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<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426636763">Barbit&uacute;ricos e outros sedativos</A></A></P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Os barbit&uacute;ricos tem sido utilizados em terapia durante quase todo esse s&eacute;culo, e constituem uma das classes de drogas mais amplamente prescritas. Suas indica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o muitas, incluindo-se o al&iacute;vio da ansiedade, a indu&ccedil;&atilde;o do sono, o controle da epilepsia, e o uso auxiliar no controle da dor, como pr&eacute;-anest&eacute;sico e mesmo como anest&eacute;sico direto. A demonstra&ccedil;&atilde;o experimental da depend&ecirc;ncia psicof&iacute;sica aos barbit&uacute;ricos, no in&iacute;cio dos anos 50, levou a um decl&iacute;nio do seu uso, especialmente depois do desenvolvimento de novos substitutos (ma maioria das vezes s&oacute; considerados "n&atilde;o-barbit&uacute;ricos" em termos t&eacute;cnicos) e de novas subst&acirc;ncias com propriedades sedativas denominadas "tranq&uuml;ilizantes" ou "drogas ansiol&iacute;ticas". Assim, drogas mais recentes, tais como a glutetimida (um substituto do barbit&uacute;rico mais perigoso que o seu an&aacute;logo, o fenobarbital), o meprobamato, o clordizap&oacute;xido e seus cong&ecirc;neres e, mais recentemente, a metaqualona t&ecirc;m, at&eacute; certo ponto, substitu&iacute;do os barbit&uacute;ricos na pr&aacute;tica cl&iacute;nica.</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543436"><A NAME="_Toc426636764">Toxicologia.</A></A></P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">O <B>fenobarbital</B>, o <B>amobarbital</B>, o <B>pentobarbital</B>, o <B>secobarbital</B> e o <B>tiopental</B> s&atilde;o os mais utilizados na pr&aacute;tica cl&iacute;nica. O fenobarbital &eacute; uma droga de a&ccedil;&atilde;o muito prolongada. O <B>tiopental</B> tem uma a&ccedil;&atilde;o muito curta, e s&oacute; &eacute; usado como um anest&eacute;sico intravenoso. Outros membros do grupo, com uma dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de a&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o mais ami&uacute;de empregados como hipn&oacute;ticos. O meprobamato &eacute; um sedativo relativamente fraco, com um tempo de a&ccedil;&atilde;o semelhante ao do secobarbital. A metaqualona e a <B>glutemida</B> tamb&eacute;m s&atilde;o drogas fracas, com uma dura&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&atilde;o curta. O <B>clordiazep&oacute;xido</B>, o <B>diazepam </B>e outras drogas da s&eacute;rie dos benzodiazep&iacute;nicos s&atilde;o mais potentes e de a&ccedil;&atilde;o mais prolongada. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Aqueles que abusam de sedativos, fazem-no de modo a obter um estado de intoxica&ccedil;&atilde;o r&aacute;pido e relativamente breve, n&atilde;o muito diferente daquele causado pelo &aacute;lcool. Esperar-se-ia, portanto, que as drogas mais prov&aacute;veis de serem tomadas de forma abusiva fossem aquelas mais rapidamente absorvidas e com uma curta dura&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&atilde;o. Estes requisitos s&atilde;o bem preenchidos pelo secobarbital, pentobarbital e amobarbital, entre os barbit&uacute;ricos, e pelo meprobamato, metaqualona e glutetimida entre as outras classes. As drogas de a&ccedil;&atilde;o mais prolongada, tais como o fenobarbital e os benzodiazep&iacute;nicos, n&atilde;o se prestam t&atilde;o bem a crises repetidas de intoxica&ccedil;&atilde;o. Portanto, a meia-vida biol&oacute;gica da droga parece ter um papel importante no seu potencial de abuso. Por uma s&eacute;rie de raz&otilde;es, o secobarbital s&oacute;dico &eacute; a droga mais popular, raz&otilde;es estas que incluem o acesso f&aacute;cil e o pre&ccedil;o menor.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A maior parte do abuso dessas drogas &eacute; feita atrav&eacute;s da ingest&atilde;o oral, e os efeitos do secobarbital manifestam-se com bastante rapidez. Esses efeitos s&atilde;o, fundamentalmente, um estado de embriaguez, semelhante ao causado pela intoxica&ccedil;&atilde;o alco&oacute;lica, com al&iacute;vio da tens&atilde;o, euforia e subsequente sonol&ecirc;ncia. Atrav&eacute;s do controle da dose, os indiv&iacute;duos que utilizam essas drogas com freq&uuml;&ecirc;ncia podem manter um estado de intoxica&ccedil;&atilde;o constante durante o dia, e elimin&aacute;-lo durante o sono &agrave; noite. A toler&acirc;ncia desenvolve-se rapidamente, de maneira que a dose precisa ser constantemente aumentada para fazer os mesmos efeitos. Tais indiv&iacute;duos tolerantes podem tomar doses que seriam normalmente fatais (at&eacute; 1 ou 2 gramas di&aacute;rios) sem grandes problemas. Quando estes n&iacute;veis de dose s&atilde;o atingidos, podem ocorrer s&eacute;rias rea&ccedil;&otilde;es de abstin&ecirc;ncia, semelhantes ao <I>delirium tremens</I>. Como este, essas rea&ccedil;&otilde;es representam uma amea&ccedil;a fatal se n&atilde;o forem tratadas de maneira apropriada. Os princ&iacute;pios do tratamento s&atilde;o os mesmos dos de muitos outros tipos de abstin&ecirc;ncia a drogas; substitui&ccedil;&atilde;o por uma droga farmacologicamente equivalente (via de regra o <B>pentobarbital s&oacute;dico</B>), supress&atilde;o gradual da droga substitu&iacute;da e tratamento de apoio (psicoterapia).</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543437"><A NAME="_Toc426636765">Toxicidade.</A></A></P>
</B></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A intoxica&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica por barbit&uacute;ricos, nos animais, tem sido responsabilizada pela produ&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as histol&oacute;gicas anormais no c&eacute;rebro, mas tais mudan&ccedil;as n&atilde;o ocorrem no homem. Os maiores riscos do abuso de sedativos s&atilde;o as rea&ccedil;&otilde;es de abstin&ecirc;ncia e a superdose inadvertida. Como essas drogas s&atilde;o comumente usadas por alco&oacute;latras, e como a associa&ccedil;&atilde;o tem efeitos depressivos sin&eacute;rgicos, tem-se not&iacute;cias de suic&iacute;dios involunt&aacute;rios. O uso simult&acirc;neo com a hero&iacute;na parecer a maior causa de mortes por superdose.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543438"><A NAME="_Toc426636766">Epidemiologia</B>.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">H&aacute; muitos anos, t&ecirc;m sido relatados, em per&iacute;odos regulares de tempo, casos de abuso iatrog&ecirc;nico. Recentemente, os jovens t&ecirc;m sido respons&aacute;veis pela maioria dos abusos de drogas, as quais eles obt&ecirc;m de forma il&iacute;cita e, somente em raras ocasi&otilde;es, do estoque de medicamentos da fam&iacute;lia. Controles r&iacute;gidos e mais recentes de barbit&uacute;ricos podem for&ccedil;ar uma mudan&ccedil;a nos padr&otilde;es de abuso de sedativos, em favor de outras drogas. N&atilde;o est&aacute; claro o motivo pelo qual os viciados podem preferir drogas do tipo comumente chamado "depressor", em lugar de "estimulantes". Muitos deles usam ambas, dependendo da disponibilidade, ou podem usar uma para contrabalan&ccedil;ar o efeito da outra. Os sedativos tamb&eacute;m podem ser usados dentro de um esquema de uso m&uacute;ltiplo de drogas, esquema este que envolve outras drogas sedativas como o &aacute;lcool, a maconha e a hero&iacute;na.</P>
<B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543439"><A NAME="_Toc426636767">Tratamento do Abuso de Sedativos.</A></A></P>
</B></FONT><P>Considerando-se as semelhan&ccedil;as farmacol&oacute;gicas, o mesmo modelo de tratamento pode ser aplicado tanto para o abuso de &aacute;lcool como para o abuso de sedativos. O contexto social de uso, que inclui os sedativos num padr&atilde;o de uso m&uacute;ltiplo de drogas, &eacute; pouco diferente, de forma que n&atilde;o &eacute; de maneira nenhuma certo que um tratamento semelhante seja igualmente correto.</P></BODY>
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