__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Vaginite atrófica</title>
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<h2 class="art-PostHeader">
Vaginite atrófica
</h2>
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<div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><br>
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</div>
<p style="text-align: justify;">Esfregaços de mulheres
pós-menopáusicas com vaginite atrófica mostram uma variedade ampla de
alterações celulares resultantes da associação com infecção
inespecífica. Em alguns casos o grau de anormalidade pode ser tão
acentuado que causa suspeita de discariose. Com este grau de
anormalidade é aconselhável repetir o esfregaço após o uso de creme
estrogênico por quatro semanas. O tratamento causa maturação do epitélio
escamoso pelo efeito direto de estrógeno no órgão alvo (vagina). Este é
mais seguro que o estrógeno sistêmico, já que a resposta do órgão alvo
varia com o tratamento sistêmico. Além disso, o epitélio atrófico é fino
e facilmente traumatizável. A lesão pode ser microscópica, mas é
refletida pelo conteúdo do esfregaço. Em três casos histiócitos e
polimorfos estão presentes com histiócitos multinucleados e fibroblasto,
os quais sugerem uma reação granulomatosa como a vista no tecido de
granulação. Ulceração clínica também resulta em um quadro celular
característico e esta pode ocorrer em mulheres com prolapso ulcerado ou
em quem está usando anéis pessários.<span id="more-1397"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-1.html" title="" class="shutterset_singlepic90">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 181px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/90__320x240_090_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">90. <strong>Vaginite atrófica.</strong>
Este campo mostra um aspecto comum com fundo seroro, hemácias e
células inflamatórias obscurecendo um esfregaço
atrófico. A reação à
coloração é pobre por causa de alguma secagem
antes da fixação. (X 40)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-2.html" title="" class="shutterset_singlepic91">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 181px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/91__320x240_091_JPG.jpg" alt="091_JPG" title="091_JPG">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">91. <strong>Vaginite atrófica: “manchas azuis”.</strong>
Este é um outro exemplo de vaginite atrófica com células inflamatórias,
muitos restos no fundo e células parabasais mostrando alterações
degenerativas variadas. No centro do campo está uma estrutura redonda
corada em azul-escuro. Estas são achadas em esfregaço atrófico e
causariam suspeita de malignidade. A causa é incerta, embora várias
teorias tenham sido propostas (Ziabkowski & Naylor, 1976). É mais
provável que esta seja uma forma de DNA ou RNA alterados do que a
presença de muco espessado. (X160)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-3.html" title="" class="shutterset_singlepic92">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 236px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/92__320x240_092_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">92. <strong>Vaginite atrófica: “manchas azuis”.</strong>
Em aumento maior a aparência sugere que este é o contorno de uma célula
obscurecida por material finamente pulverizado, denso, o qual cora em
azul escuro. (X 400)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-4.html" title="" class="shutterset_singlepic93">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 238px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/93__320x240_093_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">93. <strong>Vaginite atrófica.</strong>
Um outro exemplo mostra uma ração de coloração pobre. O fundo consiste
principalmente de polimorfos e restos nucleares. Algumas células
parabasais apresentam núcleo reativo e pálido e grande, enquanto que em
outras os núcleos ficaram picnóticos. A despeito da ração pobre à
coloração, a queratinização do citoplasma pode ser reconhecida em
algumas células. (X 80)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-5.html" title="" class="shutterset_singlepic94">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 237px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/94__320x240_094_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">94. <strong>Vaginite atrófica: alterações borderline.</strong>
Este campo demonstra o grau de anormalidade que pode ser visto em um
esfregaço atrófico benigno. Cariólise e degeneração nuclear estão
presentes e células de formas bizarras são vistas. Em algumas células a
necrose coagulativa causa irregularidade nuclear a qual está próxima à
discariose. (X 125)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-6.html" title="" class="shutterset_singlepic95">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 239px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/95__320x240_095_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">95. <strong>O mesmo caso (94) após creme vaginal estrogênico.</strong>
O aspecto deste campo é bastante diferente. Há mesmo exsudato de
células inflamatórias e a maioria das células presentes são
intermediárias normais. Uma célula parabasal queratinizada permanece. Se
células discarióticas estivessem presentes neste caso, elas estariam
agora em destaque contra um fundo de células normais maduras. O creme
vaginal estrogênico foi usado por quatro semanas, neste caso. (X 125)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-7.html" title="" class="shutterset_singlepic96">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 227px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/96__320x240_096_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">96. <strong>Vaginite atrófica com tecido de granulação.</strong>
Neste exemplo as poucas células escamosas presentes mostram uma
variação na maturação. Histiócitos e polimorfos estão presentes, com um
histiócito multinuclear gigante e células alongadas com citoplasma
frouxo, que são fibroblastos. O quadro sugere uma reação de granulação
que nesta situação é mais comum ser tecido de granulação não específica.
(X 80).</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-8.html" title="" class="shutterset_singlepic97">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 229px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/97__320x240_097_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">97. <strong>Vaginite atrófica com tecido de granulação.</strong> Este campo mostra uma figura similar com uma célula gigante multinucleada sobreposta a células escamosas. (X 100)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-9.html" title="" class="shutterset_singlepic98">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 236px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/98__320x240_098_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">98. <strong>Ulceração vaginal.</strong>
Uma figura mais exuberante é vista quando úlceras francas estão
presentes; esta mulher usava um anel pessário para controlar o prolapso.
O esfregaço contém muitos histiócitos multinucleados com fibroblastos e
polimorfos. (X 125)</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="vaginite_atrofica-imagem-10.html" title="" class="shutterset_singlepic99">
<img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 237px;" class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/99__320x240_099_JPG.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar">
</a>
</p>
<p style="text-align: justify;">99. <strong>Procidência ulcerada: regeneração epitelial. </strong>Em
casos com ulceração clínica é comum ter regeneração tecidual na borda
da úlcera. Quando essas células são vistas no esfregaço, elas podem
causar suspeita de malignidade. Este exemplo é típico de uma placa de
células semelhantes, a qual apresenta-se como uma camada única de
células pavimentosas. A aparência lembra a borda de uma cultura de
tecido em crescimento. Existe algum pleomorfismo e os nucléolos são
proeminentes. Em algumas células eles são grandes e em outras células
eles são múltiplos; uma mitose também está presente. A principal
característica em favor de uma lesão benigna é o padrão da cromatina
nuclear, pálida e regular. Deveria também ser notado que os nucléolos
são regulares na forma e a mitose normal. (X 250)</p>
<br>
<span class="content"></span><br>
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