__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Vaginite</title>
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<center><font class="option" color="#000000"><b><br>
</b></font></center>
<br>
<h2 style="text-align: center;" class="art-PostHeader">Vaginite
</h2>
<div class="art-PostMetadataHeader">
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href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-admin/post.php?post=10568&action=edit"
title="Editar posts"><br>
</a></div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Nas
crianças,
as paredes vaginais são constituídas de poucas
camadas de
células, em decorrência da
ação
estrogênica deficiente, e facilita a
ação dos
agentes inflamatórios.<span id="more-10568"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se
o agente causal
não for
identificado, a vaginite será rotulada como
inespecífica.
A inflamação vaginal é facilitada por
alguns
fatores: desnutrição,
masturbação
frequente, maus hábitos de higiene e presença de
corpos
estranhos. É relativamente frequência
localização de focos infecciosos a
distância: no
aparelho respiratório, na pele e no aparelho
urinário.
Considerando-se que, na vagina de crianças sadias,
encontra-se
flora mista integrada por estilococus, estreptococus, E. coli e outras
bactérias, acredita-se que seu poder patogênico
somente se
manifesta se houver baixa de resistência do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso
o agente
inflamatório seja
identificado, a vaginite é considerado
específica,
podendo ser causada por: Naesseria gonorrhoeae, Haemophilus influenzae,
Candida albicans, Trichomonas vaginalis e Enterobius vermicularis, este
último conhecido vulgarmente por oxiuros..</p>
<div style="text-align: center;"><a
href="../paginas/vaginite_imagem-1.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 319px; height: 240px;"
alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"
src="../img/523__320x240_523.jpg"></a>
<br>
Vaginite gonocócica
<br>
<br>
<a href="../paginas/vaginite_imagem-2.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 237px;"
alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"
src="../img/524__320x240_524.jpg"></a>
<br>
Tricomoníase
<br>
<br>
<a href="../paginas/vaginite_imagem-3.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 236px;"
alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"
src="../img/525__320x240_525.jpg"></a>
<br>
Candidíase
<br>
<br>
<a href="../paginas/vaginite_imagem-4.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 227px;"
alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"
src="../img/526__320x240_526.jpg"></a>
<br>
Vulvovaginite por Enteróbius<br>
</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Corpos
estranhos</span><br>
Corpos estranhos na vagina são muito comuns, especialmente a
partir dos três anos de idade, quando a criança
começa a explorar e conhecer seu corpo e descobrir as
regiões prazerosas, podendo ser encontrado
pedaços de vagem, feijão, plástico,
pedaços de lápis (especialmente lápis
de cor pequeno), palitos, bem como fiapos de algodão ou
tiras de tecido de calcinhas ou plástico/gel de fraldas
descartáveis.<br>
<br>
Corpos estranhos produzem, além de corrimentos e mau cheiro,
inflamação com dor local e febre, que podem ser
percebidos pelo estado de prostração da
criança.<br>
<br>
Na imagem abaixo vê-se um pedaço de tecido de
algodão em vagina de criança de 3 anos.
Provavelmente seja um fragmento que se desprendeu do forro de alguma
calcinha.</div>
<p style="text-align: center;"><strong><a
href="../paginas/corpo_estranho-imagem.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 285px; height: 240px;"
alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"
src="../img/001_0-320x240.jpg"></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico<br>
</strong>A queixa principal
é de corrimento que,
frequentemente
causa ardor, disúria e prurido vulvar. O exame da vagina
revela
suas paredes hiperemiadas, e o corrimento com
características
que pode sugerir o agente causal: amarelo e bolhoso, tricomonas; Branco
e fluido , haemofilus, Branco, em placas aderentes com aspecto de leite
talhado, candida. Corpos estranhos na vagina causa
inflamação aguda (figura 30). Na tabela abaixo
encontram-se os tipos de corrimento e seus possíveis
diagnósticos:</p>
<table style="text-align: justify; height: 221px;" border="1"
cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="50%"><strong><em>Aspecto
do corrimento</em></strong></td>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="50%"><strong><em>Diagnóstico</em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50%">1.
Branco,
fluido, transparente</td>
<td valign="top" width="50%">-
Fisiológico</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50%">2.
Pouco
purulento, quantidade
reduzida</td>
<td valign="top" width="50%">-
Vulvovaginite
inespecifica</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50%">3.
Muito
purulento, espesso,
abundante</td>
<td valign="top" width="50%">-
Vulvovaginite
gonocócica</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50%">4.
Branco,
fluido, espumoso</td>
<td valign="top" width="50%">-
Vulvovaginite
por tricomonas</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50%">5.
Aquoso com
cheiro de urina</td>
<td valign="top" width="50%">-
Ectopia uretral</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50%">6.
Escuro,
fétido, fecal</td>
<td valign="top" width="50%">-
Fístula retovaginal</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50%">7.
Branco mas
espesso, consistente</td>
<td valign="top" width="50%">-
Vulvovaginite
por monilia</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50%">8.
Sanguíneo</td>
<td valign="top" width="50%">-
Corpo estranho<br>
- Prolapso da
uretra<br>
- Pólipo <br>
- Menarca<br>
- Sarcoma botrieide</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Indicam
se o seguintes
exames
complementares para diagnóstico etiológico da
vaginite:<br>
</p>
<ul>
<li>exame direta em gota
pendente para pesquisa de tricomonas.<br>
</li>
<li>bacterioscópico
para
avaliação da flora vaginal
e pesquisa de fungos e gonococos.<br>
</li>
<li>cultura para
identificação de
bactérias, fungos
e haemofilus.<br>
</li>
<li>exame
microscópico em campo escuro para
identificação de treponema.<br>
</li>
<li>swab anal para
identificação de
enteróbios.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vários
esquemas
terapêuticos tem sido empregados para o tratamento da
vaginite,
levando-se em consideração duas
circunstâncias: o
agente não é identificado – vaginite
inespecífica; agente identificado – vaginite
específica.</p>
<p style="text-align: justify;">Vaginite
inespecífica:<br>
</p>
<ul>
<li>cuidados de higiene da vulva
do intróito vaginal
e, à
base de sabão neutro e desinfetantes.</li>
<li>aplicações
locais de
geléia de ácido
metacresolsufônico, duas vezes por semana, por quatro
semanas,
usando-se aplicador de pequeno calibre, introduzidos através
do
hímen.</li>
<li>em casos resistentes,
lança-se mão de
uma das seguintes
medidas:</li>
</ul>
<ol style="margin-left: 40px;">
<li>antibiótico de
largo espectro por via oral ou
parenteral</li>
<li>creme de
antibiótico em
aplicações
vaginais</li>
<li>creme de
Estrogênios em
aplicações
vaginais.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Vaginite
específica:</p>
<ul>
<li><em>Gonococos
</em>- ampicilina 100 mg
/kg/ dia, em dos fracionadsa, de 8 e 8h, durante cinco dias, ou
estreptocina 4 g por via intramuscular, sendo aplicadas 2 g em cada
região glútea.</li>
<li><em>Haemofilus
</em>-
aplicações vaginais de creme
à base de tetraciclina e anfotericina D.</li>
<li><em>Cândida</em>
–
nistatina sob a forma de creme vaginal,
em aplicações diárias, durante dez
dias o violeta
de genciana em solução aquosa a 2%, fazendo-se
uma
aplicação intravaginal, em dias alternados, no
total de
seis aplicações.</li>
<li><em>Tricomonas</em>
–
metronidazol,125 a 250 mg por via oral, de
doze em 12h, durante dez dias. Fazer intervalo de dez dias e repetir a
série.</li>
<li><em>Oxiuros</em>
– pamoato de
pirvínio, na dose de 10 mg /
kg, por via oral, em dose única que poderá ser
repetida
quinze dias após.</li>
</ul>
<div style="text-align: right;">
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<span style="font-weight: bold;"></span></div>
</div>
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