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<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"> <html> <head> <meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset="UTF-8"> <title>No agreste, pacientes agradecem médicos cubanos de joelhos</title> <link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css" media="screen"> </head> <body> <div id="container"> <div id="header" title="sitename"> <h1 style="text-align: center;"><img style="width: 800px; height: 120px;" alt="" src="logo.jpg"></h1> </div> <div class="blogentry"> <div style="text-align: center;"><iframe src="indice.html" frameborder="0" height="20" width="800"></iframe></div> <center><font class="option" color="#000000"><b><br> </b></font> <div style="text-align: justify;"><br> </div> <font class="option" color="#000000"><b> </b></font></center> <div style="text-align: center;"> <h3>No agreste, pacientes agradecem médicos cubanos de joelhos</h3> <div style="text-align: justify;"> <p style="text-align: justify;">A demanda de médicos no interior do país é gigantesca e a cubana Teresa Rosales, 47, se surpreendeu com a recepção de seus pacientes em Brejo da Madre de Deus, no agreste pernambucano.<span id="more-20231"></span></p> <p style="text-align: justify;">“Eles [pacientes] ficam de joelhos no chão, agradecendo a Deus. Dão beijos”, afirma a médica, que atendeu 231 pessoas neste primeiro mês de trabalho dos profissionais que vieram para o Brasil pelo programa Mais Médicos, do governo federal.</p> <p style="text-align: justify;"><a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/11/1369197-no-agreste-pacientes-agradecem-medicos-cubanos-de-joelhos.shtml">No agreste, pacientes agradecem médicos cubanos de joelhos</a></p> <p style="text-align: justify;">O posto de saúde em que Teresa trabalha fica no distrito de São Domingos, região pobre e castigada pela seca.</p> <p style="text-align: justify;">Durante os últimos quatro anos, o posto não tinha o básico: médicos. Até o final de setembro, quando Teresa chegou ao distrito, quem andava quilômetros de estrada de barro até chegar à unidade de saúde sempre voltava para casa sem atendimento.</p> <p style="text-align: justify;">A situação se repetia a algumas ruas de lá, no posto onde o marido de Teresa, Alberto Vicente, 43, começou a trabalhar em outubro.</p> <p style="text-align: justify;"><img style="width: 310px; height: 262px; float: left;" alt="" src="../img/medico_cubano-agreste.png">“Foi Deus quem mandou esse homem. Era uma dificuldade, chegou a fechar o posto por falta de médico”, disse a aposentada Isabel Rocha, 80, que agora controla o diabetes sob orientação médica. </p> <p style="text-align: justify;">Alberto e Teresa integram um grupo de 400 cubanos que chegaram pelo Mais Médicos na primeira etapa do programa. Outros 2.000 dos seus conterrâneos começaram a trabalhar no dia 4 de novembro, 76 deles em São Paulo.</p> <p style="text-align: justify;">Uma terceira leva de 3.000 médicos da ilha chegou esta semana a cinco capitais. A previsão é que eles comecem a trabalhar em dezembro.</p> <p style="text-align: justify;">Eles têm alimentação e moradia fornecidas pelas prefeituras e recebem por mês entre R$ 800 e R$ 900 do governo federal. O restante da bolsa de R$ 10 mil mensais é distribuído entre parentes dos médicos e o governo cubano.</p> <p style="text-align: justify;"><b>Atendimento</b><br> Alheia à polêmica salarial, a população lota os postos que há um mês estavam vazios, já que não havia médicos.</p> <p style="text-align: justify;">A agricultora Maria Inácia Silva, 69, havia visto um médico pela última vez em 2005.</p> <p style="text-align: justify;">Ela se disse impressionada pela forma como foi atendida pelo cubano Nelson Lopez, 44, novo médico do povoado de Capivara, em Frei Miguelinho (PE).</p> <p style="text-align: justify;">A diferença no atendimento está desde a organização dos móveis: a cadeira do paciente fica ao lado da mesa do médico, para que o móvel não seja uma barreira entre eles.</p> <p style="text-align: justify;">“Gostamos de examinar o paciente, dedicar um tempo a ele, considerá-lo gente”, disse Lopez.</p> <p style="text-align: justify;">As filas e as consultas são longas. Ainda estava escuro quando Maria Inácia Silva chegou ao posto e ela só foi atendida na hora do almoço.</p> <p style="text-align: justify;">Passou cerca de meia hora no consultório e finalmente soube que as dores que sente se devem ao reumatismo.</p> <p style="text-align: justify;">“Ele é ótimo médico, apesar de estrangeiro. Em 69 anos, nunca vi um médico tão bom”, disse Maria Inácia.</p> </div> </div> <br> <div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="" src="../img/print.png"></a> </div> <div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br> </div> <span style="font-weight: bold;"></span></div> </div> <div id="footer"></div> <br> </body> </html>