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<TITLE>FUNDAMENTOS DE FARMACOLOGIA</TITLE>
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<P><A NAME="_Toc390797740"><A NAME="_Toc396752000"><A NAME="_Toc426543329"><HR></P>
<B><P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426633501"><B>FUNDAMENTOS DE FARMACOLOGIA</B></A><B>]</P>
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<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426633503"><B>Atividade Seletiva</B></A><B>] [</B><A HREF="#_Toc426633504"><B>Intera&ccedil;&atilde;o Droga-receptor</B></A><B>] [</B><A HREF="#_Toc426633505"><B>Liga&ccedil;&atilde;o Droga-receptor</B></A><B>]</P>
</B><P><HR></P>
<B><I><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426633501">FUNDAMENTOS DE FARMACOLOGIA.</A></A></A></A></P>
</I></FONT><P ALIGN="CENTER">&nbsp;</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc390797741"><A NAME="_Toc396752001"><A NAME="_Toc426543330"><A NAME="_Toc426633502">PRINC&Iacute;PIOS GERAIS</A></A></A></A></P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc390797742"><A NAME="_Toc396752002"><A NAME="_Toc426543331"><A NAME="_Toc426633503">Atividade Seletiva</A></A></A></A></P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A <B>Farmacologia</B> pode ser definida como o estudo da atividade biol&oacute;gica de subst&acirc;ncias qu&iacute;micas na mat&eacute;ria viva. Uma subst&acirc;ncia tem <B>atividade biol&oacute;gica</B> quando, em pequenas doses, inicia altera&ccedil;&otilde;es celulares e subcelulares; &eacute; seletiva quando a resposta ocorre em algumas c&eacute;lulas e n&atilde;o em outras. A <B>Farmacologia</B> estuda a natureza dessas altera&ccedil;&otilde;es seletivas, a sistematiza&ccedil;&atilde;o das respostas das subst&acirc;ncias qu&iacute;mica que as causam, assim como o mecanismo pelo qual essas altera&ccedil;&otilde;es foram efetuadas.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Muitas subst&acirc;ncias possuem atividade seletiva de valor no tratamento de doen&ccedil;as. Rigorosamente falando, estas subst&acirc;ncias s&atilde;o chamadas <B>drogas</B>, ou seu uso faz parte da terap&ecirc;utica.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Hoje, a necessidade de novos compostos com atividade seletiva, &uacute;teis no combate &agrave;s doen&ccedil;as, ainda &eacute; um incentivo mais forte &agrave;s pesquisas. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc390797743"><A NAME="_Toc396752003"><A NAME="_Toc426543332"><A NAME="_Toc426633504">Intera&ccedil;&atilde;o Droga-receptor.</A></A></A></A></P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Uma vez que as drogas ou subst&acirc;ncias seletivamente ativas agem sobre algumas c&eacute;lulas e n&atilde;o sobre outras, elas devem exercer seus efeitos em algum s&iacute;tio ou sistema espec&iacute;fico, o qual est&aacute; relacionado exclusivamente com a resposta. Esse componente celular &eacute; denominado <B>receptor </B>e pode ser definido como o s&iacute;tio onde a droga se liga para exercer sua a&ccedil;&atilde;o seletiva.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc390797744"><A NAME="_Toc396752004"><A NAME="_Toc426543333"><A NAME="_Toc426633505">Liga&ccedil;&atilde;o Droga-receptor.</A></A></A></A></P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">As for&ccedil;as que comandam a intera&ccedil;&atilde;o entre &aacute;tomos e mol&eacute;culas tamb&eacute;m comandam as intera&ccedil;&otilde;es entre drogas e seus receptores. Foram descritos quatro tipos de liga&ccedil;&otilde;es, os quais s&atilde;o discutidos abaixo, na ordem crescente de sua for&ccedil;a, incid&ecirc;ncia decrescente na intera&ccedil;&atilde;o e, provavelmente, import&acirc;ncia decrescente na determina&ccedil;&atilde;o da atividade biol&oacute;gica seletiva. Presume-se que o receptor seja comparativamente est&aacute;vel na forma e que somente a altera&ccedil;&atilde;o na estrutura da droga afetar&aacute; sua seletividade e pot&ecirc;ncia. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">For&ccedil;as de Van Der Waals. </P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">S&atilde;o for&ccedil;as de liga&ccedil;&atilde;o fracas e muito freq&uuml;entes. Elas estabelecem-se entre quaisquer &aacute;tomos que se encontrem muito pr&oacute;ximos uns dos outros. A for&ccedil;a de atra&ccedil;&atilde;o dessas liga&ccedil;&otilde;es &eacute; inversamente proporcional &agrave; s&eacute;tima pot&ecirc;ncia da dist&acirc;ncia que separa os &aacute;tomos ou mol&eacute;culas. Quando a droga e seu receptor podem entre em contato muito pr&oacute;ximo, estas for&ccedil;as tornam-se altamente significativas. Quanto maior e mais espec&iacute;fica for a mol&eacute;cula, maior ser&aacute; a contribui&ccedil;&atilde;o dessas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o o principal fator que justifica o fato das drogas reagirem ou ligarem-se a um s&iacute;tio e n&atilde;o a outro.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Pontes de Hidrog&ecirc;nio. </P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Na superf&iacute;cie das mol&eacute;culas, muitos &aacute;tomos de hidrog&ecirc;nio possuem carga positiva parcial e podem formar pontes com cargas negativas de &aacute;tomos de oxig&ecirc;nio ou nitrog&ecirc;nio. Uma vez que essas pontes agem a grandes dist&acirc;ncias, a aproxima&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; t&atilde;o importante para que elas ocorram. Essas liga&ccedil;&otilde;es, juntamente com as for&ccedil;as de <B>Van Der Waals</B>, representam a base da maioria das intera&ccedil;&otilde;es droga-receptor.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Liga&ccedil;&otilde;es I&ocirc;nicas.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Estas liga&ccedil;&otilde;es formam-se entre &iacute;ons de cargas opostas, como por exemplo, a acetilcolina e o cloreto. Sua import&acirc;ncia pode ser vista claramente com agentes bloqueadores neuromusculares, tais como a <B><I>d-</I>tubocurarina</B>. Essas liga&ccedil;&otilde;es agem numa velocidade muito grande. Essas liga&ccedil;&otilde;es dissociam-se reversivelmente &agrave; temperatura corporal.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Liga&ccedil;&otilde;es Covalentes.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Estas liga&ccedil;&otilde;es s&atilde;o formadas quando um mesmo par de el&eacute;trons &eacute; compartilhado por &aacute;tomos adjacentes, e s&atilde;o respons&aacute;veis pela coes&atilde;o de mol&eacute;culas org&acirc;nicas. As liga&ccedil;&otilde;es covalentes s&atilde;o comuns em farmacologia. Devido &agrave; sua for&ccedil;a e dificuldade de revers&atilde;o ou clivagem, as drogas com essas liga&ccedil;&otilde;es apresentam um efeito prolongado. A <B>cloroquina</B>, a <B>dibenzilina </B>e os <B>anticolinester&aacute;sicos </B>e <B>organofosforados</B> formam essas liga&ccedil;&otilde;es. Tais compostos tendem a uma grande toxicidade. </P><DIR>
<DIR>

<B><P ALIGN="JUSTIFY">Receptores e Aceptores.</P></DIR>
</DIR>

</B><P ALIGN="JUSTIFY">Algumas mol&eacute;culas biol&oacute;gicas, ligam-se a drogas espec&iacute;ficas, provavelmente devido &agrave;s suas caracter&iacute;sticas est&eacute;ricas e f&iacute;sico-qu&iacute;micas peculiares. Devido &agrave; sua localiza&ccedil;&atilde;o e ao papel celular, a perturba&ccedil;&atilde;o que resulta dessa liga&ccedil;&atilde;o induz altera&ccedil;&otilde;es na atividade celular. Essas mol&eacute;culas s&atilde;o os <B>receptores.</B> A for&ccedil;a de liga&ccedil;&atilde;o relativa &agrave; presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia dessas mol&eacute;culas nas c&eacute;lulas, a import&acirc;ncia e o papel dessas mol&eacute;culas na fun&ccedil;&atilde;o especial das c&eacute;lulas, formam, em grande parte, a base da a&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica seletiva. O estudo desses fatores, de extrema dificuldade e complexidade, &eacute; de fundamental import&acirc;ncia na farmacologia.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Os receptores op&otilde;em-se aos chamados <B>aceptores</B>, que s&atilde;o s&iacute;tios quiescentes do organismo aos quais as drogas se ligam. As liga&ccedil;&otilde;es devem ser semelhantes &agrave;s dos receptores, mas n&atilde;o desencadeiam nenhuma atividade biol&oacute;gica seletiva. Da&iacute; os nomes alternativos dos aceptores -<B>"receptores quiescentes" </B>ou <B>"s&iacute;tios de perda".</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Algumas drogas reagem com receptores que n&atilde;o est&atilde;o distribu&iacute;dos uniformemente sobre a superf&iacute;cie da c&eacute;lula, mas agregam-se em pequenas &aacute;reas da membrana celular. Talvez o melhor exemplo desse caso seja a <B><I>d-</I>tubocurarina</B>, que exerce o seu efeito na jun&ccedil;&atilde;o sin&aacute;ptica entre o nervo motor e o m&uacute;sculo volunt&aacute;rio, e reage com receptores limitados &agrave; regi&atilde;o da placa terminal da c&eacute;lula muscular. Essa regi&atilde;o representa 0,01-1,0% da superf&iacute;cie celular. Se a quantidade efetiva da droga na placa terminal fosse distribu&iacute;da uniformemente numa &uacute;nica camada de mol&eacute;culas sobre a &aacute;rea especializada, ela cobriria apenas 1% de sua superf&iacute;cie. Portanto, a <B><I>d-</I>tubocurarina</B> paralisa o m&uacute;sculo volunt&aacute;rio por sua rea&ccedil;&atilde;o com receptores restritos a 0,0001-0,01% da superf&iacute;cie celular. Somente uma fra&ccedil;&atilde;o muito pequena da <B><I>d-</I>tubocurarina</B> injetada no animal &eacute; realmente respons&aacute;vel por sua a&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica seletiva. A maior parte da droga permanece nos fluidos do organismo, e uma fra&ccedil;&atilde;o consider&aacute;vel reage com prote&iacute;nas plasm&aacute;ticas e aceptores do tecido conectivo ou de outros tecidos. Em conseq&uuml;&ecirc;ncia, os s&iacute;tios onde as drogas se ligam n&atilde;o s&atilde;o necessariamente s&iacute;tios de a&ccedil;&atilde;o farmacol&oacute;gica.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Rela&ccedil;&atilde;o Estrutura-Atividade</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Drogas que exercem atividades biol&oacute;gicas espec&iacute;ficas id&ecirc;nticas ou semelhantes apresentam estruturas f&iacute;sico-qu&iacute;micas semelhantes. Um estudo das aminas simpatomim&eacute;ticas, relaxantes musculares e agentes muscar&iacute;nicos ilustra claramente este princ&iacute;pio. Entretanto, uma pequena mudan&ccedil;a na estrutura qu&iacute;mica pode, muitas vezes, resultar numa perda ou redu&ccedil;&atilde;o marcante da atividade espec&iacute;fica. Por exemplo, a <B><I>l-</I>norepinefrina</B> e a <B><I>d-</I>norepinefrina</B> s&atilde;o id&ecirc;nticas, exceto que uma &eacute; imagem especular da outra. Contudo, a forma lev&oacute;gira &eacute; 50 vezes mais ativa do que seu is&ocirc;mero.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Essas considera&ccedil;&otilde;es levam &agrave; conclus&atilde;o de que os denominadores comuns para a atividade seletiva entre um determinado grupo de drogas s&atilde;o ditados pelas caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas e f&iacute;sicas do receptor.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">O termo <B>afinidade</B> &eacute; usado para descrever a propens&atilde;o da droga em se ligar a determinado s&iacute;tio receptor, e a <B>atividade intr&iacute;nseca </B>define sua habilidade de iniciar a atividade biol&oacute;gica como resultado dessa liga&ccedil;&atilde;o. Devido &agrave; complexidade do processo de liga&ccedil;&atilde;o, a droga pode possuir afinidade, isto &eacute;, ligar-se ao s&iacute;tio receptor e, contudo n&atilde;o desencadear a atividade espec&iacute;fica, isto &eacute;, n&atilde;o possuir atividade intr&iacute;nseca. Entretanto, isto &eacute; o mesmo que ligar-se a um receptor, visto que outras drogas podem ter afinidade pelo mesmo receptor, ser intrinsecamente ativas e, ainda, ser inativas com um aceptor. &Eacute; necess&aacute;rio um estudo mais prolongado da rela&ccedil;&atilde;o entre a estrutura da droga e a atividade espec&iacute;fica para revelar a natureza e as caracter&iacute;sticas do s&iacute;tio receptor.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Nosso conhecimento acerca de receptores est&aacute; inteiramente baseado em infer&ecirc;ncias e, em muitos casos, sua localiza&ccedil;&atilde;o e natureza s&atilde;o totalmente desconhecidas. Muitas pesquisas est&atilde;o sendo feitas atualmente para se isolar receptores. Os receptores para os anticolinester&aacute;sicos e inibidores da monoamino-oxidase ou est&atilde;o localizados em enzimas, ou ent&atilde;o s&atilde;o enzimas. Muitas drogas agem sobre os mesmos receptores atrav&eacute;s dos quais subst&acirc;ncias fisiologicamente importantes, como os neurotransmissores, exercem seus efeitos. Entretanto, muitas outras drogas possuem pouca semelhan&ccedil;a com constituintes celulares conhecidos, e a exist&ecirc;ncia de receptores para essas drogas deve ser fortuita.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Pesquisas bioqu&iacute;micas t&ecirc;m elaborado muitas das s&eacute;ries de rea&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas c&iacute;clicas e seq&uuml;enciais que precedem um determinado evento celular final, seja ele uma altera&ccedil;&atilde;o metab&oacute;lica, uma redu&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;nas contr&aacute;teis ou mitose. Em um grande n&uacute;mero de exemplos, o local preciso da influ&ecirc;ncia da droga nessas cadeias de rea&ccedil;&otilde;es &eacute; conhecido, como no caso da penicilina.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Antagonismo de Drogas.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">A atividade seletiva de muitas drogas pode ser especificamente bloqueada ou antagonizada por outros agentes. Por exemplo, uma droga como a <B><I>d-</I>tubocurarina,</B> que antagoniza o efeito da acetilcolina na placa terminal do m&uacute;sculo esquel&eacute;tico, n&atilde;o antagoniza na mesma dose os outros efeitos da acetilcolina, assim como os da <B>histamina, serotonina </B>ou <B>epinefrina</B>. Freq&uuml;entemente, o antagonismo entre uma droga (agonista) e seu bloqueador espec&iacute;fico (antagonista) ocorre no mesmo receptor. Esta intera&ccedil;&atilde;o &eacute; conhecida como <B>antagonismo farmacol&oacute;gico.</B> Pode-se considerar que esses bloqueadores espec&iacute;ficos possuem grande afinidade pelo receptor, mas pequena ou nenhuma atividade intr&iacute;nseca. Eles freq&uuml;entemente apresentam semelhan&ccedil;a estrutural com seus agonistas. Muitas mol&eacute;culas dos bloqueadores s&atilde;o maiores do que as mol&eacute;culas das drogas que eles antagonizam. Podemos dizer que eles reagem com os receptores em virtude das caracter&iacute;sticas que tem em comum com seus agonistas, mas, devido ao seu tamanho maior, eles impedem o acesso das mol&eacute;culas do agonista ao receptor. Estudos quantitativos t&ecirc;m demonstrado que mol&eacute;culas de agonistas e antagonistas que parecem n&atilde;o ter influ&ecirc;ncia direta uma sobre as outras obedecem a leis f&iacute;sico-qu&iacute;micas, quando competem pelo mesmo receptor.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Dose e Pot&ecirc;ncia.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Mesmo quando &eacute; feita uma tentativa de sele&ccedil;&atilde;o de um grupo, a fim de homogeneiz&aacute;-lo, ocorrem varia&ccedil;&otilde;es individuais. Quando um grupo n&atilde;o-selecionado de indiv&iacute;duos &eacute; estudado, como &eacute; o caso da pr&aacute;tica farmacol&oacute;gica, a varia&ccedil;&atilde;o nos efeitos da droga &eacute; consideravelmente maior. Assim, a dose adequada para um n&atilde;o &eacute; apropriada para outro.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&Eacute; certo concluir que os fatores que governam a afinidade e a atividade intr&iacute;nseca de um agonista com rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo tipo de receptor, em cada indiv&iacute;duo, apresentam uma varia&ccedil;&atilde;o de propriedades. Alguns receptores interagem mais rapidamente com a mol&eacute;cula relativamente ativa do que outros e, assim sendo, reagem com o agonista numa concentra&ccedil;&atilde;o baixa. Se isto ocorre, quanto maior a dose dada, maior ser&aacute; a concentra&ccedil;&atilde;o da droga na regi&atilde;o dos receptores, maior o n&uacute;mero de intera&ccedil;&otilde;es droga-receptor, e maior o efeito farmacol&oacute;gico. Uma rela&ccedil;&atilde;o dose ou concentra&ccedil;&atilde;o e efeito constitui um atributo da a&ccedil;&atilde;o da droga invariavelmente observado na pr&aacute;tica, exceto em situa&ccedil;&otilde;es incomuns quando &eacute; administrada uma dose que produz o efeito m&aacute;ximo.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Duas drogas quimicamente semelhantes, e que apresentam a mesma atividade seletiva, provavelmente agem sobre uma mesma popula&ccedil;&atilde;o de receptores. Se uma delas for efetiva numa concentra&ccedil;&atilde;o molar mais baixa do que a outra, ela &eacute; considerada mais potente. Se todos os fatores que influenciam a concentra&ccedil;&atilde;o da droga na regi&atilde;o do receptor (por exemplo: absor&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o, penetra&ccedil;&atilde;o, liga&ccedil;&otilde;es e metabolismo) n&atilde;o forem os respons&aacute;veis por essa diferen&ccedil;a na pot&ecirc;ncia, esta diferen&ccedil;a deve ser descrita como a afinidade relativa das duas drogas pelo mesmo grupo de receptores. O termo pot&ecirc;ncia &eacute; freq&uuml;entemente usado para expressar outras id&eacute;ias. Por exemplo, se uma droga produz um efeito m&aacute;ximo maior que o de outra, sem levar-se em considera&ccedil;&atilde;o a dose usada, diz-se que ela &eacute; muito mais potente. Seria mais correto dizer que uma droga pode causar um maior efeito espec&iacute;fico. Por outro lado, algumas drogas s&atilde;o consideradas de pot&ecirc;ncias semelhantes se, quando usadas nas doses recomendadas, causam efeitos semelhantes. Nessas circunst&acirc;ncias, seria melhor considerar as doses terapeuticamente equivalentes.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">As drogas de grande pot&ecirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o necessariamente as de maior valor terap&ecirc;utico. O melhor crit&eacute;rio para determinar o valor relativo das drogas que causam o mesmo efeito &eacute; a seletividade. Obviamente, uma droga de baixa pot&ecirc;ncia e alta seletividade &eacute; mais desej&aacute;vel do que uma de alta pot&ecirc;ncia e baixa seletividade. Esse conceito de seletividade &eacute; facilmente medido com objetividade em animais de experimenta&ccedil;&atilde;o, mas dificilmente medido no homem. Ele depende da rela&ccedil;&atilde;o entre a dose que produz o efeito desejado e a dose que causa um efeito adverso. Os meios usados para medir a seletividade no homem variam de acordo com cada classe de drogas, e constituem um dos problemas mais importantes da <B>Farmacologia Cl&iacute;nica.</B> Freq&uuml;entemente, esses meios s&atilde;o referidos como <B>&iacute;ndice terap&ecirc;utico.</B> Esse &iacute;ndice varia consideravelmente de uma droga para outra. &Eacute; extremamente alto no caso do antibi&oacute;tico penicilina, tido como uma droga eficaz em paciente que n&atilde;o sejam hipersens&iacute;veis a ele, e &eacute; baixo no caso de digit&aacute;licos, uma droga indispens&aacute;vel no tratamento de doen&ccedil;as card&iacute;acas, embora deva ser usada com cuidado.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Acessibilidade.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">A atividade seletiva pode resultar da acessibilidade de determinada droga e alguns receptores e n&atilde;o a outros. Geralmente, ela &eacute; o resultado de uma difus&atilde;o atrav&eacute;s de barreiras. Por exemplo, certos antibi&oacute;ticos usados para esterilizar o trato gastrintestinal, parecem ser espec&iacute;ficos para esse efeito, porque quando tomados por via oral n&atilde;o s&atilde;o absorvidos. A mesma droga administrada por via sist&ecirc;mica n&atilde;o apresenta tal especificidade. Outras drogas que apresentam efeitos intensos no <B>sistema nervoso perif&eacute;rico</B>, mas n&atilde;o no <B>central</B>, t&ecirc;m sua passagem para o <B>sistema nervoso central</B> impedida pela <B>barreira hemato-cerebral.</B> Sob certas condi&ccedil;&otilde;es experimentais, quando as mesmas drogas s&atilde;o testadas na aus&ecirc;ncia dessa barreira, seus efeitos no SNC tornam-se evidentes. Muitas barreiras como o plasmalema e as membranas lisoss&ocirc;mica e mitocondrial, podem existir entre o espa&ccedil;o extra-celular e os s&iacute;tios dos receptores farmacol&oacute;gicos. Algumas caracter&iacute;sticas moleculares, como a lipossolubilidade, o tamanho da mol&eacute;cula e a estabilidade biol&oacute;gica influenciam a habilidade da droga de encontrar seu destino farmacol&oacute;gico. O acesso a algumas c&eacute;lulas ou partes da c&eacute;lula torna-se poss&iacute;vel, algumas vezes, gra&ccedil;as &agrave; exist&ecirc;ncia de sistemas especiais de transporte de mol&eacute;culas.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Aspectos Quantitativos da A&ccedil;&atilde;o de Drogas.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">A rela&ccedil;&atilde;o dose-efeito &eacute; de fundamental import&acirc;ncia em farmacologia. No animal inteiro, embora a rela&ccedil;&atilde;o dose-efeito pare&ccedil;a simples, ela pode ser fortuita, j&aacute; que a altera&ccedil;&atilde;o induzida pela droga &eacute; influenciada por uma s&eacute;rie de fatores. Por exemplo, quando a epinefrina &eacute; injetada intravenosamente, as altera&ccedil;&otilde;es na tens&atilde;o arterial s&atilde;o uma resultante do efeito da droga em uma s&eacute;rie de tecidos, incluindo o cora&ccedil;&atilde;o e os vasos sang&uuml;&iacute;neos, alguns dos quais levam a um aumento e outros a uma queda da tens&atilde;o arterial. O efeito mensur&aacute;vel &eacute; influenciado pela distribui&ccedil;&atilde;o da droga nos v&aacute;rios compartimentos do organismo, sua estocagem tempor&aacute;ria em alguns s&iacute;tios, seu metabolismo e excre&ccedil;&atilde;o e, ainda, pela atividade dos reflexos homeost&aacute;ticos. Assim, &eacute; improv&aacute;vel que qualquer rela&ccedil;&atilde;o determinada experimentalmente no animal inteiro, tenha um valor fundamental.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Os farmac&oacute;logos freq&uuml;entemente usam prepara&ccedil;&otilde;es isoladas de tecidos <I>in vitro<B> </B></I>para determinar os efeitos b&aacute;sicos das drogas. Esses tecidos, embora isolados do organismo, podem ser mantidos em condi&ccedil;&otilde;es satisfat&oacute;rias por algum tempo. Nesta circunst&acirc;ncias, a rela&ccedil;&atilde;o entre dose e efeito &eacute; provavelmente significativa, embora alguns fatores possam gerar complica&ccedil;&otilde;es. Quando a resposta &eacute; coloca em gr&aacute;fico em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; dose ou <B>log</B> da dose, a curva &eacute; t&iacute;pica, quase sim&eacute;trica em forma de <B><U>S.</B></U> Muitos aspectos dessa curva s&atilde;o importantes, podendo-se detectar a dose <B>limiar</B>. Embora seja dif&iacute;cil de ser definida, uma vez que a habilidade de medir altera&ccedil;&otilde;es da dose limiar varia com as circunst&acirc;ncias e possivelmente com o observador, s&atilde;o comuns experi&ecirc;ncias em que uma certa quantidade da droga precisa ser administrada antes do aparecimento de seu efeito. A magnitude do efeito de uma droga n&atilde;o aumenta indefinidamente. H&aacute; uma dose, a dose <B>m&aacute;xima</B>, a qual promove uma resposta m&aacute;xima. Aqui, outra vez, a precis&atilde;o com que esta dose pode ser determinada n&atilde;o &eacute; muito grande. Em oposi&ccedil;&atilde;o, a dose da droga que produz metade da resposta ou efeito m&aacute;ximo pode ser determinada experimentalmente com alguma seguran&ccedil;a. &Eacute; a <B>dose efetiva<SUB>50</B></SUB> <B>(DE<SUB>50</SUB>)</B> e constitui uma medida da pot&ecirc;ncia da droga. Finalmente, a inclina&ccedil;&atilde;o da curva dose-resposta fornece uma indica&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o &agrave; qual o efeito variar&aacute; com a dose.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A forma da curva dose-resposta &eacute; semelhante &agrave;quela obtida quando a porcentagem de um grupo grande de animais que apresenta um efeito espec&iacute;fico da mesma &eacute; colocada em gr&aacute;fico, em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; dose da droga necess&aacute;ria para produzir esse efeito. Neste &uacute;ltimo caso, a varia&ccedil;&atilde;o &eacute; <B>quantal</B> (tudo ou nada), e a forma da curva reflete a varia&ccedil;&atilde;o na sensibilidade de uma popula&ccedil;&atilde;o de animais. Pode ser demonstrado, por analogia, que a curva dose-resposta obtida de experimentos em tecidos isolados reflete a varia&ccedil;&atilde;o na sensibilidade de c&eacute;lulas isoladas que respondem &agrave; droga de forma tudo ou nada. Essa popula&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas tem uma distribui&ccedil;&atilde;o de sensibilidade <B>gaussiana.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Muitas experimenta&ccedil;&otilde;es forma aventadas para a forma geral da curva dose-resposta de drogas. Diz-se que uma mol&eacute;cula da droga reage com um receptor e que a magnitude da resposta est&aacute; relacionada com o n&uacute;mero de intera&ccedil;&otilde;es droga-receptor. Se a distribui&ccedil;&atilde;o da sensibilidade de receptores a uma droga for normal, isto &eacute;, <B>gaussiana</B>, ent&atilde;o a curva dose-resposta pode ser considerada como uma curva gaussiana normal integrada. &Eacute; uma curva sim&eacute;trica em forma de <B><U>S</B></U>. Sem d&uacute;vida, muitas rela&ccedil;&otilde;es derivadas experimentalmente podem ser representadas de forma adequada atrav&eacute;s desta curva.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">A. J. Clarke </B>(1885-1941) foi o primeiro a aplicar a <B>lei da a&ccedil;&atilde;o das massas</B> na rela&ccedil;&atilde;o dose-resposta de uma droga. Se a droga <B>D</B> combina com um receptor <B>R</B>, a resposta ser&aacute; proporcional ao n&uacute;mero de complexos <B>DR</P>
</B><P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp4.gif" WIDTH=229 HEIGHT=49></P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</B>produzidos, onde <B><I>k<SUB>1</B></I></SUB> , <B><I>k<SUB>2</B></I></SUB> e <B><I>k<SUB>3</B></I></SUB> s&atilde;o constantes de velocidade .</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A rela&ccedil;&atilde;o esperada, derivada dessa fun&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma hip&eacute;rbole, a qual tamb&eacute;m representa adequadamente muitos dados biol&oacute;gicos obtidos atrav&eacute;s de experimentos. Apenas em seus extremos esta curva difere significativamente da integral da curva de <B>Gauss</B> sendo nesse caso que as medidas farmacol&oacute;gicas n&atilde;o s&atilde;o precisas. Essa rela&ccedil;&atilde;o &eacute; semelhante &agrave;quela vista na cl&aacute;ssica cin&eacute;tica da <B>Michaelis-Menten,</B> que descreve a velocidade de rea&ccedil;&atilde;o de uma enzima em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; concentra&ccedil;&atilde;o do substrato.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Antagonismo Competitivo.</B> Um antagonismo farmacol&oacute;gico pode ocasionar uma variedade de efeitos na curva dose-resposta. Se o antagonista reagir reversivelmente com o mesmo receptor do agonista, ele competir&aacute; pela ocupa&ccedil;&atilde;o do mesmo receptor. Sua efic&aacute;cia relativa dependeria de sua afinidade com o receptor e de sua concentra&ccedil;&atilde;o. Um antagonista farmacol&oacute;gico que age desta forma deslocaria a curva dose-resposta para a direita, sem alterar a sua forma, inclina&ccedil;&atilde;o, ou resposta m&aacute;xima. Esse antagonismo ou bloqueio &eacute; dito <B>competitivo</B> ou <B>revers&iacute;vel.</B> Embora a resposta a uma dose determinada do agonista seja reduzida ou bloqueada por um antagonista, uma dose maior do agonista pode reverter esse bloqueio e ser eficaz. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Antagonismo N&atilde;o-competitivo. </B>Se um antagonista estabelecer uma liga&ccedil;&atilde;o mais est&aacute;vel com seu receptor, n&atilde;o sendo deslocado por alta concentra&ccedil;&atilde;o do agonista, a curva dose-resposta ser&aacute; deslocada para a direita, e tanto a inclina&ccedil;&atilde;o como na resposta m&aacute;xima decrescer&atilde;o. Esse bloqueio &eacute; considerado <B>n&atilde;o-competitivo</B> ou <B>n&atilde;o-revers&iacute;vel.</P>
</B><P>Um antagonista que tem esse tipo de comportamento n&atilde;o atua necessariamente sobre o mesmo receptor que o agonista. Por exemplo, ele pode atuar em algum ponto entre a ativa&ccedil;&atilde;o do receptor e o evento final respons&aacute;vel pela resposta do efetor. Em muitos efeitos de drogas, h&aacute; uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es em cadeia entre o receptor e a resposta. Estas rea&ccedil;&otilde;es representam s&iacute;tios poss&iacute;veis de a&ccedil;&atilde;o da droga. Se um agonista e um antagonista reagirem com o mesmo receptor, devem ser determinados em diferentes tipos de experimentos.</P></BODY>
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