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<TITLE>ANFETAMINAS E ESTIMULANTES</TITLE>
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<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426800186">ANFETAMINAS E ESTIMULANTES</A></A></P>
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<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543450"><A NAME="_Toc426800187">Histórico</A></A></P>
</B></FONT><P>Os efeitos derivados de se mascar folhas de coca foram descobertos por farmacologistas de folclore nos Andes, séculos atrás. O componente ativo cocaína, descoberto em 1860, é um anestésico local. Embora a cocaína tenha pouca semelhança química com as anfetaminas e outros estimulantes mais modernos, as suas funções farmacológicas são bastante parecidas.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">	Análogos químicos da epinefrina e da norepinefrina eram conhecidos antes mesmo que a identidade de cada hormônio tivesse sido estabelecida. O uso médico da anfetamina data de 1935, e, pouco depois, foi descoberta a maioria das suas indicações comuns. A anfetamina racêmica foi rapidamente substituída pela dextranfetamina, e foram desenvolvidos outros homólogos mais recentes incluem drogas tais como o metilfenidato, a fenmetrazina, a dietilpropiona e o pipradol.</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543451"><A NAME="_Toc426800188">Química e Farmacologia</A></A> </P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">As anfetaminas são aminas simpatomiméticas indiretas. Assim, os efeitos centrais comuns são a vigília, o tremor e maiores reflexos tendinosos profundos. O mecanismo da diminuição do apetite, que é somente temporário, não está claro.</P>
<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp33.GIF" WIDTH=307 HEIGHT=157></P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A metanfetamina é o preparado que apresenta maior freqüência de abuso, possivelmente porque é feita com maior facilidade no mercado ilícito. Ela é em geral vendida sob a forma não purificada (na gíria é conhecida como "cristal"). A maioria das D-anfetaminas que alcança o mercado ilícito é fornecida por laboratórios ilegais.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">	Os efeitos clínicos de doze menores, tais como um aumento de bem-estar e, talvez, um pequeno grau de nervosismo, são bastante diferentes daqueles obtidos através do uso de doses intravenosas por viciados. Essas doses podem variar de 50 a 4.000 mg diários, e seriam fatais em indivíduos que não toleram a droga, os quais poderiam morrer com uma dose intravenosa tão pequena quanto uma de 120 mg. Após a injeção intravenosa, os indivíduos que tomam a droga com freqüência fazem menção a uma agitação imediata, caracterizada por sensações gerais de formigamento (dito como sendo semelhante ao orgasmo). Logo depois seguem-se uma grande agilidade e sensações de confiança e poder. Os indivíduos que utilizam-se desta droga desenvolvem movimentos repetitivos de contorsão das extremidades ou movimentos bucais de mastigação. Como os efeitos só permanecem por algumas horas, pode-se tomar uma nova dose. Essas doses repetitivas ("viagem") podem durar uma semana ou mais, e, durante este tempo, come-se e dorme-se muito pouco. A exaustão ao final de uma "viagem", é seguida por uma abstinência caracterizada por depressão marcante e inquietação. Freqüentemente, a volta da viagem é tão dolorosa que o viciado procura alívio em depressores tais como os barbitúricos e a heroína. Esta última droga é tão eficaz que muitos viciados em heroína foram iniciados no seu uso pelo tratamento destinado à volta da "viagem" feita através do uso de anfetaminas.</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543452"><A NAME="_Toc426800189">Toxicidade</A></A> </P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Os viciados nesta droga freqüentemente desenvolvem pensamentos do tipo paranóico durante o seu uso. Esses sintomas podem aparecer rapidamente, após uma dose total bastante pequena. No seu estágio mais crítico, a psicose paranóica provocada pela anfetamina, assemelha-se à esquizofrenia natural de uma maneira mais próxima que qualquer outro estado induzido por droga. Estudos recentes sugerem que o funcionamento anormal do cérebro e as perturbações do sono permanecem por meses após o fim de uma "viagem".</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">	Um efeito adverso do abuso de anfetaminas que foi recentemente descoberto, é a arterite necrosante que se assemelha à periarterite nodosa. Uma vez iniciada, esta complicação é irreversível e freqüentemente fatal. Como as anfetaminas são normalmente tomadas por via endovenosa, e sem cuidados de esterilização, os indivíduos que tomam esta droga com freqüência estão expostos às mesmas complicações infecciosas que aqueles que tomam a heroína.</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543453"><A NAME="_Toc426800190">Epidemiologia</A></A></P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Não se sabe, com exatidão, até que ponto vão os abusos de drogas desta classe. São dois os tipos de abuso existentes: oral e endovenoso. O primeiro freqüentemente se origina do uso inicial da droga que é ou auto-administrada para aumentar o desempenho, ou prescrita pelos médicos como auxiliar na redução de peso. As conseqüências deste tipo de abuso raras vezes são graves. Um grande número de indivíduos administra a droga por via endovenosa muito cedo, a fim de obter o efeito "viagem". Embora existam alguns viciados puros, freqüentemente este tipo de uso da anfetamina está associado ao abuso múltiplo de drogas.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">	Controles mais rígidos sobre a sua fabricação e um intenso trabalho de persuasão contra o seu uso clínico, têm reduzido a prescrição destas drogas. Contudo, a redução no abuso de anfetaminas não foi proporcional ao decréscimo de seu uso clínico. É mais provável que o uso reduzido se baseie numa conscientização melhor dos efeitos desastrosos que elas provocam.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">	O declínio encorajador do uso de anfetaminas tem sido paralelo a um aumento equivalente do abuso da cocaína. Esta alcançou uma certa aceitação entre círculos das classes média e alta, assim como entre aqueles que nela descobrem um bom substituto para as anfetaminas de uso popular. A cocaína dispõe de uma pequena margem de segurança, de tal maneira que a absorção através da mucosa nasal ("aspiração") é preferida à oral ou endovenosa.</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543454"><A NAME="_Toc426800191">Tratamento</A></A></P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Não se estabeleceu nenhum programa específico de tratamento farmacológico ou psicológico. Os pacientes que usam as anfetaminas para tratar uma depressão podem ser melhor tratados por drogas antidepressivas convencionais. Aqueles que experimentaram a reação psicótica provocada pela droga, podem estar predispostos a tornarem-se esquizofrênicos, especialmente se a psicose for vivida por muito tempo. O tratamento mais indicado seria aquele feito por drogas antipsicóticas. Os enfoques psicológicos do tratamento seriam semelhantes àqueles descritos para o vício de tomar opiáceos.</P>
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