__  __    __   __  _____      _            _          _____ _          _ _ 
 |  \/  |   \ \ / / |  __ \    (_)          | |        / ____| |        | | |
 | \  / |_ __\ V /  | |__) | __ ___   ____ _| |_ ___  | (___ | |__   ___| | |
 | |\/| | '__|> <   |  ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \  \___ \| '_ \ / _ \ | |
 | |  | | |_ / . \  | |   | |  | |\ V / (_| | ||  __/  ____) | | | |  __/ | |
 |_|  |_|_(_)_/ \_\ |_|   |_|  |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1
 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram
 Telegram Address : @jackleet
        
        
For_More_Tools: Telegram: @jackleet | Bulk Smtp support mail sender | Business Mail Collector | Mail Bouncer All Mail | Bulk Office Mail Validator | Html Letter private



Upload:

Command:

www-data@216.73.216.10: ~ $
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">
<html>
<head>
  <meta http-equiv="content-type"
 content="text/html; charset="UTF-8">
  <title>Os Romanos</title>
  <link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css"
 media="screen">
</head>
<body>
<div id="container">
<div id="header" title="sitename">
<h1 style="text-align: center;"><img
 style="width: 800px; height: 120px;" alt="" src="logo.jpg"></h1>
</div>
<div class="blogentry">
<div style="text-align: center;"><iframe src="indice.html"
 frameborder="0" height="20" width="800"></iframe></div>
<center><font class="option" color="#000000"><b><br>
</b></font></center>
<br>
<h2 style="text-align: center;" class="art-PostHeader">
Os Romanos
</h2>
<div class="art-PostMetadataHeader">
<div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><span
 class="post-edit-link"></span><a class="post-edit-link"
 href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-admin/post.php?post=5949&amp;action=edit"
 title="Editar posts"><br>
</a>
</div>
</div>
<h4 style="text-align: justify;"><span id="more-5949"></span>Roma
&ndash; Da Funda&ccedil;&atilde;o &agrave;
Rep&uacute;blica</h4>
<p style="text-align: justify;">A
pen&iacute;nsula italiana, situada no
meio do Mediterr&acirc;neo, estava povoada, j&aacute; no
s&eacute;culo
VIII a.C., por v&aacute;rios grupos distintos. Destes,
destacavam-se os
etruscos, os italiotas, os gregos, os gauleses e outros. Os gauleses
habitavam a G&aacute;lia Cisalpina, os gregos, a Magna
Gr&eacute;cia,
os etruscos, a Etr&uacute;ria (atual Toscana), os italiotas, outras
&aacute;reas da pen&iacute;nsula.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
mais importantes de todos esses
povos foram os etruscos. De origem asi&aacute;tica, ocupando
f&eacute;rteis solos da It&aacute;lia centro-ocidental, logo
desenvolveram avan&ccedil;ada civiliza&ccedil;&atilde;o.
Durante cerca
de 5 s&eacute;culos, lavradores, comerciantes e artistas etruscos
estenderam sua influ&ecirc;ncia pelo Mediterr&acirc;neo,
mantendo
rela&ccedil;&otilde;es com os vizinhos peninsulares e
continentais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<span class="shutterset_singlepic603"><img
 style="width: 300px; height: 192px; float: left;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/603.jpg"
 alt="A loba que amamentou R&ocirc;mulo e Remo"
 title="A loba que amamentou R&ocirc;mulo e Remo"></span>No
ano de 753 a.C., segundo a tradi&ccedil;&atilde;o, foi fundada
Roma,
&agrave;s margens do rio Tibre, na regi&atilde;o do
L&aacute;cio. O
fundador da cidade teria sido R&ocirc;mulo. Este, juntamente com
seu
irm&atilde;o Remo, foi alimentado por uma loba, ap&oacute;s
terem sido
abandonados por ordem de Am&uacute;lio, rei de Alba, a Longa.
Ap&oacute;s a funda&ccedil;&atilde;o de Roma,
R&ocirc;mulo assassinou
seu irm&atilde;o, tornando-se o primeiro rei da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
o reinado de R&ocirc;mulo, como
a cidade n&atilde;o possu&iacute;sse mulheres, foi organizada
uma
grande festa, &agrave; qual compareceram os Sabinos, suas filhas e
esposas. A uma ordem de R&ocirc;mulo, seus companheiros raptam as
mulheres Sabinas, fazendo-as, da&iacute; por diante, suas esposas.
Estava resolvido o problema da sobreviv&ecirc;ncia da
popula&ccedil;&atilde;o romana.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
a morte de R&ocirc;mulo,
desaparecido numa tempestade e, desde ent&atilde;o, adorado como um
Deus (Quirino), Roma teve mais 6 reis. Seus sucessores foram: Numa
Pomp&iacute;lio (legislador e organizador de um
calend&aacute;rio);
T&uacute;lio Ost&iacute;lio (que guerreou contra Alba a Longa);
Anco
M&aacute;rcio (construtor do porto de &Oacute;stia);
Tarqu&iacute;nio
Prisco (construtor de um sistema de esgotos &ndash; cloacas
&ndash; da
cidade); S&eacute;rvio T&uacute;lio (que fortificou as muralhas
e
defesas); Tarqu&iacute;nio, o Soberbo (que concluiu o templo de
J&uacute;piter &ndash; o Capit&oacute;lio).</p>
<p style="text-align: justify;">Os
3 &uacute;ltimos reis eram de origem
etrusca. Seu governo caracterizou-se por grandes melhoramentos
p&uacute;blicos, mas os romanos n&atilde;o os aceitavam sem
suspeita.
Apesar do poder do rei ser bastante limitado pelo Senado (formado pelos
cidad&atilde;os ricos, ou patr&iacute;cios) o reinado do
&uacute;ltimo
Tarqu&iacute;nio foi muito agitado. Procurando apoio nos plebeus
(pobres, sem direitos pol&iacute;ticos), Tarqu&iacute;nio, o
Soberbo,
foi deposto em 510 a.C. pelos patr&iacute;cios, que proclamaram a
Rep&uacute;blica.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
a proclama&ccedil;&atilde;o da
Rep&uacute;blica, Roma passou a ser governada por 2
c&ocirc;nsules
eleitos anualmente pelo Senado. Durante as guerras, ou
&eacute;pocas de
crise, um deles era nomeado ditador pelo prazo de seis meses. Sua
palavra era a lei e a grande autoridade de que estava investido
facilitava a solu&ccedil;&atilde;o dos problemas da
Rep&uacute;blica.</p>
<p style="text-align: justify;">O
Senado, em &eacute;pocas normais, era
o maior poder da Rep&uacute;blica. Formado, inicialmente, por 300
cidad&atilde;os, tinha muitos privil&eacute;gios e grande
prest&iacute;gio. Al&eacute;m dos senadores e dos
c&ocirc;nsules, a
Rep&uacute;blica romana tinha os censores (que cuidavam dos bons
costumes e contavam a popula&ccedil;&atilde;o); os questores
(que
cobravam os impostos); os pretores (juizes); os edis,
respons&aacute;veis pelo bom estado dos edif&iacute;cios e
pelos jogos
anuais; os pont&iacute;fices (sacerdotes respons&aacute;veis
pelos
cultos).</p>
<p style="text-align: justify;">No
in&iacute;cio da Rep&uacute;blica a
popula&ccedil;&atilde;o romana estava dividida em
patr&iacute;cios
(privilegiados) e plebeus (destitu&iacute;dos dos direitos mais
elementares). A situa&ccedil;&atilde;o destes
&uacute;ltimos
agravava-se ap&oacute;s as guerras, de que voltavam endividados.
Eram,
muitas vezes, transformados em escravos com toda a fam&iacute;lia
por
causa da sua impossibilidade de saldar as contas. Al&eacute;m disso
suas terras eram tomadas pelos patr&iacute;cios, seus credores.</p>
<p style="text-align: justify;">Levados
ao desespero pela falta de
direitos e pelo agravamento de sua situa&ccedil;&atilde;o, os
plebeus
iniciam uma luta para obterem melhor condi&ccedil;&atilde;o
social.
Retiram-se da cidade para o Monte Aventino, resolvidos a fundar uma
nova cidade. Os patr&iacute;cios, vendo que sem os plebeus Roma
estaria
perdida, resolvem ceder. A partir de ent&atilde;o a plebe conquista
o
direito de ser defendida pelos tribunos da plebe, que tinham direito de
veto.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais
tarde os plebeus conseguem fazer
com que as leis da Rep&uacute;blica sejam escritas, para que todos
as
conhecessem. Foi a Lei das 12 T&aacute;buas &ndash; gravadas em
l&acirc;minas de bronze e afixadas no F&oacute;rum. A seguir,
n&atilde;o sem muita luta, os plebeus conseguem o direito de se
casarem
com patr&iacute;cias. Aos poucos v&atilde;o desaparecendo as
diferen&ccedil;as entre as duas classes.</p>
<p style="text-align: justify;">A
pr&oacute;xima conquista foi o
direito de acesso ao consulado e aos demais cargos da
Rep&uacute;blica.
Ao chegar o ano 300 a.C., praticamente havia em Roma uma s&oacute;
classe, pelo menos no que respeitava aos direitos civis. Entretanto, a
influ&ecirc;ncia do dinheiro dava aos ricos o verdadeiro controle
da
Rep&uacute;blica.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde
a funda&ccedil;&atilde;o Roma
n&atilde;o parou de crescer. Ainda ao tempo dos reis as cidades
vizinhas foram, pouco a pouco, submetidas ao controle romano. O
dom&iacute;nio de Roma sobre seus vizinhos e rivais n&atilde;o
se fez
sem sangue. Duras foram as lutas travadas contra os etruscos, os
Volcos, os &Eacute;quos e outros. Algumas vezes a cidade caiu e foi
cruelmente saqueada.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos
poucos, por&eacute;m, os romanos
dominam a It&aacute;lia central. Ao norte, os gauleses, que
j&aacute;
haviam devastado a cidade anteriormente, foram sempre um inimigo a ser
atacado. Ao cabo de sangrentas lutas, por meio s&eacute;culo, os
gauleses s&atilde;o detidos e confinados &agrave;s montanhas do
norte.</p>
<p style="text-align: justify;">A
expans&atilde;o da Rep&uacute;blica
n&atilde;o podia parar. Ao sul estava a Magna Gr&eacute;cia,
povoada
pelos gregos, com ricas cidade prometendo generosos tributos.
&Eacute;
iniciada a conquista. Algumas cidades submetem-se sem resist6encia.</p>
<p style="text-align: justify;">Tarento,
uma delas, pode aux&iacute;lio
a Pirro, rei do &Eacute;piro, que lan&ccedil;a elefantes no
combate aos
romanos. Ap&oacute;s sangrentas lutas, Pirro sai vencedor, mas
&agrave;
custa de quase todo seu ex&eacute;rcito. Pirro teria exclamado
&ldquo;mais outra vit&oacute;ria dessas e estou
perdido&hellip;&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
romanos voltam &agrave; carga. Pirro
&eacute; vencido e retira-se para a Gr&eacute;cia. O sul da
It&aacute;lia fica submetido &agrave; autoridade romana.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
o dom&iacute;nio da Magna
Gr&eacute;cia os romanos passam a ter um vizinho
indesej&aacute;vel:
Cartago. Essa rica cidade do norte da &Aacute;frica tinha o
dom&iacute;nio da Sic&iacute;lia. Os cartagineses, povo
navegador, em
franca expans&atilde;o pelo Mediterr&acirc;neo, passam a
incomodar os
romanos em seu projeto imperialista. O choque de Roma e Cartago era
iminente. Foi o que veio a chamar-se de Guerras P&uacute;nicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Roma
esperava apenas um pretexto para
atacar sua rival. Este chegou, quando Messina foi atacada pelo rei de
Siracusa, com o apoio de Cartago. Roma veio em socorro de Messina,
iniciando a primeira guerra p&uacute;nica que duraria 20 anos. Os
soldados cartagineses eram quase todos mercen&aacute;rios. Apesar
disso, sob o comando de Am&iacute;lcar Barca, conseguem alguns
triunfos
contra os romanos na Sic&iacute;lia.</p>
<p style="text-align: justify;">No
mar, apesar de superiores, os
cartagineses acabam por sofrer v&aacute;rias derrotas. Desanimados,
resolvem pedir paz a Roma. Enviam o pr&oacute;prio c&ocirc;nsul
romano
R&eacute;gulo, que ca&iacute;ra prisioneiro, com a
miss&atilde;o de
propor a paz. R&eacute;gulo, por&eacute;m, aconselha seus
patr&iacute;cios a continuar a guerra. Ao voltar a Cartago, como
castigo, &eacute; supliciado dentro de um barril cheio de
l&acirc;minas, posto a rolar por uma encosta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
fim da guerra, Cartago perde a
Sic&iacute;lia, a C&oacute;rsega e a Sardenha. Assim, os
romanos
dominam todo o sul da pen&iacute;nsula. A seguir, v&atilde;o
combater
mais uma vez os gauleses, no norte.</p>
<p style="text-align: justify;">Derrotados
na primeira guerra, os
cartagineses preparam-se para &agrave; desforra. Am&iacute;lcar
Barca
conquista a Espanha, onde se recupera da perda da Sic&iacute;lia. A
Espanha era rica de cereais, al&eacute;m de ferro, prata e ouro.
Ali, o
grande general reorganiza seu ex&eacute;rcito.</p>
<p style="text-align: justify;">Morto
Am&iacute;lcar, sucede-o seu
filho An&iacute;bal. Educado para ter &oacute;dio a Roma,
An&iacute;bal
jura vencer a grande inimiga de sua p&aacute;tria. Parte da Espanha
&agrave; frente de 100 mil homens e 37 elefantes. Atravessa os
Pirineus
e os Alpes, suportando o frio intenso de seus cumes nevados, e
alcan&ccedil;a a It&aacute;lia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
chegar &agrave; plan&iacute;cie do
P&oacute;, perdera metade de seu ex&eacute;rcito. Apesar disso
derrotou
por 3 vezes as for&ccedil;as romanas que foram
alcan&ccedil;&aacute;-lo. A seguir, parecia querer atacar Roma.
A
cidade de Roma. A cidade tomou-se de p&acirc;nico.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto,
o grande cartagin&ecirc;s
preferiu esperar, acampado em C&aacute;pua, refor&ccedil;os de
sua
terra. Esses refor&ccedil;os tardaram. Finalmente, as tropas
cartaginesas que lhe vinham ao encontro, sob o comando de
Asdr&uacute;bal, seu irm&atilde;o, s&atilde;o derrotados.
(Batalha de
Metauro).</p>
<p style="text-align: justify;">Os
romanos atacam e conquistam a
Espanha. A seguir, para for&ccedil;ar An&iacute;bal a deixar a
It&aacute;lia, desembarcam na &Aacute;frica. An&iacute;bal
parte em
socorro de sua terra, mas &eacute; derrotado em Zama (202 a.C.)
pelas
tropas do romano Cipi&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Severa
foi a pena imposta a Cartago
pelos romanos. Obrigada a pagar pesada
indeniza&ccedil;&atilde;o, assim
mesmo ficava proibida de fazer guerra a outros povos sem ordem do
senador romano. Enquanto isso, em Roma, o senador Cat&atilde;o
iniciava
intensa campanha contra Cartago. Todos os seus discursos eram
encerrados com a frase &ldquo;Delenda Cartago&rdquo; (Cartago
precisa
ser destru&iacute;da). Pouco a pouco os romanos v&atilde;o-se
convencendo dessa necessidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Faltava,
por&eacute;m, o pretexto para
a nova guerra. Este chegou, quando Cartago &eacute; atacada pelo
rei da
Num&iacute;dia, Massinissa. Apesar dos protestos cartagineses, o
senado
romano n&atilde;o lhes deu aten&ccedil;&atilde;o. Cartago
resolve
defender-se, atacando Massinissa. Os romanos acusam Cartago de haver
violado o tratado de paz e lhes imp&otilde;em a entrega de todos os
seus navios e o abandono da cidade. Deveriam fundar outra, no interior
da &Aacute;frica.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal
ordem era absurda e Cartago a
rejeita. Os romanos atacam a cidade, que resiste ferozmente. Apesar da
her&oacute;ica resist&ecirc;ncia cartaginesa os romanos
avan&ccedil;am
palmo a palmo. Ao fim, as for&ccedil;as de Cipi&atilde;o
Emiliano
arrasam totalmente a cidade (146 a.C.).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Uma
Origem Lend&aacute;ria</h4>
<p style="text-align: justify;">As
origens de Roma est&atilde;o
situadas no s&eacute;culo VIII a.C. Nos primeiros tempos a cidade
foi
t&atilde;o insignificante que passou despercebida. Mais tarde,
j&aacute; ent&atilde;o centro urbano de um povo em franca
expans&atilde;o, surgem lendas que procuram ligar a origem de Roma
&agrave; cidade de Alba, a Longa, ou mesmo, &agrave; distante
Tr&oacute;ia.</p>
<p style="text-align: justify;">A
lenda mais conhecida conta que os
reis de Alba, a Longa, descendiam de En&eacute;ias, o famoso
troiano,
que se refugiara na It&aacute;lia ap&oacute;s o
inc&ecirc;ndio de sua
cidade. N&uacute;mitor, rei que havia sido destronado por seu
irm&atilde;o, Am&uacute;lio, tinha uma filha &ndash;
R&eacute;ia
S&iacute;lvia. Esta, sacerdotisa do templo de Vesta, inspirou
violenta
paix&atilde;o ao deus Marte e deu &agrave; luz dois
g&ecirc;meos:
R&ocirc;mulo e Remo. Os meninos foram lan&ccedil;ados ao rio
Tibre, em
uma cesta, por Am&uacute;lio, que queria desfazer-se deles.
Descendo o
rio, a cesta foi parar aos p&eacute;s do Monte Palatino, onde uma
loba
a achou e amamentou as crian&ccedil;as. Mais tarde, um pastor as
encontrou, tomando-as sob sua prote&ccedil;&atilde;o. Sabedores
de sua
origem, os irm&atilde;os voltam a Alba, a Longa, destronam
Am&uacute;lio e rep&otilde;em seu av&ocirc; no trono. Em
753 a.C. ambos
fundam Roma, &agrave;s margens do rio Tibre.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra
lenda conta simplesmente que
En&eacute;ias, fugindo de Tr&oacute;ia ap&oacute;s seu
inc&ecirc;ndio,
estabelece-se no L&aacute;cio e funda Roma. Essa lenda &eacute;
contada
por Virg&iacute;lio.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer
que tenha sido sua verdadeira
origem, o fato &eacute; que Roma, merc&ecirc; de sua excelente
localiza&ccedil;&atilde;o (&agrave;s margens do Tibre e
sobre colinas
estrat&eacute;gicas), expandiu-se sempre. Logo se estendia sobre 7
colinas (Palatino, Capit&oacute;lio, Aventino, Quirinal, Viminal,
C&eacute;lio e Esquillino). Ainda ao tempo dos reis serviu-se de um
porto (&Oacute;stia) que lhe dava acesso ao mar, antecipando o
futuro
expansionismo que iria transformar o Mediterr&acirc;neo num
&ldquo;lago&rdquo; romano.<a class="shutterset_singlepic387"
 title="O suic&iacute;dio de Lucr&eacute;cia Borjia"
 href="http://antonini.med.br/blog/wp-content/gallery/hfar/800px-joerg_breu_the_elder_-_the_suicide_of_lucretia.jpg"><br>
</a><br>
<a
 href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/604.jpg"
 title="" class="shutterset_singlepic604"> </a><a
 href="../paginas/hfar-os_romanos-imagem-1.html"><img
 style="border: 0px solid ; float: right; width: 320px; height: 221px;"
 class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/604__320x240_604.jpg"
 alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>
De 753 a 510 a.C., Roma foi uma monarquia. Consta que teve 7 reis, os 3
&uacute;ltimos de origem etrusca. Durante a realeza a cidade era
dotada
de pr&eacute;dios modestos, sendo a vida do povo bastante simples.
Ao
lado do rei havia o Senado, dividindo a responsabilidade do governo. O
&uacute;ltimo rei foi deposto por um golpe de estado desfechado
pelos
patr&iacute;cios sob a alega&ccedil;&atilde;o de
leg&iacute;tima defesa
da honra de Lucr&eacute;cia, uma jovem patr&iacute;cia que
teria sido
violentada por um dos netos de Tarqu&iacute;nio O Soberbo, que
proclamou a Rep&uacute;blica.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As
Eficientes Legi&otilde;es Romanas</h4>
<p style="text-align: justify;"><span class="shutterset_singlepic388"><br>
<a
 href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/605.gif"
 title="" class="shutterset_singlepic605"> </a><a
 href="../paginas/hfar-os_romanos-imagem-2.html"><img
 style="border: 0px solid ; width: 189px; height: 240px; float: left;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/605__320x240_605.gif"
 alt="clique para ampliar" title="clique para ampliar"></a>
</span>Na &eacute;poca nenhum
povo teve uma organiza&ccedil;&atilde;o
militar superior &agrave; dos romanos. Baseava-se ela na cega
obedi&ecirc;ncia do soldado a seus chefes, atrav&eacute;s de
uma
r&iacute;gida disciplina militar.</p>
<p style="text-align: justify;">O
chefe (dux) tinha sob suas ordens os
legados, decuri&otilde;es e centuri&otilde;es. As
legi&otilde;es eram
compostas de 5 a 6 mil homens. A infantaria ligeira (velites), a
cavalaria (equites) e a artilharia formavam corpos bem adestrados,
revelando seu excelente conhecimento b&eacute;lico nos combates. A
artilharia empregava m&aacute;quinas de ataque como catapultas e
ar&iacute;etes para for&ccedil;ar as portas das fortalezas.</p>
<p style="text-align: justify;">O
soldado covarde era morto a pauladas
por seus pr&oacute;prios companheiros. Em caso de motim, ao
inv&eacute;s de todo o grupo ser punido, escolhia-se um soldado em
cada
vez, que era executado (dizimar). A carreira militar, gra&ccedil;as
&agrave; r&eacute;gia paga e aos privil&eacute;gios que
acumulou com o
tempo, era muito atraente. Os soldados eram treinados no Campo de Marte
(&agrave;s margens do Tibre) e seus exerc&iacute;cios eram,
basicamente, corridas, assaltos, manejo de espada,
nata&ccedil;&atilde;o, marchas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">As
armas eram muito variadas.
geralmente, al&eacute;m do escudo, possu&iacute;am uma espada
curta de
dois fios e uma lan&ccedil;a (pilum), que atiravam contra o
inimigo.
Al&eacute;m do escudo, protegiam a cabe&ccedil;a com um
capacete e o
corpo com armaduras e perneiras.</p>
<p style="text-align: justify;">A
legi&atilde;o romana dividia-se em
man&iacute;pulos durante os combates. Era superior &agrave;
falange
maced&ocirc;nica, mas em luta contra a cavalaria, levava
desvantagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
legion&aacute;rios romanos eram
not&aacute;veis no cerco de fortalezas ou cidades. Formavam
cintur&otilde;es ao redor da &aacute;rea sitiada, cavavam
trincheiras e
tentavam vencer as muralhas atrav&eacute;s de torres de assalto
providas de rodas. &Agrave;s vezes cavavam t&uacute;neis e
penetravam
na cidade pelo subsolo. Outras, arrombavam as portas com poderosos
ar&iacute;etes. Quando atacavam a defesa da pra&ccedil;a de
guerra,
avan&ccedil;avam em grupo, protegidos pelos escudos ao alto das
cabe&ccedil;as, o que lhes dava o aspecto de gigantescas tartarugas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">De
Conquistados a Conquistadores</h4>
<p style="text-align: justify;">Desde
os primeiros tempos de sua
exist&ecirc;ncia, Roma esteve em guerra. Inicialmente foram lutas
em
defesa de sua sobreviv&ecirc;ncia, quando sofreu ataques de seus
vizinhos. Os gauleses foram um de seus mais s&eacute;rios inimigos.
Invadindo a It&aacute;lia, pelo norte, atacaram primeiro os
etruscos.
Em 390 a.C. derrotaram os romanos junto &agrave;s margens do rio
Allia,
afluente do Tibre. Apavorada, a popula&ccedil;&atilde;o
abandonou a
cidade, nela apenas ficando alguns bravos, sitiados no
Capit&oacute;lio
por 7 meses. Numa madrugada os defensores foram acordados pelo grasnar
dos gansos sagrados, denunciando um ataque dos gauleses, que os
sitiavam. Finalmente, depois de receberem mil libras de ouro como
indeniza&ccedil;&atilde;o, os gauleses retiraram-se e os
romanos
regressaram &agrave; sua cidade saqueada.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
esses duros dias, Roma
aperfei&ccedil;oou sua defesa. Fortificou pontos
estrat&eacute;gicos,
adestrou seus soldados e passou &agrave; ofensiva. Primeiramente
anexou
a Camp&acirc;nia, venceu os Samnitas e apossou-se da parte central
da
It&aacute;lia. A seguir atacou para o norte, expulsando os gauleses
do
Vale do P&oacute;. Depois expandiu-se para o sul, onde venceu os
gregos
da Magna Gr&eacute;cia (sul da It&aacute;lia e
Sic&iacute;lia).
J&aacute; ent&atilde;o, os romanos eram donos de toda a
It&aacute;lia.
A seguir, tiveram lugar as guerras P&uacute;nicas, ao fim das quais
Cartago foi riscada do mapa. Restavam-lhes, apenas, o resto do mundo
para conquistar. Isso, por&eacute;m, seria feito mais tarde,
meticulosamente, ao tempo do Imp&eacute;rio.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Roma
&ndash; do Apogeu &agrave;
Decad&ecirc;ncia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
ter realizado grandes
conquistas a Rep&uacute;blica romana foi agitada por violentas
lutas
internas de car&aacute;ter social. Prevaleciam as
condi&ccedil;&otilde;es injustas dos patr&iacute;cios
privilegiados e
dos plebeus quase sem nenhum direito. Numerosos foram os plebeus
arruinados pelas guerras. Suas terras tomadas pelos
patr&iacute;cios
como pagamento de d&iacute;vidas, iam-se concentrando na
m&atilde;o de
alguns privilegiados, ficando a maioria desprovida de suas propriedades.</p>
<p style="text-align: justify;">
</p>
<p style="text-align: justify;">
<span class="shutterset_singlepic606"><img
 style="float: left; width: 300px; height: 273px;"
 class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/606.jpg"
 alt="Os irm&atilde;os Graco" title="Os irm&atilde;os Graco"></span>Dois
irm&atilde;os, Caio e Tib&eacute;rio Graco, levantaram-se
contra
esse estado de coisas. Pretendiam eles redistribuir as terras
p&uacute;blicas, ent&atilde;o em poder da nobreza, para os
desocupados.
Com isso esperavam aumentar a produ&ccedil;&atilde;o
agr&iacute;cola e
acabar com o grande n&uacute;mero de pessoas sem trabalho. Estas se
acumulavam em Roma, dando lugar a desordens.</p>
<p style="text-align: justify;">Tib&eacute;rio
Graco, autor da
tentativa de reforma agr&aacute;ria, ficou marcado pelos
propriet&aacute;rios. Apesar de aprovada, sua lei n&atilde;o
conseguiu
ser aplicada corretamente por causa da sabotagem. O pr&oacute;prio
Tib&eacute;rio foi assassinado a pauladas, na companhia de 300
companheiros, pelos senadores romanos, seus inimigos. (133 a.C.).</p>
<p style="text-align: justify;">Caio
Graco, eleito tribuno pouco
depois, retomou os planos de seu infeliz irm&atilde;o. Fundou
col&ocirc;nias agr&iacute;colas, fornecendo alimentos para as
classes
pobres, lutando pela mais justa distribui&ccedil;&atilde;o das
terras
da Rep&uacute;blica. Entretanto, pouco depois, novo golpe dos
senadores
&eacute; tramado contra ele. Para n&atilde;o ser aprisionado,
pede a um
escravo que o mate; tr&ecirc;s mil de seus seguidores
s&atilde;o
brutalmente assassinados (121 a.C.).</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem-se
anos de grande
agita&ccedil;&atilde;o. Generais passam a dirigir os
acontecimentos.
Alguns defendem os plebeus, como M&aacute;rio; outros, os
patr&iacute;cios, como Sila. Ambos, al&eacute;m de rivais,
executaram
cru&eacute;is repress&otilde;es contra seus inimigos. Foram
anos de
lutas sangrentas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais
tarde o poder fica nas m&atilde;os
de Pompeu. Este alia-se a J&uacute;lio C&eacute;sar, seu sogro
e a
Crasso, romano de grande fortuna. Forma-se o Primeiro Triunvirato.
Gra&ccedil;as ao apoio de seus companheiros, J&uacute;lio
C&eacute;sar
&eacute; feito c&ocirc;nsul.</p>
<p style="text-align: justify;">Dotado
de grande capacidade de trabalho
e de brilhante intelig&ecirc;ncia, C&eacute;sar logo se
destaca.
&Eacute; designado para realizar a conquista das G&aacute;lias
(atual
Fran&ccedil;a). Crasso &eacute; enviado para conquistar o
Oriente.
Pompeu fica em Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto
C&eacute;sar consegue vencer
os gauleses gra&ccedil;as a seu brilho militar, Pompeu
come&ccedil;a a
tem&ecirc;-lo, devido ao seu crescente prest&iacute;gio em
Roma.
Apoiado pelo Senado, Pompeu ordena a C&eacute;sar que licencie suas
tropas. Desobedecendo a Pompeu, C&eacute;sar marcha com seu
ex&eacute;rcito contra Roma. Pompeu foge para o Egito, onde
&eacute;
assassinado, ao chegar, por ordem de Ptolomeu, que pretendia agradar a
C&eacute;sar.</p>
<p style="text-align: justify;">Indignado,
J&uacute;lio C&eacute;sar
vai ao Egito, destrona Ptolomeu, colocando sua irm&atilde;
Cle&oacute;patra no poder. Em seguida, d&aacute; combate ao rei
do
Ponto e aos generais de Pompeu na &Aacute;frica e na Espanha. A
todos
vence.</p>
<p style="text-align: justify;">Regressando
a Roma, C&eacute;sar
&eacute; feito ditador. Recebendo honrarias e t&iacute;tulos do
Senado,
C&eacute;sar come&ccedil;a a revelar seus dotes de grande
estadista.
D&aacute; terras &agrave; plebe, reforma o
calend&aacute;rio, obriga os
ricos propriet&aacute;rios a dar trabalho aos homens livres
desocupados
em Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">Esp&iacute;rito
nobre, perdoa seus
antigos inimigos, a muitos dando cargos em seu governo. Entretanto,
despertando desconfian&ccedil;as entre os nobres, que temiam viesse
C&eacute;sar tornar-se rei, &eacute; trai&ccedil;oeiramente
assassinado
em pleno Senado (15 de mar&ccedil;o de 44 a.C.). Entre seus
assassinos
estava seu filho adotivo, Bruthus.</p>
<p style="text-align: justify;">Morto
C&eacute;sar, o c&ocirc;nsul
Marco Ant&ocirc;nio agita a popula&ccedil;&atilde;o contra
os
assassinos que fogem.</p>
<p style="text-align: justify;">Marco
Ant&ocirc;nio, novo senhor de
Roma, passa a liderar a vida da Rep&uacute;blica. Eis
por&eacute;m que
Ot&aacute;vio um sobrinho-neto de C&eacute;sar, e seu herdeiro,
passa a
reivindicar o poder, apoiado pelo grande orador C&iacute;cero e
Ot&aacute;vio. Ap&oacute;s breve luta contra Marco
Ant&ocirc;nio, ambos
fazem com L&eacute;pido um acordo pol&iacute;tico, formando o
2.&ordm;
Triunvirato. Saindo em persegui&ccedil;&atilde;o a Bruthus e
Cassius,
os autores da conspira&ccedil;&atilde;o contra
C&eacute;sar, os
tri&uacute;nviros derrotam as tropas em fuga. Cassius e Bruthus
suicidam-se. A seguir, o Triunvirato divide o territ&oacute;rio da
Rep&uacute;blica: L&eacute;pido, a &Aacute;frica;
Ot&aacute;vio, a
It&aacute;lia e o Ocidente; Marco Ant&ocirc;nio, o Oriente.</p>
<p style="text-align: justify;">L&eacute;pido
logo &eacute; afastado.
Ot&aacute;vio procura manter a ordem em seus dom&iacute;nios.
Marco
Ant&ocirc;nio, derrotado no Oriente refugia-se no Egito, onde se
casa
com Cle&oacute;patra. Comete, entretanto, alguns atos que provocam
revolta. Entre eles estava a doa&ccedil;&atilde;o, aos filhos
de
Cle&oacute;patra, de peda&ccedil;os do territ&oacute;rio
romano.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
ordem do Senado para combater Marco
Ant&ocirc;nio, Ot&aacute;vio parte para o Egito. Vencido na
batalha
naval de &Aacute;cio (31 a.C.), Marco Ant&ocirc;nio suicida-se.</p>
<p style="text-align: justify;">
</p>
<div style="text-align: justify;" id="attachment_5957">
<span class="shutterset_singlepic607"><img
 style="float: right; width: 200px; height: 300px;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/607.jpg" alt="Cle&oacute;patra"
 title="Cle&oacute;patra"></span>Para
n&atilde;o ser levada prisioneira a Roma, Cle&oacute;patra
tamb&eacute;m se mata, deixando-se picar por uma serpente venenosa.
O
Egito &eacute; transformado em prov&iacute;ncia romana. Tal
fato marca
o fim da Rep&uacute;blica.</div>
<p style="text-align: justify;">S&oacute;
no governo, Ot&aacute;vio
absorve toda a fonte do poder. Recebe os t&iacute;tulos de
Imperador e
de Pr&iacute;ncipe do Senado. Depois o de Augusto. Embora mantendo,
na
apar&ecirc;ncia, todas as institui&ccedil;&otilde;es
republicanas,
Ot&aacute;vio transforma Roma num Imp&eacute;rio.</p>
<p style="text-align: justify;">Augusto,
como &eacute; ent&atilde;o
chamado, demonstrou dotes de excelente administrador. Dividiu o
Imp&eacute;rio Romano em prov&iacute;ncias, nomeou para cada
uma delas
eficientes governantes, aos quais fiscalizava. Qualquer
viol&ecirc;ncia
praticada contra um cidad&atilde;o das prov&iacute;ncias podia
ser
julgada pelo Imperador em Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">Regularizou-se
a cobran&ccedil;a de
impostos. O ex&eacute;rcito foi reorganizado e levado &agrave;s
fronteiras do Imp&eacute;rio. Combateu-se o crime. A
popula&ccedil;&atilde;o de Roma e das prov&iacute;ncias foi
contada
atrav&eacute;s de um recenseamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Roma
transformou-se. Majestosos
edif&iacute;cios foram levantados. O povo tinha
espet&aacute;culos
p&uacute;blicos de gladiadores, al&eacute;m de receber
v&iacute;veres
do Estado. Augusto disse: &ldquo;recebi uma cidade de tijolos e
deixo
uma cidade de m&aacute;rmore.&rdquo;</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
governar durante 44 anos,
Augusto morreu no ano 14 da Era Crist&atilde;. Seu governo foi a
fase
de ouro de Roma, comparado ao s&eacute;culo de P&eacute;ricles,
em
Atenas. Houve longo per&iacute;odo de paz. Grandes poetas
abrilhantaram
a cultura (Virg&iacute;lio &ndash; as
&ldquo;Buc&oacute;licas&rdquo;,
Hor&aacute;cio &ndash;
&ldquo;S&aacute;tiras&rdquo;, Ov&iacute;dio
&ndash; &ldquo;Metamorfoses&rdquo;). Tamb&eacute;m o
grande historiador
romano Tito L&iacute;vio foi de sua &eacute;poca.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez
o mais transcendental fato
ocorrido durante o governo de Augusto tenha sido, por&eacute;m, o
nascimento de Jesus Cristo, em Bel&eacute;m de Jud&aacute;,
ent&atilde;o uma das prov&iacute;ncias de Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
Augusto seguem-se seus
sucessores em n&uacute;mero de 10, conhecidos por 12
C&eacute;sares
(incluindo J&uacute;lio C&eacute;sar e o pr&oacute;prio
Augusto). Os 4
primeiros foram da fam&iacute;lia de C&eacute;sar:
Tib&eacute;rio,
Cal&iacute;gula, Cl&aacute;udio e Nero. Apesar de prosseguir a
prosperidade do Imp&eacute;rio, nenhum deles conseguiu ter o brilho
de
Augusto. Cal&iacute;gula, por exemplo, era louco. Sedento de sangue
mandou matar milhares de infelizes, al&eacute;m de nomear seu
cavalo,
Incitatus, senador.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo
o Imperador considerado divino,
sua palavra tinha for&ccedil;a de lei. Nero, apesar de louco, era
obedecido cegamente. Entre seus atos mais conhecidos constam: o
assass&iacute;nio de sua m&atilde;e, de seu irm&atilde;o,
da esposa e
de seus mestres, al&eacute;m de ter incendiado Roma. Acusando desse
ato
os crist&atilde;os, patrocinou a primeira
persegui&ccedil;&atilde;o da
hist&oacute;ria aos seguidores de Jesus Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros
dos 12 C&eacute;sares dignos de
realce foram os chamados Fl&aacute;vios: Vespasiano &ndash; bom
administrador; Tito &ndash; que tomou Jerusal&eacute;m;
Domiciano, que
pelo seu g&ecirc;nio cruel lembrava Nero. Durante o governo de Tito
houve uma erup&ccedil;&atilde;o do Ves&uacute;vio que
sepultou sob as
cinzas as cidades de Pomp&eacute;ia, Herculana e
Est&aacute;bias.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
os 12 C&eacute;sares, Roma
foi governada pelos Antoninos. Foi quando as fronteiras do
Imp&eacute;rio atingiram sua maior extens&atilde;o. Merecem
cita&ccedil;&atilde;o: Nerva, Trajano, Adriano, Antonino Pio,
Marco
Aur&eacute;lio e C&ocirc;modo. Durante o reinado dos Antoninos,
Roma
conheceu pontos altos e baixos. Dos bons governos de Trajano e Adriano
&agrave; persegui&ccedil;&atilde;o dos crist&atilde;os
(Marco
Aur&eacute;lio) ou &agrave; loucura (C&ocirc;modo).</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
os Antonini (plural de
Antoninvs em latim) veio a fase final de Roma, como Estado. A
decad&ecirc;ncia acelerava-se. Muito grande, o Imp&eacute;rio
era
dif&iacute;cil de administrar.</p>
<p style="text-align: justify;">Surgem
rivalidades freq&uuml;entes.
Generais disputam o trono, apoiados por suas tropas. H&aacute;
longos
per&iacute;odos de desordem, Diocleciano consegue deter
momentaneamente
o caos, restabelecendo a ordem no ex&eacute;rcito. Ordena,
tamb&eacute;m, a mais violenta persegui&ccedil;&atilde;o
aos
crist&atilde;os.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
crist&atilde;os eram perseguidos,
muitas vezes jogados &agrave;s feras nas arenas, porque sua
doutrina
entrava em conflito com a id&eacute;ia da divindade do Imperador.
Milhares de homens, mulheres e crian&ccedil;as foram sacrificados
pela
sua f&eacute;. Apesar disso, seu n&uacute;mero aumentava sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">At&eacute;
mesmo na nobreza romana e na
pr&oacute;pria fam&iacute;lia imperial, surgiram
crist&atilde;os.
Assim, em 312, o novo imperador de Roma, Constantino, resolve
tamb&eacute;m converter-se ao cristianismo. Assim fazendo, torna a
nova
religi&atilde;o oficial. Para nova sede do Imp&eacute;rio
Romano
&eacute; constru&iacute;da Constantinopla, magnificamente
situada entre
a Europa e a &Aacute;sia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
a morte de Teod&oacute;sio
(395), seus filhos resolvem dividir o Imp&eacute;rio Romano.
Arc&aacute;dio torna-se o dono do Imp&eacute;rio Romano do
Oriente, com
sede em Constantinopla. Hon&oacute;rio, do Imp&eacute;rio
Romano do
Ocidente, com sede em Roma. Para alguns, o ano de 395 marca,
tamb&eacute;m, o fim da Idade Antiga. Outros preferem considerar,
como
limite, a data da queda de Roma sob os b&aacute;rbaros de Odoacro
(476).</p>
<h4 style="text-align: justify;">A
Prosperidade Gerou a Ociosidade</h4>
<p style="text-align: justify;">A
vida humilde e simples que levavam os
romanos at&eacute; o s&eacute;culo I a.C. foi profundamente
alterada
com as conquistas. Verdadeiras multid&otilde;es de escravos
chegavam
anualmente &agrave; cidade, onde eram colocados a
servi&ccedil;o das
fam&iacute;lias patr&iacute;cias. No s&eacute;culo I os
escravos
romanos foram calculados em 1 milh&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma
fam&iacute;lia patr&iacute;cia
possu&iacute;a, &agrave;s vezes, centenas e at&eacute;
milhares de
escravos. Isso levou os costumes romanos, de in&iacute;cio severos,
ao
relaxamento. Os patr&iacute;cios viviam em festas e, sob o menor
pretexto, matavam seus escravos. &Agrave;s vezes davam
vaz&atilde;o a
seus instintos perversos, torturando pobres homens ou mulheres.
N&atilde;o eram raros os escravos marcados a ferro em brasa no
pr&oacute;prio rosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
territ&oacute;rios conquistados
pelos romanos eram administrados por pretores ou encarregados, que
procuravam cobrar impostos muitas vezes escorchantes. Gra&ccedil;as
a
isso crescia a fortuna de certas fam&iacute;lias e a prosperidade
da
Rep&uacute;blica (mais tarde Imp&eacute;rio).</p>
<p style="text-align: justify;">Grande
parte dos tributos cobrados por
Roma ia em forma de g&ecirc;neros. Assim, o trigo e outros cereais
chegavam da Sic&iacute;lia, da Espanha ou da &Aacute;frica em
grande
quantidade. Isso levou ao abandono da lavoura nas
imedia&ccedil;&otilde;es da capital e &agrave;
invas&atilde;o de Roma
pelas multid&otilde;es de ex-lavradores. A partir de
ent&atilde;o,
milhares de desempregados viviam pelas ruas, dependendo da
distribui&ccedil;&atilde;o de p&atilde;o, feita pelo
Estado, para sua
sobreviv&ecirc;ncia.</p>
<p style="text-align: justify;">Era
preciso ocupar, outra vez, as
terras improdutivas ao redor de Roma, para onde deveriam ir essas
multid&otilde;es de ex-lavradores. Essa foi uma das
raz&otilde;es da
luta dos irm&atilde;os Graco (Caio e Tib&eacute;rio) e, mais
tarde, de
M&aacute;rio e Sila, em prol de reformas sociais.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Os
Doze C&eacute;sares</h4>
<p style="text-align: justify;">1
&ndash; <strong>J&uacute;lio
C&eacute;sar</strong>
&ndash; Depois da morte de Pompeu, governa Roma
com sabedoria e discernimento. D&aacute; terra &agrave; plebe;
reforma
o Calend&aacute;rio; realiza reformas sociais. &Eacute;
assassinado por
Bruthus (seu filho adotivo) e outros senadores, no dia 15 de
mar&ccedil;o de 44 a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">Na
verdade, J&uacute;lio C&eacute;sar
jamais recebeu o t&iacute;tulo de Imperador, sendo aclamado e
entronado
em Roma antiga como Ditador Perp&eacute;tuo, em cuja
fun&ccedil;&atilde;o ele morreu. Al&eacute;m de Ditador
Perp&eacute;tuo, tamb&eacute;m foi declarado Sumo
Pont&iacute;fice de
Roma, sendo, portanto, o chefe e l&iacute;der espiritual dos
romanos.
Em outros palavras, os Doze C&eacute;sares na realidade eram apenas
Onze.</p>
<p style="text-align: justify;">2
-<strong> Augusto</strong>
&ndash;
Herdeiro de J&uacute;lio C&eacute;sar (e seu sobrinho),
Ot&aacute;vio
recebe o t&iacute;tulo de Augusto no ano 27 a.C., ap&oacute;s o
fim do
2.&ordm; Triunvirato. Governou em paz o Imp&eacute;rio (a pax
romana).
Cercou-se de artistas e fil&oacute;sofos, embelezando Roma e
aumentando
seu poder. Morre no ano 14 da Era Crist&atilde;, sendo deificado.
Em
latim, Augusto significa Divino.</p>
<p style="text-align: justify;">3
&ndash; <strong>Tib&eacute;rio</strong>
&ndash; Filho adotivo de Augusto, governa com justi&ccedil;a
nos
primeiros anos. O fim de seu reinado &eacute; sangrento, tendo
mandado
matar senadores suspeitos de conspira&ccedil;&atilde;o. Foi
assassinado
em Capri, onde vivia (37 d.C.).</p>
<p style="text-align: justify;">4
&ndash; <strong>Cal&iacute;gula</strong>
&ndash; Notabilizou-se pela loucura e desvarios de seu governo.
Obrigava o povo a ador&aacute;-lo no lugar de J&uacute;piter e
nomeou
seu cavalo &ndash; Incitatus &ndash; senador do
Imp&eacute;rio. Embora
muitos historiadores famosos atestem que a
nomea&ccedil;&atilde;o de
Incitatus fora um ato de loucura, na realidade, Cal&iacute;gula
queria
mesmo era dizer alto e em bom tom aos senadores do imp&eacute;rio
que
para ele &ndash; Cal&iacute;gula &ndash; os senadores
valiam tanto
quanto seu cavalo. Foi assassinado no ano 41, pelo prefeito da guarda
pretoriana.</p>
<p style="text-align: justify;">5
&ndash; <strong>Cl&aacute;udio</strong>
&ndash; Proclamado Imperador pelos assassinos de
Cal&iacute;gula,
governou com justi&ccedil;a. Entretanto, n&atilde;o
p&ocirc;de impedir
os crimes de suas esposas Messalina e Agripina, terminando por ser
envenenado por esta &uacute;ltima.</p>
<p style="text-align: justify;">6
&ndash; <strong>Nero</strong>
&ndash; Levado ao trono por sua m&atilde;e, Agripina, no ano
54, Nero
foi o mais louco dos imperadores de Roma. Sanguin&aacute;rio, manda
matar seu irm&atilde;o Brit&acirc;nico (filho de
Cl&aacute;udio), sua
m&atilde;e Agripina, sua esposa Ot&aacute;via, seus mestres
Burro e
S&ecirc;neca, o poeta Lucano e Pomp&eacute;ia, que matou com
violento
pontap&eacute;. Julgando-se poeta, manda incendiar Roma para
inspirar-se a compor um poema sobre o fim de Tr&oacute;ia. O fogo
alastrou-se pela cidade durante 17 dias. Para fugir &agrave;
revolta
popular, acusa os crist&atilde;os de incendi&aacute;rios e
leva-os ao
mart&iacute;rio no Coliseu, entregues &agrave;s feras, ou
transformados
em tochas humanas, para iluminar as ruas. Diante da revolta das
legi&otilde;es sublevadas pelo general Galba, suicida-se
declarando:
&ldquo;Que grande artista perde o mundo!&rdquo;</p>
<p style="text-align: justify;">7
&ndash; <strong>Galba</strong>
&ndash; 8 &ndash; <strong>Oton</strong>
e 9 &ndash; <strong>Vit&eacute;lio</strong>
&ndash; Governaram em um per&iacute;odo de grande desordem.</p>
<p style="text-align: justify;">10
&ndash; <strong>Vespasiano</strong>
&ndash; Nomeado pelas tropas do Oriente, pertencia &agrave;
fam&iacute;lia Fl&aacute;via. Durante seu governo (69-79)
procurou
recuperar tudo o que Nero havia destru&iacute;do, especialmente as
finan&ccedil;as e a disciplina militar.</p>
<p style="text-align: justify;">11
&ndash; <strong>Tito</strong>
&ndash; Filho de Vespasiano, foi um homem virtuoso que procurava
praticar o bem. Em seu governo (ano de 79d.C.) houve a
destrui&ccedil;&atilde;o das cidades de Pomp&eacute;ia e
Herculana pela
erup&ccedil;&atilde;o do vulc&atilde;o Ves&uacute;vio.
Governou de 79 a
81. Apesar de ser virtuoso mandou destruir Jerusal&eacute;m, cujo
templo foi arrasado, e fez dispersar os judeus pelo mundo (a
di&aacute;spora).</p>
<p style="text-align: justify;">12
&ndash; <strong>Domiciano</strong>
&ndash; Irm&atilde;o de Tito, reinou de 81 a 96. Era mau e
vingativo.
Lembrava um segundo Nero. Perseguiu os crist&atilde;os e mandou
matar
v&aacute;rios cidad&atilde;os que julgava inimigos seus.
Terminou
assassinado por um grupo de que fazia parte sua pr&oacute;pria
esposa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Antoninos,
Fl&aacute;vios e Outros
Imperadores</h4>
<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s
os 12 C&eacute;sares
reinaram os Antoninos e os Fl&aacute;vios. Nessa &eacute;poca
as
fronteiras imperiais atingiram sua maior extens&atilde;o. Desses
imperadores merecem men&ccedil;&atilde;o:</p>
<p style="text-align: justify;">1
&ndash; <strong>Nerva</strong>
&ndash; Governou de 96 a 98. Era j&aacute; idoso e
notabilizou-se pelo
saber jur&iacute;dico.</p>
<p style="text-align: justify;">2
&ndash; <strong>Trajano</strong>
&ndash; Reinou de 98 a 117. Era filho adotivo de Nerva. Fez
excelente
governo, levou as fronteiras imperiais at&eacute; a
&Iacute;ndia;
construiu estradas, aquedutos, pontes e belos edif&iacute;cios.
Est&aacute; imortalizado na famosa Coluna Trajana, em Roma.
Entretanto,
mandou perseguir os crist&atilde;os, outra vez.</p>
<p style="text-align: justify;">3
&ndash; <strong>Adriano</strong>
&ndash; (117-138) &ndash; Excelente administrador. Governou
Roma em uma
&eacute;poca de paz interna.</p>
<p>
<span class="shutterset_singlepic608"><img
 style="float: left; width: 238px; height: 300px;"
 class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/608.jpg"
 alt="Antoninvs Pivs ou Antonino Pio"
 title="Antoninvs Pivs ou Antonino Pio"></span>4
&ndash; <strong>Antoninvs
Pivs ou Antonino Pio</strong>
(138-161)
&ndash; Notabilizou-se pela administra&ccedil;&atilde;o
primorosa e
s&aacute;bia legisla&ccedil;&atilde;o, sabendo, como
poucos,
administrar os problemas internos e conciliando suas
decis&otilde;es
com os ditames jur&iacute;dicos dos c&oacute;digos vigentes em
sua
&eacute;poca, sem valer-se das prerrogativas absolutistas de seu
posto
de Imperador. Antonino Pio pode ser chamado de primeiro democrata
verdadeiro de Roma antiga. Em seu governo todos os cientistas,
literatos e religiosos da &eacute;poca, inclusive os
crist&atilde;os
eram respeitados, n&atilde;o havendo registro de qualquer
persegui&ccedil;&atilde;o aos crist&atilde;os ordenada por
Antonino Pio.</p>
<p style="text-align: justify;">5
&ndash; <strong>Marco
Aur&eacute;lio</strong>
&ndash; Fil&oacute;sofo, cultor das Letras e das Artes
(161-180).
Guerreou os b&aacute;rbaros do Oriente (partas) e os germanos do
Dan&uacute;bio. Ordenou mais uma persegui&ccedil;&atilde;o
aos
crist&atilde;os.</p>
<p style="text-align: justify;">6
&ndash; <strong>C&ocirc;modo</strong>
&ndash; Filho de Marco Aur&eacute;lio (180 a 192),
celebrizou-se pela
loucura. Seu amor ao crime lembrava Nero. Acabou assassinado, em
pal&aacute;cio.</p>
<p style="text-align: justify;">Segue-se
longo per&iacute;odo de
desordens. Os imperadores de ent&atilde;o somente se mantinham no
poder
&agrave; custa das armas. O assassinato tornou-se rotina. Cada
ex&eacute;rcito pretendia fazer imperador seu comandante. 25
imperadores se sucederam no per&iacute;odo de 94 anos
(s&eacute;culo
III d.C.).</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto
o povo s&oacute; queria
&ldquo;p&atilde;o e circo&rdquo;, Roma chegou a ter 30
imperadores
diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa
fase citam-se: Caracala
(211-217); Heliog&aacute;balo (218-222); Alexandre Severo
(222-235).
Diocleciano (284-305) realizou bom governo. Restabeleceu a disciplina
militar, fez reformas pol&iacute;ticas e administrativas. Dividiu o
Imp&eacute;rio em 4 partes, dando as outras 3 a seus amigos
(Tetrarquia). Constantino (311-324), percebendo a import&acirc;ncia
do
Cristianismo, abra&ccedil;ou-o e o tornou a religi&atilde;o
oficial do
Estado. Fundou Constantinopla e a fez capital do Imp&eacute;rio.
Segue-se uma fase de divis&atilde;o do Imp&eacute;rio
at&eacute; que
chega ao poder Teod&oacute;sio (379-395). Defendeu a f&eacute;
crist&atilde; e conseguiu manter a unidade do Imp&eacute;rio.
Combateu
os godos (b&aacute;rbaros) e um levante em Tessal&ocirc;nica.
Ao
morrer, dividiu o Imp&eacute;rio, dando a cada um de seus filhos
uma
parte. O Imp&eacute;rio Romano do Ocidente coube a
Hon&oacute;rio. O
Imp&eacute;rio Romano do Oriente a Arc&aacute;dio. Tal fato,
ocorrido
em 395, &eacute; considerado por alguns historiadores como o fim da
Idade Antiga e o come&ccedil;o da Idade M&eacute;dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Direito
Romano: Raiz das Nossas Leis</h4>
<p style="text-align: justify;">A
contribui&ccedil;&atilde;o romana
mais importante para o progresso da humanidade foi, sem
d&uacute;vida,
as suas leis. Ainda hoje a maioria das na&ccedil;&otilde;es
civilizadas
tem sua legisla&ccedil;&atilde;o fundamental baseada no Direito
Romano.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa
preocupa&ccedil;&atilde;o
legalista dos romanos foi, por sua vez, o segredo que manteve unidos
povos t&atilde;o diferentes em dist&acirc;ncias t&atilde;o
grandes da
sede do Imp&eacute;rio, sob a soberania dos C&eacute;sares.</p>
<p style="text-align: justify;">As
primeiras leis escritas em Roma
foram as Leis das Doze T&aacute;buas, que refundiam o direito dos
costumes, at&eacute; ent&atilde;o transmitidos oralmente.
Gra&ccedil;as
a elas, os plebeus tiveram garantias para sua sobreviv&ecirc;ncia
social frente aos desmandos dos patr&iacute;cios.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
tempo de J&uacute;lio C&eacute;sar o
Direito foi enriquecido com s&aacute;bias leis, que regulavam desde
problemas pol&iacute;ticos, sociais e econ&ocirc;micos
at&eacute; os de
natureza familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">O
jurisconsulto Juliano publicou o
chamado Edito Perp&eacute;tuo (uma
codifica&ccedil;&atilde;o do Direito
Civil).</p>
<p style="text-align: justify;">As
leis republicanas, que davam um
poder desmesurado ao Pater familiae foram, mais tarde, abrandadas. A
mulher teve reconhecido seu papel na fam&iacute;lia e na sociedade,
na
qual desfrutava de um prest&iacute;gio relativamente grande.</p>
<p style="text-align: justify;">Merecem
destaque como legisladores
Papiniano e Ulpiano (autor de Disputationes e Institutiones).</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
o reinado de Diocleciano foram
publicados os c&oacute;digos Gregoriano e Hermogeniano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais
tarde, seguindo a linha dos
imperadores romanos do Ocidente, Justiniano, Imperador do Oriente,
daria sua contribui&ccedil;&atilde;o para o
aperfei&ccedil;oamento das
leis romanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como
j&aacute; se disse, muitas dessas
leis est&atilde;o presentes, ainda, em nossos c&oacute;digos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A
Opul&ecirc;ncia Degradou os Costumes</h4>
<p style="text-align: justify;">Durante
a Rep&uacute;blica, os costumes
romanos eram muito severos. A autoridade m&aacute;xima, na
fam&iacute;lia, cabia ao pai (Pater familiae) a quem deviam
obedi&ecirc;ncia: sua esposa, os filhos, clientes e todos os demais
dependentes. Com o tempo, por&eacute;m, a m&atilde;e conquistou
uma
posi&ccedil;&atilde;o mais elevada, quase igualando a do pai.
No
recinto do lar, a mulher dedicava-se a tarefas leves, como manejar a
roca e o fuso e a manter o fogo sagrado diante dos altares dos deuses
lares (culto dos antepassados).</p>
<p style="text-align: justify;">Os
jovens eram educados no sentido de
serem fortes para a guerra. No Campo de Marte, aprendiam a manejar a
espada, a lan&ccedil;ar discos e lan&ccedil;as, a correr, a
saltar, a
nadar e a cavalgar. Aprendiam a obedecer, para depois saberem mandar.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
o Imp&eacute;rio, as conquistas
romanas foram de tal vulto, que os povos vencidos inundaram Roma de
tributos e escravos. O ouro, a prata, o marfim, a abund&acirc;ncia
exagerada levou a fam&iacute;lia romana a perder seus antigos
costumes
moderados, substituindo-os pelo luxo e pela devassid&atilde;o. A
corrup&ccedil;&atilde;o dos costumes foi-se acelerando, a
partir do
s&eacute;culo I da Era Crist&atilde;. &ldquo;Os
aristocratas viviam com
um luxo indescrit&iacute;vel. Enquanto isso os homens livres
permaneciam na mis&eacute;ria e os escravos levavam uma vida
dur&iacute;ssima: &agrave;s vezes era mais barato adquirir
escravos
novos do que alimentar e cuidar dos que j&aacute;
tinham.&rdquo; Isso
levou Roma a degenerar. Os costumes corromperam-se por toda sorte de
v&iacute;cios e, os soldados romanos j&aacute; n&atilde;o
queriam
combater pois se haviam afeminado, em grande n&uacute;mero. Aos
profetas do apocalipse de plant&atilde;o, que pregam o fim do mundo
no
final desse mil&ecirc;nio, aqui vai uma
contradi&ccedil;&atilde;o a um
dos fatos mostrados por eles como pren&uacute;ncio do
Ju&iacute;zo
Final &ndash; o homossexualismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse
fen&ocirc;meno &eacute; t&atilde;o
antigo quanto a humanidade e basta ver pelo texto que at&eacute;
nas
legi&otilde;es romanas essa aberra&ccedil;&atilde;o
j&aacute; era
descrita entre os soldados e tamb&eacute;m na corte, at&eacute;
mesmo
entre os imperadores (veja em F&uacute;lvio Suet&ocirc;nio, a
Hist&oacute;ria dos Doze C&eacute;sares da Editora Ediouro).
Incesto,
estupro de crian&ccedil;as, pervers&otilde;es sexuais,
ent&atilde;o,
nem se fala!.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal
fato levou o Imp&eacute;rio a
contratar milhares de soldados mercen&aacute;rios, recrutados entre
os
povos vizinhos de suas fronteiras (b&aacute;rbaros). As antigas
legi&otilde;es, orgulho de Roma, estavam agora mesclados de
germanos,
que defendiam o Imp&eacute;rio a troco de dinheiro. Enquanto havia
recursos, os milhares de soldados b&aacute;rbaros recebiam seus
soldos
regularmente e continuavam a defender o Imperador. Nos
s&eacute;culos
III, IV e V, a decad&ecirc;ncia romana acentuou-se, gerando o caos
financeiro, apesar do aumento vertiginoso dos impostos.</p>
<p style="text-align: justify;">A
necessidade de pagar os
mercen&aacute;rios de suas legi&otilde;es levou o
Imp&eacute;rio a
dar-lhes terras, &agrave; falta de dinheiro. Nessas terras, dentro
de
suas fronteiras, instalaram-se milhares de fam&iacute;lias
b&aacute;rbaras, antecipando, com sua presen&ccedil;a
f&iacute;sica,
embora pacificamente, o fim das institui&ccedil;&otilde;es
romanas.
Pouco depois come&ccedil;ariam as invas&otilde;es dos
b&aacute;rbaros,
estas de car&aacute;ter n&atilde;o pac&iacute;fico. Elas
iriam selar o
destino do maior imp&eacute;rio da Hist&oacute;ria da
humanidade,
at&eacute; ent&atilde;o.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As
Artes e a Filosofia</h4>
<p style="text-align: justify;">As
artes romanas n&atilde;o podem ser
comparadas com as gregas, sem d&uacute;vida superiores. Mas
refletem,
profundamente, sua influ&ecirc;ncia. Na arquitetura, destaca-se o
uso
de colunas variantes do estilo cor&iacute;ntio, al&eacute;m de
influ&ecirc;ncias orientais (arcos, ab&oacute;badas, etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">Na
escultura merecem destaque as
est&aacute;tuas de imperadores, concebidas e executadas com
aten&ccedil;&atilde;o especial, por causa de sua natureza
divina (o
imperador era cultuado como deus). Os baixos-relevos da Coluna Trajana
e o da de Marco Aur&eacute;lio s&atilde;o dignos de
men&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">A
pintura romana &eacute; pouco
conhecida porque a maioria se perdeu. As
escava&ccedil;&otilde;es de
Pomp&eacute;ia, contudo, revelam algumas de grande beleza,
realizadas
sob a forma de afrescos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mosaicos
&ndash; Os romanos
desenvolveram a arte de fabricar mosaicos, com que eram pavimentadas
suas resid&ecirc;ncias. Alguns s&atilde;o de uma beleza
admir&aacute;vel.</p>
<p style="text-align: justify;">A
literatura foi bastante rica. A
l&iacute;ngua latina muito ajudou os escritores romanos, pela sua
riqueza e flexibilidade. Muitas obras s&atilde;o de destaque. No
s&eacute;culo III, a.C., temos uma tradu&ccedil;&atilde;o
da
Odiss&eacute;ia para o latim, obra do escravo grego
L&iacute;vio
Andr&ocirc;nico. Plauto (254-184) a.C. escreveu 140
com&eacute;dias.
Ter&ecirc;ncio (190-159 a.C.) escreveu &ldquo;O verdugo de si
mesmo&rdquo; (Carrasco de Si Mesmo) e outras pe&ccedil;as. O
tempo mais
f&eacute;rtil para as artes romanas foi o de Augusto e de seu
ministro
Mecenas, protetor dos artistas. &Eacute; dessa &eacute;poca
Virg&iacute;lio (70-20 a.C.) autor das
&ldquo;Buc&oacute;licas&rdquo;,
&ldquo;Ge&oacute;rgicas&rdquo; e da
&ldquo;Eneida&rdquo;, onde,
&agrave; maneira de Homero, narra a volta de En&eacute;ias, da
Guerra
de Tr&oacute;ia. Ov&iacute;dio (43-7 a.C.),
contempor&acirc;neo de
Virg&iacute;lio, escreveu &ldquo;A arte de Amar&rdquo; e
&ldquo;Metamorfoses&rdquo;; Hor&aacute;cio (65-8 a.C.)
escreveu odes,
s&aacute;tiras e ep&iacute;stolas; Fedro, &agrave;
semelhan&ccedil;a do
grego Esopo, escreveu v&aacute;rias f&aacute;bulas.</p>
<p style="text-align: justify;">A
orat&oacute;ria teve v&aacute;rios
vultos, em geral, de pol&iacute;ticos. Entre os maiores:
Cat&atilde;o,
Cipi&atilde;o o Africano e os irm&atilde;os Graco. O maior de
todos foi
C&iacute;cero. No Senado combateu Catilina, com suas
Catilin&aacute;rias e Marco Ant&ocirc;nio, com suas
Fil&iacute;picas.
Deixou, tamb&eacute;m, escritos como &ldquo;Da
Velhice&rdquo; e
&ldquo;A Rep&uacute;blica&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Historiadores
Roma tece alguns grandes
nomes. Entre eles devem ser citados J&uacute;lio C&eacute;sar
(A Guerra
das G&aacute;lias ou Debello Gallico, em latim), Tito
L&iacute;vio
(Hist&oacute;ria de Roma, em 142 volumes), Caius Petronius
(historiador
dos costumes e da lendas e tradi&ccedil;&otilde;es romanas e
que acabou
se suicidando devido &agrave; depress&atilde;o que a
degrada&ccedil;&atilde;o moral e
corrup&ccedil;&atilde;o dos costumes
romanos lhe inflingiu) e Fulvio Suetonio (Os Doze C&eacute;sares).</p>
<p style="text-align: justify;">Na
filosofia destaca-se S&ecirc;neca
(4-65), mestre de Nero e sua v&iacute;tima (foi por ele obrigado a
cortar suas veias, segundo a hist&oacute;ria oficial. Na verdade,
S&ecirc;neca foi mesmo &eacute; trucidado pelas m&atilde;os
pr&oacute;prias de Nero e n&atilde;o por
indu&ccedil;&atilde;o ou ordem
sua. Deixou escritos &ldquo;Da Ira&rdquo; e
&ldquo;Ep&iacute;stolas a
Luc&iacute;lio&rdquo;.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Um
Povo Pr&aacute;tico</h4>
<p style="text-align: justify;">Se
pud&eacute;ssemos resumir numa
s&oacute; frase as diferen&ccedil;as de temperamento das
culturas grega
e romana, dir&iacute;amos que, enquanto os gregos eram idealistas e
te&oacute;ricos, os romanos eram pr&aacute;ticos acima de tudo.
Os
gregos preocupavam-se com seus problemas filos&oacute;ficos,
procurando
o sentido das coisas do universo que os cercava. Sua ci&ecirc;ncia
era
especulativa. Pesquisava-se pelo amor &agrave; pesquisa. Os
romanos,
por outro lado, procuravam tirar partido imediato de seus
conhecimentos, aplicando-os em coisas pr&aacute;ticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como
exemplo disso, podemos citar os
estudos de astronomia, em Roma, que resultaram na reforma do
calend&aacute;rio, realizada por ordem de J&uacute;lio
C&eacute;sar, no
ano 47 a.C. Ou na aplica&ccedil;&atilde;o da
matem&aacute;tica,
f&iacute;sica e geometria na constru&ccedil;&atilde;o de
magistrais
obras p&uacute;blicas (aquedutos, circos, pal&aacute;cios,
etc.). Ou,
ainda, no mapeamento das terras do Imp&eacute;rio, mandado executar
do
ano 49 ao 19 a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande
parte do progresso cultural
romano deve-se &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o dos
gregos, levados
de sua terra &agrave; sede do Imp&eacute;rio, muitas vezes como
escravos. Ali trabalhavam nos mais diversos misteres, muitas vezes de
maneira an&ocirc;nima, produzindo obras
&ldquo;romanas&rdquo;. Muitas
pe&ccedil;as de escultura romana foram produzidas por gregos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dioscorydes</h4>
<p style="text-align: justify;">
<span class="shutterset_singlepic609"><img
 style="float: right; width: 168px; height: 213px;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/609.jpg" alt="Dioscorydes"
 title="Dioscorydes"></span>PEDANYUS
DIOSCORYDES, um
bot&acirc;nico grego que se interessava
muito por plantas e acompanhava as legi&otilde;es romanas durante
as
campanhas militares, no tempo dos C&eacute;sares. Fazia, naqueles
tempos, o que se pode chamar hoje de &ldquo;testes
farmacol&oacute;gicos&rdquo; com drogas vegetais e, durante a
campanha
das G&aacute;leas (G&aacute;lea Cisalpina, que atualmente
constitui-se
parte do sudeste da Fran&ccedil;a, sul da &Aacute;ustria e
norte da
It&aacute;lia), no hist&oacute;rico DEBELLO GALLICO, campanha
militar
empreendida por J&uacute;lio C&eacute;sar com o objetivo de
debelar os
gauleses e livrar Roma do perigo dos cru&eacute;is ataques e saques
destes, descobriu uma enorme variedade de plantas e testou-as em seus
companheiros de tropa. Naquela mesma &eacute;poca, durante a
campanha
militar, ele identificou a droga &Oacute;PIO, separando a
fra&ccedil;&atilde;o do l&aacute;tex da
fra&ccedil;&atilde;o ativa,
isso no ano 77a.C., sendo por isso, considerado o
respons&aacute;vel
pela identifica&ccedil;&atilde;o dos primeiros dependentes de
&Oacute;pio que a humanidade tem not&iacute;cia.</p>
<p style="text-align: center;"><span class="shutterset_singlepic389"><br>
<span class="shutterset_singlepic610">
<img style="border: 0px solid ; width: 652px; height: 422px;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/610.jpg"
 alt="Pedanyus Dioscorides" title="Pedanyus Dioscorides"></span></span></p>
<h4 style="text-align: justify;">Alguns
Aspectos Resumidos da Vida
Romana</h4>
<ul style="text-align: justify;">
  <li><strong>Os
ETRUSCOS</strong> &ndash; Dos
primitivos habitantes da
pen&iacute;nsula italiana, os etruscos foram os que
alcan&ccedil;aram
mais desenvolvida civiliza&ccedil;&atilde;o.
Origin&aacute;rios da
&Aacute;sia Menor, estabeleceram-se na It&aacute;lia central,
ao lado
dos latinos, &Uacute;mbrios e Sabinos. Na regi&atilde;o da
atual
Toscana fundaram cidades, constru&iacute;ram pontes, abriram
caminhos,
secaram p&acirc;ntanos, canalizaram rios e melhoraram o
pa&iacute;s que
habitaram. Foram muito religiosos, tributando culto aos antepassados.</li>
  <li><strong>A
FAM&Iacute;LIA</strong>
&ndash; Nas origens de Roma, a
fam&iacute;lia estava estruturada rigidamente ao redor de um chefe
&ndash; o Pater familiae &ndash; obedecido pelos filhos
&ndash; filii
&ndash; mais do que o pr&oacute;prio rei. Os representantes de
cada
fam&iacute;lia compunham o Senado, que dividia a autoridade do
poder
com o rei.</li>
  <li><strong>A
SOCIEDADE</strong> &ndash; As
classes sociais da Roma
antiga eram: a dos patr&iacute;cios &ndash; donos das terras e
grupo
dominante &ndash; os estrangeiros e os escravos. Ao redor dos
patr&iacute;cios e sob sua prote&ccedil;&atilde;o, estavam
os clientes,
que eram homens livres e formavam, juntamente com seus protetores, o
populus romano.</li>
  <li><strong>LUTAS
SOCIAIS</strong> &ndash; Durante
a
Rep&uacute;blica, Roma foi palco de violentas lutas de
car&aacute;ter
social. Os patr&iacute;cios, donos das terras e de grande
n&uacute;mero
de escravos, gozavam de privil&eacute;gios que aumentavam cada vez
mais. Os plebeus, empobrecidos pelas guerras, degradavam-se
socialmente, a ponto de terem feito, talvez, a primeira greve da
Hist&oacute;ria, retirando-se de Roma e recusando-se a voltar, a
n&atilde;o ser em troca de reformas sociais. Apesar disso e dos
rios de
sangue que correram pelos anos seguintes, os plebeus v&atilde;o
conquistando, progressivamente, mais direitos (o Tributo da plebe; a
Lei das 12 T&aacute;buas; a elei&ccedil;&atilde;o de um dos
c&ocirc;nsules; o casamento com patr&iacute;cios e outras). Ao
fim,
legalmente, desapareceram as diferen&ccedil;as entre
patr&iacute;cios e
plebeus, passando a ser, ambos, simplesmente cidad&atilde;os
romanos.</li>
  <li><strong>AS
LEGI&Otilde;ES</strong>
&ndash; Al&eacute;m do seu
papel de defender Roma e expandir suas fronteiras, as
legi&otilde;es
realizavam outros not&aacute;veis servi&ccedil;os. Entre eles
estava a
drenagem de p&acirc;ntanos e a constru&ccedil;&atilde;o de
pontes e
estradas. Al&eacute;m disso, fundavam cidades. Algumas delas:
Mog&uacute;ncia, Bonn, Col&ocirc;nia, Basil&eacute;ia e
Lion.</li>
  <li><strong>AI
DOS VENCIDOS</strong> &ndash; Os
vencidos pelas
legi&otilde;es eram transformados em escravos e seus bens
repartidos
entre os soldados.</li>
  <li><strong>OS
GRACO</strong> &ndash; Os
irm&atilde;os Tib&eacute;rio
e Caio Graco foram grandes lutadores pela causa dos plebeus. Tentaram
fazer a reforma agr&aacute;ria em Roma, despertando o
&oacute;dio dos
patr&iacute;cios, que se haviam apoderado das terras do Estado.
Foram
assassinados, junto com centenas de seus seguidores.</li>
  <li><strong>O
CALEND&Aacute;RIO</strong>
&ndash; J&uacute;lio
C&eacute;sar realizou uma reforma no Calend&aacute;rio, no ano
47 a.C.
Para isso contou com a colabora&ccedil;&atilde;o de um
astr&ocirc;nomo
grego (Sos&iacute;genes), que criou o chamado dia bissexto
(bio-sexto-calendas). Morto C&eacute;sar, Marco Ant&ocirc;nio
para
honr&aacute;-lo, mudou o nome do s&eacute;timo m&ecirc;s
(&ldquo;Quintilis&rdquo;) para &ldquo;Julius&rdquo;.
Mais tarde, o
m&ecirc;s &ldquo;Sextilis&rdquo; foi mudado para
&ldquo;Augustus&rdquo;
em homenagem a Augusto.</li>
  <li><strong>GEOGRAFIA</strong>
&ndash; Al&eacute;m de mapear todas as
terras do Imp&eacute;rio entre os anos 44 e 19 a.C., os romanos
publicaram a monumental &ldquo;Geografia&rdquo;(em 16 volumes)
de
Estrabon, baseada nos textos de Hiparco e Erat&oacute;stenes. Por
ela
ficou conhecido todo o mundo antigo. Mais tarde (44 da Era
Crist&atilde;), Pomp&ocirc;nio Mela publicou o primeiro tratado
completo de geografia: &ldquo;De situ orbis&rdquo;.</li>
  <li><strong>ALQUIMIA</strong>
&ndash; Era praticada em Roma,
principalmente por escravos gregos ou outros estrangeiros. Os maiores
alquimistas foram Asclep&iacute;ades e Cl&aacute;udio Galeno.
Este foi
c&eacute;lebre anatomista.</li>
  <li><strong>J&Uacute;LIO
CESAR</strong> &ndash;
Extraordin&aacute;rio
tribuno, escritor e historiador, o jovem patr&iacute;cio
J&uacute;lio
C&eacute;sar teve fulminante carreira pol&iacute;tica e
militar.
Juntamente com Pompeu e Crasso formou o 1.&ordm; Triunvirato.
Conquistou as G&aacute;lias, cuja hist&oacute;ria registrou em
magn&iacute;fica linguagem. Rompido O Triunvirato, C&eacute;sar
venceu
seus rivais nas batalhas de Fars&aacute;lia (Gr&eacute;cia),
Tapso
(&Aacute;frica) e Munda (Espanha). Senhor &uacute;nico do
poder,
recebeu o t&iacute;tulo de &ldquo;Pontifex
M&aacute;ximus&rdquo;.
Reduzindo as atribui&ccedil;&otilde;es do Senado, empreendeu
uma
s&eacute;rie de reformas sociais, pol&iacute;ticas e
jur&iacute;dicas.
Distribuiu terras e fundou col&ocirc;nias, para l&aacute;
canalizando
os desocupados de Roma. Modificou o Calend&aacute;rio e construiu
bel&iacute;ssimos edif&iacute;cios. Sua obra inspirou a inveja
de
muitos, sendo assassinado por conspiradores no dia 15 de
mar&ccedil;o
do ano 44 a.C.</li>
  <li><strong>MARCO
ANT&Ocirc;NIO</strong>
&ndash; Os amigos de
C&eacute;sar apressaram-se em vingar sua morte. &Agrave; frente
deles
colocou-se Marco Ant&ocirc;nio, mais tarde associado a
L&eacute;pido e
a Ot&aacute;vio (2.&ordm; Triunvirato). Enviado para o Egito,
com
finalidades punitivas, Marco Ant&ocirc;nio apaixonou-se pela rainha
Cle&oacute;patra com quem se casou. Mais tarde, perseguido pelas
tropas
de Ot&aacute;vio, Marco Ant&ocirc;nio suicidou-se.
Cle&oacute;patra o
imitou.</li>
  <li><strong>JESUS
CRISTO</strong> &ndash; Numa das
prov&iacute;ncias
romanas (a Palestina), nasceu uma crian&ccedil;a durante o reinado
do
Imperador Augusto. Essa crian&ccedil;a veio a ser, nos anos
seguintes,
o pregador de uma nova e revolucion&aacute;ria doutrina, que iria
p&ocirc;r em choque todos os costumes da &eacute;poca. Pregando
o amor,
num mundo de &oacute;dio, e a adora&ccedil;&atilde;o a um
Deus
&uacute;nico e espiritual, sua doutrina chocou-se com o culto
pag&atilde;o dos romanos a seus Imperadores. Isso gerou
v&aacute;rias
persegui&ccedil;&otilde;es aos crist&atilde;os.
At&eacute; que, sob
Constantino, o Cristianismo foi reconhecido como doutrina oficial do
Estado romano.</li>
  <li><strong>AQUEDUTOS</strong>
&ndash; Constru&iacute;dos de pedra ou
de alvenaria, levavam &aacute;gua &agrave;s cidades. Somente
para Roma
os aquedutos &ldquo;Aqua Martia&rdquo;, &ldquo;Aqua
Appia&rdquo; e
&ldquo;Aqua Claudia&rdquo; conduziam, diariamente, mais de 2
milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos de &aacute;gua.
Al&eacute;m doa
aquedutos da capital, os romanos tamb&eacute;m os
constru&iacute;ram
nas prov&iacute;ncias. (Espanha, fran&ccedil;a, etc.).</li>
  <li><strong>CIRCOS</strong>
&ndash; Eram, talvez, a divers&atilde;o
predileta do povo. Neles reuniam-se multid&otilde;es que deliravam,
vendo lutas de gladiadores, corridas, ou crist&atilde;os
lan&ccedil;ados &agrave;s feras. O chamado Circo
M&aacute;ximo era um
teatro duplo, de forma circular. Exigiu o trabalho de v&aacute;rias
gera&ccedil;&otilde;es, ficando conclu&iacute;do ao tempo
de Tito.
Abrigava quase 90 mil pessoas. No dia de sua
inaugura&ccedil;&atilde;o
foram sacrificados mais de 5 mil animais, em luta com gladiadores.
Tinha 3 pisos e media 156 metros de di&acirc;metro. A arena tinha
86
por 54 metros.</li>
  <li style="text-align: justify;"><strong>TEMPLOS</strong>
&ndash; Os
romanos constru&iacute;ram templos muito semelhantes aos dos gregos.</li>
  <li><strong>PAL&Aacute;CIOS</strong>
&ndash; Foram
constru&ccedil;&otilde;es esmeradas, onde a grandiosidade da
arquitetura era exaltada pelo m&aacute;rmore dos pisos, por paredes
e
colunas, al&eacute;m da estatu&aacute;ria e dos baixos-relevos.</li>
  <li><strong>ARCOS</strong>
&ndash; Foram constru&iacute;dos para
comemorar feitos de alguns imperadores. Os mais famosos s&atilde;o
o de
Tito (exaltando seu triunfo sobre os judeus) e o Triplo de
S&eacute;timo Severo, em Roma.</li>
  <li><strong>COLUNAS</strong>
&ndash; Monumentos de grandes
dimens&otilde;es (a de Trajano tem 42 metros de altura),
s&atilde;o
decoradas com baixos-relevos da base ao cimo.</li>
  <li><strong>CI&Ecirc;NCIA
APLICADA</strong> &ndash; Como
j&aacute;
foi dito, os romanos foram um povo pr&aacute;tico, que procurava
aplicar os conhecimentos cient&iacute;ficos em proveito de sua
vida.
Assim Pl&iacute;nio, o Velho, publicou uma
&ldquo;Hist&oacute;ria
Natural&rdquo; que cont&eacute;m ensinamentos sobre agricultura
e
pecu&aacute;ria.</li>
  <li><strong>ARQUITETURA</strong>
&ndash; O romano foi um povo
construtor de grandes obras p&uacute;blicas. Entre elas destacam-se
imensos aquedutos, alguns com centenas de metros de comprimento e
dezenas de altura. Usavam muito o arco, inven&ccedil;&atilde;o
mesopot&acirc;mica, levada para a It&aacute;lia pelos etruscos.
Al&eacute;m disso, edificaram grandes circos, teatros ao ar livre,
onde
eram exibidas corridas de carros, lutas contra feras ou combate de
gladiadores. Muitos pal&aacute;cios tamb&eacute;m foram
edificados.
Usaram colunas, a exemplo dos gregos, especialmente de estilo
cor&iacute;ntio, com algumas modifica&ccedil;&otilde;es.
Tamb&eacute;m
empregaram ab&oacute;badas em algumas obras (como no
Pante&atilde;o de
Roma), sob influ&ecirc;ncia oriental.</li>
</ul>
<h4 style="text-align: justify;">A
queda de Roma &ndash; o final da
Idade Antiga</h4>
<p style="text-align: justify;">A
outrora majestosa, poderosa e
invenc&iacute;vel Roma cai, sob o dom&iacute;nio de Odoacro,
rei dos
H&eacute;rulos, que destrona o jovem R&ocirc;mulo
Aug&uacute;stulo e,
apesar de n&atilde;o aceitar o t&iacute;tulo de Rei de Roma,
coroa-se
Rei da It&aacute;lia e estabelece a sede seu reinado e Ravena.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
as grandes invas&otilde;es, termina
o Imp&eacute;rio Romano (476) e a chamada Hist&oacute;ria
Antiga
cl&aacute;ssica. Come&ccedil;a a Idade M&eacute;dia, que se
ir&aacute;
prolongar por 10 s&eacute;culos (at&eacute; 1453 com a queda do
Imp&eacute;rio Romano do Oriente, ou Constantinopla,
tamb&eacute;m
chamada de Biz&acirc;ncio). A uni&atilde;o de povos da mais
variada
origem (germanos, eslavos, Mong&oacute;is) com os antigos romanos
ir&aacute; dar origem ao europeu moderno. por outro lado, os povos
invasores, apesar de muita destrui&ccedil;&atilde;o causada em
monumentos e tesouros dos romanos, acabaram aceitando sua cultura. As
l&iacute;nguas europ&eacute;ias modernas refletem a
influ&ecirc;ncia do
latim. A religi&atilde;o crist&atilde; &eacute; a
predominante em toda
a Europa. O Direito Romano &eacute; a base da sua
legisla&ccedil;&atilde;o ainda hoje. As fronteiras dos
pa&iacute;ses
europeus, apesar da sua constante mudan&ccedil;a, ainda guardam
muita
rela&ccedil;&atilde;o com aquelas que se estabeleceram nos
antigos
reinos b&aacute;rbaros, edificados sob a ru&iacute;na do
outrora
invenc&iacute;vel Imp&eacute;rio Romano.</p>
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img
 style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="Imprimir"
 title="Imprimir"
 src="file://///VBOXSVR/vladimir/Documentos/website/antonini-com/img/print.png"></a></div>
</div>
<p style="text-align: justify;"></p>
<div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br>
</div>
<span style="font-weight: bold;"></span></div>
</div>
<div id="footer"></div>
<br>
</body>
</html>

Filemanager

Name Type Size Permission Actions
paginas Folder 0755
1.html File 2.8 KB 0644
10.html File 2.04 KB 0644
11.html File 1.55 KB 0644
12.html File 1.71 KB 0644
13.html File 7.21 KB 0644
14.html File 2.17 KB 0644
15.html File 5.61 KB 0644
16.html File 7.39 KB 0644
17.html File 2.63 KB 0644
18.html File 7.56 KB 0644
19.html File 4.07 KB 0644
2.html File 2.6 KB 0644
20.html File 3.47 KB 0644
21.html File 25.95 KB 0644
22.html File 2.34 KB 0644
23.html File 3.12 KB 0644
24.html File 2.13 KB 0644
25.html File 10.18 KB 0644
26.html File 3.78 KB 0644
27.html File 2.33 KB 0644
28.html File 2.27 KB 0644
29.html File 1.73 KB 0644
3.html File 1.48 KB 0644
30.html File 1.61 KB 0644
31.html File 2.45 KB 0644
32.html File 3.8 KB 0644
33.html File 2.22 KB 0644
34.html File 1.74 KB 0644
35.html File 1.74 KB 0644
36.html File 2.19 KB 0644
37.html File 6.19 KB 0644
38.html File 1.37 KB 0644
39.html File 2.1 KB 0644
4.html File 5.43 KB 0644
40.html File 2.42 KB 0644
41.html File 1.84 KB 0644
42.html File 3.4 KB 0644
43.html File 12.96 KB 0644
44.html File 2.17 KB 0644
449.png File 549.33 KB 0644
45.html File 5.08 KB 0644
46.html File 2.95 KB 0644
47.html File 4.45 KB 0644
48.html File 2.46 KB 0644
49.html File 4.09 KB 0644
5.html File 1.65 KB 0644
50.html File 4.31 KB 0644
51.html File 2.62 KB 0644
52.html File 14.15 KB 0644
53.html File 5.74 KB 0644
53.html.bak File 5.74 KB 0644
6.html File 5 KB 0644
7.html File 1.88 KB 0644
8.html File 5.71 KB 0644
9.html File 4.75 KB 0644
Ovarios_policisticos_podem_ser_causa_de_outras_doencas.html File 6.88 KB 0644
abuso-1.html File 1.39 KB 0644
abuso_sexual.html File 83.89 KB 0644
acantose.html File 1.49 KB 0644
acucar_venno.html File 2.36 KB 0644
adenocarcinoma_do_endometrio.html File 3.17 KB 0644
adenocarcinoma_do_endometrio_perdido_na_curetagem.html File 3.86 KB 0644
adenose_vaginal.html File 14.31 KB 0644
adolescente_da_a_luz_trigemeas_em_ribeirao_preto.html File 2.58 KB 0644
albumina.html File 61.04 KB 0644
alteracoes_celulares_causadas_por_infeccao_viral.html File 17.78 KB 0644
alteracoes_reativas_nao_especificas_e_degenerativas.html File 22.67 KB 0644
altura_meninas.html File 7.34 KB 0644
amenorreia.html File 100 KB 0644
anulado_res_cremerj.html File 2.66 KB 0644
apos_curetagem_menina_de_9_anos_recebe_alta_nesta_tarde.html File 4.38 KB 0644
arcebispo_nao_teve_pena_da_crianca_que_interrompeu_gravidez.html File 5.67 KB 0644
artigos-antigo.html File 4.45 KB 0644
artigos.html File 4.45 KB 0644
artite_reumatoide.html File 8.6 KB 0644
aspectos_infancia_puberdade.html File 27.68 KB 0644
bebe_nasce_gravida.html File 3.1 KB 0644
biblioteca-antigo.html File 2.28 KB 0644
biblioteca.html File 1.72 KB 0644
bilirrubina.html File 7.16 KB 0644
bilirrubina_delta.html File 8.17 KB 0644
bioquimica-ciclo_de_krebs.html File 1.5 KB 0644
bioquimica.html File 2.98 KB 0644
cacau_flavonoides.html File 1.9 KB 0644
caduceu-1.jpg File 7.63 KB 0644
caduceu.html File 2.03 KB 0644
cancer_invasivo_da_cervix.html File 3.33 KB 0644
carcinoma_adenoescamoso_e_adenocantoma_do_endometrio.html File 5.81 KB 0644
carcinoma_metastatico.html File 3 KB 0644
carldjerassi.html File 1.84 KB 0644
cartilha.html File 8.92 KB 0644
casamento_linux_x_desktop.html File 7.85 KB 0644
caso_1.html File 5.33 KB 0644
caso_1a.html File 8.23 KB 0644
caso_2.html File 3.62 KB 0644
caso_2a.html File 4.92 KB 0644
caso_3.html File 3.47 KB 0644
caso_3a.html File 5.07 KB 0644
caso_4.html File 4.37 KB 0644
caso_4a.html File 4.35 KB 0644
caso_5.html File 4.51 KB 0644
caso_5a.html File 5.13 KB 0644
caso_6.html File 2.83 KB 0644
caso_6a.html File 6.89 KB 0644
caso_7.html File 5.64 KB 0644
caso_7a.html File 3.59 KB 0644
caso_8.html File 3.14 KB 0644
casos_clinicos_de_nic.html File 37.57 KB 0644
casos_ilustrativos.html File 5.71 KB 0644
casos_problemas.html File 14.27 KB 0644
casos_variados_de_adenocarcinoma_da_cervix.html File 13.28 KB 0644
cazuza_um_idiota_morto.html File 15.58 KB 0644
celulas_colunares_endocervicais.html File 101.71 KB 0644
celulas_discarioticas.html File 23.29 KB 0644
celulas_endometriais.html File 10.13 KB 0644
celulas_normais_em_aumento_muito_grande.html File 6.78 KB 0644
celulas_pequenas_indiferenciadas.html File 3.45 KB 0644
cerebros.html File 3.24 KB 0644
cervicite.html File 3.88 KB 0644
cervicite_folicular.html File 4.66 KB 0644
cervico_vaginal.html File 8.29 KB 0644
cervico_vaginal2.html File 7.07 KB 0644
cervico_vaginal_metaplasia_escamosa_e_zona_de_transformacao.html File 1.52 MB 0644
citologia.html File 1.42 KB 0644
citologia_de_outros_locais.html File 5.08 KB 0644
citologia_dos_aspirados_endometriais.html File 13.98 KB 0644
citologia_endometrial.html File 8.52 KB 0644
citologia_esfoliativa.html File 56.5 KB 0644
clipe_excisao.html File 6.55 KB 0644
codigos_morais.html File 17.3 KB 0644
coerencia.html File 4.27 KB 0644
colesterol.html File 6.33 KB 0644
colesterol_acetilcoa_hmgcoa.html File 3.34 KB 0644
colesterol_comeco.html File 2.19 KB 0644
colesterol_da_hmgcoa_ao_mevalonato.html File 2.58 KB 0644
colesterol_do_desmosterol_ao_colesterol.html File 1.75 KB 0644
colesterol_do_epoxido_de_esqualeno_ao_lanosterol.html File 2.8 KB 0644
colesterol_do_lanosterol_ao_zimosterol.html File 2.24 KB 0644
colesterol_do_zimosterol_ao_desmosterol.html File 2.59 KB 0644
colesterol_elevado_na_infancia.html File 8.58 KB 0644
colesterol_hormonios_sexuais.html File 6.96 KB 0644
colesterol_metodos_dosagens_e_patologias.html File 10.96 KB 0644
colesterol_mevalonato_ao_epoxido_de_esqualeno.html File 3.31 KB 0644
colesterol_sintese.html File 3.05 KB 0644
conceito_puberdade.html File 8.3 KB 0644
confiabilidade_das_informacoes_em_nutricao.html File 6.72 KB 0644
conselhos_uteis-puberdade.html File 6.06 KB 0644
consumo_cerverja.html File 1.7 KB 0644
contaminantes.html File 9.43 KB 0644
creatinina.html File 11.05 KB 0644
cremes_nao_evitam_envelhecimento.html File 9.71 KB 0644
crencas_e_mitos.html File 1.51 KB 0644
crimes_culturais.html File 1.5 KB 0644
criterio_de_malignidade.html File 17.79 KB 0644
cv_velho File 8.29 KB 0644
deficiencia_de_lactase.html File 5.93 KB 0644
dilemas_da_gravidez.html File 113.42 KB 0644
dipirona-guia.html File 2.87 KB 0644
dipirona.html File 74.01 KB 0644
diretivas.html File 4.54 KB 0644
discrepancias_da_correlacao_cito-histologica.html File 6 KB 0644
dismenorreia.html File 12 KB 0644
divorcio_menina_iraniana.html File 7.72 KB 0644
efeito_nocebo.html File 5.61 KB 0644
embrio-a_primeira_semana.html File 5.77 KB 0644
embrio-a_segunda_semana.html File 2.78 KB 0644
embrio-ciclo_ovariano_e_menstrual.html File 3.36 KB 0644
embrio-malformacoes.html File 7.9 KB 0644
embrio-ovulo_x_espermatizoide.html File 2.92 KB 0644
embrio-referencias_bibliograficas.html File 2.08 KB 0644
embrio-terceira_semana.html File 9.54 KB 0644
embrio-transporte_de_gametas.html File 2.85 KB 0644
embrio-viabilidade.html File 2.29 KB 0644
embrio_gametogenese.html File 6.02 KB 0644
embriologia.html File 3.54 KB 0644
esfregaco_insatisfatorio.html File 8.91 KB 0644
esfregaco_pos_menopausa.html File 10.22 KB 0644
estados_intersexuais.html File 33.32 KB 0644
estatura_meninas.html File 132.16 KB 0644
estilo.css File 755 B 0644
estilo5.css File 596 B 0644
estilo5a.css File 597 B 0644
estudo_niveis_glicemicos.html File 1.84 KB 0644
etica_legal_ou_licito.html File 9.08 KB 0644
evolucao_da_vulva.html File 1.95 KB 0644
exame_na_crianca_e_na_adolescente.html File 30.04 KB 0644
exemplos_de_adenocarcinoma_do_endometrio.html File 16.45 KB 0644
exemplos_de_casos_com_adenocarcinoma_da_cervix.html File 6.68 KB 0644
exemplos_de_casos_com_carcinoma_de_celula_escamosa.html File 21.19 KB 0644
exemplos_de_citologia_heterogenica.html File 8.25 KB 0644
exploracao_da_fe.html File 13.11 KB 0644
falta_hormonio_e_matematica.html File 2.65 KB 0644
farmacologia.html File 1.51 KB 0644
farmacos_falsificados.html File 10.3 KB 0644
farmol.html File 24.63 KB 0644
frutosamina.html File 12.28 KB 0644
funcao_para_extracao_de _arquivos_compactados.html File 4.83 KB 0644
ginecologia.html File 1.61 KB 0644
glicemia.html File 27.61 KB 0644
guia-aciclovir.html File 2.49 KB 0644
guia-amicacina.html File 2.56 KB 0644
guia-ampicilina.html File 2.82 KB 0644
guia-anfotericinab.html File 2.26 KB 0644
guia-antibiotico_antes_2_anos.html File 2.16 KB 0644
guia-aztreonam.html File 2.64 KB 0644
guia-cefalotina.html File 3.08 KB 0644
guia-cefazolina.html File 3.19 KB 0644
guia-cefepime.html File 3.7 KB 0644
guia-cefonicid.html File 2.47 KB 0644
guia-cefoperazona.html File 3.5 KB 0644
guia-cefotaxima.html File 2.57 KB 0644
guia-cefoxitina.html File 2.52 KB 0644
guia-ceftazidima.html File 2.55 KB 0644
guia-ceftriaxona.html File 2.33 KB 0644
guia-ciprofloxaxina.html File 2.09 KB 0644
guia-clindamicina.html File 2.32 KB 0644
guia-cloranfenicol.html File 2.52 KB 0644
guia-doxicilina.html File 2.32 KB 0644
guia-fosfomicina.html File 2.17 KB 0644
guia-ganciclovir.html File 3.46 KB 0644
guia-gentamicina.html File 2.33 KB 0644
guia-imipenem.html File 2.42 KB 0644
guia-indice.html File 6.65 KB 0644
guia-l-larnitina.html File 2.45 KB 0644
guia-levofloxacina.html File 3.37 KB 0644
guia-linezolida.html File 2.57 KB 0644
guia-meropenem.html File 4.38 KB 0644
guia-metronidazol.html File 1.87 KB 0644
guia-midazolam.html File 3.98 KB 0644
guia-nalbufina.html File 2.5 KB 0644
guia-omeprazol.html File 3.01 KB 0644
guia-oxacilina.html File 2.38 KB 0644
guia-penicilina_g_sodica.html File 2.67 KB 0644
guia-piperacilina.html File 2.42 KB 0644
guia-piperacilina_tazobactama.html File 4.43 KB 0644
guia-polimixina_b.html File 29.69 KB 0644
guia-sulfametoxazol_trimetoprina.html File 2.23 KB 0644
guia-ticarcilina.html File 2.46 KB 0644
guia-vancomicina.html File 2.55 KB 0644
har-abraham.html File 1.91 KB 0644
har-distintivo_e_estandarte.html File 1.68 KB 0644
har-kahlbaum.html File 1.95 KB 0644
hemato-celulas _normais_no_esfregaco_sanguineo.html File 3.64 KB 0644
hemato-desenvolvimento_dos_eosinofilos.html File 2.79 KB 0644
hemato-eritropoiese.html File 6.81 KB 0644
hemato-granulopoiese.html File 9.11 KB 0644
hemato-hematologia_pratica.html File 2.08 KB 0644
hemato-mitose_em_celulas_de_aspirado_de_medula_ossea.html File 4.96 KB 0644
hemato-reticulocitos.html File 7.75 KB 0644
hemorragia_uterina_disfunciona.html File 6.42 KB 0644
hfar--aracelso_e_os_grandes_alquimistas_da_idade_media.html File 10.49 KB 0644
hfar-1.html File 2.69 KB 0644
hfar-_egito_antigo.html File 23.88 KB 0644
hfar-a_alquimia_medieval.html File 11.93 KB 0644
hfar-a_ccivilizacao_romana.html File 6.88 KB 0644
hfar-a_civilizacao_chinesa.html File 2.64 KB 0644
hfar-a_civilizacao_egipcia.html File 3.83 KB 0644
hfar-a_civilizacao_grega.html File 8.5 KB 0644
hfar-a_civilizacao_indiana.html File 3.97 KB 0644
hfar-a_conquista_crista_do_imperio_romano.html File 5.58 KB 0644
hfar-a_construcao_de_um_novo_predio_para_o_hospital.html File 3.31 KB 0644
hfar-a_contra-reforma_catolica.html File 3.11 KB 0644
hfar-a_educacao_no_brasil.html File 18.99 KB 0644
hfar-a_escola_de_farmacia_de_ouro_preto.html File 4.38 KB 0644
hfar-a_evolucao_da_psicologia_no_mundo_contemporaneo.html File 8.55 KB 0644
hfar-a_farmacia_na_bahia.html File 3.56 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_brasil.html File 2.98 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_mundo_atual-introducao.html File 4 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_mundo_atual.html File 2.41 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_novo_mundo.html File 2.85 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_parana.html File 2.38 KB 0644
hfar-a_farmacia_nos_primeiros_tempos_da_idade_atual.html File 5.24 KB 0644
hfar-a_irmandade_da_canta_casa_e_a_maconaria.html File 2.96 KB 0644
hfar-a_irmandade_da_santa_casa_de_firenzzi.html File 2.1 KB 0644
hfar-a_irmandade_da_santa_casa_de_misericordia_de_curytiba.html File 9.34 KB 0644
hfar-a_padroeira_da_farmacia_moderna.html File 3.83 KB 0644
hfar-a_primeira_farmacopeia.html File 2.25 KB 0644
hfar-a_psicologia_atual_e_suas_descobertas.html File 1.64 KB 0644
hfar-a_real_sociedade_dos_apotecarios_de_londres.html File 2.81 KB 0644
hfar-a_reforma_e_suas_consequencias.html File 10.98 KB 0644
hfar-a_reforma_protestante.html File 4.09 KB 0644
hfar-a_revolucao_francesa.html File 12.47 KB 0644
hfar-a_situacao_atual_da_farmacia_no_brasil.html File 10.2 KB 0644
hfar-a_sociedade_de_medicina.html File 3.24 KB 0644
hfar-adler.html File 2.6 KB 0644
hfar-alemanha.html File 5.19 KB 0644
hfar-alexander.html File 2 KB 0644
hfar-alexander_fleming.html File 5.74 KB 0644
hfar-allport.html File 2.58 KB 0644
hfar-america_do_sul.html File 5.54 KB 0644
hfar-angell.html File 2.1 KB 0644
hfar-anna_freud.html File 7.93 KB 0644
hfar-as_artes_e_as_letras_na_idade_media.html File 4.04 KB 0644
hfar-as_ciencias_alquimicas_atraves_dos_tempos.html File 9.22 KB 0644
hfar-as_cruzadas.html File 23.11 KB 0644
hfar-as_escolas_que_seguiram_ouro_preto.html File 1.64 KB 0644
hfar-as_farmacias_dos_seculos_XV_ao_XVIII.html File 2.41 KB 0644
hfar-as_grandes_invasoes.html File 11.9 KB 0644
hfar-as_grandes_navegacoes.html File 16.89 KB 0644
hfar-as_origens_da_farmacia_no_brasil.html File 17.1 KB 0644
hfar-as_universidades.html File 3.01 KB 0644
hfar-augusto_stelffeld.html File 88.33 KB 0644
hfar-bandura.html File 2.39 KB 0644
hfar-battie.html File 2.15 KB 0644
hfar-beers.html File 2.23 KB 0644
hfar-bekhterev.html File 2.42 KB 0644
hfar-berger.html File 2.33 KB 0644
hfar-berkely.html File 3.72 KB 0644
hfar-bernheim.html File 2.14 KB 0644
hfar-bleuler.html File 3.04 KB 0644
hfar-brentano.html File 3.42 KB 0644
hfar-breve_historico_dos_analgesicos.html File 9.55 KB 0644
hfar-burton.html File 1.67 KB 0644
hfar-cade.html File 2.6 KB 0644
hfar-cattell.html File 3.01 KB 0644
hfar-cerletti.html File 3.54 KB 0644
hfar-charcot.html File 2.9 KB 0644
hfar-chiarugi.html File 2.08 KB 0644
hfar-china.html File 4.74 KB 0644
hfar-colaboradores-2.html File 1.56 KB 0644
hfar-colaboradores.html File 2.48 KB 0644
hfar-comenius_e_o_metodo_educacional_moderno.html File 2.27 KB 0644
hfar-comites_sociedades_e_associacoes.html File 2.68 KB 0644
hfar-consideracoes_finais.html File 4.36 KB 0644
hfar-cullen.html File 2.18 KB 0644
hfar-darwin.html File 20.11 KB 0644
hfar-das_origem_do_homem_ate_as_primeiras_civilizacoes.html File 5.19 KB 0644
hfar-definica_gazeta_do_povo.html File 2.22 KB 0644
hfar-delay.html File 2.1 KB 0644
hfar-descartes.html File 2.99 KB 0644
hfar-dewey.html File 3.05 KB 0644
hfar-diario_da_visita_a_provincia_do_parana.html File 2.88 KB 0644
hfar-diligencias_para_a_fundacao_do_hospital_de_caridade.html File 7.15 KB 0644
hfar-ebbinghaus.html File 3.4 KB 0644
hfar-educacao_e_historia.html File 2.69 KB 0644
hfar-egas_moniz.html File 2.62 KB 0644
hfar-erikson.html File 1.99 KB 0644
hfar-espanha.html File 8.59 KB 0644
hfar-esquirol.html File 2.49 KB 0644
hfar-estados_unidos.html File 10.14 KB 0644
hfar-europa_setentrional_asia_e_africa.html File 4.29 KB 0644
hfar-falret.html File 2.45 KB 0644
hfar-fechner.html File 2.61 KB 0644
hfar-feuchtersleben.html File 2.27 KB 0644
hfar-ficha_catalografica.html File 2.61 KB 0644
hfar-franca.html File 7.86 KB 0644
hfar-francisco_de_paula_candido.html File 10.29 KB 0644
hfar-frankl.html File 3.05 KB 0644
hfar-freud.html File 30.89 KB 0644
hfar-fundacao_e_desenvolvimento_do_cristianismo.html File 6.59 KB 0644
hfar-g_e_muller.html File 2.82 KB 0644
hfar-galton.html File 2.79 KB 0644
hfar-grandes_marcos_da_epoca_contemporanea.html File 4.38 KB 0644
hfar-grandes_vultos_da_psicologia.html File 11.79 KB 0644
hfar-griesinger.html File 2.15 KB 0644
hfar-guislain.html File 1.77 KB 0644
hfar-guthrie.html File 2.07 KB 0644
hfar-hartley.html File 3.75 KB 0644
hfar-hecker.html File 2.01 KB 0644
hfar-heinroth.html File 2.36 KB 0644
hfar-hindus_os_verdadeiros_inventores_do_alfabeto.html File 6.31 KB 0644
hfar-hipocrates_de_cos_e_outros_alquimistas_gregos.html File 24.05 KB 0644
hfar-historia_da_educacao-introducao.html File 3.94 KB 0644
hfar-historia_da_educacao.html File 4 KB 0644
hfar-historia_da_psicologia-2.html File 1.98 KB 0644
hfar-historia_da_psicologia.html File 2.59 KB 0644
hfar-hoffman.html File 2.29 KB 0644
hfar-hollingworth.html File 4.13 KB 0644
hfar-homenagem_do_crf-pr_aos_farmaceuticos_em_seu_dia.html File 2.68 KB 0644
hfar-horney.html File 1.88 KB 0644
hfar-hospitais_e_asilos_psiquiatricos_pioneiros.html File 3.66 KB 0644
hfar-hug_hellmuth.html File 2.3 KB 0644
hfar-hull.html File 2.3 KB 0644
hfar-hume.html File 3.95 KB 0644
hfar-inauguracao_do_novo_hospital_de_caridade.html File 6.13 KB 0644
hfar-instituicoes_historicas.html File 1.79 KB 0644
hfar-instituicoes_medievais_feudalismo.html File 18.74 KB 0644
hfar-introducao.html File 9.53 KB 0644
hfar-italia.html File 8.27 KB 0644
hfar-jabin.html File 1.78 KB 0644
hfar-james.html File 4.4 KB 0644
hfar-janet.html File 2.37 KB 0644
hfar-jauregg.html File 2.26 KB 0644
hfar-jones.html File 1.95 KB 0644
hfar-jung.html File 5.91 KB 0644
hfar-klaesi.html File 1.99 KB 0644
hfar-klein.html File 2.23 KB 0644
hfar-koeller.html File 2.77 KB 0644
hfar-koffka.html File 5.02 KB 0644
hfar-kolch.html File 5.06 KB 0644
hfar-korsakoff.html File 2.04 KB 0644
hfar-kraepelin.html File 2.47 KB 0644
hfar-kraft_ebing.html File 2.12 KB 0644
hfar-kretschamer.html File 1.95 KB 0644
hfar-kulpe.html File 2.3 KB 0644
hfar-kurt_lewin.html File 2.96 KB 0644
hfar-langermann.html File 2.2 KB 0644
hfar-loja_candura_curitybana_curitiba_pr.html File 9.38 KB 0644
hfar-loke.html File 2.52 KB 0644
hfar-louis_lasteur.html File 11.87 KB 0644
hfar-macedonia.html File 19.27 KB 0644
hfar-magna_grecia_e_o_mundo_grego_antigo.html File 54.89 KB 0644
hfar-magnan.html File 2.13 KB 0644
hfar-mais_alguns_alquimistas_da_antiguidade_classica.html File 8.32 KB 0644
hfar-malleus_maleficarum.html File 43.59 KB 0644
hfar-manuel_joaquim_henriques_de_paiva.html File 11.65 KB 0644
hfar-maslow.html File 3.14 KB 0644
hfar-maudsley.html File 2.5 KB 0644
hfar-meduna.html File 7.89 KB 0644
hfar-mesmer.html File 2.53 KB 0644
hfar-mesopotamia.html File 24.15 KB 0644
hfar-meyer.html File 2.07 KB 0644
hfar-mill.html File 3.71 KB 0644
hfar-miller.html File 2.42 KB 0644
hfar-mira_y_lopez.html File 4.39 KB 0644
hfar-moreau.html File 2.36 KB 0644
hfar-morel.html File 2.29 KB 0644
hfar-moreno.html File 2.6 KB 0644
hfar-movimentos_psicologicos.html File 5.6 KB 0644
hfar-munsterberg.html File 3.82 KB 0644
hfar-murray.html File 2.51 KB 0644
hfar-neisser.html File 2.68 KB 0644
hfar-nelma.html File 1.58 KB 0644
hfar-o_advento_da_civilizacao.html File 3.65 KB 0644
hfar-o_brasil_na_maioridade_de_dom_pedro_II.html File 3.73 KB 0644
hfar-o_comeco_do_hospital_de_caridade.html File 2.8 KB 0644
hfar-o_curso_oficial_de_farmacia_de_1832.html File 3.91 KB 0644
hfar-o_desenvolvimento_da_ciencia_moderna.html File 4.78 KB 0644
hfar-o_desenvolvimento_da_farmacia_no_estado_do_parana.html File 2.8 KB 0644
hfar-o_edito_regio.html File 4.64 KB 0644
hfar-o_humanismo_e_alguns_grandes_humanistas.html File 3.72 KB 0644
hfar-o_iluminismo_e_a_sociedade_burguesa.html File 3.82 KB 0644
hfar-o_imperio_do_oriente.html File 10.4 KB 0644
hfar-o_juramento_dos_farmaceuticos_da_idade_media.html File 5.8 KB 0644
hfar-o_primeiro_farmacologista_experimental.html File 2.17 KB 0644
hfar-o_primeiro_historiador_de_nossa_farmacia.html File 3.69 KB 0644
hfar-o_renascimento-2.html File 2.79 KB 0644
hfar-o_renascimento.html File 15.21 KB 0644
hfar-o_suplicio_do_pobre_e_infeliz_principe_orsini.html File 10.96 KB 0644
hfar-oceania.html File 4.63 KB 0644
hfar-onde_tudo_comecou_as_origens_da_farmacia.html File 12.35 KB 0644
hfar-oracao do_farmaceutico.html File 3.91 KB 0644
hfar-origens_da_santa_casa_de_misericordia.html File 4.97 KB 0644
hfar-os_arabes.html File 24.89 KB 0644
hfar-os_barbaros_e_as_modernas_nacoes_europeias.html File 12.01 KB 0644
hfar-os_campos_e_as_areas_da_psicologia.html File 8.1 KB 0644
hfar-os_fenicios_e_a_difusao_da_cultura_oriental.html File 7.58 KB 0644
hfar-os_grandes_marcos_na_transicao_da_epoca_moderna.html File 3.15 KB 0644
hfar-os_grandes_pensadores_da_educacao.html File 5.96 KB 0644
hfar-os_grandes_vultos_da_farmacia_brasileira.html File 2.12 KB 0644
hfar-os_hebreus.html File 9.98 KB 0644
hfar-os_persas.html File 18.89 KB 0644
hfar-os_primeiros_boticarios_do_parana.html File 7.25 KB 0644
hfar-os_primeiros_boticarios_reconhecidos.html File 2.04 KB 0644
hfar-os_primordios_da_farmacia_atual.html File 21.43 KB 0644
hfar-os_romanos.html File 69.05 KB 0644
hfar-outros_paises_da_europa.html File 17.47 KB 0644
hfar-paises_nordicos.html File 7.32 KB 0644
hfar-paul_ehrlich.html File 5.11 KB 0644
hfar-pavlov.html File 6.11 KB 0644
hfar-piaget.html File 3.21 KB 0644
hfar-pinel.html File 3.08 KB 0644
hfar-plater.html File 1.96 KB 0644
hfar-portugal.html File 10.46 KB 0644
hfar-rank.html File 2.15 KB 0644
hfar-referencias_bibliograficas.html File 134.19 KB 0644
hfar-reil.html File 2.53 KB 0644
hfar-reino_unido.html File 6.76 KB 0644
hfar-reish.html File 2.8 KB 0644
hfar-richard_gordon_e_sua_assustadora_historia_da_medicina.html File 7.18 KB 0644
hfar-robert_koch.html File 12.75 KB 0644
hfar-rodolpho_albino_dias_da_silva.html File 1.47 KB 0644
hfar-rogers.html File 2.84 KB 0644
hfar-rotter.html File 2.88 KB 0644
hfar-rush.html File 2.88 KB 0644
hfar-sakel.html File 2.21 KB 0644
hfar-scott.html File 4.53 KB 0644
hfar-siddiqui.html File 3.9 KB 0644
hfar-sigaud_e_a_farmacia_brasileira.html File 5.56 KB 0644
hfar-skinner.html File 4.29 KB 0644
hfar-spencer.html File 3.79 KB 0644
hfar-stahl.html File 1.75 KB 0644
hfar-stanley_hall.html File 3.25 KB 0644
hfar-stuart_mill.html File 4.08 KB 0644
hfar-stumpf.html File 2.56 KB 0644
hfar-sydenhan.html File 2.48 KB 0644
hfar-tendencia_psicologica.html File 6.6 KB 0644
hfar-tendencia_sociologica.html File 3.38 KB 0644
hfar-tendencia_tecnologica.html File 3.16 KB 0644
hfar-the_food_and_drug_administration.html File 4.26 KB 0644
hfar-thorndike.html File 3.18 KB 0644
hfar-titchener.html File 3.79 KB 0644
hfar-tolman.html File 2.99 KB 0644
hfar-tuke.html File 2.35 KB 0644
hfar-um_milhao_de_anos_de_pre-historia.html File 18.12 KB 0644
hfar-um_poeta_farmaceutico.html File 6.72 KB 0644
hfar-von_helmholtz.html File 4.78 KB 0644
hfar-watson.html File 3.47 KB 0644
hfar-weber.html File 3.44 KB 0644
hfar-wernicke.html File 2.32 KB 0644
hfar-wertheimer.html File 2.84 KB 0644
hfar-weyer.html File 2.52 KB 0644
hfar-whytt.html File 2.32 KB 0644
hfar-witmer.html File 4.04 KB 0644
hfar-woodward.html File 2.51 KB 0644
hfar-woodworth.html File 3.68 KB 0644
hfar-wundt.html File 5.52 KB 0644
hipertensao.html File 12.32 KB 0644
hormonios_produzidos_durante_gravidez_inibem_cancer_de_mama.html File 1.95 KB 0644
hraf-a_faculdade_de_harmacya_da_universidade_do_parana.html File 9.55 KB 0644
iframe.txt File 116 B 0644
imagem_estranha.html File 469 B 0644
imortalidade.html File 5.63 KB 0644
index-antigo.html File 3.26 KB 0644
index.html File 293 B 0644
index.html.bak File 3.22 KB 0644
index.noticias File 3.04 KB 0644
index2.html File 1.89 KB 0644
index[a].html File 3.07 KB 0644
indice-antigo.html File 848 B 0644
indice-html.html File 1004 B 0644
indice-novo File 778 B 0644
indice-velho File 933 B 0644
indice.antigo File 938 B 0644
indice.html File 710 B 0644
indice3.html File 889 B 0644
infeccao_e_alteracoes_reativas.html File 1.54 MB 0644
infeccao_por_hpv_com_alteracoes_borderline.html File 24.96 KB 0644
inflamacal_genital_alta.html File 8.66 KB 0644
jacqui.html File 4.97 KB 0644
links.html File 6.46 KB 0644
livro_portugues-1.html File 1.21 KB 0644
logo-3b.png File 238.47 KB 0644
logo.gif File 59.94 KB 0644
logo.jpg File 186.85 KB 0644
malformacoes.html File 37.05 KB 0644
marcadores_na_hepatite_b.html File 3.55 KB 0644
menstruar.html File 2.03 KB 0644
mentiras_tupiniquins.html File 4.76 KB 0644
metodo_de_blocos_celulares.html File 4.02 KB 0644
microsoft_photo_dna_software_ajuda_no_combate_a_pedofilia.html File 3.51 KB 0644
modelo.html File 1.23 KB 0644
mola_hidatiforme.html File 2.56 KB 0644
mt.txt File 1.32 KB 0644
mulheres_tem_mais_depressao_que_homens.html File 15.47 KB 0644
neoplasia_intra_epitelial_cervical.html File 838.79 KB 0644
noticias.html File 2.15 KB 0644
noticias2013.html File 3.99 KB 0644
noticias2014.html File 2.78 KB 0644
noticias2015.html File 3.71 KB 0644
noticias2016.html File 2.23 KB 0644
noticias2017.html File 2.18 KB 0644
noticias2018.html File 2.06 KB 0644
noticias2018.html.bak File 2.07 KB 0644
nutricionista_certificada.html File 2.85 KB 0644
obesidade_aumenta_risco_de_cancer_de_ovario_diz_estudo.html File 9.43 KB 0644
ovario.html File 12.29 KB 0644
ovos_de_naboth.html File 7.78 KB 0644
paraceratose.html File 2.05 KB 0644
patologia_mamaria.html File 59.04 KB 0644
patrocinio.html File 3.97 KB 0644
pediatria.html File 1.35 KB 0644
pilula_anticoncepcional_pode_ajudar_no_tratamento_de_acnes.html File 3.65 KB 0644
pilula_anticoncepcional_pode_atrapalhar_ganho_muscular_com_exercicios.html File 3.24 KB 0644
pilula_do_dia_seguinte_e_usada_de_forma_errada_mostra_pesquisa_em_pernambuco.html File 3.88 KB 0644
pouso_na_lua.html File 22.66 KB 0644
pouso_na_lua2.html File 10.05 KB 0644
print.png File 1.01 KB 0644
proteina_de_bence-jones.html File 22.83 KB 0644
proteinas_do_liquido_cefalo-raquidiano.html File 16.56 KB 0644
prova_da_excrecao_da_d-xilose.html File 9.2 KB 0644
psa-comentarios.html File 359.54 KB 0644
psa.html File 13.43 KB 0644
puberdade_feminina.html File 5.36 KB 0644
puberdade_normal.html File 296.87 KB 0644
puberdade_precoce.html File 31.56 KB 0644
puberdade_tardia.html File 18.29 KB 0644
reacao_tecidual.html File 4.15 KB 0644
reacao_vacinal.html File 1.64 KB 0644
reacoes_da_superficie.html File 16.56 KB 0644
recordacoes.html File 13.73 KB 0644
referencias_bibliograficas.html File 2.77 KB 0644
romario.html File 9.94 KB 0644
semelhancas_entre_celulas_endometriais_malignas_e_reativas.html File 8 KB 0644
sutia_errado_pode_causar_danos_as_mamas.html File 4.19 KB 0644
talidomida.html File 18.82 KB 0644
tecnica_papanicolau.html File 6.22 KB 0644
template File 974 B 0644
teste.html File 377 B 0644
teste.html.bak File 329 B 0644
teste2.html File 7.06 KB 0644
teste2.html.bak File 7.05 KB 0644
tipo_assim.html File 19.1 KB 0644
titulo_ilegal.html File 4.05 KB 0644
trangenera_5aninhos.html File 1.88 KB 0644
traumas.html File 16.33 KB 0644
tretinoina.html File 2.86 KB 0644
triacil-glicerol_ou_triglicerideos.html File 11.2 KB 0644
tumores.html File 37.28 KB 0644
vagina.html File 4.33 KB 0644
vaginite.html File 10.18 KB 0644
vaginite_atrofica.html File 11.1 KB 0644
variacao_da_descamacao.html File 8.18 KB 0644
voar_como_os_passaros.html File 33.54 KB 0644
voltando_as_origens.html File 6.65 KB 0644
vulva.html File 18.59 KB 0644
vulvite.html File 1.04 MB 0644
vvc.html File 2.67 KB 0644
win9_atualizacao_com_apenas_um_clique.html File 1.43 KB 0644
wordpress.html File 2.34 KB 0644
Filemanager