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<P><A NAME="_Toc426543430"><HR></P>
<B><FONT SIZE=2><P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636658"><B><FONT SIZE=2>&Aacute;LCOOL ET&Iacute;LICO</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636659"><B><FONT SIZE=2>Generalidades e usos</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636660"><B><FONT SIZE=2>Propriedades qu&iacute;micas e f&iacute;sicas</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636661"><B><FONT SIZE=2>Toxicocin&eacute;tica</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636662"><B><FONT SIZE=2>Toxicodin&acirc;mica</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>]</P>
</B></FONT><P><HR></P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426636658">&Aacute;lcool et&iacute;lico.</A></A></P>
</FONT><B><P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
</B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543431"><A NAME="_Toc426636659">Generalidades e usos.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">O <B>Etanol</B> ou &aacute;lcool (&aacute;lcool de cereais) &eacute; conhecido em quase todas as mundo, desde a pr&eacute;-hist&oacute;ria. &Eacute; formado naturalmente atrav&eacute;s da fermenta&ccedil;&atilde;o do levedo do amido ou do a&ccedil;&uacute;car de frutas, cereais, batatas ou cana-de-a&ccedil;&uacute;car e, em muitos pa&iacute;ses, a lei permite o uso somente de &aacute;lcool de origem natural quando destinado a consumo humano. O etanol para uso industrial &eacute; produzido principalmente por s&iacute;ntese org&acirc;nica a partir do <B>etileno</B>.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Embora o <B>conhaque</B> e o u&iacute;sque fossem antigamente considerados <B><I>"estimulantes"</B></I>, o &aacute;lcool &eacute;, na verdade, um hipn&oacute;tico e uma droga anest&eacute;sica. &Eacute; pouqu&iacute;ssimo usado em farmacoterapia, exceto como solvente para algumas drogas administradas na forma l&iacute;quida, na produ&ccedil;&atilde;o dos <B>florais de Bach</B>, nos quais tamb&eacute;m se usa o conhaque e em <B>homeopatia</B>, onde o ve&iacute;culo mais utilizado para fazer as dinamiza&ccedil;&otilde;es &eacute; o &aacute;lcool et&iacute;lico.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543432"><A NAME="_Toc426636660">Propriedades qu&iacute;micas e f&iacute;sicas.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Os &aacute;lcoois alif&aacute;ticos formam uma s&eacute;rie hom&oacute;loga que se inicia com o <B>metanol</B>, popularmente chamado de &aacute;lcool da madeira.</P>
<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp23.GIF" WIDTH=207 HEIGHT=232></P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Os tr&ecirc;s primeiros s&atilde;o praticamente sol&uacute;veis em &aacute;gua, em qualquer propor&ccedil;&atilde;o, mas &agrave; medida que aumenta a cadeia carb&ocirc;nica, a solubilidade diminui, sendo assim, o <B>octanol</B>, com oito carbonos e uma hidroxila, &eacute; muito pouco sol&uacute;vel. Estes &aacute;lcoois superiores, junto com o <B>metano</B>, s&atilde;o principalmente utilizados em ind&uacute;stria. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">- Bebidas alco&oacute;licas.</B> Somente o <B>etanol</B> &eacute; empregado para o consumo humano, apesar de quantidades determinadas de metanol, &aacute;lcoois superiores, alde&iacute;dos e &eacute;steres estarem presentes como contaminantes ou cong&ecirc;neres que d&atilde;o distintos sabores e aromas &agrave;s diversas bebidas alco&oacute;licas. A fermenta&ccedil;&atilde;o cessa quando a concentra&ccedil;&atilde;o de &aacute;lcool torna-se alta o bastante para inibir a levedura; a cerveja cont&eacute;m somente 3-6% de &aacute;lcool em peso, e os vinhos de mesa aproximadamente 12-15%. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A destila&ccedil;&atilde;o pode aumentar muito a concentra&ccedil;&atilde;o do &aacute;lcool e, em muitos pa&iacute;ses, a lei estabelece limites para os teores de &aacute;lcool em diferentes bebidas. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543433"><A NAME="_Toc426636661">Toxicocin&eacute;tica.</A></A></P>
</FONT><B><P ALIGN="JUSTIFY">Absor&ccedil;&atilde;o.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">A absor&ccedil;&atilde;o &eacute; limitada e pode aumenta devido a irrita&ccedil;&atilde;o da mucosa produzida pelo &aacute;lcool e pelo esvaziamento g&aacute;strico, ou seja:<B> de est&ocirc;mago vazio, a absor&ccedil;&atilde;o &eacute; maior.</B> A absor&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m depende da natureza do alimento ingerido junto com o &aacute;lcool, e ainda, da velocidade com que a pessoa ingere a bebida. Inicia-se 4 a 5 minutos ap&oacute;s a ingest&atilde;o, sendo absorvido nas seguintes propor&ccedil;&otilde;es: aproximadamente 20% pelo est&ocirc;mago e os 80% restantes pelo intestino.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Distribui&ccedil;&atilde;o.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Distribui-se por todo o organismo tendo tropismo (predile&ccedil;&atilde;o) por tecidos ricos em &aacute;gua, como sangue, c&eacute;rebro, f&iacute;gado, l&iacute;quor e outros.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Biotransforma&ccedil;&atilde;o.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Quase todo o &aacute;lcool absorvido &eacute; metabolizado, dando um percentual de 90 a 98% de metaboliza&ccedil;&atilde;o, e ocorre em duas etapas, com v&aacute;rias vias:</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">1<U><SUP>a</U></SUP> - Etapa: </B>transforma&ccedil;&atilde;o do &aacute;lcool em alde&iacute;do - <B>oxida&ccedil;&atilde;o </B>e pode seguir tr&ecirc;s vias:</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">a - atrav&eacute;s da enzima &aacute;lcool-desidrogenase, </B>mais importante e em maior quantidade:</P>
<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp24.GIF" WIDTH=233 HEIGHT=66></P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">b - atrav&eacute;s da MEOS </B>(sistema microssomal localizado no ret&iacute;culo endoplasm&aacute;tico, de oxida&ccedil;&atilde;o do etanol)</P><DIR>
<DIR>

<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp25.GIF" WIDTH=379 HEIGHT=37></P></DIR>
</DIR>

<P ALIGN="JUSTIFY">Esta &eacute; uma via alternativa de baixa freq&uuml;&ecirc;ncia e que sofre indu&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica cr&ocirc;nica.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">1 - atrav&eacute;s da enzima catalase </B>sendo uma via alternativa e de mais baixa freq&uuml;&ecirc;ncia ainda, processando-se de acordo com a equa&ccedil;&atilde;o:</P><DIR>
<DIR>

<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp26.GIF" WIDTH=316 HEIGHT=74></P></DIR>
</DIR>

<B><P ALIGN="JUSTIFY">2<U><SUP>a </U></SUP>etapa: </B>transforma&ccedil;&atilde;o do etanal (ou alde&iacute;do etan&oacute;ico ou ainda etanalde&iacute;do) em &aacute;cido etan&oacute;ico (&aacute;cido f&oacute;rmico):</P>
<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp27.GIF" WIDTH=244 HEIGHT=80></P>
<P ALIGN="JUSTIFY">O &aacute;cido ac&eacute;tico resultante &eacute; convertido em <B>acetil-coenzima A</B> pela adi&ccedil;&atilde;o de <B>ATP </B>e <B>coenzima A</B> (<B>CoA</B>), entrando no ciclo dos &aacute;cidos tricarbox&iacute;licos (tamb&eacute;m chamado de <B><I>ciclo de Krebs</B></I>), transformando-se em g&aacute;s carb&ocirc;nico, vapor de &aacute;gua e energia. Se sobrar acetil-coenzima A, esta ser&aacute; carboxilada pelo sistema multienzim&aacute;tico da <B>&aacute;cido graxo-sintetase</B> e vai produzir o <B>triacil-glicerol</B> popularmente e genericamente chamado de triglicer&iacute;deos, ou ent&atilde;o ser&aacute; processada pela enzima <B>HMG - CoA sintetase</B>, que &eacute; a iniciadora da via de s&iacute;ntese dos <B>corpos cet&ocirc;nicos</B> e do <B>colesterol</B>, o grande vil&atilde;o que na realidade n&atilde;o justifica a fama que tem. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A metaboliza&ccedil;&atilde;o excessiva de &aacute;lcool traz como conseq&uuml;&ecirc;ncia um aumento na produ&ccedil;&atilde;o de <B>piruvato</B> que, em presen&ccedil;a de um pr&oacute;ton <B>H<SUP>+</B></SUP> se converte em <B>lactato</B> e este causa fadiga muscular, c&acirc;imbras, e ainda, diminui a excre&ccedil;&atilde;o de <B>uratos</B> e a deposi&ccedil;&atilde;o dos mesmos provoca a <B>cirrose hep&aacute;tica</B>. Tamb&eacute;m aumenta a produ&ccedil;&atilde;o de <B>acetil-coenzima A</B> que eleva a s&iacute;ntese de <B>&aacute;cidos graxos</B>, levando &agrave; <B>esteatose hep&aacute;tica</B> (gordura no f&iacute;gado) e o ac&uacute;mulo de gorduras nos m&uacute;sculos.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Um adulto normal de cerca de 70 kg, consegue capaz de metabolizar at&eacute; 10 mililitros de &aacute;lcool por hora e pode apresentar uma capacidade m&aacute;xima de metaboliza&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 450 mililitros por dia. O organismo leva em m&eacute;dia 5 a 6 horas para oxidar:</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">- � litro de vinho (55<SUP>o</SUP> G.L.);</P><DIR>
<DIR>

<P ALIGN="JUSTIFY">- 1,5 litros de cerveja;</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">- 125 mililitros de u&iacute;sque.</P></DIR>
</DIR>

<P ALIGN="JUSTIFY">&#9;O &aacute;lcool inibe a gliconeog&ecirc;nese e produz uma hipoglicemia acentuada e por isso o alco&oacute;latra acorda com tremor que vai de moderado a acentuado, e precisa tomar uma <B><I>"dose"</B></I> para <B><I>"afirmar"</B></I>, quando se levanta.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426543434"><A NAME="_Toc426636662">Toxicodin&acirc;mica</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Em pequenas doses, o &aacute;lcool deprime o sistema reticular, desequilibrando o comportamento. Em altas doses provoca uma depress&atilde;o acentuada, diminui a regula&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica, produz vasodilata&ccedil;&atilde;o cut&acirc;nea.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">O <B>NADH<FONT FACE="Symbol">d</FONT> <SUP>+</SUP> + H<FONT FACE="Symbol">d</FONT> <SUP>+</SUP> </B>(representa&ccedil;&atilde;o mais correta que <B>NADH<SUB>2 </B></SUB>devido &agrave; liga&ccedil;&atilde;o entre os dois pr&oacute;tons <B>H<SUP>+</B></SUP> ser do tipo atra&ccedil;&atilde;o eletrost&aacute;tica e a letra grega <FONT FACE="Symbol">d</FONT> devido ao tipo de orbitais que o pr&oacute;ton apresenta em sua distribui&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica) formado durante a oxida&ccedil;&atilde;o do etanol, modifica outras rea&ccedil;&otilde;es enzim&aacute;ticas <B>NAD-</B>relacionadas no citoplasma de c&eacute;lulas do f&iacute;gado e mitoc&ocirc;ndrias. A oxida&ccedil;&atilde;o de &aacute;cidos graxos &eacute; inibida, e o fosfogliceralde&iacute;do &eacute; reduzido para glicerolfosfato, o qual, por sua vez, &eacute; esterificado com os &aacute;cidos graxos para formar os triacil-glicer&oacute;is, aumentando a <B>lipemia</B> e conduzindo &agrave; <B>esteatose hep&aacute;tica.</B> A convers&atilde;o de piruvato para lactato interfere na neoglicog&ecirc;nese, de o indiv&iacute;duo em jejum pode apresentar hipoglicemia. O excesso de lactato atinge o sangue e pode contribuir para a acidose metab&oacute;lica. A droga inibe a depura&ccedil;&atilde;o tubular renal de urato e pode, assim, precipitar ataques de gota. Secundariamente, a <B>tens&atilde;o</B> pode provocar a perda do controle emocional durante a intoxica&ccedil;&atilde;o, levando a <B>excita&ccedil;&atilde;o</B>, raiva, predisposi&ccedil;&atilde;o para briga, e outros comportamentos desgastantes. No caso de uma intoxica&ccedil;&atilde;o mais grave, o que inclui coma, depress&atilde;o respirat&oacute;ria e queda no volume sang&uuml;&iacute;neo efetivo (devido &agrave; vasodilata&ccedil;&atilde;o perif&eacute;rica), pode resultar <B>hip&oacute;xia</B>. Em ambos os casos, a libera&ccedil;&atilde;o de catecolaminas produzidas pela tens&atilde;o pode causar glicogen&oacute;lise hep&aacute;tica, a mobiliza&ccedil;&atilde;o de &aacute;cidos graxos livres do tecido adiposo e a redu&ccedil;&atilde;o do fluxo sang&uuml;&iacute;neo visceral pode ajudar a explicar por que grandes doses de &aacute;lcool reduzem o metabolismo de drogas no f&iacute;gado.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A morte devida a intoxica&ccedil;&atilde;o aguda por etanol em geral decorre da depress&atilde;o respirat&oacute;ria, na vig&ecirc;ncia de n&iacute;veis sang&uuml;&iacute;neos de etanol de 500 mg% ou mais altos. Se a respira&ccedil;&atilde;o for mantida artificialmente, a morte pode resultar da inibi&ccedil;&atilde;o direta da contratibilidade do mioc&aacute;rdio a um n&iacute;vel alco&oacute;lico no sangue de 1 g%.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Estes efeitos podem ocorrer a n&iacute;veis consideravelmente mais baixos, no caso de pessoas que est&atilde;o fazendo uso concomitante de outras drogas depressoras. Os barbit&uacute;ricos e outros sedativos, os tranq&uuml;ilizantes maiores e menores, os anti-histam&iacute;nicos, a <B><I>cannabis</B></I> e os antidepressivos tric&iacute;clicos podem apresentar efeitos sin&eacute;rgico ou aditivo com o etanol, devido principalmente, &agrave; intera&ccedil;&atilde;o no sistema nervoso.</P>
<B><P>Tratamento da toxicidade.</B> Uma vez que os efeitos t&oacute;xicos mais severos e intensos do etanol s&atilde;o revers&iacute;veis, o tratamento consiste, essencialmente, em manter a respira&ccedil;&atilde;o, a press&atilde;o sang&uuml;&iacute;nea e a temperatura corporal at&eacute; que o etanol tenha sido removido por metabolismo ou por hemodi&aacute;lise. Os estimulantes t&ecirc;m pouqu&iacute;ssima import&acirc;ncia na terapia.</P></BODY>
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