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<TITLE>HERO�NA E OUTROS OPI�CEOS</TITLE>
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<P><A NAME="_Toc426543413"></P>
<P><HR></P>
<B><FONT SIZE=2><P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636400"><B><FONT SIZE=2>HERO&Iacute;NA E OUTROS OPI&Aacute;CEOS</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636401"><B><FONT SIZE=2>Hist&oacute;rico</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636402"><B><FONT SIZE=2>Propriedades qu&iacute;micas f&iacute;sicas</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] </P>
<P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636403"><B><FONT SIZE=2>Toxicocin&eacute;tica</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636404"><B><FONT SIZE=2>Toxicodin&acirc;mica</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636405"><B><FONT SIZE=2>A&ccedil;&otilde;es sobre o sistema nervoso central</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636406"><B><FONT SIZE=2>Aparelho circulat&oacute;rio</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] </P>
<P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636407"><B><FONT SIZE=2>Aparelho respirat&oacute;rio</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636408"><B><FONT SIZE=2>Aparelho digestivo</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636409"><B><FONT SIZE=2>Aparelho urin&aacute;rio</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636410"><B><FONT SIZE=2>Vis&atilde;o</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636411"><B><FONT SIZE=2>Metabolismo</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636412"><B><FONT SIZE=2>Aparelho reprodutor</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] </P>
<P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636413"><B><FONT SIZE=2>Intera&ccedil;&otilde;es</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636414"><B><FONT SIZE=2>Toxicidade</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B></FONT><A HREF="#_Toc426636415"><B><FONT SIZE=2>Diagn&oacute;stico do v&iacute;cio</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>] [</B></FONT><A HREF="#_Toc426636416"><B><FONT SIZE=2>Tratamento</B></FONT></A><B><FONT SIZE=2>]</P>
</B></FONT><P><HR></P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426636400">Hero&iacute;na e outros opi&aacute;ceos</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Embora a hero&iacute;na seja a mais conhecida de todos os opi&aacute;ceos que <B>induzem v&iacute;cios</B>, outras drogas que possuem muitas de suas propriedades farmacol&oacute;gicas tamb&eacute;m podem estar sujeitas ao abuso. Centenas de milhares de doses de <B>morfina</B> s&atilde;o administradas diariamente com fins terap&ecirc;uticos, com poucos problemas de abuso. Drogas sint&eacute;ticas semelhantes aos opi&aacute;ceos, s&atilde;o representadas de maneira fundamental pela <B>Petidina </B>(tamb&eacute;m chamada de Meperidina), <B>Pentazocina, Metadona </B>e <B>propoxifeno.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Por raz&otilde;es a serem mencionadas mais tarde, a hero&iacute;na &eacute; a droga preferida pelo uso popular. Embora a morfina pare&ccedil;a ser, na maior parte dos seus efeitos, um equivalente perfeito, pois &eacute; sua a precursora, uma esp&eacute;cie de crendice sobre a hero&iacute;na a torna preferida. A <B>code&iacute;na</B> n&atilde;o &eacute; uma droga de abuso muito difundido, visto que doses grandes causam muitos efeitos adversos e indesej&aacute;veis, tais como o prurido pela libera&ccedil;&atilde;o da histamina.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A maioria dos opi&aacute;ceos sint&eacute;ticos foi introduzida como narc&oacute;ticos menos propensos a causar v&iacute;cio. No caso da petidina esta id&eacute;ia foi rapidamente abandonada, embora o seu uso tenha sido bastante restringido &agrave;queles com acesso f&aacute;cil &agrave; droga, tais como m&eacute;dicos, enfermeiros e outras pessoas ligadas &agrave; sa&uacute;de. A pentazocina representa o resultado b&aacute;sico de uma longa pesquisa de drogas com a&ccedil;&otilde;es mistas agonista-antagonista, que apresenta um menor potencial de abuso. At&eacute; certo ponto esta expetativa foi confirmada; grandes doses da droga tendem a produzir rea&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis do tipo alucin&oacute;genas; os poucos casos de depend&ecirc;ncia da pentazocina t&ecirc;m sido moderados. A metadona &eacute; um narc&oacute;tico potente, bastante &uacute;til como substituto da morfina quando os pacientes s&atilde;o intolerantes a esta &uacute;ltima droga. Ela &eacute; altamente viciante. O propoxifeno &eacute; muito semelhante, em termos qu&iacute;micos, &agrave; metadona. A despeito de um merecido uso cl&iacute;nico generalizado, casos de abuso s&atilde;o bastante raros e s&atilde;o, indubitavelmente, causados pela sua extrema falta de pot&ecirc;ncia.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636401"><A NAME="_Toc426543414">Hist&oacute;rico.</A></A> </P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Na mitologia grega, existem refer&ecirc;ncias a uma bebida parecida com o &oacute;pio. At&eacute; recentemente, ele era mais difundido e usado no Oriente e no Ocidente Pr&oacute;ximo. Por muitos anos, a China liberou o uso do &oacute;pio, embora, de todas as informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, o seu uso na China Continental sob o atual regime pol&iacute;tico, tenha diminu&iacute;do at&eacute; o ponto de desaparecimento. A Indochina n&atilde;o foi somente um dos l&iacute;deres na produ&ccedil;&atilde;o de &oacute;pio, como tamb&eacute;m por muitos anos Saigon foi o porto principal para exporta&ccedil;&atilde;o do &oacute;pio. Portanto, n&atilde;o foi um fato inesperado o grande uso de &oacute;pio das tropas norte-americanas no Vietn&atilde;. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">O uso difundido do &oacute;pio no tratamento de ferimentos durante a guerra civil norte-americana (a guerra de sesse&ccedil;&atilde;o) levou &agrave; primeira de muita epidemias de seu uso. Foi estimado que 4% dos norte-americanos usou &oacute;pio durante o per&iacute;odo p&oacute;s-guerra civil. No per&iacute;odo imediatamente anterior &agrave; primeira guerra mundial, a estimativa tinha diminu&iacute;do em 1 usu&aacute;rio para cada grupo de 400 pessoas adultas (0,0025%); mas este &iacute;ndice ainda foi considerado t&atilde;o alarmante a ponto de merecer a aprova&ccedil;&atilde;o do <B>Tratado de Narc&oacute;ticos de Harrison</B>. A perman&ecirc;ncia do uso de hero&iacute;na foi relativamente constante do fim da segunda guerra mundial at&eacute; 1964, mas uma nova epidemia seguiu o despertar do aumento no uso, sem finalidades cl&iacute;nicas, de muitas drogas. Em 1972, a hero&iacute;na estava sendo usada por um n&uacute;mero estimado de 700.000 pessoas, s&oacute; nos Estados Unidos.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636402"><A NAME="_Toc426543415">Propriedades qu&iacute;micas f&iacute;sicas.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">O <B>diacetato de (5-<FONT FACE="Symbol">a</FONT> ,6-<FONT FACE="Symbol">a</FONT> )-7,8-diidro-4,5-epoxi-17-metilmorfina-3,6-diol</B>, usualmente chamado de <B><I>acetomorfina, diamorfina, diacetilmorfina </B></I>ou <B><I>hero&iacute;na</B></I>, &eacute; um &eacute;ster de f&oacute;rmula emp&iacute;rica <B>C<SUB>21</SUB>H<SUB>23</SUB>NO<SUB>5</SUB>; </B>de peso molecular <B>369,40</B>; de abund&acirc;ncia relativa: <B>C=68,28%; H=6,28%; N=3,79% </B>e <B>O=21,66%</B> e constitu&iacute;do de cristais ortorr&ocirc;mbicos de ponto de fus&atilde;o <B>173<SUP>o</SUP>C </B>e ponto de ebuli&ccedil;&atilde;o <B>272-274<SUP>o</SUP> C</B>. Um grama (<B>1g </B>) se dissolve em 1,5 ml de <B>clorof&oacute;rmio</B>; 31 ml de <B>etanol</B>; 100 ml de <B>&eacute;ter sulf&uacute;rico</B> e 1.700 ml de <B>&aacute;gua</B>. Pouco sol&uacute;vel em <B>am&ocirc;nia</B> e em solu&ccedil;&atilde;o de <B>carbonato de s&oacute;dio</B>, decomp&otilde;e-se por ebuli&ccedil;&atilde;o em &aacute;gua. A dose letal mediana (<B>DL<SUB>50</B></SUB>) &eacute; de 50<FONT FACE="Symbol">m</FONT> mol/kg ou 1,85 X 10<SUP>-4</SUP>g/kg.</P>
<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp30.GIF" WIDTH=332 HEIGHT=307></P>
<B><P ALIGN="CENTER">F&oacute;rmula estrutural da Hero&iacute;na (diacetil-morfina)</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">A morfina foi isolada do &oacute;pio pela primeira vez no princ&iacute;pio do s&eacute;culo <B>XIX</B>, um pouco menos do que um s&eacute;culo atr&aacute;s foi descoberto que um derivado diacetilado podia ser produzido pela exposi&ccedil;&atilde;o ao <B>anidrido ac&eacute;tico.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">A hero&iacute;na &eacute; obtida por esterifica&ccedil;&atilde;o da <B>morfina,</B> esta por sua vez &eacute; extra&iacute;da do <B>&oacute;pio</B>, sendo este nada mais al&eacute;m do exudato gomo-resinoso retirado das c&aacute;psulas imaturas da <I>Papaver somniferum</I>, especialmente da variedade <B>album.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A morfina &eacute; colocada em <B>piridina </B>&agrave; qual &eacute; adicionada solu&ccedil;&atilde;o de <B>anidrido ac&eacute;tico</B>. O anidrido &eacute; protonado por dois pr&oacute;tons (<B>2H<SUP>+</B></SUP>) advindos da piridina, convertendo-se em duas mol&eacute;culas de acetato que v&atilde;o esterificar as hidroxilas da morfina (uma fen&oacute;lica e a outra alco&oacute;lica), em uma rea&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea e lenta, pois leva de vinte e quatro a quarenta e oito horas para se completar.</P>
<P ALIGN="CENTER"><IMG SRC="imagens/fcomp31.GIF" WIDTH=532 HEIGHT=294></P>
<B><P ALIGN="CENTER">Mecanismo esquem&aacute;tico da rea&ccedil;&atilde;o de obten&ccedil;&atilde;o da hero&iacute;na.</P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">Hero&iacute;na foi, na verdade, uma marca da <B>Bayer</B>, assim como a aspirina, mas ambas s&atilde;o hoje, definitivamente termos gen&eacute;ricos. Ap&oacute;s o &oacute;pio ter sido colhido em &aacute;reas de cultivo como a Turquia e o L&iacute;bano, ela era convertida em morfina em um dos pontos mais pr&oacute;ximos de embarque, como Beirute. A convers&atilde;o da morfina em hero&iacute;na ocorre, na maioria das vezes na Fran&ccedil;a, particularmente em Marselha. Da convers&atilde;o de 12 kg de &oacute;pio de primeira qualidade espera-se 1 kg de hero&iacute;na de 90-98% de pureza. Muito raramente este tipo puro de material chega &agrave;s m&atilde;os do consumidor; em geral ele &eacute; primeiramente dilu&iacute;do com outras subst&acirc;ncias como <B>talco, </B>ou com outras drogas, tais como <B>lacton</B>, a <B>quinina </B>ou os <B>barbit&uacute;ricos.</P>
</B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636403"><A NAME="_Toc426543416">Toxicocin&eacute;tica.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A hero&iacute;na &eacute; cerca de tr&ecirc;s vezes mais potente que a morfina; portanto, ela pode ser contrabandeada com facilidade, e &eacute; uma das drogas il&iacute;citas mais aceitas. Ela tamb&eacute;m &eacute; mais sol&uacute;vel em &aacute;gua, e possui uma a&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pida quando injetada endovenosamente. A monoacetilmorfina, assim como a pr&oacute;pria morfina, &eacute; um metab&oacute;lito ativo, que atinge o c&eacute;rebro com rapidez, sendo, possivelmente, respons&aacute;vel por sua maior pot&ecirc;ncia. A droga &eacute; excretado como morfina, conjugada ou n&atilde;o, que &eacute; a subst&acirc;ncia medida , de fato, nos testes de urina. Assim como a maioria das drogas, a dura&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o depende at&eacute; certo ponto da dose, sendo que as doses populares duram de 3 a 5 horas. Assim, o viciado nunca est&aacute; muito distante dos sintomas da s&iacute;ndrome de abstin&ecirc;ncia. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A toler&acirc;ncia a opi&aacute;ceos &eacute; bem conhecida. Muito dos sintomas da s&iacute;ndrome de abstin&ecirc;ncia a opi&aacute;ceos assemelham-se &agrave;queles de atividade adren&eacute;rgica aumentada. Embora a abstin&ecirc;ncia &agrave; droga possa ser bastante desconfort&aacute;vel, ela muito raramente traz amea&ccedil;as &agrave; vida. A necessidade de quantidades cada vez maiores da droga, para manter o efeito de euforia esperado, assim como o mal-estar causado pela abstin&ecirc;ncia, apresentam, como devida conseq&uuml;&ecirc;ncia, o refor&ccedil;o intenso do v&iacute;cio, uma vez que ele seja iniciado. A cren&ccedil;a geral &eacute; de que tanto a <B>recompensa</B> imediata (na forma de al&iacute;vio das dores f&iacute;sicas ou ps&iacute;quicas), como o ato de auto-administra&ccedil;&atilde;o da droga, s&atilde;o fatores que refor&ccedil;am enfaticamente o v&iacute;cio de tomar opi&aacute;ceos.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Primeiramente, a hero&iacute;na sofre uma desacetila&ccedil;&atilde;o, dando a monoacetilmorfina e imediatamente acontece a outra desacetila&ccedil;&atilde;o, dando a morfina, que &eacute; o metab&oacute;lito ativo. Depois &eacute; feita a desmetila&ccedil;&atilde;o da morfina, sendo esta eliminada como <B>nor-morfina</B>, pura ou conjugada com &aacute;cido glicur&ocirc;nico na forma de um <B>glicuronato de morfina</B>, pelos rins, apesar de este n&atilde;o ser a principal fra&ccedil;&atilde;o excretada, pois cerca de 80% da droga &eacute; eliminada na forma livre.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A hero&iacute;na se distribui por todo o organismo de forma r&aacute;pida e apresenta um <B>tropismo </B>pela musculatura esquel&eacute;tica, rins, pulm&otilde;es, intestinos e f&iacute;gado onde &eacute; biotransformado pelas enzimas microssomais hep&aacute;ticas. A maior concentra&ccedil;&atilde;o se d&aacute; no intestino e no sistema nervoso central, entretanto, as concentra&ccedil;&otilde;es s&atilde;o bem inferiores em rela&ccedil;&atilde;o aos outros &oacute;rg&atilde;os.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636404"><A NAME="_Toc426543417">Toxicodin&acirc;mica</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">N&atilde;o se sabe exatamente o local de a&ccedil;&atilde;o da hero&iacute;na, mas pensa-se que ela atua nas zonas subcorticais do girus p&oacute;s-central (o centro de decodifica&ccedil;&atilde;o dos est&iacute;mulos dolorosos, nos quais est&atilde;o localizados os receptores para as endorfinas e encefalinas), devido a inibi&ccedil;&atilde;o do tremor labial eliciado por est&iacute;mulo el&eacute;trico sobre um dente e ainda, pelo aumento ou eleva&ccedil;&atilde;o do limiar da dor. Tanto a morfina quanto a hero&iacute;na apresentam homologia estrutural &agrave;s endorfinas e encefalinas e ainda, a hero&iacute;na parece atuar no centro l&iacute;mbico e nas &aacute;reas coligadas, regi&otilde;es respons&aacute;veis pelo processamento das emo&ccedil;&otilde;es, comportamentos, sensa&ccedil;&otilde;es, pensamentos, sonhos e outros processos e mecanismos mentais que ser&atilde;o estudados mais a frente.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636405"><A NAME="_Toc426543418">A&ccedil;&otilde;es sobre o sistema nervoso central</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">a - eleva&ccedil;&atilde;o do limiar da dor, o que d&aacute; ao toxic&ocirc;mano a <B><I>"coragem"</B></I> necess&aacute;ria para enfrentar tudo o que for preciso para dar seus <B>"v&ocirc;os"</B>.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">b - Altera&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas, fazendo desaparecer o medo, ansiedade e apreens&atilde;o.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">c - De acordo com a dose, pode produzir desde sono, at&eacute; ins&ocirc;nia pronunciada.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636406"><A NAME="_Toc426543419">Aparelho circulat&oacute;rio</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">pode ser observado altera&ccedil;&otilde;es nos tra&ccedil;ados eletrocardiogr&aacute;ficos, traduzidos por invers&atilde;o da onda <B>T</B>, provavelmente em virtude de an&oacute;xia mioc&aacute;rdica, decorrente da a&ccedil;&atilde;o depressora da respira&ccedil;&atilde;o do mioc&aacute;rdio, e nunca devido &agrave; a&ccedil;&atilde;o vasoconstritora coronariana. Tamb&eacute;m pode ser observada hipotens&atilde;o arterial, provavelmente devido &agrave; libera&ccedil;&atilde;o de histamina.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636407"><A NAME="_Toc426543420">Aparelho respirat&oacute;rio</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">parece ser este o local de maior evid&ecirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o da hero&iacute;na, onde inicialmente se observa diminui&ccedil;&atilde;o na freq&uuml;&ecirc;ncia respirat&oacute;ria, seguida de aumento da amplitude para compensar a baixa freq&uuml;&ecirc;ncia, comprometendo, com isso, o volume-minuto respirado.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636408"><A NAME="_Toc426543421">Aparelho digestivo</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">neste, a hero&iacute;na exerce uma a&ccedil;&atilde;o intensa. Retarda o tempo de esvaziamento g&aacute;strico, diminui as secre&ccedil;&otilde;es do est&ocirc;mago, do p&acirc;ncreas, da bile e dos intestinos. Exerce a&ccedil;&atilde;o espamog&ecirc;nica, aumentando o t&ocirc;nus dos esf&iacute;ncteres do tubo digestivo e tamb&eacute;m da musculatura lisa gastrointestinal, acompanhado de diminui&ccedil;&atilde;o dos movimentos propulsores intestinais (perist&aacute;lticos).</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636409"><A NAME="_Toc426543422">Aparelho urin&aacute;rio</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">aqui tamb&eacute;m h&aacute; comprometimento da fibra muscular lisa devido a a&ccedil;&atilde;o da hero&iacute;na, observando-se um aumento no t&ocirc;nus , nas contra&ccedil;&otilde;es do ureter e do m&uacute;sculo detrusor da bexiga, respons&aacute;vel pela reten&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636410"><A NAME="_Toc426543423">Vis&atilde;o</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">a principal conseq&uuml;&ecirc;ncia, ou melhor dizendo, o principal e mais acentuado efeito &eacute; a <B>miose</B> que, quando do uso da hero&iacute;na, a pupila fica do tamanho da cabe&ccedil;a de um alfinete. Al&eacute;m da miose, se pode observar tamb&eacute;m ligeira hipotens&atilde;o ocular, evidenci&aacute;vel por tonometria direta da c&oacute;rnea.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636411"><A NAME="_Toc426543424">Metabolismo:</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">a hero&iacute;na age sobre o metabolismo basal, deprimindo-o levemente ou, de acordo com a dose, a depress&atilde;o metab&oacute;lica pode chegar at&eacute; &agrave; 50% e esta a&ccedil;&atilde;o pode ser explicada pelo efeito central deste narc&oacute;tico, produzindo redu&ccedil;&atilde;o do t&ocirc;nus muscular e conseq&uuml;ente diminui&ccedil;&atilde;o no consumo de oxig&ecirc;nio. Doses muito exageradas ou elevadas, s&atilde;o respons&aacute;veis pela diminui&ccedil;&atilde;o acentuada da temperatura corp&oacute;rea, devido &agrave; depress&atilde;o dos centros termo-reguladores, a vasodilata&ccedil;&atilde;o perif&eacute;rica e a baixa do metabolismo.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636412"><A NAME="_Toc426543425">Aparelho reprodutor:</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">o &uacute;nico efeito pass&iacute;vel de ser atribu&iacute;do &agrave; hero&iacute;na nesta esfera &eacute; um prolongamento no tempo do trabalho de parto. O problema da hero&iacute;na n&atilde;o est&aacute; no aumento ou diminui&ccedil;&atilde;o da libido, mas sim na despersonaliza&ccedil;&atilde;o t&atilde;o pronunciada, que permite ao usu&aacute;rio sujeitar-se a qualquer tipo de rela&ccedil;&atilde;o sexual, bissexual, heterossexual, grupal, pervers&otilde;es, e outros, devido &agrave; necessidade que a droga lhe imp&otilde;e e &agrave; perda do senso de limite, de moral e do seu valor pessoal; do valor que tem o seu corpo; da sua liberdade e da sua dignidade. Uma vez viciados, nada mais tem valor. Usam seu corpo, seus sentidos e sentimentos como ferramenta de trabalho par conseguir os meios necess&aacute;rios para a obten&ccedil;&atilde;o da droga.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Na Alemanha, dois jornalistas entrevistaram uma jovem viciada em hero&iacute;na que contou-lhes sua vida. O depoimento dessa jovem que, na &eacute;poca em que se colheu a hist&oacute;ria, tinha 14 anos e se estivesse viva, estaria hoje com 36, deu origem ao livro chamado <B>"Eu, Cristiane F., 13 anos, drogada, prostitu&iacute;da, ..."</B>. Nele a protagonista conta tudo o que fez, tudo a que se sujeitou para poder conseguir a droga. &Eacute; uma hist&oacute;ria ver&iacute;dica e a menina se suicidou em 1988 com uma overdose de hero&iacute;na, aos 26 anos de idade.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636413"><A NAME="_Toc426543426">Intera&ccedil;&otilde;es.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A hero&iacute;na interage com <B>analg&eacute;sicos narc&oacute;ticos, sedativos, hipn&oacute;ticos, ansiol&iacute;ticos, fenotiaz&iacute;nicos (clorpromazina, levomepromazina, prometazina), &Aacute;LCOOL</B>, <B>anest&eacute;sicos gerais, inibidores da monoamino-oxidase e antidepressivos tric&iacute;clicos</B>. Aumenta a depress&atilde;o normalmente produzida por estes agentes, reduzindo a dose de um ou de todos, se utilizados concomitantemente, ou em caso de uso sucessivo.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Com anticolin&eacute;rgicos, pode aumentar o risco de paralisia motora devido ao sinergismo da hero&iacute;na sobre os f&aacute;rmacos desta categoria.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636414"><A NAME="_Toc426543427">Toxicidade.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A morte causada por uma dose excessiva &eacute; uma possibilidade sempre presente quando se usa a droga injetada intravenosamente, em especial quando o usu&aacute;rio muda de <B>"vendedor"</B> (traficante, mesmo!) e deve-se geralmente a uma depress&atilde;o respirat&oacute;ria aguda acompanhada por um edema pulmonar agudo com um fluido prot&eacute;ico altamente viscoso. Tais mortes aparecem, em grandes propor&ccedil;&otilde;es no grupo de idades entre 15 e 25 anos, em cidades como Nova Iorque. Na Alemanha se registrou, em 1978 a morte de uma adolescente de 14 anos, filha de um pianista famoso e, ao que se sabe e de acordo com o relato, foi por overdose devido &agrave; hero&iacute;na desconhecida.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">No Brasil as autoridades sanit&aacute;rias e policiais n&atilde;o disp&otilde;e ainda de dados sobre o consumo de hero&iacute;na, pois a droga &eacute; muito cara e por isso pouco utilizada em terras nacionais, apesar de j&aacute; ser encontrada em algumas cidades grandes.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636415"><A NAME="_Toc426543428">Diagn&oacute;stico do v&iacute;cio.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Freq&uuml;entemente, o indiv&iacute;duo admite ser viciado e necessitar da droga. Se negar o v&iacute;cio, o diagn&oacute;stico pode, &agrave;s vezes, ser feito com base nas marcas das constantes agulhadas, a insensibilidade e cicatrizes nos locais de inje&ccedil;&atilde;o. A miose &eacute; sugestiva, mas n&atilde;o constitui um sinal definitivo. Per&iacute;odos de vig&iacute;lia (ins&ocirc;nia), irritabilidade e ansiedade, seguidos subitamente de euforia, al&iacute;vio aparente e contentamento devem ser observados com acur&aacute;cia, pois podem indicar ou sugerir a toxicomania.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Muitas vezes o &uacute;nico m&eacute;todo de diagn&oacute;stico &eacute; o isolamento do usu&aacute;rio da fonte fornecedora de drogas, seguido da observa&ccedil;&atilde;o de sinais de abstin&ecirc;ncia. O toxic&ocirc;mano pode ser excepcionalmente inteligente para esconder o suprimento de droga. Pode ser admitido em um hospital com o prop&oacute;sito de curar-se do v&iacute;cio, ao mesmo tempo em que esconde habitualmente seus suprimentos entre os artigos pessoais e at&eacute; mesmo em cavidades corporais (nariz, anus, vagina, etc.).</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Um teste diagn&oacute;stico de consider&aacute;vel sensibilidade est&aacute; sendo desenvolvido e consiste em precipitar a s&iacute;ndrome de abstin&ecirc;ncia por inje&ccedil;&atilde;o parenteral de <B>N-alilnor-morfina</B> (<B>Nalline<FONT FACE="Symbol">&Ograve;</FONT> </B>), um antagonista da morfina. Antes de levar avante esse teste, &eacute; recomend&aacute;vel obter-se permiss&atilde;o escrita do viciado ou de seu respons&aacute;vel legal. Esse teste &eacute; conseguido pela inje&ccedil;&atilde;o subcut&acirc;nea de mg de <B>N-alilnor-morfina</B>. Em menos de 20 minutos ap&oacute;s a inje&ccedil;&atilde;o podem ser observados os sinais e sintomas caracter&iacute;sticos de abstin&ecirc;ncia em viciados que usam de 5 a mais miligramas de hero&iacute;na por dia. Um problema deste teste &eacute; que ele n&atilde;o &eacute; espec&iacute;fico para hero&iacute;na, podendo dar resultado positivo tamb&eacute;m em usu&aacute;rios de 60 ou mais miligramas de morfina por dia e ainda, para usu&aacute;rios de <B>diidromorfina, metadona, code&iacute;na</B> e <B>levodromoran.</P>
</B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426636416"><A NAME="_Toc426543429">Tratamento.</A></A></P>
</FONT><B><P ALIGN="JUSTIFY">Intoxica&ccedil;&otilde;es agudas. </P>
</B><P ALIGN="JUSTIFY">A hero&iacute;na em dose elevada pode provocar um quadro agudo caracterizado por profunda depress&atilde;o respirat&oacute;ria que pode produzir cianose, levar ao coma e at&eacute; &agrave; morte. No caso de uma overdose e se houver tempo ou socorro dispon&iacute;vel, pode-se proceder ao tratamento. Primeiramente &eacute; preciso combater a hip&oacute;xia pelo uso de antagonistas da morfina que tamb&eacute;m s&atilde;o eficazes na overdose por hero&iacute;na. Entre os antagonistas s&atilde;o encontrados a <B>nalorfina, naloxona</B> e <B>levalorfan</B>, os quais ap&oacute;s administra&ccedil;&atilde;o endovenosa, produzem acentuada melhora da respira&ccedil;&atilde;o com repercuss&atilde;o sobre o aparelho circulat&oacute;rio. Entretanto, outras medidas de tratamento n&atilde;o devem ser esquecidas, tais como: ressucita&ccedil;&atilde;o cardiovascular, desobstru&ccedil;&atilde;o das vias a&eacute;reas, ventila&ccedil;&atilde;o artificial (entubamento traqueal com bal&atilde;o de oxig&ecirc;nio ligado), massagem card&iacute;aca e vasopressores.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">No caso de ingest&atilde;o de hero&iacute;na, deve ser fazer lavagem g&aacute;strica usando-se carv&atilde;o ativado, pois este tem a&ccedil;&atilde;o quelante sobre os opi&aacute;ceos.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Intoxica&ccedil;&otilde;es cr&ocirc;nicas ou depend&ecirc;ncia.</B> </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Dois tipos contrastantes de tratamento t&ecirc;m sido usados para as pessoas com depend&ecirc;ncia &agrave; hero&iacute;na ou outros opi&aacute;ceos. A abordagem mais utilizada &eacute; a manuten&ccedil;&atilde;o com <B>metadona</B>. Este tratamento baseia-se no fato de que a metadona, dada uma vez ao dia por via oral &eacute; mais ativa, e seu efeito mais prolongado que a hero&iacute;na. A necessidade do uso da droga pelo viciado &eacute; mantida sem interfer&ecirc;ncia nas suas atividades. Ele n&atilde;o se descontrola nem &eacute; obrigado a manter a sua depend&ecirc;ncia atrav&eacute;s de uma atividade il&iacute;cita ou criminal. O tratamento antidroga nunca &eacute; administrado sozinho, mais acompanhado de esfor&ccedil;os de reabilita&ccedil;&atilde;o social e vocacional. O custo deste tratamento para cada paciente corresponde, de forma geral, a algumas centenas de reais por ano. Surgiram certos problemas com mudan&ccedil;as na "administra&ccedil;&atilde;o caseira da dose de metadona", e com a dificuldade na manuten&ccedil;&atilde;o da freq&uuml;&ecirc;ncia de atendimento cl&iacute;nico, uma vez que a reabilita&ccedil;&atilde;o tivesse sido atingida. As obje&ccedil;&otilde;es moralistas a este tipo de tratamento dizem respeito ao fato de ser ou n&atilde;o desej&aacute;vel a manuten&ccedil;&atilde;o da depend&ecirc;ncia &agrave; droga; mesmo assim, o tratamento por metadona &eacute; geralmente prefer&iacute;vel &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da depend&ecirc;ncia &agrave; hero&iacute;na.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Os programas de abstin&ecirc;ncia &agrave; droga s&atilde;o varia&ccedil;&otilde;es do tema <B>Comunidades Terap&ecirc;uticas</B>, como foi originalmente iniciado por <B>Synamon</B> para viciados em opi&aacute;ceos. Eles baseiam-se no conceito geral de que o uso de drogas &eacute; resultado de alguns dist&uacute;rbios emocionais ou de uma incapacidade de se ajustar adequadamente &agrave; vida. A t&eacute;cnica mais comum utiliza-se de press&otilde;es de um grupo paralelo, e enfatiza a confronta&ccedil;&atilde;o. Outras t&eacute;cnicas incluem varia&ccedil;&otilde;es na psicoterapia individual ou de grupo. Aqui, tanto a <B>terapia comportamental</B>, quanto o <B>psicodrama</B> encontram ampla aplica&ccedil;&atilde;o e com um grande percentual de cura ou regenera&ccedil;&atilde;o e recupera&ccedil;&atilde;o dos viciados. S&atilde;o ainda, utilizados enfoques did&aacute;ticos, estilos alternativos de vida atrav&eacute;s do trabalho ou de vida comunit&aacute;ria, e uma variedade de t&eacute;cnicas de medita&ccedil;&atilde;o, tais como a <B>transcendental, Zen </B>ou at&eacute; a <B>hapta-yoga.</B>. O tratamento pode estender-se por meses ou anos e os custos v&atilde;o depender do grau de utiliza&ccedil;&atilde;o do pessoal profissional (<B>psic&oacute;logos</B>, terapeutas ocupacionais, musicoterapeutas, pedagogo, m&eacute;dicos, etc.).</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Como cada tipo de tratamento tem uma clientela auto-seletiva, torna-se dif&iacute;cil comparar os resultados. Tem-se a impress&atilde;o de que a maioria dos viciados cr&ocirc;nicos em hero&iacute;na preferem a manuten&ccedil;&atilde;o com metadona, enquanto aqueles com exposi&ccedil;&atilde;o menor ao uso da droga preferem o enfoque de abstin&ecirc;ncia &agrave; mesma. Infelizmente os defensores de cada tipo de tratamento adotam posi&ccedil;&otilde;es radicais.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Tratamentos adicionais e que ainda est&atilde;o sendo investigados incluem o uso de antagonistas de narc&oacute;ticos ou de t&eacute;cnicas imunol&oacute;gicas para refor&ccedil;ar negativamente o uso de opi&aacute;ceos. Est&atilde;o sendo tamb&eacute;m investigadas formas de metadona ou de um antagonista espec&iacute;fico para narc&oacute;ticos.</P></BODY>
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