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<TITLE>INTERA��O DE DROGAS</TITLE>
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<P><HR></P>
<TABLE CELLSPACING=0 BORDER=0 CELLPADDING=5 WIDTH=714>
<TR><TD VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634420"><B>INTERA&Ccedil;&Atilde;O DE DROGAS</B></A><B>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634421"><B>Intera&ccedil;&otilde;es de Drogas: classifica&ccedil;&atilde;o e categorias</B></A><B>] </P>
<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634422"><B>Intera&ccedil;&otilde;es de drogas antes de sua administra&ccedil;&atilde;o ao paciente</B></A><B>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634423"><B>Intera&ccedil;&otilde;es de drogas durante a absor&ccedil;&atilde;o</B></A><B>] [</B><A HREF="#_Toc426634424"><B>Administra&ccedil;&atilde;o parenteral</B></A><B>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634425"><B>Intera&ccedil;&otilde;es de drogas associadas com o metabolismo</B></A><B>] </P>
<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634426"><B>Intera&ccedil;&otilde;es de drogas durante a excre&ccedil;&atilde;o</B></A><B>]</P>
</B></TD>
</TR>
</TABLE>

<P><HR></P>
<B><I><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426634420"><A NAME="_Toc426543348"><A NAME="_Toc396752007"><A NAME="_Toc390797747"><A NAME="_Toc371097015">INTERA&Ccedil;&Atilde;O DE DROGAS</A></A></A></A></A></P>
</B></I></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Uma intera&ccedil;&atilde;o de drogas ocorre sempre que a a&ccedil;&atilde;o <B>profil&aacute;tica</B>, <B>terap&ecirc;utica </B>ou <B>diagn&oacute;stica</B> de uma droga &eacute; alterada no organismo pela a&ccedil;&atilde;o de um segundo agente qu&iacute;mico. A segunda subst&acirc;ncia (interagente) pode ser outra droga ou um elemento da dieta ou ambiental. &Agrave; medida que o n&uacute;mero de drogas usadas em conjunto aumenta, o <B>potencial</B> para intera&ccedil;&otilde;es de drogas aumenta <B>geometricamente.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Como resultado da intera&ccedil;&atilde;o, a a&ccedil;&atilde;o de cada um ou de ambos os interagentes pode ser <B>aumentada, diminu&iacute;da, alterada </B>ou <B>n&atilde;o sofrer altera&ccedil;&atilde;o nenhuma.</B> Assim, um paciente pode n&atilde;o experimentar uma melhora terap&ecirc;utica, apresentar uma rea&ccedil;&atilde;o adversa &agrave; droga ou um efeito terap&ecirc;utico potenciado, mas raramente uma intera&ccedil;&atilde;o <B>n&atilde;o</B> provoca uma <B>altera&ccedil;&atilde;o</B> <B>&oacute;bvia</B> no efeito terap&ecirc;utico esperado de agentes individuais.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">O significado cl&iacute;nico da intera&ccedil;&atilde;o de cada droga &eacute; dif&iacute;cil de prever. &Eacute; quase certo que somente uma parte dos exemplos mais dr&aacute;sticos s&atilde;o conhecidos, j&aacute; que no caso de muitos agentes terap&ecirc;uticos n&atilde;o h&aacute; forma de se medir prontamente o t&eacute;rmino do efeito da droga, e h&aacute; ampla varia&ccedil;&atilde;o entre os n&iacute;veis sang&uuml;&iacute;neos e as respostas terap&ecirc;uticas que se seguem aos regimes de doses padr&atilde;o de droga. Al&eacute;m do mais, a previs&atilde;o da resposta do paciente &agrave; terapia com drogas m&uacute;ltiplas &eacute; freq&uuml;entemente dif&iacute;cil, pois as drogas podem agir em mais de um s&iacute;tio ou por mais de um mecanismo. De mais a mais, varia&ccedil;&otilde;es de esp&eacute;cies animais nos mecanismos de intera&ccedil;&atilde;o de droga tornam os dados assim obtidos pouco seguros para predizer a resposta humana. Por exemplo, o <B>clofibrato</B> aumenta a atividade da <B>cumarina</B> por deslocar o anticoagulante dos s&iacute;tios de liga&ccedil;&atilde;o da prote&iacute;na plasm&aacute;tica.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426634421"><A NAME="_Toc426543349">Intera&ccedil;&otilde;es de Drogas: classifica&ccedil;&atilde;o e categorias</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">As drogas s&atilde;o geralmente administradas para atingir um &oacute;rg&atilde;o espec&iacute;fico (por exemplo, um microorganismo, o m&uacute;sculo card&iacute;aco, a zona de disparo medular, etc.). Para que isto ocorra, o agente deve ser absorvido, transportado pelo organismo, metabolizado e eliminado. Assim, h&aacute; numerosos s&iacute;tios nos quais as drogas podem interagir para alterar o n&iacute;vel da droga livre ou do metab&oacute;lito ativo no s&iacute;tio receptor ou para modificar a resposta.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Os mecanismos de intera&ccedil;&atilde;o de drogas podem ser bastante variados e complexos e, em alguns casos, mais de um mecanismo pode estar envolvido. Desse modo, qualquer classifica&ccedil;&atilde;o tende a simplificar o problema. Em geral, as drogas podem interagir antes da administra&ccedil;&atilde;o (quando misturadas) em frascos IV, seringas etc.) durante a absor&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o e liga&ccedil;&atilde;o ao s&iacute;tio receptor ou aceptor; nos processos de resposta do efetor; nos s&iacute;tios de processos metab&oacute;licos ou durante o metabolismo ou excre&ccedil;&atilde;o.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">O conhecimento dos mecanismo de intera&ccedil;&atilde;o de drogas permite minimizar a toxicidade, trat&aacute;-la mais adequadamente com um m&iacute;nimo de interfer&ecirc;ncias na terapia e, freq&uuml;entemente, obter intera&ccedil;&otilde;es ben&eacute;ficas. As intera&ccedil;&otilde;es de drogas por si, podem ser ou n&atilde;o perigosas. Contudo, a <B>ignor&acirc;ncia, ou o n&atilde;o reconhecimento das intera&ccedil;&otilde;es pode ser perigoso.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
</B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634422"><A NAME="_Toc426543350">Intera&ccedil;&otilde;es de drogas antes de sua administra&ccedil;&atilde;o ao paciente</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">O fato de se considerar as drogas como agentes terap&ecirc;uticos, ao inv&eacute;s de consider&aacute;-los como produtos qu&iacute;micos, tem difucultado a acep&ccedil;&atilde;o de que elas podem interagir qu&iacute;mica ou fisicamente quando misturadas antes da administra&ccedil;&atilde;o.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634423"><A NAME="_Toc426543351">Intera&ccedil;&otilde;es de drogas durante a absor&ccedil;&atilde;o</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A intera&ccedil;&atilde;o de drogas pode se desenvolver ap&oacute;s serem administradas por qualquer via, mas aquelas associadas com a administra&ccedil;&atilde;o oral, t&oacute;pica ou parenteral s&atilde;o as mais importantes.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Administra&ccedil;&atilde;o Oral</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Intera&ccedil;&otilde;es de drogas devido &agrave; altera&ccedil;&atilde;o na fun&ccedil;&atilde;o.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">As drogas que alteram a velocidade de esvaziamento g&aacute;strico ou a motilidade intestinal podem provocar intera&ccedil;&otilde;es significativas de drogas. A atropina e outros anticolin&eacute;rgicos ou drogas oleosas retardam o esvaziamento g&aacute;strico, aumentam ou diminuem a absor&ccedil;&atilde;o de uma segunda droga, dependendo do fato dela ser ou n&atilde;o absorvida no est&ocirc;mago ou no intestino delgado, respectivamente. Um agente parassimpatomim&eacute;tico produzir&aacute; o efeito contr&aacute;rio. De maneira semelhante, agentes anticolin&eacute;rgicos ou drogas constipantes (opi&aacute;ceos, agentes bloqueadores ganglionares) retardar&atilde;o a desintegra&ccedil;&atilde;o e a dissolu&ccedil;&atilde;o de comprimidos, e a segunda droga pode n&atilde;o estar em contato suficientemente adequado com a mucosa. Al&eacute;m do mais, devido &agrave; retarda&ccedil;&atilde;o da passagem da droga, pode ocorrer uma toxicidade excessiva, por exemplo, a clindamicina induziu enterocolite em pacientes que tomavam drogas antidiarr&eacute;icas.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Um aumento no peristaltismo produzido por laxativos e outras drogas, pode reduzir o tempo de dissolu&ccedil;&atilde;o ou absor&ccedil;&atilde;o de comprimidos revestidos ou de "libera&ccedil;&atilde;o lenta". De mais a mais, o abuso de cat&aacute;rticos que leva &agrave; perda de pot&aacute;ssio potencia a toxicidade de digit&aacute;licos.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A <B>altera&ccedil;&atilde;o da velocidade </B>ou <B>n&iacute;vel do fluxo sang&uuml;&iacute;neo da mucosa </B>possibilita &agrave;s drogas alterarem a absor&ccedil;&atilde;o de outros agentes. Isto pode ser observado no tratamento de insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca congestiva.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A <B>modifica&ccedil;&atilde;o</B> ou <B>elimina&ccedil;&atilde;o da microflora hospedeira</B> pode alterar substancialmente a susceptibilidade de pacientes a drogas. Por exemplo, os antibi&oacute;ticos de largo espectro, ao destru&iacute;rem a flora que sintetiza a vitamina K, potenciar&atilde;o os anticoagulantes orais. Da mesma forma, o metotrexato que possui ciclo entero-hep&aacute;tico &eacute; marcadamente mais t&oacute;xico se a microflora estiver reduzida, j&aacute; que a droga &eacute; normalmente metabolizada pelos organismos intestinais, originando um metab&oacute;lito n&atilde;o t&oacute;xico.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Intera&ccedil;&otilde;es de drogas que produzem altera&ccedil;&otilde;es nas propriedades qu&iacute;micas do conte&uacute;do da luz intestinal.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A ampla faixa de varia&ccedil;&atilde;o do pH gastrintestinal favorece altera&ccedil;&otilde;es induzidas por drogas direta (por exemplo, anti&aacute;cidos) ou indiretamente (por exemplo, anticolin&eacute;rgicos) no gradiente &aacute;cido/base, o que pode modificar a <B>ioniza&ccedil;&atilde;o</B>, <B>solubilidade</B> ou <B>estabilidade </B>da droga.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Visto que muitas drogas s&atilde;o eletr&oacute;litos fracos, o aumento ou diminui&ccedil;&atilde;o do pH influenciar&aacute; profundamente a velocidade e a extens&atilde;o da absor&ccedil;&atilde;o devido ao fato de alterar o grau de ioniza&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, a absor&ccedil;&atilde;o do <B>&aacute;cido nalid&iacute;xico</B>, dos <B>salicilatos</B>, <B>anticoagulantes orais </B>da <B>nitrofuranto&iacute;na</B>, <B>probenecid </B>e <B>fenilbutazona</B> (todas elas fracamente &aacute;cidas) &eacute; diminu&iacute;da, com a eleva&ccedil;&atilde;o do pH. Simultaneamente, a absor&ccedil;&atilde;o de <B>anfetamina</B>, <B>quinina </B>e <B>efedrina </B>(todas drogas b&aacute;sicas ) &eacute; diminu&iacute;da com a redu&ccedil;&atilde;o do pH.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A estabilidade ou a solubilidade de muitas drogas depende do pH; por exemplo, as <B>penicilinas &aacute;cido-l&aacute;beis </B>s&atilde;o irregularmente destru&iacute;das em meio &aacute;cido, enquanto que um meio &aacute;cido &eacute; o mais apropriado para a absor&ccedil;&atilde;o de ferro. Altera&ccedil;&otilde;es no pH g&aacute;strico ou duodenal interferem profundamente no esvaziamento g&aacute;strico.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">V&aacute;rios componentes de alimentos ou drogas podem <B>quelar </B>ou <B>adsorver</B> drogas intraluminarmente de uma maneira ativa, reduzindo sua absor&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, os sais de c&aacute;lcio, b&aacute;rio, magn&eacute;sio, alum&iacute;nio e ferro formam quelatos com antibi&oacute;ticos do tipo <B>tetraciclina; </B>o carv&atilde;o ou a <B>colestiramina</B> adsorvem e quelam muitas drogas &aacute;cidas como o <B>warfarin</B> e a <B>tiroxina</B>.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Outras intera&ccedil;&otilde;es f&iacute;sico-qu&iacute;micas podem ter import&acirc;ncia terap&ecirc;utica. <B>Agentes osmoticamente ativos</B> (por exemplo, cat&aacute;rticos salinos) podem alterar a absor&ccedil;&atilde;o de outras drogas: sais mais ou menos est&aacute;veis, sol&uacute;veis ou absorv&iacute;veis que os agentes normais podem ser formados; agentes lipossol&uacute;veis (por exemplo, <B>vitaminas A, D, E,</B> e <B>K</B>) podem ser <B>seq&uuml;estrados </B>por drogas oleosas como o &oacute;leo de castor ou mineral; agentes tensoativos (por exemplo, <B>dioctil-sulfossuccinato de s&oacute;dio</B>) podem aumentar a absor&ccedil;&atilde;o de drogas mal absorvidas por provocarem redu&ccedil;&atilde;o da tens&atilde;o superficial ou por facilitarem mistura intraluminal e o contato droga/mucosa. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Intera&ccedil;&otilde;es de drogas associadas com altera&ccedil;&otilde;es na mucosa. </P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Algumas drogas (por exemplo, a <B>neomicina, PAS, </B>a <B>fenolftale&iacute;na</B>) podem produzir graus variados de atrofia das vilosidades, levando a uma m&aacute; absor&ccedil;&atilde;o generalizada. Por outro lado, uma absor&ccedil;&atilde;o excessivamente r&aacute;pida acontecer&aacute; se as vilosidades intestinais forem parcialmente destru&iacute;das por agentes t&oacute;xicos como o <B>&aacute;cido t&acirc;nico</B>.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Intera&ccedil;&otilde;es de drogas e mecanismo de transporte.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Drogas que induzem altera&ccedil;&otilde;es nos mecanismos de transporte ativo e passivo gastrintestinal podem influir muito na absor&ccedil;&atilde;o de drogas: o efeito do pH na difus&atilde;o passiva foram discutidos anteriormente. <B>Amino&aacute;cidos fen&oacute;licos</B> prim&aacute;rios competem pelo mesmo mecanismo de transporte daquele que absorve <FONT FACE="Symbol">a</FONT> <B>-metildopa</B>, <B>purina </B>e <B>pirimidina</B> naturais podem interferir na absor&ccedil;&atilde;o de amino&aacute;cidos pur&iacute;nicos e pirimid&iacute;nicos. Al&eacute;m do mais, <B>barbit&uacute;ricos, difenilhidanto&iacute;na, nitrofuranto&iacute;na., glutetimida </B>e <B>contraceptivos orais</B> impedem que a <B>folato conjugase </B>da mucosa do &iacute;leo cinda os <B>poliglutamatos monoglutamato</B>, e a <B>tiramina</B> dos alimentos n&atilde;o ser&aacute; destru&iacute;da em pacientes que ingerem inibidores da monoamino-oxidase, e que possivelmente produzir&aacute; crises de hipertens&atilde;o. </P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634424"><A NAME="_Toc426543352">Administra&ccedil;&atilde;o parenteral.</A></A> </P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A epinefrina &eacute; freq&uuml;entemente usada para retardar a absor&ccedil;&atilde;o de anest&eacute;sicos locais. Em oposi&ccedil;&atilde;o, a hialuronidase injetada subcutaneamente com uma droga prim&aacute;ria , pode aumentar a velocidade de sua absor&ccedil;&atilde;o. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Administra&ccedil;&atilde;o oral.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Drogas administradas sist&ecirc;mica ou topicamente podem interagir. Assim, glicocortic&oacute;ides sist&ecirc;micos podem modificar testes com ant&iacute;genos injetados intradermicamente e inibidores de colinesterase administrados topicamente no olho (por exemplo, <B>ecotiofato</B>) podem ser absorvidos o suficiente para potenciar os relaxantes musculares administrados sistemicamente.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Muitas drogas aplicadas topicamente interagem com outras; por exemplo, os sab&otilde;es podem diminuir as propriedades antibacterianas da <B>polimixina</B> B. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Intera&ccedil;&atilde;o de drogas que alteram a distribui&ccedil;&atilde;o. </P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Intera&ccedil;&otilde;es importantes podem alterar sua distribui&ccedil;&atilde;o por modificarem a <B>liga&ccedil;&atilde;o plasm&aacute;tica</B> <B>da droga</B>, o <B>fluxo sang&uuml;&iacute;neo</B> ou o <B>transporte</B> da mesma atrav&eacute;s das membranas.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Liga&ccedil;&atilde;o plasm&aacute;tica.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">As prote&iacute;nas plasm&aacute;ticas e os elementos celulares plasm&aacute;ticos (particularmente os eritr&oacute;citos) s&atilde;o transportadores comuns de uma variedade de subst&acirc;ncias end&oacute;genas (horm&ocirc;nios) e ex&oacute;genas (drogas). A liga&ccedil;&atilde;o depende do n&uacute;mero de s&iacute;tios de liga&ccedil;&atilde;o existentes e da afinidade da droga pelo s&iacute;tio de liga&ccedil;&atilde;o. A droga ligada &eacute; geralmente inativa mas est&aacute; em equil&iacute;brio revers&iacute;vel com a fra&ccedil;&atilde;o de droga livre ativa. A liga&ccedil;&atilde;o &agrave; albumina plasm&aacute;tica tem sido estudada mais freq&uuml;entemente que a liga&ccedil;&atilde;o &agrave; globulina ou a elementos celulares plasm&aacute;ticos.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Visto que h&aacute; um n&uacute;mero limitado de s&iacute;tios de liga&ccedil;&atilde;o acess&iacute;veis nas prote&iacute;nas, uma droga pode deslocar outra se a afinidade do agente deslocador pelo s&iacute;tio de liga&ccedil;&atilde;o for maior que aquela do agente ligado. Se uma droga &eacute; deslocada, o aumento na fra&ccedil;&atilde;o livre ativa desta droga estar&aacute; associado a um <B>aumento imediato da resposta terap&ecirc;utica</B> e, paradoxalmente, a <B>uma meia-vida acelerada</B>, visto que a droga livre est&aacute; sujeita ao metabolismo e &agrave; excre&ccedil;&atilde;o. Eventualmente, um novo equil&iacute;brio entre a droga livre e a ligada desenvolve-se com o estabelecimento da resposta da droga. Obviamente, um deslocamento de 2% de uma droga cuja fra&ccedil;&atilde;o de liga&ccedil;&atilde;o &eacute; de 98% &eacute; de maior import&acirc;ncia cl&iacute;nica que um deslocamento semelhante de uma droga cuja fra&ccedil;&atilde;o de liga&ccedil;&atilde;o &eacute; de 20%. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Em geral s&atilde;o as drogas altamente &aacute;cidas que se ligam a prote&iacute;nas plasm&aacute;ticas e deslocam outras drogas. Por exemplo, o <B>warfarin</B> (Marevan<FONT FACE="Symbol">&Ograve;</FONT> )<B> </B>est&aacute; cerca de 98% ligado. Se um paciente ingerir outro agente &aacute;cido e a fra&ccedil;&atilde;o do <B>warfarin </B>ligado cair para 96%, esta pequena mudan&ccedil;a est&aacute; associada ao <B>dobro </B>da fra&ccedil;&atilde;o ativa livre, desde que o volume de distribui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o mude. Isto eq&uuml;ivale (por um breve espa&ccedil;o de tempo) a <B>dobrar</B> a dose de <B>warfarin</B>. Numerosas mortes causadas por hemorragia foram relatadas antes do conhecimento dessa intera&ccedil;&atilde;o. Da mesma forma, <B>sulfonam&iacute;dicos</B> e o <B>&aacute;cido acetilsalic&iacute;lico</B> podem deslocar a <B>tolbutamina </B>e causar hipoglicemia fatal, e uma variedade de drogas &aacute;cidas podem deslocar o <B>metotrexato</B> (um antineoplasiante, indicado no tratamento de diversos tipos de c&acirc;ncer), aumentando bastante a sua toxicidade. A atividade antiinflamat&oacute;ria da <B>fenilbutazona</B> e do <B>&aacute;cido acetilsalic&iacute;lico</B> pode ser produzida, em parte, pelo deslocamento de glicocortic&oacute;ides dos s&iacute;tios de liga&ccedil;&atilde;o plasm&aacute;tica deslocamento este que elas provocam. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Fluxo sang&uuml;&iacute;neo. </P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Visto que muitas drogas n&atilde;o-polares s&atilde;o metabolizadas no f&iacute;gado, drogas administradas concomitantemente que interferem no fluxo sang&uuml;&iacute;neo hep&aacute;tico podem alterar a resposta de agentes como o propranolol, que s&atilde;o eliminados em uma &uacute;nica passagem pelo leito hep&aacute;tico. De maneira semelhante, agentes cardiovasculares, ao alterarem a press&atilde;o sang&uuml;&iacute;nea e o volume plasm&aacute;tico, podem produzir um efeito profundo na distribui&ccedil;&atilde;o de um segundo agente. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Transporte atrav&eacute;s de membranas. </P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Muitas drogas, ap&oacute;s a absor&ccedil;&atilde;o, t&ecirc;m que atravessar uma s&eacute;rie de barreiras para alcan&ccedil;ar seu receptor; outras drogas podem alterar esta passagem. Por exemplo, o anti-hipertensivo <B>guanetidina</B> &eacute; capturado pela termina&ccedil;&atilde;o nervosa adren&eacute;rgica pela bomba de norepinefrina. Os antidepressivos tric&iacute;clicos, fenotiaz&iacute;nicos e alguns anti-histam&iacute;nicos, devido ao fato de bloquearem a bomba de norepinefrina, podem reverter a a&ccedil;&atilde;o da guanetidina. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Intera&ccedil;&otilde;es de drogas nos s&iacute;tios receptores e aceptores. </P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Os receptores s&atilde;o s&iacute;tios de a&ccedil;&atilde;o de drogas. Eles podem variar de enzimas presentes na parede de <B><I>Staphylococcus aureus</B></I>, at&eacute; jun&ccedil;&atilde;o neuroefetora em m&uacute;sculos ou gl&acirc;ndulas. As intera&ccedil;&otilde;es de drogas ao n&iacute;vel de receptores s&atilde;o invariavelmente complexas, e constituem a <B>base do modo de a&ccedil;&atilde;o de muitas drogas.</B> Os seguintes mecanismos podem ser identificados: <B>1 - altera&ccedil;&atilde;o na libera&ccedil;&atilde;o do composto estocado endogenamente</B> (a tiramina e a anfetamina potenciam uma &agrave; outra na libera&ccedil;&atilde;o da epinefrina); <B>2 - altera&ccedil;&atilde;o na concentra&ccedil;&atilde;o de compostos end&oacute;geno no receptor</B> ( a desmetilimipramina e a coca&iacute;na bloqueiam a recaptura da norepinefrina); <B>3 - altera&ccedil;&atilde;o na sensibilidade</B> do receptor &agrave; droga (a tiroxina aumenta a sensibilidade dos receptores aos cumar&iacute;nicos). Finalmente, as drogas podem interagir com o mesmo receptor: as a&ccedil;&otilde;es de agonistas particulares podem ser impedidas por antagonistas espec&iacute;ficos. Existem muitos exemplos entre as drogas que agem no Sistema Nervoso Aut&ocirc;nomo. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">As altera&ccedil;&otilde;es de drogas nos s&iacute;tios aceptores (distintos dos s&iacute;tios de liga&ccedil;&atilde;o plasm&aacute;tica) s&atilde;o dif&iacute;ceis de quantificar. Entretanto, a quinacrina pode deslocar <B>8-aminoquinolinas</B> e potencializar dessa forma sua toxicidade. </P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634425"><A NAME="_Toc426543353">Intera&ccedil;&otilde;es de drogas associadas com o metabolismo</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A intensidade e a dura&ccedil;&atilde;o do efeito farmacol&oacute;gico de muitas drogas depende de sua velocidade de materializa&ccedil;&atilde;o. Atrav&eacute;s de a&ccedil;&otilde;es nas enzimas microssomais teciduais, particularmente naquelas do f&iacute;gado, da mucosa renal e gastrintestinal, as drogas ou metab&oacute;litos de drogas podem <B>acelerar</B> (indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica) ou <B>reduzir </B>(inibi&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica) a velocidade de seu pr&oacute;prio metabolismo ou de outras drogas com elas relacionadas ou n&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica simples entre indutores ou inibidores e as drogas que s&atilde;o afetadas em qualquer uma dessas categorias. Al&eacute;m do mais, algumas drogas podem ter efeitos bif&aacute;sicos. Visto que os metab&oacute;litos podem ser mais ou menos ativos ou t&oacute;xicos, em termos farmacol&oacute;gicos, que a droga de origem, o resultado final e a resposta cl&iacute;nica s&atilde;o freq&uuml;entemente complexos. Assim, quando dois indutores que produzem seda&ccedil;&atilde;o (por exemplo, um barbit&uacute;rico e um anti-histam&iacute;nico) s&atilde;o administrados conjuntamente, &eacute; imposs&iacute;vel predizer os efeitos cl&iacute;nicos no que diz respeito ao resultado final de <B>potencia&ccedil;&atilde;o </B>versus <B>indu&ccedil;&atilde;o</B>. Em geral, as enzimas microssomais envolvidas na indu&ccedil;&atilde;o e na inibi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o aquelas que interv&ecirc;m na dealquila&ccedil;&atilde;o, hidroxila&ccedil;&atilde;o arom&aacute;tica, oxida&ccedil;&atilde;o da cadeia lateral, desamina&ccedil;&atilde;o, sulfoxida&ccedil;&atilde;o, azorredu&ccedil;&atilde;o e glicurona&ccedil;&atilde;o. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Tanto a indu&ccedil;&atilde;o quanto a inibi&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;ticas geralmente demoram cerca de uma a tr&ecirc;s semanas para reverter ao normal, ap&oacute;s a retirada do agente. Entretanto, no caso de agentes como os inseticidas clorados, que s&atilde;o lipossol&uacute;veis, efeitos profundos podem persistir durante meses ap&oacute;s a cessa&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o devido &agrave; lenta libera&ccedil;&atilde;o do indutor do tecido adiposo. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Um aumento na quantidade de enzimas metabolizadoras de drogas em geral prov&eacute;m de um <B>aumento na s&iacute;ntese</B> de prote&iacute;na enz&iacute;mica raramente pode estar envolvido. No f&iacute;gado, a indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica est&aacute; associada a um aumento no peso do f&iacute;gado, e na produ&ccedil;&atilde;o do citocromo P<SUB>450</SUB> e a mudan&ccedil;as na membrana lisa do ret&iacute;culo endoplasm&aacute;tico; a indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica &eacute; impedida por inibidores da s&iacute;ntese do <B>RNA</B>, como a <B>actinomicina D</B>. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Centenas de drogas s&atilde;o reconhecidamente tidas como indutoras enzim&aacute;tica em animais de laborat&oacute;rio, mas apenas algumas delas mostraram-se indutoras ativas no homem. Em geral, um composto pode provocar indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica se for lipossol&uacute;vel no pH fisiol&oacute;gico, se n&atilde;o for metabolizado com rapidez e se for razoavelmente ligado a prote&iacute;nas plasm&aacute;ticas. O fenobarbital parece ser um indutor universal, pois aumenta o metabolismo de mais de 60 agentes diferentes, incluindo-se a difenilhidanto&iacute;na, digit&aacute;licos, o cortisol e anticoagulantes orais e a griseofulvina. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A intera&ccedil;&atilde;o entre o fenobarbital e a bisidroxicumarina foi bastante estudada e servir&aacute; para ilustrar a import&acirc;ncia cl&iacute;nica da indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica. Se o tempo de protrombina de um paciente estiver bem controlado com uma dose di&aacute;ria de bisidroxicumarina, a introdu&ccedil;&atilde;o de fenobarbital (que aumenta a velocidade de metabolismo do anticoagulante) estar&aacute; associada ao risco de <B>trombose</B>. Por outro lado, se o paciente estiver tomando concomitantemente fenobarbital enquanto a dose de bisidroxicumarina est&aacute; sendo ajustada, uma hemorragia fatal pode se desenvolver duas a tr&ecirc;s semanas ap&oacute;s a interrup&ccedil;&atilde;o da administra&ccedil;&atilde;o de fenobarbital, se n&atilde;o houver um reajuste que reduza a dose de bisidroxicumarina. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica pode ser respons&aacute;vel pelo desenvolvimento de <B>toler&acirc;ncia</B> a drogas como barbit&uacute;ricos, glutetimida e meprobamato, visto que estas drogas estimulam seu pr&oacute;prio metabolismo. A capacidade das drogas para aumentar a velocidade do seu pr&oacute;prio metabolismo ou o de outras drogas freq&uuml;entemente confunde os resultados de estudos de drogas novas. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">O fen&ocirc;meno da indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica tamb&eacute;m pode ser utilizado no tratamento de doen&ccedil;as. Por exemplo, o fenobarbital, a fenito&iacute;na, DDD-o,p, a difenilhidanto&iacute;na e a fenilbutazona aumentam a atividade da hidroxilase hep&aacute;tica e est&atilde;o associadas a um metabolismo acelerado do cortisol a 6-hidroxicortisol inativo; este procedimento terap&ecirc;utico tem sido usado no tratamento de certos pacientes com <B>s&iacute;ndrome de Cushing.</B> Da mesma maneira, indutores t&ecirc;m sido usados no tratamento de <B>hiperbilirrubinemia</B> em neonatos e em pacientes com <B>hiperbilirrubinemia n&atilde;o-conjugada familiar.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica n&atilde;o &eacute; suficientemente r&aacute;pida para ser usada no tratamento de superdose de drogas como o fenobarbital. A indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica pode alterar os resultados de exames laboratoriais (o fenobarbital e a fenito&iacute;na aumentam o metabolismo do cortisol, de estr&oacute;genos, progest&oacute;genos e andr&oacute;genos) e pode ser respons&aacute;vel por doen&ccedil;as (a griseofulvina, devido ao fato de induzir a <B>&aacute;cido <FONT FACE="Symbol">a</FONT> -aminolevul&iacute;nico-sintetase</B> pode precipitar uma porf&iacute;ria aguda intermitente). </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Inibi&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Muitas drogas ou metab&oacute;litos de drogas inibem as <B>enzimas microssomais </B>(ou <B>micross&ocirc;micas</B>) por <B>inibi&ccedil;&atilde;o competitiva </B>ou <B>por indu&ccedil;&atilde;o de altera&ccedil;&otilde;es no funcionamento do &oacute;rg&atilde;o</B> (toxicidade direta ou indireta ou deple&ccedil;&atilde;o dos estoques de glicog&ecirc;nio). Em geral, os efeitos produzidos s&atilde;o opostos &agrave;queles obtidos com indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica. Por exemplo, a bisidroxicumarina, o feniramidol, a fenilbutazona e alguns sulfonam&iacute;dicos inibem o metabolismo da tolbutamida ao carboximetil e &agrave; hidroximetiltolbutamida e, desta forma, potencializam o efeito hipoglicemiante da sulfonilur&eacute;ia. A fenilbutazona e as sulfonamidas t&ecirc;m um efeito potencializador adicional, pois deslocam a tolbutamida dos s&iacute;tios de liga&ccedil;&atilde;o com prote&iacute;nas plasm&aacute;ticas. A fenindiona &eacute; um anticoagulante &uacute;til para ser usado com diab&eacute;ticos pois n&atilde;o altera o metabolismo de drogas.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica pode estar associada &agrave; falha terap&ecirc;utica ou a uma resposta adversa da droga. Por exemplo, PAS, a isoniazida, a bisidroxicumarina, o dissulfiram, o metilfenidato, a fenilbutazona, o feniramidol, e as sulfonamidas reduzem o metabolismo hep&aacute;tico da difenilhidanto&iacute;na. Assim, se um paciente estiver estabilizado (no que diz respeito ao controle de ataques), com a difenilhidanto&iacute;na e se um inibidor for introduzido, a toxicidade do anticonvulsivante pode se desenvolver rapidamente. Por outro lado, se o paciente estiver inicialmente estabilizado com a difenilhidanto&iacute;na e um inibidor, ataques podem aparecer com rapidez se o inibidor for retirado. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A inibi&ccedil;&atilde;o de enzimas <B>n&atilde;o-microssomais</B> ocasionada por drogas &eacute; comum. A <B>azatioprina</B> e a <B>6-mercaptopurina</B> podem ser metabolizadas em compostos menos t&oacute;xicos pela <B>xantina-oxidase</B>. Se o alopurinol, um inibidor da xantina-oxidase, for administrado concomitantemente, uma toxicidade grave dos antimetab&oacute;litos pode aparecer. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">As intera&ccedil;&otilde;es associadas com inibidores de monoamino-oxidase s&atilde;o cl&aacute;ssicas. O uso concomitante de aminas simpatomim&eacute;ticas, administradas terapeuticamente ou ingeridas, provocar&aacute; sintomas ligados &agrave; presen&ccedil;a de um excesso de catecolaminas. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A inibi&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica tamb&eacute;m pode estar associada a altera&ccedil;&otilde;es de resultados de exames de laborat&oacute;rio cl&iacute;nico. Por exemplo, glutetimida inibe a bioss&iacute;ntese do cortisol por deprimir a 2 <FONT FACE="Symbol">a</FONT> -hidroxila&ccedil;&atilde;o do colesterol. </P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634426"><A NAME="_Toc426543354">Intera&ccedil;&otilde;es de drogas durante a excre&ccedil;&atilde;o.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">H&aacute; v&aacute;rias vias de excre&ccedil;&atilde;o de drogas, mas as intera&ccedil;&otilde;es de drogas que envolvem o trato urin&aacute;rio s&atilde;o as &uacute;nicas de import&acirc;ncia cl&iacute;nica. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">As intera&ccedil;&otilde;es de drogas podem alterar a excre&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria de outras drogas devido ao <B>aumento </B>ou &agrave; <B>diminui&ccedil;&atilde;o da filtra&ccedil;&atilde;o glomerular, da excre&ccedil;&atilde;o tubular ou da reabsor&ccedil;&atilde;o tubular passiva ou ativa.</B> Os mecanismos mais importantes envolvidos nessas intera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o altera&ccedil;&otilde;es no fluxo sang&uuml;&iacute;neo glomerular, mudan&ccedil;as nos gradientes osm&oacute;ticos ou de pH nos t&uacute;bulos ou na competi&ccedil;&atilde;o pelos sistemas de transporte. Exemplos de dois destes mecanismos ser&atilde;o discutidos rapidamente. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Efeitos do pH</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Estes efeitos s&atilde;o de import&acirc;ncia cl&iacute;nica fundamental se o pK<SUB>a</SUB> da droga "afetada" ou do metab&oacute;lito estiver na faixa 3,0-7,5 para &aacute;cidos e 7,5-10,0 para bases, e se uma propor&ccedil;&atilde;o significativa da droga ou metab&oacute;lito for normalmente excretada <I>in natura</I> na urina. Assim, os alcalinizantes urin&aacute;rios diur&eacute;ticos tiaz&iacute;dicos, acetazolamida, citrato de pot&aacute;ssio, bicarbonato, citrato ou lactato de s&oacute;dio favorecer&atilde;o a ioniza&ccedil;&atilde;o de drogas &aacute;cidas atrav&eacute;s do aumento de sua excre&ccedil;&atilde;o, mas favorecendo a n&atilde;o ioniza&ccedil;&atilde;o de drogas b&aacute;sicas atrav&eacute;s do aumento de sua absor&ccedil;&atilde;o. Os acidificantes urin&aacute;rios (cloreto de am&ocirc;nio) causar&atilde;o efeito oposto. O controle do pH urin&aacute;rio &eacute; de grande import&acirc;ncia no tratamento de superdose de drogas, tais como os barbit&uacute;ricos, o &aacute;cido acetilsalic&iacute;lico, as anfetaminas etc.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A solubilidade urin&aacute;ria de muitas drogas depende do pH; por exemplo, as sulfonamidas precipitam-se facilmente em urina &aacute;cida.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Mecanismos tubulares </P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Muitas drogas &aacute;cidas, tais como o &aacute;cido acetilsalic&iacute;lico, as sulfonamidas, sufonilur&eacute;ias, o metotrexato, a acetazolamida, os diur&eacute;ticos tiaz&iacute;dicos, o probenecid, a fenilbutazona, a indometacina e as penicilinas s&atilde;o excretadas ativamente pelos t&uacute;bulos renais. Intera&ccedil;&otilde;es de drogas podem originar-se da competi&ccedil;&atilde;o de seus s&iacute;tios de transporte. O probenecid, por exemplo, bloqueia a secre&ccedil;&atilde;o das penicilinas, de algumas cefalosporinas e da indometacina, e o efeito hipoglic&ecirc;mico da acetoexamida &eacute; aumentado pela fenilbutazona que inibe a secre&ccedil;&atilde;o tubular da hidroxieximida, um metab&oacute;lito ativo. De mais a mais, o &aacute;cido acetilsalic&iacute;lico, por bloquear a secre&ccedil;&atilde;o de metotrexato, pode produzir rapidamente efeitos t&oacute;xicos muito s&eacute;rios. </P></BODY>
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