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<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"> <html> <head> <meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"> <title>O Egito Antigo</title> <link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css" media="screen"> </head> <body> <div id="container"> <div id="header" title="sitename"> <h1 style="text-align: center;"><img style="width: 800px; height: 120px;" alt="" src="logo.jpg"></h1> </div> <div class="blogentry"> <div style="text-align: center;"><iframe src="indice.html" frameborder="0" height="20" width="800"></iframe></div> <center><font class="option" color="#000000"><b><br> </b></font></center> <br> <h2 style="text-align: center;" class="art-PostHeader"> O Egito Antigo </h2> <div class="art-PostMetadataHeader"> <div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><a href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/?author=1" title="Posts de heinz" rel="author"><br> </a> </div> </div> <p style="text-align: justify;">Uma das primeiras civilizações que o homem construiu desenvolveu-se no nordeste da África. Ali, a partir do quarto milênio antes de Cristo (4.000 a.C.), começaram a chegar povos originários da Ásia, estabelecendo-se às margens do rio Nilo. Formaram pequenos estados autônomos denominados <strong>Nomos.<span id="more-5894"></span></strong></p> <p style="text-align: justify;">Toda a área nordeste da África não passa de um grande deserto. Apenas interrompido pelo rio Nilo. Às suas margens estendem-se um extenso oásis alongado, onde, graças às cheias anuais foi possível desenvolver-se a agricultura de cereais, da vinha, do papiro, da cebola e do lótus. Após as enchentes, as margens ficavam cobertas de rico solo de aluvião, deixado pelo rio, imediatamente aproveitado pelos agricultores.</p> <p style="text-align: justify;">As cheias do Nilo, para serem bem aproveitadas pelos primitivos egípcios, exigiam grandes obras de engenharia, entre as quais a abertura de canais de irrigação, a construção de açudes, a drenagem de pântanos, além de um criterioso e complexo sistema de divisão de propriedades, cujos limites tinham de ser restabelecidos, muitas vezes, após as águas baixarem. Por isso, acredita-se terem sido os egípcios os descobridores da <strong>Geometria</strong>.</p> <p style="text-align: justify;">A necessidade de construir grandes obra públicas e a de defender-se contra inimigos comuns levou os Nomos do Baixo Egito (região do Delta) a se unirem, formando um só reino. Mais tarde, os Nomos do alto Egito (sul), também se uniram. Finalmente, em 3.200 a.C., o faraó Menés unificou os dois reinos sob sua autoridade. Com Menés começa a longa história política do Egito, que se estende através de quase 3 mil anos, abrangendo 26 dinastias.</p> <p style="text-align: justify;">Durante tão longo espaço de tempo o Egito conheceu períodos de glória e de esplendor. Enfrentou, também, fases de extrema miséria, sofreu invasões e foi dominado por potências estrangeiras. Sua grandeza, porém, venceu o tempo e chegou até nós através das grande obras de arquitetura que construiu e dos tesouros científicos e artísticos nelas abrigados.</p> <p style="text-align: justify;">A história do Antigo Egito pode ser dividida em três fases: a do <strong>Antigo</strong>, a do <strong>Médio</strong> e a do <strong>Novo Império</strong>. Na primeira, iniciada por Menés, a capital ficava em <strong>Tinis</strong>, depois em <strong>Menfis</strong>. Durante o antigo império foram construídas enormes edificações em pedra, trazidas de longa distância através da areia do deserto. São dessa fase as famosas <strong>pirâmides</strong> da planície de <strong>Gize</strong> – a de <strong>Queops, </strong>a de <strong>Quéfren </strong>e a de <strong>Miquerinos </strong>- construídas pelos faraós que lhes deram o nome para lhes servirem de túmulos colossais. A primeira delas, por exemplo, media 146 metros de altura.</p> <p style="text-align: justify;">Os gastos excessivos dos faraós com suas obras e a enorme carga de impostos gerou o descontentamento geral. Os nobres, fortalecidos, desrespeitam a autoridade real e estabelecem uma fase de regime feudal. Foi o fim do Antigo Império. O <strong>Médio Império</strong>, com a capital em Tebas, tem início em 2.100 a.C.. Um dos faraós mais notáveis desse período foi <strong>Amenená III</strong>, que realizou grandes obras públicas, abrindo canais de irrigação e construindo açudes.</p> <p style="text-align: justify;">De 1750 a 1580 a.C., o Egito é invadido e dominado pelos <strong>Hicsos</strong>, povos semitas, pastores, que venceram militarmente os egípcios. Os invasores tinham cavalos e carros de combate, até então desconhecidos no vale do Nilo. Durante a ocupação dos Hicsos os hebreus viveram algum tempo no Egito até que, sob a liderança de Moisés, regressaram à Palestina, sua terra de origem.</p> <p style="text-align: justify;">Após a expulsão dos Hicsos em 1580 a. C., começa o <strong>Novo Império.</strong> Talvez estimulado pelas lutas travadas contra o estrangeiro invasores, teve início uma fase de grandes vitórias militares. <strong>Tutmés III</strong> invade a Ásia, atingindo o rio Eufrates depois de dominar a Síria. Para defender a costa oriental do Mediterrâneo, constrói poderosa frota de guerra.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Amenófis IV </strong>(1380-1392 a.C.), cognominado <strong>AKENATHON</strong>, que traduz-se por <strong><em>Aton </em></strong>(deus sol) <strong><em>está contente</em></strong>, tenta impor a crença em um só Deus (<strong><em>Aton</em></strong>). Sua morte prematura impede-o de obter êxito. Os sacerdotes reagem, restabelecendo o politeísmo, através de <strong>Tutancâmon</strong>, primo de <strong>Amenófis IV</strong>, feito novo faraó.</p> <p style="text-align: justify;">Outro faraó conquistador foi <strong>Ramsés II</strong>. Além de construir templos, monumentos e canais, travou luta contra os <strong><em>hititas</em></strong>, povo asiático que já conhecia o uso do ferro. Essa guerra terminou com uma aliança, celebrada pelo casamento de <strong>Ramsés II</strong> com uma princesa hitita.</p> <p style="text-align: justify;">Após a morte de <strong>Ramsés II</strong>, o Egito passa a sofrer invasões. Primeiro os <strong>etíopes</strong>; a seguir os <strong>assírios</strong>. Após dura luta, o faraó <strong>Psamético I </strong>consegue expulsá-los e muda a capital para a cidade de <strong>Saís</strong>.</p> <p style="text-align: justify;">Seu filho e sucessor, o faraó <strong>Necau</strong>, notabilizou-se por ter ordenado aos <strong>fenícios</strong>, sob a chefia de <strong>Hamon</strong>, que fizessem o contorno da África, partido do Mar Vermelho e retornando pelo Mediterrâneo. 2 mil anos depois, <strong>Vasco da Gama</strong> faria essa viagem em sentido contrário.</p> <p style="text-align: justify;">Após <strong>Necau</strong>, a decadência do Egito acentua-se. Sob <strong>Psamético III</strong> o país é dominado por <strong>Cambises</strong>, rei dos <strong>Persas</strong> (batalha de <strong>Pelusa </strong>- 525 a.C.).</p> <p style="text-align: justify;">Em 332 a.C., <strong>Alexandre da Macedônia</strong> vence os Persas e domina do Egito, onde funda, no delta do Nilo, a cidade de <strong>Alexandria</strong>.</p> <p style="text-align: justify;">Morto <strong>Alexandre</strong>, o Egito reconquista temporariamente sua autonomia. Sob <strong>Cleópatra</strong>, porém, é conquistado pelos <strong>Romanos, </strong>que o transformam numa província do seu império.</p> <p style="text-align: justify;">Depois de ter sido parte do <strong>Império Romano do Oriente</strong>, o Egito cai em poder dos árabes, que forte influência passaram a exercer sobre a região. Alterou-se a composição étnica do país, hoje de supremacia árabe. Dos antigos egípcios restam os <strong>felás</strong>, humildes agricultores de pele escura, ombros largos e olhos rasgados, que plantam algodão, legumes e hortaliças, nas mesmas terras onde seus antepassados construíram a primeira civilização da humanidade.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Os Templos Egípcios</strong></p> <p style="text-align: justify;">Os egípcios foram notáveis construtores de templos de dimensões colossais. Os melhores exemplos são os de <strong>Karnak</strong> e de <strong>Luxor</strong>. Embora no começo da história os templos fossem modestos, no período <strong>Menfita</strong> foi possível levantar os dois gigantescos citados acima. O de <strong>Karnak</strong> era precedido por uma extensa avenida ladeada de esfinges e na sua entrada estavam dois gigantescos blocos em forma de tronco de pirâmide. Com 134 colunas imensas sustentando-lhe o teto, apenas uma das salas de <strong>Karnak</strong> media 500 metros de comprimento por 100 metros de largura. Nesses templos gigantescos o faraó oficiava os mistérios de sua religião. Os templos tinha uma parte pública. A seguir vinha a sala <strong>hipóstila</strong>, sempre em meio à penumbra, onde o deus aparecia. Ali também se faziam as oferendas, e somente podiam permanecer os sacerdotes, que devia ser <strong><em>puros</em></strong>. Outra peça do templo era o <strong>santuário</strong>, local reservado ao deus. A seu redor outras peças menores, sacristia, armazéns para oferendas, sacrários e locais para ritos secretos. Os únicos que podiam permanecer em tais recintos eram os sacerdotes de alto nível, e o faraó.</p> <p style="text-align: justify;">Nos templos eram praticados todos os tratamentos, cirurgias e as mumificações, cujo processo, revelado pelo historiador grego <strong>Heródoto</strong>, está descrito a frente. Todas técnicas terapêuticas e tratamentos egípcios eram feitos sob os auspícios dos deuses e em seus nomes pelos sacerdotes e com a aquiescência do faraó, o <strong>deus vivo do Egito</strong>. Nas salas públicas eram tratados os homens e mulheres simples, enquanto os escriba, os militares, os sacerdotes e o faraó eram atendidos, de acordo com sua importância hierárquica, em salas especiais.</p> <p style="text-align: center;"> <span class="shutterset_singlepic592"><img style="border: 0px solid ; width: 614px; height: 428px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/592.jpg" alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></span></p> <p style="text-align: justify;"><strong>Os Deuses Dos Egípcios</strong></p> <p style="text-align: justify;">No Egito havia centena de deuses. No começo de sua história são representados por figuras de animais ou plantas. Assim, o falcão é <strong>Hórus</strong>; o cão é <strong>Anúbis</strong>; o crocodilo <strong>Sebek</strong>; o tronco, <strong>Osíris</strong>. Ao fim da segunda dinastia aparecem os deuses com corpo humano e cabeça de animal. Na terceira dinastia os deuses surgem com a forma humana completa. A estatuária encarrega-se de produzir milhares de figuras desses deuses, porém são adorados sob a forma de animais vivos. É o caso do boi <strong>Ápis</strong>, encarnação de <strong>Ptá</strong>, deus de <strong>Menfis</strong>. Era negro, tinha pequena mancha triangular na cabeça e uma águia de asas abertas em seu dorso. Vivia em um templo onde era adorado, tendo a seu serviço várias sacerdotisas. A trindade maior do Egito era formada por <strong>Osíris</strong> (confundido com o rio Nilo ou o Sol), <strong>Ísis</strong>, sua esposa (a Lua ou a terra fértil) e <strong>Hórus</strong> seu filho. Além dessa trindade, destacavam-se os deuses locais, tais como <strong>Rá</strong> ou <strong>Amon-Rá.</strong></p> <p style="text-align: justify;"><strong>Como se Faziam as Múmias Egípcias</strong></p> <p style="text-align: justify;">Para preservar os cadáveres do apodrecimento, os egípcios desenvolveram uma técnica de embalsamamento extraordinária. Muitas de suas múmias alcançaram mais de 5 mil anos, conservando notável integridade. O processo completo de mumificação é ainda desconhecido, mas, graças a alguns textos da época, entre os quais o do grego Heródoto, sabe-se que era um trabalho meticuloso e altamente técnico. Os egípcios acreditavam que o homem tinha corpo e alma. Esta dividia-se em duas: <strong><em>Ba,</em></strong> a alma espiritual e <strong><em>Ka</em></strong>, a alma corpórea. <strong><em>Ka</em></strong>, ao voltar da viagem ao além, encarnaria no morto fazendo-o voltar à vida. Para isso era necessário conservar bem os corpos e, além disso, identificá-los com pinturas nos sarcófagos, tal e qual tinham sido em vida e colocar nos túmulos suas riquezas acumuladas durante a vida para que ele vivesse entre seus pertences para toda a eternidade.</p> <p>O processo de mumificação foi assim descrito por <strong>Heródoto<em>:</em></strong></p> <p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>“tiram-lhe, primeiro, o cérebro, por meio de um ferro recurvado que introduzem nas narinas, e com o auxílio de drogas que injetam na cabeça*. Fazem, em seguida, uma incisão no ventre com uma pedra cortante da Etiópia. Tiram por esta abertura os intestinos, que são lavados, passados por vinho de palma e por aromas; enchem, seguidamente , o ventre de mirra, de canela e de outros perfumes, depois do que o cosem cuidadosamente. Terminado isto, salgam o corpo e cobrem-no de natrão durante 70 dias. Acabado esse prazo, lavam o corpo e envolvem-no inteiramente com faixas de linho”.</em></strong></p> <p style="text-align: justify;">* Com certeza utilizavam ácidos fortes para digerir os tecidos intracranianos.</p> <p style="text-align: justify;">Todo esse tratamento dos corpos eram feitos pelos Sacerdotes-alquimistas de alto nível e com o consentimento e a supervisão do faraó.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Porquê se Faziam as Múmias?</strong></p> <p style="text-align: justify;">Ao morrer, a alma do egípcio era levada ao <strong>Tribunal de Osíris</strong>, formado por 42 deuses juizes, onde seu coração era pesado em uma balança de pratos. Se seus pecados fossem muitos, era condenado aos suplícios dos infernos. Se fosse inocente, ganharia o direito de viver no paraíso. Retornando da longa viagem ao além, reencarnando no corpo e vivendo junto com seus despojos, navegando no barco solar na eterna viagem diurna no sentido terra-sol, navegando através do rio solar, ou seja, os raios solares que ligam a terra ao sol, o caminho de ida, e retornando ao anoitecer, pelo rio subterrâneo que trazia a noite e a lua, como acreditavam eles, sendo por isso que os mortos eram enterrados juntos com seus tesouros e riquezas e juntamente com um barco solar, ornado em ouro.</p> <p style="text-align: justify;">Para ajudar as almas no seu julgamento, eram depositadas cópias do <strong><em>Livro dos Mortos</em></strong> nos túmulos. Nele se encontram uma declaração que deveria ser recitada diante do tribunal, mencionando as grande virtudes do morto, a fim de ganhar o céu. Eis um de seus trechos mais curiosos:</p> <p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em><strong>“Glória a ti, Senhor da Verdade e da Justiça! Glória a ti, Grande Deus, Senhor da Verdade e da Justiça! A ti vim, meu Senhor, e a ti me apresento para contemplar as tuas perfeições. Porque te conheço, conheço o teu nome e os nomes das quarenta e duas divindades que estão contigo na Sala da Verdade e da Justiça, vivendo dos despojos dos pecadores e fartando-se do seu sangue, no dia em que se pesam as palavras perante Osíris, o a voz Justa: Duplo Espírito, Senhor da Verdade e da Justiça; trouxe-vos a verdade e destruí por vós, a mentira. Não cometi qualquer fraude contra os homens; não atormentei as viúvas; não menti em tribunal; não sei o que é má fé; nada fiz de proibido; não obriguei o capataz de trabalhadores a fazer diariamente mais do que o trabalho devido; não fui negligente; não estive ocioso; nada fiz de abominável aos deuses; não prejudiquei o escravo perante o seu senhor; não fiz padecer fome; não fiz chorar; não matei; não ordenei morta à traição; não defraudei ninguém; não tirei os pães do templo; não subtrai as oferendas dos deuses; não roubei nem as provisões nem as ligaduras dos mortos; não auferi lucros fraudulentos; não alterei as medidas dos cereais; não usurpei terras; não tive ganhos ilegítimos por meio dos pesos do prato da balança; não tirei o leite da boca dos meninos; não cacei com rede as aves divinas; não pesquei os peixes sagrados nos seus tanques; não cortei a água na sua passagem; não apaguei o fogo sagrado na sua hora; não violei o divino céu nas suas oferendas escolhidas; não escorracei os bois das propriedades divinas; não afastei qualquer deus ao passar. Sou puro! Sou puro! Sou puro!”</strong></em></p> <p style="text-align: justify;"><strong>Os Grandes Legados Egípcios Para Alquimia e Para as Ciências Atuais</strong></p> <p style="text-align: justify;">Os <strong>Egípcios</strong> também se preocuparam com o tratamento de doenças, mas ativeram-se a investigar as causas internas das enfermidades e fizeram aquelas que foram as primeiras cirurgias de que a história tem notícia.</p> <p style="text-align: justify;">Descobriram que no centro do crânio existia um lugar que, se nele aparecesse uma espécie de <strong>pedra</strong>, o indivíduo ficava louco e, para curar a loucura, eles fizeram as primeiras <strong>neurocirurgias </strong>que se tem notícia e o mais incrível disso, é que o paciente sobrevivia ao ato cirúrgico, abobado, alienado e vegetante, mas sobrevivia, pois muitas múmias encontradas apresentavam tecido de cicatrização óssea no crânio, em forma de<strong> trepanagem</strong> (trepanação é a técnica cirúrgica empregada para abertura da caixa encefálica). A<strong> pedra</strong> que eles descobriram nada mais é do que o <strong>corpo caloso</strong> do <strong>girus do cíngulo</strong> que, de acordo com as descobertas de <strong>PAPEZ e McLIN,</strong> está diretamente ligado aos processos mentais, afetivos e comportamentais e atualmente se acredita que todos as psicoses e psiconeuroses nada mais são que disfunções bioquímicas e/ou fisiológicas do <strong>girus do cíngulo</strong> ou das áreas coligadas que juntamente com este, formam o <strong>CENTRO LÍMBICO,</strong> que é a sede de toda a gênese de comportamentos e emoções.</p> <p style="text-align: justify;">Esta prática cirúrgica desenvolvida pelos egípcios ganhou fama e atravessou os séculos, perdurando até a idade média e recebendo o nome de <strong>lobotomia</strong>, até ser abandonada devido aos insistentes apelos dos humanistas da época que consideravam este tipo de tratamento cruel e desumano. Na primeira metade do século atual (século XX), um neurocirurgião espanhol chamado <strong>ANTÔNIO CAETANO DE ABRERO FREIRE</strong> <strong>EGAS MONIZ</strong> ressuscitou a técnica, por volta de 1935, aperfeiçoando a mesma, e criando a psicocirurgia, adaptando-a ao tratamento de alguns tipos de psicoses e das epilepsias refratárias à medicamentos, ganhando, com isso, o prêmio Nobel de Medicina. A <strong>lobotomia</strong> de Egas Munis é bem diferente da <strong>cinguléctomia</strong> dos egípcios, pois na primeira se faz a ressecção de um ramo de comunicação entre os dois hemisférios cerebrais, mais precisamente a <strong>comissura anterior</strong>, enquanto na segunda se retira cirurgicamente o <strong>girus do cíngulo</strong>.</p> <p style="text-align: justify;">Aos Egípcios se deve o início da produção de fármacos fitoterápicos. Se devem ainda o início da <strong>farmacognosia</strong> e da <strong>farmacotécnica, </strong>e ainda se deve aos egípcios a criação da <strong>contabilidade</strong> e do profissional <strong>contador</strong>, através da figura do<strong> escriba</strong> que, onde quer que o Farmacêutico estivesse trabalhando, sempre tinha junto, um escriba (o personagem sentado à direita, com papiro sobre o colo) registrando tudo, para desespero do boticário.</p> <p style="text-align: center;"> <span class="shutterset_singlepic593"><img style="border: 0px solid ; width: 648px; height: 427px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/593.jpg" alt=""></span></p> <p style="text-align: justify;"><strong>Os Hititas</strong></p> <p style="text-align: justify;">Foi um povo guerreiro que habitou o território da atual Turquia, a península da Anatólia. Fortemente centralizado, o poder de seus reis permitiu grande avanço tecnológico em relação aos povos vizinhos. Os hititas foram um dos primeiros a conhecer e a utilizar o ferro. Com isso obtiveram grandes vantagens nas batalhas travadas contra inimigos, que estavam ainda na idade do bronze. Os hititas tiveram relações, nem sempre amistosas, com os povos da Mesopotâmia e Fenícia, além do Egito. Estiveram em guerra contra Ramsés II a qual terminou com uma aliança obtida pelo casamento de uma sua princesa com o faraó egípcio.</p> <div style="text-align: right;"> <div style="text-align: right;"> <div style="text-align: right;"> <div style="text-align: right;"> <div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="Imprimir" title="Imprimir" src="../img/print.png"></a></div> </div> </div> </div> <span style="text-decoration: underline;"> </span></div> <div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br> </div> <span style="font-weight: bold;"></span></div> </div> <div id="footer"></div> <br> </body> </html>