Inúmeros estudos, além desste, já apontaram os benefícios da cafeína (tri-metil-xantina), o principal componente psicoativo do café, sobre a memória, mas de acordo com o estudo da Profª Drª Míriam Elizabeth Mendes Angelucci, com camundongos, a cafeína, se ingerida na fase de aquisição – quando o indivíduo está lendo ou tentando aprender algo – bloqueia a memorização.

Na fase de consolidação, quando o cérebro está “guardando” as informações recebidas, a cafeína facilita a memorização em qualquer quantidade, enquanto na evocação, quando é necessário lembrar e executar os conteúdos aprendidos ou memorizados,  a cafeína também é benéfica, mas em doses máximas de 100mg, ou seja,  um copo de cafezinho de 50ml ou uma xícara pequena. Acima disso há um bloqueio na evocação e um decréscimo na qualidade do rendimento.

O  estudo liderado por Michael Yassa, contradiz o estudo de Míriam Angelucci ao atestar que a cafeína é benéfica na fase de aquisição. Até pode ser, pois os resultados obtidos por Míriam Angelucci foram em estudos com camundongos Swiss (camundongo branco de laboratório), enquanto os resultados de Michael Yassa foram obtidos em experimentos com humanos. Leia mais…

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