__  __    __   __  _____      _            _          _____ _          _ _ 
 |  \/  |   \ \ / / |  __ \    (_)          | |        / ____| |        | | |
 | \  / |_ __\ V /  | |__) | __ ___   ____ _| |_ ___  | (___ | |__   ___| | |
 | |\/| | '__|> <   |  ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \  \___ \| '_ \ / _ \ | |
 | |  | | |_ / . \  | |   | |  | |\ V / (_| | ||  __/  ____) | | | |  __/ | |
 |_|  |_|_(_)_/ \_\ |_|   |_|  |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1
 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram
 Telegram Address : @jackleet
        
        
For_More_Tools: Telegram: @jackleet | Bulk Smtp support mail sender | Business Mail Collector | Mail Bouncer All Mail | Bulk Office Mail Validator | Html Letter private



Upload:

Command:

www-data@216.73.216.10: ~ $
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">
<html>
<head>
  <meta http-equiv="content-type"
 content="text/html; charset="UTF-8">
  <title>Augusto Stelffeld</title>
  <link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css"
 media="screen">
</head>
<body>
<div id="container">
<div id="header" title="sitename">
<h1 style="text-align: center;"><img
 style="width: 800px; height: 120px;" alt="" src="logo.jpg"></h1>
</div>
<div class="blogentry">
<div style="text-align: center;"><iframe src="indice.html"
 frameborder="0" height="20" width="800"></iframe></div>
<center><font class="option" color="#000000"><b><br>
</b></font></center>
<br>
<h2 style="text-align: center;" class="art-PostHeader">
Augusto Stelffeld
</h2>
<div class="art-PostMetadataHeader">
<div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><a
 href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/?author=1"
 title="Posts de heinz" rel="author"><br>
</a>
</div>
</div>
<h4 style="text-align: justify;"><span id="more-6405"></span>A
Vinda de Augusto Stelffeld para o Brasil</h4>
<p style="text-align: justify;">
<span class="shutterset_singlepic685"><img
 style="width: 181px; height: 240px; float: left;"
 class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/685__320x240_685.jpg"
 alt="Augusto Stelffeld" title="Augusto Stelffeld"></span>
As pend&ecirc;ncias territoriais lim&iacute;trofes entre a
Dinamarca e as mais avan&ccedil;adas terras setentrionais da
Alemanha, datam do tempo em que, para a defesa do Holstein,
ent&atilde;o convertido ao cristianismo, gra&ccedil;as ao poder
e &agrave; vontade de Carlos Magno e de seu filho, Ludovico, o pio,
foi criada na velha Germ&acirc;nia, entre o Eider e o Schlei, a
marca <strong><em>Schleswig</em></strong><em>.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fora
fixada a divisa para impedir as incurs&otilde;es dos dinamarqueses
que, por sua vez, constru&iacute;ram aquela famosa <strong>danorum
vallum</strong>, uma vala de 14
quil&ocirc;metros de extens&atilde;o, com 10 a 13 metros de
profundidade e que ainda na guerra de 1864 teve a sua
import&acirc;ncia b&eacute;lica.</p>
<p style="text-align: justify;">E
as seguidas guerras, as confabula&ccedil;&otilde;es
diplom&aacute;ticas, os acordos e os juramentos, durante mais de um
mil&ecirc;nio, justificavam-se nos direitos de posse e de governo
pelas sucess&otilde;es din&aacute;sticas, ora apaziguadoras e
acomodat&iacute;cias, ora rebeldes e vingativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
1720, o duque Carlos Frederico, apenas atingia a maioridade, foi
escorra&ccedil;ado de seus dom&iacute;nios por Frederico IV da
Dinamarca, logo reconhecido, sob juramento crist&atilde;o, como o
&uacute;nico soberano de Schleswig-Holstein.</p>
<p style="text-align: justify;">Senhor
apenas de suas propriedades no Holstein, o duque Carlos Frederico,
possivelmente, aguardava qualquer rea&ccedil;&atilde;o do povo
ou de sua ilustre fam&iacute;lia, entretanto, tal n&atilde;o
sucedeu, pois seu filho Carlos Pedro Ulrico (neto de Pedro, o grande)
foi proclamado herdeiro do trono da R&uacute;ssia, qual de fato
ocupou em 1762 como Pedro III; foi assassinado seis meses mais tarde
pelos asseclas do pr&iacute;ncipe Orlow, favorito de quem, ficando
vi&uacute;va, seria a famos&iacute;ssima Catarina II.</p>
<p style="text-align: justify;">J&aacute;
Adolfo Frederico, o tio do duque Carlos Frederico e que
tamb&eacute;m fora seu tutor, ascendia ao trono da
Su&eacute;cia em 1751. Dona absoluta de dois tronos estranhos e
muito mais importantes que os Ducados, a linha Schleswig-Gottorp
n&atilde;o se interessou mais pela correg&ecirc;ncia de
Schleswig-Holstein, indissoluvelmente unidos desde 1386.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestas
condi&ccedil;&otilde;es, ratificada a desist&ecirc;ncia por
Catarina II em 1767, Schleswig-Holstein ficaram pacificamente aos
cuidados do rei Cristiano VII da Dinamarca (1773) que, por sua vez,
desistiu dos condados de Oldenburg e de Delmenhorst, fundando-se uma
nova linha e um novo ducado.</p>
<p style="text-align: justify;">Na
corte dinamarquesa, bem como na alta magistratura p&uacute;blica, a
nobreza de Schleswig-Holstein estava muito bem representada. Gozavam
desta forma os Ducados de muita prote&ccedil;&atilde;o no reino
e acabaram se incorporando definitivamente &agrave; Dinamarca
ap&oacute;s a dissolu&ccedil;&atilde;o do Reich em 1806.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas
os ideais de separatismo, de independ&ecirc;ncia e de
restabelecimento de uma Alemanha grande e unida, jamais deixaram de
transparecer e em janeiro de 1848 agravaram-se consideravelmente,
culminando com a proclama&ccedil;&atilde;o de um governo
provis&oacute;rio, que foi aplaudido por todos, inclusive as
for&ccedil;as armadas l&aacute; sediadas.</p>
<p style="text-align: justify;">O
governo provis&oacute;rio, francamente apoiado por Frederico
Guilherme, rei da Pr&uacute;ssia, muito interessado na
independ&ecirc;ncia dos Ducados, convocou a 3 de abril de 1848 uma
assembl&eacute;ia do povo, com o fim de ser aprovada a
admiss&atilde;o de Schleswig-Holstein no <em>&ldquo;<strong>Deutscher
Bund&rdquo;</strong>.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Organizou-se
com entusiasmo um ex&eacute;rcito, constitu&iacute;do das
tropas regulares dos Ducados e de v&aacute;rios corpos de
volunt&aacute;rios. As tropas libertadoras avan&ccedil;aram com
&iacute;mpeto e entusiasmo at&eacute; Flensburg, a capital por
ocasi&atilde;o da ocupa&ccedil;&atilde;o dinamarquesa,
contudo, ap&oacute;s a malograda batalha de Bau (9 de abril),
&agrave; ocupa&ccedil;&atilde;o de Schleswig pelo inimigo
(11 de abril) e ao fracassado assalto &agrave;s famosas trincheiras
de Dueppel (28 de maio), retiraram-se do campo de batalha.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi
declarado o fim da guerra no m&ecirc;s de maio e dissolvido o corpo
de volunt&aacute;rios, apesar dos socorros prestados aos patriotas
pelas tropas prussianas e de outros estados alem&atilde;es, sob o
comando do general Wrangel, que conseguiram infligir aos dinamarqueses
s&eacute;rias derrotas em Schleswig e &Ouml;versee (23-24 de
abril), ocupar Fredericia, no pequeno Belt (2 de maio) e sair-se
vitoriosas em Dueppel (5 de junho).</p>
<p style="text-align: justify;">N&atilde;o
possu&iacute;a a Alemanha, entretanto, uma marinha de guerra e seus
portos foram bloqueados, com evidentes preju&iacute;zos para seu
com&eacute;rcio. Al&eacute;m disso, a R&uacute;ssia e a
Inglaterra mostraram-se simp&aacute;ticos &agrave; causa da
Dinamarca. Foi assinado o armist&iacute;cio de Malmoe (26 de
agosto), conformando-se, pelo menos aparentemente, os patriotas de
Schleswig-Holstein com as imposi&ccedil;&otilde;es e com a
infrut&iacute;fera arrancada.</p>
<p style="text-align: justify;">No
ducado de Braunschweig, onde nasceu Augusto Stellfeld a 31 de agosto de
1817, at&eacute; o ano de 1873 era facultativo o estudo superior da
farm&aacute;cia para o exerc&iacute;cio da
profiss&atilde;o. Podia-se, sem ter freq&uuml;entado uma
Faculdade, comparecer perante uma banca examinadora oficial e prestar o
exame, que concedia ao candidato as prerrogativas de auxiliar (Gehilfe)
do &ldquo;Apothekerbesitzer&rdquo;
(farmac&ecirc;utico-propriet&aacute;rio), ou as deste, se para
isso requeresse e houvesse vaga para a instala&ccedil;&atilde;o
de uma nova farm&aacute;cia ou possibilidade de compra de uma
j&aacute; existente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Augusto
Stellfeld</strong>, com estudos
universit&aacute;rios ou n&atilde;o, devia estar trabalhando em
alguma farm&aacute;cia de sua cidade natal, possivelmente
ap&oacute;s aqueles anos de peregrina&ccedil;&atilde;o e de
aprendizado, e, talvez, tivesse o prop&oacute;sito de
estabelecer-se futuramente com uma farm&aacute;cia, o que somente
poderia ser poss&iacute;vel por etapas e at&eacute; que
aparecesse a oportunidade, em geral, ap&oacute;s cada
recenseamento, quando, por&eacute;m, muitos candidatos afluiriam
&agrave; vaga.</p>
<p style="text-align: justify;">Empolgado,
entretanto, com a companhia libertadora dos ducados de
Schleswig-Holstein, apresenta-se como volunt&aacute;rio e toma
parte na curta campanha da primavera de 1848. Ao ser dispensado o corpo
de volunt&aacute;rios recebe o seguinte certificado, devidamente
traduzido:</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><strong><em>&ldquo;O
Sr. Stellfeld combateu na guerra da independ&ecirc;ncia dos ducados
de Schleswig-Holstein na primavera de 1848, no corpo de
volunt&aacute;rios de Rantzau, na qualidade de comandante na
3&ordf; Companhia.<br>
Serviu com grande zelo e especial circunspec&ccedil;&atilde;o e
eu lhe agrade&ccedil;o no fim da guerra e na despedida dos
volunt&aacute;rios em nome da P&aacute;tria, contando, se
houver necessidade, de ir com a mesma prontid&atilde;o ao encontro
do inimigo.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>Veile,
7 de maio de 1848.</em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>(a)
ileg&iacute;vel</em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>General
Comandante do Ex&eacute;rcito de Schleswig-Holstein.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Augusto
Stellfeld prepara-se em seguida para o exame de
farmac&ecirc;utico-auxiliar, sendo aprovado a 15 de novembro do
mesmo ano de 1848. Presta nesse dia o juramento de fidelidade ao
regente do Ducado e promete cumprir exatamente as
instru&ccedil;&otilde;es inerentes &agrave;
profiss&atilde;o farmac&ecirc;utica.</p>
<p style="text-align: justify;">Da
vida escolar e profissional de Augusto Stellfeld em sua cidade natal
nada se sabe, nem mesmo das credenciais apresentadas para o exame de
habilita&ccedil;&atilde;o acima referido.</p>
<p style="text-align: justify;">Informa&ccedil;&otilde;es
ultimamente solicitadas ao professor Jaretzky, residente ou
qui&ccedil;&aacute; natural da cidade de Braunschweig, foram,
infelizmente, negativas.</p>
<p style="text-align: justify;">O
arquivo e toda a documenta&ccedil;&atilde;o ligados aos antigos
exames estaduais foram destru&iacute;dos pelos bombardeios
intensivos e ininterruptos da &uacute;ltima
conflagra&ccedil;&atilde;o, salvo uma pequena parte levada
ainda &agrave;s pressas para Wolfenbuettel. Entretanto, as
pesquisas efetuadas nesse material tamb&eacute;m foram
infrut&iacute;feras, contudo, o professor Jaretzky prometeu fazer
uma investiga&ccedil;&atilde;o pessoalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto
&agrave; farm&aacute;cia ou farm&aacute;cias, onde Augusto
Stellfeld teria praticado e depois exercido a profiss&atilde;o,
tamb&eacute;m foram sem resultado as
indaga&ccedil;&otilde;es iniciadas, compreendendo-se este
malogro se for levado em considera&ccedil;&atilde;o que das
farm&aacute;cias existentes na cidade de Braunschweig, apenas uma
&uacute;nica n&atilde;o foi destru&iacute;da pelas bombas!</p>
<p style="text-align: justify;">Narra
a hist&oacute;ria que, esgotado o prazo do armist&iacute;cio, a
guerra da independ&ecirc;ncia dos ducados de Schleswig-Holstein foi
reiniciada a 1&ordm; de abril de 1849.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
45.000 soldados alem&atilde;es, sob o comando do general prussiano
von Prittwitz, ocuparam a cidade de Schleswig e a 13 de abril,
ap&oacute;s uma brilhante vit&oacute;ria naval na
ba&iacute;a de Ekerfoerde, quando pelas baterias da terra foi
incendiada a nau de linha Cristiano VIII e for&ccedil;ada
&agrave; rendi&ccedil;&atilde;o a fragata Geison, as tropas
b&aacute;varas e sax&ocirc;nicas assaltaram as famosas
trincheiras de Dueppel. Como precau&ccedil;&atilde;o e temendo
a superioridade num&eacute;rica dos dinamarqueses, o general
Prittwitz teve ordens de apenas conservar ocupada a cidade de
Schleswig, sem se preocupar com qualquer ofensiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestas
condi&ccedil;&otilde;es somente as tropas de
Schleswig-Holstein, sob o comando do general prussiano Bonin, que tanto
se salientara na campanha de 1848 e fora o remodelador do
ex&eacute;rcito ap&oacute;s o armist&iacute;cio de Malmoe,
entraram na Jutl&acirc;ndia e derrotaram os dinamarqueses em
Koelding (23 de abril) e em Gudsoe (7 de maio). Iniciaram, em seguida,
o cerco de Fredericia, e depois de terem repelido vitoriosamente
diversas sortidas, foram na noite de 5 para 6 de julho, intensamente
atacadas pelo inimigo, comandado pelo general Buelow. Dada a
inatividade do general Prittwitz, foram reunidas todas as
for&ccedil;as dispon&iacute;veis da Dinamarca e ap&oacute;s
uma batalha sangrenta, as tropas libertadoras foram for&ccedil;adas
a uma retirada, abandonando-se o cerco de Fredericia, com a perda de
2.800 homens e 28 canh&otilde;es.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse
&iacute;nterim a Pr&uacute;ssia firmou novo
armist&iacute;cio com a Dinamarca (10 de julho), para no dia 2 de
julho do ano seguinte (1850) ser assinada a paz. A Pr&uacute;ssia
subscreveu tamb&eacute;m em nome da Uni&atilde;o
Alem&atilde;, ficando a Dinamarca com plenos poderes para repelir
ou sufocar qualquer resist&ecirc;ncia dos Ducados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
Ducados, ap&oacute;s a retirada das tropas prussianas que ocupavam
o sul, enquanto que as suecas ocupavam o norte, procuraram um
entendimento direto com a Dinamarca. Como esta
aproxima&ccedil;&atilde;o foi repelida pelos dinamarqueses, com
arrog&acirc;ncia e verdadeiro &oacute;dio nacional, os Ducados
resolveram reiniciar a luta com seus pr&oacute;prios recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com
um ex&eacute;rcito de 30 mil homens dos Ducados e de
volunt&aacute;rios alem&atilde;es, o general prussiano von
Willisen, famoso nas campanhas de 1806 a 1815, ocupou o norte de
Schleswig, descuidando-se, por&eacute;m, de impedir, com uma
r&aacute;pida incurs&atilde;o, a uni&atilde;o dos dois
ex&eacute;rcitos dinamarqueses que vinham da Jutl&acirc;ndia e
do Alsen. Enfrentando as tropas inimigas (37 mil homens) ao sul de
Flensburg, em Idstedt (24-25 de julho), e ap&oacute;s uma batalha
que a princ&iacute;pio foi favor&aacute;vel aos Ducados, o
ex&eacute;rcito libertador foi destro&ccedil;ado e obrigado a
retirar-se al&eacute;m do Eider.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
dinamarqueses ocuparam novamente a cidade de Schleswig, e os assaltos
de Missunde (12 de setembro) e de Friedrichstadt (4 de outubro), para
os quais Willisen se arrojou, ap&oacute;s uma longa
hesita&ccedil;&atilde;o devido ao mau tempo, foram
recha&ccedil;ados com grandes perdas. Willisen abandonou o comando
a 7 de dezembro e foi substitu&iacute;do pelo general von der
Horst, que comandara a princ&iacute;pio o batalh&atilde;o de
ca&ccedil;adores e depois a 3&ordf; brigada de infantaria. Mas
era tarde demais. A Pr&uacute;ssia sujeitou-se &agrave;s
imposi&ccedil;&otilde;es da &Aacute;ustria, apoiada pela
R&uacute;ssia, de serem cessadas as opera&ccedil;&otilde;es
b&eacute;licas nos Ducados.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma
comiss&atilde;o de pacifica&ccedil;&atilde;o
austro-prussiana foi enviada para o Ducado de Holstein, seguida de um
corpo do ex&eacute;rcito austr&iacute;aco, e exigiu imediata
cess&atilde;o das hostilidades, conformando-se a
assembl&eacute;ia do povo com a impossibilidade e a inutilidade de
qualquer resist&ecirc;ncia.</p>
<p style="text-align: justify;">A
Comiss&atilde;o dissolveu-se a 11 de janeiro de 1851, os
funcion&aacute;rios entregaram seus postos e o ex&eacute;rcito
foi tamb&eacute;m reduzido. Os austr&iacute;acos ocuparam
Holstein e os dinamarqueses Schleswig com Rendsburg, assinando-se
finalmente a 8 de maio de 1852 o protocolo de Londres, prometendo-se
uma autonomia aos Ducados, embora integrados na monarquia dinamarquesa.</p>
<p style="text-align: justify;">O
ultrajante desfecho da subleva&ccedil;&atilde;o dos Ducados de
Schleswig-Holstein, encarada que foi como um movimento nacionalista
alem&atilde;o, causou na Alemanha exaspera&ccedil;&atilde;o
e vergonha, culpando-se tanto ao rei da Pr&uacute;ssia, como a
falta de uni&atilde;o dos estados germ&acirc;nicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Via-se
com pesar a situa&ccedil;&atilde;o em que ficaram os Ducados,
considerados rebeldes e destitu&iacute;dos de qualquer direito.
Finalmente, ap&oacute;s a guerra de 1864, os Ducados livraram-se
para sempre da Dinamarca, ficando depois de 20 anos de acontecimentos
impetuosos e turbulentos, unidos &agrave; Pr&uacute;ssia, aos
seus compatriotas.</p>
<p style="text-align: justify;">E
tudo ficou harmoniosamente selado e esquecidas para sempre as tristes
recorda&ccedil;&otilde;es do passado, com o casamento do
ent&atilde;o pr&iacute;ncipe Guilherme (o posterior kaiser
Guilherme II) com a princesa Vit&oacute;ria, filha de Frederico de
Augustenburg, descendente da linha Schleswig-Sonderburg-Augustenburg,
fundada no segundo quartel do s&eacute;culo XVII.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando
em fins de 1850 as derradeiras arrancadas para a
independ&ecirc;ncia dos Ducados de Schleswig-Holstein,
encaminhavam-se para a gloriosa derrota, dois movimentos de
coloniza&ccedil;&atilde;o para o Brasil preparavam-se em
Hamburgo.</p>
<p style="text-align: justify;">De
um lado, com a queda de Lu&iacute;s Felipe, rei da
Fran&ccedil;a, em 1848, um de seus filhos refugiou-se em Hamburgo e
lhe veio ent&atilde;o a lembran&ccedil;a de explorar e povoar
vastas terras do Brasil meridional, as quais, por
condi&ccedil;&otilde;es estipuladas no contrato de casamento
com a princesa dona Francisca Carolina, irm&atilde; de D. Pedro II,
passaram a constituir patrim&ocirc;nio dele, Francisco Fernando
Lu&iacute;s Maria de Orleans, pr&iacute;ncipe de Joinville.</p>
<p style="text-align: justify;">O
pr&iacute;ncipe de Joinville, com a
idade de 25 anos, em fins de 1842, comandando a fragata
&ldquo;Belle
Pole&rdquo;, fora mandado<em> <strong>tomar
ares</strong>,</em>
pois, seus amores com uma c&eacute;lebre figura do teatro
franc&ecirc;s, preocupavam seus augustos pais. Depois de uma
perman&ecirc;ncia de 30 dias em Portugal e mais um velejamento de
dois meses pelas costas africanas, a &ldquo;Belle Pole&rdquo;
ancorou no Rio de Janeiro a 27 de mar&ccedil;o de 1843, escoltada
pelas goletas &ldquo;Fine&rdquo; e
&ldquo;Coquette&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">O
filho de Lu&iacute;s Felipe foi recebido no pal&aacute;cio de
S&atilde;o Crist&oacute;v&atilde;o por D. Pedro II, que
contava menos de 20 anos, e depois de uma
conversa&ccedil;&atilde;o de um quarto de hora bem animada,
apesar da taciturnidade do Imperador, foram visitar as princesas. Dona
Janu&aacute;ria estava doente e assim dona Francisca encontrava-se
s&oacute;. A visita protocolar, relatou o tenente Touchard,
ajudante do pr&iacute;ncipe de Joinville, transcorreu sem
entusiasmo e ambos n&atilde;o se sentiam muito &agrave;
vontade. A princesa pareceu-lhe muito bem, &ldquo;cintura
notavelmente bem feita e graciosa; nem muito alta nem muito baixa, uma
dignidade simples e graciosa no semblante, um bonito porte de
cabe&ccedil;a. A fronte alta, os olhos grandes e bem rasgados,
s&atilde;o cheios de express&atilde;o e vivacidade.&rdquo;</p>
<p style="text-align: justify;">Preestabelecidas
ou n&atilde;o, as &ldquo;demarches&rdquo; para o noivado
foram iniciadas, prestando de tudo fiel relato o tenente Touchard e a 4
de abril, quando festejava-se o anivers&aacute;rio
natal&iacute;cio de dona Maria I, houve jantar e baile em
S&atilde;o Crist&oacute;v&atilde;o. As princesas cantaram
can&ccedil;&otilde;es francesas e o pr&iacute;ncipe de
Joinville dan&ccedil;ou apenas com dona Francisca e certamente
neste baile foi firmada entre ambos a uni&atilde;o conjugal. A 22
do mesmo m&ecirc;s foi realmente assinado o contrato de casamento e
apenas nove dias mais tarde, celebrava-se na intimidade da Corte o
casamento do Alt&iacute;ssimo e Poderos&iacute;ssimo
pr&iacute;ncipe de Joinville, com a Alt&iacute;ssima e
Poderos&iacute;ssima dona Francisca Carolina.</p>
<p style="text-align: justify;">E,
ap&oacute;s duas semanas de uma lua de mel no Rio de Janeiro, o
pr&iacute;ncipe de Joinville regressou &agrave;
Fran&ccedil;a, acompanhado de sua esposa, &ldquo;la belle
Chica&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim,
sete anos mais tarde, a 1&ordm; de janeiro de 1850, foi firmado um
contrato com a Companhia Colonizadora de Hamburgo, recentemente fundada
e da qual era presidente o senador hamburgu&ecirc;s Cristiano
Matias Schroeder, muito relacionado em Hamburgo, com o firme
prop&oacute;sito de ser concretizada a
funda&ccedil;&atilde;o de uma col&ocirc;nia
agr&iacute;cola nos im&oacute;veis pertencentes aos jovens
pr&iacute;ncipes.</p>
<p style="text-align: justify;">Das
25 l&eacute;guas quadradas do referido patrim&ocirc;nio
territorial, localizado na Prov&iacute;ncia de Santa Catarina,
entre os rios Pirabeiraba e Itapocu, nas proximidades da
ba&iacute;a de S&atilde;o Francisco do Sul, pouco menos da
ter&ccedil;a parte foi concedida &agrave;quela Companhia, que
obteve tamb&eacute;m do Governo Imperial v&aacute;rios favores,
como o livre desembarque dos imigrantes, das bagagens, dos instrumentos
e dos animais destinados &agrave; lavoura, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizem
que a doa&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio foi um
verdadeiro <strong><em>presente
de grego</em>, </strong>pois,
a regi&atilde;o era inteiramente virgem, encontrando-se apenas
alguns moradores na orla mar&iacute;tima e no planalto de Campo
Alegre. Tudo o mais era mata selvagem, habitada ainda por bugres, que
naqueles tempos viviam aos bandos e por v&aacute;rias vezes
atacaram e trucidaram as turmas de explora&ccedil;&atilde;o e
de coloniza&ccedil;&atilde;o. A &aacute;rea escolhida em
1844 por L&eacute;once Aub&eacute;, delegado dos
Pr&iacute;ncipes, ap&oacute;s ter percorrido longos trechos da
Prov&iacute;ncia, foi considerada de nenhum valor real, tanto por
ser desabitada, como por n&atilde;o existirem meios de transporte.
A Coroa achou oportuno o momento para dela se livrar, pois,
anteriormente, j&aacute; fazia vantajosas concess&otilde;es e
dava sesmarias gratuitamente a quem tivesse recursos e, sobretudo,
vontade de faz&ecirc;-la produtiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto
a Companhia Colonizadora preparava-se para a
execu&ccedil;&atilde;o da tarefa, e L&eacute;once
Aub&eacute;, tendo regressado a Santa Catarina, foi residir na
margem do rio Cachoeira, que banhava a &aacute;rea escolhida para a
sede da col&ocirc;nia e onde, pelo engenheiro Guenther, foram
constru&iacute;dos dois ranchos de grandes dimens&otilde;es
para o alojamento dos pioneiros que deveriam chegar nos primeiros meses
de 1851, Dom Pedro II enviou para Hamburgo o tenente coronel
Sebasti&atilde;o do Rego Barros com a miss&atilde;o especial de
aliciar soldados alem&atilde;es, bem como adquirir o armamento
adequado e o equipamento para a organiza&ccedil;&atilde;o de um
batalh&atilde;o estrangeiro para participar da guerra contra o
ditador Rosas.</p>
<p style="text-align: justify;">N&atilde;o
eram desvantajosas as condi&ccedil;&otilde;es sob as quais os
aliciados mercen&aacute;rios se comprometiam prestar
servi&ccedil;os de guerra no Brasil. A
dura&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o militar seria de 4
anos, o transporte gr&aacute;tis, al&eacute;m de uma ajuda de
custo de <strong><em>25
t&acirc;lers</em></strong><em>.</em>
Os vencimentos seriam contados desde o dia do embarque e, ao ser
exclu&iacute;do, o legion&aacute;rio recebia um lote de 22,500
bra&ccedil;as quadradas ou o transporte para repatriar-se, com um
pr&ecirc;mio em dinheiro. Os legion&aacute;rios ficariam
adstritos ao regulamento disciplinar do ex&eacute;rcito prussiano e
seriam comandados em l&iacute;ngua alem&atilde;.</p>
<p style="text-align: justify;">A
alicia&ccedil;&atilde;o encontrou v&aacute;rios
contratempos, pois, ainda se recordava do fracasso das
legi&otilde;es estrangeiras idealizadas por D. Pedro I. A
oposi&ccedil;&atilde;o liberal brasileira combateu o contrato
da corte alem&atilde;, feito, ali&aacute;s, de conformidade com
a lei 856 de 6 de setembro de 1850. Por sua parte, o governo imperial
alegava que os legion&aacute;rios poupariam a vida de outros tantos
brasileiros e que conclu&iacute;do o tempo de servi&ccedil;o
militar, tornar-se-iam os soldados bons colonos, o que seria de
inestim&aacute;vel utilidade para o povoamento do pa&iacute;s.</p>
<p style="text-align: justify;">Se
bem que persistisse na Alemanha a avers&atilde;o &agrave;
migra&ccedil;&atilde;o para o Brasil, causada pela
decep&ccedil;&atilde;o dos primeiros imigrantes
legion&aacute;rios, e Hamburgo fosse acusada de apoiar, por
interesses materiais, o tr&aacute;fico de alem&atilde;es para o
estrangeiro, dificultando tudo ainda a sabotagem do
emiss&aacute;rio do pr&oacute;prio Rosas e que ainda perdurou
em terras brasileiras e durante a guerra, Rego Barros
alcan&ccedil;ou satisfat&oacute;ria e plenamente o seu objetivo
ao cabo de seis meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Reduzido
o ex&eacute;rcito libertador e constitu&iacute;do que era na
maioria de volunt&aacute;rios, ficaram sem meio de vida milhares de
jovens, com &oacute;timo treinamento de campanha e
esp&iacute;rito empreendedor e b&eacute;lico. Por isso
n&atilde;o hesitaram em aceitar o oferecimento do governo
brasileiro, considerado, ali&aacute;s, um verdadeiro presente
ca&iacute;do do c&eacute;u, dada a sua
situa&ccedil;&atilde;o pessoal, em geral sem perspectiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiel
ao compromisso assumido por ocasi&atilde;o da
dissolu&ccedil;&atilde;o do corpo de volunt&aacute;rios em
maio de 1848, Augusto Stellfeld ingressa em 1849 no ex&eacute;rcito
regular dos Ducados como suboficial e, possivelmente, com estudos na
Academia Militar de Anaburg, &eacute; promovido a alferes
&ldquo;<em>portepee&rdquo;</em>
e a tenente a 12 de julho de 1850 em Kiel, &ldquo;por ter sido
reconhecida a sua aptid&atilde;o e capacidade por todos os seus
companheiros.&rdquo;</p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;Na
batalha de Idstedt e no sanguinolento assalto de Friedrichstadt, deu
provas de soldado valente e irrepreens&iacute;vel, como comandante
corajoso e circunspecto; devo especialmente elogiar o seu sangue frio,
mesmo no mais ardente combate.&rdquo; </em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;A
estima&ccedil;&atilde;o e a afei&ccedil;&atilde;o dos
seus superiores e
camaradas o acompanham na sua despedida deste
Ex&eacute;rcito&rdquo;.</em>
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Reza
a f&eacute; de of&iacute;cio de Augusto Stellfeld, passada a 29
de mar&ccedil;o de 1851 e assinada pelo major Lettgau, comandante
do 6&ordm; batalh&atilde;o de infantaria de Schleswig-Holstein.</p>
<p style="text-align: justify;">A
8 de julho de 1850 j&aacute; havia recebido a Cruz de Campanha, <strong><em>&ldquo;em
reconhecimento aos servi&ccedil;os prestados aos Ducados na sua
luta pelo direito e honra do pa&iacute;s.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nestas
condi&ccedil;&otilde;es, enquanto a maioria dos veteranos
preferiu prosseguir a vida como militares, partindo a primeira leva de
270 homens de Hamburgo a 7 de abril de 1851, perfazendo os 10 embarques
durante esse ano cerca de 1.800 soldados, que se tornaram
c&eacute;lebres pela alcunha <strong><em>&ldquo;Brummer&rdquo;
</em></strong>(rezing&otilde;es)
e muitos mais dos quais realmente permaneceram no Brasil,
improf&iacute;cua mesmo que fora sua
contribui&ccedil;&atilde;o b&eacute;lica, uma pequena parte
deu prefer&ecirc;ncia &agrave;s pac&iacute;ficas e
buc&oacute;licas vantagens proclamadas pela Companhia colonizadora
e povoadora do dom&iacute;nio Dona Francisca, a atual
centen&aacute;ria e florescente Joinville, fundada a 9 de
mar&ccedil;o desse ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Perdida
possivelmente a oportunidade para servir &agrave;
Farm&aacute;cia ou ao ex&eacute;rcito em seus mais elevados
graus, ou fossem outras as raz&otilde;es, somente restava a Augusto
Stellfeld, j&aacute; com quase 34 anos, a
imigra&ccedil;&atilde;o. A resolu&ccedil;&atilde;o foi
r&aacute;pida e na companhia de 117 tripulantes, entre os quais
v&aacute;rios camaradas de lutas e ideais, toma passagem na barca
de tr&ecirc;s mastros <strong><em>&ldquo;Emma
e Louise&rdquo;,</em> </strong>que
zarpa do porto de Hamburgo a 1&ordm; de maio de 1851, rumo ao <em>eldorado
</em>verde, &agrave; cidade de
Nossa Senhora da Gra&ccedil;a do Rio S&atilde;o Francisco
Xavier do Sul, na prov&iacute;ncia de Santa Catarina, integrando a
segunda expedi&ccedil;&atilde;o colonizadora e povoadora das
glebas pertencentes ao pr&iacute;ncipe de Joinville.</p>
<p style="text-align: justify;">E,
ap&oacute;s uma travessia de 72 dias, chegam e pisam
definitivamente terras brasileiras. E, depois de terem seguido, durante
algumas horas, em canoas o rio Cachoeira acima, extasiando-se frente
&agrave; bravia mata tropical, avistam a 12 de julho de 1851 a
florescente col&ocirc;nia Dona Francisca, que j&aacute;
possu&iacute;a dez casas de pau-a-pique, cobertas de palha, algumas
das quais com acomoda&ccedil;&otilde;es para vinte
fam&iacute;lias, constru&iacute;das nas
imedia&ccedil;&otilde;es do ribeir&atilde;o Matias que, de
sussurrante regato de &aacute;guas l&iacute;mpidas, passou aos
poucos a divisor de quintais e ve&iacute;culo natural do despejo da
cidade, que ele viu nascer, crescer e prosperar.</p>
<p style="text-align: justify;">S&atilde;o
alojados os novos tit&atilde;s em outros vinte ranchos
constru&iacute;dos a alguns quil&ocirc;metros al&eacute;m
da sede, pr&oacute;ximo ao rio Motucas, onde ainda hoje se acha
Anaburgo, nome que deve recordar a famosa escola de cadetes e de
suboficiais da Pr&uacute;ssia, a qual Augusto Stellfeld e seus
camaradas teriam freq&uuml;entado.</p>
<ul style="text-align: justify;">
  <li>&ldquo;De
in&iacute;cio nada havia&hellip; apenas floresta,</li>
  <li>a terra que se abria, a
terra que se dava&hellip;</li>
  <li>Em cada ninho novo
&ndash; um c&acirc;ntico de festa</li>
  <li>Em cada galho verde
&ndash; um bra&ccedil;o que acenava!</li>
  <li>E pararam olhando&hellip;</li>
  <li>De pronto os desnorteia a
encena&ccedil;&atilde;o da terra&hellip;</li>
  <li>N&atilde;o haviam
pensado, era tudo t&atilde;o grande!</li>
  <li>Quem pudesse saber o que a
floresta encerra?</li>
  <li>Quem pudesse
saber&hellip; Mas l&aacute; dentro &eacute; o
mist&eacute;rio,</li>
  <li>um outro novo mundo,</li>
  <li>De
m&atilde;es-d&rsquo;&aacute;gua, Sacis, Caaporas,
Bois-Tat&aacute;, de feras, de r&eacute;pteis, de insetos, de
pauis&hellip;&rdquo;</li>
  <li>Assim foi o
come&ccedil;o. Era uma vez?&hellip;</li>
  <li>Qual nada: &ndash; o
rancho e, logo ap&oacute;s, a &ldquo;tifa&rdquo;.</li>
  <li>Em toda aquela gente a
vontade &eacute; uma for&ccedil;a,</li>
  <li>um dilema, talvez.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
  <li>Dia a dia se agita</li>
  <li>toda aquela falange
her&oacute;ica de Tit&atilde;s&hellip;</li>
  <li>Rasga a terra, desbrava,
estende mais as ro&ccedil;as,</li>
  <li>pondo uma nota humana
&ndash; uma express&atilde;o bonita,</li>
  <li>at&eacute;
ent&atilde;o negada</li>
  <li>&agrave;
gl&oacute;ria das manh&atilde;s.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
  <li>Este sorri, olhando o barro
que amassou:</li>
  <li>vai lhe dar o tijolo, a
telha para a casa;</li>
  <li>outro falquejava a trave;
aquele a porta armou</li>
  <li>nos gonzos que trouxera
&ndash; a fronte, em febre, abrasa. -</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
  <li>Um outro firma o
oit&atilde;o, (n&atilde;o sai um&rsquo;obra prima</li>
  <li>de t&eacute;cnica, mas
serve). As paredes em linha</li>
  <li>d&atilde;o ao pobre
arcabou&ccedil;o um qu&ecirc; que mais anima.</li>
  <li>grito da araponga, imitando
o ferreiro ao rebater o malho,</li>
  <li>n&atilde;o os assusta
mais quando vibra, de chofre,</li>
  <li>acordando a
manh&atilde;, no sert&atilde;o brasileiro.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
  <li>Curvados, os
Tit&atilde;s, os nervos retesados,</li>
  <li>sugerem, na postura,
estranhos e viris,</li>
  <li>uma ra&ccedil;a
&ndash; cavando outros mundos sonhados</li>
  <li>na grandeza feraz destes
novos Brasis!</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
  <li>E cantam no trabalho. Uma
can&ccedil;&atilde;o qualquer,</li>
  <li>um <strong>lied</strong>
que relembra os tempos de crian&ccedil;a&hellip;</li>
  <li>a escola, o
lugarejo&hellip; um vulto de mulher</li>
  <li>que ficou para
tr&aacute;s, mas vive na lembran&ccedil;a.&rdquo;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">(Do
poema <strong>Os Tit&atilde;s</strong>,
de J. Batista Crespo in &ldquo;Vida Nova&rdquo;,
n&uacute;mero comemorativo do 1&ordm; Centen&aacute;rio de
Joinville).</p>
<p style="text-align: justify;">Edificada
a col&ocirc;nia sobre terreno extremamente alagadi&ccedil;o,
quando o mais acertado seria t&atilde;o pr&oacute;ximo quanto
poss&iacute;vel de S&atilde;o Francisco, ao menos para
impressionar melhor aos colonos, a administra&ccedil;&atilde;o
tratou logo da drenagem das &aacute;guas; e in&oacute;spito e
insalubre que ainda era o porto velho, na atual rua 9 de
Mar&ccedil;o, muitos se mudaram para Anaburgo, contudo, voltaram
novamente para o local escolhido, pr&oacute;ximo ao rio Cachoeira,
que na &eacute;poca era a &uacute;nica
liga&ccedil;&atilde;o com o porto de S&atilde;o Francisco.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando
a 27 de setembro de 1851 deu fundo no rio S&atilde;o Francisco o
brigue dinamarqu&ecirc;s Gloriosa, procedente de Hamburgo e tendo a
bordo mais 78 pessoas, representadas em 11 fam&iacute;lias e que
constitu&iacute;am a terceira leva de colonizadores,<em>
<strong>formada de pessoas mui
decentes e civilizadas</strong></em>,
o estado da Col&ocirc;nia Dona Francisca era o melhor
poss&iacute;vel, apresentando um aspecto cada vez mais
agrad&aacute;vel, n&atilde;o se poupando os colonos a todo e
qualquer trabalho, pois, a alguns dos quais outrora serviram em seu
pa&iacute;s como oficiais militares, n&atilde;o repugna pegar
no machado e na foice, para derrubarem as matas e
aperfei&ccedil;oarem as tr&ecirc;s grandes picadas que existem
abertas em diferentes dire&ccedil;&otilde;es.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em><strong>&ldquo;J&aacute;
ali se celebram preces aos domingos em casa para isso destinada e tem
havido casamentos, tudo conforme a religi&atilde;o que
professam.&rdquo;</strong></em></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><em><strong>&ldquo;Tamb&eacute;m
ali existem dois m&eacute;dicos, dois botic&aacute;rios, dois
naturalistas, um inspetor e o diretor da Col&ocirc;nia, bem como
dois professores, por&eacute;m, estes n&atilde;o t&ecirc;m
aula aberta por falta de casa pr&oacute;pria.&rdquo;</strong></em></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;A
Col&ocirc;nia Dona Francisca</em></strong><em>,
</em><em><strong>apresenta-se
debaixo dos melhores ausp&iacute;cios e, dentro em pouco tempo,
estar&aacute; abundante e produtiva, pois h&aacute; apenas sete
meses de sua funda&ccedil;&atilde;o e por isso ainda
n&atilde;o fazem grandes colheitas de g&ecirc;neros que merecem
ser mencionados.&rdquo;</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>
</em>(Da carta dirigida em
14.10.1851 ao Governo Provincial. Cezario Ant&ocirc;nio Mendes era
funcion&aacute;rio aduaneiro em S&atilde;o Francisco do Sul. As
primeiras culturas agr&iacute;colas foram:
cana-de-a&ccedil;&uacute;car, arroz, mandioca,
feij&atilde;o, batata, milho, fumo, caf&eacute; e
algod&atilde;o).</p>
<p style="text-align: justify;">Em
1852 a sede da Col&ocirc;nia passou a denominar-se Joinville,
quando j&aacute; possu&iacute;a 12 casas particulares e igual
n&uacute;mero de propriedade da Companhia Colonizadora, destinadas
ao alojamento dos colonos. Contava a Col&ocirc;nia com 25
quil&ocirc;metros de estradas, inclusive 12 em demanda da serra e
que constituiriam parte da estrada Dona Francisca, que permitiu mais
tarde o afluxo daqueles colonizadores e povoadores para Curitiba,
principalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">De
acordo com o contrato celebrado entre o pr&iacute;ncipe de
Joinville e a Companhia Colonizadora, foi a 13 de julho de 1852
estabelecida a comuna da Col&ocirc;nia Dona Francisca, harmonizada
e submissa &agrave;s leis do Imp&eacute;rio do Brasil, mas que
era o poder legislativo. Ela nomeava o Conselho Comunal, composto de 5
membros e 2 suplentes e tinha poder absoluto. O poder arbitral pousava
nas m&atilde;os de um Juiz de Paz, o qual teria um substituto
at&eacute; que se tivesse a tradu&ccedil;&atilde;o
alem&atilde; da lei fundamental brasileira. Os delitos graves ou
crimes eram enviados aos tribunais para julgamento. Compunha-se o
tribunal do Juiz de Paz e de 12 colonos e se reunia em dia fixo de cada
semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada
colono ao atingir a idade de 20 anos era considerado eleitor e,
portanto, eleg&iacute;vel para qualquer cargo p&uacute;blico,
que n&atilde;o podia recusar. Eram apenas isentos o
m&eacute;dico e o farmac&ecirc;utico e quem j&aacute;
tivesse exercido fun&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas
durante um ano. N&atilde;o eram, entretanto, eleg&iacute;veis,
os empregados da Companhia e os do pr&iacute;ncipe de Joinville.</p>
<p style="text-align: justify;">Quais
fossem as primeiras ocupa&ccedil;&otilde;es de Augusto
Stellfeld na Col&ocirc;nia Dona Francisca, ainda n&atilde;o
sei: se imigrara com o prop&oacute;sito de exercer a
farm&aacute;cia e para isso, de acordo ou n&atilde;o com a
Companhia, tivesse levado consigo uma pequena oficina
farmac&ecirc;utica, ou se teve mesmo o objetivo de dedicar-se
&agrave; lavoura ou &agrave;s duas atividades ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Da
rela&ccedil;&atilde;o dos 469 imigrantes que no ano de 1851
constitu&iacute;ram o primeiro <em>&ldquo;melting
pot&rdquo; </em>de Joinville, e
dos quais 190 eram su&iacute;&ccedil;os, 74 noruegueses, 3
suecos e os demais alem&atilde;es, constam os nomes dos seguintes
m&eacute;dicos: <strong>W.A.</strong>
<strong>Guilherme Moeller</strong>,
chegado com o &ldquo;Colon&rdquo;, natural da Noruega, com 27
anos, tendo permanecido na Col&ocirc;nia apenas um ano, apesar de
benquisto. Desejando conhecer o Brasil, foi servir na legi&atilde;o
alem&atilde; no posto de m&eacute;dico-chefe, em Porto Alegre; <strong>Wilhelm
Nikolaus Krebs</strong>, do Hanover,
com 30 anos, bem como os seguintes farmac&ecirc;uticos,
al&eacute;m de Augusto Stellfeld; <strong>S.
Carlos Em&iacute;lio Boedicker</strong>,
que veio com a primeira expedi&ccedil;&atilde;o de <strong>F.
Bernhardt Bemba e J.</strong> <strong>Christian
Schluemann</strong>, vindos com o
&ldquo;Gloriosa&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">&Eacute;
poss&iacute;vel que somente o doutor Krebs, chegado com a terceira
leva, e Augusto Stellfeld tivessem por mais tempo permanecido em
Joinville e exercido suas profiss&otilde;es, pois apenas aos dois
&eacute; feita uma refer&ecirc;ncia <strong><em>&ldquo;como
o primeiro m&eacute;dico e o primeiro
farmac&ecirc;utico&rdquo;.</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">
<a href="../paginas/hfar-augusto_stelffeld-imagem-1.html" title=""
 class="shutterset_singlepic686"> <img
 style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 191px;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/686__320x240_686.jpg"
 alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a></p>
<p style="text-align: center;">Primeira
farm&aacute;cia de Augusto Stelffel &ndash; clique para ampliar</p>
<p style="text-align: justify;">Rodowicz
em seu livro pouco conhecido e cuja tradu&ccedil;&atilde;o
teria sido de grande significa&ccedil;&atilde;o para as
comemora&ccedil;&otilde;es do centen&aacute;rio de
Joinville, refere-se tamb&eacute;m ao farmac&ecirc;utico
Boedicker, mas que Augusto Stellfeld era o farmac&ecirc;utico da
Col&ocirc;nia, possuidor, por sinal, de uma bem humilde casinha,
localizada no lote 72. (Neste lote, atravessado pelo
ribeir&atilde;o Mathias, com 1.166 bra&ccedil;as quadradas e
adquirido em 01/09/52, acha-se agora a tipografia Boehm &ndash; rua
Visconde de Taunay, antiga dos Alem&atilde;es, esquina da rua Pedro
Lobo). Escreveu ainda que Augusto Stellfeld exerceu por algum tempo as
fun&ccedil;&otilde;es de inspetor das mulheres e
crian&ccedil;as a servi&ccedil;o da ent&atilde;o Sociedade
Colonizadora Hamburguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">A
16 de novembro de 1852, casa-se Augusto Stellfeld com <strong>Carlota
Sofia Dorotea Halckmann</strong>,
filha do propriet&aacute;rio feudal Wilhelm Heinrich Kalckmann que,
por quest&otilde;es familiares, imigrou nesse ano para o Brasil,
ruma &agrave; Col&ocirc;nia Dona Francisca, onde
tamb&eacute;m adquiriu vastas glebas fora da sede. Veio acompanhado
de seus filhos maiores, Carlota, J&uacute;lio, Berta e Ernestina,
tendo tido a infelicidade de perder sua esposa, Carlota Guilhermina,
falecida a bordo da barca &ldquo;Florentin&rdquo; no dia 6 de
julho de 1852, e lan&ccedil;ada ao mar nas proximidades da ilha
Madeira, onde, dizem, ultimamente, vozes de <em>al&eacute;m
t&uacute;mulo</em>, seu corpo
foi naquela &eacute;poca recolhido e piedosamente sepultado.</p>
<p style="text-align: justify;">A
emancipa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica da 5&ordf;
Comarca da Prov&iacute;ncia de S&atilde;o Paulo foi, sobretudo,
uma conseq&uuml;&ecirc;ncia da ambi&ccedil;&atilde;o
pessoal, segundo os nossos historiadores, desde os primeiros movimentos
em 1811, Pedro Joaquim de Castro Correia e S&aacute;,
at&eacute; o desenlace em 1853, quando se concretizaram os
esfor&ccedil;os e as lutas en&eacute;rgicas para a
eleva&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio meridional
paulista a uma nova Capitania e depois a uma nov&iacute;ssima
Prov&iacute;ncia.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora
ambicioso e n&atilde;o pretendesse um s&oacute; real, caso
fosse o criador da nova Capitania, devemos ao terceiro neto de Salvador
Correia de S&aacute; Benevides, a origem, a express&atilde;o e
o est&iacute;mulo das primeiras manifesta&ccedil;&otilde;es
do movimento, que havia de triunfar em 1853, bem como o remate final ao
tenente coronel da Guarda Nacional Jo&atilde;o da Silva Machado, o
posterior bar&atilde;o de Antonina, cuja presen&ccedil;a em
Curitiba, por ocasi&atilde;o da revolu&ccedil;&atilde;o de
Sorocaba (1842), lhe inspirou duas resolu&ccedil;&otilde;es,
que ele levou a cabo com o mais inteiro sucesso: a de apossar-se de
latif&uacute;ndios por todas as partes da Comarca e a de conseguir
a eleva&ccedil;&atilde;o dela &agrave; categoria de
Prov&iacute;ncia e fruir os proventos pol&iacute;ticos que
da&iacute; advieram.</p>
<p style="text-align: justify;">Elevada
pela Lei 704 de 29 de agosto de 1853, a comarca de Curitiba da
Prov&iacute;ncia de S&atilde;o Paulo &agrave; categoria de
Prov&iacute;ncia do Paran&aacute; e tendo por capital a cidade
de Curitiba, a instala&ccedil;&atilde;o teve lugar no dia 19 de
dezembro do mesmo ano, cabendo a honrosa presid&ecirc;ncia da mais
nova e &uacute;ltima Prov&iacute;ncia do Imp&eacute;rio ao
conselheiro Zacarias de G&oacute;es e Vasconcelos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vendo,
possivelmente, na nova Prov&iacute;ncia um campo maior e mais
atraente para suas atividades profissionais e sociais, Augusto
Stellfeld transfere sua resid&ecirc;ncia e sua farm&aacute;cia
para a cidade de Paranagu&aacute;, em data ainda n&atilde;o
averiguada e a 1&ordm; de mar&ccedil;o de 1854 nasceu nessa
cidade o primeiro rebento do casal, Rosa Guilhermina Carlota
Patr&iacute;cia, cujos padrinhos foram Francisco Pinheiro e
Patr&iacute;cia Pinheiro, batizada, bem como todos os seus
irm&atilde;os, na igreja cat&oacute;lica.</p>
<p style="text-align: justify;">O
Decreto Federal n.&ordm; 598 de 1850, melhorando o
servi&ccedil;o sanit&aacute;rio da Corte e de outras
povoa&ccedil;&otilde;es do Imp&eacute;rio, criava a Junta
de Higiene com poderes de exercer a pol&iacute;cia
m&eacute;dica nas visitas de embarca&ccedil;&otilde;es, nas
boticas, lojas de drogas e em casas onde pudessem provir danos
&agrave; sa&uacute;de p&uacute;blica e cujo regulamento foi
aprovado e mandado executar pelo Decreto n.&ordm; 828 de setembro
de 1851.</p>
<p style="text-align: justify;">Da
situa&ccedil;&atilde;o da medicina e da farm&aacute;cia em
Paranagu&aacute; nessa &eacute;poca pouco se sabe, entretanto,
devia ser importante e bem agitada, assim &eacute; que a 5 de
outubro de 1854 o farmac&ecirc;utico pela Faculdade de Medicina do
Rio de Janeiro, Jos&eacute; Ferreira Guteris, estabelecido em
Paranagu&aacute;, dirigiu uma en&eacute;rgica
peti&ccedil;&atilde;o &agrave; C&acirc;mara Municipal
local, dizendo<strong>: </strong></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><strong><em>&ldquo;que
tendo estabelecido uma botica, exerce a arte farmac&ecirc;utica,
mas n&atilde;o pode prescindir de solicitar a
prote&ccedil;&atilde;o dos dignos vereadores para que a sua
profiss&atilde;o n&atilde;o continue a ser exercida
sen&atilde;o por indiv&iacute;duos que tenham um
t&iacute;tulo legal; que o fato mais inaudito e que deve ser
condenado pela honestidade, &eacute;, sem d&uacute;vida, aquele
que lan&ccedil;aram m&atilde;o os indiv&iacute;duos que, em
Paranagu&aacute; e contra o artigo 25 do indicado regulamento,
exercem a nobre profiss&atilde;o de curar, escrevendo suas receitas
em tal linguagem e com abreviaturas tais em ordem a serem as mesmas
aviadas por certas e determinadas pessoas.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">E,
&agrave; vista do que havia expedido, e n&atilde;o encontrando
na Lei de 1850, que criou a Junta de Higiene, nenhum artigo que faculte
o exerc&iacute;cio da medicina a quem n&atilde;o tiver um
t&iacute;tulo conferido pelas escolas de Medicina do Brasil,
n&atilde;o podia deixar de protestar perante a C&acirc;mara
Municipal e perante todas as autoridades da Prov&iacute;ncia,
contra t&atilde;o imprudente charlatanismo.</p>
<p style="text-align: justify;">O
delegado de pol&iacute;cia de Paranagu&aacute;
tamb&eacute;m recebeu uma carta do colega Guteris, que levou ao
conhecimento desta autoridade que na cidade de Paranagu&aacute;
existem <strong><em>&ldquo;certos
indiv&iacute;duos que, sem t&iacute;tulo legal, exercem a
medicina e a farm&aacute;cia&rdquo;</em>,
</strong>pedindo em seguida
provid&ecirc;ncias para cessar semelhante abuso.</p>
<p style="text-align: justify;">O
arguto delegado, Manuel Leoc&aacute;dio de Oliveira,
c&ocirc;nscio de suas atribui&ccedil;&otilde;es, escreveu
ao presidente e vereadores da C&acirc;mara Municipal que,</p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;sendo
puramente da atribui&ccedil;&atilde;o da C&acirc;mara
Municipal providenciar a respeito, &eacute; de esperar do acurado
zelo e patriotismo que distingue a C&acirc;mara Municipal de
Paranagu&aacute;, a bem de seus mun&iacute;cipes, que ela,
tomando aquelas cautelas que a prud&ecirc;ncia de seus dignos
membros aconselha neste caso, possa dar as provid&ecirc;ncias que,
satisfazendo aos preceitos da lei, satisfa&ccedil;a ao mesmo tempo
aquele que t&atilde;o alto fala: o das necessidades
p&uacute;blicas.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ignora-se
o ep&iacute;logo desta justa e curiosa campanha e quais as
provid&ecirc;ncias tomadas pelo presidente Zacarias de
G&oacute;es e Vasconcelos, a quem o colega Guteris
tamb&eacute;m dirigiu uma peti&ccedil;&atilde;o e que foi
em seguida encaminhada &agrave; C&acirc;mara Municipal de
Paranagu&aacute; para informar, bem como se Augusto Stellfeld foi
um dos visados pelo farmac&ecirc;utico Guteris, pois, de fato,
n&atilde;o possu&iacute;a ainda um t&iacute;tulo legal para
exercer a farm&aacute;cia no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O
fato concreto &eacute; que Augusto Stellfeld, possuidor de um
diploma para exercer a farm&aacute;cia em sua terra natal e
expedido a 15 de novembro de 1848, vai prestar exame de
revalida&ccedil;&atilde;o do seu diploma, previsto no Decreto
de 1850, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e que se realiza no
dia 18 de maio de 1855, sem nenhuma discrep&acirc;ncia;
s&atilde;o seus examinadores os professores Jo&atilde;o
Jos&eacute; Carvalho, Manoel Maia de Morais e Vale e Ezequiel
Corr&ecirc;a dos Santos, adquirindo, conseq&uuml;entemente, os
direitos para exercer a Farm&aacute;cia em todo o
Imp&eacute;rio.</p>
<p style="text-align: justify;">Regressando
a Paranagu&aacute;, nasce a 22 de junho do mesmo ano seu segundo
filho, Afonso Ant&ocirc;nio, cujos padrinhos s&atilde;o o
doutor Ant&ocirc;nio Francisco de Azevedo e dona Ana Azevedo.</p>
<p style="text-align: justify;">Curitiba,
na &eacute;poca de sua eleva&ccedil;&atilde;o &agrave;
capital da Prov&iacute;ncia do Paran&aacute;, era uma
insignific&acirc;ncia, que de cidade tinha somente o predicado
oficial. Mas, j&aacute; possu&iacute;a quatro igrejas, embora
uma delas inacabada e cujos pared&otilde;es enormes e sombrios, no
alto do S&atilde;o Francisco, s&atilde;o os &uacute;ltimos
remanescentes da pacata vila de outrora.</p>
<p style="text-align: justify;">Existiam
308 casas e duas escolas prim&aacute;rias, uma para cada sexo e os
lampi&otilde;es nas vias p&uacute;blicas podiam ser contados.
Mas, n&atilde;o havia uma &uacute;nica farm&aacute;cia ou
botica p&uacute;blica e o &uacute;nico m&eacute;dico,
apenas h&aacute; algumas semanas chegado, era o
benem&eacute;rito doutor Jos&eacute; C&acirc;ndido da Silva
Muricy, natural da Bahia, com servi&ccedil;os no corpo fixo da
guarni&ccedil;&atilde;o militar e que exercia ainda as
fun&ccedil;&otilde;es de vacinador e manipulador de bolas de
estricnina para os c&atilde;es vadios e sem dono.</p>
<p style="text-align: justify;">Seria
perfeitamente admiss&iacute;vel que com a
instala&ccedil;&atilde;o da Prov&iacute;ncia,
aflu&iacute;ssem para sua capital farmac&ecirc;uticos,
m&eacute;dicos e cirurgi&otilde;es dentistas, e iniciassem suas
atividades profissionais. Entretanto, os primeiros an&uacute;ncios
no jornal <em>Dezenove de Dezembro</em>
referem-se a dentistas de passagem por Curitiba e especialistas em</p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;chumba&ccedil;&otilde;es
de ouro e em dentes posti&ccedil;os minerais, americanos,
incorrupt&iacute;veis, presos em chapas de ouro fino,
n&atilde;o deixando cheiro algum &agrave; boca e servem para
todos os intentos da fala e da
mastiga&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>
</strong>Outros anunciavam que
tamb&eacute;m faziam a barba, cortavam os cabelos e aplicavam
ventosas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;N&atilde;o
havendo
botica alguma nesta cidade e sendo doloroso que a pobreza sofra nas
suas enfermidades por falta de medicamentos&rdquo;</em>,
</strong>o presidente Zacarias de
G&oacute;es e Vasconcelos autorizou ao doutor Muricy,
n&atilde;o se sabe se tamb&eacute;m era farmac&ecirc;utico,
dar rem&eacute;dio gr&aacute;tis &agrave;queles
indiv&iacute;duos que para esse fim a ele recorressem e que
provassem ser, evidentemente, pobres, porquanto os remediados
j&aacute; eram naquela enfermaria atendidos, sempre, possivelmente,
que n&atilde;o pudessem ser conseguidos os medicamentos em
Paranagu&aacute; ou em casos de grande urg&ecirc;ncia.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob
forma de verdadeira pandemia o <strong><em>C&oacute;lera-morbus</em></strong>,
depois de causar milhares de v&iacute;timas pela Europa, chegou ao
Brasil no ano de 1855 e a primeira prov&iacute;ncia a ser atingida
foi a do Par&aacute;, admitindo-se, a princ&iacute;pio, que
fosse algum anda&ccedil;o, em conseq&uuml;&ecirc;ncia do
tempo e consumo de frutas e carne de m&aacute; qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
vista dos estragos que o c&oacute;lera vinha fazendo no
Par&aacute;, o vice-presidente da nossa Prov&iacute;ncia,
Beaurepaire-Rohan, tratou logo de criar em Paranagu&aacute; uma
comiss&atilde;o de Sa&uacute;de; preocupou-se com a
constru&ccedil;&atilde;o de um ou dois lazaretos, com a
caia&ccedil;&atilde;o das casas, com a limpeza e asseio da
cidade, al&eacute;m de outras medidas <strong><em>&ldquo;se
n&atilde;o para impedir o c&oacute;lera, ao menos para
minorar-lhe os danos e acudir a tempo aos que padecem.&rdquo; </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A
imprensa curitibana, ali&aacute;s, o <strong><em>Dezenove
de Dezembro</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">,
tamb&eacute;m pedia vistas para o estado lament&aacute;vel de
Curitiba, com suas ruas de lama e rodeada de charcos, <strong><em>&ldquo;que
se prestam para o desenvolvimento dos miasmas os mais
delet&eacute;rios.&rdquo; </em></strong>Convidados
os cidad&atilde;os curitibanos a se reunir e consultar sobre os
meios de garantir-se contra a invas&atilde;o da terr&iacute;vel
epidemia, entre outros meios considerados puramente preventivos e
aconselhados pela higiene, apresentaram ainda outros, considerados
indispens&aacute;veis, como o seguinte: <strong><em>
</em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;procurar
obter, quanto antes, do Governo Geral ou Provincial, uma botica
suficientemente sortida de medicamentos s&atilde;os e em quantidade
conveniente para poder-se fornec&ecirc;-los, n&atilde;o
s&oacute; &agrave; popula&ccedil;&atilde;o em geral,
como a do interior, se por infelicidade se tornar isto
preciso.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Come&ccedil;am
na matriz de Curitiba as preces ao Alt&iacute;ssimo, afim de
preservar a popula&ccedil;&atilde;o da peste que causava
v&iacute;timas no Par&aacute;, na Bahia e na Corte. Ao mesmo
tempo e durante longos meses o<em>
<strong>Dezenove de Dezembro </strong></em>anuncia
&agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos fi&eacute;is e
dos devotos a<em> <strong>milagrosa
estrela do c&eacute;u</strong></em><strong>
</strong>contra a peste, bem como a
ora&ccedil;&atilde;o de Nossa Senhora do Desterro e outras
extra&iacute;das dos melhores livros de piedade, e
pr&oacute;prias para implorar a miseric&oacute;rdia de Deus no
tempo da peste.</p>
<p style="text-align: justify;">O
doutor Muricy, enviando um relat&oacute;rio ao Governo Provincial e
indicando os meios para a preven&ccedil;&atilde;o da epidemia,
pediu a vinda de seis m&eacute;dicos e dois
farmac&ecirc;uticos, pois, havia lugares populosos onde
n&atilde;o havia ao menos um <strong><em>curandeiro</em></strong>.</p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;E,
porque de nada serviria a presen&ccedil;a desses doutores
&agrave; vista da falta absoluta de rem&eacute;dios
pr&oacute;prios para combater o c&oacute;lera,
maxim&eacute; serra acima, onde n&atilde;o h&aacute; uma
s&oacute; botica&rdquo;.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esperava
que tamb&eacute;m fosse solicitada a remessa de medicamentos que
deixava de enumerar por deles se ter pleno conhecimento no Rio de
Janeiro, e tamb&eacute;m os utens&iacute;lios
pr&oacute;prios para o preparo, n&atilde;o esquecendo outros
para os casos ordin&aacute;rios.</p>
<p style="text-align: justify;">As
provid&ecirc;ncias do Governo Provincial prosseguiam com
efici&ecirc;ncia e entusiasmo e as not&iacute;cias vindas do
Rio de Janeiro eram cada vez mais animadoras. O <strong><em>Dezenove
de Dezembro</em> </strong>j&aacute;
anunciava a distribui&ccedil;&atilde;o gratuita das <em>estrelas
milagrosas </em>e no
relat&oacute;rio apresentado a 7 de janeiro de 1857 &agrave;
Assembl&eacute;ia Provincial, o presidente Vaz Carvalhaes externou
as seguintes id&eacute;ias no cap&iacute;tulo <strong><em>Salubridade
P&uacute;blica.</em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;O
conceito de geralmente salubre, de que goza esta Prov&iacute;ncia,
quando n&atilde;o possa ser refor&ccedil;ada pelo recente fato
de n&atilde;o ter sido acometida pelo c&oacute;lera, tem
incontrast&aacute;vel documento na falta quase absoluta de
m&eacute;dicos e boticas nos distritos de serra acima. Os
habitantes da capital quando atacados de mol&eacute;stia grave,
superior &agrave; capacidade dos experientes, t&ecirc;m por
&uacute;nico rem&eacute;dio o m&eacute;dico do corpo de
guarni&ccedil;&atilde;o fixa e os medicamentos do hospital
militar. Os das povoa&ccedil;&otilde;es do centro nem esse
recurso possuem, arranjam-se como podem, e nem por isso a mortalidade
ressente-se de semelhante falta.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;Dir-se-&aacute;,
senhores, que n&atilde;o &eacute; a escassez das
mol&eacute;stias, mas &agrave; insignific&acirc;ncia das
povoa&ccedil;&otilde;es, que n&atilde;o suporta ainda a
perman&ecirc;ncia de m&eacute;dicos e farmac&ecirc;uticos,
&eacute; devido um tal fen&ocirc;meno, mas dado mesmo, o que
contesto, que o aumento procede em rela&ccedil;&atilde;o
&agrave;s vilas do interior, n&atilde;o explica ela a mesma
falta que se nota na capital. O certo &eacute; que os
m&eacute;dicos que por aqui aparecem n&atilde;o param, mudam
logo de profiss&atilde;o, sem que se possa achar para isso outro
motivo al&eacute;m da maravilhosa salubridade do clima.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;Terminarei
este cap&iacute;tulo, Senhores, informando-vos que aproveitei a
casual passagem por esta capital do m&eacute;dico franc&ecirc;s
Evaristo Gautier, a quem a salubridade do clima j&aacute; tinha
transformado em negociante de tropas, para ajustar com ele o
estabelecimento de uma botica bem sortida na capital, assegurando-lhe o
fornecimento dos medicamentos precisos &agrave;s enfermarias
sustentadas com o dinheiro p&uacute;blico.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fosse
para estender suas atividades profissionais, ou vendo que o campo em
Paranagu&aacute; se tornava cada vez mais limitado e
qui&ccedil;&aacute; mesmo hostil, ou ainda para atender a um
pedido do presidente da Prov&iacute;ncia ou ainda, a um apelo do
doutro Muricy, a quem mais tarde se ligava por s&oacute;lidas
rela&ccedil;&otilde;es de amizade e de parentesco, Augusto
Stellfeld transfere sua resid&ecirc;ncia para Curitiba, publicando
no <em>Dezenove de Dezembro</em>
do dia 8 de abril de 1857 o seguinte an&uacute;ncio:</p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong>&ldquo;<em>Augusto
Stellfeld, botic&aacute;rio formado na Alemanha e aprovado pela
Academia do Rio de Janeiro, participa ao respeit&aacute;vel
p&uacute;blico que se acha estabelecido nesta capital com botica
completamente sortida, e residindo provisoriamente no hospital da Santa
Casa de Miseric&oacute;rdia.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;O
anunciante declara que brevemente passar&aacute; o seu
estabelecimento
para a rua Direita, casa do senhor Miguel Miller.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Conquanto
o <strong><em>Dezenove
de Dezembro</em> </strong>n&atilde;o
tivesse dado maior import&acirc;ncia &agrave;
instala&ccedil;&atilde;o de uma botica em Curitiba,
t&atilde;o seguidamente reclamada, o senhor Presidente da
Prov&iacute;ncia no expediente do dia 31 de mar&ccedil;o de
1857, enviou o seguinte of&iacute;cio ao tenente coronel comandante
do corpo fixo:</p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;Tendo-se
ultimamente estabelecido nesta capital uma botica, onde podem suprir os
que carecem de medicamentos, fica cassada a
autoriza&ccedil;&atilde;o que tinha o m&eacute;dico desse
corpo para poder vender para fora do quartel drogas e
rem&eacute;dios preparados na botica do mesmo Corpo. O que lhe
comunico para sua intelig&ecirc;ncia e
execu&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A
data 7 de abril, comemorada pela primeira vez em 1907, por
ocasi&atilde;o do cinq&uuml;enten&aacute;rio da
ent&atilde;o farm&aacute;cia Alem&atilde;, foi fixada, ao
que parece, posteriormente, pois, no mais antigo livro que a firma
possui, iniciado em Paranagu&aacute; a 1&ordm; de
mar&ccedil;o de 1856, n&atilde;o se nota uma
refer&ecirc;ncia ao dia 7 de abril de 1857, que &eacute; apenas
uma seq&uuml;&ecirc;ncia dos anteriores. Nesse mesmo livro o
&uacute;ltimo registro em Paranagu&aacute; foi a 12 de
mar&ccedil;o de 1857 e o prosseguimento, j&aacute; em Curitiba,
a 23 de mar&ccedil;o, tendo assim dado motivos ao aviso
presidencial de 31 do mesmo m&ecirc;s e acima referido. No
relat&oacute;rio apresentado pelo 2&ordm; vice-presidente da
Prov&iacute;ncia do Paran&aacute;, Jos&eacute;
Ant&ocirc;nio Vaz de Carvalhaes, sobre o estado da
administra&ccedil;&atilde;o da Prov&iacute;ncia no ano de
1857, foi dito que &ldquo;os recursos m&eacute;dicos desta
cidade aumentaram-se este ano, com o estabelecimento de uma botica
completamente sortida, dirigida pelo farmac&ecirc;utico Augusto
Stellfeld.</p>
<p style="text-align: justify;">Como
e porque Augusto Stellfeld inicia suas atividades profissionais na
primitiva Santa Casa de Miseric&oacute;rdia, situada na rua dos
Alem&atilde;es (a atual 13 de Maio), esquina da rua do Louro (atual
Serro Azul), n&atilde;o sei, bem como os pormenores das
mudan&ccedil;as, at&eacute; a derradeira para o Largo da
Matriz, a atual pra&ccedil;a Tiradentes, em fevereiro de 1866. Mas
desde que chega em Curitiba e onde a 17 de abril de 1857 nasce seu
primeiro var&atilde;o curitibano, Bruno Guilherme, e como se aqui
residisse h&aacute; longos anos e conhecesse perfeitamente seus
habitantes e seus costumes, interessa-se de corpo e alma pela
comunidade, tornando-se um cidad&atilde;o prestimoso, acatado e
benquisto.</p>
<p style="text-align: center;">
<a href="../paginas/hfar-augusto_stelffeld-imagem-2.html" title=""
 class="shutterset_singlepic687"> <img
 style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 199px;"
 class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/687__320x240_687.jpg"
 alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a></p>
<p style="text-align: center;">Farm&aacute;cia
Stelffeld na Pra&ccedil;a Tiradentes. O pr&eacute;dio existe
at&eacute; hoje &ndash; clique para ampliar</p>
<p style="text-align: center;"><a
 href="../paginas/hfar-augusto_stelffeld-imagem-3.html"><img
 style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 240px;"
 alt="Farm&aacute;cia Stelffeld atualmente"
 title="Farm&aacute;cia Stelffeld atualmente"
 src="https://lh5.googleusercontent.com/-I3us8kBEhSU/UZfYaIXEhZI/AAAAAAAAAG0/BfDKatpJGLk/w800-h600-no/1294443873447"></a></p>
<p style="text-align: center;">Farm&aacute;cia
Stelffeld atualmente</p>
<p style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m
no Brasil os poderosos eram enterrados no sil&ecirc;ncio das
igrejas, em catacumbas de parede ou ao rez do ch&atilde;o, e como
as igrejas nem sempre comportavam grande n&uacute;mero de corpos,
aqueles lugares ficaram reservados aos mais chegados ao clero ou
&agrave;s dinastias, contentando-se os demais em ser inumados nas
proximidades dos templos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui,
em Curitiba, tamb&eacute;m era assim. No tempo da velha matriz os
defuntos eram sepultados nas suas adjac&ecirc;ncias, bem como no
interior das igrejas do Ros&aacute;rio e de S&atilde;o
Francisco das Chagas. Contudo, com a chegada do presidente Zacarias de
G&oacute;es e Vasconcelos, a constru&ccedil;&atilde;o de um
cemit&eacute;rio cat&oacute;lico, j&aacute; cogitada em
1834, foi um dos seus primeiros atos. Embora iniciada em dezembro de
1854, somente foi conclu&iacute;da em janeiro de 1866.</p>
<p style="text-align: justify;">No
dia 20 de agosto de 1857 faleceu em Curitiba o cidad&atilde;o
hamburgu&ecirc;s Frederico Prohmann, imigrado tamb&eacute;m de
Joinville, mas, protestante que era, n&atilde;o p&ocirc;de ser
enterrado no cemit&eacute;rio cat&oacute;lico, salvo
extra-muros, com o que n&atilde;o concordaram seus parentes e
amigos. O enterramento foi feito em uma das amenas
eleva&ccedil;&otilde;es da cidade, em pleno campo e em seguida
foi dirigida uma peti&ccedil;&atilde;o &agrave;
municipalidade, solicitando aquela &aacute;rea para o descanso
eterno dos protestantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Obtido
o terreno, foi constitu&iacute;do o <strong><em>&ldquo;Friedhofsverein&rdquo;</em></strong>
e como sinal de gratid&atilde;o aos servi&ccedil;os que Augusto
Stellfeld prestou para a efetiva&ccedil;&atilde;o da
doa&ccedil;&atilde;o do terreno, o presidente e demais
diretores da sociedade do cemit&eacute;rio, em manuscrito data do
de 17 de agosto de 1862, concederam-lhe, gratuitamente, uma
&aacute;rea designada sob n&uacute;mero 1 na planta, para
jazigo de sua fam&iacute;lia.</p>
<p style="text-align: justify;">Por
ocasi&atilde;o da guerra do Paraguai, enquanto os mo&ccedil;os
e os que tinham o esp&iacute;rito b&eacute;lico apresentaram-se
como volunt&aacute;rios e seguiram para os campos de batalha e
l&aacute; prestaram seus servi&ccedil;os e deram o seu sangue e
a sua vida, outros ofereceram ao governo seus pr&eacute;stimos,
assim para o policiamento da cidade, desde que grande parte da
companhia da for&ccedil;a policial tamb&eacute;m havia seguido
para a luta, incorporada aos volunt&aacute;rios da
p&aacute;tria.</p>
<p style="text-align: justify;">Augusto
Stellfeld &eacute; nomeado sargento-quartel mestre do 1&ordm;
batalh&atilde;o de reserva da Guarda Nacional a 22 de fevereiro de
1865 (fun&ccedil;&atilde;o administrativa) e 12 dias antes
havia enviado o seguinte of&iacute;cio ao ent&atilde;o
presidente da Prov&iacute;ncia, doutor Jos&eacute; de
P&aacute;dua Fleury:<em> <strong>
</strong></em></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><em><strong>&ldquo;Como
filho adotivo do Brasil, julgo do meu dever contribuir conforme as
minhas posses para o bom &ecirc;xito desta guerra e castigo a um
inimigo insolente e traidor, e para vingar a honra nacional ofendida.
Venho, pois, oferecer o fornecimento gratuito durante a guerra atual
&agrave;s fam&iacute;lias dos volunt&aacute;rios, soldados
deste distrito, os medicamentos precisos, como tamb&eacute;m para
aviar gratuitamente as receitas na enfermaria militar desta
guarni&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Este
gesto, este desprendimento, esta prova de amor ao Brasil, foi esquecido
poucos meses mais tarde pelo redator do <strong><em>Dezenove
de Dezembro</em> </strong>que,
em data de 25 de outubro de 1865, sob o t&iacute;tulo <strong><em>&ldquo;Antes
tarde do que nunca&rdquo;</em>, </strong>escreveu:<strong>
<em> </em></strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;Consta-nos
por pessoa fidedigna que vamos ter a felicidade de em breve possuir
nesta capital um farmac&ecirc;utico h&aacute;bil e inteligente
brasileiro. Benvindo seja o senhor tenente Joaquim Antonio Pereira
Alves e ansioso esperamos a sua chegada, pois, s&oacute; assim mais
livres estaremos da sujei&ccedil;&atilde;o de um s&oacute;
competidor, havendo, como esperamos, o concurso do senhor Pereira
Alves.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apenas
20 anos mais tarde, Joaquim Pereira Alves, depois de cerca de 30 anos
de exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o em
Paranagu&aacute;, instala a farm&aacute;cia Pereira<em>
</em>Alves no Largo do Mercado,
n.&ordm; 30, contrastando o seu an&uacute;ncio circunspecto com
ofertas espalhafatosas de milagrosos depurativos, estimulantes,
anti-pe&ccedil;onhentos, &oacute;leo animal,
extra&iacute;do da banha de rins de carneiros das montanhas
Rochosas dos Estados Unidos, espec&iacute;fico para a cura do
garrotilho, &agrave; venda em&hellip; diversos
armaz&eacute;ns de secos e molhados e quinquilharias de Curitiba.</p>
<p style="text-align: justify;">N&atilde;o
se lembrava mais aquele redator, especializado em <strong><em>morfinas</em></strong>,
do nobre e altru&iacute;stico gesto de Augusto Stellfeld que,
al&eacute;m de tudo, era h&aacute;bil e inteligente e
t&atilde;o bom brasileiro como quem mais sua origem lusa e ufania
pela cidadania brasileira quisesse real&ccedil;ar.</p>
<p style="text-align: justify;">N&atilde;o
se recordava mais da not&iacute;cia que em 12 de outubro de 1864
havia publicado, quando se originou no com&eacute;rcio paranaense
um verdadeiro p&acirc;nico devido &agrave; not&iacute;cia
que a moeda de prata chamada<em> <strong>&ldquo;boliviano</strong></em><strong>&rdquo;
</strong>e que corria em
profus&atilde;o em virtude da nossa
exporta&ccedil;&atilde;o de erva-mate para o Rio da Prata,
quando n&atilde;o era falsa, n&atilde;o tinha o peso legal, e
assim era recusada na cidade. Confiado pelo presidente da
Prov&iacute;ncia o caso &agrave; compet&ecirc;ncia de
Augusto Stellfeld, ele, depois de analisar a moeda, apresentou o seu
laudo, declarando que cada boliviano tinha 172 gr&atilde;os de
prata e 80 gr&atilde;os de liga, que seu peso era exato,
n&atilde;o tendo encontrado uma &uacute;nica moeda falsa, o que
foi suficiente para tranq&uuml;ilizar o com&eacute;rcio e
reabilitar a moeda.</p>
<p style="text-align: justify;">E,
enquanto Augusto Stellfeld e comerciantes curitibanos declaravam pelo
referido peri&oacute;dico que aceitavam o <strong><em>boliviano
</em></strong>em
suas transa&ccedil;&otilde;es com o povo pelo pre&ccedil;o
corrente de 800 r&eacute;is, o pr&oacute;prio<strong><em>
Dezenove de Dezembro</em></strong>,
talvez apocrifamente, anunciava a compra da mesma moeda de prata por
550 r&eacute;is!</p>
<p style="text-align: justify;">N&atilde;o
se recordava mais o <strong><em>Dezenove
de Dezembro</em> </strong>que
em 1863, quando a quest&atilde;o <strong>Christie
</strong>tocou intimamente nos brios
e patriotismo dos brasileiros e quando foi aberta a
subscri&ccedil;&atilde;o nacional para auxiliar a despesa de
seguran&ccedil;a do Imp&eacute;rio e aplicada a aqui
arrecadada, para a fortifica&ccedil;&atilde;o dos nossos
portos, Augusto Stellfeld foi um dos subscritores. N&atilde;o
assinou, na verdade, uma import&acirc;ncia igual ou maior
&agrave; ofertada pelo presidente da Prov&iacute;ncia, seus
auxiliares de alta categoria, pelos ricos da capital e do interior, mas
tamb&eacute;m n&atilde;o foi inferior &agrave; subscrita
pelo jornalista!</p>
<p style="text-align: justify;">E,
n&atilde;o se recordava mais que, decorrido apenas um ano da
abertura da botica Alem&atilde;, publicava o <strong><em>Dezenove
de Dezembro</em> </strong>(17.04.1858)
uma not&iacute;cia que Augusto Stellfeld havia lido no
seren&iacute;ssimo e enciclop&eacute;dico <strong><em>Jornal
do Com&eacute;rcio</em> <em>do
Rio de Janeiro </em></strong>de
25 de mar&ccedil;o e por sua vez transcrita sem
coment&aacute;rios do <strong><em>Correio
de Minas</em></strong>,
que anunciava o aparecimento da famigerada<strong>
<em>gitiranaboia</em>:
</strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;este
perigos&iacute;ssimo inseto, que cont&eacute;m em si o veneno
mais sutil e que mata, irremediavelmente, em poucas horas o
indiv&iacute;duo que tem a infelicidade de por ele ser ferido; por
debaixo do peito existe a mort&iacute;fera arma como vulgarmente se
diz, um ferr&atilde;o de meia polegada de comprimento e grossura de
agulha entrefina. Se este inseto chega a tocar qualquer parte do corpo
em que possa injetar o seu veneno, a morte &eacute; a
conseq&uuml;&ecirc;ncia infal&iacute;vel.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esclarece,
em seguida, Augusto Stellfeld que o inseto &eacute; inocente, que a
chamada arma mort&iacute;fera ou ferr&atilde;o &eacute; a
tromba com que costuma chupar as subst&acirc;ncias
l&iacute;quidas das flores e, portanto, n&atilde;o
cont&eacute;m veneno algum; que tem dois exemplares de <strong><em>gitiranaboia</em>
</strong>em sua
cole&ccedil;&atilde;o, um trazido de Santa Catarina e outro
capturado aqui no Assungui e que ter&aacute; muito prazer em
mostrar em sua casa o interessant&iacute;ssimo e inocente inseto,
que causou tanto espanto aos habitantes de Minas Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine-se
o pavor e o desconhecimento absoluto desse fant&aacute;stico inseto
cem anos atr&aacute;s, se ainda agora, C&acirc;ndido de
Figueiredo em seu <em>Novo
Dicion&aacute;rio</em> <em>da
L&iacute;ngua Portuguesa</em>
(4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o) diz que:</p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;jequiranaboia
&eacute; uma esp&eacute;cie de cigarra, de cabe&ccedil;a
grande e cuja
picada &eacute; fatal aos homens e &agrave;s plantas!&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A
30 de janeiro de 1880, na qualidade de suplente, entra em
exerc&iacute;cio do cargo de subdelegado de pol&iacute;cia do
distrito norte de Curitiba.</p>
<p style="text-align: justify;">A
21 de maio do mesmo ano chegam a Curitiba D. Pedro II e Dona Tereza
Cristina, acompanhados de dignit&aacute;rios da Corte e elementos
representativos do governo. Al&eacute;m de satisfazer seu antigo
desejo de visitar a capital da Prov&iacute;ncia, para cuja
instala&ccedil;&atilde;o tanto havia se interessado, D. Pedro
viera assistir &agrave; inaugura&ccedil;&atilde;o do
hospital da Santa Casa de Miseric&oacute;rdia e aos
servi&ccedil;os da estrada de ferro Paranagu&aacute;-Curitiba,
com o lan&ccedil;amento oficial do marco zero na cidade marinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Augusto
Stellfeld, j&aacute; capit&atilde;o da guarda nacional, faz
parte da comiss&atilde;o organizadora do programa de
recep&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m da
comiss&atilde;o de organiza&ccedil;&atilde;o dos
batalh&otilde;es e do pr&eacute;stito.</p>
<p style="text-align: justify;">Como
prova de reconhecimento p&uacute;blico aos relevantes
servi&ccedil;os prestados ao Brasil, D. Pedro II confere a Augusto
Stellfeld a comenda da Ordem da Rosa, no grau de Cavaleiro e cujo
diploma &eacute; passado no Rio de Janeiro a 4 de setembro de 1880.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
julho de 1882 concorre &agrave;s elei&ccedil;&otilde;es
para vereadores da C&acirc;mara Municipal de Curitiba, conseguindo
o primeiro lugar e com apenas 25 votos, dados pelos remanescentes
daqueles homens de <strong><em>s&atilde;
consci&ecirc;ncia</em></strong>.
Foram seus companheiros o doutor Trajano Reis, Joaquim Ventura Torres,
Joaquim Jos&eacute; Belarmino de Bittencourt, Matias Taborda,
Isaias Augusto de Andrade, entre outros. Agradece pela imprensa e
promete empregar todos os esfor&ccedil;os para corresponder
&agrave; confian&ccedil;a que, t&atilde;o generosamente,
nele depositaram os eleitores.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
1885, o doutor Bras&iacute;lio Machado, presidente da
Prov&iacute;ncia do Paran&aacute;, antecipando-se ao
pr&oacute;prio governo real e as demais Prov&iacute;ncias do
Imp&eacute;rio, p&otilde;e em execu&ccedil;&atilde;o o
ato de 3 de dezembro de 1883 do presidente Oliveira Bello, criando o
ensino obrigat&oacute;rio. Lutou com dificuldade o Presidente e
seus auxiliares na realiza&ccedil;&atilde;o da nobre tarefa,
pois, a popula&ccedil;&atilde;o prolet&aacute;ria,
principalmente, furtava-se a dar os meios necess&aacute;rios para o
arrolamento escolar; uns pais pensavam que se procedia por este sistema
a um recrutamento para a marinha; outros que se procurava desta forma
fazer cobran&ccedil;a de algum imposto novo e outros, finalmente,
diz o <em>Dezenove de Dezembro </em>de
22.04.1885, procediam com maquiavelismo, aproveitando as
crian&ccedil;as em trabalhos dom&eacute;sticos, muito embora
com preju&iacute;zos da instru&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">O
periodista afirma com entusiasmo que os resultados da campanha
j&aacute; s&atilde;o observados e chega mesmo a comparar a
efici&ecirc;ncia do ensino no Paran&aacute; com o dos Estados
Unidos da Am&eacute;rica do Norte, onde, apesar do seu progresso, o
setor do ensino prim&aacute;rio ainda apresenta suas
defici&ecirc;ncias. Faz uma exorta&ccedil;&atilde;o aos
pais, no sentido de poderem proclamar at&eacute; o fim do ano que
todos seus filhos, de 07 a 14 anos, sabem ler, pelo menos o primeiro
livro de leitura, dada a excel&ecirc;ncia do novo m&eacute;todo
de ensino.</p>
<p style="text-align: justify;">&Eacute;
publicado um recenseamento das escolas p&uacute;blicas de Curitiba,
em n&uacute;mero de 20, inclusive particulares e que
constitu&iacute;am a maioria, acusando um total de 1.136 alunos,
al&eacute;m de 81 que freq&uuml;entavam as aulas noturnas e dos
quais 23 eram adultos. Havia, ainda, alunos do Instituto Paranaense e
das escolas dos corpos, todos maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Havia
um chefe da Superintend&ecirc;ncia do Ensino
Obrigat&oacute;rio. Augusto Stellfeld exerce as
fun&ccedil;&otilde;es de superintendente do 1&ordm;
distrito de Curitiba e na visita que faz &agrave; escola
Alem&atilde;, constata a matr&iacute;cula de 141 alunos, mais
do dobro do Col&eacute;gio Curitibano e do Partenon, que eram os
mais acreditados.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais
tarde, o presidente Taunay relegando para um segundo plano o ensino
obrigat&oacute;rio, considera de m&aacute;ximo interesse e
mesmo vital para todo o Brasil a imigra&ccedil;&atilde;o
europ&eacute;ia, que aqui no Paran&aacute; fora t&atilde;o
bem iniciada pelo presidente Lamenha Lins. E, imbu&iacute;do destes
prop&oacute;sitos, o autor da epop&eacute;ia da Laguna cria
v&aacute;rias sociedades de imigra&ccedil;&atilde;o, tanto
no capital como no interior, e determina que nos pap&eacute;is e
correspond&ecirc;ncia oficiais, seja substitu&iacute;da a
denomina&ccedil;&atilde;o <em>colono</em>
pelo voc&aacute;bulo <strong><em>imigrante</em>
, <em>muito mais expressivo e de
maior</em> <em>exatid&atilde;o
cient&iacute;fica</em>, </strong>o
que deu motivos a mais uma cr&iacute;tica ao seu governo pelo
&oacute;rg&atilde;o do partido liberal.</p>
<p style="text-align: justify;">A
6 de outubro de 1885 funda-se, em Curitiba, a filial da
&ldquo;Sociedade Colonial de Berlim&rdquo;, recentemente
fundada e que tinha por objetivo procurar estreitar as
rela&ccedil;&otilde;es da Alemanha com as col&ocirc;nias e
imigrantes alem&atilde;es em toda a parte do globo. Estava a
Sociedade vivamente interessada pela imigra&ccedil;&atilde;o
das prov&iacute;ncias meridionais do Brasil, procurando para isso
conquistar rela&ccedil;&otilde;es comerciais e promover a
imigra&ccedil;&atilde;o para os nossos portos por meio de
linhas diretas de vapores, comprando, ainda, terras para seus
compatriotas.</p>
<p style="text-align: justify;">A
reuni&atilde;o no Grande Hotel &eacute; presidida por Augusto
Stellfeld e honrada com a presen&ccedil;a do presidente Taunay,
ali&aacute;s, aclamado naquela noite presidente
honor&aacute;rio da filial da Sociedade Colonial de Berlim, por
unanimidade, em sinal de gratid&atilde;o e estima consagradas<strong>
<em>&ldquo;ao grande
ap&oacute;stolo da imigra&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aprovados
os estatutos e eleita a primeira diretoria, Augusto Stellfeld integra o
grupo de cinco conselheiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Na
sess&atilde;o da C&acirc;mara Municipal de 7 de janeiro de
1886, Augusto Stellfeld &eacute; eleito vice-presidente, ocupando,
por&eacute;m, imediatamente, a presid&ecirc;ncia at&eacute;
o fim do seu mandato.</p>
<p style="text-align: justify;">A
atual pra&ccedil;a Tiradentes, onde a 29 de mar&ccedil;o de
1693 reuniram-se os povoadores da par&oacute;quia de Nossa Senhora
da Luz e Bom Jesus dos Pinhais de Curitiba, e aclamaram seis homens de <strong><em>s&atilde;
consci&ecirc;ncia</em>, </strong>para
que estes constitu&iacute;ssem as autoridades da
administra&ccedil;&atilde;o e da justi&ccedil;a e,
conseq&uuml;entemente, ficasse instalada a vila de Curitiba,
at&eacute; fins do s&eacute;culo XIX n&atilde;o passava de
um largo deserto, &ldquo;um imundo potreiro de animais, que por
abuso inqualific&aacute;vel dos propriet&aacute;rios ali
pastavam de noite e at&eacute; de dia.&rdquo;
(Relat&oacute;rio do presidente Taunay).</p>
<p style="text-align: justify;">Gra&ccedil;as
aos pr&eacute;stimos do coronel Pereira Gomes, comandante do
3&ordm; regimento de artilharia de campanha, a pra&ccedil;a em
pouco tempo foi radicalmente remodelada e ajardinada, com os passeios
diagonais e em cruz. E, por ocasi&atilde;o da
inaugura&ccedil;&atilde;o, assistida, entre outros, pelo
ent&atilde;o acad&ecirc;mico de medicina Vitor Ferreira do
Amaral e que nos contou o epis&oacute;dio a seguir, Augusto
Stellfeld, na qualidade de presidente da C&acirc;mara, exaltando em
breves palavras o empreendimento p&uacute;blico, em nome dela, faz
a entrega da quantia de um conto de r&eacute;is (mil reais, em
moeda atual) aos soldados que haviam participado das obras.</p>
<p style="text-align: justify;">Do
mesmo modo, o extenso charco em que se espraiava o rio
Bel&eacute;m, merece a aten&ccedil;&atilde;o dos governos
provincial e municipal, formando-se, como por um encanto, o
bel&iacute;ssimo Passeio P&uacute;blico e que realmente se
tornou, como prognosticava o <strong><em>Dezenove
de Dezembro</em></strong>,
um dos mais apreciados e procurados locais de recreio desta cidade e
para o futuro motivo de justa ufania. Foi um dos principais <strong><em>&ldquo;motores
da transforma&ccedil;&atilde;o</em>&ldquo;</strong>,
o senhor Francisco Face Fontana, nomeado depois seu diretor. Augusto
Stellfeld faz tamb&eacute;m uma r&aacute;pida
alocu&ccedil;&atilde;o ao ato, entregando &agrave; cidade o
pitoresco logradouro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em
maio de 1886 realizar-se-ia a Exposi&ccedil;&atilde;o Sul
Americana de Berlim, e Augusto Stellfeld faz parte da
comiss&atilde;o nomeada para constituir-se centro receptor de todos
os produtos da Prov&iacute;ncia e destinados &agrave;quela
exposi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">A
7 de janeiro de 1887, quando prestaram juramento e tomaram posse os
novos vereadores da C&acirc;mara Municipal de Curitiba, Augusto
Stellfeld l&ecirc; o relat&oacute;rio da sua
administra&ccedil;&atilde;o, dizendo<strong>
<em>&ldquo;que nas
circunst&acirc;ncias prec&aacute;rias em que se achavam os
cofres da C&acirc;mara, devido a opera&ccedil;&otilde;es
dos anos anteriores, que comprometeram as suas rendas por muitos anos,
n&atilde;o p&ocirc;de a C&acirc;mara nos &uacute;ltimos
tempos e sob a administra&ccedil;&atilde;o atual, empreender
obras de vulto, entretanto n&atilde;o fora inativa.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enumera
os principais problemas da sua gest&atilde;o, como a
quest&atilde;o da d&iacute;vidas, que passavam de 200:00$000
(duzentos contos de r&eacute;is); embora na
administra&ccedil;&atilde;o anterior fosse amortizada apenas a
quantia de 300 mil r&eacute;is, no seu mandato foi
poss&iacute;vel sortear ap&oacute;lices no valor de Rs.
7:700$000 (sete contos e setecentos mil r&eacute;is),
al&eacute;m do pagamento de juros da d&iacute;vida consolidada,
no valor de Rs. 11:239$000 (onze contos, duzentos e trinta e nove mil
r&eacute;is).</p>
<p style="text-align: justify;">&Eacute;
preciso ponderar que s&oacute; a amortiza&ccedil;&atilde;o
das ap&oacute;lices representava uma grande parte da
arrecada&ccedil;&atilde;o anual da C&acirc;mara Municipal e
que naquele tempo a edilidade ocupava uma das salas da cadeia nova,<strong>
<em>&ldquo;pr&eacute;dio
de propor&ccedil;&otilde;es acanhadas e de p&eacute;ssima
constru&ccedil;&atilde;o&rdquo;, e obrigada ainda a pagar
ao tesouro provincial o alto aluguel de 100$000 mensalmente.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Merecem
refer&ecirc;ncias no relat&oacute;rio a necessidade de um novo
cemit&eacute;rio, apesar do excelente estado sanit&aacute;rio
do munic&iacute;pio, onde n&atilde;o apareceram certas
enfermidades que continuavam a reinar na capital; o abastecimento de
&aacute;gua pot&aacute;vel, a limpeza p&uacute;blica, a
ilumina&ccedil;&atilde;o da cidade, que devia ser a
g&aacute;s e n&atilde;o el&eacute;trica.</p>
<p style="text-align: justify;">Na
opini&atilde;o da comiss&atilde;o relatora da
Assembl&eacute;ia Provincial:<strong>
</strong></p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;o
sistema de ilumina&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica ainda
n&atilde;o
est&aacute; bem estudado e cujo processo tem sido
v&aacute;rio&rdquo;</em> e
que <em>&ldquo;o malogro a
que se t&ecirc;m sujeitado as cidades que a experimentaram, nos
afastam do mesmo caminho e nos aconselham a escolha de um sistema bom e
j&aacute; anos experimentado e conhecido.&rdquo;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Contudo,
embora aprovada pela comiss&atilde;o relatora da
Assembl&eacute;ia Provincial a ilumina&ccedil;&atilde;o
&agrave; g&aacute;s, o melhoramento assim projetado
n&atilde;o se efetivou, tendo sido Curitiba a segunda cidade do
Brasil a adotar a ilumina&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica.</p>
<p style="text-align: justify;">A
ojeriza partid&aacute;ria e racial que o <strong><em>Dezenove
de Dezembro</em></strong>,
bem como os liberais, em geral, tinham pelo presidente Taunay e
tamb&eacute;m, indiretamente, por Augusto Stellfeld, manifestava-se
ainda no carnaval de 1887, quando o grupo carnavalesco <strong><em>Nihilistas
do Averno</em></strong>,
apresentava um regular n&uacute;mero de carros
aleg&oacute;ricos (<strong><em>carros
de id&eacute;ias</em></strong>,
como eram chamados naquelas &eacute;pocas), os quais pelas cinco
horas do domingo entraram pela rua da Imperatriz (a atual Rua XV de
Novembro ou a mundialmente conhecida <strong>Rua
das Flores de Curitiba</strong>),
precedidos de uma banda de m&uacute;sica a cavalo e fantasiada, e
de uma espl&ecirc;ndida grande de honra, e percorrem a limitada
&aacute;rea urbana de Curitiba.</p>
<p style="text-align: justify;">O
quarto carro aleg&oacute;rico, diz o <strong><em>Dezenove
de Dezembro</em></strong>,
de 24 de fevereiro de 1887:</p>
<p style="padding-left: 120px; text-align: justify;"><strong><em>&ldquo;apresenta
a jardim da Pra&ccedil;a Dom Pedro II, tendo no centro um
ex-presidente de Prov&iacute;ncia, muito conhecido pelos imigrantes
e um ex-presidente da C&acirc;mara Municipal, que n&atilde;o
sabe falar portugu&ecirc;s&rdquo;.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Da
porta da farm&aacute;cia, Augusto Stellfeld, h&aacute; menos de
dois meses que havia deixado a presid&ecirc;ncia da
C&acirc;mara Municipal, envergando a impec&aacute;vel
sobrecasaca, com o cobi&ccedil;ado bot&atilde;o da Ordem da
Rosa na lapela, e coifando contemplativamente a bem tratada barba
branca, e protegendo com a m&atilde;o esquerda a vista,
j&aacute; sensivelmente cansada, dos &uacute;ltimos raios
solares douravam e aqueciam o rejuvenescido p&aacute;tio, e
elevando assim um pouco aquele barrete de veludo vermelho,
s&iacute;mbolo da sua amada profiss&atilde;o e com o qual,
quando crian&ccedil;as, brinc&aacute;vamos, ignorando o seu
significado e o seu inestim&aacute;vel valor que hoje e para sempre
teria para n&oacute;s, percebe que um daqueles bonecos &eacute;
a sua pr&oacute;pria pessoa, como se estivesse refletida num
espelho muito grande.</p>
<p style="text-align: justify;">Indubitavelmente
acha bem engra&ccedil;ado, mas profunda e amargamente ingrata
aquela cr&iacute;tica; contudo, sente-se orgulhoso ser criticado
publicamente ao lado de um Taunay.</p>
<p style="text-align: justify;">A
8 de novembro de 1891 recebe o diploma e a medalha de <strong>Membro
Fundador</strong> da <strong><em>&ldquo;Societ&eacute;
Scientifique Europ&eacute;enne&rdquo;</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A
Campanha Federalista, com seus l&uacute;gubres &ldquo;<strong><em>dias
fratricidas&rdquo;, </em></strong>&eacute;
um dos &uacute;ltimos cap&iacute;tulos da vida de Augusto
Stellfeld, quase octogen&aacute;rio. Talvez n&atilde;o tivesse
tido nenhuma participa&ccedil;&atilde;o ativa, al&eacute;m
da absoluta lealdade ao regime constitu&iacute;do, contudo seus
filhos, Bruno, tenente da cavalaria, com curso na Escola Militar do Rio
de Janeiro, e Edgard, tenente do sexto batalh&atilde;o de
infantaria da guarda nacional, prestam servi&ccedil;os de guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">Augusto
Stellfeld assina ainda uma cautela de empr&eacute;stimo, sob
responsabilidade dos chefes da revolu&ccedil;&atilde;o, de mar
e terra no valor de Rs. 400$000, recebidos pelo bar&atilde;o do
Serro Azul, a 30 de janeiro de 1894.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma
semana mais tarde, a 7 de fevereiro de 1894, falece s&uacute;bita e
tranq&uuml;ilamente, feliz com o justo e terno descanso que o Juiz
Supremo do Universo lhe concede, deixando dois filhos, <strong><em>&ldquo;h&aacute;beis
e inteligentes&rdquo;</em></strong>
na dire&ccedil;&atilde;o da sua farm&aacute;cia, a primeira
de Curitiba.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando
&agrave; 7 de abril de 1907, comemorando-se o
cinq&uuml;enten&aacute;rio da funda&ccedil;&atilde;o da
Farm&aacute;cia Alem&atilde;, foi inaugurada a Rua Augusto
Stellfeld, o peri&oacute;dico <strong><em>Di&aacute;rio
da Tarde</em></strong>,
ainda me recordo, glosando o acontecimento sob a forma de
di&aacute;logo, pergunta: <strong><em>&ldquo;quem
foi Augusto Stellfeld?</em> </strong>Ao
que o outro responde: <strong><em>foi
o pai do deputado Edgard Stellfeld.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Ahn!
</em></strong>Exclama
o primeiro, resignadamente e crente que a homenagem que hoje
&eacute; prestada t&atilde;o abusiva qu&atilde;o
displicentemente, foi feita para satisfazer apenas a vontade de um
deputado, um pol&iacute;tico!</p>
<p style="text-align: justify;">E
quando o Brasil, na primeira guerra mundial declara guerra &agrave;
Alemanha, os gestos, as manifesta&ccedil;&otilde;es
patri&oacute;ticas dos exaltados, culminam, depois da
depreda&ccedil;&atilde;o em estabelecimentos de ensino, do
com&eacute;rcio e da ind&uacute;stria, arrancando
apote&oacute;tica e violentamente as placas da Rua Augusto
Stellfeld.</p>
<br>
<div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img
 style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="Imprimir"
 title="Imprimir" src="../img/print.png"></a></div>
<div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br>
</div>
<span style="font-weight: bold;"></span></div>
</div>
<div id="footer"></div>
<br>
</body>
</html>

Filemanager

Name Type Size Permission Actions
paginas Folder 0755
1.html File 2.8 KB 0644
10.html File 2.04 KB 0644
11.html File 1.55 KB 0644
12.html File 1.71 KB 0644
13.html File 7.21 KB 0644
14.html File 2.17 KB 0644
15.html File 5.61 KB 0644
16.html File 7.39 KB 0644
17.html File 2.63 KB 0644
18.html File 7.56 KB 0644
19.html File 4.07 KB 0644
2.html File 2.6 KB 0644
20.html File 3.47 KB 0644
21.html File 25.95 KB 0644
22.html File 2.34 KB 0644
23.html File 3.12 KB 0644
24.html File 2.13 KB 0644
25.html File 10.18 KB 0644
26.html File 3.78 KB 0644
27.html File 2.33 KB 0644
28.html File 2.27 KB 0644
29.html File 1.73 KB 0644
3.html File 1.48 KB 0644
30.html File 1.61 KB 0644
31.html File 2.45 KB 0644
32.html File 3.8 KB 0644
33.html File 2.22 KB 0644
34.html File 1.74 KB 0644
35.html File 1.74 KB 0644
36.html File 2.19 KB 0644
37.html File 6.19 KB 0644
38.html File 1.37 KB 0644
39.html File 2.1 KB 0644
4.html File 5.43 KB 0644
40.html File 2.42 KB 0644
41.html File 1.84 KB 0644
42.html File 3.4 KB 0644
43.html File 12.96 KB 0644
44.html File 2.17 KB 0644
449.png File 549.33 KB 0644
45.html File 5.08 KB 0644
46.html File 2.95 KB 0644
47.html File 4.45 KB 0644
48.html File 2.46 KB 0644
49.html File 4.09 KB 0644
5.html File 1.65 KB 0644
50.html File 4.31 KB 0644
51.html File 2.62 KB 0644
52.html File 14.15 KB 0644
53.html File 5.74 KB 0644
53.html.bak File 5.74 KB 0644
6.html File 5 KB 0644
7.html File 1.88 KB 0644
8.html File 5.71 KB 0644
9.html File 4.75 KB 0644
Ovarios_policisticos_podem_ser_causa_de_outras_doencas.html File 6.88 KB 0644
abuso-1.html File 1.39 KB 0644
abuso_sexual.html File 83.89 KB 0644
acantose.html File 1.49 KB 0644
acucar_venno.html File 2.36 KB 0644
adenocarcinoma_do_endometrio.html File 3.17 KB 0644
adenocarcinoma_do_endometrio_perdido_na_curetagem.html File 3.86 KB 0644
adenose_vaginal.html File 14.31 KB 0644
adolescente_da_a_luz_trigemeas_em_ribeirao_preto.html File 2.58 KB 0644
albumina.html File 61.04 KB 0644
alteracoes_celulares_causadas_por_infeccao_viral.html File 17.78 KB 0644
alteracoes_reativas_nao_especificas_e_degenerativas.html File 22.67 KB 0644
altura_meninas.html File 7.34 KB 0644
amenorreia.html File 100 KB 0644
anulado_res_cremerj.html File 2.66 KB 0644
apos_curetagem_menina_de_9_anos_recebe_alta_nesta_tarde.html File 4.38 KB 0644
arcebispo_nao_teve_pena_da_crianca_que_interrompeu_gravidez.html File 5.67 KB 0644
artigos-antigo.html File 4.45 KB 0644
artigos.html File 4.45 KB 0644
artite_reumatoide.html File 8.6 KB 0644
aspectos_infancia_puberdade.html File 27.68 KB 0644
bebe_nasce_gravida.html File 3.1 KB 0644
biblioteca-antigo.html File 2.28 KB 0644
biblioteca.html File 1.72 KB 0644
bilirrubina.html File 7.16 KB 0644
bilirrubina_delta.html File 8.17 KB 0644
bioquimica-ciclo_de_krebs.html File 1.5 KB 0644
bioquimica.html File 2.98 KB 0644
cacau_flavonoides.html File 1.9 KB 0644
caduceu-1.jpg File 7.63 KB 0644
caduceu.html File 2.03 KB 0644
cancer_invasivo_da_cervix.html File 3.33 KB 0644
carcinoma_adenoescamoso_e_adenocantoma_do_endometrio.html File 5.81 KB 0644
carcinoma_metastatico.html File 3 KB 0644
carldjerassi.html File 1.84 KB 0644
cartilha.html File 8.92 KB 0644
casamento_linux_x_desktop.html File 7.85 KB 0644
caso_1.html File 5.33 KB 0644
caso_1a.html File 8.23 KB 0644
caso_2.html File 3.62 KB 0644
caso_2a.html File 4.92 KB 0644
caso_3.html File 3.47 KB 0644
caso_3a.html File 5.07 KB 0644
caso_4.html File 4.37 KB 0644
caso_4a.html File 4.35 KB 0644
caso_5.html File 4.51 KB 0644
caso_5a.html File 5.13 KB 0644
caso_6.html File 2.83 KB 0644
caso_6a.html File 6.89 KB 0644
caso_7.html File 5.64 KB 0644
caso_7a.html File 3.59 KB 0644
caso_8.html File 3.14 KB 0644
casos_clinicos_de_nic.html File 37.57 KB 0644
casos_ilustrativos.html File 5.71 KB 0644
casos_problemas.html File 14.27 KB 0644
casos_variados_de_adenocarcinoma_da_cervix.html File 13.28 KB 0644
cazuza_um_idiota_morto.html File 15.58 KB 0644
celulas_colunares_endocervicais.html File 101.71 KB 0644
celulas_discarioticas.html File 23.29 KB 0644
celulas_endometriais.html File 10.13 KB 0644
celulas_normais_em_aumento_muito_grande.html File 6.78 KB 0644
celulas_pequenas_indiferenciadas.html File 3.45 KB 0644
cerebros.html File 3.24 KB 0644
cervicite.html File 3.88 KB 0644
cervicite_folicular.html File 4.66 KB 0644
cervico_vaginal.html File 8.29 KB 0644
cervico_vaginal2.html File 7.07 KB 0644
cervico_vaginal_metaplasia_escamosa_e_zona_de_transformacao.html File 1.52 MB 0644
citologia.html File 1.42 KB 0644
citologia_de_outros_locais.html File 5.08 KB 0644
citologia_dos_aspirados_endometriais.html File 13.98 KB 0644
citologia_endometrial.html File 8.52 KB 0644
citologia_esfoliativa.html File 56.5 KB 0644
clipe_excisao.html File 6.55 KB 0644
codigos_morais.html File 17.3 KB 0644
coerencia.html File 4.27 KB 0644
colesterol.html File 6.33 KB 0644
colesterol_acetilcoa_hmgcoa.html File 3.34 KB 0644
colesterol_comeco.html File 2.19 KB 0644
colesterol_da_hmgcoa_ao_mevalonato.html File 2.58 KB 0644
colesterol_do_desmosterol_ao_colesterol.html File 1.75 KB 0644
colesterol_do_epoxido_de_esqualeno_ao_lanosterol.html File 2.8 KB 0644
colesterol_do_lanosterol_ao_zimosterol.html File 2.24 KB 0644
colesterol_do_zimosterol_ao_desmosterol.html File 2.59 KB 0644
colesterol_elevado_na_infancia.html File 8.58 KB 0644
colesterol_hormonios_sexuais.html File 6.96 KB 0644
colesterol_metodos_dosagens_e_patologias.html File 10.96 KB 0644
colesterol_mevalonato_ao_epoxido_de_esqualeno.html File 3.31 KB 0644
colesterol_sintese.html File 3.05 KB 0644
conceito_puberdade.html File 8.3 KB 0644
confiabilidade_das_informacoes_em_nutricao.html File 6.72 KB 0644
conselhos_uteis-puberdade.html File 6.06 KB 0644
consumo_cerverja.html File 1.7 KB 0644
contaminantes.html File 9.43 KB 0644
creatinina.html File 11.05 KB 0644
cremes_nao_evitam_envelhecimento.html File 9.71 KB 0644
crencas_e_mitos.html File 1.51 KB 0644
crimes_culturais.html File 1.5 KB 0644
criterio_de_malignidade.html File 17.79 KB 0644
cv_velho File 8.29 KB 0644
deficiencia_de_lactase.html File 5.93 KB 0644
dilemas_da_gravidez.html File 113.42 KB 0644
dipirona-guia.html File 2.87 KB 0644
dipirona.html File 74.01 KB 0644
diretivas.html File 4.54 KB 0644
discrepancias_da_correlacao_cito-histologica.html File 6 KB 0644
dismenorreia.html File 12 KB 0644
divorcio_menina_iraniana.html File 7.72 KB 0644
efeito_nocebo.html File 5.61 KB 0644
embrio-a_primeira_semana.html File 5.77 KB 0644
embrio-a_segunda_semana.html File 2.78 KB 0644
embrio-ciclo_ovariano_e_menstrual.html File 3.36 KB 0644
embrio-malformacoes.html File 7.9 KB 0644
embrio-ovulo_x_espermatizoide.html File 2.92 KB 0644
embrio-referencias_bibliograficas.html File 2.08 KB 0644
embrio-terceira_semana.html File 9.54 KB 0644
embrio-transporte_de_gametas.html File 2.85 KB 0644
embrio-viabilidade.html File 2.29 KB 0644
embrio_gametogenese.html File 6.02 KB 0644
embriologia.html File 3.54 KB 0644
esfregaco_insatisfatorio.html File 8.91 KB 0644
esfregaco_pos_menopausa.html File 10.22 KB 0644
estados_intersexuais.html File 33.32 KB 0644
estatura_meninas.html File 132.16 KB 0644
estilo.css File 755 B 0644
estilo5.css File 596 B 0644
estilo5a.css File 597 B 0644
estudo_niveis_glicemicos.html File 1.84 KB 0644
etica_legal_ou_licito.html File 9.08 KB 0644
evolucao_da_vulva.html File 1.95 KB 0644
exame_na_crianca_e_na_adolescente.html File 30.04 KB 0644
exemplos_de_adenocarcinoma_do_endometrio.html File 16.45 KB 0644
exemplos_de_casos_com_adenocarcinoma_da_cervix.html File 6.68 KB 0644
exemplos_de_casos_com_carcinoma_de_celula_escamosa.html File 21.19 KB 0644
exemplos_de_citologia_heterogenica.html File 8.25 KB 0644
exploracao_da_fe.html File 13.11 KB 0644
falta_hormonio_e_matematica.html File 2.65 KB 0644
farmacologia.html File 1.51 KB 0644
farmacos_falsificados.html File 10.3 KB 0644
farmol.html File 24.63 KB 0644
frutosamina.html File 12.28 KB 0644
funcao_para_extracao_de _arquivos_compactados.html File 4.83 KB 0644
ginecologia.html File 1.61 KB 0644
glicemia.html File 27.61 KB 0644
guia-aciclovir.html File 2.49 KB 0644
guia-amicacina.html File 2.56 KB 0644
guia-ampicilina.html File 2.82 KB 0644
guia-anfotericinab.html File 2.26 KB 0644
guia-antibiotico_antes_2_anos.html File 2.16 KB 0644
guia-aztreonam.html File 2.64 KB 0644
guia-cefalotina.html File 3.08 KB 0644
guia-cefazolina.html File 3.19 KB 0644
guia-cefepime.html File 3.7 KB 0644
guia-cefonicid.html File 2.47 KB 0644
guia-cefoperazona.html File 3.5 KB 0644
guia-cefotaxima.html File 2.57 KB 0644
guia-cefoxitina.html File 2.52 KB 0644
guia-ceftazidima.html File 2.55 KB 0644
guia-ceftriaxona.html File 2.33 KB 0644
guia-ciprofloxaxina.html File 2.09 KB 0644
guia-clindamicina.html File 2.32 KB 0644
guia-cloranfenicol.html File 2.52 KB 0644
guia-doxicilina.html File 2.32 KB 0644
guia-fosfomicina.html File 2.17 KB 0644
guia-ganciclovir.html File 3.46 KB 0644
guia-gentamicina.html File 2.33 KB 0644
guia-imipenem.html File 2.42 KB 0644
guia-indice.html File 6.65 KB 0644
guia-l-larnitina.html File 2.45 KB 0644
guia-levofloxacina.html File 3.37 KB 0644
guia-linezolida.html File 2.57 KB 0644
guia-meropenem.html File 4.38 KB 0644
guia-metronidazol.html File 1.87 KB 0644
guia-midazolam.html File 3.98 KB 0644
guia-nalbufina.html File 2.5 KB 0644
guia-omeprazol.html File 3.01 KB 0644
guia-oxacilina.html File 2.38 KB 0644
guia-penicilina_g_sodica.html File 2.67 KB 0644
guia-piperacilina.html File 2.42 KB 0644
guia-piperacilina_tazobactama.html File 4.43 KB 0644
guia-polimixina_b.html File 29.69 KB 0644
guia-sulfametoxazol_trimetoprina.html File 2.23 KB 0644
guia-ticarcilina.html File 2.46 KB 0644
guia-vancomicina.html File 2.55 KB 0644
har-abraham.html File 1.91 KB 0644
har-distintivo_e_estandarte.html File 1.68 KB 0644
har-kahlbaum.html File 1.95 KB 0644
hemato-celulas _normais_no_esfregaco_sanguineo.html File 3.64 KB 0644
hemato-desenvolvimento_dos_eosinofilos.html File 2.79 KB 0644
hemato-eritropoiese.html File 6.81 KB 0644
hemato-granulopoiese.html File 9.11 KB 0644
hemato-hematologia_pratica.html File 2.08 KB 0644
hemato-mitose_em_celulas_de_aspirado_de_medula_ossea.html File 4.96 KB 0644
hemato-reticulocitos.html File 7.75 KB 0644
hemorragia_uterina_disfunciona.html File 6.42 KB 0644
hfar--aracelso_e_os_grandes_alquimistas_da_idade_media.html File 10.49 KB 0644
hfar-1.html File 2.69 KB 0644
hfar-_egito_antigo.html File 23.88 KB 0644
hfar-a_alquimia_medieval.html File 11.93 KB 0644
hfar-a_ccivilizacao_romana.html File 6.88 KB 0644
hfar-a_civilizacao_chinesa.html File 2.64 KB 0644
hfar-a_civilizacao_egipcia.html File 3.83 KB 0644
hfar-a_civilizacao_grega.html File 8.5 KB 0644
hfar-a_civilizacao_indiana.html File 3.97 KB 0644
hfar-a_conquista_crista_do_imperio_romano.html File 5.58 KB 0644
hfar-a_construcao_de_um_novo_predio_para_o_hospital.html File 3.31 KB 0644
hfar-a_contra-reforma_catolica.html File 3.11 KB 0644
hfar-a_educacao_no_brasil.html File 18.99 KB 0644
hfar-a_escola_de_farmacia_de_ouro_preto.html File 4.38 KB 0644
hfar-a_evolucao_da_psicologia_no_mundo_contemporaneo.html File 8.55 KB 0644
hfar-a_farmacia_na_bahia.html File 3.56 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_brasil.html File 2.98 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_mundo_atual-introducao.html File 4 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_mundo_atual.html File 2.41 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_novo_mundo.html File 2.85 KB 0644
hfar-a_farmacia_no_parana.html File 2.38 KB 0644
hfar-a_farmacia_nos_primeiros_tempos_da_idade_atual.html File 5.24 KB 0644
hfar-a_irmandade_da_canta_casa_e_a_maconaria.html File 2.96 KB 0644
hfar-a_irmandade_da_santa_casa_de_firenzzi.html File 2.1 KB 0644
hfar-a_irmandade_da_santa_casa_de_misericordia_de_curytiba.html File 9.34 KB 0644
hfar-a_padroeira_da_farmacia_moderna.html File 3.83 KB 0644
hfar-a_primeira_farmacopeia.html File 2.25 KB 0644
hfar-a_psicologia_atual_e_suas_descobertas.html File 1.64 KB 0644
hfar-a_real_sociedade_dos_apotecarios_de_londres.html File 2.81 KB 0644
hfar-a_reforma_e_suas_consequencias.html File 10.98 KB 0644
hfar-a_reforma_protestante.html File 4.09 KB 0644
hfar-a_revolucao_francesa.html File 12.47 KB 0644
hfar-a_situacao_atual_da_farmacia_no_brasil.html File 10.2 KB 0644
hfar-a_sociedade_de_medicina.html File 3.24 KB 0644
hfar-adler.html File 2.6 KB 0644
hfar-alemanha.html File 5.19 KB 0644
hfar-alexander.html File 2 KB 0644
hfar-alexander_fleming.html File 5.74 KB 0644
hfar-allport.html File 2.58 KB 0644
hfar-america_do_sul.html File 5.54 KB 0644
hfar-angell.html File 2.1 KB 0644
hfar-anna_freud.html File 7.93 KB 0644
hfar-as_artes_e_as_letras_na_idade_media.html File 4.04 KB 0644
hfar-as_ciencias_alquimicas_atraves_dos_tempos.html File 9.22 KB 0644
hfar-as_cruzadas.html File 23.11 KB 0644
hfar-as_escolas_que_seguiram_ouro_preto.html File 1.64 KB 0644
hfar-as_farmacias_dos_seculos_XV_ao_XVIII.html File 2.41 KB 0644
hfar-as_grandes_invasoes.html File 11.9 KB 0644
hfar-as_grandes_navegacoes.html File 16.89 KB 0644
hfar-as_origens_da_farmacia_no_brasil.html File 17.1 KB 0644
hfar-as_universidades.html File 3.01 KB 0644
hfar-augusto_stelffeld.html File 88.33 KB 0644
hfar-bandura.html File 2.39 KB 0644
hfar-battie.html File 2.15 KB 0644
hfar-beers.html File 2.23 KB 0644
hfar-bekhterev.html File 2.42 KB 0644
hfar-berger.html File 2.33 KB 0644
hfar-berkely.html File 3.72 KB 0644
hfar-bernheim.html File 2.14 KB 0644
hfar-bleuler.html File 3.04 KB 0644
hfar-brentano.html File 3.42 KB 0644
hfar-breve_historico_dos_analgesicos.html File 9.55 KB 0644
hfar-burton.html File 1.67 KB 0644
hfar-cade.html File 2.6 KB 0644
hfar-cattell.html File 3.01 KB 0644
hfar-cerletti.html File 3.54 KB 0644
hfar-charcot.html File 2.9 KB 0644
hfar-chiarugi.html File 2.08 KB 0644
hfar-china.html File 4.74 KB 0644
hfar-colaboradores-2.html File 1.56 KB 0644
hfar-colaboradores.html File 2.48 KB 0644
hfar-comenius_e_o_metodo_educacional_moderno.html File 2.27 KB 0644
hfar-comites_sociedades_e_associacoes.html File 2.68 KB 0644
hfar-consideracoes_finais.html File 4.36 KB 0644
hfar-cullen.html File 2.18 KB 0644
hfar-darwin.html File 20.11 KB 0644
hfar-das_origem_do_homem_ate_as_primeiras_civilizacoes.html File 5.19 KB 0644
hfar-definica_gazeta_do_povo.html File 2.22 KB 0644
hfar-delay.html File 2.1 KB 0644
hfar-descartes.html File 2.99 KB 0644
hfar-dewey.html File 3.05 KB 0644
hfar-diario_da_visita_a_provincia_do_parana.html File 2.88 KB 0644
hfar-diligencias_para_a_fundacao_do_hospital_de_caridade.html File 7.15 KB 0644
hfar-ebbinghaus.html File 3.4 KB 0644
hfar-educacao_e_historia.html File 2.69 KB 0644
hfar-egas_moniz.html File 2.62 KB 0644
hfar-erikson.html File 1.99 KB 0644
hfar-espanha.html File 8.59 KB 0644
hfar-esquirol.html File 2.49 KB 0644
hfar-estados_unidos.html File 10.14 KB 0644
hfar-europa_setentrional_asia_e_africa.html File 4.29 KB 0644
hfar-falret.html File 2.45 KB 0644
hfar-fechner.html File 2.61 KB 0644
hfar-feuchtersleben.html File 2.27 KB 0644
hfar-ficha_catalografica.html File 2.61 KB 0644
hfar-franca.html File 7.86 KB 0644
hfar-francisco_de_paula_candido.html File 10.29 KB 0644
hfar-frankl.html File 3.05 KB 0644
hfar-freud.html File 30.89 KB 0644
hfar-fundacao_e_desenvolvimento_do_cristianismo.html File 6.59 KB 0644
hfar-g_e_muller.html File 2.82 KB 0644
hfar-galton.html File 2.79 KB 0644
hfar-grandes_marcos_da_epoca_contemporanea.html File 4.38 KB 0644
hfar-grandes_vultos_da_psicologia.html File 11.79 KB 0644
hfar-griesinger.html File 2.15 KB 0644
hfar-guislain.html File 1.77 KB 0644
hfar-guthrie.html File 2.07 KB 0644
hfar-hartley.html File 3.75 KB 0644
hfar-hecker.html File 2.01 KB 0644
hfar-heinroth.html File 2.36 KB 0644
hfar-hindus_os_verdadeiros_inventores_do_alfabeto.html File 6.31 KB 0644
hfar-hipocrates_de_cos_e_outros_alquimistas_gregos.html File 24.05 KB 0644
hfar-historia_da_educacao-introducao.html File 3.94 KB 0644
hfar-historia_da_educacao.html File 4 KB 0644
hfar-historia_da_psicologia-2.html File 1.98 KB 0644
hfar-historia_da_psicologia.html File 2.59 KB 0644
hfar-hoffman.html File 2.29 KB 0644
hfar-hollingworth.html File 4.13 KB 0644
hfar-homenagem_do_crf-pr_aos_farmaceuticos_em_seu_dia.html File 2.68 KB 0644
hfar-horney.html File 1.88 KB 0644
hfar-hospitais_e_asilos_psiquiatricos_pioneiros.html File 3.66 KB 0644
hfar-hug_hellmuth.html File 2.3 KB 0644
hfar-hull.html File 2.3 KB 0644
hfar-hume.html File 3.95 KB 0644
hfar-inauguracao_do_novo_hospital_de_caridade.html File 6.13 KB 0644
hfar-instituicoes_historicas.html File 1.79 KB 0644
hfar-instituicoes_medievais_feudalismo.html File 18.74 KB 0644
hfar-introducao.html File 9.53 KB 0644
hfar-italia.html File 8.27 KB 0644
hfar-jabin.html File 1.78 KB 0644
hfar-james.html File 4.4 KB 0644
hfar-janet.html File 2.37 KB 0644
hfar-jauregg.html File 2.26 KB 0644
hfar-jones.html File 1.95 KB 0644
hfar-jung.html File 5.91 KB 0644
hfar-klaesi.html File 1.99 KB 0644
hfar-klein.html File 2.23 KB 0644
hfar-koeller.html File 2.77 KB 0644
hfar-koffka.html File 5.02 KB 0644
hfar-kolch.html File 5.06 KB 0644
hfar-korsakoff.html File 2.04 KB 0644
hfar-kraepelin.html File 2.47 KB 0644
hfar-kraft_ebing.html File 2.12 KB 0644
hfar-kretschamer.html File 1.95 KB 0644
hfar-kulpe.html File 2.3 KB 0644
hfar-kurt_lewin.html File 2.96 KB 0644
hfar-langermann.html File 2.2 KB 0644
hfar-loja_candura_curitybana_curitiba_pr.html File 9.38 KB 0644
hfar-loke.html File 2.52 KB 0644
hfar-louis_lasteur.html File 11.87 KB 0644
hfar-macedonia.html File 19.27 KB 0644
hfar-magna_grecia_e_o_mundo_grego_antigo.html File 54.89 KB 0644
hfar-magnan.html File 2.13 KB 0644
hfar-mais_alguns_alquimistas_da_antiguidade_classica.html File 8.32 KB 0644
hfar-malleus_maleficarum.html File 43.59 KB 0644
hfar-manuel_joaquim_henriques_de_paiva.html File 11.65 KB 0644
hfar-maslow.html File 3.14 KB 0644
hfar-maudsley.html File 2.5 KB 0644
hfar-meduna.html File 7.89 KB 0644
hfar-mesmer.html File 2.53 KB 0644
hfar-mesopotamia.html File 24.15 KB 0644
hfar-meyer.html File 2.07 KB 0644
hfar-mill.html File 3.71 KB 0644
hfar-miller.html File 2.42 KB 0644
hfar-mira_y_lopez.html File 4.39 KB 0644
hfar-moreau.html File 2.36 KB 0644
hfar-morel.html File 2.29 KB 0644
hfar-moreno.html File 2.6 KB 0644
hfar-movimentos_psicologicos.html File 5.6 KB 0644
hfar-munsterberg.html File 3.82 KB 0644
hfar-murray.html File 2.51 KB 0644
hfar-neisser.html File 2.68 KB 0644
hfar-nelma.html File 1.58 KB 0644
hfar-o_advento_da_civilizacao.html File 3.65 KB 0644
hfar-o_brasil_na_maioridade_de_dom_pedro_II.html File 3.73 KB 0644
hfar-o_comeco_do_hospital_de_caridade.html File 2.8 KB 0644
hfar-o_curso_oficial_de_farmacia_de_1832.html File 3.91 KB 0644
hfar-o_desenvolvimento_da_ciencia_moderna.html File 4.78 KB 0644
hfar-o_desenvolvimento_da_farmacia_no_estado_do_parana.html File 2.8 KB 0644
hfar-o_edito_regio.html File 4.64 KB 0644
hfar-o_humanismo_e_alguns_grandes_humanistas.html File 3.72 KB 0644
hfar-o_iluminismo_e_a_sociedade_burguesa.html File 3.82 KB 0644
hfar-o_imperio_do_oriente.html File 10.4 KB 0644
hfar-o_juramento_dos_farmaceuticos_da_idade_media.html File 5.8 KB 0644
hfar-o_primeiro_farmacologista_experimental.html File 2.17 KB 0644
hfar-o_primeiro_historiador_de_nossa_farmacia.html File 3.69 KB 0644
hfar-o_renascimento-2.html File 2.79 KB 0644
hfar-o_renascimento.html File 15.21 KB 0644
hfar-o_suplicio_do_pobre_e_infeliz_principe_orsini.html File 10.96 KB 0644
hfar-oceania.html File 4.63 KB 0644
hfar-onde_tudo_comecou_as_origens_da_farmacia.html File 12.35 KB 0644
hfar-oracao do_farmaceutico.html File 3.91 KB 0644
hfar-origens_da_santa_casa_de_misericordia.html File 4.97 KB 0644
hfar-os_arabes.html File 24.89 KB 0644
hfar-os_barbaros_e_as_modernas_nacoes_europeias.html File 12.01 KB 0644
hfar-os_campos_e_as_areas_da_psicologia.html File 8.1 KB 0644
hfar-os_fenicios_e_a_difusao_da_cultura_oriental.html File 7.58 KB 0644
hfar-os_grandes_marcos_na_transicao_da_epoca_moderna.html File 3.15 KB 0644
hfar-os_grandes_pensadores_da_educacao.html File 5.96 KB 0644
hfar-os_grandes_vultos_da_farmacia_brasileira.html File 2.12 KB 0644
hfar-os_hebreus.html File 9.98 KB 0644
hfar-os_persas.html File 18.89 KB 0644
hfar-os_primeiros_boticarios_do_parana.html File 7.25 KB 0644
hfar-os_primeiros_boticarios_reconhecidos.html File 2.04 KB 0644
hfar-os_primordios_da_farmacia_atual.html File 21.43 KB 0644
hfar-os_romanos.html File 69.05 KB 0644
hfar-outros_paises_da_europa.html File 17.47 KB 0644
hfar-paises_nordicos.html File 7.32 KB 0644
hfar-paul_ehrlich.html File 5.11 KB 0644
hfar-pavlov.html File 6.11 KB 0644
hfar-piaget.html File 3.21 KB 0644
hfar-pinel.html File 3.08 KB 0644
hfar-plater.html File 1.96 KB 0644
hfar-portugal.html File 10.46 KB 0644
hfar-rank.html File 2.15 KB 0644
hfar-referencias_bibliograficas.html File 134.19 KB 0644
hfar-reil.html File 2.53 KB 0644
hfar-reino_unido.html File 6.76 KB 0644
hfar-reish.html File 2.8 KB 0644
hfar-richard_gordon_e_sua_assustadora_historia_da_medicina.html File 7.18 KB 0644
hfar-robert_koch.html File 12.75 KB 0644
hfar-rodolpho_albino_dias_da_silva.html File 1.47 KB 0644
hfar-rogers.html File 2.84 KB 0644
hfar-rotter.html File 2.88 KB 0644
hfar-rush.html File 2.88 KB 0644
hfar-sakel.html File 2.21 KB 0644
hfar-scott.html File 4.53 KB 0644
hfar-siddiqui.html File 3.9 KB 0644
hfar-sigaud_e_a_farmacia_brasileira.html File 5.56 KB 0644
hfar-skinner.html File 4.29 KB 0644
hfar-spencer.html File 3.79 KB 0644
hfar-stahl.html File 1.75 KB 0644
hfar-stanley_hall.html File 3.25 KB 0644
hfar-stuart_mill.html File 4.08 KB 0644
hfar-stumpf.html File 2.56 KB 0644
hfar-sydenhan.html File 2.48 KB 0644
hfar-tendencia_psicologica.html File 6.6 KB 0644
hfar-tendencia_sociologica.html File 3.38 KB 0644
hfar-tendencia_tecnologica.html File 3.16 KB 0644
hfar-the_food_and_drug_administration.html File 4.26 KB 0644
hfar-thorndike.html File 3.18 KB 0644
hfar-titchener.html File 3.79 KB 0644
hfar-tolman.html File 2.99 KB 0644
hfar-tuke.html File 2.35 KB 0644
hfar-um_milhao_de_anos_de_pre-historia.html File 18.12 KB 0644
hfar-um_poeta_farmaceutico.html File 6.72 KB 0644
hfar-von_helmholtz.html File 4.78 KB 0644
hfar-watson.html File 3.47 KB 0644
hfar-weber.html File 3.44 KB 0644
hfar-wernicke.html File 2.32 KB 0644
hfar-wertheimer.html File 2.84 KB 0644
hfar-weyer.html File 2.52 KB 0644
hfar-whytt.html File 2.32 KB 0644
hfar-witmer.html File 4.04 KB 0644
hfar-woodward.html File 2.51 KB 0644
hfar-woodworth.html File 3.68 KB 0644
hfar-wundt.html File 5.52 KB 0644
hipertensao.html File 12.32 KB 0644
hormonios_produzidos_durante_gravidez_inibem_cancer_de_mama.html File 1.95 KB 0644
hraf-a_faculdade_de_harmacya_da_universidade_do_parana.html File 9.55 KB 0644
iframe.txt File 116 B 0644
imagem_estranha.html File 469 B 0644
imortalidade.html File 5.63 KB 0644
index-antigo.html File 3.26 KB 0644
index.html File 293 B 0644
index.html.bak File 3.22 KB 0644
index.noticias File 3.04 KB 0644
index2.html File 1.89 KB 0644
index[a].html File 3.07 KB 0644
indice-antigo.html File 848 B 0644
indice-html.html File 1004 B 0644
indice-novo File 778 B 0644
indice-velho File 933 B 0644
indice.antigo File 938 B 0644
indice.html File 710 B 0644
indice3.html File 889 B 0644
infeccao_e_alteracoes_reativas.html File 1.54 MB 0644
infeccao_por_hpv_com_alteracoes_borderline.html File 24.96 KB 0644
inflamacal_genital_alta.html File 8.66 KB 0644
jacqui.html File 4.97 KB 0644
links.html File 6.46 KB 0644
livro_portugues-1.html File 1.21 KB 0644
logo-3b.png File 238.47 KB 0644
logo.gif File 59.94 KB 0644
logo.jpg File 186.85 KB 0644
malformacoes.html File 37.05 KB 0644
marcadores_na_hepatite_b.html File 3.55 KB 0644
menstruar.html File 2.03 KB 0644
mentiras_tupiniquins.html File 4.76 KB 0644
metodo_de_blocos_celulares.html File 4.02 KB 0644
microsoft_photo_dna_software_ajuda_no_combate_a_pedofilia.html File 3.51 KB 0644
modelo.html File 1.23 KB 0644
mola_hidatiforme.html File 2.56 KB 0644
mt.txt File 1.32 KB 0644
mulheres_tem_mais_depressao_que_homens.html File 15.47 KB 0644
neoplasia_intra_epitelial_cervical.html File 838.79 KB 0644
noticias.html File 2.15 KB 0644
noticias2013.html File 3.99 KB 0644
noticias2014.html File 2.78 KB 0644
noticias2015.html File 3.71 KB 0644
noticias2016.html File 2.23 KB 0644
noticias2017.html File 2.18 KB 0644
noticias2018.html File 2.06 KB 0644
noticias2018.html.bak File 2.07 KB 0644
nutricionista_certificada.html File 2.85 KB 0644
obesidade_aumenta_risco_de_cancer_de_ovario_diz_estudo.html File 9.43 KB 0644
ovario.html File 12.29 KB 0644
ovos_de_naboth.html File 7.78 KB 0644
paraceratose.html File 2.05 KB 0644
patologia_mamaria.html File 59.04 KB 0644
patrocinio.html File 3.97 KB 0644
pediatria.html File 1.35 KB 0644
pilula_anticoncepcional_pode_ajudar_no_tratamento_de_acnes.html File 3.65 KB 0644
pilula_anticoncepcional_pode_atrapalhar_ganho_muscular_com_exercicios.html File 3.24 KB 0644
pilula_do_dia_seguinte_e_usada_de_forma_errada_mostra_pesquisa_em_pernambuco.html File 3.88 KB 0644
pouso_na_lua.html File 22.66 KB 0644
pouso_na_lua2.html File 10.05 KB 0644
print.png File 1.01 KB 0644
proteina_de_bence-jones.html File 22.83 KB 0644
proteinas_do_liquido_cefalo-raquidiano.html File 16.56 KB 0644
prova_da_excrecao_da_d-xilose.html File 9.2 KB 0644
psa-comentarios.html File 359.54 KB 0644
psa.html File 13.43 KB 0644
puberdade_feminina.html File 5.36 KB 0644
puberdade_normal.html File 296.87 KB 0644
puberdade_precoce.html File 31.56 KB 0644
puberdade_tardia.html File 18.29 KB 0644
reacao_tecidual.html File 4.15 KB 0644
reacao_vacinal.html File 1.64 KB 0644
reacoes_da_superficie.html File 16.56 KB 0644
recordacoes.html File 13.73 KB 0644
referencias_bibliograficas.html File 2.77 KB 0644
romario.html File 9.94 KB 0644
semelhancas_entre_celulas_endometriais_malignas_e_reativas.html File 8 KB 0644
sutia_errado_pode_causar_danos_as_mamas.html File 4.19 KB 0644
talidomida.html File 18.82 KB 0644
tecnica_papanicolau.html File 6.22 KB 0644
template File 974 B 0644
teste.html File 377 B 0644
teste.html.bak File 329 B 0644
teste2.html File 7.06 KB 0644
teste2.html.bak File 7.05 KB 0644
tipo_assim.html File 19.1 KB 0644
titulo_ilegal.html File 4.05 KB 0644
trangenera_5aninhos.html File 1.88 KB 0644
traumas.html File 16.33 KB 0644
tretinoina.html File 2.86 KB 0644
triacil-glicerol_ou_triglicerideos.html File 11.2 KB 0644
tumores.html File 37.28 KB 0644
vagina.html File 4.33 KB 0644
vaginite.html File 10.18 KB 0644
vaginite_atrofica.html File 11.1 KB 0644
variacao_da_descamacao.html File 8.18 KB 0644
voar_como_os_passaros.html File 33.54 KB 0644
voltando_as_origens.html File 6.65 KB 0644
vulva.html File 18.59 KB 0644
vulvite.html File 1.04 MB 0644
vvc.html File 2.67 KB 0644
win9_atualizacao_com_apenas_um_clique.html File 1.43 KB 0644
wordpress.html File 2.34 KB 0644
Filemanager