CFM diz que médicos se sentem traídos por Padilha após vetos

JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA

O presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina), Roberto D’Ávila, afirmou, nesta quinta-feira (11), que a presidente Dilma Rousseff foi “muito mal assessorada” ao vetar trechos da lei do “Ato Médico”, “revelando incompetência do seu assessor para a saúde”. Disse ainda que a nova lei é um ‘monstro’.

Perguntado sobre a quem exatamente se referia, D’Ávila apontou para o ministro Alexandre Padilha (Saúde). “Só existe um assessor na área da saúde próximo a ela, infelizmente é um médico”.

A presidente Dilma vetou os principais trechos da proposta que regulamenta a profissão do médico, sob o argumento de que traria impactos negativos ao SUS.

Foram vetados dez trechos no total, entre eles a espinha dorsal da proposta: a que estabelece como atividades privativas do médico a formulação do diagnóstico das doenças e a prescrição terapêutica.

Segundo a justificativa dada para o veto, o trecho “impediria a continuidade de inúmeros programas do SUS que funcionam a partir da atuação integrada dos profissionais de saúde. Poderia comprometer as políticas públicas da área da saúde, além de introduzir elevado risco de judicialização da matéria”.

O “Ato Médico” foi alvo de grande polêmica ao longo da década de tramitação no Congresso, separando de um lado as entidades médicas –que respaldavam a proposta– e as demais profissões da saúde –que a rejeitavam.

O presidente do CFM questionou a intenção política do ministro tanto pelo veto parcial quanto pelo programa “Mais Médicos”, lançado na segunda-feira (8) e que propõe a abertura do país ao médico estrangeiro. “Penso que é motivado por interesses outros, talvez eleitorais”, disse em coletiva nesta quinta.

Nos onze anos de tramitação, o projeto do “Ato Médico” foi fortemente defendido pelo conselho e rejeitado pelas demais profissões da saúde.

D’Ávila afirmou que os médicos se sentem traídos pelos conselhos das demais profissões da saúde, que teriam fechado um acordo em torno do texto aprovado pelo Congresso, e pelo próprio ministro Padilha.

Frente a isso, o presidente do CFM diz que vai propor ao plenário do conselho que a entidade abandone todas as comissões e câmaras técnicas que integra na esfera do governo federal. “Há uma grave crise (…) Não há mais confiança.”

D’Ávila disse que os médicos tentarão mobilizar o Congresso, para que derrube os vetos “autoritários” que criaram uma lei “mutilada” e vazia, na sua avaliação.

“[A lei] é um monstro que fala em coisas, tira coisas do médico, não diz o que é privativo. Não sei dizer o que significa, não significa nada”, disse.

Para o CFM, os vetos parciais não vão dar autorização para que as demais profissões da saúde passem a realizar procedimentos que não faziam até então. “As outras profissões continuam com as restrições de suas leis.”

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Plebiscito, NÃO

Diante dos protestos por todo o Brasil, a presidente Dilma anunciou que vai realizar um plebiscito sobre a reforma política. Não quis e não quer saber de referendo. Por que será?

Você vai entender a jogada da Dilma e seus comparsas ao ver como fica o cidadão no caso de um Plebiscito ou de um Referendo?

Qual a diferença entre um e o outro?

Num PLEBISCITO, – para usar uma linguagem bem simples, – é como se perguntassem a você: Pizza ou Cachorro Quente?

Você escolhe um dos dois quitutes. Vamos dizer que o preferido seja o Cachorro Quente. Aí entra a cozinha (o CONGRESSO) e determina como vai ser preparado. Ou seja, você escolheu e não sabe se vai ser de salsicha ou linguiça, se terá batata-palha ou não e qual o tempero. Você receberá um cachorro quente. Se vai te satisfazer, isto não interessa à cozinha, pois alegará que serviu o que você pediu.

Num REFERENDO, a cozinha ( o CONGRESSO) te apresenta o Cachorro Quente já pronto e você, ao ver como foi preparado e os ingredientes que há nele, decide se vai ou não querê-lo. Ou seja, antes de decidir, você sabe como foi feito, qual o recheio e os temperos. No referendo você decide se vai ou não comer o cachorro quente, sabendo se é ou não se seu agrado. Não lhe empurram um cachorro quente goela abaixo…

PRESTE MUITA ATENÇÃO NO QUE QUEREM QUE VOCÊ ENGULA !!!

PLEBISCITO É ENGANAÇÃO. É A SAÍDA QUE A DILMA ENCONTROU COM AJUDA DE SEUS COMPARSAS PARA SUPERAR A CRISE CRIADA PELOS PROTESTOS POPULARES.

COM O PLEBISCITO O GOVERNO QUER GANHAR TEMPO E DESVIAR A ATENÇÃO DO FOCO DO MOVIMENTO.

OS ATUAIS GOVERNANTES E PARLAMENTARES PERDERAM IRREMEDIAVELMENTE A CONFIANÇA DO POVO.

É INGENUIDADE PENSAR QUE ELES FARÃO A REFORMA POLÍTICA DE QUE O PAÍS NECESSITA, POIS CONTRARIA SEUS INTERESSES PESSOAIS.

A DILMA E OS POLÍTICOS NÃO ENTENDERAM O RECADO DAS RUAS.

NÃO QUEREMOS PLEBISCITO NEM REFORMA FEITA POR CORRUPTOS!

As ruas mostraram que a propaganda lulo-petista, exaustivamente repetida nos últimos dez anos, é uma farsa. Os manifestantes, ao exigirem “mais saúde e educação”, “mais hospitais e menos estádios”, “mais segurança”, “menos impostos” “chega de corrupção” etc, mostraram que os problemas cruciais do País continuam sem solução, e escancararam o abismo entre o discurso oficial e a realidade.

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Alerta dos espíritos

MENSAGEM PSICOFÔNICA ALERTANDO O BRASIL
(Vejam a preocupação dos Espíritos no final)

Fonte: Jornal Notícias do Movimento Espírita – Araçatuba, 25/06/2013

(Mensagem psicofonica recebida por Marlene Nobre em 19/6/2013 no Grupo Espírita Cairbar Schutel.

A médium esclarece que José Maria da Silva Paranhos Jr. (Barão do Rio Branco) assumiu a autoria da mensagem, mas que o mentor deixou claro que falava em nome de uma falange.

Fazem parte dela e estavam ali presentes: Pedro de Alcântara, Bezerra de Menezes, Rui Barbosa, Tiradentes, Freitas Nobre, Frei Caneca, Cairbar Schutel e inúmeros outros brasileiros ilustres.)

“Caros irmãos! O Brasil vive hoje um momento delicado de sua história.

Brasileiros, na sua maioria irmãos nossos ainda jovens na vestimenta física, exprimem nas ruas suas angústias, incertezas e mesmo revoltas subjacentes, acumuladas ao longo de decênios de insatisfação, ante a falta de respostas concretas com relação ao futuro e ao destino real que almejam para suas existências.

É preciso que as forças vivas da nação aglutinem-se em torno de todas as figuras históricas e heróicas, que serviram com idealismo ao País, a fim de encontrarem soluções justas aos anseios legítimos das pessoas, que se vêem, cada vez mais, entregues a si mesmas, sem contar com o respaldo de interlocutores compassivos, que façam do diálogo um instrumento real de crescimento e aprimoramento da sociedade como um todo.

As reivindicações diversas expressam o grau de insatisfação popular com o aumento crescente da coleta de impostos, com os desvios de dinheiro público e com o mau emprego de bens e patrimônios da Nação, responsáveis por frustrações repetidas, principalmente, dos mais jovens, ante a precariedade de investimentos nas áreas essenciais como saúde e educação, entre outras.

As insatisfações são dirigidas principalmente aos que têm a responsabilidade de cuidar das questões político-administrativas do País, pedindo especial atenção aos projetos que verdadeiramente interessam ao bem-estar e ao progresso da coletividade.

Há algum tempo esses interesses vêm sendo administrados, em determinados setores do País, por espíritos que se locupletam indebitamente da rica produção nacional, espoliando o País justamente no momento em que avança para o seu mais amplo desenvolvimento. Continuam encarcerados no egocentrismo, na visão estreita do personalismo inferior, incapazes de enxergar as necessidades do conjunto, formado pela grande família brasileira, que deveria na verdade ser a usufrutuária dos bens produzidos.

Por isso, meus amigos, enfrentamos, na hora presente, momentos difíceis que exigem oração, vigilância, cautela.

Permita Jesus a união das criaturas nobres, que já despertaram para as verdadeiras responsabilidades sociais e democráticas, dentro de uma visão holística e abrangente, que contemple todos os setores da sociedade em suas necessidades espirituais mais profundas.

Que essas forças vivas, verdadeiras estacas de sustentação do Brasil livre, possam defendê-lo dos movimentos radicais, que buscam nessas horas difíceis lançá-lo nos caminhos da violência, na tentativa de usurpar-lhe o clima pacífico, seu apanágio maior, desde a fundação.

Meus irmãos, o tempo é de vigilância, de cuidado, de oração.

Que todos se unam em torno dessas forças vivas, que estão voltadas para a espiritualidade superior, a fim de que possam neutralizar os arremessos das trevas, promovendo as mudanças necessárias, mas sem violência.

Há pouco mais de 20 anos, seguindo a voz das ruas, os poderes constituídos destituíram um presidente da república; a partir de então, era de se esperar que os responsáveis pelos destinos da nação priorizassem em suas ações a probidade administrativa em todas as áreas, mantendo como objetivo maior a distribuição mais justa e igualitária da riqueza.

Era de se esperar que amadurecessem, procurando servir às camadas mais pobres da população, e, sobretudo, à valorosa Nação, que lhes deu o berço, e que foi dotada pelo Criador de grandes jazidas naturais, do maior reservatório de água do mundo e que permanece emoldurada pela beleza ímpar de sua natureza exuberante.

O mundo cibernético, todavia, abriu imensas possibilidades para que as gargantas se exprimissem em conjunto, em uníssono, e os jovens saíram às ruas. Mas se isso representou um avanço nas formas de expressão das almas, trouxe também imensas preocupações quanto aos rumos do País, porque não se sabe se as forças negativas tomarão a frente, tentando impedir o cumprimento da importante missão que o Brasil tem a desempenhar perante si mesmo e perante as demais nações do mundo.

Por isso, meus amigos, diante do mostruário desta noite, solicitamos silêncio, meditação, prece e, sobretudo, entranhado amor pelo País que vos recebeu de braços abertos depois de inúmeras encarnações de falência para vos reabilitardes perante o Pai. Que Ele nos abençoe!

Recebido de Nelio Possobom

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Bilderberg: um clube secreto governa o mundo

Criado há 53 anos, o Clube Bilderberg reúne anualmente, em caráter sigiloso, nomes influentes da política, da economia e da mídia do Ocidente para debater assuntos de interesse mundial.

É tudo muito discreto: quem atende o telefone do Clube Bilderberg, em Leiden, na Holanda, é uma impessoal voz feminina que, após repetir o número, sugere que a pessoa deixe uma mensagem após o sinal. Alguém mais desavisado poderia até pensar que ligou por engano para uma residência.Mas o que está por trás do tal número de telefone vai muito além disso: para muitos, o Clube Bilderberg é o maestro oculto da política e da economia ocidental há mais de cinco décadas. Todo o segredo que cerca suas atividades(nem portal na Internet ele tem) só contribui para essa imagem.

Fundado em 1954 pelo príncipe Bernhard, da Holanda, pelo primeiro-ministro belga Paul Van Zeeland, pelo conselheiro político Joseph Retinger e pelo presidente da multinacional Unilever na época,o holandês Paul Rijkens, o Clube Bilderberg é uma organização não-oficial que nasceu supostamente para promover a “cooperação transatlântica” e debater “assuntos relevantes em nível mundial” – o que, em plena Guerra Fria,equivalia a discutir a ameaça comunista. O nome Bilderberg vem do hotel holandês que abrigou a primeira reunião, em 1954. O sucesso desse evento convenceu os seus organizadores a realizá-lo anualmente, em algum país europeu,nos Estados Unidos ou no Canadá.

Atualmente, os encontros do Clube reúnem cerca de 120 personalidades europeias e norte-americanas influentes na política, na economia e na mídia. Eles ocorrem em hotéis sofisticados e preferencialmente isolados, que são fechados por ocasião do evento.

Nesse período, um fortíssimo esquema de segurança, a cargo de agentes norte-americanos e de vários outros países europeus, além da polícia local, garante a privacidade dos participantes. A conferência mais recente foi realizada no Ritz-Carlton de Istambul, na Turquia,entre os dias 31 de maio e 3 de junho.

O COMITÊ organizador das conferências tem sido bastante criterioso nas suas seleções de convidados, como se pode constatar pelas listas disponíveis. O polêmico ex-secretário de Defesa norte-americano Donald Rumsfeld era nome habitual nos encontros, assim como Peter Sutherland (ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, atual diretor-executivo da British Petroleum e da Goldman Sachs International e membro do comitê-organizador do Bilderberg), Paul Wolfowitz (ex-subsecretário de Defesa do governo de George W. Bush e ex-presidente do Banco Mundial) e Henry Kissinger(ex-secretário de Estado norte-americano).

… Clã de seletos

Na página oposta, o príncipe Bernhard, da Holanda, um dos fundadores do Clube Bilderberg. Ao lado, no sentido horário,alguns dos nomes que já o integraram ou que ainda fazem parte dele: a rainha Beatrix, da Holanda; o bilionário David Rockefeller; Henry Kissinger,ex-secretário de Estado norte-americano; Donald Rumsfeld, ex-secretário deDefesa dos Estados Unidos; e Javier Solana, ex-secretário-geral da Otan.

Bill Clinton, Tony Blair, o ex-secretário- geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) Javier Solana e os bilionários David Rockefeller e Bill Gates também já integraram essa exclusiva relação (veja no quadro alguns dos nomes convidados para a conferência desteano).

Ao reunir tanta riqueza e poder e zelar pela privacidade absoluta em seus eventos (nenhum participante pode falar sobre o que viu e ouviu nos encontros), o Clube Bilderberg se tornou prato cheio para as teorias conspiratórias. Segundo elas, a organização manipula políticas nacionais e eleições, provoca guerras e recessões e chega a ordenar assassinatos e renúncias de líderes mundiais – como teria acontecido,respectivamente, com o presidente norte-americano John Kennedy e aprimeira-ministra britânica Margaret Thatcher.

PARA MUITOS sérvios, o Bilderberg foi o responsável pela queda de Slobodan Milosevic. Fala-se ainda que três famosos terroristas – Timothy McVeigh (responsável pelo atentado de Oklahoma City),David Copeland (um dos responsáveis pelo atentado ao metrô de Londres) e Osama Bin Laden – também pensam que os governos nacionais dançam conforme a música tocada pelo Clube.

O curioso é que o Bilderberg incomoda tanto conservadores quanto liberais. Para os primeiros, a organização é um plano sionista liberal. Para os outros, com tanto cacife e sigilo envolvidos, coisa boa não deve sair dali. “Quando tanta gente com tanto poder se reúne em um só lugar, acho que nos devem uma explicação sobre o que está acontecendo”,disse o ex-jornalista britânico Tony Gosling ao jornalista Jonathan Duffy, do BBC News Online Magazine (“Bilderberg: The Ultimate Conspiracy Theory”, de 3 de junho de 2004).

Por mais verossímeis ou DESCABELADAS que sejam,as ESPECULAÇÕES sobre a verdadeira ATUAÇÃO do Clube Bilderberg dificilmente poderão ser CONFIRMADAS ou refutadas

Segundo Gosling, o economista britânico Will Hutton, ex-participante das

… Influência

Na página oposta, a ex-primeira-ministrabritânica Margaret Thatcher, possível vítima do Clube; Bill Gates já teriaparticipado das reuniões secretas; e o terrorista Osama Bin Laden, que acreditano poder de decisão do Bilderberg.

conferências do Bilderberg, comparou o evento aoencontro anual do Fórum Econômico Mundial, no qual “o consensoestabelecido é o pano de fundo contra o qual a política é feita em nívelmundial”. Gosling exemplificou os perigos desse “consenso”:”Um dos primeiros lugares onde ouvi sobre a determinação de as forçasnorte-americanas atacarem o Iraque foi no encontro de 2002 do Bilderberg,graças a um vazamento de informação.”

Os organizadores se defendem. Para o belga ÉtienneDavignon, exvice- presidente da Comissão Européia, vice-presidente damultinacional francesa Suez-Tractebel e atual presidente da conferência doClube Bilderberg, é impossível pensar em comando mundial único.

“Não creio numa classe governante globalporque não creio que tal classe exista”, disse ele ao jornalista da BBCBill Hayton (“Inside the secretive Bilderberg Group”, de 29 desetembro de 2005). “Apenas penso que são pessoas influentes interessadasem conversar com outras pessoas influentes.”

O jornalista Martin Wolf, do diário inglêsFinancial Times, que foi convidado para alguns encontros, também pensa que nãohá fogo atrás dessa fumaça: “A idéia de que tais eventos não podem serrealizados na privacidade é fundamentalmente totalitária”, disse a Duffy.”Não é um organismo executivo. Nenhuma decisão é tomada lá.”

O EX-CHANCELER britânico Denis Healey, uma daspresenças de primeira hora das conferências do Clube Bilderberg, tambémminimizou as críticas: “Nunca procuramos atingir um consenso sobre osgrandes temas nas conferências”, disse a Duffy.

“É simplesmente um lugar paradiscussões.” Healey é só elogios ao Clube: “O Bilderberg é o grupointernacional mais útil do qual participei. A confidencialidade permite àspessoas falarem honestamente, sem medo das repercussões”, acrescentou ele.

Por mais verossímeis ou descabeladas que sejam,as especulações sobre a verdadeira atuação do Clube Bilderberg dificilmentepoderão ser confirmadas – ou refutadas – por completo. Elas, aliás, nãosurpreendem o pesquisador britânico Alasdair Spark, especialista em teoriasconspiratórias ouvido por Duffy.

“A idéia de que uma panelinha sombria estámandando em todo o mundo não é nada nova”, comentou Duffy. “Porcentenas de anos as pessoas acreditaram que o mundo é governado por um grupo dejudeus. Não deveríamos esperar que os ricos e poderosos organizassem as coisasem seu próprio interesse? Isso é chamado de capitalismo.”

Lista seleta

Os 20 nomes relacionados a seguir, convidadospelo Clube Bilderberg para a conferência deste ano em Istambul, são uma amostrada elite ocidental reunida pela organização.

  • Rainha Beatrix, da Holanda.
  • Lloyd Blankfein, presidente e chefe-executivo do banco Goldman Sachs.
  • Paul Gigot, editor da página de editoriais do Wall Street Journal.
  • Jaap de Hoop Scheffer, secretário-geral da Organização do Tratado do AtlânticoNorte.
  • ReiJuan Carlos I, da Espanha.
  • Muhtar Kent, presidente e diretor de operações da Coca-Cola.
  • Henry Kissinger, ex-secretário do ex-presidente Richard Nixon e atualpresidente da Kissinger Associates.
  • Klaus Kleinfeld, presidente da Siemens.
  • John Mickletwait, editor do The Economist.
  • Jorma Ollila, chairman da Nokia e da Shell.
  • Príncipe Philippe, da Bélgica
  • Eric Schmidt, presidente e chefe-executivo do Google.
  • Klaus Schwab, presidenteexecutivo do Fórum Econômico Mundial
  • Javier Solana, secretário-geral do Conselho da União Européia.
  • Michael Tilmant, presidente do ING Group.
  • Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu.
  • Daniel Vasella, presidente e chefe-executivo da Novartis.
  • Jeroen van der Veer, chefeexecutivo da Shell.
  • Paul Wolfowitz, presidente do Banco Mundial.
  • Robert Zoellick (na época, executivo do Goldman Sachs. Assumiu a presidência doBanco Mundial em julho).

http://youtu.be/cYsGOTjO4CA

e ver também…

http://youtu.be/qkB7JePiQ50

Manuel A Alves
Cedido
STI-Superintendência de Tecnologia daInformação
Campus Valonguinho-Niterói-RJ-Brasil-
Tel.+55.21.2629.2039
Lotado
Engenharia e Analise deSistemas

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O papa é pop na Globo e criticado na Record

Análise: O papa é pop na Globo e criticado na Record; canal católico vende recordação

NELSON DE SÁ
DE SÃO PAULO

Papa no Brasil Ligada à Universal, a Record repisou exaustivamente as cenas “exclusivas” de um ataque de tubarão em Recife, para não abrir as câmeras ao papa Francisco. Recorreu também a uma interminável viagem de trem por Maranhão e Pará, no “Jornal da Record”.

Quando entrou no assunto, afinal, aproveitou para anotar que manifestantes “reclamam do posicionamento da Igreja Católica sobre o aborto”, destacando que no Uruguai, após a legalização, nenhuma mulher morreu do procedimento. Não é a primeira vez que a rede evangélica apela ao aborto para questionar a igreja concorrente.

Por outro lado, a Globo relatou com sorrisos largos a passagem pelas ruas do Rio, que deixou os fiéis “encantados com a simplicidade do santo padre”, na locução do “Jornal Nacional”.

“O papa é pop”, dizia uma entrevistada. “Ele é gente como a gente”, acrescentava outro. “A cada esquina ele faz novos amigos”, ecoava o próprio repórter. O tom só mudou um pouco ao abordar o “confronto” entre manifestantes e policiais.

Ao longo de tarde e noite na Globo News, além dos padres comentaristas que dão ao canal de notícias um tom católico quase oficial, a apresentadora Leilane Neubarth anunciou a certa altura que o papa Francisco alcançou o que buscava: “Todos os corações já estão abertos para ele”.

Entre as emissoras católicas, a Rede Vida foi mais sóbria, como é característica sua.

Já a carismática Canção Nova, entre pedidos de doação de dinheiro e até ouro nos intervalos, inclusive um que oferecia foto de Francisco em troca de R$ 20, avisou que quem assistisse às transmissões podia “lucrar com indulgências”.

Explicou serem “graça de Deus” para os vivos ou para quem enfrenta “a purgação final no purgatório”.

Das redes nacionais, a que abriu mais espaço à chegada do papa ao Rio foi a Band. José Luiz Datena narrou ao vivo no “Brasil Urgente”, entre brincadeiras mais ou menos respeitosas, o congestionamento enfrentado por Francisco na avenida Presidente Vargas.

A seu lado, o filósofo Mário Sérgio Cortella, da PUC-SP, era chamado para comentar não só “o desprendimento desse argentino humilde”, no dizer do apresentador, mas se os carros da comitiva “erraram o caminho”.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/07/1315118-analise-o-papa-e-pop-na-globo-e-criticado-na-record-canal-catolico-vende-recordacao.shtml

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Quem quer dar aulas?

É urgente que se apliquem políticas de valorização dos educadores, sob risco de um apagão no sistema de ensino

Os universitários brasileiros não querem trabalhar na sala de aula. Pesquisa após pesquisa – como a realizada anos atrás pela Fundação Carlos Chagas –, o veredicto se confirma, acenando uma das mais graves crises do país. Parem o bonde. Sem professores das disciplinas do ciclo fundamental e médio, não veremos país nenhum. Estima-se que a carência possa chegar a 300 mil educadores, o que deixa o sistema de ensino nas raias de um apagão.

As regiões mais afetadas pela ausência de mestres encontram dificuldades homéricas, como se dizia, para vencer a pobreza e ficam mais expostas às raízes da violência. De resto, o atraso e a treva, na qual estamos nos movendo faz algum tempo. Só sobra uma saída – políticas públicas que atraiam alunos para as licenciaturas, programas de permanência, estágios remunerados por tempo determinado em sala de aula, de preferência no interior do país.

Não se fala aqui em obrigatoriedade ou em qualquer sorte de residência compulsória, como tenta fazer o governo federal em relação aos alunos de Medicina. Fala-se numa tática de valorização do professor, uma bandeira já hasteada aqui e ali, mas cujo discurso, de tão repetido, está pálido como um soneto. Os Programas Institucionais de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibids) ajudam, mas se está falando de uma situação de emergência. É preciso mais.

Há exemplos nos quais nos mirar. Países nórdicos, por exemplo, conhecidos pela relevância dada à função de ensinar. Ou mesmo a alquebrada Cuba. A valorização – com todo o respeito aos que proclamam que o problema dos professores passa, acima de tudo, pelo bolso – supera todas as outras causas. São muitas as categorias mal remuneradas, mas nem todas mal amadas. O desapreço por quem ensina é vexame em par.

A pressão salarial, a ação sindical, a negociação estão aí para resolver impasses de categoria. Vencer uma cultura de menosprezo, contudo, exige mais estratégia dos governos. Passa pelo salário, mas passa também pelas regras de atração. É preciso levar os melhores alunos – e não importa se cursem licenciaturas ou não – para as salas de aula. Igualmente, deve-se levar os melhores professores para as escolas mais problemáticas e de Ideb mais baixo, valorizando o conhecimento adquirido desses profissionais na resolução dos nossos índices educacionais subsaarianos.

É tarefa de casa ver e rever o documentário Pro dia nascer feliz, do cineasta João Jardim. Resumo da ópera. Nas sequências se pode ver uma legião de professores cansados de guerra, com dificuldades de serem ouvidos. Os professores derrubados pela síndrome de Burnout. Os professores que faltam às aulas, deixando às moscas o processo de ensino-aprendizagem. Mas sobretudo os professores que não sabem o que fazer porque se sentem vozes que clamam no deserto. Não há pior expediente profissional que o de não ser ouvido e o de não se sentir parte de nada. Quem está numa escola, por incrível que pareça, sabe do que se trata.

Urge, de fato, uma reforma educacional brasileira. Motivos para tanto não faltam – da ausência de professores ao fato, denunciado pela Fundação Ioschpe, de que há mais pessoas trabalhando na burocracia escolar do setor público do que propriamente ensinando. Dos 5 milhões de educadores contratados, 3 milhões não lecionam. Toda essa multidão de profissionais de gabinete não consegue o que lhes caberia de fato: subsidiar o professor a lidar com a violência, com a indisciplina, com os novos conteúdos e demandas da juventude. O resultado dessa falta de respostas é a frustração profunda, que só pode resultar em desejo de pular do barco.

Como se vê nos dados do Instituto Lobo, a partir do Censo Escolar, muitos o fazem antes mesmo de se graduar. A evasão nas licenciaturas, na média brasileira, chega a 48%. Em áreas como Física, podem alcançar 60%. Deve-se aventar também que carreiras como Física, Química ou Letras se tornaram menos concorridas, o que afeta a seleção. Mas não são fáceis. Muitos alegam desistir por causa do mercado, mas são favas contadas que muitos o fazem por não conseguir acompanhar o curso.

Vale mais um alerta. Parte do problema da evasão de alunos das licenciaturas começa dentro das próprias universidades. É assunto espinhoso. Os cursos que formam professores não raro funcionam como redomas, pouco afáveis a pesquisas que contemplem, de forma mais pragmática, os problemas reais da escola. Não são questões menores, como se pode alegar. O preço é que muitos licenciados acabam chegando ao chão de fábrica despreparados ou desmotivados para lidar com situações que vão além da teoria.

http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=1392555&tit=Quem-quer-dar-aulas

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Preso por pedofilia, Mução faz sucesso no Nordeste

Por Agência Estado • Quinta-feira, 28 de junho de 2012 – 18h42

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Acima, desenho de Mução: personagem criado pelo humorista Rodrigo Vieira Emerenciano faz grande sucesso no Nordeste

São Paulo – O radialista de maior audiência no Nordeste brasileiro, Mução (Rodrigo Vieira Emerenciano), foi preso nesta quinta-feira pela Polícia Federal (PF), no bairro Meireles, em Fortaleza, durante a Operação DirtyNet, que investiga uma rede internacional de pornografia infantil.

Mução, que nasceu em Natal, teve longa passagem pelo Rádio de Recife (PE) – dez anos -, tinha voltado para Fortaleza há três meses, de onde apresentava pela Rádio Cidade FM para uma rede de mais de cem emissoras nordestinas um programa de pegadinhas (“A Hora do Mução”), líder de audiência no Ibope, no horário das cinco às seis da tarde. Nesta quinta-feira, “A Hora do Mução” permaneceu no ar, porém foi apresentada uma reprise.

Com Mução foram apreendidos tablets, notebooks, HDs, CDs e DVDs que o envolvem com a rede de prostituição investigada pela PF.

Ele é suspeito de compartilhar arquivos com cenas de menores em contexto de abuso sexual. O material apreendido na casa de Mução passa por um perícia especializada para a elaboração de um relatório nos próximos dias aos investigadores da PF.

Caso o crime de pedofilia for comprovado nos equipamentos apreendidos com Mução, ele permanecerá preso em Fortaleza. Caso contrário será encaminhado para Recife.

Mução começou sua carreira na Rede de Rádio SomZoomSat de Fortaleza, no final dos anos 1990. Em 2002 ele foi para Recife, onde apresentou seu programa até março passado. Há três meses tinha voltado a residir em Fortaleza, de onde comandava “A Hora do Mução”, a partir da Cidade FM.

Famoso por suas pegadinhas por telefone, onde apresentava os quadros em seu programa de rádio, Mução chegou a lançar três CDs com suas principais peças feitas combinadas com os ouvintes. Também no seu programa criou bordões que ficaram conhecidos em todo Nordeste. Destaque para “Respeita a Polícia”.. Ainda em seu programa fazia valer um acervo de “provérbios” que chamava de “Fuleirosofia”.

Mução é filho da ex-secretária da Receita Federal (2008-2009), Lina Maria Vieira. Ela se envolveu em um episódio com a hoje presidenta Dilma Rousseff, em julho de 2009, quando Dilma era ministra chefe da Casa Civil do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lina foi exonerada pelo presidente Lula após dizer ter testemunhado que Dilma teria solicitado agilização para livrar o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), de um processo na Receita Federal. A explicação dada na época para exoneração de Lina foi a multa aplicada pela Receita à Petrobras.

http://info.abril.com.br/noticias/internet/preso-por-pedofilia-mucao-faz-sucesso-no-nordeste-28062012-50.shl

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Quem é Verônica Maldonado?

Por Claudio Lesbiano 27/09/2010 às 20:20

Nos relacionamos durante mais de quinze anos, mas quando surgiu essa oportunidade em Brasília, ela nunca mais quis saber de mim

A declaração é de Verônica Maldonado, uma doméstica que afirma ter tido um longo romance com a atual candidata à presidência da república, Dilma Rousseff.

Nos relacionamos durante mais de quinze anos, mas quando surgiu essa oportunidade em Brasília, ela nunca mais quis saber de mim

Verônica afirma possuir fotos, cartas e outros documentos que comprovam a relação duradoura e pretende pleitear na justiça o direito à uma pensão mensal.

“Afinal nós tivemos um relacionamento durante mais de quinze anos, período em que deixei de trabalhar, estudar, apenas para ficar com ela. Acho que tenho direitos como qualquer outra mulher!”

Segudo o advogado de Verônica, Dr Celso Langoni Filho, a possibilidade de ganho de causa é concreta, uma vez que sua cliente é capaz de comprovar a existência de uma relação estável e duradoura. Ele cita o caso da Justiça de Pernambuco, que tomou uma decisão inédita este mês ao reconhecer a união estável de duas lésbicas para fins de pagamento de pensão.

A decisão da juíza Paula Maria Malta, da 11ª vara da família e registro civil da capital pode abrir jurisprudência para que outros juízes sigam o parecer, Afirma Celso Longoni.

Em sua decisão, a juíza alegou que o artigo 226 da Constituição diz que a família é um bem da socedade e que tem proteção especial do estado. A lei se refere ao relacionamento entre homem e mulher, mas não fala em pessoas do mesmo sexo.

A nota está no blog Carta Geral: http://catageral.blogspot.com/2010/09/dilma-roussef-e-lesbica-afirma-mineira.html

Fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/red/2010/09/477931.shtml

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Criança de 11 anos é acusada de organizar rede de pedofilia

Cinco crianças já passaram por exames sexológicos no Instituto de Medicina Legal de Caruaru (IML). Algumas até já foram ouvidas e confirmaram que eram abusadas sexualmente.

As investigações começaram em maio deste ano e trazem dados chocantes.“As investigações levam a crer que essa rede de pedofilia era organizada por uma das crianças, um garoto de 11 anos, que ficava responsável por marcar os encontros e receber o dinheiro”, adiantou a delegada Alessandra Brito, que está a frente do caso.

http://bezerrosagora.blogspot.com.br/2010/09/crianca-de-11-anos-e-acusada-de.html

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Embrapa usa bactérias para criar medicamentos

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As armas biológicas, com seus efeitos devastadores e desconhecidos pela maioria dos pesquisadores e cientistas, podem ser consideradas as mais temidas existentes. Ao serem transformados geneticamente em laboratórios, vírus e bactérias tornam-se mais resistentes aos tratamentos médicos. Ao mesmo tempo, esses micro-organismos podem matar ou incapacitar pessoas, animais e plantas.

A história mostra que o uso desse tipo de arma não é recente. Na Antiguidade, exércitos usavam cadáveres em estado de putrefação para contaminar o abastecimento de água de uma cidade ou jogavam por cima das muralhas inimigas cadáveres de vítimas de varíola ou de peste bubônica.

O aspecto mais sombrio e negativo de micro-organismos foi mostrado no filme Anthrax – A Arma Terrorista. A bactéria antrax é roubada de um laboratório de pesquisas agrícolas deixando uma comunidade aterrorizada, já que uma pequena dose do bacillus anthracis – nome científico – é suficiente para devastar a população de uma cidade inteira.

Em Jaguariúna (SP), ao contrário do roteiro do filme, vírus e bactérias tem a capacidade de tornar-se produtos benéficos para o ser humano. Corantes, cosméticos para clarear a pele, herbicidas, antibióticos para combater bactérias resistentes e remédios para tratamento de câncer são alguns dos produtos que podem ser desenvolvidos a partir de fungos, bactérias, vírus e leveduras, itens da primeira coleção de micro-organismos implementada pela Embrapa Meio Ambiente.

“É um tesouro, matéria-prima para descoberta de novos materiais bioativos, fármacos, produtos para a agricultura, para a medicina, para os cosméticos. Esses micro-organismos tem demostrado seu potencial e são avaliados aqui no laboratório”, explica o curador da coleção, o pesquisador Itamar Melo.

http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2013/07/embrapa-usa-bacterias-para-criar-medicamentos.shtml

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