__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Prepara��o do esfrega�o sangu�neo</title>
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<h3>Prepara��o do esfrega�o sangu�neo<br>
</h3>
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</div>
</div>
Publicado em 16 de julho de 2009 <br>
<br>
A prepara��o pode ser feita sobre l�minas novas, descart�veis, ou mesmo
com l�minas reutilizadas, neste caso devendo elas serem tratadas com
mistura de �cido cr�mico e �cido sulf�rico e enxaguadas em �gua
destilada.<br>
<br>
Naturalmente, o conhecimento t�cnico necess�rio para fazer um bom
esfrega�o de sangue e medula �ssea n�o pode ser aprendido em um livro,
devendo ser adquirida pela experi�ncia pr�tica. Por outro lado, a
avalia��o fi�vel das prepara�es celulares depende da espessura da
extens�o, da qualidade dos esfrega�os e da sua adequada colora��o. Por
esta raz�o, alguma instru��o sobre a prepara��o de esfrega�o ser� dada
para evitar a produ��o de l�minas pobres.<br>
<br>
Uma boa prepara��o de esfrega�os requer o uso de l�minas rigorosamente
limpas, caso contr�rio, ser�o frequentes os esfrega�os com colora��o
irregular ou insatisfat�ria. As l�minas de vidro dever�o ser tratadas
com uma mistura de �cido sulf�rico cr�mico, seguida por enxaguamento
completo com �gua destilada, para se obter a limpeza necess�ria antes da
utiliza��o. Tamb�m existem l�minas preparadas comercialmente. Algumas
com uma se��o apropriada para marca��o, e que n�o requerem qualquer
pr�-tratamento especial. Todas elas devem ser mantidas livres de poeira,
em estoque suficientemente grande deve estar sempre � m�o.<br>
<br>
A prepara��o de esfrega�os de sangue pode ser feito com a borda de uma
lam�nula ou com o lado menor de uma lam�nula de borda suave, cuidando
para garantir que n�o mais do que dois ter�os a tr�s quartos do slide
seja preenchido pelo esfrega�o. A t�cnica de extens�o deve ser tal que
no filme final alguns dos eritr�citos estejam separados lado a lado e
alguns agregados em pequenas manchas que n�o sejam muito grossas e
resultem em superposi��o e as c�lulas individuais n�o estejam
suficientemente espalhadas impossibilitando a an�lise microsc�pica da
estrutura fina celular.<br>
<br>
A aquisi��o de uma boa t�cnica de extens�o, portanto, � essencial e s� �
poss�vel por meio de muita pr�tica. Esfrega�os de medula �ssea podem ser
preparados da mesma forma que esfrega�os de sangue. A medula aspirada,
com ou sem anticoagulante, � coletada em uma grande placa de Petri e o
excedente de sangue da medula � drenado, inclinando o tubo. V�rias
pequenas por�es de part�culas contendo o aspirado da medula s�o
coletadas do fundo da placa de Petri com a transfer�ncia do esfrega�o.<br>
<br>
O esfrega�o preparado desta maneira deve conter numerosas pequenas
part�culas de medula. Tr�s ou quatro l�minas adicionais devem ser
preparadas espremendo part�culas de medula isoladas, que foram separadas
da medula aspirada com a borda de uma l�mina ou com uma pequena vareta
de madeira. Se apenas algumas part�culas de medula estiverem
dispon�veis, o esfrega�o de part�culas espremidas deve ser usado
exclusivamente. Deve-se ter cuidado ao espremer as part�culas da medula
para preservar as c�lulas. Isso pode ser feito sobrepondo uma segunda
l�mina sobre o primeira e deslizando sob uma press�o suave, espalhando
assim o material particulado em uma camada fina.<br>
<br>
Exame microsc�pico confi�vel requer que esfrega�os de aspirados de
medula �ssea contenham �reas finas de elementos celulares uniformemente
distribu�dos, intactos e compactos. Geralmente, esfrega�os de medula
espessa n�o s�o adequados para o diagn�stico morfol�gico.<br>
<br>
A colora��o dos esfrega�os de sangue e medula �ssea devem ser
individuais e adaptadas a certos procedimentos de colora��o padr�o. O
procedimento de colora��o mais utilizado (Wright / Pappenheim) come�a
com a aplica��o do corante de May-Gr�nwald por um curto per�odo (4 a 6
minutos), resultando na fixa��o simult�nea de �lcool na amostra. Os
esp�cimes devem ser enxaguados com �gua destilada. As condi�es de
colora��o subseq�entes (concentra��o de colora��o e tempo de colora��o)
com solu��o dilu�da de Giemsa devem ser adaptadas �s exig�ncias
t�cnicas.<br>
<br>
O fator cr�tico na colora��o � o pH da �gua destilada, que deve ser o
mais pr�ximo poss�vel do pH 7,0. Este requisito pode ser dif�cil de
conseguir na pr�tica, mas pode n�o ser prejudicial aos processos de
colora��o, desde que grandes varia�es no pH sejam evitadas.<br>
<br>
Um tempo de colora��o mais longo � usado com um pH mais �cido, e tempos
mais curtos s�o usados se a �gua � b�sica. Se n�o for poss�vel obter uma
colora��o universal satisfat�ria, recomenda-se tamponar a solu��o de
Giemsa da seguinte forma: 1 parte de solu��o de reserva de Giemsa
adicionada a 20 partes de solu��o tamp�o de fosfato 0,0667 mol / L, pH
7,0 a 7,2. Alternativamente, pode-se utilizar a subst�ncia comercial de
Wright (recomenda-se uma das seguintes solu�es de �lcool met�lico:
eosina e uma mistura complexa de tiazinas), com uma solu��o tamp�o de pH
6,4. O tempo de colora��o com esta mistura de tamp�o-corante � de
aproximadamente 15 a 20 minutos. Finalmente, deve ser dada especial
aten��o � limpeza regular do material de vidro utilizado na prepara��o
da solu��o Giemsa e � filtra��o ocasional das solu�es de colora��o.<br>
<br>
Para obter uma indica��o preliminar da quantidade e qualidade das
c�lulas, a rotina de exame da amostra de esfrega�o � realizada
inicialmente por meio da varredura microsc�pica da l�mina sob lentes
secas de baixa e alta pot�ncia. Para este exame, o uso de uma capa fina
para reduzir a dispers�o de luz da superf�cie do esfrega�o. Muitos
exames citol�gicos podem ser feitos usando a lente seca de alta
pot�ncia, mas para a avalia��o da morfologia dos eritr�citos, uma lente
de imers�o em �leo deve ser usada. A diferencia��o final das c�lulas no
esfrega�o de sangue deve ser realizada com uma lente de imers�o em �leo.
O exame microsc�pico deve ser feito na borda da pena (o ter�o final) do
esfrega�o: os rejeitos. no entanto, deve ser desconsiderado porque os
elementos de c�lulas brancas parcialmente danificados que podem levar a
falsas contagens de ell s�o artificialmente concentrados nesta regi�o.
Por outro lado, c�lulas patol�gicas espec�ficas podem ser encontradas
nesta regi�o da l�mina, bem como nas bordas do esfrega�o. Para avaliar
com precis�o a morfologia eritrocit�ria, deve-se lembrar que a forma dos
gl�bulos vermelhos pode ser alterada em por�es excessivamente finas ou
espessas do esfrega�o.<br>
<br>
Os aspirados de medula devem tamb�m primeiro ser examinados usando
objetivas secas para obter uma vis�o geral da composi��o celular e para
evitar a perda de �reas localizadas de c�lulas espec�ficas, tais como
grupos de c�lulas tumorais ou c�lulas de les�es granulomatosas.
Quaisquer achados incomuns devem ser examinados cuidadosamente sob
imers�o em �leo. Um exame microsc�pico combinado do l�quido medular,
como descrito, tem quase o mesmo significado que uma contagem de pelo
menos 1000 c�lulas. Uma combina��o de diferencia��o qualitativa e
quantitativa de esfrega�os de medula �ssea geralmente n�o � necess�ria,
exceto para fins espec�ficos de diagn�stico, por exemplo,
estabelecimento de fra��o de blastos.<br>
<br>
Todos os profissionais envolvidos em hematologia devem ter uma grande
cole��o de l�minas. Elas devem ser armazenadas em um estojo e devem ser
cuidadosamente limpas com algod�o macio ou tiras de musselina saturadas
com xilol ou com limpador de lentes dispon�veis comercialmente para
remover o �leo de imers�o ap�s cada exame. Este procedimento evita o
desbotamento da mancha atrav�s da a��o do �leo de imers�o,<br>
<br>
Regra Geral para o Diagn�stico de Hematologia Microsc�pica. Apenas um
exame de uma combina��o de esfrega�os de sangue e medula �ssea
possibilita um diagn�stico completo<br>
<br>
Nas prepara�es de esfrega�o de leuc�citos (concentrado de leuc�citos) o
sangue venoso coletado em um tubo Vacutainer EDTA (l�quido ou p� �
recomendado. Os tubos vacutainer de citrato de s�dio tamb�m s�o
aceit�veis).<br>
<br>
Os tubos devem estar devidamente preenchidos com sangue e podem ainda
dar esfrega�os aceit�veis at� 3 horas ap�s a coleta. O conte�do do tubo
deve ser cuidadosamente misturado e centrifugado por 15 minutos a 1500
rpm. Ap�s centrifuga��o e remo��o do plasma (com uma pipeta) 0,3 a 0,5
ml da camada leucoplaquet�ria deve ser coletado com uma pipeta finamente
graduada. Uma pequena quantidade de camada de eritr�citos n�o afeta o
exame final. Algumas gotas de camada de leuc�citos s�o ent�o estendidas
em l�minas microsc�picas, da mesma maneira que o sangue total, e s�o
coradas pelo procedimento de Pappenheim ou por outros m�todos
citoqu�micos.<br>
<br>
Indica��o para uso de uma extens�o de camada leucocit�ria<br>
1. Aumento do n�mero de c�lulas na leucopenia.<br>
2. Exame para c�lulas anormais na leucopenia.<br>
3. Rea�es citoqu�micas na leucopenia.<br>
4. Remiss�o e reca�da de leucemias agudas.<br>
5. Procure por cromatina sexual.<br>
<br>
<div style="text-align: center;"><img src="http://antonini.com.br/wp-content/gallery/hematologia/20220130_220851.png"
alt="Prepara��o do esfrega�o" title="Prepara��o do esfrega�o" style="width: 680; height: ;"><br>
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