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<P><HR></P>
<TABLE CELLSPACING=0 BORDER=0 CELLPADDING=5 WIDTH=714>
<TR><TD VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634150"><B>METABOLISMO DE DROGAS</B></A><B>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634151"><B>Oxidase de fun&ccedil;&atilde;o mista do f&iacute;gado</B></A><B>] [</B><A HREF="#_Toc426634152"><B>A Monoamino-Oxidase (MAO)</B></A><B>] </P>
<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634153"><B>A Dopamina b -Hidroxilase</B></A><B>] [</B><A HREF="#_Toc426634154"><B>As Desidrogenases</B></A><B>] [</B><A HREF="#_Toc426634155"><B>Rea&ccedil;&otilde;es de Redu&ccedil;&atilde;o</B></A><B>] </P>
<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426634156"><B>Rea&ccedil;&otilde;es de Conjuga&ccedil;&atilde;o</B></A><B>] [</B><A HREF="#_Toc426634157"><B>Hidr&oacute;lise</B></A><B>]</P>
<P ALIGN="CENTER"></B></TD>
</TR>
</TABLE>

<P><HR></P>
<B><I><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426634150"><A NAME="_Toc426543340"><A NAME="_Toc396752006"><A NAME="_Toc390797746"><A NAME="_Toc371097014">METABOLISMO DE DROGAS</A></A></A></A></A></P>
</B></I></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">O metabolismo de drogas refere-se aos processos atrav&eacute;s dos quais as drogas administradas s&atilde;o modificadas pelo organismo. Os metab&oacute;litos resultantes s&atilde;o quimicamente distintos da droga que os originou, e geralmente mais polares. O aumento de polaridade significa que esses metab&oacute;litos difundir-se-&atilde;o atrav&eacute;s das membranas celulares menos rapidamente que a droga original. Tais subst&acirc;ncias tendem a ficar menos tempo no organismo, j&aacute; que sua reabsor&ccedil;&atilde;o no t&uacute;bulo renal &eacute; reduzida, isto &eacute;, h&aacute; um aumento na sua excre&ccedil;&atilde;o. A distribui&ccedil;&atilde;o restrita e uma excre&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pida limitar&atilde;o sua atividade farmacol&oacute;gica, de maneira que o metabolismo em geral converter&aacute; a droga num metab&oacute;lito menos ativo. Entretanto, isto n&atilde;o ocorre em todos os casos, e metab&oacute;litos farmacologicamente ativos ou mesmo t&oacute;xicos s&atilde;o conhecidos. Assim sendo, o metabolismo da droga e as enzimas respons&aacute;veis por esses processos s&atilde;o considera&ccedil;&otilde;es importantes na avalia&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o de uma droga.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">O metabolismo de drogas ser&aacute; apresentado em termos de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas individuais. Entretanto, deve-se lembrar que, como em rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas, o metabolismo de droga pode ocorrer sob a forma de uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es interdependentes em que o produto de uma rea&ccedil;&atilde;o torna-se substrato de outra. As rea&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas podem ser classificadas em: 1 - <B>oxida&ccedil;&atilde;o</B>, que implica a adi&ccedil;&atilde;o de oxig&ecirc;nio, OH ou remo&ccedil;&atilde;o de hidrog&ecirc;nio; 2 - <B>redu&ccedil;&atilde;o,</B> adi&ccedil;&atilde;o de hidrog&ecirc;nio, adi&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o &eacute; t&atilde;o importante como a oxida&ccedil;&atilde;o; 3 - <B>conjuga&ccedil;&atilde;o,</B> esse processo inclui muitas rea&ccedil;&otilde;es que envolvem condensa&ccedil;&atilde;o entre a droga ou seu metab&oacute;lito e um composto end&oacute;geno e, 4 - <B>hidr&oacute;lise,</B> na qual uma mol&eacute;cula &eacute; geralmente clivada com a adi&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER">Oxida&ccedil;&atilde;o</P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A oxida&ccedil;&atilde;o &eacute; um processo comum na biotransforma&ccedil;&atilde;o de drogas. &Eacute; catalisada por v&aacute;rias enzimas, sendo que as mais importantes delas s&atilde;o as <B>oxidases</B> de fun&ccedil;&atilde;o mista do f&iacute;gado.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
</B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634151"><A NAME="_Toc426543341">Oxidase de fun&ccedil;&atilde;o mista do f&iacute;gado</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Esse sistema enzim&aacute;tico &eacute; tamb&eacute;m chamado de <B>micross&ocirc;mico</B> devido &agrave; sua presen&ccedil;a num artefato da fra&ccedil;&atilde;o subcelular, os <B>microssomas. </B>Essa fra&ccedil;&atilde;o micross&ocirc;mica, obtida por processos de centrifuga&ccedil;&atilde;o diferencial, consiste em fragmentos do ret&iacute;culo endoplasm&aacute;tico, uma rede de estruturas membranosas presentes na maioria das c&eacute;lulas. A associa&ccedil;&atilde;o &oacute;tima dessas enzimas com membranas lip&iacute;dicas requer que o substrato desse sistema seja lipof&iacute;lico. O sistema catalisa a rea&ccedil;&atilde;o geral:</P>
<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp13.GIF" WIDTH=623 HEIGHT=36></P>
<P ALIGN="JUSTIFY">que &eacute; chamada de oxidase de fun&ccedil;&atilde;o mista do f&iacute;gado porque requer oxig&ecirc;nio tanto quanto um cofator reduzido, neste caso o <B>fosfato de nicotinamida adenina-dinucleot&iacute;deo (NADPH+H<SUP>+</SUP>). </B>Sistemas enzim&aacute;ticos id&ecirc;nticos s&atilde;o encontrados nos rins, pulm&otilde;es e na adrenal, mas o tecido mais importante do ponto de vista do metabolismo de drogas &eacute; o f&iacute;gado.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A oxidase de fun&ccedil;&atilde;o mista do f&iacute;gado &eacute; importante pela sua inespecificidade. O &uacute;nico pr&eacute;-requisito parece ser a lipossolubilidade. A natureza qu&iacute;mica dos produtos formados depende da estrutura do substrato. Todas as rea&ccedil;&otilde;es podem ser racionalizadas em termos de uma hidroxila&ccedil;&atilde;o inicial do carbono ou de outros &aacute;tomos, seguida por uma hidr&oacute;lise. Foram demonstradas nos microssomas duas oxidases de fun&ccedil;&atilde;o mista diferentes, baseadas nas sensibilidades pelo mon&oacute;xido de carbono. Uma oxidase oxigena o nitrog&ecirc;nio das aminas, e forma a hidroxilamina ou amina oxidada. Esse sistema enzim&aacute;tico tem uma flavoprote&iacute;na como sua oxidase terminal, e n&atilde;o &eacute; afetado pelo mon&oacute;xido de carbono. O segundo sistema enzim&aacute;tico apresenta uma heme prote&iacute;na como oxidase terminal, sendo inibido pelo mon&oacute;xido de carbono. Esta oxidase sens&iacute;vel ao mon&oacute;xido de carbono parece ser mais geral nas rea&ccedil;&otilde;es que catalisa, geralmente considerada como sendo o sistema enzim&aacute;tico prim&aacute;rio na metaboliza&ccedil;&atilde;o de drogas.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A oxidase heme-dependente apresenta componentes principais: <B>um fosfolip&iacute;dio,</B> provavelmente a <B>fosfatidil-colina</B>, uma <B>citocromo</B> <B>redutase NADPH+H<SUP>+</SUP>-dependente</B>, a qual &eacute; uma flavoprote&iacute;na, e a <B>heme-prote&iacute;na</B> denominada <B>citocromo-P<SUB>450</B></SUB>. Esta &uacute;ltima (o citocromo-P<SUB>450</SUB>) &eacute; respons&aacute;vel pela transfer&ecirc;ncia de el&eacute;trons do <B>NADPH+H<SUP>+</B></SUP> para o oxig&ecirc;nio, e pela transfer&ecirc;ncia do <B>OH</B> para o substrato. O termo <B>P<SUB>450</B></SUB> originou-se do estudo da intera&ccedil;&atilde;o do heme com o mon&oacute;xido de carbono, e 450 refere-se ao comprimento de onda, em nan&ocirc;metros (<B><I>nm</B></I>), de absor&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima do complexo heme-mon&oacute;xido de carbono reduzido. Mais recentemente, forma demonstradas outras heme prote&iacute;nas nesse sistema enzim&aacute;tico, e estas apresentam pequenas diferen&ccedil;as em sua absor&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima, de maneira que parece haver uma fam&iacute;lia de tais prote&iacute;nas.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A atividade da <B>P<SUB>450</SUB>-oxidase </B>&eacute; modificada por outras drogas ou compostos. A administra&ccedil;&atilde;o repetida de certos compostos, tais como os <B>barbit&uacute;ricos</B>, os <B>antidiab&eacute;ticos </B>orais (ou <B>hipoglicemiantes orais</B>), a <B>fenito&iacute;na, </B>e <B>hidrocarbonetos halogenados,</B> causa um aumento na s&iacute;ntese ou indu&ccedil;&atilde;o do sistema enzim&aacute;tico, enquanto outras drogas como o <B>cloranfenicol</B> inibem esse sistema. Uma classe desses inibidores, usada comercialmente, &eacute; formada pelos chamados inseticidas sin&eacute;rgicos, como o <B>but&oacute;xido de piperonil</B>. Este composto inibe a oxidase em todas as esp&eacute;cies, inclusive insetos, e est&aacute; presente na formula&ccedil;&atilde;o de certos inseticidas sob a forma de aerossol. O but&oacute;xido de piperonil prolonga a a&ccedil;&atilde;o do inseticida porque inibe o seu metabolismo. Uma base cl&iacute;nica mais comum para a inibi&ccedil;&atilde;o &eacute; obtida por um substrato competitivo. Portanto, o metabolismo de uma droga pode ser inibido pela administra&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea de outra droga que tamb&eacute;m &eacute; substrato da oxidase de fun&ccedil;&atilde;o mista. Por exemplo, a taxa de metabolismo da tolbutamida, um agente antidiab&eacute;tico, &eacute; diminu&iacute;da quando se administra, ao mesmo tempo, a <B>bisidroxicumarina</B>, um anticoagulante. Essas altera&ccedil;&otilde;es na atividade da oxidase podem mudar o tempo de dura&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&atilde;o das drogas cuja meia-vida depende do metabolismo, e constituem uma categoria de intera&ccedil;&otilde;es de drogas.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634152"><A NAME="_Toc426543342">A Monoamino-Oxidase (MAO)</A></A>&#9;&#9;</P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A <B>monoamino-oxidase</B> &eacute; outra das <B>oxidases de fun&ccedil;&atilde;o mista</B>, mas com um papel mais fisiol&oacute;gico que a oxidase de fun&ccedil;&atilde;o mista do f&iacute;gado. &Eacute; respons&aacute;vel pela oxida&ccedil;&atilde;o metab&oacute;lica de uma variedade de aminas end&oacute;genas, incluindo-se a <B>norepinefrina,</B> a <B>epinefrina </B>e a <B>5-hidroxitriptamina.</B> A enzima est&aacute; presente no tecido nervoso, mas tamb&eacute;m &eacute; encontrada no f&iacute;gado e na mucosa intestinal, onde pode efetivar a oxida&ccedil;&atilde;o das aminas ingeridas. A ingest&atilde;o da <B>tiramina</B>, uma amina simpatomim&eacute;tica, por um paciente que est&aacute; recebendo um inibidor da monoamino-oxidase pode resultar numa rea&ccedil;&atilde;o adversa s&eacute;ria.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634153"><A NAME="_Toc426543343">A Dopamina </FONT><FONT FACE="Symbol">b</FONT><FONT FACE="Arial"> -Hidroxilase</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A <B>dopamina <FONT FACE="Symbol">b</FONT> -hidroxilase</B> &eacute; uma enzima encontrada no tecido nervoso adren&eacute;rgico, e converte a dopamina em norepinefrina. &Eacute; tamb&eacute;m capaz de oxidar compostos semelhantes &agrave; dopamina para formar compostos que podem ser retidos e subseq&uuml;entemente liberados pelos nervos adren&eacute;rgicos. Esses compostos s&atilde;o chamados de <B>falsos transmissores </B>e est&atilde;o implicados na a&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios agentes anti-hipertensivos.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634154"><A NAME="_Toc426543344">As Desidrogenases</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A oxida&ccedil;&atilde;o de compostos org&acirc;nicos pode resultar de uma transfer&ecirc;ncia de hidrog&ecirc;nio. Existe uma variedade de desidrogenases presentes no organismo. A <B>&aacute;lcool-desidrogenase</B> &eacute; uma enzima do f&iacute;gado que catalisa a seguinte rea&ccedil;&atilde;o:</P>
<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp14.GIF" WIDTH=396 HEIGHT=41></P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;O cofator para essa enzima &eacute; a <B>nicotinamida adenina-dinucleot&iacute;deo (NAD)</B>, que &eacute; reduzida. H&aacute; tamb&eacute;m uma <B>alde&iacute;do-desidrogenase </B>que converte o <B>acetalde&iacute;do</B> em <B>&aacute;cido ac&eacute;tico. </B>Devido &agrave;s grandes doses de &aacute;lcool que s&atilde;o geralmente tomadas, a cin&eacute;tica<B> </B>de seu metabolismo &eacute; diferente da maioria de outros compostos. A <B>&aacute;lcool-desidrogenase</B> satura-se em rela&ccedil;&atilde;o ao &aacute;lcool, e assim a taxa torna-se dependente apenas da disponibilidade do <B>NAD<SUP>+</SUP>.</B> Isto significa que a velocidade com a qual o &aacute;lcool &eacute; metabolizado independe da quantidade de <B>etanol</B> ingerido. Por exemplo, se o metabolismo levar uma hora para baixar o n&iacute;vel de &aacute;lcool no organismo de 200-100mg/kg, levar&aacute; tr&ecirc;s horas para reduzi-lo de 400-100mg/kg. Em contraste, se o metabolismo do &aacute;lcool seguisse uma cin&eacute;tica de primeira ordem, com uma meia-vida de uma hora, a elimina&ccedil;&atilde;o do &aacute;lcool do organismo atrav&eacute;s do metabolismo de 400-100mg/kg, levaria somente 2 "meias-vidas" ou duas horas (isto &eacute;, uma hora para a redu&ccedil;&atilde;o 400-200, e mais uma hora para a redu&ccedil;&atilde;o 200-100mg/kg). A oxida&ccedil;&atilde;o de acetalde&iacute;do para &aacute;cido ac&eacute;tico pode ser inibida pelo <B>dissulfiram</B>, uma droga usada no tratamento do alcoolismo.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634155"><A NAME="_Toc426543345">Rea&ccedil;&otilde;es de Redu&ccedil;&atilde;o.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Compostos que cont&eacute;m s&iacute;tios de insatura&ccedil;&atilde;o, como o <B>carbonil</B>, <B>azo </B>e <B>nitro-grupos</B>, s&atilde;o reduzidos por enzimas que oxidam outros substratos. Por exemplo, a <B>&aacute;lcool-desidrogenase hep&aacute;tica</B> pode reduzir <B>alde&iacute;dos</B> e <B>cetonas</B> <B>alif&aacute;ticas</B> aos &aacute;lcoois correspondentes, na presen&ccedil;a do <B>NADH+H<SUP>+</B> </SUP><B>. Cetonas</B> arom&aacute;ticas s&atilde;o reduzidas por uma enzima <B>NADH+H<SUP>+</B> </SUP>- <B>dependente</B>, <B>alde&iacute;do arom&aacute;tico-redutase.</B> Ambas as enzimas est&atilde;o presentes no citoplasma da c&eacute;lula hep&aacute;tica (o <B>hepat&oacute;cito</B>). A convers&atilde;o dos grupos carbonil a &aacute;lcool n&atilde;o aumenta muito a polaridade do composto, mas a fun&ccedil;&atilde;o &aacute;lcool pode se rapidamente convertida em um conjugado altamente polar, que &eacute; rapidamente eliminado.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">As fun&ccedil;&otilde;es <B>azo</B> e <B>nitro</B> s&atilde;o reduzidas pela oxidase de fun&ccedil;&atilde;o mista sob certas condi&ccedil;&otilde;es. Os nitro-compostos, como o <B>cloranfenicol</B>, s&atilde;o reduzidos &agrave;s aminas correspondentes na presen&ccedil;a do <B>NADPH+H<SUP>+</SUP> </B>sob condi&ccedil;&otilde;es anaer&oacute;bicas. A atividade da <B>nitro-redutase</B> &eacute; inibida pelo mon&oacute;xido de carbono <I>in vitro</I> e induzida pelo <B>fenobarbital</B>, o que sustenta a concep&ccedil;&atilde;o de que a <B>P<SUB>450</B></SUB> dependente da oxidase de fun&ccedil;&atilde;o mista est&aacute; envolvida no processo. O <B>prontosil</B> &eacute; um <B>azo-composto</B> reduzido pelo f&iacute;gado para formar a <B>sulfanilamida</B>. Esta rea&ccedil;&atilde;o &eacute; um exemplo de ativa&ccedil;&atilde;o metab&oacute;lica de uma droga. O azo-grupo tamb&eacute;m est&aacute; presente em corantes de alimentos, muitos dos quais s&atilde;o metabolizados por esse processo.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634156"><A NAME="_Toc426543346">Rea&ccedil;&otilde;es de Conjuga&ccedil;&atilde;o</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Existem in&uacute;meras rea&ccedil;&otilde;es de conjuga&ccedil;&atilde;o nas quais o composto ex&oacute;geno ou seu metab&oacute;lito conjuga-se com um composto end&oacute;geno. As enzimas mais importantes de conjuga&ccedil;&atilde;o de drogas encontra-se no f&iacute;gado, o que vem enfatizar mais uma vez a import&acirc;ncia desse &oacute;rg&atilde;o no metabolismo de drogas. O produto de conjuga&ccedil;&atilde;o &eacute; consideravelmente mais polar do que a droga que lhe deu origem, uma vez que o composto end&oacute;geno de conjuga&ccedil;&atilde;o &eacute; altamente polar e geralmente carregado. A rea&ccedil;&atilde;o de conjuga&ccedil;&atilde;o mais comum &eacute; a forma&ccedil;&atilde;o de <B>glicuronatos</B>, que ocorre com uma variedade de grupos funcionais. Muitos compostos end&oacute;genos como os <B>ester&oacute;ides</B>, a <B>tiroxina </B>e a <B>bilirrubina</B>, e o produto de degrada&ccedil;&atilde;o do heme s&atilde;o eliminados como glicuronatos. A forma&ccedil;&atilde;o de glicuronatos &eacute; muito importante na excre&ccedil;&atilde;o da bilirrubina, e em rec&eacute;m-nascidos, nos quais os n&iacute;veis de <B>glicuronil-transferase</B> s&atilde;o m&iacute;nimos, pode ocorrer uma rea&ccedil;&atilde;o t&oacute;xica devido &agrave; bilirrubina. A glicuronil-transferase est&aacute; presente no ret&iacute;culo endoplasm&aacute;tico, sendo induzida por drogas como o <B>fenobarbital.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">A <B>N-acetila&ccedil;&atilde;o</B> &eacute; uma via importante para o metabolismo da <B>isoniazida</B>, e diferen&ccedil;as de meias-vidas da isoniazida t&ecirc;m sido atribu&iacute;das a diferen&ccedil;as gen&eacute;ticas na atividade da <B>acetil-transferase</B>. Embora o acetil derivado seja o &uacute;nico conjugado, n&atilde;o &eacute; carregado, ele &eacute; um composto polar, excretado de imediato.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426634157"><A NAME="_Toc426543347">Hidr&oacute;lise</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">O plasma cont&eacute;m uma enzima hidrol&iacute;tica chamada <B>pseudocolinesterase</B>, a qual &eacute; capaz de hidrolisar uma variedade de <B>&eacute;steres de colina </B>ou <B>aminoetanol</B>. As drogas <B>succinilcolina</B> e <B>proca&iacute;na</B> s&atilde;o substratos para essa enzima, e a dura&ccedil;&atilde;o de suas atividades farmacol&oacute;gicas depende da hidr&oacute;lise enzim&aacute;tica. Ambos os compostos t&ecirc;m meia-vida curta, e a <B>succinilcolina</B>, uma droga que bloqueia a fun&ccedil;&atilde;o neuromuscular, precisa ser infundida continuamente para a manuten&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel plasm&aacute;tico efetivo. Quando cessa a infus&atilde;o, o efeito desaparece com rapidez, de maneira que a droga &eacute; apropriada para ser usada como relaxante muscular em procedimentos cir&uacute;rgicos.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A <B>proca&iacute;na</B> &eacute; um anest&eacute;sico local com uma meia-vida apropriada curta. Ela tamb&eacute;m apresenta propriedades antiarr&iacute;tmicas. Para que fosse usada como um antiarr&iacute;tmico, seria desej&aacute;vel que a proca&iacute;na tivesse uma dura&ccedil;&atilde;o de efeito mais longa, da&iacute; a sintetiza&ccedil;&atilde;o da <B>amida</B> correspondente (<B>procainamida</B>). Este composto &eacute; metabolizado muito mais lentamente do que o &eacute;ster e, em conseq&uuml;&ecirc;ncia, tem uma meia-vida mais longa. Existem diferen&ccedil;as individuais na atividade da <B>esterase</B>. Foram encontrados gen&oacute;tipos com defici&ecirc;ncias na pseudocolinesterase plasm&aacute;tica quando se descobriu que certos grupos de pessoas revertiam os efeitos da succinilcolina, muito lentamente. Em adi&ccedil;&atilde;o &agrave; pseudocolinesterase, existe no f&iacute;gado a <B>carboxiesterase</B>, que catalisa a hidr&oacute;lise de &eacute;steres ex&oacute;genos como a <B>proca&iacute;na</B>. <B>Amidas</B> como a <B>procainamida</B> s&atilde;o hidrolisadas por essa enzima, mas muito mais lentamente. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp15.GIF" WIDTH=732 HEIGHT=810></P>
<B><P ALIGN="CENTER">Hidr&oacute;lise da anfetamina</P></B></BODY>
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