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<title>O futuro da medicina no Brasil</title>
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<h3>O futuro da medicina no Brasil<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;">
<div class="posttitle">
<div class="date"> 4 de fevereiro de 2011 | Autor:
antonini </div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Os resultados do projeto-piloto
criado pelos Minist�rios da Sa�de e da Educa��o para validar
diplomas de m�dicos formados no exterior confirmaram os temores
das associa�es m�dicas brasileiras. Dos 628 profissionais que se
inscreveram para os exames de profici�ncia e habilita��o, 626
foram reprovados e apenas 2 conseguiram autoriza��o para clinicar.
A maioria dos candidatos se formou em faculdades argentinas,
bolivianas e, principalmente, cubanas.<span id="more-13425"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-16316"
alt="esculapio" src="../img/bastao_esculapio.jpeg" width="155" height="176"
align="left">As escolas bolivianas e argentinas de medicina s�o
particulares e os brasileiros que as procuram geralmente n�o
conseguiram ser aprovados nos disputados vestibulares das
universidades federais e confessionais do Pa�s. As faculdades
cubanas � a mais conhecida � a Escola Latino-Americana de Medicina
(Elam) de Havana � s�o estatais e seus alunos s�o escolhidos n�o
por m�rito, mas por afinidade ideol�gica. Os brasileiros que nelas
estudam n�o se submeteram a um processo seletivo, tendo sido
indicados por movimentos sociais, organiza�es n�o governamentais
e partidos pol�ticos. Dos 160 brasileiros que obtiveram diploma
numa faculdade cubana de medicina, entre 1999 e 2007, 26 foram
indicados pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Entre 2007 e 2008,
organiza�es ind�genas enviaram para l� 36 jovens �ndios.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que o PT, o PC do B e o MST
passaram a pressionar o governo Lula para facilitar o
reconhecimento de diplomas cubanos, o Conselho Federal de Medicina
e a Associa��o M�dica Brasileira t�m denunciado a m� qualidade da
maioria das faculdades de medicina da Am�rica Latina, alertando
que os m�dicos por elas diplomados n�o teriam condi�es de exercer
a medicina no Pa�s. As entidades m�dicas brasileiras tamb�m
lembram que, dos 298 brasileiros que se formaram na Elam, entre
2005 e 2009, s� 25 conseguiram reconhecer o diploma no Brasil e
regularizar sua situa��o profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, o PT, o PC do B e o MST
optaram por defender o reconhecimento autom�tico do diploma, sem
precisar passar por exames de habilita��o profissional � o que foi
vetado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associa��o M�dica
Brasileira. Para as duas entidades, as faculdades de medicina de
Cuba, da Bol�via e do interior da Argentina teriam curr�culos
ultrapassados, estariam tecnologicamente defasadas e n�o contariam
com professores qualificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resposta, o PT, o PC do B e o MST
recorreram a argumentos ideol�gicos, alegando que o modelo cubano
de ensino m�dico valorizaria a medicina preventiva, voltada mais
para a preven��o de doen�as entre a popula��o de baixa renda do
que para a medicina curativa. No marketing pol�tico cubano, os
m�dicos �curativos� teriam interesse apenas em atender a popula��o
dos grandes centros urbanos, n�o se preocupando com a sa�de das
chamadas �classes populares�.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre 2006 e 2007, a Comiss�o de
Rela�es Exteriores da C�mara chegou a aprovar um projeto
preparado pelas chancelarias do Brasil e de Cuba, permitindo a
equival�ncia autom�tica dos diplomas de medicina expedidos nos
dois pa�ses, mas os l�deres governistas n�o o levaram a plen�rio,
temendo uma derrota. No ano seguinte, depois de uma viagem a
Havana, o ex-presidente Lula pediu uma �solu��o� para o caso para
os Minist�rios da Educa��o e da Sa�de. E, em 2009, governo e
entidades m�dicas negociaram o projeto-piloto que foi testado em
2010. Ele prev� uma prova de valida��o uniforme, preparada pelo
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do MEC, e
aplicada por todas as universidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Por causa do desempenho desastroso
dos m�dicos formados no exterior, o governo � mais uma vez cedendo
a press�es pol�ticas e partid�rias � pretende modificar a prova de
valida��o, sob o pretexto de �promover ajustes�. As entidades
m�dicas j� perceberam a manobra e afirmam que n�o faz sentido
reduzir o rigor dos exames de profici�ncia e habilita��o. Custa
crer que setores do MEC continuem insistindo em p�r a ideologia na
frente da compet�ncia profissional, quando est�o em jogo a sa�de e
a vida de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Transcri��o da reportagem intitulada
<strong>M�dicos reprovados,</strong> publicada em 03 de janeiro de
2011 no jornal <strong>O Estado de S.Paulo</strong>.</p>
</div>
</div>
<br>
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