O jornalismo debiloide tupiniquim

Os mesmos jornalistas que acham que o governo deve obrigar os cidadãos a se vacinarem contra a peste chinesa são os mesmos que defendem a falácia do “uso recreativo” da maconha, valendo-se, nesta defesa descabida e irresponsável, do direito dos indivíduos disporem de suas vidas como bem entenderem, mas não o respeitando no caso da pretensa obrigatoriedade da vacina contra a praga chinsesa, acusando o governo de genocídio se não obrigar o povo a se vacinar.

Quando se trata de endossar o lobby da indústria farmacêutica e reforçar a reserva de mercado dos médicos, os mesmos jornalistas alardeiam a asneira e a mentira deslavada de que só o médico sabe receitar “remédios” que não fazem mal, como se médicos fossem deuses ou mágicos, violentando o princípio fundamental da farmacologia que diz: “o efeito de um fármaco depende unicamente do seu mecanismo de ação e não da vontade de quem o prescreve.”

Jornalistas, no mundo inteiro e não apenas no Brasil, adoram passar vergonha. Ficam, da mesma forma que prostitutas, do lado que paga melhor para mudarem de posição e receberem mais vantagens e visibilidade.

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