__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Matura��o
sexual tardia</title>
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<br>
<div style="text-align: center;">
<h2 class="art-PostHeader">Matura��o
sexual tardia</h2>
<a href="../paginas/puberdade_tardia-imagem-1.html"><img style="border: 0px solid ; width: 158px; height: 240px;"
alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/488__320x240_488.jpg"></a>
<p style="text-align: justify;">Irm�s.
A da
direita aos 12 anos
com desenvolvimento normal. A da esquerda, com 15 anos, puberdade
tardia</p>
<p style="text-align: center;">
</p>
<p style="text-align: justify;"><span class="content">N�o
se
pode estabelecer, com um crit�rio r�gido, a idade
limite
para a ocorr�ncia da matura��o sexual.
O psiquismo
e os fatores ambientais exercem influ�ncia no aparecimento
dos
caracteres sexuais secund�rios. Em nosso meio,
at� os 14
anos, tais caracteres se tornam evidentes, estando em vias de
completar
seu desenvolvimento. Se at� aquela idade, n�o se
tiver
esbo�ado matura��o sexual, admite-se o
diagn�stico de puberdade tardia (figura 27). O retardamento
da
matura��o sexual se acompanha, em geral, da
aus�ncia da menarca.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As
causas da
matura��o
sexual tardia quase sempre se relacionam com os de
dist�rbios do
mecanismo neuro-end�crino que preside a fisiologia genital
feminina. Em alguns casos, o retardo do desenvolvimento �
atribu�do a fator constitucional ou heredit�rio.
Nesta
circunst�ncia, n�o se consegue identificar a causa
da
puberdade tardia, que pode estar presente em mais de um membro da
mesma
fam�lia.</p>
<p style="text-align: justify;">Causas
hipotal�micas � os
fatores ambientais e os est�mulos emocionais se transmitem
ao
sistema glandular atrav�s do hipot�lamo.
Observa�es interessantes foram feitas em
col�gios, nos quais v�rias adolescentes, que
viviam em
regime de internato, apresentavam puberdade retardada. A causa deste
dist�rbio do desenvolvimento foi atribu�da ao
padr�o de vida imposto �s jovens, que permaneciam
isolados do conv�vio social, privadas dos
est�mulos
ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Influ�ncias
nervosas sobre o
hipot�lamo podem determinar insufici�ncia do fator
de
libera��o das gonadotrofinas
hipofis�rias.
Conseq��ncia deste quadro neuro-end�crino
� a
s�ndrome de Kallman, caracterizada por hipodesenvolvimento
genital, amenorr�ia e anosmia.</p>
<p style="text-align: justify;">Causas
hipofis�rias � a
adeno-hip�fise secreta as gonadotrofinas. Causas funcionais
e
org�nicas podem determinar a insufici�ncia global
ou
insufici�ncia seletiva do �rg�o.
H�
insufici�ncia global, quando n�o somente os
ov�rios, mas tamb�m outras gl�ndulas
(tire�ide e adrenais) sofrem as
conseq��ncias da
falta de estimula��o hipofis�ria,
determinando o
quadro de nanismo hipofis�rio. A insufici�ncia
�
seletiva, se falta apenas � secre��o
de
gonadotrofinas, os ov�rios n�o s�o
estimulados,
configurando-se o quadro de eunucoidismo hipogonadotr�fico.</p>
<p style="text-align: justify;">Causas
ovarianas
� a disgenesia
gon�dica revela o desenvolvimento sexual deficiente em graus
variados. Na s�ndrome de Turner, as g�nadas
s�o
rudimentares, em fita�, e encontra-se anomalias
cromoss�micas. Outra causa ovariana da puberdade tardia
�
a falta de resposta gonadal �
estimula��o das
gonadotrofinas: � a S�ndrome de Savage.
� menos
expressiva que a de Turnner e a menina afetada n�o apresenta
a
�asa� no pesco�o e seu psiquismo
� normal,
mas seu corpo tamb�m se desenvolve apenas at� os
10 anos
de idade. O mecanismo dessa s�ndrome est� ligado
aos
ov�rios que podem ter falta de receptores para as
gonadotrofinas
em suas membranas, ou ent�o a menina possui auto-anticorpos
contra os receptores ovarianos de gonadotrofinas que se unem aos
receptores, impedindo que as gonadotrofinas se liguem e produzam seu
efeito. Nesse �ltimo caso � a dita
Doen�a
auto-imune, por ser produzida pela pr�pria pessoa.O
esgotamento
precoce da massa folicular pode comprometer o desenvolvimento
genital,
e culminar com a amenorr�ia definitiva. A
destrui��o dos ov�rios por tumores,
por
infec�es e pela a��o do
r�dio, e a
castra��o cir�rgica, quando ocorrem na
puberdade,
levam a quadros de matura��o sexual deficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras
causas �
o eixo
hipot�lamo-hip�fise-ov�rios
relaciona-se,
funcionalmente, com outras gl�ndulas.
Disfun�es da
tire�ide, das adrenais, do p�ncreas e do
f�gado,
repercutem sobre as g�nadas e, na adolesc�ncia,
podem
perturbar o desenvolvimento genital. Os estados org�nicos
carenciais e os estados consuntivos determinados por doen�as
cr�nicas, entre as quais a tuberculose, afetam o sistema
neuro-end�crino, ocasionando puberdade tardia.</p>
<p style="text-align: justify;">Crian�a
desnutrida. A
car�ncia de prote�nas � um fator de
atraso no
crescimento, pois al�m das necessidades prot�icas
normais
do organismo, o horm�nio de crescimento � montado
partindo-se do �desmonte� das prote�nas
e de sua
remontagem com a configura��o
estereoqu�mica e com
a seq��ncia de amino�cidos que o
caracteriza e
permite sua a��o sobre o corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Crian�a
que
dorme mal. Grande
parte do horm�nio do crescimento � produzido
durante o
sono e a crian�a que n�o tem h�bitos
saud�veis de sono, produz pequenas quantidades do
horm�nio
e, por conseguinte, cresce menos.</p>
<p style="text-align: justify;">Crian�a
que
passa frio. O frio
� um dos grandes inimigos do crescimento, pois desacelera a
divis�o das c�lulas das cartilagens epifisais
(c�lulas que ficam nas extremidades dos ossos longos e
s�o respons�veis pelo crescimento do osso em
comprimento,
atrav�s da divis�o celular).</p>
<p style="text-align: justify;">Altera�es
enzim�ticas: falha no mecanismo enzim�tico que
converte o
colesterol em seus produtos que v�o desde a pregnenolona,
passando pela testosterona no homem, at� o
estrog�nio, na
mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">S�ndrome
de
Kallman: os fatores
ambientais e os est�mulos emocionais se transmitem ao
sistema
glandular atrav�s do hipot�lamo. A
S�ndrome de
Kallman, que � o nome dado � esse quadro de
atraso no
desenvolvimento, caracteriza-se p�r hipodesenvolvimento
genital,
amenorr�ia e anosmia.</p>
<p style="text-align: justify;">S�ndrome
de
Ulrich-Turnner:
nesse caso, a menina tem os ov�rios rudimentares e
n�o
funcionantes, em forma de �fita�. Apresentam uma
esp�cie de �asa� no pesco�o,
tecnicamente
denominada de Ptirigium coli e crescem at� a idade de
aproximadamente 10 anos, estacionando o desenvolvimento
f�sico e
ps�quico nesta idade, sendo imposs�vel exigir
dela,
tarefas al�m daquelas poss�veis de serem
realizadas por
uma menina de 10 anos, n�o importando se ela tenha 28 anos,
45
anos, ou mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>
Diagn�stico<br>
</strong><br>
Alguns aspectos da anamnese s�o importantes na
avalia��o do quadro cl�nico em
quest�o:
outros casos de puberdade tardia na fam�lia, detalhes sobre
o
parto que gerou a paciente, doen�as que possam ter ocorrido
na
inf�ncia e ainda o comportamento da paciente em termos de
vivacidade e aproveitamento nas atividades escolares. O exame
f�sico geral e o exame ginecol�gico permitem
avaliar o
desenvolvimento som�tico, o estado nutritivo, o
funcionamento
dos diversos aparelhos e verificar se existe, ou n�o,
esbo�o de telarca e de pubarca.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
seguintes exames
complementares
podem ser realizados:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Radiografia do
cr�nio para
diagnosticar tumores encef�licos e perfil da sela
t�rcica.</li>
<li>Eletroencefalograma.</li>
<li>Dosagem de gonadotrofinas
hipofis�rias.</li>
<li>Dosagem de
estrog�nios.</li>
<li>Dosagem de 17 KS e 17 OH.</li>
<li>Colpocitologia hormonal.</li>
<li>Ecografia p�lvica
e/ou
laparoscopia.</li>
<li>Bi�psia de
g�nadas.</li>
<li>Provas funcionais da
tire�ide
e das adrenais.</li>
<li>Provas de
fun��o
hep�tica.</li>
<li>Rea��o
de Mantoux.</li>
<li>Radiografia de
m�os e punhos
para determina��o da idade �ssea.</li>
<li>Exames
citogen�tico, pesquisa
de cromatina sexual e determina��o do
cari�tipo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Provas
farmacol�gicas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns
testes hormonais
podem ser
realizados para colaborar na localiza��o da causa
da
puberdade tardia:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>administra��o
do fator
hipotal�mico de libera��o dos
gonadotrofinas
hipofis�rias. Se ocorrer aumento das gonadotrofinas, a causa
ser� hipotal�mica. Caso contr�rio,
ser�
hipofis�ria.</li>
<li>Citrato de clomifeno por via
oral,
durante cinco dias. Se n�o ocorrer aumento de gonadotrofinas
e
de estrog�nios, a casa ser� hipofis�ria.</li>
<li>Progesterona
injet�vel via
intramuscular durante tr�s dias. Se n�o ocorrer
menstrua��o, o n�vel
estrog�nico
dever� ser nulo ou muito baixo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As
condi�es ambientais
da adolescente devem ser especialmente cuidadas. Vida social,
atividades esportivas e psicoterapia de apoio devem ser programadas.
O
tratamento de neoplasias encef�licas � da
al�ada
do neurocirurgi�o.</p>
<p style="text-align: justify;">Se
a causa foi
hipotal�mica, a
estimula��o dever� ser feita pela
administra��o de clomifeno.</p>
<p style="text-align: justify;">A
estimula��o
hipofis�rias pode ser feita pela
administra��o
c�clica de ester�ides sexuais em pequenas doses,
estabelecendo o �feedback� positivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O
tratamento das
s�ndromes de
Turner e de Savage consiste na administra��o de
estrog�nios e de gestag�nios, em ciclos hormonais
que
ser�o repetidos de modo permanente e tem a finalidade de
concorrer para o desenvolvimento dos caracteres sexuais
secund�rios, prevenindo aparecimento precoce dos sinais
caracter�sticos da s�ndrome
climat�rica.</p>
<p style="text-align: justify;">As
disfun�es de outras
gl�ndulas ser�o tratadas pelo endocrinologista. Os
estados
carenciais e as doen�as consuntivas, pelo cl�nico
geral.
O tratamento pelos estrog�nios deve ser controlado pelas
radiografias de m�os e punhos, visando o controle do
crescimento.</p>
</div>
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Coment�rios</p>
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<span class="authorlink" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 1.5em;"><a
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<p style="margin: 0px 0px 12px;">16� Curso de Eletroencefalografia</p>
<p style="margin: 0px 0px 12px;">De 13 a 18 de Abril de 2009</p>
<p style="margin: 0px 0px 12px;">Rio de Janeiro</p>
<p style="margin: 0px 0px 12px;">21 2233-3251<br>
21 2253-4240</p>
</li>
</ol>
</div>
<span style="font-weight: bold;"></span></div>
</div>
<div id="footer"></div>
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