__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Uma breve hist�ria dos sistemas operacionais e do n�cleo Linux</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Uma breve hist�ria dos sistemas operacionais e do n�cleo Linux </h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
29 de junho de 2009 | Autor: antonini</div>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
<div style="text-align: justify;"> O sistema operacional � o
respons�vel por ativar todos os perif�ricos e criar o ambiente sobre
o qual todos os outros programas rodam. � ele o respons�vel por
reservar processamento suficiente para que o MP3 que voc� est�
ouvindo em background continue sendo tocado mesmo quando voc�
precisa abrir outro aplicativo pesado, ou por transferir programas e
bibliotecas sem uso para a mem�ria virtual quando a mem�ria
principal est� toda ocupada, por exemplo. Isso faz com que o
trabalho do sistema operacional seja uma atividade ingl�ria, j� que
voc� s� se lembra dele quando alguma coisa d� errado. :)<br>
<br>
Para a tristeza de alguns e alegria de outros, o Windows � o sistema
operacional mais usado em desktops, o que faz com que ele seja a
plataforma mais familiar para a maioria. Muitas tarefas s�o
complicadas (experimente tentar encontrar drivers para alguma
placa-m�e antiga, por exemplo), mas como muita gente usa e muitos
passam pelos mesmos problemas, acaba existindo uma rede de suporte
em torno do sistema, que torna f�cil conseguir ajuda.<br>
<br>
O dom�nio da Microsoft na �rea de sistemas operacionais come�ou em
1981, com o lan�amento do primeiro PC e da primeira vers�o do
MS-DOS. Embora n�o tivesse nada de especial com rela��o a outros
sistemas da �poca, o DOS cresceu em popularidade junto com os PCs,
seguido pelas diversas vers�es do Windows. Apesar disso, a Microsoft
� uma p�gina recente na hist�ria da inform�tica. Enquanto o MS-DOS
ainda dava seus primeiros passos, o Unix j� era um sistema maduro,
usado na maioria dos computadores de grande porte e em esta�es de
trabalho. A hist�ria do Unix come�a em 1969, na frente de um
computador igual a este:</div>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: center;"><img src="../img/pdc-07.jpeg" alt=""
style="width: 676px; height: 507px;"><br>
</div>
<br>
Este � um PDP-7, um minicomputador da d�cada de 60 que possu�a
apenas 8 kbytes de mem�ria RAM e utilizava fitas magn�ticas para
armazenamento dos dados. Hoje em dia, qualquer agenda eletr�nica ou
celular possui muito mais mem�ria e poder de processamento do que
ele, mas na �poca ele era um equipamento relativamente poderoso, que
custava US$ 72.000.Devido �s pesadas limita�es da m�quina, o
sistema operacional deveria ser extremamente enxuto e otimizado, de
forma a extrair o m�ximo de desempenho e consumir o m�nimo poss�vel
de mem�ria. A combina��o da criatividade dos desenvolvedores, a
necessidade e as limita�es impostas pelo equipamento, resultaram em
um sistema bastante otimizado e elegante. Muitas das id�ias surgidas
nesta �poca continuam sendo usadas at� hoje.O Unix evoluiu durante a
d�cada de 1970, passando a ser usado em cada vez mais equipamentos e
ganhando mais recursos. Quase sempre ele era usado em aplica�es
�s�rias�, incluindo instala�es militares, bancos e outras �reas
onde n�o existe margem para falhas. Devido a tudo isso o sistema se
tornou muito robusto e est�vel.<br>
<br>
Os primeiros sistemas Unix foram desenvolvidos de forma
colaborativa, dentro de universidades e centros de pesquisas. Embora
naquela �poca ainda n�o existisse a Internet como a conhecemos hoje,
existia uma grande colabora��o entre os desenvolvedores. Isso mudou
na d�cada de 1980, quando empresas como a AT&T, Sun e SCO, que
detinham os direitos sobre o sistema, passaram a desenvolver vers�es
propriet�rias e a concorrerem entre si. A colabora��o deixou de
acontecer e a plataforma foi fragmentada em vers�es incompat�veis.<br>
<br>
Outro fator importante foi a falta de investimentos em vers�es
destinadas a micros PCs. Na �poca, os PCs eram vistos como
computadores muito limitados, incapazes de rodar sistemas Unix
completos (lembre-se de que estou falando do in�cio da d�cada de
1980, quando ainda eram usados micros XT e 286). Somados, estes dois
fatores fizeram com que a plataforma definhasse, deixando o caminho
livre para o crescimento da Microsoft e das diferentes vers�es do
Windows. Chegamos, ent�o, ao Linux.<br>
<br>
Tudo come�ou em 1991, quando Linus Torvalds come�ou a trabalhar no
desenvolvimento de um sistema Unix para rodar em seu 386. Na �poca,
o �nico sistema similar era o Minix, um sistema para uso acad�mico,
que era bastante limitado. No in�cio, Linus usava o Minix para rodar
o editor, compiladores e outras ferramentas de desenvolvimento que
usava para desenvolver o Linux, mas, a partir de um certo ponto, ele
passou a usar o pr�prio Linux. Ou seja, depois de um breve per�odo
de encuba��o dentro do Minix, o Linux passou a ser desenvolvido
dentro do pr�prio Linux. :)<br>
<br>
De in�cio, o Linux era um projeto muito pequeno, o hobby de um �nico
programador. Entretanto, ele tinha uma grande vantagem em rela��o
aos sistemas UNIX que o precederam: o simples fato de ser
disponibilizado sob a licen�a GPL. Isso permitiu que outros
programadores adotassem o projeto, passando a contribuir com
melhorias e corre�es. Subitamente, toda a demanda acumulada em
rela��o a um sistema Unix para micros PC foi canalizada em torno do
Linux, fazendo com que o sistema passasse a crescer em um ritmo cada
vez mais acelerado, chegando ao que temos nos dias de hoje.<br>
<br>
A licen�a GPL, t�o comentada, mas ao mesmo tempo t�o
mal-compreendida, pode ser resumida em 4 direitos b�sicos e uma
obriga��o:<br>
<br>
1- Aplicativos disponibilizados sob a GPL podem ser usados por
qualquer um e para qualquer fim, sem limita�es. Mesmo que
eventualmente os criadores mudem de id�ia e resolvam passar a
distribuir novas vers�es do programa sob outra licen�a, as vers�es
que foram distribu�das sob a GPL continuam dispon�veis, o que
permite que outros desenvolvedores criem uma deriva��o e continuem o
desenvolvimento. Isso traz uma boa dose de seguran�a para quem usa o
aplicativo, j� que reduz a chance de ele ser descontinuado e deixar
de estar dispon�vel. Enquanto houver um volume consider�vel de
usu�rios, � bem prov�vel que o desenvolvimento continue, de uma
forma ou de outra.<br>
<br>
2- Direito de tirar c�pias do programa, distribu�-las ou at� mesmo
vend�-las a quem tiver interesse. Existe a possibilidade de ganhar
algum dinheiro vendendo CDs gravados, por exemplo, mas como todo
mundo pode fazer a mesma coisa, � preciso vender por um pre�o
relativamente baixo, cobrando pelo trabalho de grava��o e n�o pelo
software em si, que est� largamente dispon�vel.<br>
<br>
Isso faz com que a forma mais eficiente de ganhar dinheiro seja
prestar suporte e vender servi�os de personaliza��o e n�o venda
direta, como no caso dos softwares comerciais. Para o cliente acaba
sendo vantajoso, pois o custo de implanta��o ser� o gasto com a
consultoria e treinamentos, enquanto ao implantar um software
comercial qualquer ele gastaria tamb�m com as licen�as de uso.<br>
<br>
3- Direito de ter acesso ao c�digo fonte do programa, fazer
altera�es e redistribu�-las. Para um programador este � o principal
atrativo, j� que permite criar novos projetos usando como base o
c�digo fonte de programas j� existentes ao inv�s de ter sempre que
come�ar do zero, sem falar na grande oportunidade de aprendizado que
examinar o c�digo fonte dos programas dispon�veis propicia.<br>
<br>
4- Direito (e ao mesmo tempo a obriga��o) de redistribuir as
modifica�es feitas. Este � o ponto onde existem mais
mal-entendidos. Se voc� desenvolve um software por hobby, ou por
us�-lo internamente na sua empresa, e n�o possui interesse em
explor�-lo comercialmente, voc� pode simplesmente divulgar o c�digo
fonte para todo mundo, o que � o caminho mais l�gico se voc�
pretende atrair outros interessados em ajud�-lo no desenvolvimento.
Mas, caso voc� pretenda receber pelo seu trabalho de
desenvolvimento, existem duas op�es:<br>
<br>
a) Voc� pode distribuir o software livremente para aumentar a base
de usu�rios e ganhar vendendo suporte, treinamentos e
personaliza�es ou:<br>
<br>
b) Voc� s� � obrigado a distribuir o c�digo fonte a quem obt�m o
software, de forma que voc� pode trabalhar batendo de porta a porta,
vendendo o software para alguns clientes espec�ficos e fornecendo o
c�digo fonte apenas para eles. N�o existe nada de errado com este
modelo, mas voc� perde a possibilidade de ter contribui�es de
outros desenvolvedores, o que pode ser ruim a longo prazo.<br>
<br>
Os softwares distribu�dos sob a GPL tamb�m n�o �contaminam�
softwares comerciais ou de outras licen�as no caso de distribui��o
conjunta. Por exemplo, uma revista pode distribuir alguns softwares
GPL no meio de um monte de aplicativos fechados na mesma edi��o. Os
softwares GPL continuam sendo GPL, com todas regras que vimos acima,
enquanto os softwares comerciais continuam sendo fechados. A revista
deve incluir o c�digo fonte dos aplicativos GPL (ou pelo menos a
informa��o de como obt�-los via internet), mas naturalmente n�o
precisa fazer o mesmo com os outros aplicativos inclu�dos no CD.<br>
<br>
Voc� pode tamb�m usar algum software GPL em conjunto com o seu
aplicativo comercial, desenvolvendo um aplicativo qualquer que
utiliza o Postgree SQL (um servidor de banco de dados), por exemplo.
O Postgree SQL continua sendo GPL e o seu aplicativo continua sendo
fechado; qualquer um pode usar e tirar c�pias do Postgree SQL, mas
voc� controla a distribui��o do seu aplicativo. Uma coisa n�o
interfere com a outra.<br>
<br>
Ou seja, muito embora muitos vejam a GPL como algum tipo de licen�a
comunista, que diz que todos os programadores devem fazer voto de
mis�ria e passar a trabalhar de gra�a em nome do bem comum, ela � na
verdade apenas uma licen�a que estimula a colabora��o e o
reaproveitamento de softwares e componentes, que vem nos trazendo
diversas mudan�as positivas.<br>
<br>
Voltando a hist�ria, embora o kernel seja o componente mais
importante do sistema (e tamb�m o mais complexo), ele n�o � o �nico.
Qualquer sistema operacional moderno � a combina��o de um enorme
conjunto de drivers, bibliotecas, aplicativos e outros componentes.
O kernel � apenas uma base sobre a qual todos eles rodam.<br>
<br>
Alem do per�odo de incuba��o dentro do Minix, o Linux se beneficiou
de diversos outros projetos anteriores, tais como o X (respons�vel
pela interface gr�fica) e in�meros utilit�rios, bibliotecas,
linguagens de programa��o, compiladores e assim por diante. A eles
se somam uma grande lista de interfaces e aplicativos que surgiram
nos anos seguintes, tais como o Gnome, KDE, Firefox, OpenOffice e
assim por diante.<br>
<br>
Entre as ferramentas usadas desde os primeiros dias, est�o o Emacs e
o GCC, desenvolvidos pela Free Software Fundation, como parte do
projeto GNU. O Emacs � um editor de texto que combina uma grande
quantidade de recursos e ferramentas �teis para programadores,
enquanto o GCC � o compilador que permite transformar o c�digo
escrito nele em arquivos execut�veis.<br>
<br>
Isso deu origem a uma das maiores flame-wars da historia, com
Richard Stallman passando a exigir o uso do termo GNU/Linux (que �
pronunciado como �gui-nuu slash Linux�) para designar o sistema, em
vez de simplesmente �Linux�, argumentando que o projeto GNU foi
iniciado antes e que por isso merece cr�dito.<br>
<br>
Este e um caso em que as opini�es se dividem, com alguns dando raz�o
a ele e realmente usando o �gui-nuu slash Linux�, e outros
argumentando que os componentes do projeto GNU correspondem a apenas
uma pequena parte do sistema e que por isso se fosse para dar o
cr�dito devido a todos os in�meros componentes que formam uma
distribui��o atual, seria preciso chamar o sistema de
X/Qt/KDE/GTK/Gnome/Mozilla/Firefox/OpenOffice/longa-lista/GNU/Linux.
O fato � que, excluindo qualquer discuss�o filos�fica, o nome
�Linux� puro e simples e muito mais simples e f�cil de pronunciar, o
que faz com que o �GNU/Linux� n�o seja usado fora de alguns c�rculos
espec�ficos.<br>
<br>
Continuando a hist�ria, embora o Linux tenha sido originalmente
escrito para ser usado em micros PC (mais especificamente no 386 que
Linux Torvalds usava em 1991), a modularidade do sistema, o fato de
ele ter sido escrito inteiramente em C e as boas pr�ticas empregadas
no desenvolvimento permitiram que ele ganhasse vers�es (ou ports)
para outras plataformas. Hoje em dia, o Linux roda em praticamente
todo o tipo de processadores, dos processadores de 32 e 64 bits
usados em micros PC, a chips especializados usados em maquin�rio
industrial.<br>
<br>
Existe ate mesmo um fork do kernel Linux que e capaz de rodar em
processadores 8088 e 286 (o ELKS), como os usados nos primeiros
micros PC. Embora estejam a muito obsoletos nos PCs, vers�es
modernizadas desses chips s�o relativamente populares em sistemas
embarcados, concorrendo com chips Z80 e outros processadores de 8 ou
16 bits, que embora desconhecidos do grande publico, s�o produzidos
e usados em quantidades gigantescas nos mais diversos tipos de
dispositivos. � justamente essa versatilidade que faz com que o
Linux seja usado em tantas �reas diferentes, de celulares a
supercomputadores.<br>
<br>
Ao ver micros com Linux em exposi��o nas lojas e em mercados, tenha
em mente que esta � apenas a ponta do iceberg. O uso do Linux em
micros dom�sticos, pelo grande p�blico, � uma coisa relativamente
recente. Antes de chegar aos desktops, o Linux cresceu entre os
desenvolvedores e usu�rios avan�ados, dominou os servidores, invadiu
o mundo dos dispositivos embarcados (celulares, roteadores, pontos
de acesso wireless e at� mesmo modems ADSL) e se tornou o sistema
dominante no mundo dos supercomputadores.<br>
<br>
Segundo o <a href="http://www.top500.org/" target="_blank">http://www.top500.org/</a>,
que mant�m um rank atualizado dos 500 supercomputadores mais
poderosos do mundo, em junho de 2008 t�nhamos 427 dos 500
supercomputadores mais poderosos rodando diferentes vers�es do Linux
(<a href="http://www.top500.org/stats/list/31/osfam" target="_blank">http://www.top500.org/stats/list/31/osfam</a>).
Dos restantes, 25 rodavam outros sistemas Unix e apenas 5 rodavam
Windows, 3 deles com o HPC Server 2008 e 2 com o Windows Compute
Cluster Server 2003, duas vers�es do Windows especialmente
otimizadas para a tarefa.<br>
</div>
</div>
<br>
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</div>
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