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<TITLE>FARMACOGEN�TICA</TITLE>
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<P><HR></P>
<B><P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426635460"><B>FARMACOGEN&Eacute;TICA</B></A><B>]</P>
<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426635461"><B>Identifica&ccedil;&atilde;o e An&aacute;lise de Fatores Farmacogen&eacute;ticos</B></A><B>] </P>
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<P ALIGN="CENTER">[</B><A HREF="#_Toc426635465"><B>Defici&ecirc;ncia de eritr&oacute;citos</B></A><B>]</P>
</B><P><HR></P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<B><I><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426543368"><A NAME="_Toc396752009"><A NAME="_Toc390797749"><A NAME="_Toc371097017"></P>
<P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426635460">FARMACOGEN&Eacute;TICA</A></A></A></A></A></P>
</B></I></FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Embora se tenha reconhecido durante anos que as diferen&ccedil;as gen&eacute;ticas dos indiv&iacute;duos podem modificar suas respostas a drogas, foi somente durante as duas &uacute;ltimas d&eacute;cadas que estudos sistem&aacute;ticos foram feitos para avaliar a import&acirc;ncia dos caracteres gen&eacute;ticos na efic&aacute;cia da droga e em suas rea&ccedil;&otilde;es adversas. O estudo cient&iacute;fico da variabilidade individual geneticamente determinada no metabolismo da droga e das rea&ccedil;&otilde;es n&atilde;o usuais &eacute; chamado <B>Farmacogen&eacute;tica.</B> Este campo relativamente novo de pesquisa farmacol&oacute;gica procura respostas para algumas quest&otilde;es importantes: como as diferen&ccedil;as gen&eacute;ticas nos indiv&iacute;duos contribuem para a variabilidade individual na transforma&ccedil;&atilde;o, destoxifica&ccedil;&atilde;o (ou <B>detoxica&ccedil;&atilde;o</B>) e excre&ccedil;&atilde;o da droga? Os fatores gen&eacute;ticos explicam as observa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas de que alguns pacientes, tendo recebido as quantidades recomendadas de drogas apropriadas, apresentam rea&ccedil;&otilde;es inesperadas ou adversas &agrave; droga? Determinados caracteres gen&eacute;ticos humanos est&atilde;o associados a alguns efeitos n&atilde;o-usuais de drogas, e existe uma rela&ccedil;&atilde;o definida ente os fatores gen&eacute;ticos e a distribui&ccedil;&atilde;o e metabolismo da droga.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
</B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426635461"><A NAME="_Toc426543369">Identifica&ccedil;&atilde;o e An&aacute;lise de Fatores Farmacogen&eacute;ticos</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">A observa&ccedil;&atilde;o de que um paciente apresentou uma resposta exagerada ou desenvolveu uma rea&ccedil;&atilde;o inesperada &agrave; droga, tem sido ponto inicial para muitos estudos farmacogen&eacute;ticos. Contudo, a investiga&ccedil;&atilde;o cuidadosa dos sintomas de um paciente n&atilde;o &eacute; suficiente para esclarecer se os fatores gen&eacute;ticos ou ambientais s&atilde;o os respons&aacute;veis, e se um enfoque gen&eacute;tico ou uma <B>an&aacute;lise gen&eacute;tica</B> dos fatores &eacute; necess&aacute;ria. Deve-se determinar se a resposta inesperada &agrave; droga &eacute; familiar (ocorre em certas fam&iacute;lias) e, se assim o for, se ocorre entre membros selecionados desta estirpe segundo um padr&atilde;o que est&aacute; de acordo com as expectativas para um car&aacute;ter heredit&aacute;rio. Por exemplo, um car&aacute;ter heredit&aacute;rio recessivo deveria ocorrer, em m&eacute;dia, em um quarto dos parentes consang&uuml;&iacute;neos (irm&atilde;os ou irm&atilde;s) do total de pacientes indexados. Outros padr&otilde;es de membros da fam&iacute;lia sens&iacute;veis &agrave; droga seriam obviamente esperados para caracteres dominantes, ou para fatores heredit&aacute;rios ligados ao sexo. Evid&ecirc;ncias gen&eacute;ticas mais conclusivas podem ser obtidas quando a rea&ccedil;&atilde;o inesperada &agrave; droga estiver intimamente associada a um "tra&ccedil;ador" bioqu&iacute;mico espec&iacute;fico, qual seja a defici&ecirc;ncia da uma enzima em particular, ou a presen&ccedil;a de um metab&oacute;lito anormal da droga na urina ou no sangue. Estas etapas bioqu&iacute;micas e gen&eacute;ticas s&atilde;o facilmente acompanhadas por condi&ccedil;&otilde;es farmacogen&eacute;ticas herdadas, como os caracteres <B><I>mendelianos</B></I> simples dominantes ou recessivos. A investiga&ccedil;&atilde;o torna-se bem mais complexa, contudo, se v&aacute;rios genes diferentes estiverem envolvidos, e se uma combina&ccedil;&atilde;o particular desses genes precisar ser herdada para os pacientes apresentarem rea&ccedil;&atilde;o inesperada &agrave; droga.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Um m&eacute;todo geralmente empregado em <B>farmacogen&eacute;tica </B>consiste em medir a contribui&ccedil;&atilde;o relativa das influ&ecirc;ncias gen&eacute;ticas e ambientais atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;meos id&ecirc;nticos e fraternos. Este m&eacute;todo apresenta a vantagem de propiciar a obten&ccedil;&atilde;o de importantes informa&ccedil;&otilde;es a respeito da contribui&ccedil;&atilde;o relativa de indiv&iacute;duos, embora ele n&atilde;o indique quantos genes est&atilde;o envolvidos ou como atuam os fatores gen&eacute;ticos. Basicamente, o m&eacute;todo de estudo que utiliza g&ecirc;meos &eacute; uma compara&ccedil;&atilde;o da variabilidade de algumas medidas farmacol&oacute;gicas entre pares de g&ecirc;meos id&ecirc;nticos (monozigotos) e pares de g&ecirc;meos fraternos (dizigotos). Uma vez os g&ecirc;meos monozigotos apresentem uma constitui&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica id&ecirc;ntica, a sua variabilidade &eacute; muito menor que a variabilidade entre-pares de g&ecirc;meos fraternos, no que diz respeito a caracteres geneticamente determinados.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Uma compara&ccedil;&atilde;o da porcentagem de uma dose-teste de isoniazida excretada como acetilisoniazida em 24 horas por g&ecirc;meos id&ecirc;nticos e fraternos, demonstra ser a <B>conjun&ccedil;&atilde;o</B> a via metab&oacute;lica para a isoniazida, como determinada primordialmente por fatores gen&eacute;ticos. Estudos com g&ecirc;meos, feitos com drogas diversas (fenilbutazona, antipirina, bisidroxicumarina e etanol), conduziram a resultados semelhantes. Estas drogas s&atilde;o todas degradadas principalmente por biotransforma&ccedil;&atilde;o, inv&eacute;s de serem excretadas na urina, na forma n&atilde;o-modificada, e a velocidade de decl&iacute;nio da concentra&ccedil;&atilde;o de uma droga no plasma foi utilizada como medida da taxa de elimina&ccedil;&atilde;o. Verificou-se que existe uma estreita concord&acirc;ncia entre pares de g&ecirc;meos id&ecirc;nticos no que se refere &agrave; meias-vidas biol&oacute;gicas. Uma amplitude maior de varia&ccedil;&atilde;o ocorreu em pares de g&ecirc;meos fraternos. Esses resultados demonstram que os fatores gen&eacute;ticos, fundamentalmente, determinam a taxa de metabolismo da maioria das drogas e das subst&acirc;ncias qu&iacute;mica no homem.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Fatores farmacogen&eacute;ticos podem ser detectados atrav&eacute;s de uma pesquisa na popula&ccedil;&atilde;o, efetuando-se medidas farmacol&oacute;gicas em v&aacute;rias pessoas, a fim de determinar se as respostas coletadas seguem uma distribui&ccedil;&atilde;o unimodal, bimodal ou multimodal. A bimodalidade sugere a possibilidade de exist&ecirc;ncia de duas subpopula&ccedil;&otilde;es distintas, mas este fato n&atilde;o prova que exista necessariamente uma base gen&eacute;tica para os dois grupos. Podem ser realizados testes, partindo-se desta premissa, para verificar se a hip&oacute;tese gen&eacute;tica tem fundamento; por exemplo, as concentra&ccedil;&otilde;es sang&uuml;&iacute;neas de isoniazida 6 horas ap&oacute;s uma dose oral da droga mostram a bimodalidade. O trabalho posterior estabeleceu que a velocidade de desaparecimento da droga (r&aacute;pida ou lenta) dependa da taxa de acetila&ccedil;&atilde;o da isoniazida, e esta, por sua vez, &eacute; proporcional &agrave; quantidade de uma enzima, a <B>N-acetil-transferase</B>, no f&iacute;gado. Indiv&iacute;duos que acetilam lentamente a isoniazida t&ecirc;m substancialmente menos N-acetil-transferase em seus f&iacute;gados do que aqueles que a acetilam rapidamente. Estudos realizados em fam&iacute;lias e outros testes gen&eacute;ticos levaram &agrave; conclus&atilde;o de que dois genes alelos (<B>R </B>= acetila&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, <B>r </B>= acetila&ccedil;&atilde;o lenta) controlam a taxa de metaboliza&ccedil;&atilde;o da isoniazida em um determinado local. Portanto, existem tr&ecirc;s combina&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas poss&iacute;veis (<B>RR, Rr, </B>e <B>rr</B>) e dois fen&oacute;tipos: o <B>r&aacute;pido </B>( <B>RR</B> ou <B>Rr</B>) e o <B>lento </B>(<B>rr</B>). Os indiv&iacute;duos que acetilam lentamente s&atilde;o homozigotos para uma gene recessivo, mas como cerca de metade da popula&ccedil;&atilde;o dos Estados Unidos pertence a este grupo, o gene recessivo est&aacute; longe de ser raro. As respectivas freq&uuml;&ecirc;ncias do gene s&atilde;o: <B>r</B> = 0,723 e <B>R</B> = 0,277. As freq&uuml;&ecirc;ncias relativas do gene diferem em outras &aacute;reas geogr&aacute;ficas, de acordo com sues grupos &eacute;tnicos particulares e sua hist&oacute;ria gen&eacute;tica. Os grupos asi&aacute;ticos possuem, geralmente, um n&uacute;mero maior de indiv&iacute;duos acetiladores r&aacute;pidos, e os grupos do Oriente M&eacute;dio apresentam um n&uacute;mero maior de acetiladores lentos, ambos comparados com as popula&ccedil;&otilde;es europ&eacute;ias e americanas.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426635462"><A NAME="_Toc426543370">Objetivos dos Estudos Farmacogen&eacute;ticos.</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Quaisquer que sejam os aspectos analisados em pesquisas farmacogen&eacute;ticas os objetivos s&atilde;o os mesmos: 1 - avaliar como a gen&eacute;tica contribui par determinada condi&ccedil;&atilde;o; 2 - determinar o padr&atilde;o heredit&aacute;rio (dominante, recessivo, ligado ao sexo ou autoss&ocirc;mico); 3 - medir a freq&uuml;&ecirc;ncia dos genes envolvidos, tanto na popula&ccedil;&atilde;o em geral como nos diferentes grupos &eacute;tnicos; 4 - descobrir as bases bioqu&iacute;micas da varia&ccedil;&atilde;o, e 5 - estabelecer a import&acirc;ncia cl&iacute;nica dessa condi&ccedil;&atilde;o.</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426635463"><A NAME="_Toc426543371">Varia&ccedil;&otilde;es no Metabolismo da Droga</A></A></P><DIR>
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</FONT><B><P ALIGN="JUSTIFY">Variantes da colinesterase plasm&aacute;tica e sensibilidade &agrave; succinilcolina.</P></DIR>
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</B><P ALIGN="JUSTIFY">Foram identificadas diversas variantes gen&eacute;ticas da colinesterase plasm&aacute;tica que s&atilde;o menos eficazes na hidr&oacute;lise da succinilcolina, droga relaxante muscular, do que a forma normal de esterase que a maioria das pessoas tem em seu sangue. A succinilcolina, um &eacute;ster dicol&iacute;nico do &aacute;cido succ&iacute;nico, &eacute; inativada por clivagem de um dos grupamentos &eacute;ster. Ap&oacute;s a administra&ccedil;&atilde;o de succinilcolina, uma por&ccedil;&atilde;o consider&aacute;vel da droga &eacute; hidrolisada quando circula atrav&eacute;s do sangue e distribui-se aos tecidos. Parte da droga chega aos tecidos e liga-se aos s&iacute;tios na jun&ccedil;&atilde;o mioneural. A enzima &eacute;, provavelmente, menos importante na destrui&ccedil;&atilde;o da droga, neste momento, do que o &eacute; quando a droga est&aacute; sendo distribu&iacute;da atrav&eacute;s do sangue e dos tecidos. As pessoas com colinesterase plasm&aacute;tica alterada t&ecirc;m uma resposta exagerada a uma dose padr&atilde;o da droga porque maior quantidade da mesma escapa da hidr&oacute;lise e chega aos tecidos. Estas pessoas desenvolvem paralisia muscular, incluindo os m&uacute;sculos respirat&oacute;rios, paralisia esta que pode durar por v&aacute;rias horas. A respira&ccedil;&atilde;o artificial precisa ser ministrada durante este per&iacute;odo, at&eacute; que os efeitos da droga desapare&ccedil;am, mas os pacientes convenientemente oxigenados e que recebem cuidados devem se restabelecer completamente. Poder-se-ia supor que v&aacute;rias outras esterases no corpo tamb&eacute;m poderiam agir sobre a succinilcolina e compensar a defici&ecirc;ncia da colinesterase plasm&aacute;tica, mas a experi&ecirc;ncia cl&iacute;nica mostra que isto n&atilde;o acontece. A colinesterase s&eacute;rica &eacute; a principal enzima respons&aacute;vel pela hidr&oacute;lise da succinilcolina no homem.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Ap&oacute;s a succinilcolina ser introduzida na d&eacute;cada de cinq&uuml;enta, observaram-se pacientes com resposta prolongada e exagerada, e suspeitou-se que eles tivessem uma defici&ecirc;ncia (quantidade reduzida) da colinesterase s&eacute;rica. Contudo, foi descoberto que a esterase s&eacute;rica proveniente de paciente sens&iacute;veis n&atilde;o era quantitativamente reduzida, mas sim modificada, provavelmente em sua estrutura, o que resultava em propriedades <B>qualitativas</B> diferentes. A colinesterase <B>at&iacute;pica</B> desses pacientes apresentava uma afinidade menor por substratos do &eacute;ster de colina, e era um catalisador substancialmente menos ativo que a esterase normal na hidr&oacute;lise da succinilcolina. Ela era tamb&eacute;m menos sens&iacute;vel &agrave; inibi&ccedil;&atilde;o pela dibuca&iacute;na e a uma variedade de outros inibidores. Um simples teste de inibi&ccedil;&atilde;o com a dibuca&iacute;na foi desenvolvido para medir a atividade da colinesterase (com ou sem o inibidor) para classificar o tipo de esterase presente. A inibi&ccedil;&atilde;o por dibuca&iacute;na ou o <B>n&uacute;mero de dibuca&iacute;na</B> para a colinesterase comum &eacute; cerca de 80%; para a colinesterase at&iacute;pica o n&uacute;mero de dibuca&iacute;na &eacute; aproximadamente 20%, e os portadores heterozigotos com colinesterase s&eacute;rica de qualidade mista o intermedi&aacute;ria apresentam n&uacute;meros de dibuca&iacute;na pr&oacute;ximos a 60%. O teste de inibi&ccedil;&atilde;o de dibuca&iacute;na &eacute; &uacute;til em estudos de fam&iacute;lias, uma vez que ambos os indiv&iacute;duos, homozigotos at&iacute;picos (<B>AA</B>) e heterozigotos (<B>UA</B>) podem ser diferenciados de pessoas homozigotos comuns (<B>UU</B>) atrav&eacute;s da an&aacute;lise de amostras de soro; a administra&ccedil;&atilde;o de drogas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria para determinar cada gen&oacute;tipo individual. Estudos da genealogia familiar estabeleceram que os sujeitos com colinesterase at&iacute;pica herdaram um gene raro (<B>A</B>) de ambos os pais, e que todas as pessoas com esterase at&iacute;pica seriam sens&iacute;veis a succinilcolina se a elas fosse alguma vez administrada a droga. Na popula&ccedil;&atilde;o canadense em geral e, provavelmente, nos Estados Unidos, aproximadamente 3,8% s&atilde;o portadores heterozigotos do gene at&iacute;pico, e 1:2820 s&atilde;o homozigotos para gene at&iacute;pico (<B>AA</B>). Exceto se a atividade de colinesterase s&eacute;rica for muito reduzida, os portadores heterozigotos do gene at&iacute;pico (<B>AU</B>) s&atilde;o, n&atilde;o raramente, sens&iacute;veis &agrave; succinilcolina. Em termos cl&iacute;nicos, ent&atilde;o, a sensibilidade &agrave; succinilcolina &eacute; herdada como um car&aacute;ter <B>autoss&ocirc;mico mendeliano recessivo</B>. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">A descoberta de uma variante gen&eacute;tica de uma enzima freq&uuml;entemente conduz &agrave; descoberta de outras. Outras variantes da colinesterase s&atilde;o conhecidas, as quais tamb&eacute;m afetam a resposta &agrave; succinilcolina. A variante <B>resistente fluoreto</B>, detectada por sua maior resist&ecirc;ncia &agrave; inibi&ccedil;&atilde;o ao fluoreto do que a colinesterase normal, apresenta, ainda, menor afinidade por substratos do &eacute;ster de colina. Os testes de inibi&ccedil;&atilde;o ao fluoreto conduzem &agrave; obten&ccedil;&atilde;o do par&acirc;metro designado <B>n&uacute;mero de fluoreto</B>, que pode ser usado para distinguir se os indiv&iacute;duos herdaram uma dose simples ou dupla do gene para a colinesterase resistente ao fluoreto. Estudos em fam&iacute;lias selecionadas, portadoras de ambos os genes, o at&iacute;pico (resistente &agrave; dibuca&iacute;na) e o resistente ao fluoreto, mostraram que estes genes s&atilde;o segregados como genes alelos no mesmo local gen&eacute;tico, ao inv&eacute;s de o serem como genes determinados em locais diferentes.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Esta evid&ecirc;ncia, e o fato de que os genes (<B>A </B>e <B>F</B>) produzem esterases ativas com reduzidas afinidades por substratos e inibidores, sugere que ambos s&atilde;o muta&ccedil;&otilde;es estruturais de genes nos quais as colinesterases diferem muito pouco, talvez somente por um &uacute;nico amino&aacute;cido da seq&uuml;&ecirc;ncia de amino&aacute;cidos da colinesterase s&eacute;rica normal.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Uma outra variante rara e de interesse da colinesterase &eacute; determinada pelo gene <B><I>quiescente</B></I>. Indiv&iacute;duos homozigotos para este gene n&atilde;o apresentam, praticamente, nenhuma atividade colinester&aacute;sica detect&aacute;vel. Eles n&atilde;o mostram nem sinais nem sintomas desta defici&ecirc;ncia enzim&aacute;tica, nem apresentam dist&uacute;rbios em suas rea&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas intermedi&aacute;rias normais; a &uacute;nica manifesta&ccedil;&atilde;o desta imperfei&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica heredit&aacute;ria &eacute; uma resposta exagerada &agrave; succinilcolina, no caso de esta lhes ser administrada. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Existem outros tipos raros da colinesterase s&eacute;rica que poderiam ser mencionados, mas aqueles aos quais se fez refer&ecirc;ncia acima ilustram alguns princ&iacute;pios farmacogen&eacute;ticos gerais que merecem ser salientados novamente. A enzima que afeta a hidr&oacute;lise da succinilcolina n&atilde;o participa do metabolismo de &eacute;steres end&oacute;genos ou da dieta, e a defici&ecirc;ncia enzim&aacute;tica s&oacute; &eacute; aparente quando a succinilcolina &eacute; administrada. A rea&ccedil;&atilde;o inesperada &agrave; droga pode ser claramente associada &agrave; quantidade ou &agrave; qualidade da prote&iacute;na enzim&aacute;tica espec&iacute;fica. Pacientes sens&iacute;veis podem ser detectados e previstos por um simples teste sang&uuml;&iacute;neo, e o mesmo teste pode ser usado em fam&iacute;lias e em amostras populacionais para se determinar a freq&uuml;&ecirc;ncia dos genes raros relacionados com a rea&ccedil;&atilde;o a droga.</P><DIR>
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<B><P ALIGN="JUSTIFY">Outros exemplos de varia&ccedil;&otilde;es heredit&aacute;rias no metabolismo de drogas.</P></DIR>
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<P ALIGN="JUSTIFY">Isoniazida</B> Acetiladores lentos da isoniazida apresentam maior probabilidade de acumular a droga com doses repetidas, e de desenvolver uma neurite perif&eacute;rica. Esta complica&ccedil;&atilde;o pode ser evitada pela piridoxina e a vitamina n&atilde;o interfere na atividade antituberculose da isoniazida.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Difenilhidanto&iacute;na.</B> S&atilde;o conhecidas fam&iacute;lias com membros que metabolizam (<B><I>p-</I>hidroxila&ccedil;&atilde;o</B>) a difenilhidanto&iacute;na muito mais lentamente do que o esperado. Elas tendem a desenvolver sintomas de superdose t&oacute;xica, nistagmo, ataxia e sonol&ecirc;ncia, se as doses usuais da droga forem ministradas.</P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Acetofenetidina.</B> Raramente encontram-se pacientes que desenvolveram a hem&oacute;lise de eritr&oacute;citos e a metemoglobinemia ap&oacute;s pequenas doses de acetofenetidina. Acredita-se que eles tenham uma incapacidade heredit&aacute;ria para metabolizar a droga pelas vias usuais ( a <B><I>o-</I>desalquila&ccedil;&atilde;o </B>e a <B>conjuga&ccedil;&atilde;o</B> com <B>sulfatos </B>ou <B>glicuronatos</B>), e transformam a droga via <B>desacetila&ccedil;&atilde;o </B>de <B><I>p</I>-fenetidina </B>em derivados da <B>hidroxifenetidina</B>, que s&atilde;o metab&oacute;litos ativos.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<FONT FACE="Arial"><P ALIGN="CENTER"><A NAME="_Toc426635464"><A NAME="_Toc426543372">Desvios Metab&oacute;licos Heredit&aacute;rios de Interesse Farmacol&oacute;gico.</A></A></P>
</FONT><B><P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
</B><FONT FACE="Arial"><P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="_Toc426635465"><A NAME="_Toc426543373">Defici&ecirc;ncia de eritr&oacute;citos</A></A></P>
</FONT><P ALIGN="JUSTIFY">Alguns caracteres heredit&aacute;rios n&atilde;o diretamente relacionados com o metabolismo de drogas podem mudar a condi&ccedil;&atilde;o celular de tal maneira que tornam as c&eacute;lulas vulner&aacute;veis aos efeitos adversos de drogas. Por exemplo, h&aacute; certas defici&ecirc;ncias enzim&aacute;ticas de eritr&oacute;citos heredit&aacute;rias que resultar&atilde;o em hem&oacute;lise se a primaquina e determinadas outras drogas forem ingeridas. Melhor conhecidas s&atilde;o as defici&ecirc;ncias da <B>glicose-6-fosfato-desidrogenase</B> (<B>G6PD</B>). No m&iacute;nimo, 80 variantes distintas da enzima foram identificadas, mas nem todas est&atilde;o associadas &agrave; hem&oacute;lise induzida por drogas. Geralmente, aquelas variantes com atividade reduzida a menos de 30% do normal s&atilde;o regularmente associadas a rea&ccedil;&otilde;es hemol&iacute;ticas. N&atilde;o se conhece exatamente o motivo pelo qual a redu&ccedil;&atilde;o de atividade da <B>G6PD</B> leva &agrave; hem&oacute;lise. A <B>G6PD</B> &eacute; reconhecida como um meio importante de suprimento de <B>NADPH </B>(Nicotinamida-adenina-difosfato), o cofator para a <B>glutation-redutase</B>, e o glutation parecer ser essencial na manuten&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es da membrana do eritr&oacute;cito. Esta explica&ccedil;&atilde;o pode n&atilde;o ser inteiramente correta, mas &eacute; certo que a concentra&ccedil;&atilde;o de glutation diminui em eritr&oacute;citos deficientes em <B>G6PD</B> se eles estiverem incubados com acetilfenilhidrazina. Este simples teste <I>in vitro<B> </B></I>tem sido utilizado para identificar indiv&iacute;duos que seriam suscept&iacute;veis &agrave; hem&oacute;lise induzida por drogas.</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Como o gene que codifica a enzima <B>G6PD</B> tem seu locus no cromossoma <B>X</B>, as defici&ecirc;ncias de <B>G6PD</B> s&atilde;o herdadas como caracteres ligados ao sexo. H&aacute; maior probabilidade de os homens apresentarem hem&oacute;lise provocada por droga do que as mulheres. Uma pesquisa em negros norte-americanos indicou que 15% dos homens e 1,6% das mulheres forma classificados como "reativos" pelo teste de estabilidade de glutation. Embora o teste n&atilde;o diferencie respostas intermedi&aacute;rias de respostas normais, pois &eacute; um teste qualitativo e n&atilde;o quantitativo, os n&uacute;meros obtidos estabelecem que a heran&ccedil;a est&aacute; ligada ao sexo, sem domin&acirc;ncia. As mulheres s&atilde;o classificadas como reativas intermedi&aacute;rias ou normais, dependendo do fato de ambos, um ou nenhum dos cromossomas <B>X</B> carregarem o gene an&ocirc;malo; os homens, se tiverem um cromossoma <B>X</B>, s&atilde;o reativos (responsivos) ou normais. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Al&eacute;m das altera&ccedil;&otilde;es enzim&aacute;ticas dos gl&oacute;bulos vermelhos, existem formas anormais de hemoglobina que predisp&otilde;em o paciente &agrave; hem&oacute;lise quando s&atilde;o administradas sulfonamidas e drogas antimal&aacute;ricas. A hemoglobina <B>H</B> e a hemoglobina <B>Zurich</B> pertencem &agrave; esp&eacute;cie de hemoglobina que acabou de ser mencionada.</P><DIR>
<DIR>

<B><P ALIGN="JUSTIFY">Defeitos na conjuga&ccedil;&atilde;o.</P></DIR>
</DIR>

</B><P ALIGN="JUSTIFY">In&uacute;meras defici&ecirc;ncias heredit&aacute;rias na conjuga&ccedil;&atilde;o de glicuronatos s&atilde;o conhecidas, e elas caracterizam-se pela hiperbilirrubinemia e icter&iacute;cia. N&atilde;o somente a conjuga&ccedil;&atilde;o da bilirrubina &eacute; afetada, mas tamb&eacute;m pode ser reduzida a forma&ccedil;&atilde;o dos glicuronatos de tais drogas e de subst&acirc;ncias estranhas como os salicilatos, o mentol e a tetraidrocortisona. Devido ao fato de estes desvios heredit&aacute;rios variarem consideravelmente de fam&iacute;lia para fam&iacute;lia no que se refere &agrave; quantidade e &agrave; esp&eacute;cie de defici&ecirc;ncia molecular, a intensidade na diminui&ccedil;&atilde;o de conjuga&ccedil;&atilde;o da droga tamb&eacute;m ser&aacute; vari&aacute;vel.</P><DIR>
<DIR>

<B><P ALIGN="JUSTIFY">Fatores de responsividade &agrave;s vitaminas.</P></DIR>
</DIR>

</B><P ALIGN="JUSTIFY">Algumas pessoas t&ecirc;m necessidade acima do normal de determinadas vitaminas, e podem apresentar sintomas de defici&ecirc;ncia de uma vitamina, a menos que se aumente consideravelmente sua concentra&ccedil;&atilde;o na dieta di&aacute;ria normal. S&atilde;o conhecidos exemplos espec&iacute;ficos da convers&atilde;o inadequada de vitamina <B>B<SUB>12</SUB> em </B>formas de cofator da vitamina. Alguns respondem &agrave; administra&ccedil;&atilde;o de <B>B<SUB>12 </B></SUB>. O uso terap&ecirc;utico de vitaminas para o tratamento de altera&ccedil;&otilde;es heredit&aacute;rias deste tipo ilustra a necessidade de individualizar a terapia para cada constitui&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica particular dos pacientes.</P><DIR>
<DIR>

<B><P ALIGN="JUSTIFY">Resist&ecirc;ncia heredit&aacute;ria a anticoagulantes cumar&iacute;nicos.</P></DIR>
</DIR>

</B><P ALIGN="JUSTIFY">N&atilde;o se encontra normalmente uma diferen&ccedil;a real,, ao n&iacute;vel de tecidos, da responsividade a drogas; a maioria das diferen&ccedil;as gen&eacute;ticas nas "respostas" pode ser explicada por altera&ccedil;&otilde;es na din&acirc;mica de distribui&ccedil;&atilde;o e metabolismo da droga, mudando a quantidade que alcan&ccedil;a a regi&atilde;o dos tecidos. A rela&ccedil;&atilde;o dose-resposta local &eacute; raramente alterada. Uma exce&ccedil;&atilde;o &eacute; a resist&ecirc;ncia heredit&aacute;ria aos anticoagulantes cumar&iacute;nicos. Tais pacientes necessitam de uma quantidade 20 vezes maior de droga para produzir o aumento esperado no tempo de protrombina, quantidade esta que causaria uma hemorragia fatal em um paciente normal. A descoberta desta caracter&iacute;stica foi inesperada, pois o primeiro paciente era g&ecirc;meo id&ecirc;ntico a seu irm&atilde;o, e tendo igualmente necessitado de um tratamento com o anticoagulante, apresentou a mesma resist&ecirc;ncia a drogas do tipo cumarina. Analisaram-se os caracteres gen&eacute;ticos de toda a sua fam&iacute;lia e de uma outra grande linhagem. A resist&ecirc;ncia &agrave; cumarina &eacute; herdada como um car&aacute;ter dominante autoss&ocirc;mico. As pessoas resistentes apresentam uma outra caracter&iacute;stica n&atilde;o-usual: elas s&atilde;o aproximadamente 20 vezes mais sens&iacute;veis que as normais aos efeitos de ant&iacute;dotos da vitamina <B>K</B>. Como o metabolismo das drogas anticoagulantes n&atilde;o &eacute; anormal nestas pessoas, a explica&ccedil;&atilde;o mais razo&aacute;vel para essa resist&ecirc;ncia &eacute; a exist&ecirc;ncia de uma prote&iacute;na tissular, geneticamente alterada, que regula a s&iacute;ntese, no f&iacute;gado, dos fatores <B>II, VII, IX </B>e <B>X</B> da coagula&ccedil;&atilde;o sang&uuml;&iacute;nea. </P>
<P ALIGN="JUSTIFY">Surpreendentemente, parece existir um modelo animal natural para esta caracter&iacute;stica farmacogen&eacute;tica humana. O <B>warfarin</B> &eacute; usado como veneno para rato; entretanto, notou-se uma resist&ecirc;ncia natural a este agente em popula&ccedil;&otilde;es de ratos tratadas repetidas vezes com o produto. Estudos em alguns ratos indicaram que poucos genes para a resist&ecirc;ncia forma selecionados e os ratos possu&iacute;am o mesmo mecanismo de resist&ecirc;ncia encontrado em ra&ccedil;as humanas.</P><DIR>
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<DIR>

<B><P ALIGN="JUSTIFY">Outros fatores heredit&aacute;rios que modificam os efeitos das drogas.</P></DIR>
</DIR>
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</DIR>
</DIR>
</DIR>

</B><P ALIGN="JUSTIFY">As drogas podem produzir efeitos indesej&aacute;veis em certos outros pacientes com condi&ccedil;&otilde;es ou caracteres heredit&aacute;rios. Algumas est&atilde;o resumidamente listadas na tabela abaixo:</P>
<TABLE BORDER CELLSPACING=1 CELLPADDING=9 WIDTH=774>
<TR><TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<P ALIGN="CENTER"><B><I>CONDI&Ccedil;&Otilde;ES</B></I></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><I><P ALIGN="CENTER">DROGAS</B></I></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><I><P ALIGN="CENTER">EFEITOS FARMACOL&Oacute;GICOS</B></I></TD>
</TR>
<TR><TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Hipertermia maligna</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<P>&nbsp;</TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Hipertermia e rigidez</B></TD>
</TR>
<TR><TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Glaucoma de &acirc;ngulo fechado</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P>Atropina</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Aumento da P.I.O.</B></TD>
</TR>
<TR><TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Glaucoma simples, cr&ocirc;nico</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P>Dexametazona</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Aumento da P.I.O.</B></TD>
</TR>
<TR><TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Porf&iacute;ria (hep&aacute;tica)</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P>Barbit&uacute;ricos</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Aumento da s&iacute;ntese de porfirina.</B></TD>
</TR>
<TR><TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Estenose suba&oacute;rtica hipertr&oacute;fica idiop&aacute;tica</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P>Digit&aacute;licos</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Pode n&atilde;o aumentar o d&eacute;bito card&iacute;aco</B></TD>
</TR>
<TR><TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">S&iacute;ndrome de Down</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P>Atropina</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Resposta aumentada</B></TD>
</TR>
<TR><TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Disautonomia familiar</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P>Noraepinefrina</B></TD>
<TD WIDTH="33%" VALIGN="TOP">
<B><P ALIGN="JUSTIFY">Aumento da resposta</B></TD>
</TR>
</TABLE>

<P ALIGN="JUSTIFY">A Hipertemia mal&iacute;gna com rigidez muscular &eacute; uma complica&ccedil;&atilde;o rara mas muito s&eacute;ria associada com a anestesia. A condi&ccedil;&atilde;o &eacute; familiar e parece se herdada como um car&aacute;ter dominante autoss&ocirc;mico. Visto que a hipertermia pode ocorrer com ou sem rigidez muscular, &eacute; prov&aacute;vel que mais do que uma desordem gen&eacute;tica venha acontecer. Os pacientes s&atilde;o, via de regra, pessoas jovens e saud&aacute;veis que inesperadamente desenvolvem esses sintomas durante uma cirurgia em que o halotano e a succinilcolina s&atilde;o usados. Fato semelhante pode ocorrer com outros agentes anest&eacute;sicos. A succinilcolina n&atilde;o est&aacute; especificamente associada &agrave; hipertermia mas esta associa&ccedil;&atilde;o &eacute; freq&uuml;entemente observada nos casos at&eacute; a presente data. Cerca da metade dos pacientes que desenvolvem a hipertermia e a rigidez n&atilde;o sobrevivem. Por&ccedil;&otilde;es de m&uacute;sculos retiradas de sobreviventes respondem anormalmente &agrave; cafe&iacute;na, e sugeriu-se que a distribui&ccedil;&atilde;o intracelular de c&aacute;lcio est&aacute; desorganizada. Contudo, a causa exata desta altera&ccedil;&atilde;o heredit&aacute;ria ainda &eacute; desconhecida. </P>
<B><P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>
</B><P>&nbsp;</P></BODY>
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