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<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"> <html> <head> <meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset="UTF-8"> <title>A Educação no Brasil</title> <link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css" media="screen"> </head> <body> <div id="container"> <div id="header" title="sitename"> <h1 style="text-align: center;"><img style="width: 800px; height: 120px;" alt="" src="logo.jpg"></h1> </div> <div class="blogentry"> <div style="text-align: center;"><iframe src="indice.html" frameborder="0" height="20" width="800"></iframe></div> <center><font class="option" color="#000000"><b><br> </b></font> <div style="text-align: justify;"><br> </div> <font class="option" color="#000000"><b> </b></font></center> <br> <h2 style="text-align: center;" class="art-PostHeader"> A Educação no Brasil </h2> <div class="art-PostMetadataHeader"> <div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"></div> </div> <p style="text-align: justify;"><strong><span id="more-6636"></span>Características Gerais da Colonização de Brasil</strong></p> <h4 style="text-align: justify;">Colonização brasileira</h4> <p style="text-align: justify;">Desde o descobrimento, o Brasil foi usado pelos portugueses como mero instrumento de seus próprios interesses.</p> <h4 style="text-align: justify;">Sistema colonial de exploração</h4> <p style="text-align: justify;">Mecanismos fundamentais:</p> <p style="text-align: justify;">a – produção econômica com objetivos externos;</p> <p style="text-align: justify;">b – monopólio comercial.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Educação Jesuítica</strong></p> <h4 style="text-align: justify;">A Ordem dos Jesuítas</h4> <p style="text-align: justify;">Chegou ao Brasil em 1549 e aqui permaneceu até 1759, comandando o setor educacional brasileiro. Imbuídos do espírito da Contra-reforma, utilizaram a educação para conquistar almas para o catolicismo. Dedicaram-se à catequização dos indígenas (fundaram as missões) e `a educação da elite colonial.</p> <h4 style="text-align: justify;">Pedagogia jesuítica</h4> <p style="text-align: justify;">O método e o conteúdo do ensino jesuítico estavam estabelecidos no <strong><em>Ratio Studiorum</em></strong>. A educação era inspirada em valores medievais (<strong>escolástica)</strong>, avessa ao desenvolvimento do espírito científico. Visava a formação do sacerdote católico ou, então, à preparação para o curso jurídico superior.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Ensino e sistema colonial</strong></p> <p style="text-align: justify;">O ensino jesuítico afastava os alunos do questionamento da realidade imediata da colônia. Incutia-lhes a idéia de que o mundo civilizado era o mundo europeu. Adequava-se às diretrizes básicas do sistema colonial.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Reforma Educacional Pombalina</strong></p> <p style="text-align: justify;">As reformas realizadas por <strong>Sebastião José de Carvalho e Mello</strong>, o <strong><em>MARQUÊS DE POMBAL</em></strong>, primeiro-ministro de Portugal de 1750 a 1777, inserem-se no contexto histórico do despotismo esclarecido. O objetivo geral era recuperar o atraso de Portugal em relação ao avanço do capitalismo.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Pombal</strong> atribuía à Companhia de Jesus responsabilidade pelo conservadorismo cultural. Expulsou os jesuítas do reino português em 1759, traçando com novos objetivos educacionais a abertura do conteúdo do ensino às <strong>“ciências experimentais”, </strong>tornando-o mais prático e utilitário, despertando um número cada vez maior de interessados no ensino superior e diminuindo ao máximo a influência da Igreja no setor educacional.</p> <p style="text-align: justify;">De concreto sobrou: a estrutura educacional jesuítica sobreviveu à expulsão da Companhia e as reformas pombalinas que não produziram efeitos práticos dignos de nota.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Ruptura de Sistema Colonial e as Medidas de Dom João VI</strong></p> <h4 style="text-align: justify;">Causa estrutural</h4> <p style="text-align: justify;">O capitalismo industrial europeu entrou em choque com o sistema colonial, pois rejeitava as barreiras econômicas do regime de monopólio e não se adaptava ao regime de trabalho escravista.</p> <h4 style="text-align: justify;">Causa conjuntural</h4> <p style="text-align: justify;">Vinda da família real para o Brasil (1808), devido à invasão de Portugal pelas tropas napoleônicas. Pressionado pelos ingleses, D. João decretou a abertura dos portos às nações amigas (que resumia-se à Inglaterra, na época), abrindo diretamente o comércio brasileiro, e o mercado também, ao comércio inglês. Tendo o Brasil como sede da monarquia portuguesa, D. João elevou o Brasil à categoria de Reino Unido, em 1815.</p> <p style="text-align: justify;">Entre as medidas culturais de D. João pode-se encontrar a fundação da Impressa Régia, a criação da Biblioteca Pública, do Jardim Botânico, do Museu Nacional, do ensino superior no Brasil e do ensino técnico. As realizações culturais de D. João destinavam-se à elite aristocrática. Revelavam total desprezo pela educação elementar do povo.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Independência Brasileira e Seus Limites</strong></p> <p style="text-align: justify;">Após a Revolução Liberal (1820), a burguesia lusitana, representada pelas Cortes, manifestou a intenção de recolonizar o Brasil. O projeto de recolonização chocava-se com os interesses das classes dominantes brasileira que se reuniram em torno de <strong>D. Pedro de Alcântara</strong>, visando assegurar a liberdade de comércio e a autonomia administrativa. Nesse contexto, o processo de independência culminou com a proclamação no dia 7 de setembro de 1822, que muitos historiadores conceituados e respeitados atestam categoricamente que não ocorreu de acordo com a versão oficial, ou seja, D. Pedro não desembainhou a espada e proclamou a independência às margens do Riacho do Ipiranga, mas sim, apenas recebeu as ordens das Cortes junto com as cartas da <strong>Imperatriz </strong>e do <strong>Conselheiro JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA,</strong> que, malandramente, e conhecendo profundamente o caráter rebelde e impulsivo de <strong>SS.MM.II. (Sua Majestade Imperial)</strong>, alterou o sentido das ordenações do reino e colocou, em anexo, a sua interpretação de acordo com o que julgava possível manipular o fraco intelecto de D. Pedro, sendo que ao ler as cartas, e da forma como <strong>Andrada</strong> havia previsto, se rebelou e esbravejou às margens do Ipiranga, mas não proclamou independência alguma e que esta foi feita em uma encenação no teatro municipal de São Paulo na noite desse mesmo dia, em presença de quem? <strong>D. Pedro de Alcântara</strong>, que, segundo os mesmos historiadores, gostou muito da idéia empolgando-se e colocando-a em prática. (in <strong>CASTRO,</strong> Julierme de Abreu, 1974).</p> <p style="text-align: justify;">A independência não alterou a ordem sócio-econômica vigente no País desde os tempos coloniais. O Brasil saiu da dominação portuguesa para cair na esfera da dominação inglesa. A monarquia constitucional, consolidada pela Constituição de 1824, foi a fórmula e a chave política adotada pelos grupos dominantes.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Os Preconceitos Educacionais da Sociedade Escravista</strong></p> <p style="text-align: justify;">Na sociedade escravista brasileira formou-se, ao longo de vários séculos o preconceito de que o trabalho manual era indigno e degradante: <strong><span style="text-decoration: underline;">era coisa de ESCRAVO!</span></strong></p> <p style="text-align: justify;">Os cursos jurídicos superiores eram os mais procurados pela elite brasileira. Das duas faculdades de direito existentes no País (São Paulo e Recife, criadas em 1827) saíam os intelectuais que ocupavam os principais cargos na administração pública, na política, no jornalismo, na advocacia.</p> <p style="text-align: justify;">As faculdades de direito tinha um currículo de cunho humanista-jurídico, que condicionou os outros níveis do ensino brasileiro e tinha como característica: <strong><em>educação literária, ornamental, abstrata, </em></strong>preocupada com a imitação dos pensadores clássicos.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Estrutura Geral do Ensino</strong></p> <p style="text-align: justify;">O poder central encarregava-se do ensino superior em todo o País e dos demais níveis do ensino no município da Corte.</p> <p style="text-align: justify;">O ensino secundário e o primário foram descentralizados pelas províncias. A carência de recursos e a falta de interesse das elites regionais impediram a organização de uma rede eficiente de escolas. O ensino secundário foi assumido, em geral, pela iniciativa particular. O ensino primário ficou em deplorável situação de abandono (a adoção do método Lancasteriano é prova do descaso pela educação primária). Ao final do Império, o País tinha cerca de 14 milhões de habitantes, dos quais 85% eram analfabetos.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Transição Republicana e a Educação</strong></p> <p style="text-align: justify;">Ao final do Império, início da República, importantes personagens de nossas elites intelectuais abraçaram os ideais do liberalismo burguês: atribuíam à educação a <strong>tarefa heróica de promover a reconstrução da sociedade.</strong></p> <p style="text-align: justify;">A República não alterou a política educacional. Com a primeira constituição republicana, em 1891, ficou mantido o princípio de descentralizar a responsabilidade da criação e manutenção do ensino primário pelos estados. Criou-se o <strong>Ministério da Instrução Pública </strong>em 1890. Inspirando-se no Positivismo de <strong>August Comte,</strong> <strong>Benjamin Constant Botelho de Magalhães</strong> promoveu uma reforma no ensino.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>O Novo Entusiasmo pela Educação</strong></p> <p style="text-align: justify;">Após a consolidação do regime republicano, surgiu no período de 1910 a 1920, um movimento cívico-patriótico, ao qual está associado o nome de <strong>Olavo Bilac</strong>, que postulava o combate do analfabetismo nacional. Ressurgia a velha tese liberal de que ignorância, atraso e pobreza do povo era a causa de todas as crises do País.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Década de Vinte e o Advento da Escola Nova</strong></p> <p style="text-align: justify;">A década de 20 foi marcada por uma série de fatores como a industrialização, o crescimento dos centros urbanos, o descontentamento do operariado e das classes médias e dos oficiais de baixas patentes, a crise econômica de 1929 e a decadência da política cafeeira da República Velha. O desfecho desse processo foi a chamada <strong>Revolução de 1930.</strong></p> <p style="text-align: justify;">Intelectuais brasileiros preocupados com os problemas da educação, introduziram no País o ideário do movimento Escola Nova, inspirados e influenciados por <strong>DEWEY</strong> e <strong>KILPATRICK</strong>. Nesse contexto, desenvolveu-se o ciclo de reformas do ensino, de inspiração escola-novista.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Era Vargas e a Educação Nova</strong></p> <p style="text-align: justify;">Período histórico complexo entre 1930 e 1945, caracterizado por significativas mudanças como: aumento gradual do poder da burguesia empresarial sobre a oligarquia rural, supremacia da indústria sobre a agricultura, dos centros urbanos sobre o meio rural, acirramento o conflito ideológico entre as forças políticas de direita e de esquerda, criação do <strong>Ministério da Educação e Saúde Pública</strong> em 1930, reforma constitucional de Francisco Campos.</p> <p style="text-align: justify;">Em 1932, foi lançado o manifesto dos intelectuais ligados à Escola Nova. Defendiam a <strong>escola pública, gratuita, obrigatória e leiga</strong>, e os ideais pedagógicos escola-novista. O manifesto era um libelo contra a escola tradicional e não contra a sociedade capitalista.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Educação de 1945 A 1964</strong></p> <p style="text-align: justify;">O ingresso do Brasil na <strong><span style="text-decoration: underline;">segunda guerra mundial</span></strong>, lutando para derrubar o <strong>Nazi-facismo,</strong> criou uma situação contraditória e pitoresca para o <strong>Estado Novo </strong>(governo Vargas) que abrigava simpatizantes do fascismo e, ainda por cima, era uma ditadura nua e crua. Dizem alguns historiadores que o governo Vargas asilou nazistas fugitivos, dando a eles identidade brasileira (falsa, é claro), proteção, anonimato e todos os direitos e privilégios que deveriam ser privativos de brasileiros natos e idôneos, em troca de ouro e dinheiro que os nazistas tinha para oferecer aos montes, riquezas essas espoliadas das presas de guerra, entre elas, os <strong>Judeus</strong>.</p> <p style="text-align: justify;">Vargas acabou deposto em 1945. O País entrou num período de democratização. O congresso nacional elaborou a constituição de 1946, considerada uma das mais avançadas do mundo, naquelas épocas. A <strong>Lei de Diretrizes e Bases </strong>tramitou no congresso por mais de dez anos, de 1948 a 1961.</p> <p style="text-align: justify;">O revigoramento da vida democrática na década de 50 reacendeu o debate dos problemas nacionais. Os setores políticos progressistas reivindicavam a implementação de reformas de base. Havia uma preocupação em abrir canais para ampliar a participação popular no processo político. Surgiram movimentos que impulsionavam a cultura popular.</p> <p align="justify">Para <strong>Paulo Freire</strong> e sua <strong>Pedagogia Libertadora</strong> que começou a tomar corpo nessa época, a educação é entendida como um ato político de compromisso social pelo fim da opressão. Freire desenvolveu um método de alfabetização de adultos de cunho conscientizador. Ele critica a concepção bancária da educação, a pedagogia tradicional, e propõe a <strong>educação libertadora</strong>, <strong>problematizadora.</strong> O elemento central dessa pedagogia é o diálogo de maneira crítica entre educador e educando.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>A Educação e o Regime Militar</strong></p> <p style="text-align: justify;">Com o golpe militar de 1964, rompeu-se o diálogo entre o governo e as classes trabalhadoras e populares. Houve um esfacelamento da vida democrática, instalação da ditadura militar, adoção de um modelo de desenvolvimento econômico tecnoburocrático-capitalista.</p> <p style="text-align: justify;">Durante o período autoritário, o pensamento pedagógico que encerrava a preocupação com a promoção da emancipação popular foi sufocado. O regime militar tratou de moldar a educação brasileira segundo suas diretrizes ideológicas (acordos <strong>MEC-USAID; MOBRAL, Educação Moral e Cívica, pedagogia tecnicista)</strong>. Na segunda metade da década de 70, um clima de grande pessimismo e depressão espalhou-se entre o professorado, estimulado em parte por teorias pedagógicas como <strong>não-diretivismo, desescolarização, reprodutivismo. </strong></p> <p style="text-align: justify;"><strong>O Fim do Regime Militar e as Novas Perspectivas</strong></p> <p style="text-align: justify;">Com o fim do domínio do regime militar reavivou-se em todo o País o debate pedagógico. Novas reflexões apontavam o caráter imobilista, conservador e catastrofista das teorias que pleiteavam a desescolarização da sociedade, que consideravam a escola como mero instrumento de reprodução da ideologia dominante, e que condenavam a transmissão educacional do patrimônio cultural humano.</p> <p style="text-align: justify;">A partir do início dos anos 80, ganhou expressão a corrente pedagógica denominada <strong>PEDAGOGIA CRÍTICO-SOCIAL DOS CONTEÚDOS</strong> que valoriza o papel da escola pública na transmissão do saber sistematizado; leva em conta o saber popular, mas também considera sumamente importante a transmissão do saber científico (erudito) para as classes populares e considera a escola um local de contradições que podem ser aproveitados pelas forças progressistas no contexto das lutas sociais.</p> <div style="text-align: right;"> <div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="Imprimir" title="Imprimir" src="../img/print.png"></a></div> </div> <div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br> </div> <span style="font-weight: bold;"></span></div> </div> <div id="footer"></div> <br> </body> </html>