A Agência Europeia de Medicamentos anunciou nesta segunda-feira, 25, a proibição da venda na Europa da sibutramina, um dos medicamentos mais vendidos no mundo para emagrecer. Segundo o órgão, o uso do remédio aumenta consideravelmente o risco do paciente sofrer derrame e enfarte. Leia mais…
Arquivos
Pesquisador do Massachusetts Institute of Technology desenvolve maneira de “ligar” e “desligar” partes do cérebro usando luz. Leia mais…
Prezada Otaviana de Albuquerque Pereira Lima da Silva e Souza, Leia mais…
Durante a epidemia de dengue de 2002, muitos pacientes não diagnosticados com a doença deram entrada nos hospitais da rede pública com quadros neurológicos. Segundo a neurologista Marzia Puccioni-Sohler, não se tratava de coincidência. Como mostrou na pesquisa que coordena na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a presença do vírus da dengue pode desencadear doenças neurológicas, como a encefalite, a meningite, ou a síndrome de Guillain-Barrè. Para confirmar e também compreender melhor a associação entre a infecção pelo vírus da dengue e as manifestações neurológicas, o estudo pesquisou a produção de anticorpos contra o vírus no sistema nervoso. Essa confirmação não apenas facilita o diagnóstico precoce das doenças associadas à dengue, como permite que se trace um tratamento mais eficaz. Leia mais…
No antigo Egito, acreditava-se que a elaborada maquiagem dos olhos usada pela rainha Nefertiti e outras mulheres tivesse poderes de cura, invocando a proteção dos deuses Hórus e Ra, além de evitar doenças. Leia mais…
Se a Microsoft não fizer algo, as pessoas usarão Linux. Leia mais…
Os psiquiatras são contrários ao resultado desse estudo por motivos óbvios, mas ele mostra apenas o que a farmacologia comprova. O efeito de qualquer fármaco depende unicamente do seu mecanismo de ação e não da vontado de quem quer que seja e ainda, é como um equipamento elétrico, nesse caso a depressão, que se liga na tomada, aqui representada pelos antidepressivos e quando se desliga da tomada, o equipamento para de funcionar. Óbio, não? Quando se para de usar o antidepressivo a depressão voltará, pois todo e qualquer fármaco age sobre um receptor, sendo como eletricidade de uma tomada. Quando se corta a corrente elétrica, corta-se o efeito. Os médicos ainda estão na idade média, achando que tem poderes mágicos e divinos sobre o organismo e o pior é que a imensa maioria da população leiga acredita nisso e pensa que os médicos são deuses. Leia a notícia completa aqui
[Voltar]

