__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Matura��o sexual precoce </title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<div style="text-align: center;">
<meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=utf-8">
<h2 class="art-PostHeader"> Matura��o sexual precoce </h2>
<div style="text-align: justify;"> � cl�ssico o conceito de que os
caracteres sexuais secund�rios come�am a aparecer em torno dos 9
anos de idade, quando se admite ter in�cio a puberdade. Sabe-se,
no entanto, que do ponto de vista hormonal, o per�odo de transi��o
entre a inf�ncia e a puberdade surge antes, pela participa��o do
eixo hipot�lamo-hipofis�rio. Nos �ltimos anos da inf�ncia, as
gonadotrofinas secretadas pela hip�fise come�am a agir sobre os
ov�rios, determinando o crescimento desordenado dos fol�culos, que
passam a produzir estrog�nios. Estes horm�nios atuam sobre o �tero
e sobre a mucosa vaginal, promovendo seu crescimento.<br>
<br>
<br>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-1.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 126px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/478__320x240_478.jpg"></a><br>
Lina Medina Menstruou aos 8 meses, engravidou antes dos 5 anos
de idade e foi m�e com 5 anos e 8 meses<br>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-2.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 169px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/479__320x240_479.jpg"></a><br>
<p style="text-align: justify;">Lina Medina, aos 7 anos, com seu
filho, Geraldo Medina, com um ano de idade, junto com o m�dico
que fez o parto (cesariana)</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Matura��o sexual precoce,
puberdade precoce ou precocidade sexual � o aparecimento dos
caracteres sexuais secund�rios, acompanhados ou n�o de
ovula��o, no per�odo da inf�ncia. Embora se admita que este
per�odo termine aos 9 anos, n�o deve causar grande preocupa��o
o fato de os fen�menos puberais se manifestarem a partir dos 8
anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns crit�rios podem ser
admitidos para classificar a precocidade sexual:<br>
1 � Aspectos neuro-end�crinos:<br>
1.1 � Completa ou verdadeiro<br>
1.2 � Incompleta ou pseudopuberdade precoce.</p>
<p style="text-align: justify;">2- Quadro cl�nico e
predomin�ncia de horm�nios:<br>
2.1 � Isossexual<br>
2.2 � Heterossexual<br>
</p>
<p style="text-align: justify;">3 � Agente causador:<br>
3.1 � Idiop�tica ou constitucional<br>
3.2 � Org�nica</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentamos a seguir, alguns
aspectos de cada variedade:</p>
<p style="text-align: justify;">1.1 � Completa ou verdadeira, se
o sistema neuro-end�crino atinge a plenitude funcional e surge
a ovula��o. � quadro raro, tendo como exemplo cl�ssico o caso
da menina peruana Lina Medina que engravidou e deu � luz uma
crian�a normal aos cinco anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">1.2 � Incompleta ou
pseudopuberdade precoce, se aparecerem alguns sinais de
amadurecimento, mas n�o ocorre ovula��o.</p>
<p style="text-align: justify;">2.1 � Isossexual, quando
predomina o horm�nio pr�prio do sexo oposto (androg�nio) e o
quadro cl�nico se caracteriza por sinais de viriliza��o.</p>
<p style="text-align: justify;">3.1 � Idiop�tica ou
constitucional, na qual a causa determinante n�o foi
encontrada.</p>
<p style="text-align: justify;">3.2 � Org�nica, na qual se
identifica a causa determinante.</p>
<p style="text-align: justify;">As variedades de matura��o
sexual precoce mais encontradas na cl�nica s�o: incompleta,
isossexual e idiop�tica.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-3.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 156px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/480__320x240_480.jpg"></a><br>
</p>
<div style="text-align: center;">Telarca em crian�a de um ano e
dez meses</div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-4.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 215px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/481__320x240_481.jpg"></a></p>
Telarca em crian�a de dois anos e meio
<p style="text-align: justify;"><strong>Etiopatogenia</strong>
(origens da doen�a)<br>
<br>
Na aprecia��o das causas da puberdade precoce, devem ser
consideradas duas eventualidades: as variedades idiop�tica e
org�nica. Para explicar a idiop�tica, invoca-se interfer�ncia
do fator gen�tico. Quanto � org�nica, a origem se encontra em
qualquer dos setores participantes do eixo neuro-end�crino.
Abordaremos, a seguir, as poss�veis origens do quadro em
quest�o.</p>
<p style="text-align: justify;">Sistema nervoso central � as
les�es intracranianas em desenvolvimento e as seq�elas de
outras preexistentes agem sobre hipot�lamo, como fator
irritativo. Este �rg�o, afetado por condi�es patol�gicas
instaladas em estruturas vizinhas, as quais se encontra
intimamente ligado, perde a capacidade de controlar a
adeno-hip�fise. Esta passa a funcionar livremente e,
produzindo gonadotrofinas, vai estimular os ov�rios e
desencadear a precocidade sexual. Les�es p�s-inflamat�rias
(seq�elas de encefalite), tumores intracranianos, hamartoma,
hidrocefalia e traumas de parto, s�o referidos como causadores
de matura��o sexual precoce. Segundo o conceito de Ruf, les�es
encef�licas no per�odo perinatal ou na inf�ncia, destroem
�reas nervosas que, no processo de recupera��o, vem a ser
ocupadas por neur�nios adren�rgicos. Estes t�m a capacidade de
crescer em qualquer per�odo da vida e, assim o fazendo,
estimulam o eixo hipot�lamo-hipofis�rio, ocasionando a
precocidade sexual. N�o somente as causas referidas, mas
tamb�m os dist�rbios ps�quicos, podem antecipar o aparecimento
da puberdade. Descrevem-se casos de oligofrenia associados �
puberdade precoce.</p>
<p style="text-align: justify;">Ov�rios � neoplasias
funcionantes dos ov�rios, ocorrendo na inf�ncia, determinam a
puberdade precoce. Tumor das c�lulas da granulosa e tecoma s�o
neoplasias feminizantes que secretam estrog�nios, determinando
puberdade precoce isossexual. Se o tumor � masculinizante,
como por exemplo, o arrenoblastoma, a puberdade precoce ser�
heterossexual, pela predomin�ncia do horm�nio heter�logo. Em
casos excepcionais, outros tumores do ov�rio podem causar a
matura��o sexual precoce: coriopitelioma ect�pico,
disgerminoma e tumores embrion�rios.</p>
<p style="text-align: justify;">Adrenais � nos casos de tumores
e de hiperplasia adquirida da c�rtex da adrenal, ocorre
precocidade heterossexual. Predomina o androg�nio e aparecem
sinais de viriliza��o (figuras abaixo).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-5.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 149px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/482__320x240_482.jpg"></a><br>
</p>
<div style="text-align: center;">C�ncer de adrenal:
desenvolvimento do t�rax e dos membros superiores da crian�a<br>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-6.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 211px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/483__320x240_483.jpg"></a></div>
<p style="text-align: center;">C�ncer de adrenal: aspecto dos
membros inferiores. Mesma crian�a da figura anterior</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-7.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 210px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/484__320x240_484.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">C�ncer de adrenal: aspecto da
vulva. Mesma crian�a da figura anterior</p>
<p style="text-align: justify;">Tire�ide � do ponto de vista
funcional, esta gl�ndula est� relacionada com os ov�rios.
Encontram-se descritos casos de hipotireoidismo concomitantes
a dist�rbios do amadurecimento genital. Admite-se, nestes
casos, a participa��o ativa do hipot�lamo a qual, no entanto,
ainda n�o se encontra bem esclarecida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outras origens</strong><br>
<br>
a) Iatrog�nica: sinais de precocidade sexual podem decorrer de
administra��o de drogas para o tratamento de outras entidades
patol�gicas. Estrog�nios, insulina e anabolizantes, t�m
determinado desenvolvimento de caracteres sexuais secund�rios
em crian�as.<br>
b) s�ndrome de McCune Albright: oste�te fibrosa generalizada,
acompanhada de hiperpigmenta��o cut�nea e de matura��o sexual
precoce, constituem esta s�ndrome, descrita pela primeira vez
em 1936. Embora les�es �sseas localizadas na base do cr�nio
possam funcionar como fator irritativo do hipot�lamo, n�o
existe explica��o convincente para os sinais da puberdade
precoce que integram esta s�ndrome. Ademais, as radiografias
do cr�nio nem sempre revelam oste�te fibrosa do cr�nio.<br>
c) infec�es cr�nicas: tuberculose, s�filis e toxoplasma podem
comprometer as meninges e serem respons�veis pela matura��o
sexual precoce.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagn�stico</strong><br>
<br>
As manifesta�es de puberdade sexual precoce mais comumente
encontradas s�o: telarca e pubarca e perda sangu�nea genitais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-8.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 156px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/485__320x240_485.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Puberdade precoce: telarca em
menina de cinco anos</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-9.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 211px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/486__320x240_486.jpg"></a><br>
Pubarca. Mesmo caso da figura anterior</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_precoce-imagem-10.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 208px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/487__320x240_487.jpg"></a><br>
Aspecto da pelve. Mesmo caso da figura anterior </p>
<p style="text-align: justify;">A anamnese deve ser feita
cuidadosamente, dedicando especial aten��o ao psiquismo da
paciente e aos seus antecedentes familiares e pessoais. �
importante apurar se outras pessoas da fam�lia apresentaram
problema semelhante. Outro dado relevante relaciona-se com o
tipo de parto que gerou a paciente: traumas obst�tricos podem
originar les�es nervosas, respons�veis pela precocidade
sexual. O exame f�sico geral deve focalizar, especialmente, os
diversos aparelhos e as gl�ndulas de secre��o interna.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seguintes exames
complementares integram o roteiro proped�utico:<br>
- Radiografia de cr�nio para diagn�stico de tumores
encef�licos e verificar o perfil da cela t�rcica.<br>
- Eletroencefalograma.<br>
- Dosagem de gonadotrofinas hipofis�rias.<br>
- Dosagem de estrog�nios.<br>
- Dosagem de 17 KS e 17 OH.<br>
- Colpocitologia hormonal.<br>
- Pregnosticon para detectar a produ��o de gonadotrofinas
cori�nicas.<br>
- Ecografia da pelve.<br>
- Pneumopelvigrafia e/ou laparoscopia.<br>
- Bi�psia do endom�trio.<br>
- Provas funcionais da tire�ide das adrenais.<br>
- Provas de fun��o hep�tica.<br>
- Rea��o de Mantoux.<br>
- Rea�es e sorol�gicas para o diagn�stico de lues e de
toxoplasmose.<br>
- Radiografia de m�os e punhos para determina��o da idade
�ssea.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong><br>
<br>
Pacientes que apresentam puberdade precoce devem permanecer
sob controle peri�dico. Seus pais devem ser instru�dos no
sentido de prestar assist�ncia ao seu psiquismo de forma
eficiente, por�m, sem alarde. O aparecimento dos caracteres
sexuais secund�rios causa defasagem entre os desenvolvimentos
som�tico e ps�quico. A mente infantil que, nestes casos, n�o
acompanha o desenvolvimento f�sico, deve ser preservada de
agravos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todos os casos de matura��o
sexual precoce, � importante controlar-se o crescimento, pois
a a��o estrog�nica pode ocasionar soldura precoce das ep�fises
�sseas. No intuito de evitar a parada do crescimento,
empregam-se recursos terap�uticos para bloquear a a��o dos
estrog�nios. Kupperman e Epstein, em 1962, recomendaram
acetato de medroxiprogesterona, via intramuscular na dose de
100 mg de 14 em 14 dias. � prefer�vel a administra��o da mesma
droga, via oral, na dose de 10 mg diariamente, em ciclos
sucessivos de 20 dias, com intervalo de dez dias entre um
ciclo e outro. O tempo de tratamento obedece � rea��o das
pacientes, e o controle de crescimento deve ser feito de 90 e
90 dias, pela medida da altura e pela radiografia de m�os e
punhos. O tratamento de les�es do sistema nervoso central fica
a cargo do neurologista ou do neurocirurgi�o. Nos casos de
tumores dos ov�rios e das adrenais, a conduta � imposta pelo
achado cir�rgico. Se o tumor � encapsulado e a cavidade
peritonial se encontra livre de met�stases, executa se
anexectomia unilateral, retirando-se a g�nada comprometida.
Seguem-se exames ginecol�gicos peri�dicos, reoperando-se a
paciente em termos radicais, ao menor sinal de recidiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Em caso de hiperplasia das
adrenais, a terapia pelos cortic�ides est� indicada, por tempo
indeterminado. Badbury recomenda come�ar com doses de 100 mg
di�rios, at� se normalizarem de os n�veis de 17 KS urin�rios.
Segue-se o tratamento de manuten��o em doses a serem
estipuladas para cada caso. O horm�nio da tire�ide ser�
empregado para corrigir casos de hipotireoidismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a causa for iatrog�nica,
deve-se suspender a administra��o do agente causador. Tal
medida susta o prosseguimento dos efeitos, mas n�o � poss�vel
reverter a pubarca e a telarca eventualmente instaladas. A
s�ndrome de McCune Albright � de tratamento complexo,
requerendo cuidados com o sistema �sseo, para prevenir
deformidades decorrentes da oste�te fibrosa generalizada. A
tuberculose, a s�filis e a toxoplasmose ser�o corrigidas pelos
tratamentos espec�ficos correspondentes</p>
</div>
</div>
</div>
<h3> </h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
</div>
<br>
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