__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">
<html>
<head>
<meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=ISO-8859-1">
<title>Malforma�es genitais </title>
<link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css" media="screen">
</head>
<body>
<div style="text-align: center;"><img style="width: 800px; height: 120px;" alt=""
src="../img/logo2.jpg"></div>
<div id="container">
<div id="header" title="sitename"></div>
<div class="blogentry">
<div style="text-align: center;"><br>
<div style="text-align: center;">
<div style="text-align: center;">
<h2 class="art-PostHeader">Malforma�es genitais </h2>
<p style="text-align: justify;">Neste t�pico ser�o demonstradas
malforma�es sem v�nculo com o intersexo.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que o desenvolvimento
dos �rg�os genitais somente se completa na adolesc�ncia, algumas
malforma�es s�o cong�nitas e outras decorrem de perturba�es do
desenvolvimento ocorridas naquele per�odo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro de crit�rio topogr�fico, as
malforma�es podem ser encontradas nos �rg�os genitais externos
e nos �rg�os genitais internos.<br>
<br>
Ao final deste t�pico, abordaremos a criptomenorr�ia, dist�rbio
de consider�vel import�ncia cl�nica, o qual decorre de
obstru�es situadas em diversos n�veis do canal vaginal.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>1. Proped�utica</p>
<p> As malforma�es mais facilmente percebidas s�o as
localizadas nos �rg�os genitais externos. As crian�as s�o
trazidas � consulta por familiares, com a queixa de que algo
de anormal foi observado. As malforma�es localizadas nos
�rg�os genitais internos somente s�o descobertas, em alguns
casos, a partir da adolesc�ncia.Ap�s serem colhidos os dados
da anamnese, o exame f�sico geral e o exame ginecol�gico devem
ser realizados. A vaginoscopia ser� feita, se poss�vel.Os
exames complementares mais utilizados para a elucida��o
diagn�stica s�o os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">1.1. Vaginograma: nos casos de
agenesia parcial da vagina e do septo vaginal transverso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-1.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 159px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/464__320x240_464.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Vaginograma </p>
<div style="text-align: justify;">
<p> 1.2. Ecografia da pelve: para visualiza��o dos �rg�os
genitais internos.<br>
1.3. Laparoscopia e/ou pneumopelvigrafia: para visualiza��o
dos �rg�os genitais internos (�tero e ov�rio) quando a
ecografia n�o for conclusiva.<br>
1.4. Urografia excretora: com a finalidade de procurar
anomalias do aparelho urin�rio.<br>
1.5. Determina��o do sexo gen�tico (pesquisa da cromatina
sexual e cari�tipo): indicados nos casos suspeitos de
estados intersexuais.</p>
</div>
Classifica��o das malforma�es<br>
<div style="text-align: center;"><img style="width: 415px; height: 617px;"
alt="Classifica��o das malforma�es" title="Classifica��o das malforma�es"
src="http://www.antonini.com.br/img/malformacoes2.jpg"></div>
<div style="text-align: justify;">
<p>I � �rg�os genitais externos<br>
</p>
</div>
1.1 e 1.2 � A hipertrofia bilateral e a assimetria das ninfas,
quando causam desconforto �s suas portadoras, requerem
tratamento cir�rgico que consiste na ressec��o das partes
excessivas. Em certos casos, pelo grau discreto com que se
apresentam, n�o necessitam de tratamento.<br>
<div style="text-align: center;"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;"
alt="Hiperplasia de pequenos l�bios" title="Hiperplasia de pequenos l�bios"
src="http://www.antonini.com.br/img/466__320x240_466.jpg"><br>
Hiperplasia de pequenos l�bios<br>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puber-assimetria_labial-imagem-1.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 300px; height: 195px;" src="../img/assimetria_labial-1.jpg"></a><br>
Assimetria labial em crian�a<br>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puber-assimetria_labial-imagem-2.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 225px; height: 300px;" alt="Cilque para ampliar"
title="Cilque para ampliar" src="../img/assimetria_labial-2.jpg"></a><br>
Assimetria labial em p�bere (12 anos)
<p style="text-align: justify;">2.1 � O clit�ris situa-se,
normalmente, entre as extremidades superiores das ninfas. Em
casos de agenesia do clit�ris, aquelas extremidades se
mant�m separadas e falta o �rg�o er�geno do trato genital.</p>
<br>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-3.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 213px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/468__320x240_468.jpg"></a><br>
Agenesia do cl�toris</div>
<p style="text-align: justify;">2.2 � A hipertrofia do clit�ris
pode consistir fen�meno isolado, n�o refletindo estado
intersexual. Tratando-se de anomalia cong�nita, conv�m
averiguar se a m�e da paciente ingeriu drogas de a��o
virilizante, durante a gesta��o. Outra causa a ser lembrada �
hiperplasia cong�nita das adrenais. Se, pela hipertrofia, o
clit�ris chega a apresentar caracter�sticas de p�nis
rudimentar, cabe a ressec��o cir�rgica parcial.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-4.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 210px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/469__320x240_469.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Hipertrofia do cl�toris</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-5.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 174px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/470__320x240_470.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Hipertrofia do cl�toris em
adolescente </p>
<p style="text-align: justify;"><br>
3.1 � Episp�dia � a abertura da uretra acima do n�vel normal.
Este defeito pode estar associado � bifurca��o do clit�ris e a
forma��o incompleta da por��o distal da uretra. Pode
acompanhar-se, ainda, de incontin�ncia uretral. O tratamento
cir�rgico desta malforma��o, por vezes complexo, � do dom�nio
da urologia.</p>
<p style="text-align: justify;">3.2 � Hiposp�dia � a abertura da
uretra abaixo do n�vel normal. Esta anomalia � muito
relacionada com o intersexo. Freq�entemente se acompanha de
hipertrofia do clit�ris e persist�ncia do seio urogenital. Seu
tratamento � cir�rgico e a t�cnica a ser empregada depende das
condi�es locais.</p>
<p style="text-align: justify;">4.1 � Os p�lipos himenais,
tamb�m denominados ap�ndices himenais, s�o pequenas forma�es
mucosas, apensas ao h�men. Parecem maiores, proporcionalmente,
nas rec�m-natas, devido ao edema generalizado dos �rg�os
genitais externos. Passado algum tempo e avaliadas suas
verdadeiras propor�es, estes ap�ndices, geralmente,
revelam-se destitu�dos de import�ncia cl�nica, dispensando
tratamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-6.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 214px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/471__320x240_471.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">P�lipos himenais </p>
<p style="text-align: justify;">4.2 � A imperfura��o himenal �
anomalia importante pelas graves conseq��ncias que pode
acarretar. Antes da menarca, ret�m a secre��o mucosa e causa
mucocolpos. Ap�s a menarca, ret�m o sangue menstrual, causando
a criptomenorr�ia, que ser� apre ciada no final deste t�pico.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-7.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 215px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/472__320x240_472.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Himem imperfurado em adolescente<br>
</p>
</div>
</div>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/imperfurado.html"><img style="border: 0px solid ; width: 314px; height: 205px;"
alt="H�men imperfurado em crian�a" title="H�men imperfurado em crian�a"
src="../img/himen-imperfurado.jpg"></a><br>
H�men imperfurado em crian�a<br>
<br>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-8.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/450__320x240_450.jpg"></a><br>
<br>
Hipertrofia do orif�cio himenal
<div style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><br>
5 � Pode faltar a abertura do �nus na posi��o correta (anus
imperfurado), encontrando-se a abertura no vest�bulo vaginal ou
no ter�o distal da parede posterior da vagina (fig. 9). Tais
deforma�es devem ser corrigidas por cirurgia a ser praticada
com o aux�lio do proctologista. Uma das t�cnicas usadas � a
transposi��o do anus para sua posi��o t�pica e o fechamento, por
planos, da parede vaginal posterior.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-9.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/473__320x240_473.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><br>
Anus-vaginal, causado ou por agenesia do �nus, ou por f�stula
ano-vaginal </p>
<p style="text-align: justify;">II � �rg�os genitais internos<br>
1.1.1 e 1.1.2 � a vagina pode apresentar septo transversal
situado em qualquer altura de sua extens�o. Este septo pode ser
perfurado ou imperfurado. Na primeira hip�tese, a anomalia Ser�
descoberta em duas eventualidades: quando a paciente for
submetida a vaginoscopia ou quando iniciar vida sexual e sentir
obst�culo � penetra��o vaginal. Tamb�m na segunda hip�tese, o
diagn�stico ser� feito em duas circunst�ncias: atrav�s da
vaginoscopia ou quando se verificar reten��o do sangue menstrual
a montante, causando a criptomenorr�ia. O tratamento desta
malforma��o consiste na ressec��o do septo, seguida de sutura
das bordas livres das paredes vaginais, no sentido
Antero-posterior.</p>
<p style="text-align: justify;">1.2 � O septo longitudinal da
vagina divide o �rg�o em duas metades: direita e esquerda. Esta
malforma��o � dificilmente descoberta na adolesc�ncia. �
percebida no in�cio da atividade sexual, quando o septo poder�
se constituir em obst�culo ao coito. Outras vezes, somente se
encontra o septo durante o trabalho de parto. A corre��o desta
anomalia consiste na ressec��o do septo junto �s linhas de sua
implanta��o.</p>
<p style="text-align: justify;">1.3.1 e 1.3.2 � A agenesia vaginal
(fig. 10) pode ser parcial ou total. A agenesia total se
acompanha, geralmente, de agenesia uterina. Menarca retardada
poder� levar a paciente ao consult�rio e a malforma��o acabar�
diagnosticada. N�o raro, a anomalia somente � percebida ao
in�cio da atividade sexual. No caso de haver �tero funcionante,
instala-se a criptomenorr�ia. A agenesia parcial pode
verificar-se nas metades proximal ou distal da vagina. Seu
tratamento � cir�rgico, e consiste em debridamento,
revestindo-se a cavidade com retalho de pele (t�cnica de
Mclndoe).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-10.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 210px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/474__320x240_474.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Agenesia vaginal </p>
<p style="text-align: center;"><br>
</p>
<p style="text-align: justify;"><br>
2.1 � Atresia da c�rvice determina obstru��o do trato genital.
Sua conseq��ncia, ap�s a menarca, � a criptomenorr�ia. O
tratamento indicado � o debridamento cir�rgico do acolamento.</p>
<p style="text-align: justify;">2.2 � O �tero pode faltar, na sua
totalidade. A malforma��o �, em geral, acompanhada de agenesia
de vagina.</p>
<p style="text-align: justify;">2.3.1 � A falta de canaliza��o dos
ductos de Muller, no per�odo da organog�nese, determina que o
corpo do �tero se apresente rudimentar ou s�lido. Esta anomalia
se acompanha de atresia cervical e agenesia de vagina.</p>
<p style="text-align: justify;">2.3.2 � �tero hipopl�sico � o que
apresenta colo e corpo do mesmo comprimento, ou seja, de
propor�es iguais entre si. O estado de hipoplasia uterina �,
normalmente, fase transit�ria entre o �tero infantil e o adulto.
Se, no entanto, tais propor�es se mant�m, o �tero permanece
pequeno. O tratamento desta malforma��o consiste na
administra��o de estrog�nio e progesterona, sendo recomendado o
seguinte esquema: benzoato de estradiol, 1mg por via
intramuscular, nos 10�, 15� e 20� dias do ciclo e progesterona
25mg intramuscular, nos 16� e 21� dias do ciclo, devendo o
tratamento ser mantido por, no m�nimo, um ano.</p>
<p style="text-align: justify;">2.3.3, 2.3.4 e 2.3.5 � Os �teros
unic�rnios, arqueados e bic�rnio, raramente s�o diagnosticados
na adolesc�ncia. A corre��o do �tero bic�rnico � feita pela
opera��o de Strassmann que, no entanto, n�o deve ser praticada
durante o per�odo de desenvolvimento, mas sim, no per�odo de
maturidade sexual.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/unicornico.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 314px; height: 216px;" alt="�tero unic�rnico"
title="�tero unic�rnico" src="http://www.antonini.com.br/img/unicornico-320.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">�tero unic�rnico</p>
<p style="text-align: justify;">2.3.6 � O �tero didelfo decore da
perman�ncia do tabique mediano por ocasi�o da soldura dos ductos
de Muller. Pode ser encontradas duplicidade de corpo e de colo,
e a vagina com septo longitudinal. O tratamento cir�rgico,
realizado apenas na idade adulta, ser� determinado pelas
caracter�sticas de cada caso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/didelfo-1.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 254px; height: 235px;" alt="�tero didelfo"
title="�tero didelfo" src="http://www.antonini.com.br/img/didelfo-320.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">�tero didelfo</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/didelfo-2.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 306px; height: 235px;" alt="�tero didelfo - aspecto cir�rgico"
title="�tero didelfo - aspecto cir�rgico" src="http://www.antonini.com.br/img/didelfo2-320.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">�tero didelfo - aspecto cir�rgico</p>
<p style="text-align: justify;">Criptomenorr�ia<br>
Obstru�es do canal genital impedem o escoamento do sangue
menstrual acumulado ap�s a menarca. Instala-se, ent�o, a
criptomenorr�ia ou pseudo-amenorr�ia. Imperfura��o himenal,
septo vaginal transverso imperfurado, agenesia vaginal com �tero
funcionante e atresia do canal cervical, s�o as malforma�es
respons�veis pelo ac�mulo do sangue menstrual. Suas
conseq��ncias s�o: hematocolpo, hematom�trio, hematossalpinge e
hematoperit�nio a sintomatologia se constitui de dor em c�lica,
de car�ter peri�dico e engravescente; forma��o tumoral no
hipog�strio e finalmente, abdome agudo hemorr�gico. A anamnese
revela aus�ncia da menarca e dor abdominal. O abdome pode
encontrar-se abaulado (fig. 11). Pelos exames dos genitais
externos se constata imperfura��o himenal. A vaginoscopia
evidencia o septo vaginal e a atresia do canal cervical. O
diagn�stico diferencial da criptomenorr�ia deve ser feito com
gravidez t�pica e com cisto ovariano. Nos casos de
hematoperit�nio, � comum a confus�o diagn�stica com cistos de
ov�rio torcidos, motivando indevida laparotomia explorat�ria de
urg�ncia. � importante atentar para o fato da paciente ainda n�o
ter menstruado antes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-11.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 209px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/475__320x240_475.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Abaulamento do abdome por
criptomenorr�ia </p>
O tratamento da criptomenorr�ia � cir�rgico, e deve ser feito
inicialmente por via baixa, visando � drenagem do sangue
acumulado.<br>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-12.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/476__320x240_476.jpg"></a><br>
Drenagem do hematocolpo
<p style="text-align: justify;">Se o h�men � imperfurado,
pratica-se a himenectomia por incis�o cruciforme, com retirada
econ�mica da parte central da membrana (figura 13). A agenesia
vaginal, os septos transversais e a atresia da c�rvice, devem
ser inicialmente debridadas, para o escoamento do sangue. No
p�s-operat�rio imediato, prescrevem-se ocit�citos e antibi�ticos
com a finalidade de auxiliar a involu��o uterina e prevenir
infec��o. Possivelmente ser� necess�rio um segundo tempo
operat�rio, para garantir a permeabilidade do canal genital. Tal
conduta ser� ditada ap�s a interpreta��o dos resultados dos
seguintes exames: colpovirgoscopia, vaginograma, laparotomia
e/ou pneumopelvigrafia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/malformacoes-imagem-13.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 208px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/477__320x240_477.jpg"><br>
</a></p>
</div>
<br>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Leia mais:</li>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/11/garota-britanica-descobre-aos-17-anos-que-nao-tem-vagina.html"
target="_blank">Garota brit�nica descobre aos 17 anos que
n�o tem vagina</a></li>
</ul>
</ul>
</div>
<h3> </h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
</div>
<br>
<div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img
style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="Imprimir"
title="Imprimir" src="../img/print.png"></a><br>
</div>
<div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br>
</div>
</div>
</div>
<div id="footer"></div>
<br>
</body>
</html>