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<title>Com imunidade alta, Brasil arrisca exportar novos tipos de gripe</title>
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<h3>Com imunidade alta, Brasil arrisca exportar novos tipos de gripe<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;">
<div class="posttitle">
<div class="date"> 10 de fevereiro de 2010 | Autor:
antonini </div>
</div>
<p style="text-align: justify;">A an�lise de dez anos de dados sobre
a gripe no Brasil traz, ao mesmo tempo, uma boa not�cia e uma nota
de cautela. A doen�a parece se propagar de modo mais lento por
aqui do que em outros pa�ses, gra�as a um n�vel relativamente alto
de imunidade entre a popula��o.<span id="more-8280"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, isso significa que a
diversidade gen�tica dos v�rus no pa�s � alta, com potencial de
produzir e �exportar� novas variantes da mol�stia.</p>
<p style="text-align: justify;">O mexicano Gerardo Chowell, da
Universidade do Estado do Arizona (EUA), assina o estudo sobre o
tema no peri�dico �Proceedings of the Royal Society B�, junto com
o brasileiro Wladimir Alonso, dos NIH (Institutos Nacionais de
Sa�de americanos), e colegas.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho tenta montar o
quebra-cabe�a da gripe de tr�s para a frente, por assim dizer. A
equipe usou como base os dados do Minist�rio da Sa�de sobre mortes
por �pneumonia e influenza� entre 1996 e 2006 por Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">� claro que as mortes correspondem
apenas aos casos mais severos, e nem todas as pessoas que morrem
de pneumonia chegaram a essa situa��o por causa da gripe. Mas as
estat�sticas, compiladas semanalmente, s�o suficientes para saber
como as ondas de gripe sazonal caminham.</p>
<p style="text-align: justify;">�Pode ser que a qualidade dos dados
varie de regi�es mais pobres para mais ricas, mas achamos que a
varia��o n�o � significativa, porque os m�dicos reconhecem com
facilidade uma morte por infec��o respirat�ria�, explica Alonso.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base na curva formada pelo
aumento de casos ao longo do tempo, o grupo calculou que, em
m�dia, cada pessoa infectada contamina outra 1,03 pessoa ��ndice
inferior ao registrado nos EUA e na Europa (veja quadro abaixo).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-15497"
alt="1004162" src="../img/1004162.gif" width="650" height="400"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esta��o gripe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">�N�s tamb�m vimos que, ao contr�rio
do que se v� no hemisf�rio Norte, n�o h� uma esta��o de gripe
muito bem marcada. A situa��o lembra mais um cen�rio no qual os
v�rus est�o circulando o tempo todo. E isso explicaria o
desenvolvimento de uma imunidade mais elevada a eles�, diz o
pesquisador mexicano.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Chowell, os dados indicam que a
popula��o brasileira funciona como um grande reservat�rio de
muitas variantes relativamente benignas de v�rus da gripe. Por
isso mesmo, diz ele, embora cepas surgidas aqui tendam a ser menos
agressivas, � bem poss�vel que o reservat�rio brasileiro de v�rus
acabe exportando novas variedades da gripe comum para outros
locais do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal exporta��o, por sua vez, poderia
aumentar o repert�rio de truques gen�ticos de variedades
potencialmente perigosas de influenza geradas na �sia, por
exemplo. �Acho que a grande mensagem desse resultado � a
necessidade de melhorar os sistemas de vigil�ncia que acompanham
as variantes da gripe, em especial em pa�ses tropicais como o
Brasil, sobre os quais ainda h� poucos dados�, disse Chowell.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <strong>Folha de S. Paulo</strong></p>
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