__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Tumores</title>
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Tumores
</h2>
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</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quase
todos os tipos de
tumores encontrados na mulher adulta podem ser observados em
crian�as e em adolescentes.<span id="more-1749"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Fazem
exce��o o carcinoma do endom�trio e o
carcinoma epiderm�ide da vagina, que n�o foram
descritos em meninas. �rg�os genitais imaturos
produzem tumores, em sua maioria de origem embrion�ria.
Estes tumores s�o potencialmente graves, pois 50% deles
s�o malignos, respondendo por 2% das mortes devidas a
tumores malignos. C�ncer primitivo dos genitais �
neoplasia rara antes dos 16 anos, podendo, por�m, originar
se no per�odo pr�-natal. Tem sido relatadas,
ainda, casos bem documentados de tumores da m�e,
transmitidos ao feto.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
sintomas e sinais dos
tumores genitais em meninas, s�o semelhantes
�queles observados em mulheres adultas, mas podem,
�s vezes, alterar o desenvolvimento genital. No entanto, a
raridade destas ginecopatias e a relut�ncia da paciente em
submeter-se a exames, s�o fatores que retardam o
diagn�stico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tumores podem ser
classificados de acordo com crit�rios topogr�fico
e an�tomo-patol�gicos.</p>
<p style="text-align: justify;">I
� vulva e
per�neo:<br>
I.1 � tumores c�sticos<br>
- cistos de reten��o.<br>
- cistos disontogen�ticos<br>
- cistos traum�ticos<br>
I.2 � tumores s�lidos<br>
- fibromas<br>
- lipomas<br>
- neurofibromas<br>
- Teratomas<br>
I.3 � Hemangioma<br>
I.4 � c�ncer<br>
- carcinoma<br>
- sarcoma.</p>
<p style="text-align: justify;">II
� vagina<br>
II.1 � cistos mesonefricos<br>
II.2 � sarcoma botr�ide<br>
II.3 � adenocarcinoma de c�lulas claras</p>
<p style="text-align: justify;">III
� colodo
�tero<br>
- carcinoma<br>
IV � Corpo do �tero<br>
- mioma<br>
V � ov�rios (classifica��o
de Bastos, 1971)<br>
V.1 � Tumores benignos<br>
- epiteliais<br>
- cistoadenoma seroso<br>
- cistademona mucoso<br>
- conjuntivos<br>
- fibromas<br>
- tumor de Brenner<br>
- misto<br>
- teratoma adulto<br>
V.2 � tumores malignos<br>
- epiteliais<br>
- ca prim�rio s�lido<br>
- ca secund�rio<br>
- cistoadenocarcinoma seroso<br>
- cistoadenocarcinoma papil�fero<br>
- ca metast�tico<br>
- do aparelho digestivo<br>
- da mama<br>
- da placenta<br>
- do corpo do �tero<br>
- mesonefroma<br>
- corioepitelioma ect�pico.<br>
- conjuntivos<br>
- sarcoma<br>
- mistos<br>
- teratoma embron�rio<br>
V.3 � tumores eventualmente malignos<br>
- de a��o hormonal<br>
- tumor de teca-granulosa<br>
- arrenoblastoma<br>
- estruma<br>
- sem a��o hormonal<br>
-disgerminoma.</p>
<p style="text-align: justify;">Abordaremos,
a seguir, as
caracter�sticas mais importantes dos diversos tipos de
tumores.</p>
<p style="text-align: justify;">I
� vulva e
per�neo</p>
<p style="text-align: justify;">I.1
� os cistos
de reten��o podem ocorrer devido �
obstru�es dos condutos das gl�ndulas
seb�ceas, sudor�paras, mucosas, de Bartholin e de
Skene. este �ltimo encontra-se, com mais
frequ�ncia, na inf�ncia na adolesc�ncia.
Localiza-se logo atr�s do meato uretral externo,
apresentando-se como pequena massa c�stica, arredondada,
pouco m�vel, que faz sali�ncia no
vest�bulo; constitui, portanto, cisto parauretral ou de
Skene.</p>
<p style="text-align: justify;">O
cistos
disontogen�ticos se originam do epit�lio
m�llerianos ( parameson�fricos), do conduto de Wolf
(meson�frico ou de Gartner) e do conduto de Nuck
(mesotelial). Os cistos originados do epit�lio de
M�ller s�o as mais frequentes e localizam-se nas
imedia�es do clit�ris, dos pequenos
l�bios, ou do ter�o superior da vulva.
S�o pequenos, alcan�ando, em m�dia, 4
cm de di�metro, mas podem chegar at� 10 cm.
S�o uniloculares ou multiloculares, �nicos ou
m�ltiplos, uni ou bilaterais e, �s vezes,
apresentou-se pediculados; seu conte�do � mucoso.
Os cistos de Wolff s�o mais raros, pois o ducto
meson�frico n�o chega abaixo do limite
h�men. Os textos do conduto de Nuck, ou hidrocele, formam-se
por obstru��o do colo da h�rnia
inguinal, na altura do anel. Seu conte�do � um
l�quido seroso e claro. A forma��o
c�stica situa-se na base de
implanta��o do livramento redondo, na
por��o externa dos grandes l�bios.</p>
<p style="text-align: justify;">O
cistos
traum�ticos formam-se, como o nome indica, em
conseq��ncia de traumatismos na regi�o
vulvar. Embora n�o sendo neoplasias verdadeiras, apresentam
aspecto tumoral. Localizam se, mais frequentemente, no ter�o
m�dio e inferior da vulva.</p>
<p style="text-align: justify;">I.2
� dos
tumores s�lidos, os fibrosos s�o os mais
frequentemente encontrados na vulva. Origina-se do tecido conjuntivo,
no ponto de inser��o do ligamento redondo. Por
isto, s�o ocasionalmente encontrados elementos musculares
(fibromioma) devido � perturba�es
tr�ficas, edema e reduzido n�mero de
c�lulas. Comumente se localizam no ter�o superior
dos grandes l�bios. Apresentam tamanho vari�vel,
podendo crescer rapidamente, tornando-se pediculados. Sua
transforma��o sarcomatosa � rara.</p>
<div style="text-align: center;"><a href="../paginas/tumores-imagem-1.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 209px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="../img/514__320x240_514.jpg"></a>
<br>
Tumor s�lido (pedunculado) da vulva em crian�a de
7 anos
</div>
<p style="text-align: justify;">
</p>
<p style="text-align: justify;">Os
lipomas s�o
tumores raros que se originam do tecido gorduroso e apresentam
crescimento lento. Os neurofibromas s�o ainda mais raros, e
os teratomas, que foram relatados, inclusive em
rec�m-nascidas, desenvolvem se preferencialmente no
per�neo.</p>
<p style="text-align: justify;">I.3
� Os
hemangiomas origina-se
do desenvolvimento an�malo dos vasos sangu�neos da
pele e
do tecido subcut�neo .</p>
<div style="text-align: center;"><a href="../paginas/tumores-imagem-2.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;" alt="Clique para ampliartu"
title="Clique para ampliar" src="../img/515__320x240_515.jpg"></a>
<br>
Hemangioma da vulva em crian�a de 3 anos
</div>
<p style="text-align: justify;">Os
hemangiomas capilares
regridem com o tempo, mas os cavernosos permanecem podem romper-se,
causando hemorragia profusa. Os hemangiomas tamb�m
n�o s�o neoplasias verdadeiras.</p>
<p style="text-align: justify;">I.4
�
c�ncer de vulva � um dos tumores mais raros na
inf�ncia e adolesc�ncia. Encontro se descritos
casos de carcinoma de c�lulas escamosas, adenocarcinoma e
sarcoma, todos de alta malignidade.</p>
<p style="text-align: justify;">II
� vagina</p>
<p style="text-align: justify;">II.1
� o cistos
meson�fricos podem adquirir grande volume, fazendo
sali�ncia atrav�s do orif�cio himenal;
tem parede transparente, mostrando conte�do claro e
transl�cido.</p>
<p style="text-align: justify;">II.
2 � o
sarcoma botr�ide, tamb�m chamado rabdomiossarcoma
polip�ide � a mais frequente neoplasia maligna da
vagina e meninas pr�-men�rquicas. Seus primeiros
sintomas s�o: leucorr�ia e hemorragia vaginal; em
seguida, atrav�s do h�men, ocorre
protus�o de massas polip�ide, fri�vel
e edemaciada. Posteriormente, distende a vagina e, se a paciente
n�o � tratada, produz grandes massas abdominais e
met�stases extrap�lvicas. Inicia seu
desenvolvimento a partir do mes�nquima embrion�rio
n�o diferenciado da bainha vaginal subepitelial, e tem
origem multic�ntrica. A mucosa vaginal intacta �
projetada para fora � medida que o tumor cresce, formando
m�ltiplas lobula�es semelhante a
cacho de uvas. A necrose e a ulcera��o destas
d�gita�es respondem pelos sintomas:
corrimento e sangramento.</p>
<p style="text-align: justify;">III
� colo do
�tero</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tumores cervicais
benignos s�o muito raros antes dos 16 anos. Os tumores
malignos tamb�m o s�o e, quando surgem,
s�o representados pelo adenocarcinoma. N�o se
trata, em geral, de adenocarcinoma verdadeiro, mas originado de restos
meson�fricos. Os primeiros sintomas, corrimento aquoso ou
purulento e hemorragia genital, ocorrem durante muito tempo antes de
se
chegar a diagn�stico definitivo. O adenocarcinoma invade os
tecidos p�lvicos vizinhos ao colo e, posteriormente, os
linf�ticos p�lvicos.</p>
<p style="text-align: justify;">IV
� corpo do
�tero</p>
<p style="text-align: justify;">Constitu�a
achado excepcional os tumores de corpo de �tero e meninas.
S�o referidos alguns casos de mioma, no per�odo
final da adolesc�ncia, e de adenocarcinoma, este
�ltimo de origem meson�frica.</p>
<p style="text-align: justify;">V
�
ov�rios</p>
<p style="text-align: justify;">A
maior parte das
neoplasia genitais, em crian�as e em adolescentes
localiza-se nos ov�rios. Cerca de 30% correspondem a
teratomas benignos e 30% a tumores malignos de v�rios tipos.
Cistos n�o neopl�sicos, de natureza funcional,
podem ser encontrados frequentemente.</p>
<p style="text-align: justify;">V.1
� benignos:
os tumores epiteliais correspondem a 10% das neoplasias ovarianas na
inf�ncia e na adolesc�ncia. Os cistoadenomas
serosos s�o mais frequentes que os mucinosos. Ambos podem
atingir grande volume.</p>
<div style="text-align: center;"><a href="../paginas/tumores-imagem-3.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="../img/516__320x240_516.jpg"></a><br>
</div>
<div style="text-align: center;">
Cistoadenoma seroso do ov�rio em adolescente de 15 anos<br>
<br>
</div>
<div style="text-align: center;">
<a href="../paginas/tumores-imagem-4.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;"
alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/517__320x240_517.jpg"></a><br>
�rea de abaulamento abdominal causado pelo tumor da figura
anterior
<br>
<br>
<a href="../paginas/tumores-imagem-5.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 213px;"
alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/518__320x240_518.jpg"></a>
<br>
Tumor de ov�rio em rec�m-nata
<br>
<br>
<a href="../paginas/tumores-imagem-6.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 201px;"
alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/519__320x240_519.jpg"></a>
<br>
Teratoma adulto em adolescente de 16 anos
</div>
<p style="text-align: center;"><a href="../paginas/tumores-imagem-7.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 209px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="../img/520__320x240_520.jpg"></a><br>
Teratoma embrion�rio em adolescente de 14 anos</p>
<p style="text-align: center;"><a href="../paginas/tumores-imagem-8.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 214px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="../img/521__320x240_521.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Teratoma
embrion�rio. Aspecto interno do tumor da figura anterior</p>
<p style="text-align: center;"><a href="../paginas/tumores-imagem-9.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 216px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="../img/522__320x240_522.jpg"></a><br>
Abaulamento causado pelo tumor da figura anterior
</p>
<p style="text-align: justify;">
</p>
<p style="text-align: justify;">O
tumor de Brenner e o
fibroma s�o predominantemente s�lidos. Quando se
acompanham ascite e de hidrot�rax, constituem a
s�ndrome de Meigs.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca
de 30% das
neoplasias do ov�rio s�o teratomas adultos,
tamb�m denominados cistos derm�ides (figura 41).
As tr�s capas blastod�rmicas integram estes
tumores que, em geral, s�o unilaterais, c�sticos
e cont�m ossos, dentes, pelos, gordura e
secre��o seb�cea. Em cerca de 1% dos
casos pode sofrer transforma��o maligna, a partir
de um dos seus elementos epiteliais.</p>
<p style="text-align: justify;">V.2
� malignos:
correspondem a 30% dos tumores do ov�rio. O carcinoma
s�lido � raro. O cistoadenocarcinoma seroso
papil�fero � mais frequente, sendo geralmente
bilateral e dotado de grande malignidade. O cistoadenocarcinoma
mucinoso � menos maligno que o anterior e apresenta
crescimento mais lento.</p>
<p style="text-align: justify;">O
corioepitelioma
ect�pico origina-se prim�riamente no
ov�rio, a partir de um crescimento teratomatoso, no qual
predomina o tecido cori�nico. Manifesta-se precocemente por
produzir o gonadotrofina, determinando puberdade precoce e
dist�rbios menstruais em adolescentes. S�o
dotados de alta malignidade, comportando-se da mesma maneira que o
corioepitelioma originado da placenta.</p>
<p style="text-align: justify;">O
sarcoma de
ov�rio muito raro qualquer grupo et�rio. No
entanto, pode ocorrer mais frequentemente em crian�as do
quem adultos. � s�lido, lobulado e de
consist�ncia el�stica.</p>
<p style="text-align: justify;">O
teratoma
embrion�rio � predominantemente
s�lido, apresentando �reas c�sticas.
No seu interior, encontra-se massa fri�vel com
�reas de hemorragia.</p>
<p style="text-align: justify;">Na
maioria dos casos,
origina-se diretamente de elementos teratomatosos. Pode,
tamb�m, decorrer da transforma��o
maligna de um dos elementos integrantes do teratoma c�stico.</p>
<p style="text-align: justify;">V.3
�
Eventualmente malignos: em meninas, os tumores das c�lulas
da granulosa determina o aparecimento da puberdade precoce isossexual,
caracterizado por telarca, pubarca e hemorragia genital. Em
adolescentes, ocasionam perturba��o do ritmo
menstrual, traduzida por hipermenorragia ou por metrorragia. Os
tecomas
s�o raros na inf�ncia e na adolesc�ncia.
O quadro cl�nico referidos se deve �
produ��o intensa de estrog�nios por
parte daqueles tumores funcionantes do ov�rio.</p>
<p style="text-align: justify;">O
arrenoblastoma secreta
androg�nios, sendo respons�vel por quadros
cl�nicos de viriliza��o. Quando ocorre
na inf�ncia pode determinar a pubarca e o crescimento do
clit�ris, caracterizando a puberdade precoce heterossexual.</p>
<p style="text-align: justify;">O
estroma � um
tumor muito raro em qualquer grupo et�rio, e secrete
horm�nio da tire�ide.</p>
<p style="text-align: justify;">O
disgerminoma origina-se
das c�lulas embrion�rias indiferenciadas dos
cord�es sexuais do par�nquima ovariano. ocorrem
mais frequentemente e jovens com disgenesia gonadal ou
hermafroditismo.
O grau de malignidade muito vari�vel, de um caso para outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagn�stico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">I
� vulva e
per�neo</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tumores localizados
nesta regi�o s�o diagnosticados pelo exame
ginecol�gico e pela bi�psia. A
palpa��o revela sua consist�ncia:
c�stica ou s�lida. Assim, um tumor
c�stico, sob a uretra, sugere cisto de
reten��o da gl�ndula de Skene ou
parauretral. Os cistos no clit�ris, no h�men ou
nos pequenos l�bios, s�o de origem mulleriana. O
cisto de Nuck (hidrocele), situa-se na grande l�bio, na base
de implanta��o do ligamento redondo. O fibroma da
vulva � s�lido, localizando se preferencialmente
no grande l�bio, no ter�o superior da vulva. O
teratomas � visto com mais frequ�ncia em
rec�m-nascida, e localiza-se na linha m�dia. O
hemangioma da vulva, ou de outras partes do corpo, tem aspecto
semelhante. Os tumores malignos da vulva s�o raros, e seu
diagn�stico definitivo � feito pela
bi�psia.</p>
<p style="text-align: justify;">II
� vagina</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tumores
c�sticos da vagina, quando adquiriu determinado volume,
fazem sali�ncia pelo orif�cio himenal, sendo
facilmente diagnosticados. A origem dos cistos (meson�frico
ou parameson�frico) s� pode ser definitivamente
comprovada pelo exame histol�gico de suas paredes.</p>
<p style="text-align: justify;">O
sarcoma
botr�ide e o adenocarcinoma da vagina manifestam-se com
fluxo vaginal sero-hemorr�gico. Esta sintomatologia, em
meninas ou adolescentes, deve ser investigada por meio da
colpovirgoscopia; havendo �reas suspeitas,
imp�e-se a bi�psia.</p>
<p style="text-align: justify;">III
� colo do
�tero</p>
<p style="text-align: justify;">O
adenocarcinoma
manifesta-se clinicamente por leucorr�ia aquosa e
sangramento vaginal. A colpovirgoscopia e a bi�psia das
les�es comprovam o diagn�stico. Em fases
avan�adas, o tumor em v�rios tecidos vizinhos e
param�trios; nesta fase, o toque retal comprova
infiltra��o parametrial.</p>
<p style="text-align: justify;">IV
� corpo do
�tero</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tumores desta
regi�o s�o raros. O mioma pode ser encontrada em
adolescentes, manifestando-se por hipermenorragia; o exame
ginecol�gico revela �ero aumentado, com
n�dulos de consist�ncia fibroel�stica,
caracter�stica deste tumor.</p>
<p style="text-align: justify;">V
�
ov�rios</p>
<p style="text-align: justify;">As
queixas de dores de
tumor e de hipog�strio, s�o os sintomas mais
frequentemente observados em neoplasias de ov�rio. Cerca de
um ter�o dos tumores ov�ricos s�o
diagnosticados por ocasi�o de acidentes como
tor��o, rotura e hemorragia
intrac�stica, que levam a paciente a quadro de
abd�men agudo. Na maioria dos casos, a neoplasia ovariana
diagnosticada pelo exame do abdome (figura 44) e pelo toque retal,
pois
quando determina sintomas, tem volume suficiente para ser percebida
pela explora��o f�sica. Fazem
exce��o os tumores funcionantes que, produzindo
v�rios tipos de transtornos end�crinos, exigem
Proped�utica apropriada para investigar poss�vel
causa ovariana. Nestas condi�es, a
Pneumopelvigrafia ou a laparoscopia revelam pequenos tumores
ovarianos,
n�o diagnosticados pelo exame f�sico.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento</p>
<p style="text-align: justify;">I
� vulva e
per�neo</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tumores benignos
c�sticos e s�lidos desta regi�o
s�o tratados pela extirpa��o simples.
Quando se trata de Teratoma � necess�rio retirar
at� a base do tumor, para evitar recidivas. Os hemangiomas
capilares aumentam e diminuem espontaneamente, podendo desaparecer; se
persistem, ser�o tratados pela eletr�lise ou por
inje�es esclerosantes. Os hemangiomas cavernosos
podem ser tratados pela ex�rese simples, se forem pequenos.
N�o se deve usar a radioterapia nos casos de hemangioma da
vulva do per�neo. Os tumores malignos s�o raros,
por�m, se diagnosticados pela bi�psia, devem ser
extirpadas por vulvectomia radical.</p>
<p style="text-align: justify;">II
� vagina</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tumores benignos
s�o, geralmente, cistos que somente merecem
ex�rese se tiverem grandes volumes. Os pequenos cistos
n�o requerem tratamento. O sarcoma botr�ide,
mesmo em fases precoces, deve ser tratado por cirurgia radical.
hister�ctomia total ampliada e, at� mesmo,
exentera��o p�lvica, tem sido
empregados no tratamento desta neoplasia de alto potencial de
malignidade.</p>
<p style="text-align: justify;">III
� colo do
�tero</p>
<p style="text-align: justify;">O
sarcoma cervical, quando
diagnosticado precocemente, deve ser tratado pela a
hister�ctomia, com retirada de manguito vaginal, tecido
conjuntivo paravaginal e paracervical e linfonodos p�lvicos.
Os ov�rios n�o comprometidos devem ser
preservados. A radioterapia p�s-operat�ria
poder� ser realizada sempre que os ov�rios forem
deslocados na pelve, durante cirurgia. Os tumores avan�ados
requerem exentera��o p�lvica. Abnt</p>
<p style="text-align: justify;">IV
� corpo do
�tero</p>
<p style="text-align: justify;">O
mioma deve ser tratado
pela ex�rese simples:miomectomia. Os tumores malignos
s�o muito raros, sendo geralmente diagnosticados em fase
tardia, quando a cirurgia � in�til.</p>
<p style="text-align: justify;">V
�
ov�rios</p>
<p style="text-align: justify;">Em
se tratando de
neoplasia benigna, deve-se fazer ex�rese apenas do tumor,
conservando tecido variando normal e a tuba. Quando ocorre um
acidente,
como tor��o infec��o,
geralmente a tuba tamb�m est� comprometida e a
solu��o que se imp�e, nesta
eventualidade, e a anexectomia. Se o tumor � maligno,
encontra-se restrito a uma g�nada (estadio la), pode-se
adotar, como tratamento definitivo, a ovariectomia unilateral. Quando
este diagn�stico � feito no ato
cir�rgico, pela inspe��o
macrosc�pica, confirmada pela bi�psia de
congela��o, deve-se praticar a
bisec��o do ov�rio contralateral,
� procura de met�stase. Esta conduta
conservadora, em caso de carcinoma limitado a um ov�rio
� admitida, em meninas, pelo papel importante que o
ov�rio vai desempenhar no amadurecimento e futura vida
reprodutora da paciente. Em fase mais avan�ada (estadio Ib
em diante), os tumores malignos s�o tratados com uma mulher
adulta: praticando se a hister�ctomia total, com anexectomia
bilateral, seguida de quimioterapia ou radioterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">No
tratamento dos tumores
malignos de ov�rio, deve-se levar em conta o
crit�rio histol�gico da
classifica��o, dentro do qual se considera seu
maior ou menor potencial de malignidade. Paralelamente este
crit�rio, sabe-se que o cistoadenocarcinoma mucinoso
apresenta boa resposta � cirurgia, sendo pouco
sens�vel � radioterapia ou �
quimioterapia. O cistoadenoma seroso papil�fero responde bem
�s quimioter�picos (trietilenotiofosforamina,
mostarda fenilanina e ciclofoforamida), que devem ser administrados
durante a opera��o, por via intraperitonial
endovenosa, e no p�s-operat�rio. O teratoma
embrion�rio esse tumor de alta malignidade, e seu tratamento
se constitui em grande problema para o ginecologista. Entendemos que a
cirurgia radical, em termos de hister�ctomia e anexectomia
bilateral, deve ser praticado seguindo-se a quimioterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tumores eventualmente
malignos requerem aten��o especial.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
tumores da
c�lulas da granulosa comportam-se como malignos em 25% dos
casos. Considerando-se a idade dos pacientes, �
absolutamente necess�rio analisar o achado
cir�rgico antes de tomar decis�es a respeito da
extens�o da cirurgia a ser praticada. Se o tumor encapsulado
e compromete apenas uma das g�nadas, permanecendo livres os
�rg�os e as estruturas vizinhas, basta a
anexectomia unilateral. No tratamento desses tumores, numerosos casos
de conduta conservadora tem sido descritos, com bons resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Conduta
semelhante a
cab�vel frente a carcinoma da adrenal que, embora
n�o perten�a ao aparelho genital, determina
puberdade precoce � heterossexual quando aparece
crian�as.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leia
mais
sobre tumores:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a title="Obesidade aumenta risco de c�ncer de ov�rio, diz estudo"
href="obesidade_aumenta_risco_de_cancer_de_ovario_diz_estudo.html">Obesidade
aumenta
risco de c�ncer de ov�rio, diz estudo</a></li>
<li><a href="Ovarios_policisticos_podem_ser_causa_de_outras_doencas.html"
target="_self">Ov�rios
polic�sticos
podem ser causa de outras doen�as</a></li>
</ul>
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<div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]</div>
<div style="text-align: center;"><br>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset="UTF-8">
<p class="commenttitle" style="margin: 0px 0px 20px; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 13px; text-align: left; font-weight: bold; padding: 2px 0px; font-variant: normal; border-bottom: 1px dashed rgb(0, 113, 156); font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;">4
Coment�rios</p>
<ol class="commentlist" style="list-style: none; margin: 0px; padding: 0px; color: rgb(0, 0, 0); font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;">
<li id="comment-2887" class="commentbody" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 5px; border: 1px solid rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);">
<div class="commenthead" style="color: rgb(0, 0, 0); padding: 5px 0px 10px; margin: 0px 0px 10px; border-bottom: 1px dashed rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);"><img
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<div class="commentcount" style="float: right; color: rgb(170, 170, 170); font-size: 20px; margin: 0px; padding: 5px 0px 0px; font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;">1</div>
<span class="authorlink" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 1.5em;">solange
teixeira</span> <span class=""></span><br>
<a class="commentlink" href="http://cienciasdasaude.med.br/?p=1749#comment-2887"
title="" style="color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; font-size: 10px;"></a></div>
<p style="margin: 0px 0px 12px;">fiz vulvectomia radical a 9 meses
operei dia 1-4-2010 e hj estou bem mais recentemente come�ei a
sentir uma queima��o na cirurgia isso � normal, pq fiz tbm
radioterapia meu medio ta marcado pra retorno em maio por favor
me respondam</p>
</li>
<li id="comment-2888" class="commentbody" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 5px; border: 1px solid rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);">
<div class="commenthead" style="color: rgb(0, 0, 0); padding: 5px 0px 10px; margin: 0px 0px 10px; border-bottom: 1px dashed rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);"><img
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<div class="commentcount" style="float: right; color: rgb(170, 170, 170); font-size: 20px; margin: 0px; padding: 5px 0px 0px; font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;">2</div>
<span class="authorlink" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 1.5em;">heinz</span>
<span class=""></span><br>
<a class="commentlink" href="http://cienciasdasaude.med.br/?p=1749#comment-2888"
title="" style="color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; font-size: 10px;"></a></div>
<p style="margin: 0px 0px 12px;">solange teixeira:<br>
Pode n�o ser nada, apenas uma rea��o tardia � radioterapia, mas
na d�vida, tente antecipar sua consulta.</p>
</li>
<li id="comment-2889" class="commentbody" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 5px; border: 1px solid rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);">
<div class="commenthead" style="color: rgb(0, 0, 0); padding: 5px 0px 10px; margin: 0px 0px 10px; border-bottom: 1px dashed rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);"><img
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<div class="commentcount" style="float: right; color: rgb(170, 170, 170); font-size: 20px; margin: 0px; padding: 5px 0px 0px; font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;">3</div>
<span class="authorlink" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 1.5em;">Ana</span>
<span class=""></span><br>
<a class="commentlink" href="http://cienciasdasaude.med.br/?p=1749#comment-2889"
title="" style="color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; font-size: 10px;"></a></div>
<p style="margin: 0px 0px 12px;">Minha m�e foi internada hoje e
estou angustiada. Como � o tratamento??? tem cura???</p>
</li>
<li id="comment-2890" class="commentbody" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 5px; border: 1px solid rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);">
<div class="commenthead" style="color: rgb(0, 0, 0); padding: 5px 0px 10px; margin: 0px 0px 10px; border-bottom: 1px dashed rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);"><img
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<div class="commentcount" style="float: right; color: rgb(170, 170, 170); font-size: 20px; margin: 0px; padding: 5px 0px 0px; font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;">4</div>
<span class="authorlink" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 1.5em;">Heinz</span>
<span class=""></span><br>
<a class="commentlink" href="http://cienciasdasaude.med.br/?p=1749#comment-2890"
title="" style="color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; font-size: 10px;"></a></div>
<p style="margin: 0px 0px 12px;">Ana:<br>
O tratamento depende do tipo, tamanho e localiza��o do tumor,
mas a grande maioria tem cura.</p>
</li>
</ol>
</div>
<span style="font-weight: bold;"></span></div>
</div>
<div id="footer"></div>
<br>
</body>
</html>