__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Instituições
Medievais: Feudalismo</title>
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</b></font></center>
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Instituições Medievais: Feudalismo
</h2>
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<div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><a
href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/?author=1"
title="Posts de heinz" rel="author"><br>
</a>
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</div>
<p style="text-align: justify;">Na
Idade Média, à medida que se formavam os reinos
“bárbaros” sobre as ruínas do
Império Romano, pouco a pouco se modificaram as
instituições políticas,
econômicas e sociais. Já pelo século X
estava enraizado o Feudalismo, que foi sem dúvida a mais
marcante das instituições medievais.<span id="more-6038"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O
Feudalismo surgiu devido à falta de segurança
reinante na época. Era conseqüência da
fragmentação das terras doadas pelo rei aos
nobres, em pagamento de serviços prestados. Formaram-se os
feudos: áreas de terra sob a posse de um senhor,
às vezes poderoso. O poder dos reis era, a miúdo,
apenas simbólico.</p>
<p style="text-align: justify;">Como
estava estabelecida a sociedade feudal? O rei era o Suserano,
geralmente reconhecido pelos nobres. Deviam-lhe homenagem e
obediência, os príncipes, duques, condes e
barões – seus vassalos. Estes, por sua vez, eram
suseranos de outros vassalos que poderiam ser, também,
suseranos de ainda outros vassalos. Os grandes senhores feudais
possuíam, em suas propriedades, enorme autoridade,
submetendo-se-lhes outros senhores feudais e pequenos
proprietários, em busca de proteção e
amparo contra inimigos e salteadores, fato comum na época.</p>
<p style="text-align: justify;">Para
selar um laço de vassalagem, um pequeno
proprietário oferecia suas terras a seu futuro suserano, que
as devolvia. Nessa restituição as terras voltavam
como um Feudo. Os homens livres perdiam parte de sua liberdade
voluntariamente, em troca de alguma proteção. As
terras eram paulatinamente transformadas em estabelecimentos feudais.
No século XI, praticamente toda a Europa era feudal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<a
href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/640.jpg"
title="" class="shutterset_singlepic640"> </a><a
href="../paginas/hfar-instituicoes_medievais_feudalismo-imagem-1.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 240px; float: right;"
class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/640__320x240_640.jpg"
alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>O
senhor feudal morava em um castelo fortificado, cercado de altas
muralhas. Estas ligavam várias torres de vigia, de onde se
podia ver, ao longe, o inimigo que se aproximasse. Internamente, as
torres se comunicavam através do “caminho de
ronda”. Dentro das muralhas do castelo, o senhor feudal
oferecia proteção a seus vassalos em caso de
guerra, e seus armazéns sustentavam-nos nas
ocasiões de crise.</p>
<p style="text-align: justify;">A
sociedade feudal caracterizava-se pela desigualdade. Ninguém
era totalmente livre, já que estava, de alguma forma, ligado
a algum suserano ou vassalo. Ao redor dos castelos ficavam as terras de
cultura, as áreas de caça e pesca do senhor.
Lá trabalhavam os servos da gleba, cuja
produção ia, na maior parte, para o paiol do seu
suserano, dentro dos muros do castelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
senhores feudais preocupavam-se, geralmente, em como fazer guerra a
seus inimigos (a guerra entre nobres era freqüente), ou como
defender seus suseranos. Cultivavam a bravura pessoal e a habilidade
nos combates com espada, lança, arco e flecha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<a
href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/641.jpg"
title="" class="shutterset_singlepic641"> </a><a
href="../paginas/hfar-instituicoes_medievais_feudalismo-imagem-2.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 179px; height: 240px; float: left;"
class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/641__320x240_641.jpg"
alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>Os
servos da gleba viviam com suas famílias no feudo do seu
suserano. Nem sempre eram obrigados a prestar serviço
militar mas tinham que cultivar suas terras e a de seu senhor e
contribuir para dote da filha do suserano. Mesmo recuperando a
liberdade, pela compra da carta de alforria, não podiam
deixar as terras. Também deviam obediência ao
suserano em questões de casamento e da venda de seus bens.
Muitos servos eram cruelmente maltratados pelos seus senhores.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
a Idade Média teve grande prestígio a
instituição da Cavalaria. A Igreja combateu as
lutas entre nobres, instituindo a chamada “trégua
de Deus” (proibição de lutas durante
certas épocas do ano). A influência da Igreja na
Cavalaria foi benéfica, transformando-a numa
instituição em defesa da religião, da
mulher, dos fracos, dos órfãos, da lealdade
até para com os inimigos, da cortesia e da honra.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo
o trabalho manual considerado indigno dos nobres, de cavaleiros e de
homens livres, foi ele transformado em ocupação
dos artífices, que moravam em aldeias (burgos) e cidades.
Cada tipo de atividade concentrava-se numa rua determinada (rua dos
Sapateiros, dos Alfaiates, dos Armeiros, etc.). Sob o mesmo teto viviam
os “mestres” e oficiais trabalhando em seu mister.
A oficina era a própria loja de venda.</p>
<p style="text-align: justify;">A
Igreja estimulou a formação de
associações de classe
(“fraternidades”) e
corporações, que reuniam seus membros em torno de
estatutos comuns, bandeira, tesouraria e santos padroeiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas
corporações eram beneficentes e seus membros
delas recebiam auxílio em época de necessidade.
Eram, porém, contrárias ao trabalho livre e
contra qualquer forma de inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">A
falta de segurança nas estradas, a limitada
circulação de moeda, o isolamento
próprio da época, fez do comércio
medieval uma atividade muito restrita. Eram raros os mercadores que se
aventuravam pelas estradas com suas malas. Somente nas cidades
é que havia alguma atividade comercial mais ativa. As lojas
dos artífices, onde os próprios produtores
vendiam o fruto do seu trabalho, eram os centros de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Lentamente
as atividades comerciais foram-se desenvolvendo. A princípio
dentro da própria cidade. Depois entre 2 cidades e,
finalmente, entre países. Algumas cidades notabilizaram-se
pela realização de feiras em determinadas
épocas do ano. Para lá se dirigiam comerciantes
de outras praças para realizarem negócios. Na
Europa Ocidental destacaram-se as cidades – feiras de Lion,
Frankfurt, Antuérpia e Leipzig.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A
insegurança da sociedade feudal</h4>
<p style="text-align: justify;">A
Idade Média foi uma época de
insegurança geral. As grandes invasões dos
bárbaros, destruindo o Império Romano,
desarticularam suas defesas. Os novos reinos então
estabelecidos estavam à mercê dos invasores,
já que os reis eram incapazes de manter sua autoridade pelas
armas, em todos os seus domínios. Essa incapacidade real de
defender o território, levou à divisão
dos reinos medievais em numerosos pedaços (feudos). Cada um
deles era oferecido a um senhor, a quem caberia defendê-lo e
prestar homenagem e obediência ao rei.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
senhores feudais deviam vassalagem ao rei, seu suserano. Prometiam
pegar em armas em sua defesa, juntamente com um certo número
de soldados armados (seus vassalos). Por sua vez os nobres recebiam
vassalagem de seus súditos; suas terras eram trabalhadas
pelos vassalos, que lhe tinham de entregar a maior parte das colheitas.</p>
<p style="text-align: justify;">A
hierarquia feudal organizou-se na Cavalaria. O primeiro Cavaleiro era o
Imperador ou o Rei. Abaixo dele, e em ordem hierárquica,
estavam os duques, os condes, os barões, os viscondes e os
cavaleiros ou senhores. Estes títulos eram prestigiados por
toda a sociedade feudal e não implicavam em ordem de
riqueza. Os filhos dos nobres eram educados desde cedo para ingressarem
na Cavalaria. Começavam como pajens (quando aprendiam a
cortesia a serviço das damas), depois escudeiros (a
serviço de um Cavaleiro), até que eram
proclamados cavaleiros (aos 18 anos), em cerimônia especial
de investidura.</p>
<p style="text-align: justify;">Graças
a esse mecanismo de interdependência (suserano-vassalo), a
sociedade medieval pôde sobreviver e atravessar os
difíceis dias de insegurança então
reinantes. Os laços de vassalagem, com
obrigações de assistência e defesa
mútua, substituíram o governo forte do rei,
através da descentralização do poder,
fracionado na mão dos nobres.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Alguns
Aspectos Específicos Sobre a Sociedade Feudal</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;">OS
CASTELOS – Os senhores feudais moravam em castelos
fortificados, erguidos em meio às suas terras.
Até o século X, eram, geralmente, de madeira. Com
o enriquecimento dos senhores feudais, os castelos passam a ser
construídos de pedra, formando verdadeiras fortalezas.
Dentro dele viviam, monotonamente, o senhor, sua família, os
seus domésticos e, em caso de guerra, todos os vassalos que
ali se abrigavam do inimigo comum. O interior do castelo era amplo, mas
frio, espartanamente mobiliado, oferecendo pouca comodidade. As
únicas diversões eram, especialmente nos dias
chuvosos, os cânticos dos jograis e as graças dos
bufões. Em dias de sol, periodicamente, o senhor do castelo
saía à caça, ou promovia torneios com
cavaleiros vizinhos, disputando alegremente o jogo das armas.</li>
<li style="text-align: justify;">OS
SERVOS DA GLEBA – Os mais humildes dos vassalos eram os
servos da gleba, que, de tão humildes, não tinham
vassalos. Era o mais baixo degrau da sociedade feudal. Além
de terem de lavrar a terra de seu suserano, davam-lhe o melhor de suas
colheitas. Na guerra deviam lutar a seu lado, às vezes
armados apenas com paus ou precárias lanças.
Estavam sujeitos a prestar todo e qualquer serviço a seu
senhor. Não podiam casar, mudar de lugar, herdar algum bem,
se não tivessem a permissão de seu senhor.
Moravam em miseráveis choupanas, nas próprias
terras de seus suseranos.</li>
<li style="text-align: justify;">
<a
href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/642.jpg"
title="" class="shutterset_singlepic642"> </a><a
href="/paginas/hfar-instituicoes_medievais_feudalismo-imagem-3.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 140px; height: 240px; float: right;"
class="ngg-singlepic ngg-right"
src="/img/642__320x240_642.jpg"
alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>ORDÁLIO
– Era o costume de submeter o acusado, de
um crime a um perigo, para ver se era culpado. (Por exemplo: colocar a
mão em água fervendo; segurar um ferro em brasa.
Acreditava-se que, se inocente, Deus produziria um milagre,
não deixando que algum mal acontecesse ao
presumível culpado). A Igreja lutou contra esse costume,
procurando extinguí-lo.</li>
<li style="text-align: justify;">DUELOS
– Os nobres costumavam praticar o duelo, para resolver suas
questões pessoais. Também contra isso lutou a
Igreja, que procurou levar o julgamento dos crimes aos tribunais dos
príncipes e senhores, a quem caberia administrar a
justiça.</li>
<li style="text-align: justify;">MULHER
– a mulher na sociedade feudal era considerada um mero
instrumento, máquina de procriação e
objeto de propriedade e posse exclusiva do marido, seu amo e senhor.
Não tinha qualquer direito, sequer o de escolher seu futuro
marido e quando queriam se casar. A menina já nascia
prometida e, quando menstruava pela primeira vez e se a mãe
ou a pagem descobrisse logo de início, já era
casada em seguida com o prometido. Muitas meninas conseguiam esconder
sua menarca e suas menstruações subsequentes e,
quando as mães achavam que as filhas estavam doentes ou
endemoniadas, adivinhem para que elas levavam as meninas para serem
tratadas? Para o padre! Como os primeiros boticários
reconhecidos foram os monges do clero regular, esses não
tinham dúvidas: dispensavam uma infinidade de
chás que, na maioria das vezes acabavam por envenenar as
meninas. Em vista desse costume e devido a uma
iniciação precoce de um corpo que na maioria das
vezes nem estava pronto para uma relação sexual
adulta, a vida da mulher medieval era bastante curta, cerca de 30 a 35
anos. O que piorava a situação da mulher medieval
era a doutrina da Igreja Católica que, de acordo com
São Tomaz de Aquino, não possuía alma,
ou seja, a mulher não tinha alma e, por conseguinte era um
mero objeto ou amontoado de carne e osso a vegetar pelo mundo
– lamentável, mas essa é a
história verídica da mulher na idade
média.</li>
<li style="text-align: justify;">
<a
href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/643.jpg"
title="" class="shutterset_singlepic643"> </a><a
href="../paginas/hfar-instituicoes_medievais_feudalismo-imagem-4.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 220px; height: 240px; float: right;"
class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/643__320x240_643.jpg"
alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>O
LENDÁRIO CINTURÃO DA CASTIDADE – era
um artefato de ferro ou de couro que os homens colocavam em suas
mulheres e que tinha uma tranca (ou uma espécie de cadeado)
para impedir que elas, na ausência de seus maridos,
mantivessem relações extraconjugais. O cinto de
castidade tinha apenas um orifício (não dois como
desenham muitos historiadores e artistas plásticos que
tentam resgatar o mito dessa odiosa peça) por onde saiam as
fezes e a urina da mulher. O grande problema era que, por
não poderem fazer sua higiene, as mulheres acabavam
vítimas de infecções
urinárias graves por Escherichia coli, uma
bactéria que é constituinte da flora normal do
intestino, mas que no sistema urinário causa uma
infecção gravíssima e que pode causar
nefrite, nefrose e levar à morte. Muitas morriam ainda muito
jovens por causa desse tipo de costume.</li>
<li style="text-align: justify;">HOMOSSEXUALIDADE
– praticamente não existiam homossexuais
declarados e assumidos na idade média, pois a Igreja
Católica os punia severamente e, diante do quadro de
horrores a que estavam sujeitos, nenhum homem se declarava homossexual
ou assumia sua condição e
opção sexual.</li>
<li style="text-align: justify;">
HÁBITOS – a higiene na idade média era
o ponto fraco, tanto que possibilitou o alastramento de
doenças que quase dizimaram com toda a Europa medieval,
especialmente a Peste Negra (peste bubônica) que exterminou
quase dois terços da população.</li>
<li style="text-align: justify;">ALIMENTAÇÃO
– basicamente carne de caça, alguns animais
domésticos e vegetais.</li>
<li style="text-align: justify;">
LASER – a diversão dos homens, cavaleiros,
suseranos, servos eram, em grande parte os duelos e das mulheres, bem
… das mulheres devido ao caráter religioso,
“divertiam-se” apenas cuidado dos filhos.</li>
<li style="text-align: justify;">PROSTITUIÇÃO
– embora o sexo fora do matrimônio fosse proibido
pelas leis eclesiástica, existiam as prostitutas, como
também existiam os “bordéis”
e, alias, o termo bordel vem daquelas épocas. Os homens
livres, cavaleiros, soldados, artesãos, servos da gleba ali
se divertiam com as prostitutas e levavam para casa e, consequentemente
para suas esposas, toda sorte de doenças venéreas
tais quais as que conhecemos hoje. Um fato interessante é o
das prostitutas da idade média terem dado origem
à enfermagem, pois nas guerras entre senhores feudais, eram
as prostitutas que cuidavam dos feridos em batalha e, devido a isso, as
enfermeiras de hoje ainda enfrentam uma certo estigma, mesmo sendo a
enfermagem uma das mais belas profissões e a que mais exige
dedicação e amor ao próximo.</li>
</ul>
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img
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</div>
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