A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA – é formada por profissionais sérios, competentes, com alta titulação e que não estão nela para brincar. Se a agência não quer regulamentar este fármaco no Brasil, ela tem seus motivos que devem ser técnicos e científicos. Não são financeiros. Médicos sempre forçam a barra para regulamentar novos fármacos porque eles ganham com isso. Ganham de tudo: de viagens para congressos internacionais até consultórios completos, passando por carros… Conheço muito bem os “colegas”, sei o que se passa nos bastidores da indústria farmacêutica. Leia aqui
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Saiba quais são os vilões da memória
Atitudes da rotina favorecem os lapsos de memórias que temos ao longo do dia. Ariane Machado Pereira, nutricionista da Naturalis (SP), ensina como evitá-los! Será que é isso mesmo? Leia o restante da matéria aqui
Asa Branca cantada e tocada na Coréia do Sul por uma banda local
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Americana recebe visita da polícia após buscas no Google
Arrogância e presunção é que levam a paranóia. Os EUA já estão passando dos limites da loucura. Pensam que são os melhores do mundo e que por isso, todos tem inveja e os querem destruir. Leia aqui
Café reduz risco de suicídio, diz estudo
Farmacologicamente falando, a cafeína é um antagonista de receptores adenosinérgicos do tipo A1, acoplados à proteína G e que atuam diminuindo o AMPc, deprimindo o sistema nervoso central. O antagonismo destes receptores pela cafeína produz efeito oposto à depressão, ou seja, estimula e sendo mais lógico um efeito anti-depressivo que pode prevenir o suicídio, que efeitos eliciadores de desordens mentais como muitos pesquisadores defendem. Leia mais. Leia mais
Brasileiros descobrem que casca de banana pode despoluir a água
O Brasil é um dos maiores produtores de bananas do mundo e esta descoberta pode render muito dinheiro com a comercialização maciça deste vegetal. Já que a banana é um grande despoluente de águas contaminadas com venenos, será que ela não serve, também, para descontaminar ambientes envenenados por corrupção? Será que ela não é capaz de exterminar, ad eternum, os políticos corruptos? Leia mais
Software livre pode evitar espionagem, avalia Serpro
Realmente, faz muito tempo que os adeptos e usuários avançados de software livre batem na tecla da segurança e da privacidade e agora, com o escândalo do PRISM, o sistema de espionagem do governo norte-americano, parece que os usuários windows e macmaníacos acordaram. Leia a interessante e importante reportagem de InfoExame aqui
Mineirez
Quem entender esta mensagem é um verdadeiro mineiro. Continue lendo
Desordem psíquica e outras querelas
A Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de março de 1999 que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual em seu Art. 3° estabelece que “- os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Completa no Parágrafo único: “- Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.” e no Art. 4°: – “Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.”
O assunto se misturou ou foi misturado intencionalmente aos protestos contra o governo central no que lhe cabe no grau maior de responsabilidade nos aspectos de saúde (SUS) e de segurança, em especial pelo nível elevado de influência no Congresso Nacional e a sua radical posição contra alterações na lei penal referente a redução da maioridade para coibir os crimes bárbaros dos menores infratores e a tal progressão da pena que coloca de volta à rua o homicida cruel com as vítimas no ato criminoso, mas com “bom comportamento” na prisão. Mais acomodação com a corrupção dos correligionários condenados pelo STF. Foi uma das cortinas de fumaça, já superada pela proposta de constituinte e retumbâncias que tais, substituída pela do confuso — quanto mais melhor — plebiscito.
Cada um tire as próprias conclusões, mas os verbos, termos e as intenções estão expostos na Resolução do CFP.
Quando se impõem que “os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização”, será que o profissional vai dizer/comentar durante a consulta que a orientação de vida do paciente é uma doença? Dá uma canelada antes do cumprimento?
O texto “nem adotarão ação coercitiva” é pesado demais impressiona como meio de orientação a profissionais que lidam com os mistérios da mente e as posturas no relacionamento com os seus pacientes. Não são os fatos/costumes exercendo pressão sobre a pessoa e sim uma advertência ao profissional para não adotar a tal ação coercitiva contra o paciente.
O psicólogo de início há de perguntar ao consulente qual o mal que lhe aflige, sendo ofensivo e descortês pretender/insinuar “tratamentos não solicitados.”
O Art. 4º gera uma dúvida na formação universitária dos psicólogos, não parecendo justo que os mestres os orientassem a “reforçar preconceitos sociais”, além de não ético, afronta qualquer método de tratamento. E com ênfase: “… não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos…“.
O “reforçar preconceitos” é uma atitude condenável por si e uma vertente da norma que por outro lado afirma que determinado grupo não é portador “de qualquer desordem psíquica”, difícil de considerar no gênero humano. Pelo contrário, o preconceito exerce a ação coercitiva que pode provocar a desordem psíquica e necessidade de atendimento pelo psicólogo e até pelo psiquiatra.
Há que se entender que a realidade não pode ser vista como dogma, questão fechada, indiscutível. É uma questão. Merece atenção como outras tantas necessidades na vida terrena.
Não se pode esquecer que Galileu Galilei discordou e foi condenado. A medicina evoluiu porque ousaram estudar o corpo humano roubando cadáveres. A cada dia se descortina um pouco mais adiante. Direito de viver e conviver. Respeitar e ser respeitado.
Ernesto Caruso, 06/07/2013