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<title>Doa��o de ossos</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Doa��o de ossos<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
10 de junho de 2009 | Autor: antonini <br>
<br>
A doa��o de tecidos m�sculo-esquel�ticos � uma pr�tica que j� possui
efici�ncia comprovada. No Brasil ainda existem poucos bancos para
capta��o, processamento e distribui��o desses tecidos. Um dos
exemplos � o Banco de Tecidos de M�sculo-Esquel�ticos (BTME) do
Hospital de Cl�nicas da Universidade Federal do Paran�. A finalidade
do banco � fornecer ossos, ligamentos, tend�es e outros
tecidos do aparelho locomotor, para serem usados em diversos
procedimentos cir�rgicos reconstrutivos como em caso de falha �ssea,
ruptura de ligamento, les�es no menisco e implantes dent�rios.<br>
<br>
A melhora na qualidade de vida do paciente receptor � vis�vel. S�o
ganhos desde recupera��o de atividades simples do dia-a-dia at� a
pr�tica de esportes sem risco adicional em fun��o da cirurgia.<br>
<br>
Hoje a doa��o de ossos enfrenta a barreira da falta de conhecimento,
que impede que doadores em potencial saibam sobre essa forma de
doa��o. � muito importante que o n�mero de doa�es cres�a. S� desse
modo os bancos de ossos poder�o aumentar os seus atendimentos e
contribuir para a qualidade de vida da popula��o.<br>
<br>
<strong>Quais os riscos de receber um enxerto?</strong><br>
O risco � muito baixo. Estatisticamente, um receptor, dependendo do
tipo de enxerto, assume o risco de contrair uma doen�a calculado em
menos de um em um milh�o. H� casos em que o risco � ainda mais
reduzido.<br>
<br>
<strong>Quem pode ser doador?</strong><br>
O doador n�o deve ser portador de nenhuma doen�a que possa ser
transmitida receptor do tecido. S�o pacientes que em vida eram
saud�veis. Fatores como idade, antecedentes m�dicos e causa da morte
tamb�m s�o levados em conta. No caso de doador vivo, pessoas que
sofrem de cirurgias do quadril onde � retirada a cabe�a do f�mur
podem ser doadoras.<br>
<br>
<strong>Que tecidos podem ser transplantados?</strong><br>
Vaso sangu�neos, ossos, medula �ssea, tecido conectivo, tecido
reprodutivo, c�rneas, v�lvulas card�acas, cartilagem costal,
tend�es, fascia lata e pele.<br>
<br>
<strong>A doa��o deixa sequelas no corpo?</strong><br>
A equipe cir�rgica que faz a capta��o de tecidos preserva a
integridade do doador e da fam�lia. N�o s�o feitas altera�es em
partes expostas, como face, pesco�o e m�os. O aspecto ap�s a
capta��o � o habitual e no lugar dos ossos retirados s�o colocadas
pr�teses.<br>
<br>
<strong>H� algum custo para doar ou receber um tecido?</strong><br>
N�o h� nenhum custo para fazer a doa��o. Para receber tecido h�
apenas custos com processamento e esse valor � coberto pelo SUS e
pelos planos de sa�de.<br>
<br>
<strong>Depoimento</strong><br>
�Eu estava com os ligamentos cruzados anteriores dos dois joelhos
rompidos. Como pratico esportes habitualmente, fui procurar uma
solu��o para ter condi�es de voltar a pratic�-los.<br>
<br>
Ao consultar um m�dico, fui informado que haviam duas op�es para
solucionar este meu caso: operar os dois joelhos simultaneamente e
utilizar meus tend�es patelares para reconstruir os ligamentos ou
operar os dois joelhos simultaneamente e aplicar uma nova t�cnica
que consistia em utilizar tecidos do banco de tecidos
m�sculo-esquel�ticos. Optei pela segunda op��o, a do banco de ossos,
em virtude das v�rias vantagens desta, como a manuten��o dos meus
dois tend�es patelares; menor tempo de recupera��o; cicatrizes
sensivelmente menores; possibilidade de praticar esportes novamente,
inclusive futebol. A cirurgia foi muito tranquila, a recupera��o
relativamente r�pida, uma vez que foram os dois joelhos juntos e n�o
tive nenhum problema com o tecido utilizado.<br>
<br>
Se hoje, sete anos depois, pratico regularmente qualquer atividade
f�sica, inclusive futebol e as cicatrizes s�o m�nimas. N�o pretendo
ter a experi�ncia de romper nunca mais meus ligamentos, mas caso
isso viesse a ocorrer, optaria novamente por esta t�cnica.�<br>
<br>
G. W. E.<br>
Receptor de tecidos. <br>
</div>
</div>
<br>
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