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Freud
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 alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a>
<strong>SIGMUND FREUD</strong>
(1856-1939) iniciou uma revolu&ccedil;&atilde;o intelectual
hist&oacute;rica na vis&atilde;o que o homem tem do
pr&oacute;prio homem com o desenvolvimento de sua teoria
psicanal&iacute;tica. Considerava que as for&ccedil;as
inconscientes eram altamente significativas como causa do
dist&uacute;rbio mental e emocional. Ao desenvolver a
psican&aacute;lise como um m&eacute;todo de tratamento e
investiga&ccedil;&atilde;o, deu grande relev&acirc;ncia
&agrave; sexualidade e &agrave; amn&eacute;sia infantil; os
princ&iacute;pios do prazer e da realidade; a
psicodin&acirc;mica; o complexo de &Eacute;dipo, a inveja do
p&ecirc;nis; as lembran&ccedil;as ocultas, a rivalidade entre
irm&atilde;os; a cena prim&aacute;ria; as bases do id, do ego e
do superego; a teoria da libido; os mecanismos da repress&atilde;o
e outros mecanismos de defesa; e o emprego terap&ecirc;utico do
div&atilde;, a livre associa&ccedil;&atilde;o, a
an&aacute;lise dos sonhos, das parapraxis, a resist&ecirc;ncia
e as transfer&ecirc;ncias.<span id="more-6933"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Viena
d&rsquo;&Aacute;ustria</strong>,
fins do s&eacute;culo XIX. Perante um p&uacute;blico composto
quase inteiramente por m&eacute;dicos, <strong>Freud</strong>
desenvolve sua teoria sobre sexualidade infantil. Imbu&iacute;dos
dos preconceitos da &eacute;poca, os ouvintes n&atilde;o
admitem que as rea&ccedil;&otilde;es infantis tenham
liga&ccedil;&otilde;es com o sexo e, ap&oacute;s violenta
discuss&atilde;o com o orador, saem indignados.</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente,
poucos personagens do mundo da ci&ecirc;ncia suscitam
t&atilde;o acirrada pol&ecirc;mica quanto <strong>Freud</strong>,
o criador da psican&aacute;lise. E poucas pessoas se entregam de
maneira t&atilde;o completa e apaixonada &agrave; pesquisa do
mist&eacute;rio que &eacute; a alma humana.</p>
<p style="text-align: justify;">No
dia 06 de maio de 1856, nasce <strong>Freud</strong>
em Freiberg, na Mor&aacute;via, &Aacute;ustria, hoje Pribor,
Tchecoslov&aacute;quia. Filho de Jakob Freud e Amalie Natanshon,
modestos comerciantes judeus. Aos 4 anos de idade, Freud muda-se com a
fam&iacute;lia para Viena, onde passar&aacute; a maior parte de
sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro
da classe desde o in&iacute;cio de sua vida escolar, o jovem Freud
revela-se extraordinariamente dotado para a qu&iacute;mica e a
bot&acirc;nica. Atra&iacute;do pelos trabalhos de Darwin,
interessa-se pela pesquisa cient&iacute;fica. Influenciado pela
obra <strong><em>A
Natureza</em></strong>,
de Goethe, ingressa na Faculdade de Medicina de Viena, em 1873.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas
no meio universit&aacute;rio
encontra obstinada rea&ccedil;&atilde;o
anti-sem&iacute;tica. No
entanto, o fato n&atilde;o o abala: <strong><em>&ldquo;Jamais
aceitarei que devesse ter vergonha de minha origem ou, como diziam, de
minha ra&ccedil;a&rdquo; &ndash; </em></strong>afirmara
num trecho de sua autobiografia. Al&eacute;m de ter que enfrentar o
preconceito, o jovem estudante vive momentos dif&iacute;ceis em
fam&iacute;lia. Com a quebra da bolsa de valores de Viena, Jakob
Freud ficou falido. Para sobreviver, sua fam&iacute;lia
&eacute; obrigada a aceitar a ajuda de parentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
o curso de medicina, Freud fez experi&ecirc;ncias com a <strong>coca&iacute;na</strong>.
Usou-a, ofereceu &agrave; sua noiva, &agrave;s suas
irm&atilde;s e aos seus amigos, sendo respons&aacute;vel pela
introdu&ccedil;&atilde;o da subst&acirc;ncia na
pr&aacute;tica m&eacute;dica. Entusiasmado com ela, descobriu
que a coca&iacute;na curava sua depress&atilde;o e ajudava na
indigest&atilde;o quase cr&ocirc;nica. Freud estava convencido
de Ter encontrado uma droga milagrosa que curaria da ci&aacute;tica
ao enj&ocirc;o mar&iacute;timo, e lhe daria a fama e o
reconhecimento que ansiava.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas
isso n&atilde;o iria acontecer. Um dos colegas m&eacute;dicos
de Freud, depois de ouvir suas conversas casuais sobre a droga, fez
suas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias e descobriu que a
coca&iacute;na podia ser usada para anestesiar o olho humano,
possibilitando pela primeira vez a cirurgia ocular. Freud publicou um
artigo sobre os usos e benef&iacute;cios da coca&iacute;na em
1884, sendo esse trabalho considerado parcialmente
respons&aacute;vel pela epidemia do uso de coca&iacute;na que
varreu a Europa e os Estados Unidos, durando at&eacute; quase toda
a d&eacute;cada de 20.</p>
<p style="text-align: justify;">Freud
foi criticado por defender o uso da coca&iacute;na fora da cirurgia
do olho e por difundir essa peste no mundo. Pelo resto da vida, ele
tentou deliberadamente apagar toda lembran&ccedil;a do seu endosso
&agrave; coca&iacute;na, chegando a omitir
refer&ecirc;ncias ao seu trabalho em sua pr&oacute;pria
bibliografia. Por muitos anos, acreditava-se que Freud parara de usar a
coca&iacute;na dos dias de escola m&eacute;dica, mas
descobriu-se recentemente que ele usou a droga por mais dez anos,
at&eacute; aproximadamente sua meia idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
1876, ainda estudante, Sigmund
come&ccedil;a a interessar-se por neurologia, e a trabalhar com
pesquisas sobre o assunto, com o <strong>Professor
Ernst Br&uuml;cke. </strong>A&iacute;
conhece <strong>Joseph Breuer</strong>,
que se tornar&aacute; mais tarde seu grande amigo e colaborador.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
1881, conclui seu curso de medicina. Sua tese de doutoramento versa
sobra o sistema nervoso. E resolve seguir por esse caminho,
especializando-se em neurologia. Durante v&aacute;rios anos,
trabalha numa cl&iacute;nica para crian&ccedil;as, onde
descobre um tipo de paralisia cerebral e escreve um ensaio sobre a
afasia &ndash; problema de fala proveniente de
dist&uacute;rbios psicol&oacute;gicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Freud
</strong>j&aacute;
&eacute; quase independente. N&atilde;o recebe mais ajuda da
fam&iacute;lia, mas sim de m&eacute;dicos amigos, em particular
de <strong>Joseph Breuer</strong>,
com quem passou a trabalhar. Breuer transmite-lhe o resultado de certas
experi&ecirc;ncias que fizera no campo neurol&oacute;gico e
conhece sua experi&ecirc;ncia em um caso de histeria que havia
melhorado ap&oacute;s tratamento pela hipnose. <strong>Sigmund</strong>
entusiasma-se com a experi&ecirc;ncia. Dedica-se com afinco a
estudar o
assunto, n&atilde;o s&oacute; em teoria mas principalmente na
pr&aacute;tica.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditando
ser a hipnose a
solu&ccedil;&atilde;o para as
perturba&ccedil;&otilde;es mentais,
muda-se para Paris, em 1885, a fim de estudar com <strong>Jean
Martin Charcot</strong>. A
t&eacute;cnica do grande neurologista, que aplica o hipnotismo nos
pacientes de sua cl&iacute;nica, torna-se motivo de debate nos
meios m&eacute;dicos, mas influencia, ao mesmo tempo, muitos deles.
Como Sigmund Freud e Breuer, Charcot tamb&eacute;m acreditava que a
histeria deve ser tratada sob o ponto de vista psicol&oacute;gico e
n&atilde;o como doen&ccedil;a org&acirc;nica.
S&atilde;o raros os que pensam assim. A maioria dos
m&eacute;dicos ainda prefere seguir o lema: <strong><em>mens
sana in corpore sano</em></strong>
&ndash; um corpo s&atilde;o significa, obrigatoriamente, a
presen&ccedil;a de mente tamb&eacute;m sadia</p>
<p style="text-align: justify;">Em
abril de 1886, Freud retorna a Viena, onde retoma seu trabalho ao lado
de Breuer. E abre seu pr&oacute;prio consult&oacute;rio para
clientes particulares. Em setembro do mesmo ano, casa-se com <strong>Martha
Bernays</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
seu consult&oacute;rio, Freud aplica o sistema da hipnose aliado ao
m&eacute;todo da <strong><em>catarse</em></strong>:
libertando-se da emo&ccedil;&atilde;o reprimida, o paciente
revive, no sono hipn&oacute;tico, as experi&ecirc;ncias que
motivaram sua ang&uacute;stia; revelam-se, assim, as
&ldquo;bases&rdquo; do seu desajuste. Preciosas
informa&ccedil;&otilde;es sobre os conflitos inconscientes
surgem desse trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa
informa&ccedil;&otilde;es colhidas
na pr&aacute;tica ser&atilde;o mais tarde descritas no livro
elaborado
em colabora&ccedil;&atilde;o com Breuer: <strong><em>Estudos
Sobre a Histeria.</em></strong>
Aos poucos, surgem dificuldades. Os resultados da hipnose
s&atilde;o muito relativos: os problemas mais profundos permanecem
impenetr&aacute;veis. Freud substitui o sistema da hipnose pelo da <strong><em>associa&ccedil;&atilde;o
livre</em></strong>:
o paciente &eacute; levado a dizer livremente tudo o que lhe
ocorre, &agrave; medida que o m&eacute;dico faz perguntas ou
menciona certas frases ou eventos. Por essa t&eacute;cnica, o
indiv&iacute;duo muitas vezes acaba relatando fatos que ocorreram
h&aacute; muito tempo e permaneciam &ldquo;guardados&rdquo;
em seu subconsciente. E, segundo Freud, muitos desses acontecimentos
remotos teriam sido esquecidos justamente como um mecanismo de defesa,
por serem origem de fortes choques emocionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo
Freud, ainda, a personalidade estaria composta de tr&ecirc;s
camadas: o <strong><em>Id,
</em></strong>o
<strong><em>Ego</em></strong>
e o <strong><em>Superego</em></strong>.
O Id &eacute; concebido como sendo a parte mais antiga da mente,
inteiramente inconsciente e voltada para a
forma&ccedil;&atilde;o dos impulsos, sendo por isso o seu
reposit&oacute;rio e por isso n&atilde;o apresenta conflitos. O
Ego corresponde aproximadamente ao sistema executor das demanda do Id,
sendo que &eacute; ele o organizador das defesas, assegura a
adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; realidade , regula os
conflitos, faz a censura e representa a raz&atilde;o, a
percep&ccedil;&atilde;o, a mem&oacute;ria. O superego
&eacute; o representante dos aspectos restritivos da psique, ou
seja, &eacute; quem regula as demandas do Id e a sua
execu&ccedil;&atilde;o pelo Ego. Seria as
conseq&uuml;&ecirc;ncias das regras impostas pelos pais e
conven&ccedil;&otilde;es sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
o per&iacute;odo que poderia ser chamado de
&ldquo;prim&oacute;rdios da psican&aacute;lise&rdquo;,
Freud observou e deteve-se a analisar o que entrevia no inconsciente de
seus pacientes. Chegou &agrave; convic&ccedil;&atilde;o de
que todos os problemas psicol&oacute;gicos que se manifestam na
vida adulta tem ra&iacute;zes na inf&acirc;ncia. Suas teorias
originam ferrenhas pol&ecirc;micas nos meios intelectuais; ganhou
inimigos exaltados.</p>
<p style="text-align: justify;">A
Psican&aacute;lise seguia seu caminho. Ap&oacute;s esses passos
iniciais, Freud come&ccedil;ou a entrever uma nova chave para
desvendar o mundo oculto da mente. Muitas vezes em seus relatos a
respeito das experi&ecirc;ncias vividas, os pacientes discorriam
sobre sonhos que haviam causado impress&atilde;o profunda. Se
inconsciente estava a raiz dos problemas, o sonho poderia ser um
caminho para trazer &agrave; tona os sentimentos e
emo&ccedil;&otilde;es reprimidos. Imaginou que o sonho poderia
funcionar como uma esp&eacute;cie de
&ldquo;v&aacute;lvula&rdquo; para liberar o choque entre a
vontade (do consciente, o Ego) e o instinto (do inconsciente, o Id).</p>
<p style="text-align: justify;">Freud
foi o primeiro a interessar-se cientificamente pelos sonhos.
considerava o estudo e a interpreta&ccedil;&atilde;o dos sonhos
como um passo important&iacute;ssimo no sentido de transformar a
psicologia em verdadeira ci&ecirc;ncia. At&eacute;
ent&atilde;o, o assunto s&oacute; preocupara feiticeiros,
astr&oacute;logos e adivinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprofundou-se
no assunto, passou a considerar a interpreta&ccedil;&atilde;o
dos sonhos como um dos melhores m&eacute;todos para vasculhar o
mundo subconsciente dos indiv&iacute;duos. Os conflitos entre o
consciente e o inconsciente &ldquo;escapam&rdquo; durante o
sono, por meio de s&iacute;mbolos, na maioria das vezes
surrealistas. A aparente incoer&ecirc;ncia de determinados sonhos,
as seq&uuml;&ecirc;ncias absurdas, os s&uacute;bitos cortes
e mudan&ccedil;as davam a chave de sua
significa&ccedil;&atilde;o, quando interpretados por meio e <strong>s&iacute;mbolos</strong>
e da <strong>&ldquo;<em>livre
associa&ccedil;&atilde;o&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A
partir desse estudo, formulou a sua teoria para explicar as neuroses.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
os dez anos em que trabalhou na elabora&ccedil;&atilde;o de
suas principais teorias, Freud esteve s&oacute;. Em 1906,
juntaram-se a ele alguns colegas e disc&iacute;pulos que iriam
posteriormente complementar e continuar a sua obra: <strong>Alfred
Adler, Carl Gustav Jung, Sandor Ferenczi, Wilhelm Steckel, Otto Rank.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em
1908, reuniram-se no primeiro <strong>Congresso
Internacional de Psican&aacute;lise.</strong>
Pouco depois fundaram a <strong>Associa&ccedil;&atilde;o
Internacional de Psican&aacute;lise</strong>,
com sucursais em v&aacute;rios pa&iacute;ses.
Come&ccedil;aram a editar revistas especializadas, e divulgar os
resultados obtidos em Viena para o mundo inteiro. A fama das novas
teorias logo alcan&ccedil;a outros continentes. O renome de Freud
chega aos Estados Unidos; em 1909, ele pronuncia uma s&eacute;rie
de confer&ecirc;ncias na Universidade de Worcester, em
Massachusetts, as c&eacute;lebres <strong><em>Cinco
Li&ccedil;&otilde;es em Psican&aacute;lise</em></strong>.
&Eacute; o primeiro reconhecimento acad&ecirc;mico
internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">No
ano de 1912, seu colaborador <strong>Adler</strong>
se separa dele, em 1913, <strong>Jung</strong>
e a seguir <strong>Steckel</strong>.
Os caminhos seguidos no estudo e na pesquisa j&aacute;
come&ccedil;am a divergir, embora o ponto de partida tenha sido o
mesmo. Mas as novas teorias n&atilde;o tiravam o m&eacute;rito
de Freud. Ao contr&aacute;rio, valorizaram-no: foi a partir das
id&eacute;ias dele que elas puderam surgir. E a partir dele, o
interesse pelo homem e por seus problemas mais profundos
intensificou-se e aperfei&ccedil;oou-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
a eclos&atilde;o da <strong>Primeira
Guerra Mundial</strong>,
Freud enfrenta um ambiente hostil, carregado de &oacute;dio contra
os
judeus. Os &uacute;ltimos anos de sua vida coincidem com a
expans&atilde;o <strong>Nazista</strong>
na Europa. E h&aacute; j&aacute; dezesseis anos ele sofre de
c&acirc;ncer no maxilar. Al&eacute;m da doen&ccedil;a,
&eacute; atrozmente perseguido por causa de suas id&eacute;ias.
Seus livros s&atilde;o queimados em pra&ccedil;a
p&uacute;blica, junto com muitos outros de autores judeus. A
alega&ccedil;&atilde;o era a de serem perniciosos por conterem
&ldquo;uma pornografia especialmente judaica&rdquo;.</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="../paginas/hfar-freud-2.html" title=""
 class="shutterset_singlepic739"> <img
 style="border: 0px solid ; width: 160px; height: 122px; float: right;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/739__320x240_739.jpg"
 alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a></p>
<p style="text-align: justify;">Seus
bens s&atilde;o confiscados e sua biblioteca &eacute; queimada.
Est&aacute; com 81 anos quando <strong>Hitler</strong>
invade a &Aacute;ustria. Seus amigos insistem para que abandone o
pa&iacute;s. Mas aquela &eacute; sua p&aacute;tria,
n&atilde;o quer deix&aacute;-la. Retiram-lhe o passaporte e
pro&iacute;bem-no de trabalhar. Gra&ccedil;as &agrave;
interven&ccedil;&atilde;o de Roosevelt, presidente dos Estados
Unidos, consegue deixar o pa&iacute;s e chegar ileso &agrave;
Inglaterra. Mas morre um ano depois, vitimado pelo c&acirc;ncer.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje,
&eacute; certo que suas teorias revolucion&aacute;rias para a
&eacute;poca abriram novas perspectivas para a
explora&ccedil;&atilde;o dos problemas do homem. Sua teoria e
sua terapia psicanalista foram desenvolvidas e modificadas pelos seus
seguidores, enriquecendo-as. Passou a constituir um instrumento
obrigat&oacute;rio de pesquisa e
interpreta&ccedil;&atilde;o em todos os dom&iacute;nios das
ci&ecirc;ncias humanas. Al&eacute;m disso, as
aplica&ccedil;&otilde;es da psican&aacute;lise &agrave;
cr&iacute;tica art&iacute;stica e liter&aacute;ria
s&atilde;o extremamente amplas e fecundas.</p>
<h4>Principais obras de Freud</h4>
<ul>
  <li style="text-align: justify;">Interpreta&ccedil;&atilde;o
dos Sonhos &ndash; 1900;</li>
  <li style="text-align: justify;">Psicopatologia
da Vida Cotidiana &ndash; 1904;</li>
  <li style="text-align: justify;">Recorda&ccedil;&atilde;o
Infantil de Leonardo da Vinci &ndash; 1910;</li>
  <li style="text-align: justify;">Totem
e Tabu &ndash; 1912;</li>
  <li style="text-align: justify;">Introdu&ccedil;&atilde;o
&agrave; Psican&aacute;lise &ndash; 1916-17;</li>
  <li style="text-align: justify;">Psican&aacute;lise
e Teoria da Libido &ndash; 1918;</li>
  <li style="text-align: justify;">Mais
Al&eacute;m do Princ&iacute;pio do Prazer &ndash; 1920;</li>
  <li style="text-align: justify;">Psicologia
das Massas e An&aacute;lise do Ego &ndash; 1921;</li>
  <li style="text-align: justify;">O
Ego e o Id &ndash; 1923;</li>
  <li style="text-align: justify;">Neurose
e Psicose &ndash; 1923;</li>
  <li style="text-align: justify;">Minha
Vida e a Psican&aacute;lise &ndash; 1925;</li>
  <li style="text-align: justify;">Inibi&ccedil;&atilde;o,
Sintoma e Ang&uacute;stia &ndash; 1926.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">No
Brasil, as obras de Freud foram organizadas em uma
enciclop&eacute;dia de 28 volumes publicados pela <strong>Editora</strong>
<strong>Imago</strong>,
na qual s&atilde;o encontrados todos os trabalhos do <strong>Mestre</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O
grande m&eacute;rito de <strong>Freud</strong>
foi abordar temas considerados tabus e imorais em sua &eacute;poca,
como por exemplo a sexualidade e ainda, atribuir &agrave; ela,
grande parte dos problemas ps&iacute;quicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A
psican&aacute;lise, como afirmara <strong>Bleuler,</strong>
corretamente, diga-se de passagem,<strong>
</strong>acabou se transformando em
dogma, n&atilde;o por obra do pr&oacute;prio <strong>Freud</strong>,
pois ele mesmo afirmava que <strong><em>&ldquo;algum
dia a ci&ecirc;ncia ter&aacute; m&aacute;quinas e
m&eacute;todos que descobrir&atilde;o as causas e os mecanismos
que levam aos dist&uacute;rbios mentais na pr&oacute;pria
constitui&ccedil;&atilde;o do ser humano, mas por enquanto
s&oacute; posso explic&aacute;-los unicamente via minha
percep&ccedil;&atilde;o e observa&ccedil;&otilde;es
cl&iacute;nicas e por isso o fa&ccedil;o de acordo com minhas
concep&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas&rdquo;</em></strong>
mas seus disc&iacute;pulos e seguidores n&atilde;o entenderam o
m&aacute;xima do <strong>Mestre
Freud</strong> e acabaram por
dogmatizar a psican&aacute;lise transformando uma teoria em uma <strong>m&aacute;xima
cientificamente comprovada </strong>ou
em uma <strong>ci&ecirc;ncia
exata</strong>, mas essa valendo
unicamente para eles psicanalistas. A teoria do <strong>Complexo
de &Eacute;dipo </strong>&eacute;
vista de forma resumida em cap&iacute;tulo mais a frente, enquanto
a obra que serviu de inspira&ccedil;&atilde;o para <strong>Freud
</strong>criar sua teoria da
forma&ccedil;&atilde;o de personalidade, a qual chama-se <strong>&Eacute;DIPO-REI</strong>,
uma trag&eacute;dia <strong>grega</strong>
escrita por <strong>S&Oacute;FOCLES</strong>,
por volta do ano 430a.C. est&aacute; resumida aqui, como se segue.</p>
<h4 style="text-align: justify;">&Eacute;dipo-Rei</h4>
<p style="text-align: center;">
<a href="../paginas/hfar-freud-3.html" title=""
 class="shutterset_singlepic740"> <img
 style="border: 0px solid ; width: 160px; height: 107px; float: left;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/740__320x240_740.jpg"
 alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a></p>
<p style="text-align: justify;">A
narrativa se inicia com o Rei
&Eacute;dipo recebendo, &agrave; escadaria de seu
pal&aacute;cio, um
grupo de jovens e idosos, liderados pelo <strong>Sacerdote</strong>,
vindo estes a suplicar-lhe que encontrasse uma forma de livrar <strong>Tebas</strong>
do mal que afligia a cidade e causava a
destrui&ccedil;&atilde;o, a dor e a morte de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois
eis que o Rei &Eacute;dipo, j&aacute; sabendo dos
supl&iacute;cios pelos quais passava seus s&uacute;ditos, estes
lhe causando muita dor e provocando-lhe incontido choro, j&aacute;
havia ordenado que seu cunhado <strong>Creonte</strong>
fosse ao templo do deus <strong>Apolo</strong>
em <strong>Delfos</strong>
consultar os or&aacute;culos do deus <strong>Sol</strong>
a mister de descobrir qual a natureza do mal que se abatia sobre Tebas
e como extirp&aacute;-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando
Creonte &agrave; Tebas, trouxe este as
determina&ccedil;&otilde;es do deus: <strong>APOLO,
indignado com o assass&iacute;nio do rei LAIOS, exigia ou o sangue
ou o desterro do criminoso, fosse ele quem o fosse.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao
ouvir Creonte, &Eacute;dipo disse n&atilde;o ter conhecido o
Rei Laios pois este j&aacute; era morto quando chegou &agrave;
Tebas e, decifrando o terr&iacute;vel enigma da <strong>Esfinge</strong>,
derrotou-a e sendo por isso feito rei de Tebas e ainda, desposando a
viuva de Laios, <strong>Jocasta</strong>,
com a qual teve filhos e filhas e por isso, alienou-se no dever tanto
moral quanto divino de elucidar esse assass&iacute;nio e punir os
culpados. Para isso, iniciou a investiga&ccedil;&atilde;o,
interpelando o Sacerdote, que tamb&eacute;m ouvira as ordens do
deus, sobre o motivo de n&atilde;o se ter investigado a morte de
seu antecessor e este lhe afirmou que devido &agrave;
amea&ccedil;a da esfinge, todos eram obrigados a deixarem de lado
as coisas duvidosas para se aterem unicamente &agrave; rotina e a
vida cotidiana.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente
interrogou Creonte que afirmou ter o Rei Laios sucumbido nas
m&atilde;os de salteadores (<em>assaltantes
que se espreitam &agrave; beira dos caminhos</em>)
e que todos haviam sido mortos, &agrave;
exce&ccedil;&atilde;o do <strong>Pastor</strong>
que conseguira fugir e veio ter &agrave; cidade trazendo a nefasta
not&iacute;cia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Creonte</strong>,
s&aacute;bio e profundo conhecedor do povo tebano, sugeriu ao Rei
que mandasse chamar <strong>Tir&eacute;sias</strong>,
o vidente cego para que esse adivinhasse quem era o assassino e onde se
escondia, ao que consentiu &Eacute;dipo. Chamado <strong>Tir&eacute;sias</strong>,
este disse que o assassino era o pr&oacute;prio Rei
&Eacute;dipo, em cumprimento ao destino tra&ccedil;ado a ele
pelo deus ao nascer e que determinava: <strong>tu,
&Eacute;dipo, um dia matar&aacute;s teu pai e
desposar&aacute;s tua m&atilde;e</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta
profecia n&atilde;o era estranha
&agrave; &Eacute;dipo que j&aacute; a conhecia de muito e
por isso
mesmo fugiu de sua terra natal <strong>Corintos,</strong>
para que ela n&atilde;o se cumprisse.</p>
<p style="text-align: justify;">Discutiu
&Eacute;dipo com Tir&eacute;sias, expulsando-o do
pal&aacute;cio e voltando-se, ap&oacute;s isso, contra Creonte,
acusando-o de estar usando o vidente para destron&aacute;-lo e
ficar com o poder. Ap&oacute;s acirrada discuss&atilde;o,
&Eacute;dipo sentencia Creonte ao desterro, por escolha deste, mas
heis que <strong>Jocasta</strong>,
a rainha interv&eacute;m e apazigua os &acirc;nimos, e quando
&Eacute;dipo aproveita para interrogar-lha sobre o local e o tempo
da morte de Laios e esta lhe revela que este fora trucidado onde se
bifurcam os caminhos de <strong>Delfos
</strong>e <strong>D&aacute;ulia,
</strong>e o tempo era o mesmo da
apari&ccedil;&atilde;o de &Eacute;dipo em Tebas. Neste
momento, &Eacute;dipo foi tomado de horr&iacute;vel
pressentimento e perguntou como era o rei Laios e como era seu
s&eacute;quito e, ap&oacute;s a descri&ccedil;&atilde;o
e Jocasta, teve o pressentimento de que ele pr&oacute;prio havia
matado Laios devido a uma discuss&atilde;o que teve ao
encontr&aacute;-lo com seu s&eacute;quito no local onde Jocasta
havia descrito. Para ter a certeza de que n&atilde;o fora ele quem
matara o Rei Laios, mandou chamar o servo sobrevivente para
interrog&aacute;-lo e descobrir se fora um ou um bando que matara o
s&eacute;quito do rei Laios.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto
aguarda a chegada do Pastor, Jocasta o interroga sobre o porque de sua
afli&ccedil;&atilde;o e &Eacute;dipo lhe conta da profecia
e diz que a ela que para n&atilde;o matar seu pai, o Rei <strong>Pol&iacute;bio</strong>,
de <strong>Corintos</strong>
e n&atilde;o acabar por desposar <strong>M&eacute;rope</strong>,
de <strong>D&oacute;rios</strong>,
ele fugiu de sua cidade e vagou pelo mundo at&eacute; que um dia, a
caminho de Tebas encontrou um cortejo que, pela for&ccedil;a o
obrigou a sair do caminho, mas &Eacute;dipo, ao reagir, matou a
todos, menos o pastor e, para tirar essa imensa d&uacute;vida da
cabe&ccedil;a, apesar de que ainda n&atilde;o tenha se dado
conta de que o homem que ele havia matado era seu pr&oacute;prio
pai, pediu que lhe trouxessem o pastor.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes
que o pastor chegasse, apresentou-se no pal&aacute;cio um <strong>Emiss&aacute;rio</strong>
de <strong>Corintos</strong>,
que a procura de &Eacute;dipo, apresentou-se &agrave; <strong>Jocasta</strong>,
trazendo a not&iacute;cia de que, pela morte de seu pai <strong>Pol&iacute;bio</strong>,
o povo de<strong> Corintos</strong>
o queria fazer <strong>Rei do
Istmo. Jocasta</strong>, ao receber
a not&iacute;cia e sabendo da profecia, mandou a <strong>Aia</strong>
chamar &Eacute;dipo, imediatamente para vir ter com o
emiss&aacute;rio. Chegando &agrave; presen&ccedil;a do
emiss&aacute;rio e recebendo a not&iacute;cia, &Eacute;dipo
o interrogou acerca das circunst&acirc;ncias da morte de seu pai.
Morte completamente natural e ao ser interpelado por <strong>Jocasta
</strong>sobre voltar para <strong>Corintos</strong>,
&Eacute;dipo perguntou ao emiss&aacute;rio se sua
m&atilde;e ainda vivia e, com a resposta era afirmativa, disse
&agrave; <strong>Jocasta</strong>
que ainda assim a profecia poderia ser cumprida e, ao ouvir isso, o
emiss&aacute;rio perguntou a &Eacute;dipo, como
s&uacute;dito que tamb&eacute;m o era, o porqu&ecirc; de
n&atilde;o voltar &agrave; terra natal e &Eacute;dipo
dizendo-lhe que n&atilde;o era segredo nenhum, contou-lhe a
profecia. Ao ouvir isso, o emiss&aacute;rio revelou-lhe que
n&atilde;o era filho leg&iacute;timo de <strong>Pol&iacute;bio
</strong>e <strong>Mer&oacute;pe</strong>,
mas sim adotivo, pois ambos n&atilde;o puderam gerar prole e,
ouvindo
isso, seu cora&ccedil;&atilde;o se sobressaltou e, ainda ao
chegar o <strong>Pastor,</strong>
pelo qual &Eacute;dipo esperava para interrog&aacute;-lo, o
mesmo foi reconhecido pelo emiss&aacute;rio como o homem que
entregou &Eacute;dipo ainda crian&ccedil;a para que o criasse.
Neste momento, revelou-se todo o desfecho da profecia que havia
h&aacute; muito se cumprido: <strong>&Eacute;dipo
matara o pr&oacute;prio pai naquela
bifurca&ccedil;&atilde;o e, ao decifrar o enigma da esfinge,
tomara o poder em Tebas e desposara sua pr&oacute;pria
m&atilde;e, com quem teve filhos e filhas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jocasta</strong>
sabendo que os deuses tramaram um destino infeliz para aquele filho,
colocou em seus p&eacute;s um grampo e mandou que o <strong>Pastor
</strong>o levasse para longe e o
matasse, mas chegando ao <strong>Ciret&atilde;o</strong>,
o Pastor ficou com pena daquela crian&ccedil;a e o entregou ao <strong>emiss&aacute;rio</strong>
que tamb&eacute;m pastoreava por aqueles lados &agrave;quelas
&eacute;pocas e este o recebeu e entregou &agrave; <strong>Pol&iacute;bio
</strong>e <strong>Mer&oacute;pe</strong>,
por n&atilde;o terem filhos, o criaram e, quando o <strong>Pr&iacute;ncipe
&Eacute;dipo de Corintos</strong>
soube da profecia, fugiu do pa&iacute;s (a cidade-estado de
Corintos) e seguiu-se enredo da narrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
conhecer a narrativa do emiss&aacute;rio que disse ser
&Eacute;dipo filho adotivo de <strong>Pol&iacute;bio</strong>
e ao ouvi-lo contar a hist&oacute;ria do grampo, sendo que a
cicatriz do grampo &eacute; que deu o nome <strong>&Eacute;dipo,
</strong>que significa <strong>p&eacute;s
inchados</strong>, <strong>Jocasta</strong>
imediatamente se apercebeu da verdade e implorou para que
&Eacute;dipo deixasse o caso de lado e se esquecesse dele,
antevendo a desgra&ccedil;a que estava por vir, mas este, teimoso e
at&aacute;vico quis ir at&eacute; o fim e, por isso, <strong>Jocasta
</strong>se suicidou por
enforcamento e &Eacute;dipo, quando descobriu seu crime, foi
at&eacute; o quarto de sua <strong>m&atilde;e-esposa</strong>
e vendo-a morta, pegou seus alfinetes de ouro furando-se os olhos e
amaldi&ccedil;oando-se, pedindo &agrave; <strong>Creonte
</strong>que assumisse o governo,
cuidasse de suas pobres e desgra&ccedil;adas filhas e ainda, que <strong>Creonte</strong>
o sentenciasse de acordo com a vontade do deus <strong>Apolo</strong>.
E assim se fez. Creonte, a pedido do pr&oacute;prio <strong>&Eacute;dipo</strong>
o mandou embora em degredo.</p>
<p style="text-align: justify;">Da
mesma forma que <strong>Freud,
JUNG </strong>tamb&eacute;m
buscou inspira&ccedil;&atilde;o na mitologia grega para compor
sua
teoria da personalidade que ser&aacute; vista mais a frente.</p>
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