornozelo dos lutadores,
tal a carnificina. Morrem 10 mil soldados crist&atilde;os, mas a
cidade &eacute;
conquistada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
cruzados resolvem estabelecer um
reino em Jerusal&eacute;m. &Eacute; escolhido para
chefi&aacute;-lo Godofredo de Bulh&atilde;o, que
recusa o t&iacute;tulo de rei, mas aceita o de duque, defensor da
Terra Santa.
A cidade foi tomada pelos crist&atilde;os numa 6.&ordf;<strong>
</strong>feira, exatamente
&agrave; hora da morte de Cristo (15-7-1099).</p>
<p style="text-align: justify;">Os
turcos, por&eacute;m, n&atilde;o saem das
vizinhan&ccedil;as, buscando uma oportunidade para retomar a
cidade. &Eacute; o que
ocorre anos ap&oacute;s (1187). Nessa campanha brilha o famoso
sult&atilde;o Saladino.</p>
<p style="text-align: justify;">Expulsos
da Terra Santa, os crist&atilde;os
tentam organizar novas Cruzadas. Merece men&ccedil;&atilde;o a
terceira, chefiada
pelos reis Lu&iacute;s e Filipe da Fran&ccedil;a, Ricardo
Cora&ccedil;&atilde;o-de-Le&atilde;o, da
Inglaterra e Frederico Barba-Roxa, Imperador da Alemanha. Este
&uacute;ltimo
morre afogado num rio da &Aacute;sia Menor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
dois outros chefes sitiam a
fortaleza de S&atilde;o Jo&atilde;o D&rsquo;Acre. Tanto
tempo durou esse s&iacute;tio que chegou a
estabelecer-se uma tr&eacute;gua amistosa entre Saladino e seus
rivais que
trataram diplomaticamente do problema militar, sem a crueldade das
batalhas anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">A
Quarta Cruzada, embora com os mesmos
objetivos das anteriores, desviou sua rota e tomou Constantinopla. Os
venezianos que dela participaram tinham em vista o importante local
para garantir uma rota comercial. No futuro, ela lhes seria muito
&uacute;til.</p>
<p style="text-align: justify;">A
S&eacute;tima Cruzada foi chefiada pelo
piedoso rei Lu&iacute;s IX, da Fran&ccedil;a (S&atilde;o
Lu&iacute;s). Seu destino foi o Egito,
onde o rei franc&ecirc;s caiu prisioneiro. Libertado,
atrav&eacute;s de elevado
resgate, Lu&iacute;s IX partiu para a Palestina, onde ficou famoso
pela sua
piedade. Mais tarde, chefia a oitava e &uacute;ltima Cruzada contra
Tunis,
onde morre de peste.</p>
<p style="text-align: justify;">O
principal objetivo declarado das
Cruzadas n&atilde;o foi alcan&ccedil;ado (a
liberta&ccedil;&atilde;o da Palestina). Os turcos foram
os vencedores dos crist&atilde;os e de l&aacute; s&oacute;
sa&iacute;ram por outras raz&otilde;es.
Entretanto, as Cruzadas deixaram conseq&uuml;&ecirc;ncias
not&aacute;veis no campo
cient&iacute;fico, cultural, pol&iacute;tico,
econ&ocirc;mico e social. Gra&ccedil;as a elas os
povos do Oriente transmitiram aos crist&atilde;os do Ocidente
muitos
ensinamentos. Possibilitaram-lhes dar um gigantesco passo &agrave;
frente, nos
s&eacute;culos seguintes, em dire&ccedil;&atilde;o
&agrave; Idade Moderna.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A
Cruz Contra o Crescente</h4>
<p style="text-align: justify;">Durante
os s&eacute;culos XI, XII e XIII
ocorreram na Europa e no Oriente Pr&oacute;ximo v&aacute;rias
lutas entre crist&atilde;os e
mu&ccedil;ulmanos. Essas lutas, travadas por
expedi&ccedil;&otilde;es de crist&atilde;os contra
for&ccedil;as islamitas, tanto no Oriente Pr&oacute;ximo como
na &Aacute;frica, receberam o
nome de Cruzadas.</p>
<p style="text-align: justify;">As
causas das Cruzadas foram v&aacute;rias.
Apesar de; em primeiro plano, estar o pretexto da
liberta&ccedil;&atilde;o dos
lugares sagrados, na Terra Santa, outros fatores concorreram para levar
milhares de europeus ao distante Oriente, a maioria dos quais para uma
viagem sem volta. Entre as causas das Cruzadas podemos citar:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol;">&middot;</span>
<strong>o fervor religioso
reinante na &eacute;poca</strong>
&ndash; agu&ccedil;ado pela prega&ccedil;&atilde;o de
monges como Pedro, o Eremita. Ele narrava, a
multid&otilde;es revoltadas, os maus tratos sofridos pelos
peregrinos crist&atilde;os
&agrave; Palestina, dominada pelos turcos seldj&uacute;cidas;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol;">&middot;</span>
<strong>a hostilidade existente
entre as comunidades crist&atilde;s e islamitas</strong>
&ndash; ambas preocupadas em fazer pros&eacute;litos e expandir
o n&uacute;mero de fi&eacute;is,
universalizando-se. O choque entre eles dificilmente poderia ser
evitado;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol;">&middot;</span>
<strong>o desejo e interesse dos
papas de estender sua influ&ecirc;ncia na &aacute;rea do
Imp&eacute;rio do Oriente</strong>
&ndash; onde vicejava outra forma de catolicismo n&atilde;o
romano;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol;">&middot;</span>
<strong>o esp&iacute;rito
aventureiro</strong>
&ndash; pr&oacute;prio da &eacute;poca de ouro do
feudalismo. Predominava entre os altos
senhores feudais e os humildes servos da gleba o mesmo amor
&agrave; aventura
e o sentimento rom&acirc;ntico da luta por um ideal.</p>
<p style="text-align: justify;">Para
essas expedi&ccedil;&otilde;es, nem sempre bem
sucedidas, a Igreja Cat&oacute;lica dava seu pleno aval. O
pr&oacute;prio Papa Urbano
II (que pregou a primeira Cruzada) prometia o perd&atilde;o dos
pecados e a
eterna bem-aventuran&ccedil;a a favor dos que dela participassem:
&ldquo;V&oacute;s, os que
haveis praticado fratric&iacute;dio, v&oacute;s, os que haveis
tomado as armas contra
vossos pr&oacute;prios pais, v&oacute;s, que haveis matado por
dinheiro e haveis
roubado a propriedade alheia, v&oacute;s, que haveis arruinado
vi&uacute;vas e
&oacute;rf&atilde;os, buscai agora a
salva&ccedil;&atilde;o em Jerusal&eacute;m. Se &eacute;
que quereis as
vossas pr&oacute;prias almas, livrai-as da culpa de vossos pecados,
que assim
o quer Deus&hellip;&rdquo;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Resenha
das Campanhas dos Cruzados</h4>
<ul style="text-align: justify;">
  <li style="text-align: justify;"><strong>FRACASSO
MILITAR</strong> &ndash; Do
ponto de vista militar, as Cruzadas s&atilde;o consideradas um
fracasso.
Milhares de vidas foram sacrificadas, sem que os objetivos fundamentais
(a conquista dos lugares santos) fossem alcan&ccedil;ados.</li>
  <li style="text-align: justify;"><strong>CONSEQ&Uuml;&Ecirc;NCIAS
SOCIAIS </strong>-
As cruzadas foram de extraordin&aacute;ria influ&ecirc;ncia nas
transforma&ccedil;&otilde;es
sociais ocorridas na Europa. A morte de milhares de grandes senhores
feudais e o empobrecimento dos sobreviventes levaram ao aumento do
poder real e &agrave; forma&ccedil;&atilde;o das monarquias
fortes. Isso caracterizaria o
Estado moderno europeu.</li>
  <li style="text-align: justify;"><strong>CONSEQ&Uuml;&Ecirc;NCIAS
RELIGIOSAS</strong>&ndash;
A aproxima&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada entre
crist&atilde;os e
mu&ccedil;ulmanos levou &agrave;
diminui&ccedil;&atilde;o
do fanatismo inicial, que gerou as Cruzadas. O conhecimento
rec&iacute;proco
dos povos em guerra mostrou, que nenhum deles era t&atilde;o mau
como
parecia
a princ&iacute;pio. Come&ccedil;a uma Era de maior
toler&acirc;ncia
religiosa.</li>
  <li style="text-align: justify;"><strong>AS
CRUZADAS E A CI&Ecirc;NCIA </strong>-
Os crist&atilde;os aprenderam bastante nos seus contatos com os
mu&ccedil;ulmanos.
Bastante mais desenvolvidos cientificamente, os islamitas, transmitiram
aos cruzados v&aacute;rios conhecimentos: o papel, o
a&ccedil;&uacute;car, o &aacute;lcool, o
espelho de vidro, os vidros artisticamente trabalhados, o
a&ccedil;o de alta
qualidade de suas armas, os tecidos finos e muitos outros.</li>
  <li style="text-align: justify;"><strong>ORDENS
MILITARES </strong>-
Durante a fase das Cruzadas foram criadas v&aacute;rias Ordens
militares entre
as quais a dos Hospital&aacute;rios e a dos Templ&aacute;rios
&ndash; a mais famosa de
todas. Na realidade, esta ordem era um bra&ccedil;o da
Ma&ccedil;onaria Medieval, que
naqueles tempos era intimamente ligada &agrave; Igreja
Cat&oacute;lica.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>1.&ordf;
Cruzada: 1.095 &ndash; 1.099</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&gt;
Pedro, o Eremita; Godofredo de
Bulh&atilde;o. O primeiro grupo (de Pedro, o Eremita) foi Quase
todo
destro&ccedil;ado, pelo seu despreparo. Godofredo de
Bulh&atilde;o, ap&oacute;s her&oacute;icos
sacrif&iacute;cios, consegue tomar Jerusal&eacute;m.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>2.&ordf;
Cruzada: 1.147 &ndash; 1.149</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&gt;
Lu&iacute;s VII de Fran&ccedil;a Conrado III da
Alemanha. Mais de 150 mil crist&atilde;os s&atilde;o dizimados
na &Aacute;sia Menor, embora
tenham alcan&ccedil;ado a Palestina. Os franceses desistem da
Cruzada, por
fracassarem na tomada de Damasco.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>3.&ordf;
Cruzada: 1.189 &ndash; 1.192</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&gt;
Frederico Barba-Roxa, Filipe
Augusto, Ricardo Cora&ccedil;&atilde;o-de-Le&atilde;o.
Ap&oacute;s in&uacute;meras aventuras, a 3.&ordf;
Cruzada apenas conseguiu que fosse permitida aos crist&atilde;os,
desarmados e
em pequenos grupos, a visita aos lugares santos de Jerusal&eacute;m</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>4.&ordf;
Cruzada: 1.202 &ndash; 1.204<br>
</strong></em><br>
&gt; V&aacute;rios (franceses e venezianos). Os objetivos
religiosos foram
substitu&iacute;dos por interesses comerciais. O Papa perdeu o
controle da
Cruzada. Os expedicion&aacute;rios fundaram o Imp&eacute;rio
Latino de Constantinopla.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>5.&ordf;
Cruzada: 1.212 &ndash; 1.221</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&gt;
V&aacute;rios, entre os quais Andr&eacute; II,
rei da Hungria. Conquistou Damieta, ap&oacute;s cerco trabalhoso.
Apesar
disso, pouco proveito trouxe para os crist&atilde;os.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>6.&ordf;
Cruzada: 1.228 &ndash; 1.229</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&gt;
Frederico II (das Duas Sic&iacute;lias, o
mesmo que separou a medicina da farm&aacute;cia). Contou com a
oposi&ccedil;&atilde;o do
Papa Greg&oacute;rio IX. Conseguiu tr&eacute;gua por 10 anos
entre crist&atilde;os e
mu&ccedil;ulmanos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>7.&ordf;
Cruzada: 1.248 &ndash; 1.254</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&gt;
Lu&iacute;s IX de Fran&ccedil;a (S&atilde;o
Lu&iacute;s). Ap&oacute;s
grande esfor&ccedil;o para reunir cruzados, Lu&iacute;s IX caiu
prisioneiro dos
islamitas. Para ser libertado, paga pesada
indeniza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="../paginas/hfar-as_cruzadas.htmlimagem-1.html" title=""
 class="shutterset_singlepic638"> <img
 style="border: 0px solid ; width: 169px; height: 240px;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/638__320x240_638.jpg"
 alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Lu&iacute;s
IX&nbsp; ou S&atilde;o Lu&iacute;s</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>8.&ordf;
Cruzada: 1.270</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&gt;
Lu&iacute;s IX de Fran&ccedil;a (S&atilde;o
Lu&iacute;s). Ap&oacute;s
recobrar a liberdade, Lu&iacute;s IX come&ccedil;a a organizar
outra Cruzada.
Desembarca em Tunis (&Aacute;frica), mas logo &eacute; atacado
pela peste e morre sem
ter atingido seu objetivo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A
Igreja e sua lutas na Idade M&eacute;dia</h4>
<p style="text-align: justify;">A
interfer&ecirc;ncia do feudalismo no seio
da Igreja gerou crises que tiveram de ser trabalhosamente combatidas.
Alguns suseranos conseguiram ascend&ecirc;ncia sobre seus
vassalos-prelados e
aproveitaram-se para praticar v&aacute;rios atos
atentat&oacute;rios contra os bons
princ&iacute;pios da f&eacute;. Entre eles estava o do
com&eacute;rcio de t&iacute;tulos e direitos
eclesi&aacute;sticos, o da nomea&ccedil;&atilde;o de
pessoas n&atilde;o dotadas para cargos
religiosos, a degrada&ccedil;&atilde;o de costumes em
conventos, contrariando as
normas do viver crist&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Contra
isso levantaram-se alguns
not&aacute;veis vultos da Igreja, como S&atilde;o
Greg&oacute;rio VII, que proibiu a
qualquer leigo o direito de investir algu&eacute;m em cargos
religiosos. Isso
gerou s&eacute;rio conflito com o Imperador Henrique IV, que acabou
sendo
excomungado. Mais tarde, arrependido, Henrique IV foi em
peregrina&ccedil;&atilde;o a
Canossa, onde vivia o Papa, sendo afinal perdoado. Tempos depois
Henrique IV reagiu e atacou Roma. Greg&oacute;rio VII escapou
gra&ccedil;as ao
aux&iacute;lio dos normandos. Somente em 1122 foi solucionado o
conflito, pela
Concordata de Worms.</p>
<p style="text-align: justify;">O
mais not&aacute;vel Papa da Idade M&eacute;dia foi
Inoc&ecirc;ncio III, promotor da 4&ordf; Cruzada. Tendo morrido
em 1216, deixou,
como uma de suas mais importantes obras, o Conc&iacute;lio de
Latr&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Bonif&aacute;cio
VIII, por sua vez,
envolveu-se contra o rei Filipe o Belo, em defesa do
patrim&ocirc;nio da
Igreja. O rei, atrav&eacute;s de emiss&aacute;rios, desacatou-o
e intimou-o a
renunciar. Morreu em 1303. Com sua morte acentua-se o
decl&iacute;nio do poder
pol&iacute;tico (temporal) dos papas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
1054 ocorreu o Cisma Grego (a
separa&ccedil;&atilde;o da Igreja Cat&oacute;lica Romana da
Igreja do Oriente &ndash;
Constantinopla). Em 1309 houve o Cisma do Ocidente &ndash; a
separa&ccedil;&atilde;o da
Igreja Cat&oacute;lica Romana, com sede em Roma, daquela com sede
em Avignon
(Fran&ccedil;a) onde reinou um Papa rebelde. Em 1418 o
Conc&iacute;lio de Constan&ccedil;a
restabeleceu a unidade da Igreja Ocidental, elegendo um
&uacute;nico Papa, sob
o consenso geral.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A
evangeliza&ccedil;&atilde;o dos B&aacute;rbaros e o combate
&agrave;s heresias</h4>
<p style="text-align: justify;">Durante
a Idade M&eacute;dia coube &agrave; Igreja um
papel preponderante entre as institui&ccedil;&otilde;es
existentes. Enquanto
desmoronava o poder e a organiza&ccedil;&atilde;o do
Imp&eacute;rio Romano ante a invas&atilde;o
dos b&aacute;rbaros, o prest&iacute;gio do Papa crescia sempre.
Mesmo os b&aacute;rbaros
eram quase todos crist&atilde;os, apesar de muitos serem
praticantes de
confiss&otilde;es n&atilde;o cat&oacute;licas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
b&aacute;rbaros haviam sido evangelizados
por mission&aacute;rios, especialmente os da ordem de
S&atilde;o bento. Entre os
principais mission&aacute;rios que se destacaram na
convers&atilde;o dos b&aacute;rbaros
est&atilde;o: S&atilde;o Patr&iacute;cio (Irlanda);
S&atilde;o Columba (Esc&oacute;cia); S&atilde;o Columbano
(Alemanha do Sul); Santo Agostinho (Inglaterra); S&atilde;o
Bonif&aacute;cio
(Alemanha do Centro).</p>
<p style="text-align: justify;">Os
b&aacute;rbaros eram a
princ&iacute;pio hereges, isto &eacute;, aceitavam
cren&ccedil;as
condenadas pela Igreja Cat&oacute;lica.</p>
<p style="text-align: justify;">A
maioria era ariana e, em virtude
disso, houve duro per&iacute;odo de
persegui&ccedil;&atilde;o dos cat&oacute;licos (do
Imp&eacute;rio
Romano) pelos dominadores b&aacute;rbaros. Com o tempo,
por&eacute;m, os chefes
b&aacute;rbaros converteram-se ao catolicismo e cessou o
per&iacute;odo de
persegui&ccedil;&otilde;es. Com isso o poder do Papa cresceu
ainda mais, aumentando
seu rebanho.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar
da convers&atilde;o dos b&aacute;rbaros,
algumas outras heresias tiveram lugar durante a Idade M&eacute;dia.
Uma delas
foi a dos Valdenses (que negava o sacerd&oacute;cio e
v&aacute;rios sacramentos). Foi
severamente combatida com excomunh&atilde;o, mas deixou sementes
que mais
tarde germinariam no movimento de Jo&atilde;o Huss e de Calvino (a
Reforma
Protestante). Outra heresia, esta mais dif&iacute;cil de vencer,
foi a dos
Albigenses. Ap&oacute;s luta muitas vezes sangrenta, resistindo
durante 20
anos a uma cruzada contra eles dirigida, s&oacute; foi vencida pela
Inquisi&ccedil;&atilde;o.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alguns
Aspectos da Religi&atilde;o na Idade M&eacute;dia <br>
</h4>
<ul style="text-align: justify;">
  <li><strong>OS
V&Acirc;NDALOS</strong>
&ndash; Os &uacute;nicos b&aacute;rbaros que resistiram
&agrave;
convers&atilde;o ao catolicismo foram os v&acirc;ndalos, que
continuaram arianos.
Contra eles foi enviada forte expedi&ccedil;&atilde;o por ordem
de Justiniano, sob o
comando do general Belis&aacute;rio. Os v&acirc;ndalos foram
vencidos e seu reino
africano destru&iacute;do.</li>
  <li><strong>SANTO
AGOSTINHO</strong> &ndash; O
mission&aacute;rio que se celebrizou
por converter os b&aacute;rbaros da Inglaterra, auxiliado por 40
monges
beneditinos, n&atilde;o &eacute; o mesmo Santo Agostinho, bispo
de Hipona. Este viveu
de 354 a 430, enquanto o evangelizador dos ingleses &eacute; dos
s&eacute;culos VI e
VII.</li>
  <li><strong>INQUISI&Ccedil;&Atilde;O</strong>
&ndash; Foi um tribunal religioso institu&iacute;do
originalmente para combater a heresia dos albigenses. Ap&oacute;s o
per&iacute;odo de
investiga&ccedil;&otilde;es sobre os suspeitos de heresia, os
considerados culpados
eram entregues ao Estado, para que fossem punidos. A
Inquisi&ccedil;&atilde;o foi
instalada em v&aacute;rios pa&iacute;ses europeus. Talvez a
mais severa de todas
tenha sido a espanhola, institu&iacute;da em 1480, pelos reis
cat&oacute;licos
(Fernando e Isabel). N&atilde;o foram raros os condenados a
terr&iacute;veis castigos
como o da fogueira, ap&oacute;s b&aacute;rbaras torturas e
sofrimentos f&iacute;sicos e
morais. Foi o maior inimigo que a Alquimia teve em todos os tempos.
Grandes alquimistas foram torturados e mortos como hereges
ap&oacute;s
julgamento sum&aacute;rio em que eram acusados de heresias e
bruxaria por
tribunal composto pelos m&eacute;dicos e cl&eacute;rigos que,
temendo o poder dos
alquimistas, os condenavam &agrave; revelia, sem o menor
escr&uacute;pulo,
baseando-se unicamente em suas convic&ccedil;&otilde;es
mesquinhas, levianas e
criminosas. Sob a alega&ccedil;&atilde;o de que o herege
deveria ser purificado pela
dor, nossos irm&atilde;os alquimistas eram dissecados em
p&uacute;blico, tendo suas
v&iacute;sceras arrancadas &ldquo;in vivo&rdquo; pelos
carrascos e, quando o sopro da vida
estava prestes a abandonar o corpo do nosso compenheiro, ele era
finalmente decapitado, ap&oacute;s sofrer os piores
supl&iacute;cios imagin&aacute;veis.
Esse vergonhoso Tribunal do &ldquo;Santo
Of&iacute;cio&rdquo; &eacute; a mancha que envergonha a
Igreja Cat&oacute;lica Apost&oacute;lica Romana at&eacute;
os dias de hoje e foi, sem
nenhuma d&uacute;vida, o maior entrave ao desenvolvimento das
ci&ecirc;ncias em
todos os tempos. N&atilde;o pensem os leitores que o Tribunal da
Santa
Inquisi&ccedil;&atilde;o foi extinto porque ele n&atilde;o
foi. Mesmo com o empenho do Papa
Jo&atilde;o XXIII (&Acirc;ngelo Roncalli), a
congrega&ccedil;&atilde;o dos cardeais ainda
conseguiu mant&ecirc;-lo, mudando-lhe apenas o nome:
Congrega&ccedil;&atilde;o da Santa S&eacute;.</li>
  <li style="text-align: justify;"><strong>FEUDALISMO
ECLESI&Aacute;STICO</strong>
&ndash; Durante a Idade M&eacute;dia, tamb&eacute;m a
Igreja participou da engrenagem
feudal. Houve bispos-condes, arcebispos &ndash; duques, com seus
feudos
recebidos de suseranos leigos, em retribui&ccedil;&atilde;o a
servi&ccedil;os prestados. Por
sua vez, os prelados tinham seus vassalos, com todas as regras do
sistema feudal. Isso favoreceu o crescimento temporal da Igreja, pelo
aumento de suas propriedades. Por outro lado gerou o comprometimento de
sua autoridade espiritual, muitas vezes sofrendo danosa
interfer&ecirc;ncia
de suseranos leigos.</li>
</ul>
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