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<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"> <html> <head> <meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"> <title>A primeira semana</title> <link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css" media="screen"> </head> <body> <div id="container"> <div id="header" title="sitename"> <h1 style="text-align: center;"><img style="width: 800px; height: 120px;" alt="" src="logo.jpg"></h1> </div> <div class="blogentry"> <div style="text-align: center;"><iframe src="indice.html" frameborder="0" height="20" width="800"></iframe></div> <center><font class="option" color="#000000"><b><br> </b></font></center> <br> <h2 style="text-align: center;" class="art-PostHeader"> A primeira semana </h2> <div class="art-PostMetadataHeader"> <div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><a href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/?author=1" title="Posts de heinz" rel="author"><br> </a> </div> </div> <p style="text-align: justify;"><strong>1 A fertilização</strong></p> <div style="text-align: justify;"> Fertilização é o nome dado à união dos gametas masculinos e femininos para formar um novo ser vivo (5).</div> <div style="text-align: justify;"> <br> A fertilização depende de dois fatores: 1. a capacitação dos espermatozóides e 2. da reação acrossomal.</div> <div style="text-align: justify;"> </div> <p style="text-align: justify;"><strong>1.1 Capacitação dos espermatozóides</strong><br> O espermatozóide sai do trato genital masculino revestido por glicoproteínas formadas por galactose ligada à N-acetilglucosamina (GlcNac) que contém ou envolvem as glicosiltransferases espermáticas e a capacitação do espermatozóide se dá pela remoção do revestimento glicoprotéico, deixando as enzimas glicosiltransferases à mostra, o que permite ao espermatozóide se ligar no receptor específico que contém N-acetilglucosamina, na membrana do ovócito (3:44).</p> <p style="text-align: justify;"><strong>1.2 Reação acrossomal</strong><br> Ao encontrar o receptor, o espermatozóide liga-se a este e libera enzimas hidrolíticas contidas em seu acrossomo, “furando”, literalmente, a membrana do ovócito e ativando ou desencadeando a segunda divisão meiótica, pela qual o ovócito, agora contendo dentro de si a cabeça do espermatozóide, se transforma em óvulo e libera o segundo glóbulo polar. Ao penetrar no ovócito, o espermatozóide (ou o próprio ovócito) aciona um mecanismo que impede a entrada de outros espermatozóides, pois se isso ocorresse, como por exemplo no caso de dois espermatozóides penetrarem, ter-se-ia um indivíduo triplóide (3n). Embora Burns, em seu livro <strong><em>Genética: uma introdução à hereditariedade</em> </strong>descreva um caso de triploidia, apresentando uma fotografia do afetado, a maioria dos geneticistas são unânimes em afirmar que o normal é apenas um espermatozóide fecundar o ovócito e que o triploide é um fenômeno quase impossível (3:73).</p> <p style="text-align: justify;"><strong><strong>2 </strong>Pareamento dos cromossomos<br> </strong>O pareamento dos cromossomos é a fecundação, propriamente dita, pois cada cromátide procurará sua homóloga no cariótipo do gameta oposto e ligar-se-á restabelecendo novamente o número diplóide de cromossomos (2n). É após esse fenômeno que se inicia a embriogênese e nesse momento o óvulo se transforma em ovo ou zigoto (5).</p> <p style="text-align: justify;"><strong>3 Segmentação ou clivagem</strong><br> Consiste em uma série de divisões celulares (mitoses) em progressão geométrica (2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, 512, 1024, de razão ou R = 2) até formar um aglomerado multicelular compacto parecido com uma amora, o que dá justamente a designação de <strong>mórula</strong>. Cada célula formada na clivagem leva o nome de blastômero (5).</p> <div style="text-align: justify;"> A clivagem é simultânea à caminhada até o útero, que ocorre impelida pelo batimento dos cílios tubários, lentamente, até chegar ao útero, após uns quatro dias de viagem (5).</div> <div style="text-align: justify;"> <strong><br> </strong>A mórula, após esta “longa” viagem, penetra no útero e ali fica solta por uns dois dias preparando o ataque que fará ao endométrio para implantar-se. A essas alturas a progesterona já terá preparado o endométrio para sustentar o embrião (5).</div> <strong></strong>Normalmente, dentro do útero, a mórula se transforma em uma “bolha sólida de líquido”, chamada de blástula, que agora se denomina blastocisto e agrega em seu interior as células que formarão o embrião, e no exterior, o trofoblasto, que dará origem à placenta (5). <div style="text-align: right;"> <div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="Imprimir" title="Imprimir" src="../img/print.png"></a></div> </div> <div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br> </div> <span style="font-weight: bold;"></span></div> </div> <div id="footer"></div> <br> </body> </html>