__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<html>
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<title>Citologia de outros locais: Vulva</title>
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Vulva
</h2>
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<div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><a href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/?author=1" title="Posts de heinz" rel="author"><br>
</a>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2397"></span>A
vulva normal é coberta pela mesma pele que recobre diversos outros
locais em que matura para uma camada de queratina. Por causa disto o
esfregaço consiste de células queratinizadas anucleadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Lesões de vulva incluem as distrofias
vulvares, neoplasma vulvar intra-epitelial (VIN) e carcinoma invasivo de
célula escamosa. Adenocarcinoma das glândulas de Bartholin tem sido
descrito e a vulva pode ser um sítio primário para melanoma maligno.
Diagnóstico citológico é de valor limitado porque em muitas moléstias
vulvares a superfície é recoberta por hiperqueratose e paraqueratose as
quais previnem esfoliação de células mais severamente anormais das
camadas mais profundas. Nestes casos o esfregaço pode subestimar a
severidade da lesão e isto seria esperado em VIN III tipo Bowenóide ao
passo que quando VIN III é do tipo basal pequeno há menos paraqueratose e
a esfoliação poderia ser mais profusa (Buckley et al., 1984). Exceto
nos casos de câncer invasivo exposto, a apresentação clínica é
semelhante na distrofia vulvar, VIN e câncer microinvasivo. A mulher
queixa-se de irritação acentuada ou dor, e ao exame, manchas brancas
estão presentes. O exame colposcópico pode mostrar áreas vasculares
entre as manchas brancas e os esfregaços destes sítios são mais
fidedignos, mas em geral o diagnóstico de moléstia vulvar deve ser por
múltiplas biópsias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caso 1: VIN III </strong>(Bowenóide)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-1.html" title="" class="shutterset_singlepic318">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 232px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/318__320x240_318_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">318 <strong>Células discarióticas e reativas. </strong>Este
é um esfregaço infectado com células discarióticas e reativas
presentes, uma das últimas é queratinizada. Alterações reativas são
comuns porque o trauma causado pela arranhadura causa alterações
celulares regenerativas. (x 160)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-2.html" title="" class="shutterset_singlepic319">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 232px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/319__320x240_319_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">319 <strong>Células discarióticas. </strong>Em
outro local do esfregaço são vistos núcleos discarióticos e reativos. É
raro este caso em que há esfoliação razoável, mas a biópsia mostrou VIN
III do tipo Bowenóide. (X 160)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caso 2: Moléstia de Paget da vulva</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-2.html" title="" class="shutterset_singlepic320">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 201px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/320__320x240_320_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">320 <strong>Infecção e degeneração celular. </strong>Neste
caso existe infecção mais acentuada do esfregaço
com degeneração celular. Notar as células
queratinizadas. (x 160)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-3.html" title="" class="shutterset_singlepic321">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 203px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/321__320x240_321_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">321 <strong>Células severamente discarióticas. </strong>Em
aumento maior é vista uma placa de células severamente discarióticas.
Estas mostram pleomorfismo com irregularidades nucleares rígidas e
nucléolos proeminentes ocasionais. O quadro citológico sugere a
possibilidade de câncer invasivo, mas a histologia mostrou que este era
um caso de moléstia de Paget. (X 400)</p>
<p style="text-align: justify;"><span><strong>Caso 3: VIN III (basilóide)</strong></span></p>
<div style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-4.html" title="" class="shutterset_singlepic322">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 200px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/322__320x240_322_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: center;">
<div style="text-align: justify;"><span>322.<strong> Células discarióticas queratinizadas. </strong>Células
levemente discarióticas são vistas nestes esfregaços. Notar a coloração
borrada; isto é comum no esfregaço coletado da lesão vulvar. (x 125)</span><br>
<span></span></div>
<span>
</span>
<a href="vulva-imagem-5.html" title="" class="shutterset_singlepic323">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 201px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/323__320x240_323_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>323.<strong> Discariose leve. </strong>Apesar
de ser um caso de basilóide VIN III, havia um esfregaço escasso e este
campo mostra presença de células discarióticas remanescentes. (x 125)<br>
</span></div>
<div style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-6.html" title="" class="shutterset_singlepic324">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 209px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/324__320x240_324_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>324.<strong> VIN III (basilóide): vulvectomia simples. </strong>Cortes
mostraram ser a lesão predominantemente do tipo pequenas células, mas
com diferenciação sobre a superfície que previne esfoliação de células
discarióticas mais severas. (H & E, x 37,5)
<p></p>
<p><strong> Caso 4: VIN III</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-7.html" title="" class="shutterset_singlepic325">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 197px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/325__320x240_325_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p></p>
</span></div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>325.<strong> Células discarióticas degeneradas.</strong>
Este é um exemplo de um esfregaço muito escasso. As células presentes
eram principalmente escamas queratinizadas anucleadas com uma
degeneração pequena, células levemente diferenciadas, como vistas neste
campo. (x 125)</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-8.html" title="" class="shutterset_singlepic326">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 196px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/326__320x240_326_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>326.<strong> VIN III: vulvectomia simples.</strong>
Neste corte uma camada espessa de hiperqueratose previne a esfoliação
de células severamente discarióticas nas camadas mais profundas. Notar a
transição abrupta entre o epitélio normal e o anormal deste corte. (H
& E, X 37,5)
<p></p>
<p><strong> Caso 5: Carcinoma escamoso de vulva – Invasão precoce</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-9.html" title="" class="shutterset_singlepic327">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 192px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/327__320x240_327_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p></p>
</span></div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>327.<strong> Fotografia da vulva.</strong>
Manchas brancas são vistas sobre o pequeno lábio e sob inspeção clínica
esta mulher poderia ter distrofia vulvar, VIN ou câncer precocemente
invasivo.</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-10.html" title="" class="shutterset_singlepic328">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 193px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/328__320x240_328_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>328.<strong> discariose leve e degeneração celular.</strong>
O esfregaço escasso e este campo são representativos. Ele mostra
escamas anucleadas queratinizadas, com uma célula levemente discariótica
e um grupo de células degeneradas. (x 250)</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-11.html" title="" class="shutterset_singlepic329">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 197px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/329__320x240_329_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>329.<strong> Carcinoma escamoso de vulva: invasão precoce – vulvectomia simples.</strong>
Corte mostra uma hiperqueratose muito densa e abaixo desta, carcinoma
escamoso com invasão precoce do estroma. (H & E, x 37,5)
<p></p>
<p><strong> Caso 6: Carcinoma invasivo de células escamosos (recorrência)</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-12.html" title="" class="shutterset_singlepic330">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 234px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/330__320x240_330_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p></p>
</span></div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>330.<strong> Células malignas pobremente diferenciadas. </strong>Paciente
já tinha tido um carcinoma de células escamosas de vulva, tratado por
vulvectomia. Este esfregaço foi feito de nódulo vascular que foi
clinicamente diagnosticado como carcinoma recorrente. Este campo mostra
células queratinizadas com umas poucas células malignas pobremente
diferenciadas. (x 125)</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-13.html" title="" class="shutterset_singlepic331">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 236px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/331__320x240_331_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>331.<strong> Pérola maligna.</strong> Este campo contém uma pérola maligna queratinizada. (x 250)</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-14.html" title="" class="shutterset_singlepic332">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 237px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/332__320x240_332_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>332.<strong> Pérola maligna.</strong>
Em outro lugar do mesmo esfregaço foi achada uma outra pérola com um
grupo de células degeneradas. O diagnostico de carcinoma recorrente foi
confirmado por biópsia. (X 250)
<p></p>
<p><strong> Caso 7: Carcinoma de célula escamosa do clitóris</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-15.html" title="" class="shutterset_singlepic333">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 233px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/333__320x240_333_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p></p>
</span></div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>333.<strong> Células escamosas malignas.</strong>
Este caso é um exemplo de carcinoma de células escamosas nas quais
células escamosas esfoliam livremente. Este campo mostra uma lâmina de
células escamosas malignas bem preservada. (x 250)</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-16.html" title="" class="shutterset_singlepic334">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 234px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/334__320x240_334_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>334.<strong> Carcinoma de células escamosas: biópsia de tumor.</strong>
Em pequeno aumento o epitélio escamoso da superfície
é visto, com lingüetas de tumor infiltrando o estroma. (H
& E, x 37,5)</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-17.html" title="" class="shutterset_singlepic335">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 232px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/335__320x240_335_JPG.jpg" alt="Clique para ampliarvulv" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>335.<strong> Carcinoma de células escamosas: biópsia de tumor. </strong>Parte
do corte feito com o mesmo aumento como o esfregaço vulvar torna
possível comparar morfologia celular. (H & E, x 250)
<p></p>
<p><strong> Caso 8: Melanoma maligno da vulva “amelanótico”</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vulva-imagem-18.html" title="" class="shutterset_singlepic336">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 233px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/336__320x240_336_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p></p>
</span></div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>336.<strong> Células malignas.</strong>
Esta mulher também tinha um tumor do clitóris, que era semelhante
aquele do caso anterior, sob inspeção clínica. Contudo, o quadro
citológico é bastante diferente. Este campo mostra células
indiferenciadas com macronucléolo. (x 250)</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-19.html" title="" class="shutterset_singlepic337">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 232px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/337__320x240_337_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>337.<strong> Células malignas.</strong>
Em aumento maior um corte é visto claramente em um núcleo e o
macronucléolo mostra irregularidades bem definidas. Apesar da falta de
pigmentos a morfologia celular garantiu um diagnóstico de melanoma
maligno. (x 620)</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-20.html" title="" class="shutterset_singlepic338">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 235px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/338__320x240_338_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>338.<strong> Melanoma maligno de vulva: biópsia.</strong> Este corte inclui epitélio superficial e mostra atividade juncional, mas mínimo pigmento. (H & E, x 125)</span></div>
<div style="text-align: center;"><span><br>
</span>
<a href="vulva-imagem-21.html" title="" class="shutterset_singlepic339">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 236px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/339__320x240_339_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</div>
<div><span><br>
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span>339.<strong> Melanoma maligno da vulva: biópsia.</strong>
No mesmo aumento, como as células em 337, a morfologia pode ser
comparada. Entalhamento da membrana nuclear e irregularidade dos
nucléolos são mais evidentes no tecido. (H & E, x 620)<br>
</span></div>
<span><br>
</span><br>
<span class="content"></span><br>
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