__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<html>
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<title>Albumina</title>
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<center><font class="option" color="#000000"><b><br>
</b></font></center>
<br>
<h2 style="text-align: center;" class="art-PostHeader">Albumina
</h2>
<div class="art-PostMetadataHeader">
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</a>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><span id="more-1769"></span></strong><strong>INTRODUÇÃO</strong><br>
O teor de proteínas plasmáticas no plasma
é de
aproximadamente 7 a 7,5g/dL. As proteínas
plasmáticas,
assim, compreendem a maior parte dos sólidos do plasma.
Essas
proteínas, na realidade, são uma mistura complexa
incluindo não só as proteínas simples
mas,
também, proteínas mistas ou conjugadas como as
glicoproteínas e vários tipos de
lipoproteínas .As
proteínas séricas compreendem principalmente as
frações albumina e globulina do plasma .A
fração albumina das proteínas do soro
é a
mais abundante das proteínas séricas, sendo
sintetizada
no fígado. Tem um peso molecular de aproximadamente 69.000.
A
estrutura primária da albumina consiste em 610
aminoácidos ordenados em uma cadeia peptídica
simples. A
estrutura secundária da albumina parece apresentar as
cadeias
dobradas sobre si, para formar camadas que podem ser desenroladas por
redução do pH e novamente reenroladas por
elevação do pH.No homem a albumina é a
principal
proteína do soro, que normalmente constitui 60% das
proteínas totais.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SÍNTESE</strong><br>
Sintetizada quase toda pelo fígado, a albumina tem uma
meia-vida
de 15 a 19 dias. A síntese desta proteína
está
claramente ligada ao fornecimento de aminoácidos estruturais
ao
fígado e daí a sua sensibilidade à
desnutrição proteica. A síntese da
albumina
começa dentro de 30 minutos, quando os indivíduos
em
depleção proteica recebem quantidades suficientes
de
aminoácidos, o que sugere que a síntese da
albumina pode
não ser constante, mas ocorrer em
relação com os
suprimentos alimentares e com a absorção de
subunidades
proteicas.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DISTRIBUIÇÃO<br>
</strong>Num indivíduo de
tamanho médio, 350 gramas de
albumina fazem parte da massa corporal, estando 140 gramas no
espaço intravascular e 210 gramas no espaço
extravascular. A albumina distribui-se por toda a extensão
do
corpo, incluindo ossos e pele, encontrando-se apenas cerca de 2 gramas
dentro do fígado, sendo que a maior parte está
dentro dos
canais linfáticos.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FUNÇÕES<br>
</strong>A principal
função da albumina normal é o
transporte e armazenagem de uma ampla variedade de
substâncias de
baixo peso molecular, como o cortisol, hormônios sexuais,
cálcio e drogas várias. A
qualificação
“normal” deve ser atribuída, porque se
sabe que
algumas variantes de albumina podem ser alteradas na sua capacidade de
fixarem drogas como a warfarina.</p>
<p style="text-align: justify;">A
fixação, e
consequentemente a destoxificação, constitui
outra das
funções primaciais da albumina no
recém-nascido.</p>
<p style="text-align: justify;">A
bilirrubina fixada à albumina
tem menor probabilidade de passar para os tecidos hidrófobos
do
cérebro do que a bilirrubina livre.</p>
<p style="text-align: justify;">Certos
metais pesados são
também fixados à albumina numa forma
não
tóxica. Em casos de hemólise extensa, forma-se um
complexo contendo heme chamado metahemalbumina.</p>
<p style="text-align: justify;">Desempenha
também um papel muito
importante no metabolismo das gorduras, além de constituir
uma
fonte de nitrogênio.</p>
<p style="text-align: justify;">A
ação das
lipoproteínas-lipases sobre os lipídios libera
ácidos graxos instáveis, que são
ligados à
albumina durante um curto período, num trânsito
rápido do fígado para os tecidos
periféricos.
Além da sua função como
molécula fixadora e
de transporte, a albumina desempenha um papel importante na
nutrição.</p>
<p style="text-align: justify;">Argumenta-se
que a proteína
está constituída de tal modo que é
facilmente
metabolizada, contendo todos os aminoácidos essenciais. Na
desnutrição, os níveis
plasmáticos da
albumina diminuem muito mais que os níveis de
gamaglobulinas. Em
casos de má nutrição, especialmente em
Kwashiorkor
(dietas deficientes em proteinas e calorias) se observam
níveis
muito baixos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra
das funções
importantes da albumina<em> </em>é
a manutençào
da pressão osmótica. É
responsável por 75%
da pressão coloidosmótica do plasma. Cada grama
de
albumina sérica exerce uma pressão
osmótica de
5,54 mm de Hg, enquanto que a mesma quantidade de globulina
sérica exerce uma pressão de apenas 1,43 mm de
Hg. Isto
se deve ao fato das frações de albumina
consistirem em
proteínas de peso molecular muito mais baixo que os das
frações de gamaglobulina.</p>
<p style="text-align: justify;">Um
grama de albumina reterá 18
ml de líquido na corrente sangüinea. Quando os
níveis de albumina diminuem basta uns 20 g/L, com
freqüência se observa edema devido a
redução
da pressão coloidosmótica. As
alterações
dos níveis séricos de albumina podem ser
resultantes de
um grande número de sequelas patológicas e em
conseqüências não conhecidas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EXCREÇÃO<br>
</strong>O catabolismo desta
proteína passa-se principalmente em
órgãos com elevadas taxas de metabolismo, por
exemplo,
fígado, baço, rim, músculos, etc. As
células incorporam gotículas de plasma por
pinocitose e
digerem o conteúdo proteico até
aminoáciodos, que
voltam a estar disponíveis para sínteses
proteicas.<br>
<strong> MÉTODOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por
ser uma proteína
estável com problemas mínimos de heterogenidade,
a
albumina é facilmente estudada por vários
métodos
químicos e imunológicos. A capacidade que a
albumina tem
para fixar e transportar pequenas moléculas é
explorada
nas provas de fixação de corantes, atualmente de
ampla
utilização. Dado que os pacientes podem ter a
albumina
já parcialmente saturada por medicamentos correntes como a
aspirina ou por metabólitos como a bilirrubina, os
métodos de fixação de corantes podem
fornecer
valores falsamente baixos. Os métodos
imunoquímicos para
estudo da albumina parecem não ser afetados pelas
frações moleculares transportadas e
estão
recebendo crescente atenção no
laboratório
clínico. Praticamente todos os métodos
imunoquímicos, para análise de
proteínas
solúveis, têm sido aplicados à
análise da
albumina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1
– Método de
Precipitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As
primeiras técnicas para a
análise de albumina se basearam na
precipitação
ácida ou com salina ou com solventes.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análises: Quantitativo.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: As
alterações na carga negativa da
proteína causam a
sua precipitação .</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro .</p>
<p style="text-align: justify;">Como
não podem ser automatizadas
facilmente, os métodos de precipitação</p>
<p style="text-align: justify;">tem
somente interesse histórico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2
– Método do
Triptofano</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A
medição da albumina
pode ser realizada mediante a determinação direta
de
globulina baseada no conteúdo de triptofano, calculando
albumina
por subtração da globulina a partir das
proteínas
totais. O conteúdo de triptofano da albumina
sérica
é de 7 a 10% do presente na globulina, em base ponderada.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo .</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: ácido
glixílico + triptofano presente na globulina .</p>
<p style="text-align: justify;">Proteína
Total – Globulina
= Albumina .</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro .</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Se relaciona bem
com a eletroforese, porém requer a
medição da
proteína total.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
métodos por
determinação de triptofano nunca foram muito
usados
devido a simplicidade e especificidade dos métodos para
albumina
por fixação de corantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3
– Método por
Eletroforese</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A
albumina sérica pode ser
determinada quantitativamente por técnicas
eletroforéticas. A eletroforese é a
migração de partículas carregadas
eletricamente,
em uma solução eletrolítica, pela
passagem de uma
corrente elétrica através de uma
solução.
Vários componentes proteicos de uma mistura, como o plasma,
em
pH acima e abaixo de seus pontos isoelétricos,
migrarão
em velocidades variáveis em tal
solução, porque
possuem diferentes cargas na superfície da
partícula. As
proteínas, assim, tenderão a separar-se em
camadas
distintas. A amostra a analisar é dissolvida em um
tampão
adequado (para o plasma, usualmente, é o dietilbarbiturato
de
sódio 0,1 N, em pH 8,6). A mistura, em seguida, é
colocada na célula de vidro, em forma de U, do aparelho de
eletroforese de Tiselius, e os eletrodos positivo e negativo
são
ligados as extremidades da célula. Quando a corrente
é
aplicada, inicia-se a migração dos componentes da
proteína. As moléculas de albumina, que
são
menores e de cargas mais elevadas, apresentam a velocidade de
migração mais rápida, seguidas por
várias
globulinas. Depois de algum tempo, podem ser notados os limites entre
as frações separadas em virtude das
diferenças no
índice de refração, causadas pelas
variações das concentrações
de
proteína. O registro fotográfico dessas
variações constitui o que se denomina de
padrão
eletroforético.</p>
<p style="text-align: justify;">No
plasma humano normal, 6 faixas
distintas foram identificadas. Elas são designadas, na ordem
de
sua mobilidade decrescente, como albumina, alfa 1 e alfa 2 globulinas,
betaglobulinas, fibrinogênio e gama globulina.</p>
<p style="text-align: justify;">A
distribuição dos
componentes eletroforéticos do soro humano normal
é a
seguinte :</p>
<div></div>
<div>
<table border="1" bordercolor="#000000" cellpadding="4" cellspacing="0"
width="100%">
<colgroup><col width="128*"><col width="128*"></colgroup><tbody>
<tr valign="top">
<td width="50%">
<p class="western"><b>Albumina</b></p>
</td>
<td width="50%">
<p class="western" align="center"><b>52
a 65%</b></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="50%">
<p class="western">Globulina</p>
</td>
<td width="50%">
<p class="western" align="center">24 a 29,5%</p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="50%">
<p class="western">Alfa-1</p>
</td>
<td width="50%">
<p class="western" align="center">2,5 a 5%</p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="50%">
<p class="western">Alfa-2</p>
</td>
<td width="50%">
<p class="western" align="center">7 a 13%</p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="50%">
<p class="western">Beta</p>
</td>
<td width="50%">
<p class="western" align="center">8 a 14%</p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="50%">
<p class="western">Gama</p>
</td>
<td width="50%">
<p class="western" align="center">12 a 22%</p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="50%">
<p class="western">Fibrinogênio</p>
</td>
<td sdval="0,065" sdnum="1046;0;0,00%" width="50%">
<p class="western" align="center">6,50%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div style="text-align: justify;"><br>
- Tipo de Análise: Quantitativo .</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: A albumina é
separada das outras proteínas em um campo
elétrico.-
Amostra: Soro .</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: muito trabalhoso,
porém muito exato.</p>
<p style="text-align: justify;">4
– Método
Imunoquímico :</p>
<p style="text-align: justify;">Os
métodos imunológicos
empregados para a determinação de albumina
sérica
incluem a Imunodifusão Radial (RID) e a
Eletroimunodifusão (EID) nos quais a albumina se difunde de
forma passiva (RID) ou sofre uma eletroforese (EID) em uma fase
estacionária (como agarose) que contém anticorpos
antialbumina. As linhas de precipitação formadas
pela
reação entre a albumina e o anticorpo se fixam e
coram.
Na Imunodifusão Radial o diâmetro dos halos de
precipitação formado é proporcional a
concentração de albumina.</p>
<p style="text-align: justify;">A
– Imunodifusão Radial :</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: A proteína
difunde através de um meio que contém anticorpo
específico.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro e Líquido Cefalo
Raquidiano.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Método de
Referência, porém o tempo de
incubação
é muito</p>
<p style="text-align: justify;">prolongado.</p>
<p style="text-align: justify;">B
– Eletroimunodifusão :</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo .</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: A proteína
migra em um campo elétrico através de um meio com
anticorpo específico.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Método de
Referência, bastante trabalhoso .</p>
<p style="text-align: justify;">A
reação entre a albumina
e o anticorpo específico pode ser seguida por turbidimetria
ou
nefelometria. Os complexos Anticorpo – Albumina que se formam
aumentam absorção (turbidimetria) ou a
dispersão
(nefelometria) da luz incidente, o qual pode relacionar-se com a
concentração da albumina. Se dispõe de
nefelômetros automatizados e a técnica
turbidimétrica também tem sido adaptada a
análises
automatizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">C
– Turbidimetria :</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: Os complexos
Antígeno – Anticorpo diminuem a
transmissão de luz
em maior proporção que o Antígeno
livre.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Custo muito
elevado dos reativos .</p>
<p style="text-align: justify;">D
– Nefelometria :</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo .</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: Os complexos
Antígeno – Anticorpo dispersam a luz em maior
quantidade
que o Antígeno livre.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro e Líquido Cefalo
Raquidiano.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Custo muito
elevado dos rativos.</p>
<p style="text-align: justify;">E
– Radioimunoensaio :</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: A albumina marcada
radioativamente compete com a albumina da amostra por uma quantidade
determinada de anticorpos.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro e Líquido
Céfalo Raquidiano.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Usado
principalmente para a Urina.</p>
<p style="text-align: justify;">F
– Enzimoimunoensaio :</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: Ensaio tipo
“sanduiche “ onde se empregam anticorpos fixados a
uma
superfície e anticorpos marcados com peroxidase.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro e Líquido Cefalo
Raquidiano.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Método
novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente
poucos laboratórios
empregam as técnicas imunológicas para a
determinação de albumina no soro.</p>
<p style="text-align: justify;">5
– Método por
Fixação de Corantes :</p>
<p style="text-align: justify;">Os
métodos por
fixação de corantes são os mais
empregados para a
determinação da albumina sérica. A
albumina tem a
propriedade de se fixar a uma variedade de ânions
orgânicos,incluindo moléculas complexas de
corantes. Tem
sido empregado uma grande variedade de corantes incluindo:</p>
<p style="text-align: justify;">A
– Alaranjado de Metila :</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: A albumina se fixa
a um corante e modifica o perfil espectral deste.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Não
específico para a albumina.</p>
<p style="text-align: justify;">B
– HABA (Ácido 2 –
[4’- hidroxiazobenzeno] benzóico) .</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: Igual ao anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Específico
para a albumina, pouca sensibilidade, onde há a
interferência de muitos fármacos.</p>
<p style="text-align: justify;">C
– PBC ( Púrpura de
Bromocresol ) :</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise: Quantitativo.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: Igual ao anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Soro.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Específico
para a albumina; as albuminas de origem animal não se fixam
em
forma equivalente a de origem humana.</p>
<p style="text-align: justify;">D
– Azul de Bromofenol:</p>
<p style="text-align: justify;">-
Tipo de Análise:
Semiquantitativo.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Princípio: O azul de
bromofenol colocado em uma tira reativa vira de amarelo para azul em
presença de albumina.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Amostra: Urina.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Comentários: Não
específico, muito sensível a albumina e muito
usado para
a prova de proteínas na urina.</p>
<p style="text-align: justify;">E
– VERDE DE BROMOCRESOL :</p>
<p style="text-align: justify;">Dosagem
: Albumina</p>
<p style="text-align: justify;">Método
: Verde de Bromocresol</p>
<p style="text-align: justify;">Amostra
: Soro</p>
<p style="text-align: justify;">Comprimento
de Onda : 629 nm</p>
<p style="text-align: justify;">Linearidade
: 60 g / L</p>
<p style="text-align: justify;">Valores
de Referência : O
intervalo de referência segundo a idade e o sexo se apresenta
mais adiante . (ver quadro abaixo)</p>
<table style="height: 82px;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"
width="100%">
<tbody>
<tr style="text-align: center;">
<td style="text-align: center;" colspan="3" valign="top"
width="100%"><strong>HOMENS</strong></td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="189"><strong>IDADE</strong></td>
<td valign="top" width="189"><strong>ALBUMINA,
g/L</strong></td>
<td valign="top" width="189"><strong>mmol</strong><strong>/L</strong></td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="189">21-44</td>
<td valign="top" width="189">33,3-61,2</td>
<td valign="top" width="189">0,50-0,92</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="189">45-54</td>
<td valign="top" width="189">29,1-61,2</td>
<td valign="top" width="189">0,44-0,92</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="189">55-93</td>
<td valign="top" width="189">31,6-54,6</td>
<td valign="top" width="189">0,48-0,82</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="height: 82px;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"
width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" colspan="3" valign="top"
width="100%"><strong>MULHERES</strong></td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="189"><strong>IDADE</strong></td>
<td valign="top" width="189"><strong>ALBUMINA,
g/L</strong></td>
<td valign="top" width="189"><strong>mmol</strong><strong>/L</strong></td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="189">20-44</td>
<td valign="top" width="189">27,8-56,5</td>
<td valign="top" width="189">0,42-0,85</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="189">45-54</td>
<td valign="top" width="189">24,6-54,4</td>
<td valign="top" width="189">0,37-0,82</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="189">55-81</td>
<td valign="top" width="189">32,0-52,8</td>
<td valign="top" width="189">0,48-0,80</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Os
intervalos normais para
crianças e recém-nascidos são menores
do que os
encontrados para adultos . Em recém-nascidos é de
29 a 55
g/L (0,44 a 0,83 mmol/L) e em crianças de 38 a 55 g/L( 0,57
a
0,80 mmol/L) .- Tipo de Análise: Quantitativo.-
Princípio: A albumina é detectada
graças ao
fenômeno denominado “erro proteico dos indicadores
”
que ocasiona uma mudança na cor de determinados indicadores,
na
presença de albumina, meio tamponado. O verde de bromocresol
reage com a albumina, formando um complexo corado de cor verde, que
é medido, fotometricamente.- Amostra: Soro.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Reativos :</p>
<p style="text-align: justify;">a
– Solução estoque
de verde de bromocresol (VBC) .</p>
<p style="text-align: justify;">A
uma quantidade de aproximadamente 50
mL de água destilada , adicionar 50 mg de verde de
bromocresol,
6,5 mL de hidróxido de sódio 1 N, 3 mL de
ácido
láctico a 90 % e 1 mL de “Tween 80”.
Misturar,
ajustar o pH da solução a 4, com ácido
láctico e completar a 100 mL, com água destilada.</p>
<p style="text-align: justify;">b
– Reativo de uso :</p>
<p style="text-align: justify;">Diluir
a solução estoque
anterior a 1/5, com água destilada. Preparar na hora do uso.</p>
<p style="text-align: justify;">c
– Padrão de albumina com
3 g/dL .</p>
<p style="text-align: justify;">Dissolver
3 g de albumina bovina
fração V, em água destilada,
até completar
100 mL.</p>
<p style="text-align: justify;">-
Técnica :</p>
<p style="text-align: justify;">a
– Marcar três tubos, B
(Branco), P (Padrão) e A (Amostra), adicionando 10mL do
reativo
do uso em todos eles.</p>
<p style="text-align: justify;">b
– A seguir, pipetar,
respectivamente :</p>
<p style="text-align: justify;">Tubo
P : 0,02 mL do padrão de
albumina .</p>
<p style="text-align: justify;">Tubo
A : 0,02 mL da amostra .</p>
<p style="text-align: justify;">c
– Misturar e deixar, em
repouso, por 10 minutos, à temperatura ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">d
– Ler as absorbâncias, em
630 nm ou filtro vermelho, acertando o zero com o branco .</p>
<p style="text-align: justify;">e
– Cálculo</p>
<p style="text-align: justify;">Absorbância
da Amostra x 3 = g de
albumina/dL</p>
<p style="text-align: justify;">Absorbância
do Padrão</p>
<p style="text-align: justify;">Determinação
Automatizada
da Albumina do Soro pela Reação Imediata com o
Verde de
Bromocresol</p>
<p style="text-align: justify;">O
método para
determinação da albumina do soro descrito neste
trabalho
é baseado na reação rápida
entre a albumina
e um reativo de cor, o verde de bromocresol (BCG). Rodkey foi o
primeiro a descrever o método, o qual foi
aperfeiçoado
por Doumas et al. As condições finais de
reação utilizadas neste trabalho, são
as descritas
por Doumas et al., porém com um aperfeiçoamento
da
técnica..</p>
<p style="text-align: justify;">Os
resultados obtidos pelo
método do BCG não podem ser comparados com
métodos
mais específicos, onde o tempo de
reação é
mais prolongado. Isto pode ser demonstrado claramente em em soros que
apresentam baixas concentrações de albumina, onde
os
valores se mostraram falsamente aumentados.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi
recentemente demonstrado que a
reação com BCG se processa em duas etapas. A
albumina
seria a responsável pela reação
imediata, enquanto
outras proteínas do soro seriam responsáveis pela
reação tardia. Houve uma boa
comparação
entre os valores de albumina imediata obtidos pelo método do
BCG
e por métodos imunológicos e estes resultados
foram
confirmados por outros autores.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
uma revisão sobre albumina
foi questionado o desenvolvimento de métodos automatizados,
baseados nesta reação imediata, sendo que dois
sistemas
foram descritos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
dois sistemas de análise
utilizados foram o LKB 2086 Reaction Rate Analyser e um sistema de
múltiplas análises(multichannel analysis system),
LKB
2480 Prisma. Para adequar o método manual a estes dois
sistemas
automatizados, foram utilizados reagentes mais concentrados para
iniciar a reação entre o BCG e soro dos pacientes
previamente diluídos com água destilada.</p>
<p style="text-align: justify;">1)
Material e Métodos:</p>
<p style="text-align: justify;">·
Reagentes:</p>
<p style="text-align: justify;">Reaction
rate analyser: O reagente de
BCG, utilizado aqui é cinco vezes mais concentrado que o
descrito por Doumas et al.</p>
<p style="text-align: justify;">1
– Solução
“stock” de BCG (3,0 mmol/L): Dissolver 419 mg de
verde de
bromocresol em 10,0 mL de uma solução de
hidróxido
de sódio 0,10 mol/L em um tubo de ensaio com tampa. Deixar
homogeneizando aproximadamente 12 horas em um homogeinizador
rotatório com inversão. Transferir para um
balão
volumétrico de 200 mL e completar o volume com
água
destilada.</p>
<p style="text-align: justify;">2
– Solução
“stock” de ácido succínico
(500 mmol/L):
Dissolver 59,5 g de ácido succínico em cerca de
800
– 900 mL de água destilada, em agitador
magnético a
temperatura ambiente por aproximadamente 12 horas. Diluir para 1 L com
água destilada.</p>
<p style="text-align: justify;">3
– Solução
“stock”de Surfactante Brij – 35 (300
g/L): Dissolver
30 g de surfactante “Brij – 35” em
água
destilada para um volume final de 100 mL, em agitador
magnético
por aproximadamente 12 horas. Isso resultará em um
líquido com alta viscosidade.</p>
<p style="text-align: justify;">4
– Reativo de Cor: Diluir 50 mL
de solução “stock”de BCG com
150 mL de
ácido succínico. Adicionar 4,0 mL de
solução “stock” de Brij
– 35. Ajustar o
pH próximo a 4,2 adicionando solução
de
hidróxido de sódio 5 mol/L. O ajuste final deve
ser feito
gotejando, cuidadosamente. Depois do pH ajustado ele deve ser
verificado em uma solução obtida pela mistura de
1,0 mL
do reativo de cor com 4,0 mL de água destilada. O pH da
solução diluída deve ser de 4,20 +/-
0,05.</p>
<p style="text-align: justify;">Multichannel
Analysis System:</p>
<p style="text-align: justify;">A
concentração do reativo
de cor utilizado é três vezes maior do que a
utilizada por
Doumas et al. As soluções
“stock”são
preparadas como anteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;">Reativo
de Cor: Diluir 50 mL da
solução ‘stock” de BCG com
150 mL da
sloução “stock” de
tampão succinato e
adicionar 130 mL de água destilada. Adicionar 4,0 mL da
solução “stock” de Brij
– 35 300 g/L.
Ajustar o pH como descrito anteriormente, exceto que para a
verificação do pH devem ser utilizados 2,0 mL do
reativo
de cor com 4,0 mL de água destilada.</p>
<p style="text-align: justify;">Padrão:
Foi utilizado um
padrão de proteínas (Kabi). Este
padrão é
uma solução 100 g/L de albumina humana pura (98
%) com pH
7,3; sem estabilizantes ou preservativos. Este padrão foi
diluído para 20, 40 e 60 g/L.</p>
<p style="text-align: justify;">Soro
controle: O soro controle
utilizado foi preparado pela mistura de amostras de soro de 100
doadores de sangue aparentemente saudáveis.
Alíquotas
deste pool de soro foram transferidas para pequenos tubos e congeladas.</p>
<p style="text-align: justify;">2)
Equipamentos:</p>
<p style="text-align: justify;">O
primeiro sistema utilizado foi o LKB
2086 Reaction Rate Analyser com o LKB 2076 Diluidor/Dispensador
Pneumático.</p>
<p style="text-align: justify;">O
segundo sistema utilizado foi o 2480
Prisma, um sistema múltiplo de análises. Este
é um
sistema modular com uma unidade central processando módulos
e
unidades de suporte. Ele realiza no máximo 300 amostras por
hora
mas foi utilizado para fazer apenas 150 amostras por hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tubos de amostra são
colocados em suportes. Alíquotas da amostra são
transferidas para os compartimentos de
distribuição das
amostras, os quais se movem ao longo do analizador, passando ao
módulo processador. Quando alcançar um
módulo
processador, a quantidade requerida de amostra para cada
análise
é, por meio de um transportador de amostra, medida e
transferida
para uma posição do suporte rotatório
(quadro 1).
No suporte ratatório há oito tubos, cada um dos
quais
pode ser utilizado para uma análise. Há
também um
tubo central, o qual é utilizado para a
diluição
das amostras. Cada módulo de processamento possui duas
trilhas
de processamento, individualmente termostatizadas. Uma trilha possui 30
supotes rotatórios movendo-se no sentido horário
em uma
cadeia contínua. Os componentes do analosador podem ser
colocados em diferentes posições para misturar,
diluir,
adicionar reagentes, medir as absorbâncias e lavar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
diferentes componentes e
módulos são supervisionados e controlados por um
mini
computador. Outro miniconputador é utilizado para selecionar
as
análises a serem realizadas na amostra de soro, processar os
valores medidos e apresentar os resultados, dando também
informações estatísticas.</p>
<p style="text-align: justify;">3)
Procedimento:</p>
<p style="text-align: justify;">Reaction
Rate Analyser: Com diluidor
automático, adicionar 35 mL da amostra de soro,
padrão ou
soro controle para 1000 mL de água destilada, em tubos
pequenos.
Depois homogeneizar, diluir alíquotas de 35 mL destes tubos
com
1000 mL de água destilada, em cubetas de poliestireno.</p>
<p style="text-align: justify;">Comprimento
de Onda: 629 nm</p>
<p style="text-align: justify;">Temperatura:
25, 30, 32, 35 ou 37 o C</p>
<p style="text-align: justify;">Volume
Dispensado: 250 mL</p>
<p style="text-align: justify;">Tempo:
1 min. ou 30 seg</p>
<p style="text-align: justify;">Estabelecer
primeiro a
padronização do aparelho, incluindo a medida de
absorbâncias com água destilada. Para isso,
colocar 1000
mL de água, dentro de 10 cubetas em um suporte. Zerar o
aparelho. Depois de zerado, o aparelho permanece estável por
várias horas.</p>
<p style="text-align: justify;">O
aparelho é agora preparado
para correr as amostras e os padrões previamente
diluídos.</p>
<p style="text-align: justify;">A
medida do reagente de BCG a 629 nm
é muito sensível a mudanças de
temperatura.</p>
<p style="text-align: justify;">Multichannel
Analysis System: Os
padrões, soros controles e amostras de soro são
colocados
em suportes, os quais são colocados no local de
carregamento. As
amostras são, então, transferidas para um sistema
de
distribuição de amostras. Uma alíquota
da amostra
é transferida para o suporte rotativo como demonstrado na
tabela
1, onde serão realizados os próximos passos. O
suporte
rotativo esta localizado em um processador termostatizado, no qual a
temperatura é mantida a 25 o C. A absorbância
é
medida com um Fotômetro.</p>
<p style="text-align: justify;">4)
Cálculos:</p>
<p style="text-align: justify;">Reaction
Rate Analyser: Os resultados
são apresentados como na tabela 2.</p>
<table style="height: 307px;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"
width="100%">
<tbody>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">EIA</td>
<td valign="top" width="100">Manual
BCG</td>
<td colspan="4" valign="top" width="399">BCG no LKB 2086, g/L
à:</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">g/L</td>
<td valign="top" width="100"></td>
<td valign="top" width="100">25
<sup>o</sup>
C</td>
<td valign="top" width="100">30
<sup>o</sup>
C</td>
<td valign="top" width="100">35
<sup>o</sup>
C</td>
<td valign="top" width="100">37
<sup>o</sup>
C</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">8,6</td>
<td valign="top" width="100">9,4</td>
<td valign="top" width="100">10,1</td>
<td valign="top" width="100">10,3</td>
<td valign="top" width="100">11,2</td>
<td valign="top" width="100">11,1</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td style="text-align: center;" valign="top" width="100">21,4</td>
<td valign="top" width="100">22,0</td>
<td valign="top" width="100">20,0</td>
<td valign="top" width="100">20,6</td>
<td valign="top" width="100">20,8</td>
<td valign="top" width="100">21,4</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">23,0</td>
<td valign="top" width="100">22,3</td>
<td valign="top" width="100">19,1</td>
<td valign="top" width="100">19,9</td>
<td valign="top" width="100">20,1</td>
<td valign="top" width="100">20,0</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">24,5</td>
<td valign="top" width="100">24,3</td>
<td valign="top" width="100">20,0</td>
<td valign="top" width="100">20,2</td>
<td valign="top" width="100">20,4</td>
<td valign="top" width="100">20,1</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">28,4</td>
<td valign="top" width="100">28,0</td>
<td valign="top" width="100">28,9</td>
<td valign="top" width="100">28,9</td>
<td valign="top" width="100">29,1</td>
<td valign="top" width="100">29,9</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">29,6</td>
<td valign="top" width="100">31,0</td>
<td valign="top" width="100">29,4</td>
<td valign="top" width="100">29,1</td>
<td valign="top" width="100">29,6</td>
<td valign="top" width="100">31,7</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">30,3</td>
<td valign="top" width="100">31,1</td>
<td valign="top" width="100">32,3</td>
<td valign="top" width="100">31,6</td>
<td valign="top" width="100">32,6</td>
<td valign="top" width="100">32,2</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">32,3</td>
<td valign="top" width="100">33,4</td>
<td valign="top" width="100">33,6</td>
<td valign="top" width="100">34,1</td>
<td valign="top" width="100">33,9</td>
<td valign="top" width="100">33,7</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">-</td>
<td valign="top" width="100">32,2</td>
<td valign="top" width="100">32,2</td>
<td valign="top" width="100">34,7</td>
<td valign="top" width="100">34,5</td>
<td valign="top" width="100">33,7</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">35,9</td>
<td valign="top" width="100">38,0</td>
<td valign="top" width="100">36,6</td>
<td valign="top" width="100">35,5</td>
<td valign="top" width="100">36,2</td>
<td valign="top" width="100">36,2</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">36,6</td>
<td valign="top" width="100">40,0</td>
<td valign="top" width="100">40,1</td>
<td valign="top" width="100">39,9</td>
<td valign="top" width="100">39,7</td>
<td valign="top" width="100">40,2</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">38,1</td>
<td valign="top" width="100">40,1</td>
<td valign="top" width="100">36,6</td>
<td valign="top" width="100">36,9</td>
<td valign="top" width="100">37,2</td>
<td valign="top" width="100">37,5</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">-</td>
<td valign="top" width="100">40,0</td>
<td valign="top" width="100">39,2</td>
<td valign="top" width="100">40,1</td>
<td valign="top" width="100">40,2</td>
<td valign="top" width="100">39,5</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">42,4</td>
<td valign="top" width="100">43,0</td>
<td valign="top" width="100">42,6</td>
<td valign="top" width="100">42,7</td>
<td valign="top" width="100">43,0</td>
<td valign="top" width="100">42,4</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">44,0</td>
<td valign="top" width="100">47,0</td>
<td valign="top" width="100">46,2</td>
<td valign="top" width="100">45,7</td>
<td valign="top" width="100">46,0</td>
<td valign="top" width="100">46,6</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">47,8</td>
<td valign="top" width="100">47,0</td>
<td valign="top" width="100">47,7</td>
<td valign="top" width="100">48,4</td>
<td valign="top" width="100">48,8</td>
<td valign="top" width="100">48,4</td>
</tr>
<tr style="text-align: center;">
<td valign="top" width="100">47,8</td>
<td valign="top" width="100">46,0</td>
<td valign="top" width="100">48,5</td>
<td valign="top" width="100">49,5</td>
<td valign="top" width="100">49,7</td>
<td valign="top" width="100">49,4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div style="text-align: justify;">Os
resultados mais precisos
são os obtidos quando extrapolados ao momento de
adição do reativo de cor. Isto pode ser feito
manualmente, como demonstrado na tabela 3, ou automaticamente por um
computador. São lidas as absorbâncias de cada
padrão e das amostras de soro. É
traçada uma curva
padrão e as concentrações
são obtidas a
partir dela. Um modo mais simples é utilizar um
padrão
para obter um fator, o qual é utilizado no
cálculo das
concentrações das amostras. Isto é
válido
porque a curva padrão é linear e passa
através da
origem.</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Sistema
Múltiplo de
Análise: As absorbâncias obtidas são
automaticamente transferidas para um microcomputador, onde
são
realizados os cálculos. Os resultados são
calculados a
partir de uma solução padrão, desde
que este
sistema forneça uma curva padrão linear que passe
através da origem.</p>
<p style="text-align: justify;">5)
Resultados:</p>
<p style="text-align: justify;">Reaction
Rate Analyser:</p>
<p style="text-align: justify;">a)
Linearidade e sensibilidade: A curva
padrão de albumina, quando lida imediatamente (extrapolada)
após a adição do reativo de cor
é linear
até cerca de 60 g/L e passa através da origem. A
diluição utilizada para as amostras é
aquela
recomendada pelo aparelho utilizado desde que os resultados apresentem
uma deflecção na absorbância de 0,2 A
(correspondente a cerca de 65 g/L de albumina).</p>
<p style="text-align: justify;">b)
Efeito da temperatura na
reação: Uma boa comparação
pode ser obtida
quando comparnado os resultados a 25 o C e 37 o C (Figura 4). Na tabela
a seguir podemos observar que não há
diferenças
significativas quando os resultados forem determinados a 25, 30, 35 ou
37 o C. Análises por eletroimunoensaio e manual tinham sido
determinadas anteriormente.</p>
</div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div>
<div style="text-align: center;">
<table border="1" bordercolor="#000000" cellpadding="4" cellspacing="0"
width="100%">
<colgroup><col width="256*"></colgroup><tbody>
<tr>
<td valign="top" width="100%">
<p class="western" align="center">Proteínas totais (g/dL)
- <strong>albumina</strong>
(g/dL) = globulinas (g/dL)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">c)
Comparação com
imunodifusão radial:</p>
<p style="text-align: justify;">A
comparação dos
resultados entre o método automatizado e a
imunodifusão
radial está demonstrada na figura 5.</p>
<p style="text-align: justify;">d)
Precisão:</p>
<p style="text-align: justify;">O
valor médio do soro controle
foi de 46,7 g/L, foram realizadas 20 análises com um desvio
padrão de 0,3 g/L. Em análises realizadas em dias
alternados o desvio padrão foi de 1,0 g/L. Em
análises de
soros de 162 pacientes realizadas em duplicatas (em diversos dias)
observou-se um desvio padrão de 0,74 g/L entre as duplicatas.</p>
<p style="text-align: justify;">Multichannel
Analysis Sistem:</p>
<p style="text-align: justify;">a)
Linearidade: A curva padrão
é linear até 60 g/L e passa através da
origem.</p>
<p style="text-align: justify;">b)
Comparação com o
método manual: Os resultados obtidos do Multichannel
Analysis
Sistem e do método manual estão demonstrados na
Figura 6.
Os resultados foram obtidos a partir de seis corridas diferentes,
realizadas em um período de três meses.</p>
<p style="text-align: justify;">c)
Precisão: O soro controle foi
analizado em 21 dias diferentes, sendo feitas 50 a 100
análises
por dia, com um padrão diário. Houve um desvio de
0,21 a
0,58 g/L, sendo de geralmente 0,3 g/L.</p>
<p style="text-align: justify;">6)
Discussão:</p>
<p style="text-align: justify;">A
reação entre o verde de
bromocresol e a albumina, ocorre quase que imediatamente. Entretanto
não há nenhum equipamento comercial que possa
medir a
absorbância imediatamente após a
adição do
reativo de cor. Torna-se, assim, necessário investigar
outras
soluções para o problema. Uma delas consiste em
extrapolar os resultados obtidos até o tempo de
adição do reativo de cor, outra consiste em
minimizar o
tempo, até que não haja erros significativos.
Utilizando
o segundo método, foi encontrado que resultados
aceitáveis são obtidos quando a
reação
é realizada entre 8-10 segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro
importante fator, é o
diluente utilizado na pré diluição.
Diferentes
diluentes tem sido utilizados. Água destilada demonstrou ser
o
melhor porque o uso de outors diluentes co cloreto de sódio
9g/L
ou tampão succinato usado no reagente forneceram resultados
falsamente aumentados. Há provavelmente um rearranjo
conformacional de uma ou mais proteínas que reagem mais
lentamente com BCG, nas amostras diluídas. O rearranjo
protéico então reage imediatamente com o reagente
de BCG
como se fosse a albumina. Entretanto, é possível
que
altas concentrações de imunoglobulinas em alguns
soros
causem precipitação quando diluídas
com
água. Este erro não é levado em conta
devido
à grande diluição do soro utilizada na
mistura
final de reação.</p>
<p style="text-align: justify;">Há
pequenos acréscimos de
leituras de reação com aumentos da temperatura.
Assim
seria de se esperar que os piores resultados obtidos, quando comparados
com o método imunológico, fossem os realizados a
37 o C
mas foram obtidos bons resultados, mesmo sob estas
condições. É importante manter o
sistema
termostatizado porque a absorbância do reagente de BCG
(branco)
é sensível a mudanças de temperatura.
Altas
temperaturas provocam aumentos das absorbâncias. Isto
não
é o caso do complexo albumina – BCG.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
o outro sistema utilizado, curvas
padrões lineares passando através da origem foram
obtidas. Isto facilita o uso de somente um padrão, por
exemplo,
40 g/L, nos métodos de rotina. Este padrão
é
corrido diversas vezes em um lote de amostras a fim de nos fornecer
resultados dignos de confiança para o cálculo dos
soros
dos pacientes. Foram comparados os resultados de métodos
imunológicos e o método do BCG utilizando o
Reaction Rate
Analyser, bem como o método manual de BCG e o
método
utilizando o Multichannel analysis System. Os resultados finais podem
ser melhorados, diminuindo-se os tempos de
reações.</p>
<p style="text-align: justify;">É
demonstrado que a
reação imediata da albumina com o BCG pode ser
realizada
por diferentes sistemas automatizados de análise tendo uma
boa
comparação com os métodos
imunológicos.
Assim, é possível realizar
determinações da
albumina automaticamente, utilizando pouco reagente e a um baixo custo
para o laboratório de maneira rápida e simples.</p>
<p style="text-align: justify;">INTERPRETAÇÃO</p>
<p style="text-align: justify;">A
síntese da albumina ocorre
muito cedo no desenvolvimento fetal. Pela quarta à sexta
semana
de gestação, o saco vitelino e as
células
hepáticas produzem proteínas que são
imunologicamente identificáveis como a albumina. Os valores
dos
adultos são atingidos pela vigésima e
vigésima-sexta semanas de gestação e
por
conseguinte o soro do sangue do cordão têm um
conteúdo completo desta proteína. Os valores de
albumina
sérica mantêm-se notavelmente estáveis
no
indivíduo normal até uma idade
avançada,
começamdo então uma tendência para uma
descida
significativa. As mulheres têm geralmente valores menores que
os
homens da mesma idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
valores da albumina diminuem durante
a gravidez, à medida que esta avança e algumas
mulheres
sofrem variações dos valores da albumina
plasmática durante o ciclo menstrual. A
modificação com contraceptivos não
afeta de
maneira significativa os valores da albumina.</p>
<p style="text-align: justify;">A
hipoalbuminemia é uma marca
distintiva de desnutrição proteica, quer esta
seja devida
a “Kwashiorkor”, alcoolismo, parasitoses,
doenças
malignas ou à síndrome de
“chá e
torradas” das pessoas idosas que vivem sozinhas. Os baixos
níveis séricos de albumina estão mais
frequentemente associados com inflamações
crônicas
e doenças graves agudas. Contudo, se o processo difere ou
não do anterior, i.e. ,suprimento insuficiente de
aminoácidos, continua sendo matéria de
discussão.
Vários medicamentos citotóxicos têm um
efeito
depressor sobre a síntese das proteínas
plasmáticas, incluindo a albumina. Nas crianças,
a
hipoalbuminemia e o edema periférico estão
estreitamente
associados; no adulto, o edema é menos previsível.</p>
<p style="text-align: justify;">Valores
muito baixos de albumina fazem
prever doenças graves seja por aumento das perdas e/ou
aumento
do catabolismo, seja por diminuição da
síntese.
Estados patológicos como a cirrose alcoólica,
acompanhados de hipoalbuminemia, resultam muitas vezes de
desnutrição proteica e de uma
diminuição do
tecido hepático funcionante. Nos pacientes, cuja
doença
se acompanha de hipertensão portal, a mal
absorção
aumenta o problema. Desde que lhe sejam fornecidos os materiais para a
síntese em quantidades adequadas, o fígado
é capaz
de manter níveis suficientes de albumina sérica,
mesmo
havendo perdas moderadamente grandes pelo rim; contudo, os pacientes
nefróticos, mesmo bem alimentados podem ter baixos
níveis
séricos de albumina quando persiste a
inflamação
ativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Níveis
significativamente
diminuídos de albumina, em indivíduos sem
deficiências congênitas de albumina, acompanham e
são acompanhados por muitas doenças da homeostase.</p>
<p style="text-align: justify;">A
hiperalbuminemia usualemente é
atribuída a uma desidratação ou
hemoconcentração.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos
últimos anos tem se aplicado
o termo microalbuminemia para a excreção
urinária
aumentada de albumina. Esta condição esta
relacionada com
problemas diabéticos que logo manifestam uma enfermidade
renal.
O limite superior de excreção de albumina nos
adultos
normais é de 12 a 15 mg/min. A
definição
operacional de microalbuminemia é de 15 a 30 mg/min a 150
mg/min. O esforço físico, hipertensão,
infecção do trato urinário e
enfermidade
cardíaca também podem aumentar a
excreção
urinária de albumina. A importância da
determinação de microalbuminúria,
surge da
observação de que os diabéticos com
uma
excreção urinária menor que 15 mg/min
tem menos
probabilidade de desnevolver uma nefropatia com possível
insuficiência renal na década seguinte,
porém
aqueles com níveis de excreção
superior tem esta
probabilidade aumentada.</p>
<p style="text-align: justify;">A
analbuminemia congênita
é uma síndrome muito rara, em que os pacientes
são
capazes de sintetizar apenas quantidades muito pequenas de albumina
(inferior a 0,5% do normal), só mensuráveis por
métodos muito sensíveis. O interesse
clínico
destes pacientes localiza-se no fato deles apresentarem poucos
problemas atribuídos a deficiência de albumina,
apesar do
papel fundamental que a albumina tem na
manutenção da
pressão osmótica e no transporte e armazenagem de
substâncias com baixo peso molecular. O valor das
proteínas totais nesta indivíduos varia entre 45
a 57
g/L, sendo a pressão coloidosmótica do plasma
aproximadamente metade da esperada; não obstante, o edema
periférico, quando existente, é moderado. A
invulgar e
inesperada benignidade da deficiência de um tão
importante
componente sangüineo, indica que a albumina pode na verdade
não ser tão importante como geralmente se pensa.</p>
<p style="text-align: justify;">Interferentes</p>
<p style="text-align: justify;">a
– Não utilizar amostras
muito hemolisadas. Aparentemente, 1 mg% de hemoglobina ocasiona aumento
de 1 mg% de albumina.</p>
<p style="text-align: justify;">b
– Há aumento pela
interferência da amplicilina, nas
desidratações,
nas lipemias, no exercício muscular, no uso inadequado de
torniquete na coleta.</p>
<p style="text-align: justify;">c
– Há
diminuição da albumina nas hepatopatias,
“stress”, traumas, má
nutrição e
síndrome nefrótica.</p>
<p style="text-align: justify;">Notas</p>
<p style="text-align: justify;">a
– O soro é
estável por três dias, em refrigerador e uma
semana, em
congelador.</p>
<p style="text-align: justify;">b
– A reação do
verde de bromocresol depende da natureza da albumina utilizada; a
albumina bovina difere da albumina humana cristalizada.
Convém,
portanto, padronizar a solução de albumina bovina
com
soros, de valores conhecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">c
– Soros moderadamente
lipêmicos não interferem na
reação .</p>
<p style="text-align: justify;">d
– Os anticoagulantes a serem
utilizados, no caso de plasmas, são a heparina e o EDTA.</p>
<p style="text-align: justify;">e
– É recomendável
a utilização de pipeta de hemoglobina ou
automática para a adição da amostra e
do
padrão. Limpar o lado externo da pipeta e lavar
três vezes
com o próprio reativo.</p>
<p style="text-align: justify;">f
– A recuperação
do método é de 99% e a precisão
é de 5%.</p>
<p style="text-align: justify;">g
– A vidraria deve estar
perfeitamente limpa , pois os ácidos e álcalis
interferem
nos resultados .</p>
<p style="text-align: justify;">h
– Com a
diminuição da albumina temos aparecimento de
edemas, pois
as proteínas têm papel importante na
distribuição dos líquidos
orgânicos. Quando
os níveis são inferiores a 2 g/dL quase sempre
há
aparecimento de edemas.</p>
<p style="text-align: justify;">i
– Tendo-se os valores de
proteínas totais e de albumina, o valor das globulinas pode
ser:</p>
<p style="text-align: justify;">REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS</p>
<ol style="text-align: justify;">
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Prescrever e Interpretar um Exame Laboratorial</span>
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<li> ________ .
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881 p.</li>
</ol>
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