__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Macedônia</title>
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Macedônia
</h2>
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title="Editar posts"><br>
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<p style="text-align: justify;">Situada
ao norte da Grécia, a Macedônia era um pequeno
reino que durante muito tempo não teve expressão.
Seus habitantes, da mesma origem que os gregos, cuidavam da agricultura
e pecuária. Ao subir ao trono o rei Filipe II, a
Macedônia iria transformar-se. Durante a juventude, Filipe
passara vários anos como refém, na cidade de
Tebas. Conhecera as virtudes e as fraquezas dos gregos. Aprendera a
arte militar com Temístocles, grande general
helênico. No poder, Filipe resolve conquistar a
Grécia.<span id="more-5937"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para
dominar as cidades gregas Filipe age em dois planos. Finge-se amigo dos
helenos, intervindo sempre que solicitado por alguma cidade em
dificuldade. Ao mesmo tempo organiza formidável
exército, no qual introduz vários
aperfeiçoamentos, como a falange, formada por fileiras de
soldados com lanças de mais de 6 metros de comprimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra
inovação militar de Filipe foi a vanguarda de
cavalaria (800 cavalos fortes e velozes), seguida da infantaria
(falange) e da artilharia (arqueiros), além de
máquinas de assalto (Catapultas e Aríetes).</p>
<p style="text-align: justify;">Antes
de atacar a Grécia militarmente, Filipe usou largamente de
sua habilidade política e até mesmo do suborno.
Apenas uma voz se levantou contra seus planos imperialistas –
a de Demóstenes, o maior orador grego, que tentou durante
anos levantar Atenas e outras cidades contra o perigo
macedônico. Suas orações ficaram
conhecidas como Filípicas.</p>
<p style="text-align: justify;">A
batalha decisiva entre macedônios e gregos travou-se em
Queronéia (338 a.C.). Atenienses e tebanos, finalmente
unidos, são derrotados pelas forças invasoras.
Filipe submete a Grécia, prometendo respeitar a autonomia de
suas cidades, mas proibindo-as de ter exércitos
independentes. Todas as tropas estariam, doravante, sob o comando do
rei macedônio.</p>
<p style="text-align: justify;">O
próximo passo de Filipe era a
conquista da Pérsia. Contando com os exércitos
gregos
aliados às suas forças, organiza a<strong>
</strong>expedição
ao Oriente. Às vésperas da partida,
porém,
é assassinado em Péla, capital da
Macedônia, por um
de seus generais.</p>
<p style="text-align: justify;">Sucede-lhe
no trono seu filho Alexandre, então com 20 anos de idade.
Primeiramente o jovem monarca procura eliminar os outros pretendentes
à sucessão de seu pai. Após assegurar
o poder, prepara-se para realizar, e mesmo superar, os planos paternos.</p>
<p style="text-align: justify;">Espírito
vivo, culto, ex-discípulo do filósofo
Aristóteles, enérgico, leal e generoso, Alexandre
era estimado pelos seus comandados. Era também dotado de
temperamento violento e capaz de terríveis
vinganças. A Grécia, ao saber da morte de Filipe,
tentou libertar-se. Pois ele atacou Tebas e arrasou a cidade, poupando
somente a casa do poeta Píndaro, que muito admirava.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
o triste castigo sofrido por Tebas, os gregos desistem de novos
levantes contra Alexandre. Por sua vez o macedônio resolve
atacar a Pérsia. À frente de 35 mil soldados e
uma esquadra de 160 navios, atravessa o Helesponto e penetra na
Ásia Menor.</p>
<p style="text-align: justify;">Às
margens do Granico vence o mais preparado exército de Dario
III, dominando a Lídia, a Frígia e a
Cilícia, províncias persas. A seguir combate
diretamente outro exército de Dario (planície de
Isso). Vencido, o rei persa abandona esposa, filhas e a
própria mãe às mãos de
Alexandre.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
vez de avançar para leste e atacar o interior do
Império Persa, Alexandre prefere dominar o litoral ocidental
e destruir a esquadra persa. Assim, marchando para o sul, ocupa a
Síria, a Fenícia e finalmente o Egito. Ali
é recebido como o “Filho de Deus”. Entre
suas obras no Egito funda Alexandria, no delta do Nilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Avança,
então, para o Oriente. Na planície de Gaugamelas,
no vale do Tigre, destroça o exército de Dario
III, que mais uma vez foge. Seguindo ao encalço do rei
fugitivo, Alexandre não o alcança. Dario III
é assassinado por um de seus Sátrapas.</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre
ordena o sepultamento de Dario III com todas as honras e entrega o
assassino aos parentes do rei, para que o justiçassem. A
seguir, avança até o rio Indo, pretendendo
conquistar a Índia. Mas seus soldados, cansados de combater,
recusam-se a seguí-lo. Alexandre regressa e faz de
Babilônia a capital de seu império.</p>
<p style="text-align: justify;">Ali,
pretendendo fundir em um só povo todo seu vasto
império, Alexandre procura unir, através de
casamentos europeus com orientais. Ele próprio se casa com
Roxana, princesa persa e ordena a seus oficiais que o imitem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua
corte recebe tanto gregos e macedônios como persas,
egípcios e babilônios. Alexandre leva a cultura
grega para o Oriente, mas também adota alguns costumes dos
povos conquistados. Entre esses está o
extraordinário amor ao luxo e aos prazeres e a
adoração do rei como se fora um verdadeiro deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
323 a.C., porém, aquele extraordinário general e
notável político, que formara em 12 anos o mais
vasto império da antigüidade, vem a falecer. Com 32
anos de idade é vítima de uma febre, enfraquecido
pelos esforços das guerras contínuas que
empreendera. Seu vastíssimo território foi
disputado por alguns generais, sendo finalmente dividido em
três. A Grécia e Macedônia (Cassandro),
o Egito (Ptolomeu) e a Síria (Seleuco). A Síria,
o mais extenso, dividiu-se depois em reinos menores, como
Pérgamo e Ponto.</p>
<p style="text-align: justify;">O
império de Alexandre, através do qual se difundiu
a cultura grega, ficou conhecido como o mundo helenístico.
Mesmo depois de dividido, os soberanos adotaram costumes gregos
mesclados de influências orientais. Várias cidades
foram fundadas (Alexandria, Herat, Samarcand, Haiderabad).</p>
<p style="text-align: justify;">Em
Alexandria, a mais famosa de todas, havia ruas com 30 metros de
largura; extenso cais; gigantesco farol, que através de
espelhos, iluminava a grande distância; grande Museum com
Jardim Zoológico e Botânico;
Observatório Astronômico. Além disso,
numerosos sábios ali pesquisavam e lecionavam para
estudantes de toda a parte do mundo antigo. Também estava em
Alexandria a maior biblioteca da antigüidade, com mais de 400
mil volumes, contendo todo o saber da época.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro
extraordinário centro helenístico foi
Pérgamo, cidade bem traçada, rica, de belos
edifícios e monumentos e onde teria sido inventado o
pergaminho. Também Pérgamo tinha importante
biblioteca.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
todo o mundo helenístico havia uma febre de saber e uma
grande efervescência de artistas, como Apeles;
matemáticos (Euclides, Ertóstenes);
físicos (Arquimedes); astrônomos (Hiparco) e
filósofos (Zeno, Epicuro).</p>
<p style="text-align: justify;">A
língua grega foi a língua do mundo
helenístico e através dela difundiram-se os
ideais helênicos: o amor à beleza, a lealdade
à pátria, o culto do esporte, o desenvolvimento
da ciência, o cultivo das letras e das artes e a semente da
democracia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">O
Habilidoso Filipe II</h4>
<p style="text-align: justify;">
<a href="../paginas/hfar-macedonia-imagem-1.html" title=""
class="shutterset_singlepic625"> <img
style="border: 0px solid ; width: 252px; height: 240px; float: right;"
class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/625__320x240_625.jpg"
alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>A
Macedônia, região ao Norte da Grécia,
tinha solo fértil, apesar de montanhoso. Nela viveram
camponeses rudes, organizados em tribos relativamente desunidas entre
si, enquanto os gregos já tinham alcançado sua
notável civilização. Por isso eram
considerados “bárbaros”, embora sua
língua fosse uma variação do grego e,
racialmente, constituíssem um povo helênico.</p>
<p style="text-align: justify;">No
V século a.C., durante o apogeu de Atenas, a
Macedônia começou a ser organizada como
nação. O rei Aquelau levou ao povo a cultura
grega, construiu estradas, fortalezas e começou a
organização do exército.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
359 a.C. sobe ao poder Filipe II. Na sua adolescência (dos 15
aos 18 anos) havia ficado em Tebas, como refém. Na
ocasião, estudou a organização
política e militar dos gregos e analisou suas virtudes e
fraquezas como povo. À testa dos macedônios,
Filipe, após dotar seu exército de
extraordinário poderio, põe em
ação um plano para a
dominação da Grécia. Pacientemente
aguarda o momento de invadir a península. Nesse tempo as
cidades gregas estavam decadentes e divididas em lutas internas.
Chamado para socorrer algumas cidades envolvidas em uma guerra de
caráter religioso (da Liga Anfictiônica), Filipe
marcha para o sul e domina a Grécia, apesar da
resistência dos atenienses e tebanos, alertados pelo grande
orador Demóstenes.</p>
<p style="text-align: justify;">Habilidosamente,
Filipe promete respeitar a autonomia das cidades gregas desde que seus
exércitos ficassem, doravante, sob controle
macedônico. Procurando um objetivo comum, capaz de unir os
desunidos gregos, encontra-o na campanha contra os persas –
velhos inimigos dos helênicos. O restante de seu governo
é dedicado a essa tarefa, que, entretanto, não
pôde realizar. Em 336, no casamento de sua filha,
é assassinado.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Treze
Anos que Abalaram o Mundo Antigo</h4>
<p style="text-align: justify;">
<a href="../paginas/hfar-macedonia-imagem-2.html"
title="Alejandro Magno en la batalha de Isos, contra Dar’o III (detalle de un mosaico, s II a de C; Museo Nacional de Nap—les
C:Reprodu�‹o
Livro: Cr—nica de la humanidad pag 133"
class="shutterset_singlepic627"> <img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 177px; float: left;"
class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/627__320x240_627.jpg"
alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>Morto
Filipe, seu filho Alexandre tinha apenas 20 anos. O trono vago
logo atrai vários pretendentes que precisam ser rapidamente
afastados. Entre eles estava a madrasta de Alexandre, que pretendia
reservar o poder para si e para seu filho (irmão de
Alexandre por parte de pai). Alexandre ordena a morte da madrasta,
sufoca algumas revoltas e torna-se dono do poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre
é uma das personalidades mais paradoxais da
História. Macedônio de nascimento, educado por
Aristóteles, era grego de formação.
Tinha rasgos de generosidade misturados com ataques de
vingança repentina e cruel. De grande beleza
física, forte, audaz e corajoso, aliava a nobreza,
elegância e sabedoria do grego com a destreza rude do
bárbaro macedônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua
curta vida não conheceu descanso. Realizou em 13 anos o
sonho de vários monarcas da antigüidade,
conquistando o maior império até então
formado no mundo. Foi o preparador do terreno para a futura
expansão do Império Romano. Seu amor à
cultura grega o levou a implantá-la no Oriente, estimulando
a fusão de povos de natureza tão diferente e
criando a chamada “civilização
helenística”.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A
Difusão da Cultura Grega</h4>
<p style="text-align: justify;">
<a href="../paginas/hfar-macedonia-imagem-3.html" title=""
class="shutterset_singlepic626"> <img
style="border: 0px solid ; width: 288px; height: 240px; float: right;"
class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/626__320x240_626.JPG"
alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>A chamada
“Helenização do
Oriente” foi obra de Alexandre e de seus sucessores.
Consistiu na fusão da cultura grega com a oriental,
estimulada pelo conquistador, que sonhava fazer de todo o seu vasto
império um só povo.</p>
<p style="text-align: justify;">Buscando
essa finalidade, estimulou casamentos entre seus soldados e mulheres
orientais e passou a adotar muitos costumes dos povos conquistados.</p>
<p style="text-align: justify;">Por
outro lado levou artistas gregos para as cidades orientais.
Lá, eles procuraram criar um novo gênero de arte,
aliando a simplicidade dos helenos ao espírito local, amante
do luxo e da grandiosidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas
das estátuas gregas que
chegaram até nós, são do
período
helenístico. Entre elas estão a <strong>Vênus
de Milo</strong> e a <strong>Vitória
de Samotrácia</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre
os fatos positivos da Helenização do Oriente,
além dos já mencionados, podem ser citados:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;">Fundação
de novas cidades.</li>
<li style="text-align: justify;">Ampliação
do comércio marítimo.</li>
<li style="text-align: justify;">Distribuição
das imensas riquezas dos monarcas persas pelas tropas conquistadas,
descentralizando-as e permitindo o florescimento de novos
pólos econômicos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Viveram
no período helenístico grandes nomes da
ciência e do pensamento. Entre eles estão: <strong>Arquimedes
</strong>(físico), <strong>Euclides
</strong>(matemático), <strong>Galeno
</strong>(<strong><em>Alquimista</em></strong>),
os filósofos <strong>Zenon
</strong>(criador do Estoicismo), <strong>Epicuro
</strong>(criador do Epicurismo) e <strong>Pirro</strong>
(criador do Ceticismo).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Algumas
Obras e Inovações Macedônicas</h4>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;">A
<strong>FALANGE
MACEDÔNICA</strong>
– Criada por Filipe e baseada na espartana, a falange era um
corpo de infantaria. Era formada por 16 mil dispostos em filas de mil
de frente por 16 de profundidade. Os primeiros seis soldados mantinham
suas lanças inclinadas, de forma que os de trás
também pudessem usar as suas, que avançavam cerca
de 1 metro à frente da primeira fila (as lanças
tinham 6 metros de comprimento). Assim, a frente da falange era uma
verdadeira muralha de pontas de ferro aguçadas que,
lançadas contra o inimigo, causavam terríveis
estragos.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>INFANTARIA</strong>
–
Era usada pelos macedônios, logo após a falange.
Dotado de
armas mais leves, o infante possuía grande mobilidade em
combate.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>CAVALARIA</strong>
– Foi utilizada como força de apoio à
infantaria. Suas cargas contra os exércitos inimigos eram
eficientes e, muitas vezes, devastadoras.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>TORRES
DE ASSALTO</strong> –
Imitando os assírios, Filipe utilizou essas
máquinas bélicas nos cercos de cidades.
Graças a elas, foi-lhe possível transpor altas
muralhas e invadir praças de guerra do inimigo, abrindo
caminho para a entrada decisiva de suas tropas no
coração da defesa do adversário.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>ALEXANDRIA</strong>
– A cidade fundada por Alexandre no delta do Nilo chegou a
ser a mais notável cidade do mundo antigo. Nela existia um
Museum (palácio das Musas), onde se faziam pesquisas em
todos os campos do conhecimento. Acredita-se que sua biblioteca
possuísse mais de 1 milhão de manuscritos,
contendo toda a ciência da época. Lamentavelmente
mais de 500 mil deles foram queimados pelo árabe
Omã (ano 640), ao que se diz, para alimentar caldeiras de
banhos quentes.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os
macedônios foram, devido ao seu ímpeto
expansionista e belicoso, os grandes divulgadores de todas as
ciências antigas, levando os conhecimentos obtidos dos povos
subjugados para todos os cantos do velho mundo, facilitando, com isso,
o aperfeiçoamento de técnicas,
métodos, equipamentos e até de drogas e
tratamentos novos desconhecidos até então.</p>
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img
style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt=""
src="../img/print.png" align="middle"></a></div>
</div>
<p style="text-align: justify;"></p>
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</div>
<span style="font-weight: bold;"></span></div>
</div>
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<br>
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