__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Patologia mam�ria </title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<div style="text-align: center;">
<h2 class="art-PostHeader">Patologia mam�ria</h2>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div style="text-align: justify;">Os aspectos mais importantes da
patologia mam�ria na adolesc�ncia refer�ncias anomalias do
desenvolvimento das mamas. Outras entidades patol�gicas, tais como
inflama�es, displasias e tumores s�o raros antes dos 16 anos.<br>
<br>
<p style="text-align: justify;"><img style="width: 281px; height: 539px;"
alt="Escala de Tanner" title="Escala de Tanner" src="../img/desenvolvimento_mamario.jpg"
align="left">O desenvolvimento mam�rio � um dos primeiros
sinais da puberdade. Comece em torno dos 9 anos de idade e
depende da a��o de ester�ides sexuais (estrog�nios e
progestog�nios) e de outros horm�nios: prolactina,
somatotropina, tireoxina, insulina e cortic�ides.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanner divide o desenvolvimento
mamar em cinco fases:<br>
</p>
<div style="margin-left: 80px;">- Primeira fase � eleva��o da
papila, sem crescimento da ar�ola e do par�nquima.<br>
- Segunda fase � aumento da ar�ola e in�cio do crescimento do
par�nquima, sob a forma de �broto mam�rio�.<br>
- Terceira fase � aumento da pigmenta��o areolar e
desenvolvimento do par�nquima.<br>
- Quarta fase � eleva��o da ar�ola em placa, acima do
par�nquima; esbo�a se a conforma��o do �rg�o adulto, por�m de
pequenas propor�es.<br>
- Quinta fase � a mama assume forma adulta, a papila se torna
er�ctil e aparecem as gl�ndulas areolares.</div>
<p style="text-align: justify; font-weight: bold;">Anomalias do
desenvolvimento</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas formas cl�nicas de
anomalias podem manifestar-se na puberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">1 � Amastia</p>
<p style="text-align: justify;">� a aus�ncia completa de uma ou de
ambas as mamas, e constitui a anomalia rara. As estruturas
vizinhas podem encontrar-se afetadas: os m�sculos peitorais,
geralmente, est�o ausentes.</p>
<p style="text-align: justify;">2 � Hipotrofia</p>
<p style="text-align: justify;">Tamb�m denominada hipomastia,
decorre de hipogonadismo ou de falta de resposta do par�nquima
mam�ria os ester�ides sexuais. A hipotrofia � encontrada em
casos de disgenesia gon�dica e de matura��o sexual tardia, mas
encontra-se tamb�m no desenvolvimento mam�rio deficiente, sem
origem conhecida. Se a causa da hipomastia � o hipogonadismo, o
tratamento com estrog�nios e progestog�nios promove o
crescimento das mamas. Quando o n�vel estrog�nico normal, o
resultado do tratamento hormonal n�o � satisfat�rio. Nestes
casos, admite-se que os receptores hormonais a n�vel
citoplasm�tico sejam em n�mero insuficiente para permitir a a��o
estrog�nica.</p>
<p style="text-align: justify;">3 � hipertrofia</p>
<p style="text-align: justify;">O crescimento s�bito e exagerada
das mamas na puberdade, � tamb�m denominado hipertrofia virginal
(figuras 53 e 54). Nestes casos, haveria aumento da
sensibilidade do par�nquima a a��o do estrog�nio end�geno ou
ex�geno. Nesta �ltima eventualidade, a hipertrofia �
iatrog�nica. N�o � poss�vel prever nem prevenir a hipertrofia
mam�ria em virtude de sua instala��o abrupta. Seu crescimento
foi exagerado, de forma molestar a paciente, indica se a
mamoplastia redutora. Esta opera��o deve ser realizada, de
prefer�ncia, ap�s 16 anos, �poca em que se completa
desenvolvimento mam�rio.</p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/patologia_mamaria-imagem-1.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 158px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/494__320x240_494.jpg"></a><br>
Hipertrofia mam�ria: frente<br>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/patologia_mamaria-imagem-2.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 172px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/495__320x240_495.jpg"></a><br>
<br>
Hipertrofia mam�ria: lateral
<p style="text-align: justify;">4 � Assimetria</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento desigual das
mamas caracterizado por discreta assimetria � frequente, n�o
se revestido de import�ncia cl�nica. No entanto, se as mamas
s�o, quanto ao volume, manifestamente desiguais entre si ,
trata-se de malforma��o.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/patologia_mamaria-imagem-3.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 216px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/496__320x240_496.JPG"></a></p>
<p style="text-align: center;">Assimetria mam�ria</p>
<p style="text-align: center;"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 237px;"
alt="Assimetira suspeita" title="Assimetira suspeita" src="http://www.antonini.com.br/img/497__320x240_497.jpg"></p>
<p style="text-align: center;">Assimetria suspeita</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/patologia_mamaria-imagem-5.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 174px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/503__320x240_503.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Assimetria normal</p>
<p style="text-align: justify;"><br>
</p>
<p style="text-align: justify;">Ao iniciar seu puberdade � comum
o crescimento desigual das mamas, diz �dio que, em geral, se
corrige espontaneamente. No entanto, a conduta expectante
aconselh�vel, porque se assimetria vai se acentuando, torna-se
necess�rio tratamento espec�fico. Se a origem da simetria n�o
for esclarecida, adota se terap�utica visando bloquear,
parcialmente, a a��o estrog�nica. Pode-se administrar acetato
de medroxiprogesterona na dose de 5 mg, por via oral,
diariamente, verificando se periodicamente os resultados do
tratamento. No caso de a assimetria j� se encontrar instalada,
a cirurgia pl�stica reparadora est� indicada. Avalia-se,
cuidadosamente, o volume de ambas as mamas, para verificar
qual delas requer cuidados cir�rgicos: se a maior, que pode
ser hipertr�fica ou menor, que pode ser hipotr�fica.</p>
<p style="text-align: justify;">5 � Polimastia e politelia</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da linha mam�ria, pode
ser encontrados:</p>
<p style="text-align: justify;">a) forma�es globosas de
par�nquima mam�rio revestido por pele, constituindo a
polimastia;</p>
<p style="text-align: justify;">b) ar�olas e papilas, em geral
rudimentares, sem tecido mam�rios subjacente, caracterizando a
politelia.</p>
<p style="text-align: justify;">As mamas acess�rias s�o
encontradas mais frequentemente na regi�o axilar, enquanto que
nas ar�olas e papilas acess�rias aparecem, mais comumente, na
fase anterior do t�rax, logo abaixo do s�tio normal de
crescimento das mamas. O tratamento de ambas as formas de
anomalia em quest�o � cir�rgico.</p>
<p style="text-align: justify;">As acess�rias desenvolvem-se
acentuadamente durante a gravidez e podem apresentar
inflama��o secund�ria, raz�o pela qual se indica sua
extirpa��o antes da fase de maturidade sexual.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 282px; height: 284px;"
alt="Mama acess�ria" title="Mama acess�ria" src="http://www.antonini.com.br/img/mama_acessoria.jpg"></p>
<p style="text-align: justify;">Inflama�es</p>
<p style="text-align: justify;">Discrasias mam�rias um
mastopatias acompanhadas de altera�es histol�gicas do
par�nquima mam�rio. Tais altera�es t�m car�ter benigno, s�o
comumente encontradas na fase de maturidade sexual, e
atribu�das a dist�rbios do metabolismo dos horm�nios que
influem no desenvolvimento das mamas. As formas cl�nicas
caracterizadas pela adenose e pelo cistos s�o raramente
encontrados na adolesc�ncia. Neste per�odo, constata-se a
exist�ncia de mastod�nia pr�-menstrual: as mamas se tornam
t�rgidas e dolorosas nos dias que precedem a menstrua��o. Do
ponto de vista histol�gico, os fen�menos proliferativos s�o
discretos e destitu�dos de import�ncia. A turgidez se deve ao
edema conseq�ente a a��o estrog�nica. O tratamento da
mastod�nia ser� feito com administra��o de acetato de
medroxiprogesterona e promazina, um comprimido diariamente,
nos oito ou dez dias que antecedem o in�cio da menstrua��o. No
mesmo per�odo de tempo, recomenda-se dieta pobre em sal,
prescrevendo se diur�tico.</p>
<p style="text-align: justify;">Tumores</p>
<p style="text-align: justify;">Os tumores mam�rios s�o raros na
adolesc�ncia e, quando aparecem, s�o em geral, fibroadenomas.
estes tumores benignos se constituem de ductos e envolvidos
por tecido conjuntivo. Seu crescimento depende da a��o dos
estrog�nios. Apresentou-se sob a forma de n�dulos bem
delimitados, de consist�ncia dura, relativamente m�veis. A
Proped�utica dos referidos tumores se completa com
mastografia, e a terap�utica consiste na sua ex�rese. No ato
cir�rgico, adota si incis�o periareolar, a mais recomend�vel
do ponto de vista est�tico.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li><a title="Horm�nios produzidos durante gravidez inibem c�ncer de mama"
href="http://www.antonini.com.br/paginas/hormonios_produzidos_durante_gravidez_inibem_cancer_de_mama.html">Horm�nios
produzidos
durante gravidez inibem c�ncer de mama</a></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<h3> </h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
</div>
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